BBAS3 Banco do Brasil S.A. – Cotação Hoje
Banco do Brasil S.A.
CNPJ: 00000000000191
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 12 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de BBAS3
O ativo BBAS3 (Banco do Brasil S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 22,44, acumulando uma variação de -1.01% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 17,79 e a máxima de R$ 27,81. A companhia está inserida no setor de Financeiro e Bancos, atuando no segmento de Bancos Diversificados. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 10.44x e P/VP de 0.70x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 2.91%.
Histórico de Cotação: BBAS3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation Instituição Financeira
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 319.462,10 Mi | R$ 273.505,27 Mi | R$ 265.438,61 Mi | R$ 236.549,05 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 101.010,72 Mi | R$ 104.514,45 Mi | R$ 88.748,73 Mi | R$ 74.346,57 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 16.781,94 Mi | R$ 29.171,56 Mi | R$ 33.165,59 Mi | R$ 29.849,34 Mi |
Sobre a BBAS3
O Banco do Brasil S.A. (BBAS3) é uma instituição financeira de economia mista controlada pela União, com atuação em banco múltiplo e operações em crédito, captação, pagamentos, investimentos, seguros e administração de recursos. É uma das instituições mais antigas do sistema financeiro brasileiro e mantém papel relevante no financiamento da atividade econômica, incluindo pessoas físicas, empresas, governo e agronegócio. A estrutura operacional combina canais digitais com rede física de agências e correspondentes, oferecendo conta corrente, cartões, crédito consignado e imobiliário, financiamento rural e empresarial, tesouraria, câmbio, comércio exterior, previdência, capitalização e seguros por meio de empresas ligadas e parcerias estratégicas. O banco também atua em gestão de ativos, distribuição de fundos e serviços de mercado de capitais. No posicionamento competitivo, o Banco do Brasil figura entre os maiores bancos do país em ativos, carteira de crédito e base de clientes, com forte presença histórica no crédito ao agronegócio e relacionamento com o setor público. Sua atuação é relevante em linhas de financiamento rural, atendimento a servidores, meios de pagamento e produtos de investimento de varejo e atacado. Geograficamente, a operação é concentrada no Brasil, com presença internacional seletiva para suporte a negócios de clientes, operações de comércio exterior, câmbio e atendimento a brasileiros no exterior. A companhia é listada na B3 e divulga informações financeiras e regulatórias de acordo com os padrões aplicáveis às companhias abertas e instituições financeiras supervisionadas.
Outras Ações do Setor de Financeiro e Bancos
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IA, soja e terras raras; o que Xi e Trump devem negociar nos EUA
Washington Esta é a edição da newsletter China, terra do meio desta terça-feira (22). Quer recebê-la toda semana no seu email? Inscreva-se abaixo: China, terra do meio Receba no seu email os grandes temas da China explicados e contextualizados Carregando... A reunião entre Xi Jinping e Donald Trump está prevista para a próxima quinta-feira (24). É o compromisso mais esperado da viagem de três dias do líder chinês aos EUA e marca sua primeira visita de Estado ao país desde setembro de 2015, quando foi recebido por Barack Obama. As expectativas para o terceiro encontro presencial dos dois em menos de um ano, porém, são modestas. Fontes da Casa Branca têm vazado para a imprensa que o lado americano está trabalhando para assinar um acordo com metas de compra pela China, bem distante de um tratado comercial. O presidente dos EUA, Donald Trump, ao lado do líder chinês, Xi Jinping, em Pequim, em 14 de maio de 2026 - Kenny Holston/Reuters Três temas estão na pauta das duas potências: 1- Terras raras A trégua de Busan, que suspendeu por um ano os controles chineses sobre terras raras e as tarifas retaliatórias, vence no início de novembro. O Atlantic Council prevê extensão de seis meses e o chamado "30 por 30", em que cada lado retira tarifas sobre US$ 30 bilhões em importações do outro. O tema das terras raras voltou a ser o ponto mais sensível da relação desde quando Pequim retaliou empresas americanas. Isso ocorreu após o veto da agência reguladora das comunicações nos EUA a robôs e inversores de energia estrangeiros. Exportadores chineses passaram a cancelar embarques, e cada governo acusa o outro de violar a trégua. 2 - Soja Pequim pode ainda reativar o compromisso de compras de soja, uma promessa feita em maio a Trump e ainda não cumprida integralmente. O comércio do grão é o item com efeito mais direto sobre o Brasil. As estatais chinesas reservaram cerca de 260 mil toneladas da soja dos EUA no fim da semana passada. Isso ao mesmo tempo em que os embarques brasileiros para a China seguem crescendo. 3 - Inteligência artificial O tema ganhou peso nos últimos dias, com Washington acusando seis empresas chinesas de treinarem seus modelos com sistemas americanos, prática chamada de destilação. A proposta mais concreta na mesa é modesta e foi adiantada à imprensa pelo secretário do Tesouro americano, Scott Bessent. Segundo ele, Washington e Pequim esperam lançar um canal para notificar incidentes graves com IA. Xi quer sair com o calendário amarrado: com Trump na Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico), na China, em novembro, e o líder chinês confirmado no G20 de Miami, em dezembro. O país asiático aposta que cúpulas marcadas inibem gestos hostis de Washington. Por que importa: a pausa é tática para os dois lados. Pequim busca previsibilidade e mantém as terras raras como trava, enquanto o governo Trump diz a todos, menos à China, que usa o intervalo para desmontar essa dependência antes de endurecer de novo. Para a América Latina, o risco vem em duas frentes. O comércio administrado por cotas fixadas em cúpula tira da soja brasileira a disputa por preço, e a busca por minerais fora da China tende a fazer da região o terreno da briga quando a trégua acabar. pare para ver Reprodução Um Enterro em Xangai, painel pintado pelo chinês Yan Pei-Ming retratando o enterro da mãe do artista. Yan costuma trabalhar misturando memórias familiares, tradição, luto e a condição humana em uma marcante paleta monocromática. Saiba mais sobre ele aqui. o que também importa ★ O assessor especial da Presidência, Celso Amorim, se reuniu com o chanceler chinês, Wang Yi, em Pequim. Segundo a chancelaria chinesa, Wang pediu que os dois países reforcem a comunicação estratégica e disse que China e Brasil devem conduzir o Sul Global à unidade e à autossuficiência. Amorim respondeu que, num cenário internacional volátil, a relação bilateral ganhou importância além do âmbito dos dois países. A viagem ocorre enquanto Brasília prepara uma rodada de negociações tarifárias com os EUA no fim de setembro. Wang Yi se reúne com o assessor especial da Presidência da República, Celso Amorim, em Pequim - Zhai Jianlan - 16.set.26/Xinhua ★ A União Europeia pediu à China que limite as vendas de carros híbridos chineses a cerca de 15% do mercado do bloco. Um oficial europeu disse ao Financial Times na semana passada que, "se Pequim não restringir as exportações, Bruxelas o fará", e descreveu a proposta como "comércio administrado". O pedido inclui limites para químicos e mais compras chinesas de produtos europeus. Na véspera, Ursula von der Leyen disse que o déficit comercial do bloco com a China chegou a € 360,6 bilhões (aproximadamente R$ 2,10 trilhões) em 2025, alta de 9% no primeiro semestre. ★ Pequim "acompanha a reivindicação argentina de soberania sobre as Malvinas". A declaração foi do embaixador chinês em Buenos Aires, Wang Wei, na recepção pelos 77 anos da República Popular, com a presença do chanceler Pablo Quirno e do presidente do Banco Central, Santiago Bausili. Horas antes, Quirno disse que o governo Milei está acertando os últimos detalhes de uma visita oficial à China. O gesto veio depois de Trump dizer que a posição americana sobre as ilhas está em revisão e chamar um conflito no arquipélago de "desastre potencial". fique de olho A China inaugurou na quarta o canal Pinglu, uma via de 134 quilômetros no sul do país que liga o interior ao mar. É o primeiro canal do tipo planejado pelo governo central desde a fundação da República Popular, em 1949 e visa encurtar em mais de 560 quilômetros o escoamento de produtos vindos das províncias de Yunnan e Guizhou, no sudoeste do país. O governo estima que o frete dessas regiões será barateado em até 30%. O percurso tem três conjuntos de eclusas, e a maior delas, em Madao, tem comportas de 39 metros de altura, equivalente a um prédio de 12 andares. As obras começaram em agosto de 2022 e custaram o equivalente a US$ 10 bilhões (R$ 51 bilhões). Ponte verde para a travessia de animais sobre o Canal de Pinglu, na cidade de Qinzhou, no sul da China - Zhou Hua/Xinhua O primeiro navio a cruzar a estrutura completou a viagem na sexta, chegando a um porto na ilha de Hainan. A inauguração coincidiu com a feira anual entre China e Sudeste Asiático em Nanning, capital da província de Guangxi. Por que importa: o canal aponta para o Sudeste Asiático, que já é o maior parceiro comercial da China, num momento em que EUA e Europa fecham portas aos produtos chineses. Pequim quer que as províncias do interior, mais pobres e longe do litoral, vendam direto para vizinhos como Vietnã e Malásia. A aposta precisa se provar, porque navios desse porte não atravessam oceanos e a carga depende de transbordo no porto de Qinzhou para seguir viagem. para ir a fundo A Ópera Nacional da China vai se apresentar no domingo (27) no Sesc Pinheiros de São Paulo. Parte do projeto "Ano da Cultura Brasil-China 2026: Uma História de Amizade", o espetáculo começa às 12h e contará com nomes como o famoso pianista Qiu Lanxi. A entrada é gratuita. O Consulado da China e a Secretaria da Cultura e Indústria Criativa do Estado de São Paulo vão realizar na quarta (30) uma apresentação dos famosos shows de drone. O espetáculo vai celebrar elementos culturais do Brasil e da China e acontecerá a partir das 20:00 no Monumento às Bandeiras (próximo ao Parque Ibirapuera). A entrada é gratuita. O Instituto CPFL recebe até o dia 20 de outubro a exposição imersiva "A Grande Muralha da China". A experiência combina cenografia, projeções, instalações artísticas e recursos interativos para contar a trajetória do monumento desde suas origens até os dias atuais. Interessados podem visitar a sede do instituto em Campinas de segunda a sexta, das 8h às 17h; sábados, das 10h às 16h.
Economistas esperam que El Niño aumente inflação em 0,5 ponto no Brasil em 2027, mostra BC
Brasília Economistas consultados pelo Banco Central às vésperas da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) esperam que o fenômeno climático El Niño aumente a inflação no Brasil em 0,5 ponto percentual em 2027. O resultado do questionário foi divulgado pela autoridade monetária nesta quarta-feira (23). Essa foi a estimativa mediana registrada por 89 economistas na pesquisa encaminhada antes da decisão sobre a taxa de juros da semana passada. Do total, 83 entrevistados afirmaram já ter incorporado 0,3 ponto percentual em suas projeções para os preços ao consumidor no próximo ano. Caracterizado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico e pela redistribuição das chuvas, o El Niño deve se intensificar no segundo semestre deste ano. Segundo o último relatório da Noaa (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), há 97% de probabilidade de o fenômeno atingir um nível muito forte ainda em setembro. Alagamento na Vila Seabra, zona leste de São Paulo, após fortes chuvas - Allison Sales - 14.set.26/Folhapress A pesquisa feita pelo BC mostrou também que a expectativa mediana entre 87 analistas é de um impacto de 0,3 ponto percentual na inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 2026. Nesse caso, já foi incorporado 0,2 ponto nas previsões, conforme a resposta mediana de 80 participantes. De acordo com o questionário, na projeção mediana de 110 agentes econômicos, o IPCA deve fechar este ano em 5% e em 4,3% no próximo, em ambos os casos acima da meta perseguida pelo BC. O alvo central do BC é 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. No modelo de meta contínua, em vigor atualmente, o objetivo é considerado descumprido pela autoridade monetária quando a inflação acumulada permanece durante seis meses seguidos fora do intervalo, que vai de 1,5% (piso) a 4,5% (teto). As respostas ao levantamento, que foi enviado aos analistas do mercado no dia 4 de setembro, serviram como subsídio para a mais recente decisão do Copom sobre a taxa básica de juros (Selic), com novo corte de 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano. O El Niño está entre os elementos que levaram o Ministério da Fazenda a revisar para cima sua projeção para inflação do próximo ano, de 3,6% para 3,8%, refletindo os efeitos de um fenômeno mais intenso sobre a safra de 2027. A estimativa consta no boletim macrofiscal divulgado pela SPE (Secretaria de Política Econômica) na terça-feira (22). "O El Niño pode pressionar os preços dos alimentos in natura ainda este ano, embora seus efeitos mais significativos devam se concentrar na safra de 2027", afirmou a SPE. "A projeção para 2027 foi revisada para cima em razão dos efeitos de primeira ordem do El Niño sobre a produção de grãos e de segunda ordem sobre os preços das carnes, cujos impactos devem se materializar, sobretudo, no próximo ano", complementou. Os efeitos do El Niño também são motivo de preocupação para o BC em seu balanço de riscos para a inflação. No comunicado e na ata, a autoridade monetária falou sobre a possibilidade de as expectativas de o IPCA seguirem distantes da meta por longo período em razão dos efeitos climáticos sobre a produtividade agrícola e os custos de energia.
TikTok se prepara para MP que limita anúncios de apostas
São Paulo O TikTok se prepara para perda da receita advinda da veiculação de propagandas de bets e cassinos online, enquanto outras plataformas também observam o movimento em Brasília. Nos bastidores, há expectativa de que o governo federal edite uma MP (medida provisória) restringindo a atividade de casas de aposta no país ainda antes do primeiro turno das eleições, que acontece em 11 dias. As plataformas aguardam definição sobre uma possível proibição da veiculação de anúncios pagos desse tipo de negócio, mesmo das casas que atuam em conformidade com a legislação estabelecida pelo Ministério da Fazenda. A empresa espera impacto sobre a receita de anúncios mesmo que não haja o banimento total de casas de apostas no país. O TikTok não abre a quantia arrecadada com a venda de anúncios para bets legais. Consultado na manhã desta quarta-feira (23) via email e WhatsApp pela coluna, o TikTok não respondeu às perguntas da reportagem sobre o assunto. Plataformas esperam restrições a casas de aposta no Brasil antes do primeiro turno das eleições, que acontece no dia 4 de outubro - Rafaela Araújo/Folhapress A coluna política da Folha, o Painel, expôs que o governo Lula (PT) se divide em relação à medida. De um lado, o presidente e a Secom (Secretaria de Comunicação) defendem que o texto proíba as apostas online. De outro, o Ministério da Fazenda resiste e diz que com isso deixaria de arrecadar cerca de R$ 12 bilhões. Caso a restrição das bets aconteça a partir de uma MP, agentes do mercado de redes sociais calculam que há margem para negociações no Congresso sobre o assunto. Uma MP é válida por 60 dias e pode ser renovada automaticamente para valer 120 dias —para virar lei, no entanto, precisa passar pelas casas do Legislativo. As plataformas argumentam que a restrição total do mercado de casas de aposta online serviria para abrir mais espaço para a atuação de bets ilegais, que não pagam impostos e não podem pagar por anúncios em redes. Há expectativa de que o banimento da atuação das bets não seja total e o impacto maior da restrição seja sobre os cassinos online, que oferecem jogos de azar como o "Tigrinho". Patrocínios a times de futebol poderiam ser mantidos, nesse cenário. O presidente tem dito que vai tomar uma medida drástica contra as empresas de apostas on-line. A medida faz parte da ofensiva eleitoral do governo. O Palácio do Planalto tem sofrido pressão. De um lado, os bancos, o comércio, a indústria e médicos defendem a proibição —proposta que ganha força no momento. De outro lado, times emitiram uma nota repudiando eventuais mudanças no mercado e falaram até em "fim do futebol brasileiro".
Perguntas Frequentes sobre BBAS3
Qual é a cotação de BBAS3 hoje na B3?
Quanto a BBAS3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BBAS3?
O que significa o P/L e o P/VP de BBAS3?
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