HYPE3 Hypera S.A. – Cotação Hoje
Hypera S.A.
CNPJ: 02932074000191
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 6 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de HYPE3
O ativo HYPE3 (Hypera S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 24,58, acumulando uma variação de +0.86% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 19,88 e a máxima de R$ 27,51. A companhia está inserida no setor de Consumo Não Cíclico, atuando no segmento de Medicamentos e Outros Produtos. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 9.27x e P/VP de 1.19x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 5.94%.
Histórico de Cotação: HYPE3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 7.699,16 Mi | R$ 7.442,47 Mi | R$ 7.914,66 Mi | R$ 7.546,35 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 4.545,51 Mi | R$ 4.381,00 Mi | R$ 4.995,54 Mi | R$ 4.761,52 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 1.764,28 Mi | R$ 1.819,95 Mi | R$ 2.517,81 Mi | R$ 2.482,75 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 1.190,13 Mi | R$ 1.330,88 Mi | R$ 1.650,55 Mi | R$ 1.698,40 Mi |
Sobre a HYPE3
A Hypera S.A., listada na B3 sob o ticker HYPE3, é uma farmacêutica brasileira com foco em medicamentos de prescrição, isentos de prescrição e marcas de saúde. A companhia foi fundada em 2001 e, após reestruturações de portfólio, consolidou atuação prioritária no setor farmacêutico. O modelo de negócios combina desenvolvimento, produção, marketing e distribuição de produtos para diferentes classes terapêuticas, com presença forte em canais de varejo e prescrição médica. A empresa opera marcas consolidadas no mercado doméstico e mantém estrutura industrial e comercial em escala nacional. Nos últimos anos, a estratégia incluiu aquisições de portfólios e marcas para ampliar participação em categorias de maior rentabilidade, além de ganhos de eficiência fabril e logística. O foco permanece em expansão de receita por mix de produtos e execução comercial. No contexto do mercado brasileiro, a Hypera está entre as maiores companhias farmacêuticas de capital aberto do país, com exposição predominante ao consumo interno de medicamentos e produtos de saúde.
Outras Ações do Setor de Consumo Não Cíclico
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Vivara (VIVA3) afunda mais de 4% e lidera perdas do Ibovespa hoje; veja maiores altas e baixas
Seu navegador não suporta esse video. Para o economista-chefe da corretora, Dalton Gardimam, setembro deve trazer mudanças de posicionamento e oscilações O Ibovespa fechou em alta de 0,44% aos 187.422,92 pontos nesta terça-feira (22), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizar retomada de diálogo entre os Estados Unidos e o Irã. O grande destaque negativo do pregão foi a Vivara (VIVA3), que tombou 4,37%, enquanto a Hypera (HYPE3) liderou altas com avanço de 3,61%. Trump disse que uma delegação americana se reuniu com representantes do Irã à margem da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, e que um novo encontro deve ser marcado em breve. O republicano classificou a conversa, com duração de cerca de três horas, como “muito produtiva”. continua após a publicidade Os papéis da Vale (VALE3), que começaram o dia em queda, recuperaram-se ao longo do pregão e subiram 0,39% nesta tarde, mesmo com a baixa do minério de ferro. Os papéis da Petrobras (PETR3;PETR4), por sua vez, ignoraram a baixa do petróleo e subiram 0,61% nos ordinários e 0,73% nos preferenciais. “A queda do petróleo representa um potencial alívio sobre as expectativas de inflação e os custos de energia, embora também possa limitar o desempenho das ações de empresas produtoras, como a Petrobras Pela manhã, a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) veio sem grandes novidades em relação ao comunicado do comitê, destacando a necessidade de serenidade e cautela na condução da política monetária. continua após a publicidade Com relação aos próximos passos, a autoridade monetária deixou a “porta aberta”, segundo Felipe Rodrigo de Oliveira, economista-chefe da MAG Investimentos. “O Copom seguirá dependente dos dados para definir a evolução da taxa Selic”, afirma. “O conjunto dos acontecimentos deixou o mercado brasileiro dividido entre os sinais mais claros de desaceleração econômica, que podem abrir espaço para a continuidade do ciclo de flexibilização monetária, e os riscos fiscais, políticos e inflacionários que ainda limitam a previsibilidade dos próximos passos do Banco Central”, afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil. Investidores também acompanharam nesta terça-feira o discurso de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Assembleia Geral da ONU. O petista afirmou que “o Brasil não cabe no quintal de ninguém”, em referência às ações dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, sendo interrompido por aplausos logo em seguida. “Os mercados reagiram de forma tímida aos discursos na Assembleia Geral da ONU”, avalia Marcel Andrade, head de investments solutions da SulAmérica Investimentos. continua após a publicidade Em Nova York, os índices fecharam em sinais mistos: Nasdaq registrou ganhos de 0,45%, o S&P 500 encerrou estável e o Dow Jones recuou 0,36%. No mercado doméstico de câmbio, o dólar hoje fechou em queda de 0,11% cotado a R$ 5,1029. Maiores baixas do Ibovespa hoje Deslize para ver o conteúdo Vivara VIVA3 -4,37% R$ 22,78 Cury CURY3 -2,27% R$ 28,38 Natura NATU3 -2,14% R$ 7,78 continua após a publicidade Maiores altas do Ibovespa hoje Deslize para ver o conteúdo Hypera HYPE3 +3,61% R$ 24,99 Brava BRAV3 +2,82% R$ 17,89 Suzano SUZB3 +2,81% R$ 48,58 Ibovespa hoje ganhou fôlego com sinais de negociação entre EUA e Irã. Foto: Divulgação/B3
Redmi Note 17 Pro Max é um "tanque" de bateria, mas cobra o preço nas câmeras e desempenho
O Redmi Note 17 Pro Max parece ter sido criado com um objetivo muito específico: fazer o usuário esquecer onde deixou o carregador. A enorme bateria de silício-carbono, que chega a 9.210 mAh, é o grande argumento do celular e, nos testes, realmente entrega autonomia para mais de dois dias mesmo com uso pesado. A recarga de 100 W completa o pacote. Continua após a publicidade O problema é que o restante do aparelho não acompanha o mesmo nível de ambição. A tela AMOLED de 6,83 polegadas é excelente, a construção é bastante resistente e o HyperOS 3 traz recursos modernos, mas o Snapdragon 6 Gen 5 coloca o desempenho abaixo de alguns concorrentes da categoria. Prós e contras O Canaltech está no WhatsApp! Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia WhatsApp Continua após a publicidade Prós Contras Bateria enorme, com autonomia superior a dois dias Desempenho apenas intermediário Carregamento rápido de 100 W Câmera ultrawide de apenas 8 MP Tela AMOLED de 6,83" e 120 Hz Não há câmera teleobjetiva Gorilla Glass Victus 2 Câmeras abaixo do potencial de alguns rivais Alta resistência contra água, poeira e quedas HyperOS 3 tem bastante bloatware Até 512 GB de armazenamento Corpo grande e pesado Dolby Vision e HDR10+ Sem expansão por microSD Notas do Redmi Note 17 Pro Max Categoria Nota Tela 9/10 Bateria 10/10 Desempenho 7/10 Câmeras 7/10 Design 9/10 Para quem é o Redmi Note 17 Pro Max? Continua após a publicidade É indicado principalmente para quem coloca autonomia e resistência acima de desempenho e fotografia. O aparelho faz sentido para pessoas que passam muito tempo longe da tomada, viajam bastante, trabalham fora de casa ou simplesmente não querem carregar o celular todos os dias. A combinação de bateria gigantesca, carregamento de 100 W e construção reforçada torna o Redmi particularmente interessante nesse perfil. O teste de bateria prova que ele aguenta tranquilamente mais de dois dias de uso moderado, então não é apenas marketing. Por outro lado, quem procura desempenho de celular premium ou câmeras mais completas pode se frustrar. O Snapdragon 6 Gen 5 é mais modesto que alguns chips encontrados na mesma faixa, enquanto a câmera perdeu o sensor de 200 MP da geração anterior e continua sem teleobjetiva. 1 / 11 Redmi Note 17 Pro Max Ivo Meneghel Jr/ Canaltech Continua após a publicidade Quanto vale a pena pagar? O Redmi Note 17 Pro Max foi lançado pelo preço sugerido de R$ 6.999 na versão de 16 GB de RAM com 512 GB de armazenamento. Por mais que esse combo de specs seja alto, é um valor altíssimo por um celular intermediário. Considerando o conjunto completo, o mais justo a se pagar seria na casa dos R$ 3.000 (ainda que seja necessário sacrificar RAM e armazenamento). A lógica para comprar o Redmi não deve ser simplesmente “quero o celular mais completo”. A justificativa está na bateria, resistência e tela. Se esses atributos forem secundários para você, concorrentes com processadores mais fortes ou conjuntos fotográficos mais versáteis podem fazer mais sentido. Continua após a publicidade Por R$ 6.999, é possível comprar um celular top de linha. O Galaxy S25 Ultra, por exemplo, já pode ser encontrado na casa dos R$ 5.000 e entrega um pacote muito mais completo. Redmi Note 17 Pro Max é bom? Sim, mas ele é bom por motivos bastante específicos. O Note 17 Pro Max não tenta competir diretamente pelo melhor desempenho ou pela melhor câmera. Seu grande diferencial é combinar uma bateria excepcionalmente grande com uma construção resistente e tela AMOLED de alto nível. Continua após a publicidade A Xiaomi equipou o modelo com bateria de silício-carbono, carregamento de 100 W, proteção Gorilla Glass Victus 2 e certificações de resistência contra água e poeira. Essas são as principais virtudes desse celular. A bateria do Redmi Note 17 Pro Max dura quanto? Mais de dois dias em uso pesado é possível. Esse é, de longe, o aspecto mais impressionante do aparelho. O modelo anunciado nas Américas tem uma bateria de 9.210 mAh. Em nosso teste padronizado, o celular gastou apenas 13% de bateria em quatro horas de uso intenso. Nessas circunstâncias, ele levaria aproximadamente 28 horas para consumir toda sua carga em casos extremos. Continua após a publicidade Na prática, isso pode ser convertido em mais de dois dias entre recargas mesmo combinando navegação, streaming, fotografia e edição de fotos. Em um período de quatro dias praticamente em standby, o aparelho consumiu aproximadamente 20% da carga. Na prática, isso muda bastante a relação do usuário com o carregador. Em vez de pensar em autonomia de um dia, torna-se possível passar um fim de semana inteiro utilizando o aparelho sem precisar procurar uma tomada. O Redmi Note 17 Pro Max tem carregamento rápido? Continua após a publicidade Sim, são 100 W por cabo. O carregador consegue recuperar uma parcela significativa da bateria em poucos minutos, embora a capacidade gigantesca faça o processo completo demorar mais do que em celulares com baterias menores. O carregamento levou em média 25% em 15 minutos e 45% em 30 minutos, com carga completa levando pouco mais de uma hora. O resultado é importante porque 100 W não precisa ser interpretado apenas como velocidade de carga completa. Mesmo uma recarga curta durante o banho, almoço ou preparação para sair pode devolver uma quantidade considerável de energia. O aparelho também oferece carregamento reverso com fio de até 27 W, permitindo utilizar a bateria do Redmi como fonte de energia para outros dispositivos compatíveis. Continua após a publicidade A tela do Redmi Note 17 Pro Max é boa? Sim. A tela é um dos pontos fortes do aparelho. O painel AMOLED tem 6,83 polegadas, resolução de 1280 x 2772 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz. O aparelho também oferece HDR10+, Dolby Vision e ampla reprodução de cores. A Xiaomi anuncia brilho máximo de até 3.500 nits, embora os testes práticos encontrem números menores dependendo das condições e da metodologia utilizada. A tela é excelente para a categoria, com ótima nitidez, cores e brilho. Contudo, há uma ressalva na calibração: mesmo no modo padrão, as cores podem parecer mais vibrantes que o esperado. Continua após a publicidade No geral, é uma tela excelente para vídeos, jogos, redes sociais e leitura, mas usuários que trabalham com cores podem preferir ajustar manualmente o perfil de imagem. O Redmi Note 17 Pro Max é resistente? Sim, a resistência é outro grande diferencial. O aparelho utiliza Gorilla Glass Victus 2 na frente e conta com diferentes níveis de proteção contra água e poeira, incluindo certificações IP66, IP68 e IP69. A Xiaomi também afirma resistência a quedas de até 3 metros, além de testes relacionados à imersão em água – mas isso não significa que o celular seja indestrutível. As certificações não eliminam a possibilidade de danos físicos, mas colocam o Redmi Note 17 Pro Max em uma posição reforçada entre celulares intermediários. O Redmi Note 17 Pro Max é potente? Não é esse o foco do aparelho. O smartphone usa o Snapdragon 6 Gen 5, fabricado em 4 nm, acompanhado de até 12 GB de RAM e até 512 GB de armazenamento. No uso cotidiano, o desempenho é suficiente para aplicativos, redes sociais, vídeos e multitarefa. Entretanto, os testes apontam que o aparelho fica atrás de vários concorrentes da mesma faixa. Em jogos mais pesados, a situação fica mais evidente. Você até pode rodar alguns jogos pesados como Genshin Impact e Where Winds Meet, mas apenas com configurações gráficas medianas e sem a fluidez esperada para garantir um gameplay realmente dinâmico. O Redmi Note 17 Pro Max é bom para jogos? É adequado para jogos casuais e intermediários, mas não é voltado para alto desempenho. O Snapdragon 6 Gen 5 dá conta de títulos populares, mas não deve ser confundido com plataformas de categoria superior. Quem joga ocasionalmente encontrará desempenho suficiente. Já quem procura altas taxas de quadros, gráficos no máximo e estabilidade em jogos pesados encontra opções mais interessantes na mesma faixa, como a linha Poco X, por exemplo. Como são as câmeras do Redmi Note 17 Pro Max? As câmeras são o principal ponto sacrificado do aparelho. O conjunto traseiro tem uma câmera principal de 50 MP com abertura f/1.5 e estabilização óptica (OIS) acompanhada por uma ultrawide de 8 MP. Na frente, há uma câmera de 32 MP. A câmera principal consegue produzir boas fotos durante o dia, com detalhes, cores agradáveis e tons de pele naturais. O desempenho das cores é um dos aspectos positivos e o processamento também deixa fotos noturnas suficientemente decentes, apesar de não ser grande coisa. O problema está na versatilidade. Não existe câmera teleobjetiva e o sensor ultrawide de 8 MP representa uma queda considerável de qualidade em relação à câmera principal. Além disso, o processamento pode exagerar na nitidez e o HDR não é tão eficiente em situações de alto contraste. Em ambientes noturnos, o sensor também não consegue entregar o mesmo nível de detalhe de celulares mais caros. 1 / 8 Câmera principal Renato Moura Jr./Canaltech O Redmi Note 17 Pro Max tem zoom? Sim, mas não possui câmera teleobjetiva dedicada. O zoom é realizado principalmente por recorte da câmera principal. O resultado em 2x pode ser satisfatório em boas condições de iluminação. A partir daí, a qualidade cai rapidamente. Para quem gosta de fotografar objetos distantes, a ausência de uma lente teleobjetiva é uma limitação importante. Essa é uma diferença significativa em relação a celulares mais orientados à fotografia, o que reforça que o Redmi Note 17 Pro Max não é um deles. O Redmi Note 17 Pro Max grava em 4K? Sim. A câmera traseira pode gravar em 4K a 30 quadros por segundo, além de oferecer opções em 1080p. O recurso é útil, mas o conjunto não transforma o aparelho em uma ferramenta de vídeo avançada. Ainda assim, 1080p a 60 fps pode ser uma alternativa interessante pela fluidez, mas o ruído do vento fica bem evidente durante gravações externas. O HyperOS 3 é bom no Redmi Note 17 Pro Max? É funcional, mas pode incomodar quem prefere uma interface limpa. O aparelho roda Android 16 com HyperOS 3, trazendo recursos de personalização e ferramentas de inteligência artificial. O problema é a quantidade de aplicativos e notificações pré-instalados. O excesso de softwares da própria Xiaomi e de aplicativos de terceiros (que provavelmente nunca serão usados) é algo difícil de ignorar, além das notificações promocionais. Há recursos interessantes de edição por IA, incluindo remoção de objetos, expansão generativa e ajustes de céu. Porém, ferramentas mais complexas ainda podem produzir resultados artificiais, especialmente em áreas com bordas complicadas. O Redmi Note 17 Pro Max vale a pena? Vale principalmente se a prioridade for bateria e resistência. O aparelho entrega uma combinação pouco comum: bateria de 9.210 mAh, carregamento de 100 W, tela AMOLED de 120 Hz e construção reforçada. Por outro lado, ele não é a melhor escolha para quem quer câmeras versáteis, desempenho elevado ou software enxuto. O Snapdragon 6 Gen 5 é competente, mas não impressiona, enquanto o conjunto fotográfico traz uma redução importante em relação ao que a linha Redmi Note Pro+ vinha oferecendo. O Redmi Note 17 Pro Max é indicado para quem? Usuários que priorizam bateria: é o público mais beneficiado pelo aparelho. Viajantes: a autonomia reduz a necessidade de procurar tomadas durante o dia. Quem trabalha fora: a combinação de bateria e resistência favorece uso prolongado. Quem quer tela grande: o AMOLED de 6,83" é excelente para vídeos e consumo de conteúdo. Quem busca resistência: Gorilla Glass Victus 2 e as certificações contra água e poeira são diferenciais importantes. Quem deveria procurar outra opção? Quem coloca câmeras, zoom ou desempenho para jogos no topo da lista deve olhar para concorrentes com chips mais fortes e sistemas fotográficos mais completos. Modelos como Jovi V70 e Oppo Reno 16 são alternativas melhores para quem aceita abrir mão de parte da autonomia em troca de maior versatilidade fotográfica. Qual é o maior diferencial do Redmi Note 17 Pro Max? A bateria. A Xiaomi poderia ter usado o nome “Max” para indicar mais câmeras, mais desempenho ou uma tela ainda mais sofisticada. Em vez disso, transformou o termo em sinônimo de autonomia. A bateria de até 9.210 mAh, o carregamento de 100 W e a resistência elevada fazem do Redmi Note 17 Pro Max um celular bastante específico. Ele não tenta ser o intermediário mais rápido nem o melhor celular para fotografar. Ele quer ser aquele aparelho que continua funcionando quando os outros já estão procurando uma tomada.
Yduqs (YDUQ3) ganha força com alívio na curva de juros e CSN Mineração (CMIN3) é a pior ação da semana; confira os destaques do Ibovespa – Money Times
(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli) O Ibovespa (IBOV) interrompeu a sequência de três ganhos semanais consecutivos e registrou a primeira queda em setembro com decisões de política monetária, aumento dos riscos institucional e fiscal em foco. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O principal índice da bolsa brasileira acumulou queda de 1,06% na semana e encerrou a última sessão aos 185.229,17 pontos. Já o dólar à vista terminou a R$ 5,1442, com valorização de 0,37% no acumulado da semana. O que movimentou os mercados? Por aqui, a decisão de política monetária concentrou as atenções. Na quarta-feira (16), o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano, a quinta flexibilização dos juros e, mais uma vez, a decisão foi unânime. O corte também veio em linha com o esperado pelo mercado. Desta vez, o colegiado trouxe poucas novidades em comparação ao comunicado de agosto e, na avaliação do mercado, deixou a porta aberta para novos cortes. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Brasília também movimentou os mercados. Em meio à disputa presidencial acirrada, o reajuste do programa Bolsa Família pegou os investidores de surpresa. O governo anunciou, a 17 dias dos 1º turno das eleições, o reajuste de 15% do Bolsa Família, elevando o piso do programa de R$ 600 para R$ 691 por família. Com isso, a média dos benefícios deve sair de R$ 691 para R$ 777. Segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, o custo da medida é de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22 bilhões em 2027, que não estava previsto no Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) do próximo ano, enviada pelo governo ao Congresso em agosto. Os ruídos no Supremo Tribunal Federal (STF), com a relação entre integrantes da corte e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, além dos desdobramentos do envio de emendas parlamentares para financiar o filme “Dark Horse”, também ficaram no radar. “A discussão no STF fez um pouco preço, apesar de render bastante notícia ao longo da semana”, afirmou Rachel de Sá, estrategista de investimentos da XP. Exterior As decisões de política monetária também ditaram o rumos dos mercados internacionais. Nos Estados Unidos, o Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) elevou os juros em 25 pontos-base pela primeira vez desde julho de 2023, para a faixa de 3,75% a 4,00%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na coletiva de imprensa, o presidente do Fed, Kevin Warsh, manteve um tom ‘hawkish’ ao afirmar que a “inflação está muito alta e já está assim há muito tempo”. “Os índices de inflação deste verão não me indicam que as tendências subjacentes tenham melhorado significativamente”, acrescentou. Com o discurso mais duro contra a inflação, o mercado passou a precificar alta nos juros dos EUA em outubro e em dezembro. Na Europa, o Banco Central da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) manteve os juros inalterados em 3,75% ao ano, em uma decisão dividida. Já no Japão, , o Banco Central elevou a taxa para 1,25%, no maior nível em 31 anos, mas sem sinalização sobre os próximos passos – o que frustrou o mercado. Sobe e desce do Ibovespa CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE As ações do Yduqs (YDUQ3) lideraram os ganhos da semana. Na última sexta-feira (18), Bradesco BBI elevou o preço-alvo das ações da educacional para R$ 17 ao final de 2027 e reiterou a recomendação de compra com YDUQ3 sendo a top pick do setor. Para os analistas, o valuation da companhia segue bastante atrativo, em “bom momento” de resultados esperado para o segundo semestre e o forte potencial catalisador de um M&A com a Afya. Confira as maiores altas do Ibovespa entre 14 e 18 de setembro: CÓDIGO NOME VARIAÇÃO SEMANAL YDUQ3 Yduqs ON 6,96% VBBR3 VIBRA energia ON 5,57% VAMO3 Vamos ON 5,50% HYPE3 Hypera ON 4,57% ASAI3 Assaí ON 4,48% AURE3 Auren ON 4,31% CXSE3 Caixa Seguridade ON 4,14% TOTS3 Totvs ON 4,13% BBSE3 BB Seguridade ON 3,44% RADL3 RD Saúde ON 3,43% Fonte: B3 Já na ponta negativa do Ibovespa foi liderada por CSN Mineração (CMIN3), com pressão dos custos de frete para a China e dúvidas sobre a venda da divisão de cimentos da CSN. Veja as quedas da semana: CÓDIGO NOME VARIAÇÃO SEMANAL CMIN3 CSN Mineração ON -18,75% AZZA3 Azzas 2154 -12,96% CSNA3 CSN ON -12,16% MRVE3 MRV ON -8,89% CURY3 Cury ON -8,71% HAPV3 Hapvida ON -7,73% USIM5 Usiminas PNA -6,50% TEND3 Tenda ON -6,20% VALE3 Vale ON -6,18% BRAP4 Bradespar PN -5,94% Fonte: B3 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre HYPE3
Qual é a cotação de HYPE3 hoje na B3?
Quanto a HYPE3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de HYPE3?
O que significa o P/L e o P/VP de HYPE3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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