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Dólar Canadense/Real Brasileiro

Atualizado: 2026-09-24 11:02:19

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Resumo Cambial: Dólar Canadense/Real Brasileiro

O câmbio de Dólar Canadense/Real Brasileiro (CAD/BRL) está cotado a R$ 3,6549 para compra e R$ 3,6549 para venda, registrando uma variação de -0.23% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 3,6502 e a máxima de R$ 3,6749.

Variação (R$)
R$ -0,0100
Variação em valor
Variação Dia
Mín: R$ 3,6502
Máx: R$ 3,6749
Preço de Compra
R$ 3,6549
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Preço de Venda
R$ 3,6549
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Fechamento repentino de escolas de idiomas no Canadá frustra intercambistas brasileiros

São Paulo A gerente de contas Amanda Grecco, 33, chegou a Toronto no último fim de semana com a expectativa de quem viaja ao Canadá para estudar inglês. Ela faria um curso intensivo na escola Ilac (International Language Academy of Canada), escolhida após ouvir boas recomendações de outros estudantes. Mas, antes da primeira aula, descobriu que a instituição havia fechado as portas. O aviso chegou por email, depois de Amanda ter desembarcado no país. "Eu falei: ‘Não, isso é um golpe, certeza, certeza, eu caí num golpe’. Quando eu abri o Instagram, eu vi que realmente eles fecharam, que tinha mil compartilhamentos, mil coisas, pessoas desesperadas", conta Amanda. A Ilac encerrou as operações após o período de aulas na sexta-feira (18), deixando estudantes em Toronto e Vancouver sem as aulas contratadas. A Languages Canada —associação que reúne instituições do setor de ensino de idiomas no país e atua na representação das escolas associadas— classificou o fechamento como repentino e informou que recebeu a notícia da direção da escola no próprio dia. Imagem de um dos campus da escola de idiomas Ilac, na cidade de Toronto, no Canadá - Ilac no Instagram O engenheiro agrônomo Rafael Arena, 33, também teve o planejamento interrompido, mas ainda estava no Brasil. Ele embarca para o Canadá nesta semana, após contratar outra escola e pagar novamente para não perder a viagem planejada por cerca de um ano. "Quando aconteceu todo esse fechamento da escola, eu procurei outra escola [...] para não perder uma parte desse dinheiro que já tinha sido investido, que era passagem aérea, documentação e o tempo e o planejamento dessa data", afirma Rafael, que conta que se prepara para a viagem há um ano. Ele havia contratado diretamente com a Ilac um curso intensivo de um mês e um quarto privativo de acomodação. Com a passagem e outros gastos, o investimento chegou perto de R$ 30 mil. Para embarcar, Rafael pagou mais 2.500 dólares canadenses (cerca de R$ 9.000) por uma nova escola. As histórias de Amanda e Rafael são exemplos do impacto do fechamento de duas escolas de idiomas no Canadá em menos de uma semana. A outra foi a EC English, que encerrou o funcionamento das unidades canadenses em 14 de setembro. A instituição contava com 375 alunos nas unidades de Toronto e Vancouver e 40 em Montreal. Segundo a Languages Canada, o fechamento da Ilac, maior escola de idiomas do país, afetou 1.362 alunos em Toronto e Vancouver. Até a última terça-feira (22), mais de 430 foram realocados. A Languages Canada coordena a realocação e afirma que o programa de seguro da associação garante o ressarcimento da mensalidade já paga por meio da transferência para uma escola comparável da rede. No entanto, o seguro não cobre nem reembolsa acomodação, viagens e outros serviços contratados pelos estudantes nessas escolas. A surpresa dos estudantes também está ligada ao motivo que levou os dois a escolherem a Ilac. A ideia era evitar o risco. "Eu escolhi justamente a Ilac para ter uma certeza de que eu não estava entrando numa cilada", relata Rafael. Amanda também pesquisou opções e o histórico da escola. "Eu tinha muitas indicações de brasileiros que fizeram e amaram a experiência. É uma escola que já estava há 30 anos no Canadá." Amanda conseguiu uma alternativa por conta própria. Ela pesquisou outras opções de escolas e acabou fechando com Kaplan, que devido à situação da brasileira decidiu não cobrar pelo curso. "Eu fiquei muito feliz com o caminho que as coisas tomaram, porque podia ser muito trágico. Eu estou muito aliviada, mas eu acho que esse sentimento coletivo de não saber como essas outras pessoas tão jovens estão lidando com isso me aflige muito", afirma Amanda. No Brasil, muitas agências de intercâmbio ofereciam a Ilac e a EC como opções de escolas para os intercambistas. Procuradas pela Folha, as principais agências afirmam ter atuado para reduzir os impactos dos estudantes. A CI afirma ter realocado, em menos de 24 horas, todos os estudantes que estavam fora do país para escolas de padrão igual ou superior ao contratado e afirma que os próximos embarques também recebem assistência. "Os clientes que ainda irão embarcar estão sendo reacomodados e recebendo toda assistência necessária", afirmou Celso Garcia, co-CEO e fundador da empresa. A IE afirma que realocou imediatamente todos os alunos, sem impacto na acomodação, considerando idioma, idade e cidade, e que não foi avisada previamente dos fechamentos. "Todos os nossos alunos de cursos de idiomas no exterior foram realocados para outras escolas imediatamente após a notícia. Ninguém ficou sem aulas e continuamos assistindo todos no quesito acomodação, sem impacto financeiro", declarouMarcelo Melo, diretor da IE. Em nota, a STB informou que também está em contato com os estudantes "para prestar o suporte necessário e conduzir o processo de realocação para outras instituições, de modo a viabilizar a continuidade dos estudos". Os relatos de Amanda e Rafael mostram uma situação diferente para quem fechou diretamente com a Ilac e ainda não tinha uma agência brasileira como intermediária. Os dois receberam mensagem da KPMG, administradora da insolvência, de que dívidas e casos seriam levantados. Em seu site, a Ilac atribuiu as dificuldades dos últimos três anos a "mudanças regulatórias significativas", disse não ter mais condições de operar e trabalhar com reguladores na transição. Em nota, a EC English anunciou processos de insolvência e liquidação, citando dificuldades financeiras e falta de investimentos. A instituição também afirmou priorizar o atendimento de estudantes, funcionários e demais envolvidos.

“Clone” do bitcoin dispara 30% no dia e rouba a cena no mercado cripto
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“Clone” do bitcoin dispara 30% no dia e rouba a cena no mercado cripto

Publicidade O cenário nas principais criptomoedas do mercado está morno nesta quarta-feira (23). Bitcoin (BTC) e ethereum (ETH) registram leve queda de um lado, enquanto solana (SOL) dá um pulo tímido do outro. Vida que segue. O que está quente mesmo neste segundo dia de primavera no Brasil é o bitcoin cash (BCH), o “clone” mais robusto do bitcoin. Nas últimas 24 horas, a criptomoeda saltou 30%. Em sete dias, o avanço chegou à casa dos 60%. Há dois principais impulsionadores dessa alta. O mais recente vem do CME Group, gigante do mercado de derivativos. Ontem, a empresa anunciou que vai lançar contratos futuros de BCH e também de uniswap (UNI) em 19 de outubro. O token UNI, aliás, sobe 11% hoje, surfando na notícia. Em comunicado divulgado à imprensa, Giovanni Vicioso, diretor global de produtos de criptomoedas do CME Group, disse que, à medida que o mercado cripto continua a amadurecer, os participantes buscam ferramentas regulamentadas mais amplas para lidar com o risco de preço. Vale lembrar que a bolsa de derivativos já tem contratos futuros de outras criptos, como bitcoin, ethereum, solana, cardano (ADA), entre outras. Newsletter: quer saber mais sobre cripto? Assine o Morning Cripto do InvestNews! O impulso dos ETFs Agora, o segundo impulso envolve um ETF. Na primeira quinzena de setembro, a gestora gringa Grayscale apresentou à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês) uma alteração ao registro de seu fundo de BCH. A proposta prevê, caso o registro se torne efetivo e a listagem seja aprovada, transformar o produto em um ETF e listar suas cotas na NYSE Arca, uma bolsa de valores dos EUA. É algo parecido com o que a Grayscale fez com seu fundo de bitcoin no início de 2024, quando o produto passou a ser negociado como ETF. Bitcoin versus bitcoin cash Publicidade O bitcoin cash foi criado em agosto de 2017, a partir de uma divisão do BTC – algo chamado de fork no mercado cripto – após uma disputa na comunidade sobre como a rede deveria lidar com o aumento das transações. Do ponto de vista de investimento, segundo analistas, o BCH é mais arriscado, mas pode fazer sentido como uma posição pequena e especulativa dentro de uma carteira cripto, dependendo do perfil. Depois dá uma lida na matéria abaixo para entender melhor a diferença entre o “clone” e o BTC. Veja as cotações das principais criptomoedas às 8h Bitcoin (BTC): -0,11%, US$ 85.833,45 Ethereum (ETH): -0,41%, US$ 2.733,54 BNB (BNB): -0,37%, US$ 784,60 XRP (XRP): +3,87%, US$ 1,59 Solana (SOL): +0,50%, US$ 117,40 Outros destaques do mercado cripto Quem mais quer a licença cripto do BC? Lembram que publicamos ontem que a Onda Finance é a primeira empresa cripto em processo de autorização pelo Banco Central? Pois então. O pessoal do site Web3 News encontrou no Portal de Dados Abertos do próprio regulador os nomes de outras quatro empresas que também estão no processo. São elas: Wynx Exchange, W Brasil Comércio, Masterpay e PFPay. Brasil, o país das stablecoins. O volume negociado de stablecoins nas exchanges brasileiras já passou dos R$ 17 bilhões em setembro – e ainda faltam sete dias para o mês acabar. O USDT, a maior stablecoin atrelada ao dólar, responde por R$ 12,73 bilhões. O USDC, segunda maior, soma R$ 4,49 bilhões. Para comparar: o bitcoin movimentou R$ 1,59 bilhão no mesmo período. Publicidade Bancos canadenses testam dólar tokenizado. A tokenização está a todo vapor no Canadá. Os seis maiores bancos do país se uniram para testar depósitos em dólar canadense na forma de tokens dentro do sistema financeiro. A ideia é permitir que esses depósitos circulem entre instituições de forma mais rápida e eficiente, além de viabilizar pagamentos programáveis sem abrir mão das regras e da supervisão do sistema tradicional.

Hackers resgatam 52 BTC de falha em carteira Coldcard
Hacker

Hackers resgatam 52 BTC de falha em carteira Coldcard

White hats transferiram 52,37 BTC para trust em Wyoming criado para devolver fundos Galaxy Digital calcula 1.789,28 BTC drenados desde 31 de julho Coinkite admite que bug de firmware gerava seeds com aleatoriedade fraca Um grupo de hackers de chapéu branco esvaziou carteiras vulneráveis da Coldcard antes que criminosos chegassem primeiro. O total resgatado chega a 52,37 BTC, cerca de US$ 4,5 milhões — algo próximo de R$ 23 milhões na cotação atual do dólar, a R$ 5,12. A informação partiu de Alex Thorn, chefe de pesquisa da Galaxy Digital, em publicação no X feita nesta segunda-feira. Segundo ele, o montante está agora sob custódia de um endereço controlado pelo Crypto Recovery Trust, estrutura fiduciária registrada no estado americano de Wyoming. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE O valor corresponde a apenas 2,8% de tudo que foi movimentado no episódio. É pouco perto do rombo total. Galaxy contabiliza 1.789 BTC drenados desde julho O rastreamento feito pela Galaxy Digital aponta 1.789,28 BTC perdidos nos ataques iniciados em 31 de julho. Aos preços de hoje, com o Bitcoin a US$ 86.523, o prejuízo bate em US$ 154,1 milhões. A causa foi um defeito de firmware admitido pela própria fabricante. A canadense Coinkite explicou que, em determinadas condições, o dispositivo abandonava o gerador de números aleatórios por hardware e recorria a um PRNG por software — ou seja, aleatoriedade fraca, previsível. Com isso, adivinhar seed phrases deixou de ser impossível e virou questão de poder computacional. O atacante não precisava tocar no dispositivo físico nem enganar o dono. Bastava varrer o espaço reduzido de chaves. Coinkite reconheceu em comunicado que a falha “passou despercebida silenciosamente” e que o potencial de estrago “crescia a cada novo lançamento” de produto. Dias após os primeiros saques indevidos, a empresa pediu que usuários atualizassem o firmware ou migrassem os fundos. Nick Bax confirma resgate de 50 BTC em julho Nick Bax, da Ump Labs, revelou no início deste mês ter participado da operação. Ele afirmou que os cerca de 50 BTC estavam “iminentemente prestes a serem roubados” por causa do defeito de entropia. Bax acrescentou que o trust de Wyoming garantirá a devolução aos legítimos donos. A jurisdição não foi escolhida ao acaso: Wyoming aprovou desde 2019 um conjunto de leis específicas para custódia de ativos digitais, o que dá amparo jurídico a estruturas desse tipo — algo que no Brasil ainda não existe de forma equivalente. Aqui, uma operação de white hat semelhante viveria em zona cinzenta. A Lei 14.478/2022 e o marco em construção pelo Banco Central tratam de prestadores de serviço de ativos virtuais, não de resgates emergenciais por terceiros. Mover moedas alheias, mesmo com intenção declarada de proteção, pode esbarrar em tipificação penal antes de qualquer discussão sobre boa-fé. Investidores migram para exchanges após o episódio O efeito colateral mais curioso do caso é comportamental. Parte dos usuários atingidos pelo susto passou a transferir saldos para corretoras centralizadas — o movimento oposto ao mantra de autocustódia que sustenta a cultura Bitcoin desde o início. Faz sentido no curto prazo e cria risco no longo. Quem sai de um hardware wallet furado e entra numa exchange troca risco de software por risco de contraparte. A memória da FTX e da Mt. Gox segue fresca o suficiente para lembrar que custódia terceirizada tem seu próprio histórico de perdas. Para o investidor brasileiro, o episódio reforça um ponto prático: dispositivo de hardware não é infalível, e verificar a entropia da seed gerada — por exemplo, criando a semente com dados físicos ou por método externo ao aparelho — deixou de ser paranoia de veterano. Falhas desse tipo já apareceram em outros pontos do ecossistema, como na falha na Lightning Network divulgada recentemente, e em alertas de malware emitidos por grandes corretoras. Nenhum dos afetados recuperou fundos até agora por via judicial. A devolução via trust depende de os donos originais provarem titularidade das chaves comprometidas — processo que, na prática, costuma se arrastar por meses.

Perguntas Frequentes sobre Câmbio (CAD/BRL)

Qual é a cotação de Dólar Canadense/Real Brasileiro hoje?
A cotação de Dólar Canadense/Real Brasileiro está em R$ 3.6549 para compra (bid) e R$ 3.6549 para venda (ask), com variação de -0.23% no dia.
Qual a diferença entre preço de compra (bid) e de venda (ask)?
O preço de compra (bid) é o valor pelo qual o mercado compra a moeda de você, enquanto o preço de venda (ask) é quanto você paga para adquiri-la. A diferença entre os dois valores é o spread cambial praticado pelas instituições.
Qual foi a cotação máxima e mínima de CAD/BRL hoje?
Ao longo do dia, o câmbio oscilou entre a mínima de R$ 3.6502 e a máxima de R$ 3.6749.
Onde acompanhar a cotação de moedas e câmbio em tempo real?
No Cotações Hoje você acompanha cotações em tempo real de Dólar, Euro, Libra Esterlina, Iene, Peso Argentino e mais de 20 moedas internacionais atualizadas continuamente.
Aviso Legal sobre Câmbio: As cotações de câmbio são fornecidas para fins informativos e representam taxas de referência do mercado comercial (interbancário). Taxas para compra em casas de câmbio (turismo), transferências internacionais ou cartões de crédito podem incluir spread, IOF e outras tarifas operacionais.