PE

PETR4

Energia

Petroleo Brasileiro SA Pfd

CNPJ: 33000167000101

Preço Atual
R$ 38,80
-0.13%
Abertura
R$ 38,86
Fec. Ant: R$ 38,74
Variação Dia
Min: R$ 38,62
Max: R$ 39,11
52 Semanas
Mín: R$ 29,31
Máx: R$ 50,69
Volume
44.595.800
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
6.00%
P/L
5.19
P/VP
1.12
LPA
R$ 8,35
VPA
R$ 34,54
EV/EBITDA
3.62
EV/EBIT
5.81
P/EBITDA
2.17
P/EBIT
3.48
P/Receita (PSR)
1.00
P/FCO
2.56
P/FCL
6.19
EV/Receita Líq.
1.68
EV/FCO
4.29
EV/FCL
10.36
Earning Yield
17.20%
Enterprise Value
R$ 836,51 Bi
Valor de Mercado
R$ 500,08 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.46
Dív. Líquida/PL
0.81
Dívida Líquida
R$ 336,43 Bi
Liq. Corrente
0.74
PL/Ativos
0.34
Passivos/Ativos
0.66
Liq. Seca
0.49
Liq. Imediata
0.24

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
47.36%
Margem EBITDA
46.35%
Margem EBIT
28.88%
Margem Líquida
21.69%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
24.27%
ROIC
17.95%
ROA
8.67%
Giro do Ativo
0.41

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
0.37%
CAGR Lucro
121.68%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 47.36%
Margem EBITDA 46.35%
Margem Operacional 28.88%
Margem Líquida 21.69%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 194,97 Bi
FCL R$ 80,74 Bi
Caixa Total R$ 47,60 Bi
Caixa/Ação R$ 3,69
Receita e Dívida
Receita Total R$ 498,09 Bi
Lucro Bruto R$ 235,89 Bi
EBITDA R$ 230,88 Bi
Dívida Total R$ 676,98 Bi
Crescimento
Receita 0.37%
Lucro 121.68%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 497.549,00 Mi R$ 490.829,00 Mi R$ 511.994,00 Mi R$ 641.256,00 Mi
Lucro Bruto R$ 236.998,00 Mi R$ 246.462,00 Mi R$ 269.933,00 Mi R$ 334.100,00 Mi
EBITDA R$ 145.628,00 Mi R$ 137.201,00 Mi R$ 189.342,00 Mi R$ 294.255,00 Mi
Lucro Líquido R$ 110.605,00 Mi R$ 37.009,00 Mi R$ 125.166,00 Mi R$ 189.005,00 Mi

Sobre a PETR4

Setor
Energia
Indústria
Petróleo e Gás Integrado
Funcionários
41.778
Market Cap
R$ 527,33 Bi
Descrição do Negócio

A Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) é uma sociedade de economia mista brasileira, controlada pela União Federal, com ações negociadas na B3 (PETR3/PETR4) e ADRs na NYSE (PBR/PBR.A). Fundada em 1953, a companhia atua de forma integrada na cadeia de óleo, gás e energia, com foco em exploração e produção, refino, logística, comercialização, gás natural e iniciativas de baixo carbono. No upstream, a Petrobras concentra ativos em bacias brasileiras, com destaque para o pré-sal, onde opera parte relevante da produção nacional de petróleo e gás. No downstream, mantém parque de refino, infraestrutura de transporte e terminais, além de participação relevante na oferta doméstica de derivados como gasolina, diesel, GLP, querosene de aviação e bunker. A companhia também atua em processamento e comercialização de gás natural, incluindo suprimento para distribuidoras e clientes industriais. Em posição de mercado, a Petrobras permanece como principal produtora de petróleo do Brasil e um dos maiores grupos integrados de energia da América Latina em escala operacional e financeira. Sua atuação influencia diretamente o abastecimento nacional de combustíveis e gás, a balança comercial energética e investimentos da cadeia de fornecedores no país. Geograficamente, o núcleo dos ativos e operações está no Brasil, enquanto a comercialização de petróleo e derivados possui alcance internacional por meio de exportações e trading para múltiplos mercados. A estratégia recente combina expansão de produção em ativos de maior retorno (especialmente offshore), otimização do parque de refino e avanço seletivo em soluções de transição energética e descarbonização.

Dividendos

JCP R$ 0,3505
Pagamento: 20/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,0131
Pagamento: 22/06/2026
JCP R$ 0,3131
Pagamento: 20/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,2964
Pagamento: 20/03/2026
JCP R$ 0,1752
Pagamento: 20/03/2026
JCP R$ 0,4716
Pagamento: 20/02/2026
JCP R$ 0,1350
Pagamento: 22/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,2009
Pagamento: 22/12/2025
JCP R$ 0,3360
Pagamento: 21/11/2025
JCP R$ 0,1461
Pagamento: 22/09/2025

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Ofertas subsequentes na B3 captaram R$ 22 bilhões no primeiro semestre Publicado às 19h49 Entre janeiro e junho de 2026, foram realizadas oito ofertas subsequentes de ações na B3, a bolsa do Brasil, que captaram aproximadamente R$ 22 bilhões. O volume representa um crescimento de 436% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram captados R$ 4 bilhões, em cinco ofertas. As ofertas subsequentes, também conhecidas como follow-ons, são novas ofertas públicas de ações realizadas por empresas que já realizaram seu IPO (Oferta Pública Inicial) na bolsa. As empresas podem voltar ao mercado para realizar novas ofertas de ações sempre que desejarem e as operações precisam ser aprovadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). “Os follow-ons são uma alternativa para o financiamento das empresas já listadas, utilizando as ferramentas do mercado de capitais. Os motivos para a realização de uma oferta subsequente variam, a companhia pode colocar à venda uma parte de suas ações com o intuito de levantar recursos para determinado projeto ou algum sócio pode optar por vender sua parte das ações”, comenta Leonardo Resende, superintendente de Relacionamento com Empresas e Estruturadores de Ofertas da B3. Algumas das vantagens da realização de um follow-on para as empresas listadas são: Aumento da visibilidade no mercado devido à nova oferta de ações; Possibilidade de captar recursos para o financiamento de projetos; Aumento de liquidez, já que a oferta subsequente disponibiliza novas ações da companhia no mercado, fazendo com que o volume de negociação cresça. As ofertas subsequentes de ações podem ser classificadas como primária ou secundária. Na oferta primária, é a própria empresa que emite novas ações para o mercado, ampliando o capital social e a base de acionistas. Nesse modelo, os recursos captados vão para o caixa da companhia. Já na oferta secundária, as ações disponibilizadas são de titularidade de acionistas que colocam seus papéis à venda com a finalidade de reduzir ou finalizar a participação no negócio. Nesse caso, o valor captado vai para esses acionistas.

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B3 20/06/2026

Azzas 2154 (AZZA3) salta até 12%; o que explica a disparada? – Money Times

(Imagem: Imagem: Reprodução/Instagram) As ações da Azzas 2154 (AZZA3) dispararam na reta final do pregão desta sexta-feira (19), em dia de liquidez limitada na bolsa brasileira por feriado nos Estados Unidos e China e vencimento de opções. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Por volta de 16h, AZZA3 saltou para 8,95%, a R$ 17,66, passando a liderar a ponta positiva do Ibovespa (IBOV). Minutos depois, a ação passou por dois leilões por oscilação máxima permitida na B3. Durante a movimentação, o papel bateu máxima intradia com alta de 12,21% (R$ 18,19), e encerrou o pregão com ganho de 8,33%, cotado a R$ 17,56. Em meio à intensificação das conversas sobre uma separação da sociedade entre Roberto Jatahy e Alexandre Birman, o grupo Azzas 2154 contratou o Morgan Stanley para vender a marca feminina Farm, segundo o portal Neofeed. Ainda de acordo com o site, o negócio envolve cerca de US$ 1 bilhão, o equivalente a R$ 5,1 bilhões no câmbio atual – valor acima do valor de mercado da companhia, de R$ 3,2 bilhões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A transação é considerada uma maneira de destravar valor em uma companhia que está depreciada mais pelas desavenças dos sócios do que pelos ativos. O Money Times entrou em contato com a varejista sobre a possível venda da Farm. Em nota, a Azzas 2154 afirmou que “não comenta especulações do mercado”. Mas, logo após o fechamento dos mercados, a varejista confirmou a contratação do Morgan Stanley para a potencial venda da ‘Farm Rio’. Disputa entre Jatahy e Birman Em maio, a varejista tornou pública uma série de demandas societárias envolvendo os empresários Roberto Luiz Jatahy Gonçalves e Alexandre Café Birman, relacionadas à estrutura organizacional das unidades de vestuário feminino e masculino da companhia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em comunicado ao mercado, a Azzas 2154 afirmou que os processos decorrem de divergências sobre gestão e governança da empresa formada pela combinação de negócios entre os grupos Arezzo e Soma, concluída em 2024. Entre as ações divulgadas, Roberto Jatahy ajuizou, em 8 de maio, uma medida cautelar na 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). O executivo pediu a manutenção da estrutura organizacional vigente antes de 22 de abril, além da preservação de seu cargo como Chief Brand Officer e da responsabilidade pela gestão das unidades de vestuário feminino e masculino. A liminar foi concedida em primeira instância, determinando a manutenção da estrutura organizacional anterior e a permanência de Jatahy na função. Posteriormente, a 16ª Câmara do TJRJ negou o pedido de efeito suspensivo apresentado em agravo de instrumento, mantendo a decisão liminar. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Além da ação judicial, Roberto Jatahy protocolou, em 15 de maio, um requerimento de arbitragem na Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM). No procedimento, o executivo pede a declaração de ilegalidade de atos de reorganização interna adotados por Alexandre Birman na condição de diretor-presidente da companhia, além da adoção de procedimentos específicos para aprovação dessas mudanças e reparação de supostos prejuízos à empresa. Por outro lado, Alexandre Birman também apresentou requerimento de arbitragem contra Roberto Jatahy, no dia 14 do mesmo mês. Na arbitragem, Birman alega que ações e posicionamentos de Jatahy relacionados aos recentes eventos envolvendo a estrutura organizacional da companhia teriam violado dispositivos do acordo de acionistas e do estatuto social da empresa, especialmente em relação às prerrogativas do CEO. Também em maio, a empresa anunciou a contratação do Itaú BBA para assessoria financeira na análise de alternativas estratégicas, mas afirmou que não há decisão tomada ou operação definida sobre eventual cisão entre sócios. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo a companhia, a contratação tinha caráter “preliminar e exploratório” e envolve análises econômico-financeiras de oportunidades que podem incluir a companhia, controladas ou ativos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

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A redução da taxa Selic para 14,25% ao ano, anunciada pelo Copom na última quarta-feira, não muda apenas o patamar de juros da economia, mas também mostra um movimento cada vez mais presente: a necessidade de entender melhor como essas decisões impactam a vida financeira das pessoas. Na prática, a Selic funciona como o principal referencial do custo do dinheiro no país. Quando essa taxa muda, os juros cobrados em empréstimos, financiamentos e cartões de crédito tendem a acompanhar esse movimento, tornando o crédito mais caro ou mais acessível ao longo do tempo. + NOTÍCIAS NO GRUPO NM DO WHATSAPP Ao mesmo tempo, a Selic também influencia diretamente os rendimentos dos investimentos, especialmente os de renda fixa, que passam a oferecer retornos diferentes conforme o nível dos juros. Por isso, acompanhar a trajetória da taxa ajuda a entender tanto o custo de tomar decisões financeiras quanto as oportunidades de fazer o dinheiro render melhor em diferentes cenários. “Movimentos como a decisão sobre a Selic mostram como a economia impacta diretamente o dia a dia das pessoas. Por isso, a B3 tem como prioridade ampliar o acesso à educação financeira, ajudando mais brasileiros a entender esse cenário e a tomar decisões com mais clareza e autonomia ao longo do tempo”, afirma Bruna de Caro, Diretora de Marketing e Educação na B3. Conheça cursos gratuitos para começar a entender esse cenário Para quem quer se aprofundar, a B3 Educação reúne cursos gratuitos e online que ajudam a construir essa base de conhecimento: Juros e Inflação – A Dupla Dinâmica das Finanças ( clique aqui ) Tesouro Selic ( clique aqui ) Introdução à macroeconomia (clique aqui) Por onde começar? O cenário reforça a importância de desenvolver algumas bases de entendimento que ajudam a lidar melhor com mudanças na economia: Entender o papel da Selic na economia Saber por que os juros sobem ou caem ajuda a entender como decisões do Banco Central chegam até o seu dia a dia – do crédito ao custo de vida. Diferenciar o que muda agora e o que leva mais tempo Nem toda mudança na taxa tem efeito imediato, e saber disso evita conclusões precipitadas. Entender a relação entre risco e retorno Quando o cenário muda, a forma de olhar para escolhas financeiras também muda, e isso exige mais atenção. Evitar decisões no impulso Em momentos de incerteza, aumenta o volume de informação e a tendência de agir rápido. Parar para entender antes faz toda diferença. Sobre a B3 A B3 S.A. (B3SA3) é uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo e uma das maiores em valor de mercado, entre as líderes globais do setor de bolsas. Conecta, desenvolve e viabiliza o mercado financeiro e de capitais e, junto com os clientes e a sociedade, potencializa o crescimento do Brasil. Atua nos ambientes de bolsa e de balcão, além de oferecer produtos e serviços para a cadeia de financiamento. Com sede em São Paulo e escritórios em Chicago, Londres, Singapura e Xangai, desempenha funções importantes no mercado pela promoção de melhores práticas em governança corporativa, gestão de riscos e sustentabilidade.