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Franco Suíço/Real Brasileiro

Atualizado: 2026-11-06 13:06:13

Preço Atual
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Fonte: Mercado Financeiro / Câmbio Comercial·Atualizado em 06/11/2026 às 13:06

Resumo Cambial: Franco Suíço/Real Brasileiro

O câmbio de Franco Suíço/Real Brasileiro (CHF/BRL) está cotado a R$ 6,7049 para compra e R$ 6,7049 para venda, registrando uma variação de +0.02% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 6,6864 e a máxima de R$ 6,7255.

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Nove talentos precoces: Kimi Antonelli é o mais recente exemplo
Ciclismo •

Nove talentos precoces: Kimi Antonelli é o mais recente exemplo

Sempre existiram campeões de tenra idade, mas não nos desportos motorizados e no ciclismo, que mudaram os métodos de treino e recrutamento. Kimi Antonelli, ao vencer a Fórmula 1 com 20 anos, reduziu em três o recorde de campeão mais novo e reforçou uma lista de jovens que vencem em múltiplos desportos e inclui portugueses. O desporto sempre teve campeões precoces - o ginasta grego Dimitrios Loundras ganhou uma medalha olímpica em 1896 tendo dez anos... -, mas nunca em todas as modalidades nem em tanta quantidade. Andrea Kimi Antonelli, campeão mundial de Fórmula 1 aos 20 anos e 68 dias, é o mais recente e dos mais marcantes desse fenómeno, que tem explicações, sendo um fenómeno novo nos desportos motorizados e no ciclismo, na última década animados por talentos como Kalle Rovanpera (ralis) e Marc Márquez (MotoGP), mais os ciclistas Tadej Pogacar, Remco Evenepoel e Paul Seixas. Ginástica, natação, ténis e skateboarding sempre tiveram campeões teenagers, no futebol vemos Lamine Yamal a seguir atualmente as pisadas de Messi e Ronaldo, mas o campeão mundial mais novo continua a ser Pelé. Por isso, a melhoria dos métodos de treino, nutrição e recuperação, embora permitindo a mais jovens chegar cedo ao topo mundial, não explica tudo, até porque a mudança mais importante da última década deu-se nos desportos em que se exigia maturidade para atingir o pleno. Na Fórmula 1, além de um regulamento que só admite pilotos a partir dos 18 anos, ou dos 17 para "quem demonstrar uma habilidade excecional", como a que permitiu a Max Verstappen estrear-se em 2015 como o mais novo de sempre, há um percurso nas fórmulas de promoção - grosso modo F4, F3 e F2, com duas épocas em cada - que retarda o acesso ao topo depois da saída do karting. Antonelli atalhou nessa escadaria por ser um produto da estratégia adotada pelas equipas desde que a Red Bull levou Sebastian Vettel ao título de 2010, tendo 23 anos e 133 dias, sendo o campeão mais novo de sempre até domingo passado. O Red Bull Junior Team já colocou 11 pilotos na Fórmula 1 e a Mercedes vai apenas em quatro, pois só criou os "juniores" em 2014, mas superou as expectativas com Antonelli, que começou a apoiar em 2018, ainda no karting (ganhou 16 títulos), para lhe dar dois anos na F4, um na Fórmula Regional e apenas um na F2, promovendo-o mais cedo do que o previsto, para render Lewis Hamilton. O risco foi pago com juros e o italiano não deverá ser batido tão cedo. No ciclismo a explicação tem semelhanças. Todas as maiores equipas mundiais possuem plantéis próprios de sub-23, trabalhando os jovens como profissionais e em busca de quem possa superar Tadej Pogacar, líder mundial há seis anos. A busca pelo teenager perfeito já produziu talentos raros, como Remco Evenepoel - verdadeiro fenómeno, pois foi futebolista internacional belga até aos 17 anos e com 18 já era bicampeão mundial e europeu júnior de ciclismo! - e o mais recente Paul Seixas. E na linha de partida há mais alguns, como o espanhol Benjamín Noval. Italiano Kimi Antonelli conquistou o título de Fórmula 1 aos 20 anos e 68 dias, superando o recorde por mais de três anos Kalle Rovanpera: o craque insatisfeito Filho de um antigo piloto, Kalle Rovanpera foi para a Letónia aos 14 anos, por ser o único país onde o deixavam correr ralis com essa idade. Obteve dois títulos e aos 17 já fez o Europeu e a estreia no Mundial, tornando-se piloto da Skoda no ano seguinte e da Toyota em 2020. Viu de perto Sébastien Ogier conquistar dois títulos, para em 2022 e 2023 lhe suceder, sagrando-se bicampeão mundial com um domínio quase absoluto. Parecia fadado para bater o recorde de nove títulos dos dois Sébastien franceses - Loeb e Ogier -, mas começou a dar sinais de saturação e acabou por deixar o WRC, ambicionando correr nas pistas e chegar à Fórmula 1. Um problema físico - vertigem posicional paroxística benigna (VPPB), mais conhecida como "doença dos cristais" - travou-lhe as intenções e vai voltar aos ralis no próximo ano, dizendo-se "feliz". Até quando? Tadej Pogacar: fenómeno físico Em 2020, quando surpreendeu Primoz Roglic no contrarrelógio do penúltimo dia e conquistou a Volta à França, na véspera de fazer 22 anos, o mundo não imaginava o que aí vinha. O esloveno estava no início da lista de 130 vitórias até este ano, já conquistou o Tour por cinco vezes, venceu 13 clássicas Monumento, lidera o ranking mundial há seis épocas e está no encalço de Eddy Merckx, o ciclista mais vitorioso da história e um dos que já o consideram o melhor de sempre. Além de a UAE Emirates lhe dar o apoio de uma superequipa, diz-se que tem um VO2 máximo perto do limite possível para um humano e um metabolismo que lhe elimina mais depressa o lactato, permitindo-lhe recuperações rápidas. É um fenómeno. Paul Seixas: franceses em delírio A França, que tendo a organização do Tour se considera a pátria do ciclismo, não tem um vencedor da maior corrida desde a última das cinco conquistas de Bernard Hinault, em 1985. Não custa imaginar, perante isto, o entusiasmo quando Seixas, que de Portugal só tem um bisavô, se estreou a vencer na Volta ao Algarve, conquistou a do País Basco e foi quarto ao completar o primeiro Tour, tendo 19 anos. Para fechar o ano em pleno, foi na Lombardia o mais jovem ganhador de sempre de uma clássica Monumento. Pretendido por todas as equipas, até Emmanuel Macron já lhe pediu para renovar pela Decathlon, pois todos querem vê-lo de amarelo no Tour... por uma equipa francesa. Armand Duplantis: nasceu para saltar com vara "Mondo", como lhe chamam desde criança, nasceu no Louisiana mas preferiu competir com nacionalidade sueca. Onde não teve escolha foi no desporto: filho de um saltador com vara, começou a aprender com quatro anos, aos seis passava 1,67 metros, bateu todos os recordes de idades jovens, passou os seis metros aos 20 anos e, atualmente, vai nos 6,31m, tendo superado os próprios máximos 15 vezes, pois cada êxito rende-lhe 100 mil dólares. Estudos indicam que poderá ir subindo a fasquia até aos 6,40, pois tem a compleição física perfeita para a disciplina. Com 1,81 metros, braços compridos, velocidade invulgar na corrida (37 km/h) e capaz de exercer uma força de 950 kg para dobrar a vara, nasceu para saltar até ao segundo andar. Carlos Alcaraz: mais do que sucessor de Nadal Rafael Nadal venceu o primeiro Grand Slam com 19 anos e três dias, retirando-se com 22 conquistados (e quase 135 milhões de dólares em prémios); Carlos Alcaraz era 126 dias mais velho quando conquistou o US Open, mas tornou-se no mais novo a somar os quatro, aos 22 anos, e sobretudo foi o mais jovem líder do ranking mundial de sempre (19 anos, 4 meses e 7 dias). Ambos exibem a raça espanhola, mas um é canhoto e o outro destro e não gostam das comparações. "Não me chamem sucessor do Rafa; sou o Carlos Alcaraz Garfia", diz, embora lembrando que Nadal era o seu ídolo. As diferenças de jogo são muitas e a explosão, velocidade e variedade de golpes podem levar o novo talento, que já somou 68 milhões, mais longe do que o balear, se escapar às lesões. Kiko Costa: os irmãos imparáveis Entre Martim e Francisco Costa há essencialmente duas diferenças: Kiko, como é conhecido, é canhoto e dois anos e quatro meses mais novo, o que lhe tem valido maior destaque. Ambos jogam como laterais, marcam golos de qualquer forma e local, abusam da velocidade e desesperam os defesas, estando a afirmar-se como os maiores talentos que o andebol português já conheceu. Kiko estreou-se pelos seniores do FC Porto aos 15 anos e sete meses, foi eleito MVP do campeonato português aos 17, melhor jovem do mundo aos 20 e melhor lateral-direito do Europeu de janeiro passado, pouco antes de festejar 21. Quatro vezes campeões nacionais pelo Sporting, os irmãos gaienses vão no próximo ano para o alemão Flensburgo, para tentar ganhar... tudo. Diogo Ribeiro: campeão mais ansiado A natação portuguesa passou décadas em busca de um talento que pudesse repetir (e melhorar) a final olímpica de Alexandre Yokochi, sétimo nos 200 bruços em 1984. Ele apareceu em Coimbra, mudou muito novo para o CAR do Jamor e o Benfica e, aos 18 anos, sagrou-se tricampeão mundial júnior (com um recorde planetário nos 50 mariposa), na época seguinte conseguiu uma prata no Mundial sénior e ainda antes de fazer 20 atingiu o impensável, dois títulos mundiais seniores, nos 50 e 100 mariposa. A modalidade e o país engalaram-se, preparados para a festa nos Jogos de Paris"2024, mas ali existira uma aposta: ter medalhas no Mundial em detrimento de finais olímpicas. Abalado, Diogo aponta agora a LA'2028. João Almeida: o voltista inesperado Contratado pela belga Quick-Step como mais um ciclista para corridas de um dia, João Almeida estreou-se numa Volta a Itália de 2020 que a pandemia adiou para outubro e vestiu a camisola rosa logo ao terceiro dia. Foi uma surpresa até para equipa, assim como a forma como resistiu na liderança, que só largou na 18.ª etapa, para finalizar como quarto da geral e líder da juventude. Tinha 22 anos dois meses e 21 dias, bateu o recorde de mais dias de rosa para um sub-23 e iniciou aí, com uma idade nunca vista para um português, uma carreira de voltista que já o deixou nos calcanhares de Joaquim Agostinho: foi terceiro no Giro (2023), quarto no Tour (2024) e segundo na Vuelta (2025), além de vencer Volta à Suíça, à Romandia e ao País Basco.

Como, com goleada histórica, vira sensação súbita. Como?
UOL - Notícias •

Como, com goleada histórica, vira sensação súbita. Como?

Foi de fazer inveja a times como Barcelona, Paris Saint-Germain e Bayern de Munique, clubes com DNA megaofensivo. No meio da semana, o Como 1907, jogando como nunca, derrotou o Lens, fora de casa, por 9 a 1, placar tido como "a" goleada da chamada era moderna da Champions League, como é popularmente chamada a badalada Liga dos Campeões da Europa. Butez; Yan Couto, Ramón, Kempf, e Álex Valle; Perrone e Luis Milla; Da Cunha, Nico Paz e Caqueret; Doukikas. Técnico: Cesc Fàbregas. Daqui a muitos e muitos anos, essa escalação, assim como seu treinador e os reservas que entraram (Liberali, Baturina, Ricci, Papaccioli e Smolcic), será lembraba e relembrada. Bem como o nome do goleiro que levou nove: Robin Risser. Depois de tantos "comos" nos parágrafos iniciais, questiono: como o Como, que tem 1907 no seu emblema em referência ao ano de sua fundação, um clube considerado pequeno na Itália, conseguiu essa proeza, essa vitória maiúscula, em partida da fase classificatória (grupo único com 32 equipes) da Champions? Jogadores do Como festejam o primeiro gol na goleada de 9 a 1 diante do Lens, na França, pela fase de grupo da Chamíons League - Catherine Steenkeste - 4.nov.26/Reuters Não dá para dizer que o francês Lens, cujos torcedores no estádio Bollaert-Delelis (um total de 37.417 estiveram lá) presenciaram a derrota mais larga e vexaminosa da história do clube (fundado um ano antes do Como), é um timinho qualquer, até porque, se fosse, não estaria na principal competição europeia. Nem que sua defesa é uma peneira. Na temporada 2025/2026 do Francês, na qual foi vice-campeão, levou 35 gols em 34 jogos, média bem próxima a um por partida. Tomar nove é uma aberração. Foi então um acaso? Eu cravo que sim, que a possibilidade de o Como fazer igual ou mesmo perto do igual é de 0,0000000001%, algo assim. Não por ser o Como, dá para "percentuar" perto do zero quase todos, incluindo Barças, PSGs e Bayerns da vida. A infrequência de resultados desse tipo é predominante, e salta demais aos olhos quando acontece. O que significa esse 9 a 1? Significa, voltando ao início deste texto, a goleada mais chamativa da Champions desde 1992, quando da instauração de um novo formato, com grupos e ampliação de participantes –antes eram só mata-matas e jogavam apenas os campeões nacionais. Teve 8 a 0 (duas vezes), teve 9 a 2. 9 a 1 é inédito. A competição, modificada no começo dos anos 1990, existe desde 1955/1956 (batizada de Taça dos Clubes Campeões Europeus), havendo goleadas superiores. A maior delas, KR Reykjavík 2 x 12 Feyenoord, em 1969, com holandeses vitoriosos e islandeses derrotados na capital da gélida nação. A segunda maior, Dínamo de Bucareste (Romênia) 11 x 0 Crusaders (Irlanda do Norte), na capital da nação do leste europeu, em 1973. Histórico, o 9 a 1 do Como esteve, entretanto, bem longe de ser o triunfo mais elástico do time da Lombardia, no norte da Itália, perto da fronteira com a Suíça. Em dezembro de 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, como visitante, enfiou um hiper-humilhante 14 a 0 no Vis Nova Giussano, pela terceira divisão da bota, de nível amplamente inferior a uma Champions. Colunas Receba no seu email uma seleção de colunas da Folha Carregando... O que impressiona é que o Como, hoje uma sensação internacional, há não muito tempo esteve em situação de penúria. Dez anos atrás, afundado em dívidas decorrentes de administrações irresponsáveis, foi à falência, tendo de reiniciar-se no futebol na quarta divisão, amadora. Sua ascensão se deu a partir da aquisição pelo Grupo Djarum (indústria de tabaco), de dois irmãos bilionários indonésios, que expandiu seus negócios em várias frentes, o futebol uma delas. Ganhou a Série D em 2019, a Série C em 2021, subiu à Série A em 2024 como vice-campeão da Série B. No ano passado, o quarto lugar na elite rendeu vaga –inédita– na Champions. COMO É QUE PODE? Sem expressão na elite, Como vira sucesso na europa Fundação 1907 Títulos mais importantes Série B italiana (1949, 1980, 2002) Falências Duas (2004 e 2016) Proprietário Grupo Djarum (Indonésia), desde 2019 Champions League Estreante neste ano Feito na Champions League Maior goleada na era moderna (1 a 9 no Lens) O ex-meia Cesc Fàbregas, hoje treinador do Como, em partida do clube contra o Venezia, na Série A italiana, no estádio Giuseppe Sinigaglia, em Como - Daniele Mascolo - 1º.nov.26/Reuters E como joga o Como de Fàbregas, que assumiu no meio de 2024, depois de encerrar a carreira no clube? Como seu comandante, que foi craque no Arsenal e campeão com a Espanha na Copa de 2010, na África do Sul (era reserva de Xavi e Iniesta no meio-campo), gosta: jogo ofensivo baseado na posse de bola. Sem ela, pressão forte para recuperá-la e empreender contra-ataques rápidos. O Como conta com dois laterais brasileiros, Yan Couto (ex-Coritiba), 24, titular na direita, e Kaiki Bruno (ex-Cruzeiro), 23, que tem ganhado espaço na esquerda, e com um meia-atacante argentino na criação, Nico Paz, 22, excelente –eu o vejo como sucessor de Messi na seleção alviceleste. O argentino Nico Paz, que pode suceder Lione Messi na seleção de seu país, comemora gol pelo Como no jogo contra o Lens no estádio Bollaert-Delelis - François Lo Presti - 4.nov.26/AFP Quarto colocado na Champions (à frente de Barcelona, Manchester City, Liverpool, Bayern...) após quatro rodadas, com três vitórias, as três por goleada (teve dois 4 a 1, um deles no Manchester United), o fato é que o Como virou atração, como aqui relatado.

TAG Heuer aposta na F1 e no acordo Mercosul-UE para crescer no Brasil
UOL - Notícias •

TAG Heuer aposta na F1 e no acordo Mercosul-UE para crescer no Brasil

São Paulo Dentro do plano de marketing da TAG Heuer, de associar sua imagem aos esportes a motor, o patrocínio à F1 é o mais comemorado. Nesta semana, antes do GP do Brasil, em Interlagos, São Paulo, a empresa suíça de relógios de luxo fez eventos lembrando a ligação histórica com a modalidade e com Ayrton Senna (1960-1994), que foi embaixador da marca. "Cada marca é reconhecida pelo seu território. Cada uma vai com seu espaço e seus consumidores. Nosso espaço histórico é a F1", afirma Gabriela Monteiro, head de marketing da 356, responsável pela distribuição da TAG Heuer no Brasil. Gabriela Monteiro é a Head de Marketing na 356, responsável pela distribuição do relógio de luxo TAG Heuer - Karime Xavier/Folhapress A proximidade com o esporte virou ferramenta de marketing e vendas. A companhia patrocinou um piloto em 1969, o suíço Jo Siffert. Em 1971, fechou acordo com a Ferrari, o mais emblemático carro da F1, em uma história muito contada dentro da empresa: o comendador Enzo Ferrari, dono da escuderia, não confiava no cronômetro usado pela categoria e pediu para Jack Heuer, dono e neto do fundador da TAG Heuer, desenvolver uma tecnologia nova. Quando ficou pronta, Ferrari não quis pagar. Em vez disso, ofereceu colocar o logotipo do relógio nos carros e nos macacões dos pilotos. Em 1992, a marca de luxo virou a cronometrista oficial da F1. Saiu em 2003, perdendo o posto para a Rolex, mas o retomou no ano passado. Os números não são divulgados, mas a Morgan Stanley/Luxe Consult estima que a TAG Heuer tenha vendido 720 milhões de francos suíços (R$ 4,7 bilhões) em relógios, óculos e artigos de luxo e precisão em 2025. O Brasil é o segundo principal mercado latino-americano, atrás apenas do México. A avaliação é que a entrada em vigor do acordo de comércio entre Mercosul e União Europeia faça o faturamento brasileiro igualar ou superar o mexicano. "Hoje, a variedade de produtos que vem para o Brasil não é tão grande", diz Gabriela, citando questões tributárias e de importação. "Com o acordo [comercial], haverá um incentivo muito maior para trazer mais artigos. Mas nos últimos dez anos mais do que dobramos o tamanho da TAG Heuer no país." Em parte por causa dessas restrições, há edições limitadas de relógios que nem chegam às vitrines. São poucas unidades e todas vendidas de maneira direta a clientes que fizeram a reserva de forma antecipada. O preço do relógio pode variar entre R$ 12 mil e R$ 500 mil em edições de colecionadores. "[A estratégia é de] Ter esse pé no segmento esportivo mas, à medida que divulgamos a marca, a inovação e a tecnologia por trás do relógio, adquirimos novos consumidores", completa. A TAG Heuer também usa a própria história como chamariz. Há a lembrança da ligação histórica com Senna, a modalidade e também o icônico modelo Monaco, usado pelo ator Steve McQueen no filme "As 24 horas de Le Mans", de 1971. Isso faz com que o perfil do consumidor seja aquele de alto luxo, aficionado por medições de distâncias, tempos e velocidades. A TAG Heuer disputa este público com Rolex e Cartier. Sem ecommerce próprio, a estratégia é construir relacionamento com o cliente que vai à loja com tempo [e dinheiro] para conversar sobre as novidades do setor e experimentar relógios. Alguns são convidados para eventos especiais da empresa, como jantares para apresentar modelos novos. "Hoje, de dez contatos que fazemos com os nossos clientes, seis são não comerciais. É muito relacionamento: chamar para um jantar, mostrar a ele em primeira mão um lançamento que está por vir…", afirma Gabriela. E dentro dessa estratégia, estar associado a esportes de precisão, velocidade e, especialmente, à F1, torna-se fundamental. O próximo passo é ter um novo lançamento de relógio com a marca de Ayrton Senna, algo que já aconteceu no passado. A chefe do marketing lembra que o relacionamento com a família do piloto é muito próximo. "Cada marca é reconhecida por seu território. Queremos ser a marca do motorsport no Brasil", finaliza. RAIO-X

Perguntas Frequentes sobre Câmbio (CHF/BRL)

Qual é a cotação de Franco Suíço/Real Brasileiro hoje?
A cotação de Franco Suíço/Real Brasileiro está em R$ 6.7049 para compra (bid) e R$ 6.7049 para venda (ask), com variação de +0.02% no dia.
Qual a diferença entre preço de compra (bid) e de venda (ask)?
O preço de compra (bid) é o valor pelo qual o mercado compra a moeda de você, enquanto o preço de venda (ask) é quanto você paga para adquiri-la. A diferença entre os dois valores é o spread cambial praticado pelas instituições.
Qual foi a cotação máxima e mínima de CHF/BRL hoje?
Ao longo do dia, o câmbio oscilou entre a mínima de R$ 6.6864 e a máxima de R$ 6.7255.
Onde acompanhar a cotação de moedas e câmbio em tempo real?
No Cotações Hoje você acompanha cotações em tempo real de Dólar, Euro, Libra Esterlina, Iene, Peso Argentino e mais de 20 moedas internacionais atualizadas continuamente.
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