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Dólar Americano/Real Brasileiro

Atualizado: 2026-09-23 12:38:16

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Resumo Cambial: Dólar Americano/Real Brasileiro

O câmbio de Dólar Americano/Real Brasileiro (USD/BRL) está cotado a R$ 5,1477 para compra e R$ 5,1477 para venda, registrando uma variação de +0.92% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 5,0897 e a máxima de R$ 5,1553.

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Nubank enfrenta Revolut na tentativa de conquistar o mercado bancário dos EUA
UOL - Notícias

Nubank enfrenta Revolut na tentativa de conquistar o mercado bancário dos EUA

Nova York e São Paulo O brasileiro Nubank e a britânica Revolut, os bancos digitais de maior valor de mercado do mundo, estão travando uma batalha em seus planos de expansão para o acirrado mercado dos Estados Unidos. As duas empresas obtiveram neste ano aprovação condicional para licenças bancárias nos EUA, e o Nubank lançou oficialmente sua oferta por lá neste mês. A Revolut tem presença limitada no país, e pretende ampliá-la assim que estiver plenamente regulamentada como banco. As duas fintechs estão aproveitando uma janela regulatória excepcionalmente permissiva nos EUA para deixar sua marca. As apostas também são altas porque as expectativas de sucesso de longo prazo no país sustentam suas elevadas avaliações de mercado. Publicidade A Revolut, em particular, precisa avançar entre os consumidores americanos nos próximos anos para continuar justificando sua avaliação de mercado atual, de aproximadamente US$ 115 bilhões (R$ 588,3 bilhões), antes de uma abertura de capital planejada para 2028. No último dia 10, Nubank promoveu evento em Miami para lançar conta nos EUA e conta global - Divulgação - 10.set.26/Nubank "Os EUA são o maior prêmio. Se você conquistar os EUA, é algo maior do que toda a Europa", disse Nigel Morris, cofundador da Capital One e diretor da empresa de capital de risco QED, investidora do Nubank. Publicidade Mas ganhar espaço no setor bancário americano não é fácil. O mercado é regido por uma complexa teia de regulamentações estaduais e federais e reúne milhares de instituições financeiras —de bancos comunitários que têm vínculos profundos com os mercados locais a gigantes de Wall Street com trilhões de dólares em depósitos, além de grandes operadoras de cartões de crédito com enormes volumes de dados de clientes. Algumas tentativas de outras fintechs de entrar nos EUA não deram certo. No início deste ano, o banco digital britânico Monzo afirmou que recuaria para se concentrar na expansão na Europa. DESAFIANDO GIGANTES Revolut e Nubank se tornaram marcas conhecidas em seus países de origem ao desafiar concorrentes consolidados. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões Fundado originalmente em 2013 como um cartão de crédito operado por aplicativo e sem cobrança de mensalidade, o Nubank, avaliado em US$ 67 bilhões (R$ 342,7 bilhões), tem hoje mais clientes do que qualquer instituição financeira privada do Brasil. Desde então, o grupo sediado em São Paulo expandiu-se para México e Colômbia e soma mais de 135 milhões de clientes. Publicidade Com 80 milhões de clientes em 40 países, a Revolut, sediada em Londres, é a startup mais valiosa da Europa. A empresa também obteve licenças bancárias no Reino Unido e na França, o que lhe permite ampliar a concessão de crédito e competir com instituições tradicionais. O Nubank patrocinou o estádio de futebol de Miami, rebatizando-o de Nu Stadium, e patrocina o Inter Miami, time do astro argentino Lionel Messi. Apoiado por Berkshire Hathaway, Sequoia e Tiger Global e com ações listadas nos EUA desde 2021, o Nubank há muito tempo está de olho no mercado americano. Seu fundador, David Vélez, disse ao FT que o modelo de negócios da empresa era uma "tese global", e não algo limitado à América Latina. Assim como outras instituições financeiras digitais, o Nubank afirma que a ausência de agências físicas lhe permite reduzir os custos para os clientes. Nik Storonsky, CEO da Revolut, indicou preferência pelos EUA como local para a abertura de capital, ao mesmo tempo que considera uma listagem dupla em Londres. Publicidade "É um mercado extremamente importante para a Revolut, e estamos definitivamente comprometidos em ser bem-sucedidos aqui", disse ao FT Cetin Duransoy, CEO da Revolut nos EUA. MERCADO COMPETITIVO Embora a recompensa para as fintechs possa ser grande, o mercado bancário dos EUA demonstra sinais de saturação, com mais de 4 mil bancos e cooperativas de crédito. Na última década, a Revolut conquistou clientes europeus com pagamentos digitais baratos e transações internacionais. Esse modelo é mais difícil de reproduzir nos EUA, onde viagens internacionais são menos frequentes e os clientes são fiéis às operadoras de cartão de crédito e a seus programas de pontos. "É um mercado extremamente difícil de conquistar... O pagamento instantâneo da Revolut já foi uma vantagem, mas hoje nem tanto", disse John Cronin, diretor da SeaPoint Insights, empresa independente de pesquisa financeira. Duransoy reconheceu que os EUA eram um mercado "extremamente bem atendido". Mas acrescentou: "Nosso principal produto será o que fez da Revolut a Revolut, voltado para qualquer pessoa que precise lidar com várias moedas em sua vida". A empresa planeja inicialmente buscar clientes que trabalham ou estudam no exterior, um nicho de mercado. O Nubank tem como alvo clientes semelhantes com uma "conta global", além de sua conta nos EUA. A primeira é regulamentada na Suíça e permite que pessoas de 35 países enviem e gastem dinheiro em todo o mundo usando stablecoins lastreadas em dólar e euro. Publicidade O banco brasileiro planeja aproveitar sua experiência com crédito ao consumidor nos EUA. Essa área sustentou seu crescimento e sua rentabilidade, com o lucro líquido trimestral superando US$ 1 bilhão (R$ 5,11 bilhões) pela primeira vez neste ano. Cristina Junqueira, CEO do Nubank nos EUA e cofundadora da empresa, disse que o mercado de cartões de crédito era "extremamente saturado" para pessoas de alta renda, mas que havia "pouquíssimas opções" para as menos abastadas. O Nubank pagará aos clientes dos EUA rendimento de 3,5% sobre o saldo de suas contas-correntes, percentual que será elevado para 4,5% para aqueles que usarem o cartão de crédito. Bancos americanos raramente pagam juros sobre saldos de contas-correntes. Ao contrário do Nubank, a Revolut tem experiência limitada com crédito, além de testes com pequenos empréstimos e financiamentos imobiliários na Lituânia. Isso poderia levar a "tropeços" antes de sua abertura de capital, disse Cronin. "Não há experiência sólida na concessão de crédito." Duransoy, da Revolut, disse ao FT que a empresa lançaria contas-correntes, contas de poupança e produtos de crédito, incluindo empréstimos parcelados e cartões, durante um período inicial de três anos de supervisão rigorosa dos órgãos reguladores. O banco também planeja lançar contas e empréstimos empresariais. Com o tempo, pretende avançar para o financiamento imobiliário. Publicidade As duas empresas estão de olho no corredor de remessas de US$ 160 bilhões (R$ 818,5 bilhões) entre os EUA e a América Latina, que cresce rapidamente. O Nubank, cuja sede nos EUA fica em Miami, poderia se beneficiar do reconhecimento de sua marca entre os latino-americanos. Ambas afirmam estar concentradas em testar o mercado para se adaptar à demanda dos consumidores, em vez de tentar atrair clientes com uma grande ofensiva de marketing. "Não espero um grande impacto imediato", disse Morris, que acredita que as duas empresas ganharão ritmo nos próximos dois ou três anos. "Elas levarão muito tempo para decifrar o código."

O descompasso de juros entre Brasil e EUA virou oportunidade para a Bolsa?
Selic

O descompasso de juros entre Brasil e EUA virou oportunidade para a Bolsa?

Enquanto o Federal Reserve mantém juros elevados para combater os efeitos inflacionários do choque de energia, o Banco Central brasileiro já iniciou o ciclo de cortes da Selic: o que muda na Bolsa? Publicidade A ideia de que os Estados Unidos estão apertando a política monetária enquanto o Brasil começa a flexibilizá-la pode criar uma oportunidade pouco comum para o mercado acionário brasileiro, de acordo com a Ágora Investimentos. Enquanto o Federal Reserve mantém os juros elevados para lidar com uma inflação pressionada pelo choque de energia, o Banco Central brasileiro já realizou cinco cortes consecutivos da Selic, em meio à desaceleração da atividade econômica e a uma inflação considerada mais comportada. Na avaliação da corretora, essa diferença de estágio dos ciclos monetários ajuda a explicar por que o tradicional receio de que “juros altos nos Estados Unidos prejudicam o Brasil” não se materializou da forma esperada em 2026. Fim da renda fixa irresistível? A Ágora argumenta que o principal efeito da queda dos juros é alterar a atratividade relativa entre renda fixa e renda variável. Durante anos, a Selic elevada ofereceu um retorno suficientemente alto para que muitos investidores permanecessem concentrados em títulos de renda fixa. Com o início do ciclo de cortes, porém, esse diferencial começa a diminuir. Continua depois da publicidade Segundo a análise, à medida que o retorno da renda fixa perde parte do apelo, cresce a tendência de migração gradual de recursos para ativos mais arriscados, incluindo ações. A corretora destaca ainda que setores ligados ao mercado doméstico costumam ser os primeiros beneficiados por juros menores, especialmente empresas de varejo, construção civil, consumo e serviços, que dependem mais intensamente de crédito e atividade econômica. O diferencial de juros continua favorecendo Brasil Continua depois da publicidade Mesmo com a redução da Selic, a Ágora ressalta que o Brasil continua oferecendo um dos maiores diferenciais de juros do mundo em relação aos Estados Unidos. Esse prêmio ainda elevado ajuda a preservar a atratividade dos ativos brasileiros para investidores internacionais e contribui para sustentar o real. Segundo o relatório, esse fator ajuda a explicar um comportamento que surpreendeu parte do mercado neste ano. Apesar do aperto monetário americano, o real se valorizou aproximadamente 3% em 2026, enquanto o Ibovespa acumulou valorização próxima de 30% em doze meses, renovando máximas históricas. Continua depois da publicidade A interpretação da casa é que o diferencial de juros continua suficientemente elevado para compensar parte dos efeitos negativos vindos do exterior. A Ágora também faz um paralelo com o período entre 2016 e 2018. Naquele momento, o Banco Central brasileiro promovia um ciclo agressivo de redução dos juros enquanto os Estados Unidos caminhavam na direção oposta. O resultado foi uma forte valorização da bolsa brasileira, sustentada pela recuperação da atividade doméstica e pela expectativa de reformas econômicas. A corretora não afirma que o atual ciclo repetirá exatamente aquele movimento, mas destaca que momentos de queda da Selic historicamente costumam coincidir com períodos mais favoráveis para a renda variável. Continua depois da publicidade Exportadoras funcionam como proteção Outro ponto destacado pela Ágora é a composição do Ibovespa. Segundo a análise, aproximadamente um terço do índice é formado por grandes exportadoras e empresas com receitas dolarizadas, como Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3). Essas companhias funcionam como uma espécie de proteção natural em cenários de deterioração do ambiente externo ou desvalorização cambial. Na prática, isso faz com que a bolsa brasileira apresente uma combinação peculiar: de um lado, empresas domésticas que se beneficiam diretamente de juros menores; de outro, exportadoras capazes de amortecer choques externos. Eleição e cenário fiscal seguem no radar Apesar da visão construtiva, a corretora não ignora os riscos. Entre os principais pontos de atenção aparecem as eleições presidenciais de outubro, as dúvidas sobre o cenário fiscal a partir de 2027 e a possibilidade de fortalecimento global do dólar. A recomendação da casa é evitar apostas concentradas em um único tema e buscar uma carteira equilibrada entre empresas domésticas, que capturam a queda dos juros, e exportadoras, que oferecem proteção contra turbulências externas. Para a Ágora, o momento atual não elimina a volatilidade, mas cria condições potencialmente favoráveis para quem mantém uma visão de longo prazo.

Dólar abre em alta com cenário eleitoral e petróleo no radar
UOL - Notícias

Dólar abre em alta com cenário eleitoral e petróleo no radar

São Paulo O dólar abriu em alta nesta quarta-feira (23), com investidores mais cautelosos diante da falta de avanços e de acordos envolvendo a guerra no Irã. O mercado também permanece atento ao cenário eleitoral, após pesquisa Atlas/Bloomberg apontar empate técnico entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), com o presidente numericamente à frente. Por volta das 9h40, a moeda americana avançava 0,78%, a R$ 5,142. No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante seis outras divisas fortes, também subia, 0,36%. Notas de US$ 100 - Martin Zabala - 2.jan.26/Xinhua Lula e Flávio seguem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno da eleição presidencial, mas o petista passou a ter uma pequena vantagem numérica, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira. Lula registra 47,7% das intenções de voto, ante 47,4% de Flávio. No levantamento anterior, divulgado em 17 de setembro, os percentuais eram de 46,8% e 47,2%, respectivamente. A leitura entre analistas do mercado financeiro é de que o senador tem um perfil mais alinhado à disciplina nas contas públicas do que o atual presidente, o que é visto como positivo para os ativos domésticos. No exterior, o petróleo Brent, referência mundial de preços da commodity, sobe mais de 1%, retomando o patamar de US$ 100. A alta do petróleo eleva as perspectivas para a inflação e aumenta a cautela dos investidores diante do temor de manutenção dos juros em níveis elevados por mais tempo, o que tende a pressionar ativos de risco. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... Na véspera (22), o dólar fechou em leve queda de 0,08%, cotado a R$5,102, após investidores repercutirem a ata do Copom (Comitê de Política Monetária), que apontou perda de força da atividade econômica em meio aos juros altos e à queda da inflação. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou em alta de 0,44%, aos 187.422 pontos. Davi Lelis, sócio da Valor Investimentos, afirma que dois fatores sustentaram a Bolsa. O primeiro é o chamado "trade eleitoral". Na prática, segundo ele, as pesquisas vêm mostrando uma disputa apertada, e parte do mercado se anima com a expectativa de um cenário fiscal mais previsível, independentemente de quem vencer a eleição. O segundo fator, de acordo com Lelis, são os grandes bancos, que têm peso significativo no índice e vêm sustentando os pregões de maior apetite por risco. Apesar do resultado positivo no dia, o especialista chama a atenção para a saída de investidores estrangeiros. Segundo ele, mesmo com a Bolsa próxima de suas máximas, o dinheiro de fora vem diminuindo. Um dos motivos seria a alta dos juros nos Estados Unidos, que reduz a atratividade dos investimentos em países emergentes, como o Brasil, para quem busca retornos maiores. A ata do Copom, divulgada na última terça, manteve o tom cauteloso do comunicado publicado na última quarta-feira (16), quando o colegiado decidiu, por unanimidade, reduzir pela quinta vez seguida a taxa básica de juros, a Selic, de 14% para 13,75% ao ano. Yihao Lin, economista da Genial Investimentos, afirma que a ata sinalizou um comitê confiante no processo de desinflação da economia, mesmo diante de um ambiente externo incerto e da manutenção das expectativas de inflação acima da meta perseguida pelo Banco Central. "Apesar do nosso cenário-base ser de manutenção da taxa de juros no patamar atual de 13,75% até o final do ano, entendemos que a ata aponta para uma maior inclinação do Copom seguir afrouxando a Selic nas próximas reuniões", diz o economista. Ele acrescenta que a continuidade do ciclo de cortes dependerá do resultado das eleições e de seu impacto sobre o câmbio. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões Carregando... Caio Megale, economista-chefe da XP, afirma que o Copom reiterou que a atividade econômica parte de um patamar ainda forte e que a inflação segue acima da meta. Ainda assim, segundo ele, os indicadores caminham de forma clara na direção desejada pelo comitê. "Por isso, entendemos que a continuidade do ciclo de ajustes na taxa de juros permanece sendo o cenário-base da autoridade monetária", diz o especialista. Ele afirma ainda que o ambiente externo continua sendo uma fonte de risco. A ata mencionou as "tensões geopolíticas e seus efeitos sobre os preços de commodities e insumos", fatores que, de acordo com Megale, alteraram as expectativas para a condução da política monetária nas economias desenvolvidas. Nesse cenário, o mercado também acompanha as cotações do petróleo, que influenciam as expectativas de inflação e juros no mundo. Desde a última segunda-feira (21), o barril voltou a ser negociado abaixo de US$ 100. O recuo está associado à expectativa de um acordo entre Irã e Estados Unidos. Nos últimos dias, o presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou estar aberto a um encontro com o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, que deve estar em Nova York para a Assembleia Geral das Nações Unidas. Ao comentar a possibilidade de um entendimento com Teerã durante a abertura da Assembleia, Trump afirmou acreditar que os dois países chegarão a um acordo após as eleições de meio de mandato nos EUA. "Eu acredito que vamos fazer um acordo depois das eleições, porque não faz sentido para eles [Irã] não fazerem. Eles estão esperando para ver como vou me sair nas eleições de meio de mandato. O que eles não percebem é que eu não estou concorrendo. Já concorri e vencemos por uma vitória esmagadora. Vou estar aqui por mais dois anos e meio." A expectativa por negociações, contudo, contrasta com sinais de escalada do conflito. No sábado (19), os arredores do principal aeroporto de Riad, capital da Arábia Saudita, foram atacados, e uma densa coluna de fumaça foi vista. Os houthis, grupo do Iêmen apoiado pelo Irã, reivindicaram a autoria da ofensiva. Além disso, os EUA anunciaram na última segunda-feira que todas as companhias aéreas iranianas terão suas operações interrompidas a partir desta quarta. Em Wall Street, as Bolsas fecharam a véspera sem direção única. O Dow Jones caiu 0,36%, pressionado principalmente pelas ações da Cisco Systems, empresa de tecnologia. O S&P 500 fechou estável, enquanto o Nasdaq subiu 0,45%. Os rendimentos dos Treasuries, títulos do Tesouro americano, de dez anos fecharam estáveis, após recuarem 0,90% na véspera, em movimento também influenciado pela melhora nas cotações do petróleo. No Brasil, os juros futuros fecharam em queda. Às 17h20, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 13,495%, com recuo de 0,03 ponto percentual. O contrato para janeiro de 2035 recuou 0,07 ponto percentual, a 13,955%. Leonardo Mendes, consultor financeiro da Manchester Investimentos, afirma que os juros futuros tiveram movimentos mais intensos nos trechos intermediário e longo da curva, enquanto a ponta curta ficou relativamente estável. Segundo ele, o mercado segue sem uma direção clara para os juros de prazo mais longo, pressionados pelo cenário externo, com o Fed mais duro, Treasuries elevados e volatilidade do petróleo, além das incertezas fiscais e eleitorais no Brasil. No mercado doméstico, os investidores também repercutiram a nova pesquisa Quaest. No levantamento, o presidente Lula (PT) tem 37% das intenções de voto no primeiro turno, contra 33% do senador Flávio Bolsonaro (PL). Na pesquisa da semana passada, o petista aparecia com 36%, enquanto o filho de Jair Bolsonaro tinha 31%. Em um cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula, 41%, configurando empate técnico. Na rodada anterior, o candidato do PL também tinha 42%, enquanto o atual presidente registrava 40%.

Perguntas Frequentes sobre Câmbio (USD/BRL)

Qual é a cotação de Dólar Americano/Real Brasileiro hoje?
A cotação de Dólar Americano/Real Brasileiro está em R$ 5.1477 para compra (bid) e R$ 5.1477 para venda (ask), com variação de +0.92% no dia.
Qual a diferença entre preço de compra (bid) e de venda (ask)?
O preço de compra (bid) é o valor pelo qual o mercado compra a moeda de você, enquanto o preço de venda (ask) é quanto você paga para adquiri-la. A diferença entre os dois valores é o spread cambial praticado pelas instituições.
Qual foi a cotação máxima e mínima de USD/BRL hoje?
Ao longo do dia, o câmbio oscilou entre a mínima de R$ 5.0897 e a máxima de R$ 5.1553.
Onde acompanhar a cotação de moedas e câmbio em tempo real?
No Cotações Hoje você acompanha cotações em tempo real de Dólar, Euro, Libra Esterlina, Iene, Peso Argentino e mais de 20 moedas internacionais atualizadas continuamente.
Aviso Legal sobre Câmbio: As cotações de câmbio são fornecidas para fins informativos e representam taxas de referência do mercado comercial (interbancário). Taxas para compra em casas de câmbio (turismo), transferências internacionais ou cartões de crédito podem incluir spread, IOF e outras tarifas operacionais.