Logotipo de Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliario Cotas

MXRF11 Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliario Cotas – Cotação Hoje

🏢 FII Papel / CRI

Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliario Cotas

CNPJ: 97521225000125

Preço Atual
R$ 8,82
+2.08%

Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00

Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliario Cotas) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 8,82, registrando variação de +2.08% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.92x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 13.49%.

Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 11/11 (100.0%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 13.49% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
12 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.92x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.92x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -1.7%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 5.00 bilhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 29.84 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Papel / CRI

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2011 (15 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 13.49% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Fundo de Papel/Financeiro (Não possui imóveis físicos diretos)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 19,83
Rendimento Anual (12M) R$ 1,19
Margem de Segurança +55.52%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
📑
CVM Oficial Data-base: 09/2026

Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial

Ver Relatório CVM Completo →
Patrimônio Líquido R$ 5,30 bi
VP por Cota (CVM) R$ 9,35
Total de Cotistas 1.570.595
Grau de Alavancagem 2,51%

O ativo MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliario Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 8,82, acumulando uma variação de +2.08% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 8,33 e a máxima de R$ 9,99. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 13.49% e indicador P/VP de 0.92x.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 8,64
Fec. Ant: R$ 8,64
Variação Dia
Min: R$ 8,58
Max: R$ 8,90
52 Semanas
Mín: R$ 8,33
Máx: R$ 9,99
Volume
3.383.055
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: MXRF11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.92
R$ 9,35
Patrimônio Líquido
R$ 5,00 Bi
Último Rendimento
R$ 0.0950
Pagto: 2026-11-16
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.0992
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 1.2900
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
567,21 Mi
Liquidez Diária
3.383.055

Sobre a MXRF11

Categoria / Segmento
Papel / CRI
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O FII MAXI RENDA RL (MXRF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDOR
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040
RENDIMENTO R$ 0,0950
Pagamento: 16/11/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 15/10/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 15/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,0950
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 13/02/2026

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Fundo imobiliário recuou após as eleições, anunciou rendimento menor para novembro e agora enfrenta o desafio de preservar resultados em um cenário de juros elevados. O fundo imobiliário Maxi Renda (MXRF11), um dos mais populares da Bolsa brasileira, atravessa um período de maior volatilidade após registrar forte queda nas cotações e anunciar uma redução nos rendimentos distribuídos aos investidores. O movimento ocorre em meio à revisão das expectativas econômicas depois das eleições presidenciais e à preocupação com os juros elevados. As cotas do MXRF11 encerraram o pregão de 4 de novembro de 2026 a R$ 8,39, acumulando desvalorização de aproximadamente 11,1% em relação ao fechamento de 23 de outubro, quando eram negociadas a R$ 9,44. Apesar da pressão, o fundo apresentou recuperação nas duas sessões seguintes e fechou sexta-feira, 6 de novembro, a R$ 8,80. Mesmo assim, permaneceu abaixo do preço anterior à turbulência. A combinação entre desvalorização das cotas, rendimentos menores e perspectivas econômicas incertas colocou o fundo no centro das atenções dos investidores que procuram renda mensal. MXRF11 reduz dividendos e confirma pagamento de novembro Além da queda nas negociações, o MXRF11 anunciou uma diminuição de 5% no rendimento referente a outubro, que será pago em novembro. O valor passou de R$ 0,10 para R$ 0,095 por cota, conforme comunicado divulgado em 30 de outubro de 2026. O pagamento está previsto para 16 de novembro, com direito aos investidores que possuíam cotas na data-base de 30 de outubro. Na prática, a mudança provoca uma redução direta na renda recebida pelos cotistas. Quantidade de cotas Pagamento anterior Pagamento anunciado 100 R$ 10,00 R$ 9,50 500 R$ 50,00 R$ 47,50 1.000 R$ 100,00 R$ 95,00 5.000 R$ 500,00 R$ 475,00 10.000 R$ 1.000,00 R$ 950,00 Embora a diferença de meio centavo por cota pareça pequena, seu impacto aumenta conforme o tamanho da posição do investidor. Para quem possui 10 mil cotas, por exemplo, a redução representa R$ 50 a menos em um único pagamento. O anúncio não significa que o fundo manterá rendimentos menores nos próximos meses. As distribuições dependem dos resultados efetivamente gerados pela carteira e das decisões da administração. Por que o MXRF11 caiu tanto? A desvalorização ocorreu em um período de forte instabilidade nos mercados financeiros brasileiros. Após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 25 de outubro, investidores passaram a reavaliar as perspectivas para a política fiscal, a trajetória da dívida pública e o comportamento dos juros. A reação também atingiu os fundos imobiliários, tradicionalmente sensíveis às mudanças nas taxas de juros e no retorno oferecido pelos títulos públicos. Quando os investimentos de renda fixa passam a oferecer remunerações mais elevadas, parte dos investidores exige retornos maiores dos fundos imobiliários. Esse ajuste pode pressionar os preços das cotas. No caso do MXRF11, a queda coincidiu com esse movimento mais amplo do mercado, mas não pode ser atribuída exclusivamente ao resultado eleitoral. A evolução dos resultados do próprio fundo, as condições de crédito e as expectativas sobre futuras distribuições também influenciam a avaliação dos investidores. Relatório mostra pressão sobre os resultados Os dados operacionais ajudam a explicar por que o mercado acompanha o MXRF11 com maior atenção. Segundo o relatório gerencial referente a setembro de 2026, divulgado em novembro, o fundo registrou resultado de caixa equivalente a R$ 0,099 por cota, diante de uma distribuição de R$ 0,10. Foi o terceiro mês consecutivo em que o resultado de caixa ficou abaixo do valor distribuído. Embora a diferença tenha sido pequena, a situação indica a necessidade de acompanhar a capacidade recorrente de geração de resultados. No mesmo período, a receita proveniente de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) apresentou redução: Agosto: R$ 40,58 milhões. Setembro: R$ 39,51 milhões. Diferença: aproximadamente R$ 1,07 milhão, ou 2,6%. Por outro lado, as receitas com permutas financeiras avançaram de R$ 5,80 milhões para R$ 11,34 milhões, contribuindo para a recuperação do resultado mensal. O resultado de caixa total alcançou R$ 56,37 milhões em setembro, equivalente a R$ 0,099 por cota, contra R$ 0,094 em agosto. Esses números mostram que o desempenho do fundo depende de diferentes operações, cujas receitas não necessariamente evoluem no mesmo ritmo. Risco de crédito exige atenção dos cotistas O MXRF11 possui uma carteira concentrada em ativos financeiros relacionados ao setor imobiliário, especialmente CRIs. Esses instrumentos representam operações de crédito vinculadas ao mercado de imóveis e podem oferecer remuneração atrelada ao CDI, ao IPCA ou a outras condições contratuais. Em um ambiente de juros elevados, determinados títulos podem gerar receitas maiores. Entretanto, o efeito positivo não é automático. Empresas e empreendimentos imobiliários também enfrentam custos de financiamento mais altos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e aumentar o risco de atrasos nos pagamentos. Para fundos que investem em crédito imobiliário, a qualidade dos devedores, as garantias e a capacidade de recuperação dos valores tornam-se fatores decisivos. O MXRF11 também realiza operações de permuta financeira, nas quais participa economicamente de projetos imobiliários e recebe valores conforme condições previstas nos contratos. O desempenho dessas operações depende, entre outros fatores, do desenvolvimento dos empreendimentos e dos pagamentos realizados pelos compradores. A existência desses riscos não significa que o fundo esteja enfrentando inadimplência generalizada, mas reforça a importância da análise individual das operações. Gestão adota postura mais cautelosa O relatório de setembro também indicou uma mudança de postura da gestão diante das condições de mercado. A prioridade passou a incluir operações com menor risco de crédito, devedores com maior solidez financeira e estruturas contratuais com proteções adicionais. Nas permutas financeiras, a administração sinalizou uma redução temporária no ritmo de novos investimentos, considerando os efeitos dos juros elevados sobre os custos dos projetos e o financiamento imobiliário. A composição divulgada da carteira mostrava aproximadamente 75% dos recursos em CRIs, 13,4% em outros fundos imobiliários, 5,9% em permutas financeiras e 5,7% em caixa. O fundo também informou uma reserva acumulada de correção monetária de R$ 12 milhões, abaixo dos R$ 19,23 milhões registrados anteriormente. Essa reserva deve ser analisada conforme sua natureza contábil e não pode ser tratada automaticamente como dinheiro disponível para cobrir qualquer obrigação. MXRF11 abaixo do valor patrimonial representa oportunidade? A queda das cotações fez o MXRF11 negociar com desconto em relação ao patrimônio líquido por cota. No fechamento de 6 de novembro, a cotação estava em R$ 8,80 e o indicador preço sobre valor patrimonial (P/VP) aparecia próximo de 0,94 em uma das bases de acompanhamento do mercado. Isso significa que o preço negociado representava aproximadamente 94% do valor patrimonial registrado, segundo aquela referência. BrFiis+1 O desconto pode despertar o interesse de investidores, mas não garante que a cota esteja barata do ponto de vista econômico. O valor patrimonial é uma referência baseada na avaliação dos ativos do fundo. Já o preço negociado em Bolsa incorpora expectativas sobre os resultados futuros, riscos e condições de mercado. Se a carteira enfrentar dificuldades de crédito ou apresentar redução persistente da capacidade de distribuir rendimentos, o desconto poderá continuar ou até aumentar. Por outro lado, uma melhora das condições econômicas e dos resultados operacionais pode contribuir para uma reavaliação positiva das cotas. Nenhum desses movimentos, porém, é garantido. Quanto R$ 1 mil investidos no MXRF11 poderiam render? Considerando o fechamento de R$ 8,80 em 6 de novembro, um investimento de aproximadamente R$ 1 mil permitiria adquirir 113 cotas, desconsiderando custos operacionais. Com o rendimento anunciado de R$ 0,095 por cota, essa quantidade proporcionaria R$ 10,735 no pagamento de novembro. Se o mesmo valor fosse mantido durante 12 distribuições, o total hipotético seria de R$ 128,82. Essa simulação representa apenas uma projeção matemática. Não significa que o fundo manterá o rendimento durante um ano. Também não considera oscilações no preço das cotas, reinvestimento dos proventos ou eventuais mudanças tributárias. O que acompanhar nos próximos meses A recuperação do MXRF11 dependerá de uma combinação de fatores internos e externos. Entre os principais pontos estão a evolução dos resultados de caixa, a qualidade dos créditos imobiliários, o recebimento das permutas financeiras e a capacidade de manter distribuições sustentáveis. O comportamento dos juros também será importante, especialmente porque influencia tanto a remuneração dos ativos da carteira quanto o custo de financiamento dos empreendimentos imobiliários. Outro indicador relevante será o P/VP, que permite acompanhar a relação entre a cotação de mercado e o patrimônio por cota. A redução dos rendimentos em novembro merece atenção, mas um único pagamento menor não determina, isoladamente, uma deterioração permanente do fundo. O desafio será verificar se os próximos relatórios confirmarão uma recuperação da geração de caixa ou se haverá necessidade de ajustes adicionais nas distribuições. Para investidores interessados em renda mensal, a análise precisa considerar não apenas o rendimento anunciado, mas também sua sustentabilidade, a qualidade da carteira e os riscos envolvidos. Aviso legal: Esta matéria possui caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação de compra, venda ou manutenção de investimentos. Fundos imobiliários estão sujeitos a riscos de mercado, crédito e liquidez. Rentabilidade passada não garante resultados futuros.

IFIX emenda terceira alta seguida, mas recua 0,51% na semana
Fundos Imobiliários Brasileiros •

IFIX emenda terceira alta seguida, mas recua 0,51% na semana

O IFIX (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários) encerrou o pregão desta sexta-feira (6) aos 3.628,20 pontos, com alta de 0,73%, equivalente a um avanço de 26,18 pontos em relação ao fechamento anterior. Foi a terceira valorização consecutiva do índice, que havia subido 0,94% na quarta-feira (4) e 0,98% na quinta-feira (5). Apesar da sequência de três altas, o IFIX encerrou a semana com queda de 0,51%, equivalente a 18,42 pontos, na comparação com os 3.646,62 pontos registrados na sexta-feira anterior (30 de outubro). O resultado semanal permaneceu negativo mesmo após os ganhos acumulados nos três últimos pregões. A Black Friday da Suno já começou e essa é sua a chance de desbloquear mais de R$ 300 mil em bônus, além de um plano de investimentos para os próximos três anos. Confira como clicando aqui . Durante a sessão desta sexta-feira, o índice oscilou entre a mínima de 3.592,59 pontos e a máxima de 3.640,43 pontos. O IFIX abriu o dia aos 3.602,02 pontos, chegou a superar os 3.640 pontos durante a tarde e encerrou as negociações aos 3.628,20 pontos. O sobe-e-desce dos FIIs Entre os destaques positivos do pregão, o AIEC11 (Arch Edif Corp) registrou a maior valorização do dia, com alta de 7,07%, equivalente a R$ 4,77 por cota. O fundo encerrou as negociações cotado a R$ 72,27. Na segunda posição entre as maiores altas, o RBRL11 (RBR Logística II) avançou 4,05%, com valorização de R$ 2,72 por cota. O fundo terminou o pregão negociado a R$ 69,83. Entre as maiores quedas, o GZIT11 (Gazit Malls Fundo de Investimento Imobiliário) apresentou recuo de 2,86%, equivalente a uma desvalorização de R$ 0,94 por cota. O fundo encerrou o dia cotado a R$ 31,90. O KNHY11 (Kinea High Yield CRI) registrou a segunda maior queda do pregão, com baixa de 2,39%, correspondente a R$ 2,23 por cota. O FII terminou a sessão negociado a R$ 91,27. MXRF11 lidera negócios Entre os fundos imobiliários mais negociados do dia, o MXRF11 (Maxi Renda) liderou em volume, com 3,39 milhões de cotas negociadas e alta de 1,85%. Na sequência apareceram o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária), com 1,02 milhão de cotas e valorização de 1,68%; e o KNSC11 (Kinea Securities), com 985,9 mil cotas e avanço de 0,12%. Completam a lista o SNEL11 (Suno Energias Limpas), com 869,26 mil cotas e alta de 0,79%; e o GARE11 (Guardian Real Estate), com 750,93 mil cotas negociadas e variação de 0,00%, encerrando o pregão estável.

IFIX fecha sexta em alta, mas semana termina no negativo
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IFIX fecha sexta em alta, mas semana termina no negativo

O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (6) aos 3.628,20 pontos, com alta de 0,73%, marcando a terceira valorização diária consecutiva do índice de fundos imobiliários. Apesar da sequência positiva, o indicador fechou a semana com queda de 0,51%, refletindo o saldo negativo acumulado nos pregões anteriores. Perguntas frequentes sobre o IFIX Qual foi o desempenho do IFIX nesta sexta-feira? O índice avançou 0,73%, equivalente a 26,18 pontos, encerrando o dia aos 3.628,20 pontos após abrir em 3.602,02 pontos. O índice teve alta ou queda na semana? Mesmo com três altas seguidas, o índice recuou 0,51% na semana, caindo de 3.646,62 pontos para 3.628,20 pontos. Quais fundos imobiliários tiveram as maiores altas no pregão? O AIEC11 (Arch Edif Corp) liderou os ganhos com alta de 7,07%, seguido pelo RBRL11 (RBR Logística II), que subiu 4,05%. Quais fundos registraram as maiores quedas no dia? O GZIT11 (Gazit Malls Fundo de Investimento Imobiliário) caiu 2,86%, enquanto o KNHY11 (Kinea High Yield CRI) recuou 2,39%. Quais foram os fundos mais negociados na sessão? O MXRF11 (Maxi Renda) liderou o volume com 3,39 milhões de cotas, seguido por Zagros Renda Imobiliária, Kinea Securities, Suno Energias Limpas e Guardian Real Estate. Qual foi a variação mínima e máxima do índice durante o pregão? O índice oscilou entre a mínima de 3.592,59 pontos e a máxima de 3.640,43 pontos ao longo do dia. Para acompanhar diariamente o desempenho do IFIX e dos principais fundos imobiliários, consulte a editoria de Mercado do Suno Notícias, que traz atualizações constantes sobre o setor.

Perguntas Frequentes sobre MXRF11

Qual é a cotação de MXRF11 hoje na B3?
A cotação de MXRF11 hoje está em R$ 8,82. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 8,58 e máxima de R$ 8,90.
Quanto a MXRF11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de MXRF11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de MXRF11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de MXRF11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.