XPLG11 XP Log Fundo Investimento Imobiliario FII – Cotação Hoje
XP Log Fundo Investimento Imobiliario FII
CNPJ: 26502794000185
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
XPLG11 (XP Log Fundo Investimento Imobiliario FII) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 88,58, registrando variação de -0.23% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.85x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 11.11%.
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de XPLG11
O ativo XPLG11 (XP Log Fundo Investimento Imobiliario FII) está sendo negociado hoje a R$ 88,58, acumulando uma variação de -0.23% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 86,05 e a máxima de R$ 106,76. O fundo atua no segmento de Tijolo - Logística, registrando um Dividend Yield (12M) de 11.11% e indicador P/VP de 0.85x.
Histórico de Cotação: XPLG11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a XPLG11
O FII XP LOG (XPLG11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.
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Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como BTG Pactual Logística (BTLG11), Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11), Vinci Shopping Centers (VISC11) e outros. Confira: BTG Pactual Logística (BTLG11) O BTLG11 celebrou compromisso de venda de 49% do imóvel logístico BTLG Embu, localizado em Itapecerica da Serra (SP), ao Tellus Rio Bravo Renda Logística FII, por R$ 56,1 milhões. Do valor, R$ 35,9 milhões serão pagos à vista e R$ 20,2 milhões em 24 meses, corrigidos pelo IPCA. A operação prevê RMG (renda mínima garantida) sobre a área vaga de 9,7 mil m², a R$ 30,00/m², por até 24 meses, e mecanismo de earn-out atrelado ao aumento real do aluguel por m². A gestora estima ganho de 17,6% sobre o laudo, TIR de 14,1% ao ano e lucro de R$ 0,22 por cota, podendo chegar a R$ 0,27 por cota com o earn-out. Guardian Real Estate (GARE11) O GARE11 celebrou a venda de um portfólio de 9 imóveis para o FII Riza Renda Imobiliária Master por R$ 791,7 milhões. A operação envolve ativos em Cuiabá/MT, Atibaia/SP, Campo Grande/MS, Caraguatatuba/SP, Lucas do Rio Verde/MT, Itabuna/BA, Maceió/AL e Jandira/SP, com contratos 100% atípicos, e deve gerar lucro bruto de cerca de R$ 177 milhões e reduzir a alavancagem em aproximadamente R$ 328 milhões. A liquidação ocorrerá em duas fases, sendo a primeira prevista para a primeira quinzena de novembro de 2026 e a segunda a partir de janeiro de 2027. A estrutura prevê R$ 632,2 milhões na parcela imediata, com R$ 382,2 milhões em caixa e R$ 250,0 milhões em cotas subordinadas do FII Riza Master, além de R$ 159,5 milhões em sellers finance a serem recebidos ao longo do desinvestimento. Gazit Malls (GZIT11) O GZIT11 convocou uma AGE para deliberar sobre: (i) a alteração do capítulo inicial do regulamento para ampliar o público-alvo para investidores em geral e prever a integralização das cotas exclusivamente em moeda corrente nacional; (ii) a revisão dos capítulos de características, emissão, subscrição, integralização, transferência e assembleia para excluir a integralização por bens e direitos e a apreciação de laudo de avaliação; e (iii) a aprovação do novo regulamento consolidado. Os cotistas terão até o dia 18 de novembro de 2026 para se manifestar. Mauá Capital Real Estate (MCRE11) O MCRE11 convocou uma AGE para deliberar sobre a alteração da política de investimentos, a fim de incluir a possibilidade de recompra de cotas com a finalidade exclusiva de cancelamento, e sobre a aprovação do novo regulamento consolidado. No âmbito da AGE, os cotistas terão até o dia 23 de novembro de 2026 para se manifestar. Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) O RCBR11 assinou, em outubro de 2026, contrato com a Braza Bank para expansão de área no 5º andar do Bravo! Paulista, com acréscimo de 215,3 m², totalizando 359 m² locados. A locação tem prazo de 60 meses, até outubro de 2031, com reajuste pelo IPCA, multa rescisória de 3 aluguéis mais devolução de carência em caso de rescisão antecipada, mantém a vacância física em 0% e deve impactar positivamente o resultado do fundo em R$ 0,01 por cota. Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) O TRBL11 assinou compromissos de compra e venda para adquirir participações em dois imóveis logísticos: o Régis, em Itapecerica da Serra (SP), e o Amazon Recife, em Cabo de Santo Agostinho (PE). A operação totaliza R$ 456,5 milhões, sendo R$ 56,1 milhões pelo Régis e R$ 400,4 milhões pelo Amazon Recife, com pagamento integral em dinheiro, em duas parcelas, sendo 64% no fechamento e 36% em até 24 meses, corrigidos pelo IPCA. O fechamento está previsto até 18 de dezembro de 2026 e depende do cumprimento das condições precedentes. O Régis possui 30,6 mil m² de ABL e o fundo comprará 49% do empreendimento, enquanto o Amazon Recife possui 73,9 mil m² de ABL e o fundo comprará 81,5% do ativo, locado integralmente à Amazon em contrato atípico com vencimento em 30 de maio de 2032. As aquisições têm cap rate de 8,56% ao ano e impacto estimado de R$ 0,42 por cota na receita mensal do fundo, com projeção de R$ 0,57 por cota nos 12 meses após a conclusão da operação. Vectis Juro Real (VCJR11) O VCJR11 aprovou, como parte de uma reorganização, a transferência dos serviços de administração, custódia e escrituração para a APEX Group, com efeito a partir da abertura do mercado em 9 de novembro de 2026. Também foi aprovada a liquidação do fundo, com bloqueio das cotas para negociação na B3 a partir do encerramento do pregão de 5 de novembro de 2026, entrega de cotas do PCIP11 aos cotistas em 7 de dezembro de 2026 e finalização da liquidação com pagamento de amortização em dinheiro em 10 de dezembro de 2026. Os cotistas deverão informar o custo médio de aquisição das cotas entre 10 e 30 de novembro de 2026, para fins de apuração tributária. Vinci Shopping Centers (VISC11) O VISC11 celebrou memorando de entendimentos para a potencial venda de participações minoritárias em três shopping centers, por preço indicativo total de R$ 160,0 milhões. A operação envolve 10,0% do Prudenshopping (SP), 10,0% do Campinas Shopping (SP) e 15,0% do Shopping Praia da Costa (ES), com pagamento de R$ 40,0 milhões à vista e três parcelas de R$ 40,0 milhões, corrigidas pelo IPCA, com vencimentos em 12, 24 e 36 meses. A transação prevê a entrada da Argoplan como sócia dos empreendimentos e a assunção da administração do Shopping Praia da Costa, elevando a parcela do NOI do fundo proveniente de ativos administrados por empresas com participação nos empreendimentos de 58% para 82%. A gestora estima recomposição de caixa de aproximadamente R$ 100 milhões, ganho de capital bruto de cerca de R$ 50 milhões e ganho líquido de aproximadamente R$ 48 milhões, equivalente a R$ 1,66 por cota, além de redução de 24% nas obrigações líquidas de aplicações financeiras, para cerca de R$ 351 milhões. XP Crédito Imobiliário (XPCI11) O XPCI11 informou a realização de sua apresentação trimestral de resultados do 3T26 em novembro de 2026, às 10h00, com link de acesso e canal para envio de perguntas. XP Log (XPLG11) O XPLG11 informou os dados de acesso à apresentação trimestral de resultados do 3T26, marcada para 17 de novembro de 2026, às 10h00, com link de acesso e canal para envio de perguntas. XP Malls (XPML11) O XPML11 informou os dados para participação em sua apresentação trimestral de resultados do 3T26, marcada para 17 de novembro de 2026, às 10h00.
Instabilidade jurídica no Brasil de Lula preocupa Europa e Ásia
O tiro no pé que “queimou” a imagem do Brasil entre investidores foi a MP de Lula que proibiu as bets. (Foto: André Borges - EFE ) Circula entre adidos de comércio de embaixadas importantes da Europa e Ásia um memorando com reports sobre a instabilidade jurídica para investimentos no Brasil. Daí vem uma das preocupações do presidente Lula da Silva em acalmar o mercado, além de fuga de capitais estrangeiros na B3 logo depois que a reeleição de Lula foi confirmada. O tiro no pé que “queimou” a imagem do Brasil entre investidores foi a MP de Lula que proibiu as bets. No documento, ressaltam que as empresas licenciadas pelo próprio Ministério da Fazenda não terão devolução do Tesouro dos R$ 30 milhões pagos para permissão da concessão. Conforme divulgamos, o setor demitiu quatro mil empregados até fim de outubro. E-gov O aplicativo e-Gov, do governo federal, que passa por problemas recentes, conforme relatado pela Coluna, agora dificulta para o governo do DF, que foi o último a migrar para o sistema para emissão de notas fiscais de empresas enquadradas no Simples. Relatos de contadores e empresários dão conta de que ninguém está conseguindo emitir os documentos – e o atraso nos recebíveis é o desafio. Tschüss Esse título é como se escreve “tchau” em alemão. Um grupo do país europeu desistiu de investir na sociedade com uma empresa do Brasil diante do que considera cenário de risco na economia para 2027, com as contas públicas do governo Lula subindo feito foguete de Musk. O aporte numa empresa brasileira seria de R$ 250 milhões e mais duas plantas. Ele voltou O deputado federal reeleito Ricardo Barros (PP-PR), ex-ministro da Saúde, foi escolhido pelo Progressistas para ser o seu representante na Comissão Mista de Orçamento da União, a poderosa CMO. A experiência pesou. Com bom trânsito suprapartidário, vai ajudar o partido a destravar questões que os acalorados debates eleitorais criaram e liberar o caminho para emendas a variados segmentos. Pé na estrada Sócio da XP e presidente da Associação Nacional das Corretoras de Valores, Rafael Furlanetti segue rotina de agenda nacional. Almoçou ontem com o governador eleito do Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Rep), e com o senador eleito Evair de Melo (PV). Reuniu-se também com a prefeita Cris Samorini (PP), e encerrou o dia em papo com alunos do Instituto Líderes do Amanhã, fruto do projeto “Espírito Santo em Ação”. Rota verde A Ultragaz prepara a estreia no abastecimento de biometano nas autoestradas. A empresa escolheu o Complexo do Lago Azul, na Rodovia dos Bandeirantes (SP), para instalar os primeiros postos dedicados a frotas pesadas. Serão duas unidades. Elas terão capacidade para fornecer 24 mil m³ do combustível por dia, cada. Esse combustível tem capacidade de descarbonizar mais de 95% das emissões de caminhões e máquinas. Dinheiro empresarial A corretora do Itaú BBA estruturou mesa dedicada ao crédito privado para investidores institucionais. Ela será comandada por Bruno Costa, Flavio Santos, e Lucas Lancelotti. “Acreditamos que o mercado de tende a evoluir para um modelo de full brokerage house, em que inteligência, qualidade de execução e serviços diferenciados farão a diferença”, diz Leonard Linnet, head de Equity e corretora institucional do Itaú BBA.
Para onde vai o dólar? Moeda tem instabilidade à espera de sinalização fiscal. Veja como se proteger
O dólar caminha em 2026 para repetir o Natal de 2025. Essa “volta no tempo” das cotações, basicamente, ocorreu nas últimas duas semanas. Até o dia útil antes do segundo turno, parecia que a moeda americana fecharia 2026 mais perto do patamar simbólico de R$ 5. Mas, depois das eleições, a divisa dos EUA voltou a flertar com o patamar de R$ 5,50. Com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o fantasma cambial do Natal passado voltou a assombrar o real: isso aconteceu diante da perspectiva de que, com a falta de um ajuste fiscal, o crescimento da dívida e dos gastos públicos ganhe ainda mais força. De 26 de outubro até esta sexta, 6 de novembro, o dólar acumula valorização de 10,7%. A moeda americana fechou a quinta-feira (5) a R$ 5,4876, alta de 0,67%. E, nesta sexta, sobe para a casa de R$ 5,49. A alta pós-eleitoral reflete a cautela do mercado com os rumos das políticas econômica e fiscal do governo reeleito. Com a ausência de uma sinalização sobre a adoção ou não de um ajuste crível nas contas públicas, os investidores voltaram a pedir prêmios mais elevados para os ativos brasileiros. No caso do câmbio, o mercado busca um equilíbrio na referência anterior ao período eleitoral. Antes, portanto, do anúncio de benefícios que ampliaram os gastos públicos em centenas de bilhões de reais. “O câmbio agora cobra clareza sobre a trajetória da dívida pública e o compromisso fiscal do novo ciclo de governo”, diz o superintendente de câmbio do Banco Rendimento, Jacques Zylbergeld. Passado o susto inicial… No primeiro pregão logo após o segundo turno, no dia 26 de outubro, o dólar chegou a passar de R$ 5,60. Mas foi em um momento de pânico no mercado, com investidores se desfazendo de posições após a supresa nas urnas. Passado o período de choque, o câmbio busca uma estabilização na faixa entre R$ 5,40 e R$ 5,50. Para os próximos meses, as pistas podem estar no último boletim Focus, do Banco Central, que reúne projeções do mercado sobre câmbio, juros, PIB e inflação. A mediana da pesquisa indica o dólar em R$ 5,34 no fim de 2026. Mas para 2027, a visão das instituições financeiras é de um câmbio mais apreciado, em R$ 5,40. Muitos bancos e corretoras, porém, projetam um dólar ainda mais pressionado pela frente, potencialmente acima de R$ 5,50, se os sinais sobre a política fiscal não convencerem. Por outro lado, caso o governo apresente nomes e propostas minimamente críveis, a divisa americana pode cair abaixo de R$ 5,30. “O momento de incertezas pede proteção e diversificação em moeda forte”, aponta a diretora comercial de câmbio e operações da B&T XP, Roberta Flogueral. Para isso, pessoas físicas e empresas “devem enxergar a dolarização [de parte do patrimônio] e o uso de contas globais como uma ferramenta básica e acessível de gestão financeira”. Como funciona a proteção cambial Como forma de ilustrar como a diversificação internacional pode ajudar em períodos de turbulência, vamos simular uma carteira de R$ 100 mil com cerca de 15% do patrimônio investido em dólar. Vamos considerar ainda que a carteira tenha 50% aplicados em renda fixa (25% em Tesouro Selic e 15% em Tesouro IPCA+), 35% em renda variável e o restante em dólar. Se os 15% da parcela em dólar não existissem e os recursos estivessem aplicados proporcionalmente nas demais classes de ativos, o portfólio teria apresentado uma perda de 9,9% entre 26 de outubro e 6 de novembro. Isso representaria uma queda de R$ 9,9 mil em duas semanas. Com os 15% em dólar, a queda seria reduzida para 6,8%. Isso significa que a fatia em dólar trouxe um “amortecimento” de 3,1 pontos percentuais ou de 31% em relação a carteira sem a moeda forte no período. No caso, o portfólio com parte dolarizada teria tido uma queda de R$ 6,8 mil contra os R$ 9,9 mil sem fatia em moeda forte. Uma diferença de R$ 3,1 mil. BC monitora o dólar pós-eleitoral O cenário para a moeda americana, basicamente, depende das decisões do governo. Até mesmo o Comitê de Política Monetária do BC (Copom) parece endossar a visão dos investidores. Na quarta-feira (4), o comunicado do Copom sobre a decisão que manteve a Selic em 13,75% ao ano desenhou um quadro no qual a política fiscal ocupa o principal lugar entre os fatores de deterioração das condições financeiras que levou o colegiado indicar que pretende segurar os juros altos por mais tempo. O BC enfatizou, por exemplo, que ruídos ou incertezas em relação à trajetória das contas públicas aumentam o prêmio de risco exigido pelos investidores e levam à depreciação do real. Essa alta do dólar, por sua vez, encarece produtos importados e insumos, gerando pressão inflacionária. A decisão do Copom, tomada por unanimidade, interrompeu uma sequência de cinco cortes, e o comunicado duro jogou a bola para o campo do governo. Queda de ações de tecnologia Já o fator externo ajuda e atrapalha. Uma valorização de 1% do dólar no exterior tende a produzir depreciação semelhante do real. Em um cenário de queda de ações de tecnologia, como ocorreu na quinta-feira (5), quando o índice Nasdaq apresentou um recuo de mais de 5%, isso pode ampliar o fluxo de recursos internacionais para a renda fixa americana, que paga retornos que não são vistos em quase 20 anos. Ao mesmo tempo, analistas reforçam que a tendência, em meio à inflação em alta no exterior, é a de que os Estados Unidos e outras economias avançadas precisem elevar ainda mais as taxas. A ferramenta CME FedWatch, que acompanha o posicionamento de investidores sobre os rumos futuros da política monetária americana, mostram 74,8% de chances de o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) elevar os juros na reunião de 8 e 9 de dezembro. Pronunciamento de Lula O que mais pesa nas próximas semanas será uma esperada sinalização fiscal. O presidente Lula tem programado um pronunciamento em cadeia nacional de TV no domingo (8) para anunciar, segundo se comenta, um compromisso com a responsabilidade fiscal, que acalme o mercado. Ainda que o discurso possa afastar temores sobre a adoção de soluções não convencionais de política fiscal, como passou a ser especulado, a expectativa é a de que um detalhamento das ações de contenção de gastos e aumento de arrecadação fique para as próximas semanas. Mais precisamente após a COP 31, a cúpula do clima, na Turquia, para onde o presidente viaja na segunda (9) e só volta depois de uma semana. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, prometeu anunciar as medidas ainda este ano, com definição após a COP 31. A conta não é pequena: as promessas de campanha exigem ajustes de ao menos R$ 40 bilhões no Orçamento de 2027.
Perguntas Frequentes sobre XPLG11
Qual é a cotação de XPLG11 hoje na B3?
Quanto a XPLG11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de XPLG11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de XPLG11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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