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PINE3 Banco PINE S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Banco PINE S.A.

Preço Atual
R$ 9,87
+9.18%

Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00

Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

PINE3 (Banco PINE S.A.) é uma ação negociada na B3. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 9,87, registrando variação de +9.18% no dia.

Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 1 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 1/12 (8.3%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Lucro Líquido não positivo ou dados indisponíveis

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE não disponível

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Dados de crescimento indisponíveis

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP não disponível

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Data de fundação não mapeada

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L não disponível

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
EBITDA negativo ou dados de dívida insuficientes

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EBIT ou EV não positivo

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 80% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo PINE3 (Banco PINE S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 9,87, acumulando uma variação de +9.18% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 8,50 e a máxima de R$ 15,67.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 9,38
Fec. Ant: R$ 9,04
Variação Dia
Min: R$ 9,38
Max: R$ 9,87
52 Semanas
Mín: R$ 8,50
Máx: R$ 15,67
Volume
1.300
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: PINE3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 2,42 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a PINE3

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 2,42 Bi

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Esse ambiente sustenta no radar as ações da Petrobras (PETR4) e outras companhias de grande peso na Bolsa, ao lado de empresas que oferecem previsibilidade de resultados e potencial de remuneração aos acionistas. Publicidade Leia também A seguir, veja quais ações foram escolhidas pelas casas para novembro. Ágora amplia perfil defensivo da carteira Após não realizar mudanças em outubro, a Ágora Investimentos optou por retirar a Allos (ALOS3) e incluir a Telefônica Brasil (VIVT3) na carteira de dividendos para novembro. as ações da Copasa (CSMG3), Caixa Seguridade (CXSE3), ISA Energia (ISAE4) e Itaú Unibanco (ITUB4) completam o portfólio da corretora, que recomenda o peso de 20% para cada papel, com dividend yield (rendimento de dividendos) médio projetado em 8,6% para os próximos 12 meses. A entrada da Telefônica está relacionada à geração consistente de caixa, à menor sensibilidade ao cenário macroeconômico e ao perfil defensivo da companhia. A Ágora avalia que essas características ganham importância em um ambiente de juros longos elevados e maior cautela dos investidores. Publicidade É também esperado pela corretora um crescimento do lucro líquido e margens de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) resilientes. BB sustenta Petrobras e outras nove ações após revisão trimestral O BB Investimentos não realizou mudanças na carteira de dividendos, continuando o portfólio com Banco ABC (ABCB4), Ambev (ABEV3), Allos, Axia Energia (AXIA3), B3 (B3SA3), Direcional (DIRR3), Petrobras, Marcopolo (POMO4), TIM (TIMS3) e Vibra Energia (VBBR3), todas com peso de 10%. O dividend yield médio esperado é de 10,3%, considerando a média anualizada das estimativas para os próximos 12 a 24 meses. A decisão está relacionada à metodologia trimestral da carteira, que já passou por uma rotação em setembro com base nos resultados do segundo trimestre. O BB considera a regularidade dos pagamentos de dividendos, as expectativas de proventos futuros, o valuation (valor do ativo) e indicadores como o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) para selecionar empresas com potencial de valorização e histórico de remuneração aos acionistas. Publicidade O desempenho da carteira em outubro foi negativo, recuando 12,02%, abaixo da queda de 9,87% do Índice de Dividendos da B3 (IDIV). A Petrobras foi o principal destaque negativo entre os papéis, com baixa de 26,77% no mês. Cinco casas selecionam ações para driblar a instabilidade na Bolsa. Foto: Adobe Stock Planner dá prioridade a pagamentos e renova quatro posições Com a saída de Allied Tecnologia (ALLD3), Banco Pine (PINE4), BrasilAgro (AGRO3) e CSU Digital (CSUD3), a Planner reestruturou grande parte do seu portfólio para a carteira de dividendos de novembro. A casa reiterou apenas a ISA Energia e incluiu Bradespar (BRAP4), Caixa Seguridade, Metalúrgica Gerdau (GOAU4) e Taesa (TAEE11). 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Artista hispano-brasileira faz obra com restos de exposições da Pinacoteca
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Artista hispano-brasileira faz obra com restos de exposições da Pinacoteca

São Paulo É comum que, quando uma exposição termina, suas sobras acabem indo para o lixo. Mas a artista hispano-brasileira Sara Ramo deu outro rumo aos restos das mostras dos últimos anos da Pinacoteca, na região central de São Paulo. Com materiais reutilizados e itens doados por funcionários do museu, ela ergueu a instalação "Um Bosque, uma Mata", que recria a paisagem de uma floresta. Entre os objetos que compõem a obra estão centenas de canetinhas usadas para rabiscar o chão na mostra infantil "Experiências com a arte desde 1968", encerrada em outubro deste ano. Bancos de madeira e antigas cartelas de obras cercam Sara Ramo em "Um bosque, uma mata" - João Pedro Adania/Folhapress A instalação faz parte da exposição "A Fúria dos Restos Vivos", em cartaz a partir deste sábado (7) no 4º andar da Pina Estação. Publicidade Para quem acompanhou a programação do museu, o percurso pode até despertar lembranças. Mas "Um Bosque, uma Mata" não é uma colagem de trabalhos ou uma parceria com os outros artistas. Ramo não utiliza as obras originais: ela reaproveita materiais e lhes atribui outros significados. Canetinhas e tubos de guache, por exemplo, passam a compor a vegetação. Ficam em pé no chão, agrupados por cor, como mudas e folhagens. Ao redor, as caixas amarelas das bisnagas de guache se abrem em arranjos que lembram flores, entre varas de bambu que fazem as vezes de troncos. Publicidade Retalhos dos feltros usados por Cristina Salgado no Octógono da Pina Luz ganham nova forma. Dobrados, os azuis viram cogumelos cercados de copinhos plásticos brancos, que lembram esporos. Os vermelhos pendem do teto em gomos que se prolongam em tiras semelhantes a cipós. Vasos com alças da obra de Pascale Marthine Tayou sustentam varas cor-de-rosa como se fossem caules. Bolas de bilhar da mostra de Renata Lucas se espalham como frutas caídas ou pedras no leito de um riacho. Sara Ramo também aproveitou objetos que o próprio museu acumulava no dia a dia: luvas das montagens, bobinas de papel de máquinas de cartão, placas de sinalização quebradas, aspiradores de pó, caixas de som antigas e projetores obsoletos. Ela ainda recebeu bijuterias, roupas e outros itens dos quais os funcionários se desfizeram. Para Curtir SP Receba no seu email um guia com a programação cultural da capital paulista "Sem uso, esses materiais são feios, mortos. A ideia é usar esses restos de forma criativa, pensando na natureza, no que podemos fazer com eles", diz a artista. Fachada da Pina Estação durante a exposição de Renata Lucas - Isabella Matheus - 12.dez.25/Divulgação O reaproveitamento de materiais aparece em outros trabalhos de Ramo. Em 2004, ela montou "O Jardim das Coisas do Sótão" no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), com fichas de jogos, móveis e equipamentos do depósito da instituição. Em 2014, no Matadero, centro cultural de Madri, criou um cenário com objetos obtidos em mostras anteriores. Publicidade "As obras de Sara são como um carro alegórico de escola de samba, que junta adereços de formas e origens diferentes para desfilar, e depois viram outra coisa em outros lugares", afirma Lorraine Mendes, curadora da exposição. A Fúria dos Restos Vivos Pinacoteca (Pina Estação) – lg. General Osório, 66, Santa Ifigênia, região central. Qua. a seg., das 10h às 18h. De 7/11 a 18/4. Ingr.: a partir de R$ 40

Os brasileiros com dinheiro preso no Paraguai após quebra do Ueno Bank: 'Preocupada com meu negócio'
BBC Brasil •

Os brasileiros com dinheiro preso no Paraguai após quebra do Ueno Bank: 'Preocupada com meu negócio'

'Quase todo meu dinheiro está preso no banco': brasileiros que foram para o Paraguai são afetados pela crise no país Crédito, Acervo pessoal Legenda da foto, Renata tem uma lanchonete no Paraguai Author, Role, Da BBC News Brasil em São Paulo Published Há 13 minutos Tempo de leitura: 6 min Carregando Carregando A brasileira Renata de Brito, de 44 anos, tomou um susto quando abriu o aplicativo do Ueno Bank, no Paraguai, e não conseguiu mais acessar sua conta, na terça-feira (3/11). Era no banco que ela guardava todas as suas economias e recebia os pagamentos feitos pelos seus clientes na lanchonete que mantém na cidade de Hernandarias, perto da fronteira com o Brasil. "Me falaram que estava bloqueado quando tentaram fazer um pagamento para mim. Quando fui ver, não acessava mais nada. Estou muito preocupada pelo meu negócio", diz Renata, que usava a maquininha de pagamentos do banco. A crise no Ueno Bank, que sofreu intervenção do Banco Central do Paraguai na terça após ser constatado que seu índice de solvência caiu para menos da metade do mínimo exigido, levou à renúncia do presidente paraguaio, Santiago Peña, nesta quinta (5/11). A instituição era um dos principais bancos do Paraguai e, segundo dados da própria instituição, tinha 3 milhões de clientes, o equivalente a 60% da população adulta do país. São pessoas que estão com suas economias bloqueadas. Também havia milhões de dólares em recursos públicos, especialmente da previdência social, administrados pelos bancos. O Fundo de Garantia de Depósitos do Paraguai cobre depósitos de até 228 milhões de guaranis por pessoa (cerca de R$ 211 mil). O Banco Central do país chegou a garantir o ressarcimento e afirmou que ainda precisa avaliar se conseguirá cobrir valores acima desse limite. O economista Alexandre Barros da Costa, pesquisador que acompanha a economia paraguaia na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) e Universidade Federal do Paraná (UFPR), estima que a crise no Ueno pode afetar dezenas de milhares de brasileiros que moram no país. Pule Promoção app e continue lendo Temos um novo app! Veja notícias do Brasil e do mundo no BBC World Service Baixe aqui Fim da Promoção app Isso porque, segundo Costa, o banco atrai imigrantes pela facilidade de abertura de contas. "A falta de burocracia e o cadastro rápido fizeram com que ele se tornasse a primeira opção para milhares de estudantes de medicina, pequenos comerciantes da fronteira, produtores rurais, investidores", diz o economista. "E essa paralisação gera crise imediata no pagamento de aluguel, mensalidade, alimentação dessas pessoas." Renata de Brito diz que escolheu o banco justamente pela facilidade e por ser uma empresa disseminada no país. "Era um banco que patrocinava clubes de futebol, com muita propaganda. Então, essa facilidade atraía", diz ela, que se mudou para o país para ter uma vida mais tranquila após ser afetada pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Segundo a brasileira, ela já havia pago todas as contas que venciam esse mês. Mas ela teme que até o fim de novembro, quando precisa pagar a parcela de um apartamento que comprou, não tenha seu dinheiro de volta. O pouco que ela tem em recursos físicos é para manter o caixa do seu negócio, uma lanchonete. "O meu plano B é tentar realocar recursos que ainda recebo no Brasil devido à venda de um sítio", explica. Segundo estimativas do Ministério das Relações Exteriores, em 2025 havia 270 mil brasileiros vivendo no Paraguai, a maior comunidade na América do Sul, e a terceira no mundo, atrás apenas de EUA e Portugal. Mas tem havido uma onda recente de brasileiros indo ao Paraguai, como revelado pela BBC News Brasil em abril deste ano, motivados por questões econômicas e políticas. Uma dessas pessoas é a empresária Erika Silva, 41 anos, que está de malas prontas para se mudar de vez de São Paulo para o Paraguai. Como já tem feito negócios de importação e exportação no país, ela abriu uma conta no Ueno Bank e tem deixado um valor baixo para gastos pontuais quando está no país. Agora, o recurso está bloqueado. "Como era pouco, está tudo bem. Não vou voltar atrás de ir para lá, porque pior que está aqui no Brasil não fica", avalia. Segundo a empresária, há muitos brasileiros com recursos presos, mas a maioria não tinha todo a economia investida no Ueno, justamente por ser um banco digital. Mas, diz ela, isso não mudou "o pensamento dos brasileiros que se mudaram". Em geral, são pessoas em busca de pagar menos impostos e insatisfeitas com a política brasileira. Perguntada se a renúncia de Peña, que é de direita, e o envolvimento dele na crise poderiam levar a uma reavaliação sobre as expectativas sobre o Paraguai, Erika afirma que não. "O meu único receio é se assumir um político de esquerda. Vou ser sincera, se isso acontecer, aí eu não vou mais investir no Paraguai", diz. Impacto na economia paraguaia Crédito, Juan Pablo Pino / EPA Legenda da foto, O escândalo do Ueno Bank levou à renúncia de Peña Segundo o economista Alexandre Barros da Costa, ainda vai levar um tempo para saber com precisão a extensão total dos danos da crise do Ueno à economia paraguaia. Mas o pesquisador avalia que os danos tendem a ser mais de curto prazo. "É fato que agora, no curto prazo, haverá um choque na economia paraguaia pela redução do consumo das famílias e pelo impacto nos pequenos comerciantes que dependem dessa massa salarial bloqueada no Ueno para girar o negócio." "Mas, apesar dessa crise, os dados macroeconômicos do Paraguai como um todo estão estáveis. Não há que se falar em desespero em termos de macroeconomia. Não avalio que o sistema financeiro enfrenta uma crise em função dessa intervenção", defende. Segundo Costa, o crescimento do Paraguai nos últimos anos, acima da média da região, está também ligado ao processo de bancarização do país, com a entrada de milhões de pessoas no sistema bancário. "Os depósitos privados das pessoas físicas e jurídicas no sistema bancário têm saltado 19% ao ano. É um ambiente de inclusão financeira, de fintechs e bancos digitais que impulsionaram a abertura massiva de contas e contribuíram com crescimento do PIB paraguaio." Para o professor, chamar o caso Ueno de "Master paraguaio", em comparação com a crise do banco de Daniel Vorcaro no Brasil, é pertinente em alguns aspectos, especialmente no que diz respeito à alocação de recursos públicos da previdência e o modis operandi de uma fraude, se ela for comprovada. "São bancos que utilizaram dessa proteção financeira do Fundo Garantidor pra atrair investimentos e, depois, quando 'quebra', quem arca são bancos sérios do mercado financeiro que aportam dinheiro no fundo. E claro que esses bancos terão que recompor o fundo e pode repassar para os clientes. Então, a sociedade arca sim pela má gestão", diz. "Mas o impacto proporcional no Paraguai tende ser significativamente maior e socialmente mais grave que o Master, embora ache que a economia paraguaia não se desestabilizará", completa. Reportagens na imprensa paraguaia indicam que os recursos públicos paraguaios no Ueno somam cerca de 850 milhões de dólares, representando quase 2% do PIB. Agora, no país, tem havido uma corrida a outros bancos para pessoas que tinham conta no Ueno tentarem novo acesso ao sistema financeiro. A brasileira Renata de Brito tem corrido para abrir uma nova conta e conseguir uma nova maquininha, enfrentando as filas que tomaram conta das agências pelo país. Ela espera que haja uma resolução no país, com mobilização para devolução dos recursos nos próximos dias. "Mas sinceramente não sei se renúncia do presidente vai ajudar nessa resolução", diz, aflita. Escândalo no Paraguai A intervenção no banco é o desfecho de um escândalo que tem marcado o governo do presidente Santiago Peña desde que ele assumiu o cargo, em 2023. Peña figurava como acionista da Ueno Holding, que reúne empresas como a Ueno Seguros, a itti e o Grupo Vázquez, principal acionista do Ueno Bank. No início de 2025, o presidente afirmou que havia deixado de ser acionista da holding e negou qualquer ligação com o banco. "Eu fui investidor, sou economista, me especializei em Finanças e fiz um investimento há seis anos na empresa Credi Centro, que posteriormente se transformou na Ueno Holding. Nunca foi o banco Ueno. Não tenho nenhuma ligação com o banco Ueno", declarou a um grupo de jornalistas em abril de 2025.

Perguntas Frequentes sobre PINE3

Qual é a cotação de PINE3 hoje na B3?
A cotação de PINE3 hoje está em R$ 9,87. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 9,38 e máxima de R$ 9,87.
Quanto a PINE3 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker PINE3. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de PINE3 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de PINE3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de PINE3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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