USD/BRL
MoedaDólar Americano/Real Brasileiro
Atualizado: 2026-11-06 13:06:13
Fonte: Mercado Financeiro / Câmbio Comercial·Atualizado em 06/11/2026 às 13:06
Resumo Cambial: Dólar Americano/Real Brasileiro
O câmbio de Dólar Americano/Real Brasileiro (USD/BRL) está cotado a R$ 5,5007 para compra e R$ 5,5007 para venda, registrando uma variação de +0.72% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 5,4882 e a máxima de R$ 5,5180.
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Michael Saylor sugere nova compra estratégica de Bitcoin pela Strategy
Strategy destinou US$ 208,2 milhões à recompra de STRC e US$ 65,5 milhões ao Bitcoin Saylor publicou gráfico de acumulação sem confirmar nova aquisição MSCI anuncia revisão de índices em 11 de novembro A Strategy destinou à recompra de ações preferenciais mais de três vezes o valor aplicado em bitcoin no último período divulgado. Foram US$ 208,2 milhões em STRC, contra US$ 65,5 milhões na aquisição de 811 BTC. Neste domingo, 8 de novembro, Michael Saylor sinalizou outra possível compra, sem apresentar números. O presidente executivo publicou seu gráfico habitual de acumulação com a expressão “Connecting the dots”, ou “conectando os pontos”. Mensagens semelhantes antecederam divulgações de compras da companhia. A publicação, porém, não confirmou uma operação nem atualizou as reservas. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE O estoque informado permanece em 849.327 BTC, com posição em 1º de novembro. A próxima atualização terá de mostrar quanto a empresa comprou e como financiou eventuais aquisições posteriores. Entre 26 de outubro e 1º de novembro, a Strategy pagou US$ 80.846 por unidade, incluindo taxas e despesas. O comunicado de 2 de novembro encerrou uma semana sem novas aquisições. Para financiar a operação, a companhia vendeu 1.178.552 ações ordinárias MSTR no programa de ofertas diretamente no mercado. A emissão gerou US$ 164 milhões líquidos. Desse total, US$ 98,5 milhões reforçaram o caixa, enquanto o restante custeou a compra. A divisão corresponde a aproximadamente 40% dos recursos captados para Bitcoin e 60% para caixa, conforme cálculo sobre os valores divulgados. A emissão, assim, não se converteu integralmente em criptomoeda. A destinação também impede equiparar automaticamente captação bruta e demanda efetiva pelo ativo. Não houve venda de preferenciais naquele intervalo. Os relatórios corporativos, disponíveis na página da Strategy, distinguem compras de Bitcoin, emissões de títulos e movimentações de caixa. A empresa costuma detalhar essas operações em formulários 8-K enviados à SEC. Recompra de STRC consome US$ 208,2 milhões Com dinheiro já disponível em dólares, a Strategy recomprou 2.092.035 ações STRC. A operação ocorreu separadamente da aquisição de BTC. Em 1º de novembro, a reserva designada em dólares somava US$ 4,79 bilhões, além de US$ 132,7 milhões em caixa separado. Pelos números informados, a recompra teve desembolso médio próximo de US$ 99,52 por ação. O cálculo divide o gasto total pela quantidade adquirida. Esse valor representa o custo médio da operação, sem indicar a cotação atual do papel. A STRC distribui dividendos com taxa variável mensal, mecanismo destinado a favorecer negociações próximas do valor declarado de US$ 100. Ao retirar preferenciais de circulação, a empresa reduz a quantidade de títulos que gera obrigações de dividendos. Já a emissão de MSTR amplia o número de ações ordinárias. O efeito sobre a exposição ao Bitcoin por ação depende da relação entre recursos captados, preço pago e novas ações emitidas. No sábado, Saylor apresentou a estrutura financeira desses produtos em outra publicação. Ele chamou as preferenciais de “crédito digital” e descreveu a possibilidade de emitir títulos para captar recursos ou recomprá-los para reduzir obrigações. Bitcoin fica 6,2% abaixo do custo da última compra O Bitcoin estava em US$ 75.847 na atualização de 8 de novembro, às 11h04 de Brasília. A cotação ficava aproximadamente 6,2% abaixo do preço médio da aquisição mais recente. Sobre o custo médio de todo o estoque, de US$ 75.451, a diferença era positiva em apenas 0,5%. A Strategy informou desembolso acumulado de US$ 64,08 bilhões para formar suas reservas. As saídas de ETFs acompanham essa pressão: os fundos americanos de Bitcoin registraram resgates líquidos de cerca de US$ 1,28 bilhão entre 2 e 6 de novembro. Em 11 de novembro, a MSCI deverá divulgar sua revisão de índices, incluindo a discussão sobre empresas concentradas em tesourarias digitais. A Strategy estimou que fundos vinculados aos índices relevantes detinham 13 milhões de ações MSTR, equivalentes a 3,1% das ações básicas.
Inflação e balanços de tecnologia definem a semana
Inflação e balanços definem a agenda dos mercados O governo dos Estados Unidos publicará o CPI de outubro na terça-feira, 10 de novembro, com projeção próxima de 3,9%. A CoreWeave apresentará seus resultados após o fechamento de terça-feira. Analistas esperam prejuízo de cerca de US$ 1,45 por ação. Cisco Systems e Applied Materials divulgarão seus balanços após o fechamento de quinta-feira. O Índice de Preços ao Produtor, os pedidos de seguro-desemprego e os discursos do Fed completam a agenda. A Nvidia apresentará seus resultados em 17 de novembro, após o encerramento da semana analisada. Wall Street inicia a semana de 9 a 13 de novembro de 2026 após um período difícil para as ações de tecnologia. Os papéis recuaram diante das preocupações com investimentos em inteligência artificial e condições financeiras mais restritivas. As eleições de meio de mandato nos Estados Unidos também ampliaram a cautela. Agora, investidores aguardam novos dados para definir seus próximos movimentos. As ações de tecnologia registraram as perdas mais intensas durante a liquidação recente. Enquanto isso, o Bitcoin e o mercado de criptomoedas também recuaram nos últimos dias. Dessa forma, operadores observam se os preços encontrarão estabilidade ou manterão a trajetória de queda. A agenda reúne dois relatórios de inflação, três balanços de empresas de tecnologia e discursos de dirigentes do Federal Reserve. Além disso, os fluxos dos ETFs de Bitcoin continuam no radar dos investidores. Nesse contexto, o mercado procura sinais de retorno dos compradores institucionais após as vendas recentes. CPI dos Estados Unidos entra no radar O Bureau of Labor Statistics publicará o CPI de outubro na terça-feira, às 8h30 no horário do leste dos Estados Unidos. O indicador acompanha os preços pagos pelas famílias por bens e serviços. Por isso, o mercado considera o relatório uma das principais medidas de inflação do país. Fonte: Forex Factory Economistas projetam inflação anual próxima de 3,9%, ante 3,7% em setembro, conforme estimativas reportadas pela Associated Press. O Bitcoin acompanha as mudanças nas expectativas sobre juros e liquidez do dólar. Assim, operadores do mercado de criptomoedas devem observar atentamente os dados de terça-feira. Ethereum e outras grandes criptomoedas também costumam reagir aos mesmos indicadores econômicos. Ao mesmo tempo, mineradoras que avançam para data centers acompanham as condições de financiamento da inteligência artificial. Esse movimento ganha importância diante dos elevados investimentos necessários para ampliar a infraestrutura computacional. Dados de emprego e discursos do Fed completam semana Na quinta-feira, o governo publicará os pedidos semanais de seguro-desemprego e os dados de vendas de casas existentes. Vários dirigentes do Federal Reserve também discursarão antes da decisão de juros de dezembro. Com isso, investidores buscarão indicações sobre os próximos passos da política monetária americana. Já na sexta-feira, às 8h30 no horário do leste dos Estados Unidos, o governo apresentará o Índice de Preços ao Produtor de outubro. O relatório mede as mudanças nos preços recebidos pelos produtores americanos. Portanto, o indicador oferecerá uma segunda leitura da inflação após os dados ao consumidor. CoreWeave testa demanda por inteligência artificial A CoreWeave apresentará seus resultados do terceiro trimestre após o fechamento de terça-feira. A empresa fornece capacidade de computação em nuvem baseada em chips avançados da Nvidia. Por isso, seus números funcionam como um termômetro da demanda por infraestrutura de inteligência artificial. Resultados da semana de 9 de novembro de 2026: $NU, $NBIS, $RKLB, $CRWV, $TTWO, $CBRS, $ZETA, $WSE, $ASTS, $TE, $CSCO, $CEG, $BW, $QBTS, $ONON, $QMCO, $MARA, $AMAT, $HIMS, $RGTI, $MNDY, $PLUG, $FPS, $APPS, $ONDS, $SBET, $RUM, $TTD e $GO. Earnings Whispers, no X. Investidores questionam se os grandes aportes em data centers podem gerar lucros consistentes. Analistas esperam prejuízo de cerca de US$ 1,45 por ação para a CoreWeave, conforme o calendário da Stock Titan. Nesse sentido, o mercado acompanhará receita, gastos, financiamento por dívida e projeções da companhia. Cisco e Applied Materials antecedem Nvidia Por sua vez, Cisco Systems e Applied Materials apresentarão seus resultados após o fechamento de quinta-feira. A Cisco deve registrar lucro de aproximadamente US$ 1,15 por ação. Já a Applied Materials deve reportar cerca de US$ 4,06 por ação. Investidores avaliarão a procura por equipamentos de rede destinados aos data centers de inteligência artificial. Na sequência, o mercado observará os gastos com tecnologias avançadas para produção de chips. Esses números podem indicar o ritmo dos investimentos na infraestrutura necessária aos novos sistemas computacionais. Os dois balanços antecedem os resultados da Nvidia, previstos para terça-feira, 17 de novembro. Ao mesmo tempo, ações de fabricantes de chips, como a AMD, devem permanecer em foco. Assim, inflação, política monetária e investimentos em inteligência artificial concentrarão a atenção dos mercados.
Preço do Bitcoin hoje, 08 de novembro de 2026: BTC em US$ 75 mil após surpresa nos EUA e fuga de US$ 1,2 bilhão dos ETFs
Relatório de emprego americano aumenta expectativa de alta dos juros O preço do Bitcoin (BTC) hoje, na manhã deste domingo, 08 de novembro de 2026, está cotado em R$ 423.832,33, de acordo com dados do Criptodata. O BTC praticamente não se moveu nas últimas 24, permanecendo no nível de US$ 75 mil. Preço do Bitcoin 08 de novembro de 2026 – Imagem: Coinmarketcap O relatório de empregos americanos surpreendeu o mercado não apenas pela criação de vagas, mas também pela revisão dos números anteriores. Segundo o Bureau of Labor Statistics (BLS), a geração de empregos em setembro foi revisada de 29 mil para 60 mil, reforçando a percepção de que a economia dos Estados Unidos continua aquecida. O resultado representa um desafio para o Bitcoin porque juros mais elevados tornam aplicações tradicionais de renda fixa relativamente mais atraentes. Além disso, o fortalecimento do dólar e a redução da liquidez podem pressionar ativos que dependem de maior disposição dos investidores para assumir riscos. Leia também: BlindPay conquista licença para operar pagamentos nos EUA A turbulência também atingiu as bolsas americanas. Na quinta-feira (5), o S&P 500 despencou 4,4%, enquanto o Nasdaq perdeu aproximadamente 5,5%, em uma forte liquidação de ações relacionadas à inteligência artificial. Na sexta-feira, porém, os índices apresentaram recuperação parcial, com o S&P 500 avançando 0,3% e o Nasdaq subindo 1,1%. No mercado de criptomoedas, outro fator negativo é a retirada de capital dos fundos negociados em bolsa. De acordo com dados da Farside Investors, os ETFs spot de Bitcoin nos Estados Unidos acumularam saídas líquidas de US$ 1,28 bilhão entre os dias 2 e 6 de novembro. Somente na sexta-feira, os resgates líquidos chegaram a US$ 411,9 milhões. O IBIT, da BlackRock, respondeu por US$ 403 milhões em saídas, enquanto o FBTC, da Fidelity, registrou entradas de US$ 42,8 milhões. O movimento mostra que o interesse institucional permanece pressionado, apesar da diferença de comportamento entre os fundos. Bitcoins antigos estão chegando às exchanges: sinal de novas vendas? Além das dificuldades macroeconômicas, o mercado acompanha uma mudança importante no comportamento dos investidores de longo prazo. Uma análise publicada pelo especialista identificado como nocoffeenobrain aponta um aumento na transferência de Bitcoins antigos para corretoras centralizadas desde junho, com aceleração observada no final de outubro. Segundo o analista, a movimentação ganhou intensidade no período posterior aos incidentes de segurança envolvendo dispositivos Ledger, em 9 de outubro, e a Binance, em 29 de outubro. Entretanto, ele ressalta que ainda não existem evidências suficientes para estabelecer uma relação direta entre os acontecimentos e o aumento das transferências. Os dados da plataforma CoinGlass ajudam a dimensionar a movimentação. Em 6 de novembro, o indicador de entradas de Bitcoin de investidores de longo prazo nas exchanges registrava aproximadamente 6.876 BTC, volume 65,2% superior ao observado sete dias antes. Tradicionalmente, o envio de moedas antigas para exchanges é acompanhado com atenção porque pode representar preparação para vendas. Investidores que mantiveram seus Bitcoins por meses ou anos podem utilizar essas plataformas para realizar lucros, reduzir exposição ou reorganizar suas posições. Entretanto, nocoffeenobrain apresenta outra possibilidade: parte dos investidores pode estar reconsiderando sua estratégia de custódia depois dos recentes incidentes de segurança. Nesse cenário, algumas transferências poderiam representar uma mudança na forma de armazenar os ativos, e não necessariamente uma intenção imediata de venda. A hipótese ainda não foi comprovada. Transferir Bitcoin para uma exchange não significa necessariamente vender, já que os recursos também podem ser utilizados para garantias, operações financeiras ou simples transferência de custódia. Ainda assim, o aumento dos depósitos amplia a quantidade de moedas potencialmente disponíveis para negociação. Bitcoin long term Bitcoin pode cair para US$ 70 mil ou recuperar US$ 80 mil? Do ponto de vista técnico, a região de US$ 75 mil permanece como um suporte importante para o Bitcoin. A criptomoeda chegou a negociar abaixo desse patamar durante a sessão de sexta-feira, mas conseguiu recuperar parte das perdas e permanece próxima da região neste domingo. Caso os compradores consigam defender esse nível, o BTC poderá buscar inicialmente a região de US$ 78 mil e, posteriormente, testar novamente a resistência de US$ 80 mil. Esse cenário dependerá, entre outros fatores, de uma redução da pressão sobre os ETFs, estabilização das bolsas americanas e melhora das condições de liquidez. Leia também: ONU destaca força do Brasil em blockchain e diz que país tem estrutura para transformar o agronegócio Por outro lado, uma perda consistente dos US$ 75 mil poderia abrir espaço para movimentos em direção aos US$ 72 mil. Em um cenário de maior aversão ao risco, a faixa entre US$ 68 mil e US$ 70 mil também aparece como uma possível região de atenção para os investidores. Esses valores representam cenários técnicos condicionais, e não projeções garantidas. O comportamento dos títulos americanos, as decisões do Fed e a entrada de Bitcoins antigos nas exchanges serão variáveis importantes para avaliar a força dos compradores e vendedores. Por enquanto, o Bitcoin enfrenta uma combinação de pressão macroeconômica, saídas de capital institucional e aumento das movimentações on-chain. A capacidade de preservar os US$ 75 mil poderá ajudar a determinar se o mercado encontrará estabilidade ou enfrentará uma nova rodada de volatilidade nas próximas sessões. Portanto, o preço do Bitcoin em 08 de novembro de 2026 é de R$ 423.832,33, de acordo com dados do Criptodata. Neste valor, R$ 1.000 compram 0,0024 BTC e R$ 1 compram 0,0000024 BTC. As criptomoedas que estão repgistrando as maiores altas no dia 08 de novembro de 2026, são: Pieverse (PIEVERSE), Arbitrum (ARB) e Algorand (ALGO), com altas de 5%, 2% e 1%, respectivamente. As criptomoedas que estão registrando as maiores baixas no dia 08 de novembro de 2026, são: Pump.fun (PUMP), Ethena (ENA) e Bitcoin Cash (BCH), com quedas de -5,3%, -5,2% e -4% respectivamente.