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TAEE11 Transmissora Alianca De Energia Eletrica S.A. Unit – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Energia Elétrica

Transmissora Alianca De Energia Eletrica S.A. Unit

CNPJ: 07859971000130

Preço Atual
R$ 40,33
+1.84%

Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00

Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

TAEE11 (Transmissora Alianca De Energia Eletrica S.A. Unit) é uma ação negociada na B3 do setor de Energia Elétrica. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 40,33, registrando variação de +1.84% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 8.55x. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 1.72x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 10.41%.

Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 7 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 7/12 (58.3%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 10.41 Bi) maior que Lucro (R$ 1.63 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 20.15% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 10.46% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Receita: 3.80% | Lucro: -9.29%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 1.72x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Energia Elétrica

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 2000 (26 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 8.55x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 3.48x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 8.35x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Abaixo do Preço Teto (Margem de Segurança)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 60,32
DPA Médio (5 anos) R$ 3,62
Margem de Segurança +49.57%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 49,88
LPA R$ 4,72
VPA R$ 23,43
Margem / Potencial +23.68%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo TAEE11 (Transmissora Alianca De Energia Eletrica S.A. Unit) está sendo negociado hoje a R$ 40,33, acumulando uma variação de +1.84% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 36,80 e a máxima de R$ 46,91. A companhia está inserida no setor de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 8.55x e P/VP de 1.72x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 10.41%.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 39,60
Fec. Ant: R$ 39,60
Variação Dia
Min: R$ 39,59
Max: R$ 40,44
52 Semanas
Mín: R$ 36,80
Máx: R$ 46,91
Volume
1.038.000
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: TAEE11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

8.55
1.72
R$ 4,72
R$ 23,43
P/Receita (PSR)
3.10
P/FCO
8.16
P/FCL
7.83
EV/Receita Líq.
5.42
EV/FCO
14.28
EV/FCL
13.69
Earning Yield
11.97%
Enterprise Value
R$ 24,31 Bi
R$ 13,89 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
3.48
Dív. Líquida/PL
1.29
Dívida Líquida
R$ 10,41 Bi
Liq. Corrente
3.48
Liq. Seca
3.48

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
64.89%

Indicadores de Rentabilidade

20.15%
10.39%
7.16%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 60.76%
Margem EBITDA 66.77%
Margem Operacional 64.89%
Margem Líquida 36.25%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 1,70 Bi
FCL R$ 1,78 Bi
Caixa Total R$ 544,16 Mi
Caixa/Ação R$ 1,58
Receita e Dívida
Receita Total R$ 4,48 Bi
Lucro Bruto R$ 2,72 Bi
EBITDA R$ 2,99 Bi
Dívida Total R$ 10,96 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 3.80%
Lucro (YoY) -9.29%

Sobre a TAEE11

Indústria / Segmento
Energia Elétrica
Funcionários
516
Market Cap
R$ 13,89 Bi
Descrição do Negócio

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (Taesa), listada na B3 sob TAEE3, TAEE4 e TAEE11, é uma companhia brasileira focada em transmissão de energia elétrica. A empresa foi estruturada no fim da década de 2000 e concentra sua atuação em ativos de infraestrutura de transmissão. Seu negócio principal é a construção, operação e manutenção de linhas de transmissão e subestações em diferentes estados brasileiros. A receita é majoritariamente associada a contratos de concessão e à Receita Anual Permitida (RAP) regulada pela Aneel. No ambiente competitivo, a Taesa é uma das companhias privadas relevantes em transmissão no Brasil, ao lado de grupos como ISA e outros operadores setoriais. O perfil de negócio é de infraestrutura regulada de longo prazo, com foco em disponibilidade e desempenho operacional dos ativos. A companhia tem sede no Rio de Janeiro e portfólio de concessões distribuído por várias regiões do país. Sua escala inclui milhares de quilômetros de linhas e dezenas de subestações, com operação integrada ao Sistema Interligado Nacional.

JCP R$ 0,3595
Pagamento: 26/11/2026
DIVIDENDO R$ 0,2408
Pagamento: 26/11/2026
JCP R$ 0,5590
Pagamento: 26/08/2026
DIVIDENDO R$ 0,1535
Pagamento: 27/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,7554
Pagamento: 27/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,5190
Pagamento: 28/01/2026
JCP R$ 0,4194
Pagamento: 28/01/2026
DIVIDENDO R$ 0,2302
Pagamento: 27/11/2025
JCP R$ 0,6390
Pagamento: 27/11/2025
JCP R$ 0,5465
Pagamento: 27/08/2025

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A segunda-feira (27) termina com os preços internacionais do milho futuro contabilizando fortes movimentações negativas na Bolsa de Chicago (CBOT). “O arrefecimento do conflito entre Estados Unidos e Irã, em que não foram registrados novos ataques nesse fim de semana e o arrefecimento também no Mar Negro entre Rússia e Ucrânia, vão puxando quedas no mercado de commodities energéticas e ajudando também nas quedas do mercado agrícola”, aponta Cristiano Palavro, diretor da Pátria Agronegócios. Os analistas da Agrinvest também destacam a diminuição das tensões geopolíticas como catalizador das perdas registradas pelas commodities de Chicago nesta segunda-feira. “Já é a terceira noite sem bombardeios no Oriente Médio entre EUA e Irã. A expectativa por um novo cessar-fogo e uma possível resolução do conflito volta a trazer alívio ao mercado.” “Os futuros do petróleo sofreram uma forte derrocada, com o Brent chegando a trabalhar abaixo dos US$ 90/barril, contra US$ 100 na semana passada. O impacto nos óleos vegetais é direto, trazendo forte pressão de baixa e puxando o setor de biocombustíveis como um todo”, conclui a Agrinvest. O vencimento setembro/26 foi cotado a US$ 4,51 com perda de 12,50 pontos, o dezembro/27 valeu US$ 4,74 com desvalorização de 13,50 pontos, o março/27 foi negociado por US$ 4,89 com baixa de 13,50 pontos e o maio/27 teve valor de US$ 4,98 com queda de 13 pontos. Esses índices representaram desvalorizações, com relação ao fechamento da última sexta-feira (24), de 2,69% para o setembro/26, de 2,77% para o dezembro/26, de 2,68% para o março/27 e de 2,54% para o maio/27. Mercado Interno A segunda-feira também foi negativa para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3), que registraram desvalorizações ao longo de todo o pregão. A Pátria Agronegócios explica que “a B3 já tinha descolado bastante dos preços físicos e hoje recua novamente. Enquanto o indicador segue abaixo dos R$ 66,00, o setembro/26 já se aproximava dos R$ 70,00, mas recua em realização de lucros. Já o mercado físico segue subindo gradualmente, as regiões brasileiras operam entre estabilidade e leves altas”. Na visão da Safras & Mercado, o mercado brasileiro de milho iniciou a semana com ritmo de negociações mais travado. “Os agentes aguardam a finalização plena da colheita para iniciar negociações mais consistentes na comercialização.” No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho oscilou entre perdas e ganhos neste primeiro dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou valorizações em Ubiratã/PR, Marechal Cândido Rondon/PR, Pato Branco/PR, Palma Sola/SC, Tangará da Serra/MT e Eldorado/MS, mas também encontrou desvalorizações em Sorriso/MT, Jataí/GO, Rio Verde/GO, Campinas/SP e Porto de Santos/SP.

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TIM consolida liderança em telecomunicações ao integrar os três principais índices de sustentabilidade da B3

A operadora de telecomunicações TIM informou ter sido reconhecida, pelo segundo ano consecutivo, como a única empresa do seu setor a compor de forma simultânea as carteiras teóricas dos três principais índices de sustentabilidade da B3. O anúncio, divulgado pela companhia em 5 de novembro de 2026, refere-se à presença no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3), no Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3) e no Índice de Diversidade (IDIVERSA B3). Segundo os dados apresentados pela operadora, apenas 33 organizações no mercado de capitais brasileiro alcançaram a tríplice inclusão durante o ciclo de 2026. A solenidade que marcou a homenagem ocorreu em 4 de novembro de 2026, na sede da bolsa de valores brasileira, na cidade de São Paulo. De acordo com a empresa, a iniciativa da B3 visa distinguir companhias abertas que conseguem equilibrar solidez em governança corporativa e sustentabilidade, mensuração e mitigação rigorosa de gases de efeito estufa e políticas estruturadas de equidade de gênero e representatividade racial em seus quadros. ## Trajetória institucional e posicionamento no mercado acionário A TIM declarou que a distinção corrobora uma agenda estratégica de longo prazo voltada aos critérios ambientais, sociais e de governança corporativa. A operadora destaca que atinge em 2026 a marca de 18 anos consecutivos de permanência ininterrupta no ISE B3, constituindo o histórico mais duradouro entre todas as prestadoras de serviços de telecomunicações listadas no país. Na avaliação referente a 2026, a tele assegurou a 6ª colocação geral no ranking do indicador, sustentada por pontuações de destaque em frentes como gerenciamento de energia, privacidade de dados de clientes, segurança da informação, gestão corporativa de riscos e acessibilidade técnica e econômica. A liderança da área de sustentabilidade da operadora pontuou que os resultados refletem processos contínuos de governança. Conforme declarou Anna Carolina Meireles, head de ESG da TIM, a permanência pelo segundo ano consecutivo nos três indicadores evidencia que os pilares de descarbonização, equidade e governança estão inseridos na tomada de decisão da infraestrutura e dos serviços da companhia, orientando investimentos voltados à preservação de valor para acionistas, consumidores e ecossistema de fornecedores. Além do desempenho registrado na bolsa nacional, a operadora comunicou que figura pelo terceiro ano consecutivo na prestigiada A List do CDP (Carbon Disclosure Project). A classificação internacional avalia práticas de reporte corporativo, estratégia de mitigação climática e gestão de impactos ambientais, sendo amplamente consultada por gestores globais de ativos focados em finanças sustentáveis. ## Desafios estruturais de sustentabilidade no setor de telecomunicações O segmento de telecomunicações enfrenta uma transição operacional complexa, impulsionada pela expansão acelerada das redes de quinta geração (5G) e pelo crescimento exponencial no tráfego de dados. A infraestrutura de telecomunicações demanda elevada intensidade energética, distribuída entre centenas de milhares de estações rádio base (ERBs), centros de comutação e data centers de borda. Esse cenário pressiona as operadoras a redefinirem suas matrizes de suprimento elétrico e a desenharem estratégias de eficiência energética de larga escala para conter os custos operacionais (Opex) e frear a escalada de emissões de Escopo 2. Nesse ambiente operacional, a conformidade climática exige a migração de contratos para o ambiente de contratação livre e a estruturação de usinas de geração distribuída, com foco em fontes limpas como solar fotovoltaica, biogás e pequenas centrais hidrelétricas. O gerenciamento sistemático de emissões de carbono, base do ICO2 B3, impõe às empresas do setor o desafio de descarbonizar não apenas as operações diretas, mas também o Escopo 3, que envolve a fabricação de equipamentos de rede, a cadeia logística e o ciclo de vida dos aparelhos comercializados aos usuários finais. Paralelamente, a pauta da diversidade demográfica tem se consolidado como métrica de competitividade no ecossistema tecnológico. Historicamente marcado por desequilíbrios de gênero e raça nas funções ligadas à engenharia, computação e alta liderança, o setor passa por cobranças intensas de fundos institucionais para adotar metas transparentes de recrutamento, retenção e ascensão profissional de grupos sub-representados, exigência refletida na metodologia de ponderação do IDIVERSA B3. | Índice B3 | Escopo Metodológico | Dimensões Avaliadas | Relevância para Telecom | | :— | :— | :— | :— | | ISE B3 | Sustentabilidade global e governança | Ética, riscos, capital humano e governança | Assegura solidez em privacidade e segurança de rede | | ICO2 B3 | Eficiência na intensidade de carbono | Emissões brutas e maturidade de inventário | Impulsiona autoprodução de energia renovável | | IDIVERSA B3 | Equidade de gênero e representação racial | Liderança feminina e inclusão étnico-racial | Modifica a composição de quadros técnicos e executivos | ## Governança de riscos e conformidade cibernética como vetores de mercado A integração aos referenciais de governança da bolsa de valores brasileira ocorre sob crescente escrutínio regulatório da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de órgãos setoriais como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Para empresas de telecomunicações, as exigências de reporte transcendem parâmetros ambientais clássicos e alcançam a integridade dos sistemas digitais. A atuação em privacidade de clientes e segurança da informação, citada pela TIM como ponto forte de sua avaliação no ISE, reflete as obrigações impostas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o dever fiduciário de resguardar transações críticas de milhões de usuários. A robustez da governança corporativa atua como fator redutor do custo de capital em emissões de dívida. Companhias que comprovam conformidade com os índices da B3 acessam o mercado de capitais por meio de debêntures verdes e sustentáveis (sustainability-linked bonds) com spreads mais competitivos. A demonstração de controles rígidos de cibersegurança e mitigação de vulnerabilidades sistêmicas reduz o prêmio de risco exigido por credores e agências de rating, protegendo o valor de mercado diante de contingências regulatórias ou operacionais. Os avanços metodológicos das carteiras da B3 também demandam das organizações uma articulação transparente com toda a cadeia de suprimentos. Fornecedores de cabos ópticos, servidores e antenas passam a ser auditados sob critérios socioambientais, criando um efeito multiplicador que condiciona novos contratos corporativos à prestação de contas sobre pegada ecológica, combate ao trabalho degradante e planos de conformidade. * Metodologia auditada com base em questionários estruturados e verificação independente; * Acompanhamento contínuo da flutuação da intensidade de emissões em relação à receita líquida; * Estabelecimento de indicadores quantitativos de paridade salarial e progressão funcional de gênero e etnia; * Alinhamento estrito aos padrões do conselho de normas de sustentabilidade financeira internacional. ## Desdobramentos operacionais e horizonte de investimentos sustentáveis A manutenção de posições de destaque nas carteiras teóricas da B3 exige consistência na alocação de despesas de capital (Capex). As operadoras de telecomunicações precisam canalizar recursos para modernização de plataformas de software que otimizem o consumo de energia em horários de menor demanda de tráfego, além de aposentar progressivamente tecnologias legadas, como redes de segunda e terceira geração, cujos padrões de eficiência energética são inferiores aos do 5G. Especialistas do mercado de infraestrutura apontam que as metas associadas ao combate às mudanças climáticas demandarão ampliações na contratação de usinas solares dedicadas e o aperfeiçoamento da rastreabilidade da energia elétrica consumida. Em paralelo, a frente da acessibilidade técnica e econômica, outro ponto mencionado pela TIM em sua classificação no ISE, coloca o setor no centro dos programas de inclusão digital e expansão de cobertura em áreas rurais e periféricas, ampliando a capilaridade da conectividade como ferramenta de desenvolvimento social. No campo das relações com investidores, a simultaneidade no ISE, ICO2 e IDIVERSA protege a liquidez das ações ordinárias e preferenciais da operadora, uma vez que carteiras de fundos passivos, fundos soberanos e ETFs referenciados em critérios ESG direcionam aportes automáticos a ativos que integram esses agrupamentos específicos. A capacidade de reter tais certificações nos próximos ciclos dependerá da velocidade com que as metas plurianuais de redução de emissões e equidade interna forem cumpridas e reportadas ao mercado. ## Análise Brasil Inovador A convergência entre sustentabilidade climática, equidade corporativa e solidez de governança deixou de ser um diferencial de imagem para se consolidar como imperativo de sobrevivência financeira no mercado de telecomunicações. Em um segmento capital-intensivo, no qual o ciclo de vida dos ativos de infraestrutura atinge décadas, a demonstração de resiliência e planejamento perante riscos de transição ecológica e cibersegurança dita as condições de financiamento e atração de investimento institucional. A presença simultânea e restrita de poucas organizações nas três principais carteiras de sustentabilidade da B3 evidencia a complexidade de conciliar metodologias que cobram resultados tangíveis em frentes tão heterogêneas quanto a química atmosférica de emissões e as políticas internas de inclusão social. Operadoras que executam essa sincronização constroem barreiras de entrada contra a volatilidade do mercado, blindam a reputação de marca e se posicionam estrategicamente para liderar a oferta de soluções corporativas e digitais em uma economia pautada pela descarbonização.

Leilão para escolher nova concessionária da BR-163/230/MT/PA será nesta quinta (12)
B3 •

Leilão para escolher nova concessionária da BR-163/230/MT/PA será nesta quinta (12)

Processo competitivo envolve a alienação de 100% das ações da Via Brasil BR-163 e prevê mais de R$10 bilhões em investimentos, além de R$3,67 bilhões em custos operacionais; evento será realizada na Bolsa de Valores, em São Paulo Será realizada na próxima quinta-feira (12), na sede da B3 (antiga Bolsa de Valores), em São Paulo (SP), a partir das 14h, mais um leilão do setor de infraestrutura rodoviária no Brasil. Trata-se da sessão pública do Processo Competitivo nº 02/2026, que poderá definir quem ficará com o controle da concessionária Via Brasil BR-163, responsável pela administração de trechos das rodovias BR-163, em Mato Grosso e no Pará, e BR-230, no Pará. De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o projeto tem como objeto a venda de 100% das ações da concessionária. O processo prevê a assinatura de um termo aditivo ao contrato de concessão existente, com novos investimentos e obrigações voltados à modernização da infraestrutura e a melhoria das condições de operação e segurança da rodovia. Segundo a Agência, não se trata de uma nova concessão, mas da atualização de um contrato já existente, que continua sob responsabilidade da concessionária e dentro do modelo de concessão pública. A atual controladora também poderá participar do processo competitivo. Assim, a transferência do controle só ocorrerá se outra proponente vencer a disputa e cumprir as condições previstas no Edital. Caso a atual controladora seja a vencedora, permanecerá à frente da concessionária, devendo atender aos requisitos necessários para formalizar o novo termo aditivo com a ANTT. Por que isso? Para quem utiliza as rodovias, a principal informação é que o processo não representa a interrupção dos serviços. Caso uma nova empresa vença a disputa, ela assumirá o controle da concessionária, mantendo a responsabilidade pela execução do contrato, incluindo a operação, a manutenção, a conservação, o atendimento aos usuários e a realização dos investimentos previstos. A ANTT acompanhará a transição, conforme as regras estabelecidas no Edital, de modo a assegurar que a mudança de controle ocorra de forma organizada e sem prejuízo à continuidade dos serviços. Até que o trâmite seja concluído, a atual concessionária segue responsável pela operação e pelo cumprimento das obrigações contratuais. Reestruturação do contrato A revisão do contrato é resultado de um acordo firmado no âmbito do Tribunal de Contas da União (TCU), que buscou resolver os impasses da concessão, permitir a retomada das obras e garantir a continuidade dos serviços. O prazo original do contrato era de 10 anos, mas foi ampliado para 20 anos, considerando a necessidade de manter tarifas equilibradas, permitir a recuperação dos investimentos e viabilizar financeiramente o projeto. A projeção de tráfego também foi atualizada, considerando o histórico da concessionária até maio de 2025. Além disso, o estudo de demanda levou em conta os possíveis impactos das ferrovias previstas para a região, entre elas a Ferrogrão. Pelo acordo, caso sejam implantados trechos ferroviários concorrentes que não foram considerados nos estudos e que afetem o tráfego e a receita da concessão. Obras e melhorias previstas O contrato reestruturado prevê R$ 10,78 bilhões em investimentos (CAPEX) e R$ 3,67 bilhões em custos operacionais (OPEX). O prazo contratual é de 20 anos, de 2027 a 2046. Entre as intervenções previstas estão 245,80 quilômetros de duplicações, 118,23 quilômetros de faixas adicionais e 30,64 quilômetros de vias marginais. O projeto também contempla correções de traçado, melhorias em interseções e acessos, construção de passarelas, implantação de pontos de ônibus e passagens de fauna, além de intervenções em obras de arte especiais. Outro destaque são os 34,48 quilômetros de acessos portuários previstos como obras de melhoria no Pará: 14,75 km até o Porto de Itapacurá, na BR-230, e 19,73 km até o Porto de Santarenzinho, na BR-163. As intervenções buscam melhorar as condições de circulação e a fluidez da rodovia e contribuir para a redução de acidentes, beneficiando quem utiliza o corredor, incluindo o transporte de cargas. O projeto também prevê o Desconto Básico de Tag (DBT), aplicado a todas as categorias de veículos que utilizam a cobrança automática, e o Desconto para Usuários Frequentes (DUF), destinado aos veículos leves que passam com frequência pelas praças de pedágio, conforme as regras contratuais. Etapas do processo As propostas econômicas e as garantias de propostas deverão ser entregues em 9/11, das 9h às 16h, pela Plataforma de Leilões da B3. O critério de julgamento é o maior desconto sobre a tarifa básica de pedágio, conforme as condições estabelecidas no edital. A conclusão do processo e eventual transferência do controle dependem do cumprimento das etapas e condições previstas no edital, incluindo a análise dos documentos de qualificação e as aprovações necessárias. A ANTT seguirá acompanhando a concessão, com atuação na regulação e fiscalização do contrato, verificando o andamento das obras, o cumprimento das obrigações assumidas e a qualidade dos serviços oferecidos aos usuários.

Perguntas Frequentes sobre TAEE11

Qual é a cotação de TAEE11 hoje na B3?
A cotação de TAEE11 hoje está em R$ 40,33. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 39,59 e máxima de R$ 40,44.
Quanto a TAEE11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de TAEE11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de TAEE11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de TAEE11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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