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Atualizado: 2026-09-23 13:21:24

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O câmbio de Dólar Americano/Real Brasileiro (USD/BRL) está cotado a R$ 5,1491 para compra e R$ 5,1491 para venda, registrando uma variação de +0.94% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 5,0897 e a máxima de R$ 5,1553.

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Apesar de incertezas globais, OCDE prevê solidez e crescimento da economia brasileira em 2026 e 2027
Notícias de Economia

Apesar de incertezas globais, OCDE prevê solidez e crescimento da economia brasileira em 2026 e 2027

A economia mundial vai resistir melhor do que o esperado às turbulências da guerra no Oriente Médio, graças aos subsídios públicos, aos preços da energia e ao dinamismo dos investimentos em inteligência artificial. Em relatório publicado nesta quarta-feira (23), a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) expressa um otimismo "relativo" para 2027 e também aponta que Brasil e México são os países da América Latina que melhor conseguem contornar as pressões geopolíticas. Resumo A OCDE elevou a previsão de crescimento global para 2,9% em 2026 e 3% em 2027, destacando a resiliência mundial frente à inflação e à guerra no Oriente Médio. Na América Latina, Brasil e México lideram com solidez, prevendo-se para a economia brasileira altas de 2% e 1,9%. Em contraste, a Argentina desacelera. O avanço da inteligência artificial impulsiona a economia, mas riscos persistem devido à volatilidade dos combustíveis e ao impacto do fenômeno El Niño sobre a produção agrícola. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico elevou em 0,1 ponto, a 2,9%, sua projeção de crescimento mundial para 2026 em seu relatório trimestral sobre a economia global. O resultado representa uma desaceleração na comparação com o ano passado (+3,4%), atribuída ao encarecimento da energia e aos preços mais elevados, que afetam o poder de compra. "O crescimento econômico mundial desacelerou, mas permaneceu resiliente", afirma a OCDE. Como fatores de resistência, a instituição, que tem sede em Paris, menciona "as medidas discricionárias de apoio governamental, o uso parcial de produtos substitutos (como o carvão), o aumento da oferta não procedente das economias do Golfo e as retiradas das reservas de petróleo. Também cita, de forma destacada, "o dinamismo persistente das atividades relacionadas à inteligência artificial". O crescimento deve alcançar 3% em 2027 (-0,1 ponto), graças a uma redução gradual dos preços dos combustíveis e a uma queda da inflação. Segundo o relatório, este último indicador vai desacelerar, impulsionado em particular por um aumento das taxas de juros de referência por parte de vários bancos centrais, entre eles o Banco Central Europeu na zona do euro e o Federal Reserve dos Estados Unidos (Fed). Perspectivas de crescimento ao Brasil e México Na América Latina, a OCDE destaca o desempenho das duas principais economias latino-americanas, o México e o Brasil. Segundo o relatório, na região, os países são os que estão em melhor situação e obtêm sucesso ao contornar as turbulências mundiais. O México lidera a melhora das perspectivas regionais, com crescimento de 1,5% (+0,7 ponto) em 2026 e 1,8% (estável) em 2027. Já o Brasil permanecerá relativamente sólido neste ano (2%, +0,4 ponto) e no próximo (1,9%, -0,2 ponto). Por outro lado, a Argentina vai perder fôlego, após o crescimento de 4,5% em 2025. A organização reduziu suas perspectivas para este ano a 2,6% (-0,2 ponto). Em 2027, o país deve avançar 3,0% (-0,5 ponto). Ao mesmo tempo, a organização espera uma "desinflação maior na Argentina", a 30,8% neste ano, "apesar dos obstáculos impostos pelos custos de energia e fertilizantes". Outro ponto destacado no relatório é o El Niño, com o qual as economias da América Latina podem ser castigadas. Segundo especialistas, este episódio do fenômeno será o mais intenso já registrado, e deve atingir o ponto máximo no fim do ano, com possíveis efeitos até 2027. "Isto, somado a certas interrupções persistentes no fornecimento de fertilizantes provenientes do Golfo, pode ampliar as pressões de alta previstas sobre os preços dos alimentos", adverte a OCDE. De uma forma global, os efeitos do El Niño poderão reduzir "a produção agrícola nas economias mais expostas da América Latina, da África e da região Ásia-Pacífico", afirmou a organização. Guerra no Oriente Médio ditará ritmo da economia mundial As perspectivas mundiais continuam dependendo da evolução da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, iniciada no fim de fevereiro. O conflito afetou o fornecimento de petróleo e gás, sobretudo devido ao bloqueio, por parte de Teerã, do Estreito de Ormuz, estratégico para o transporte de combustíveis. O barril de petróleo voltou a ser negociado abaixo dos US$ 100 dólares nesta semana, com a esperança de avanços diplomáticos enquanto os líderes mundiais se reúnem na Assembleia Geral da ONU em Nova York. No atual contexto, a OCDE também aumentou as previsões para os Estados Unidos (+2,2% em 2026 e +2,1% em 2027), enquanto prevê que a China registrará uma desaceleração, a 4,5% neste ano e com crescimento de 4,2% em 2027. Segundo o relatório, a zona do euro permanecerá firme em 2026 (1%, +0,2 ponto), impulsionada especialmente pela Alemanha (1,1%, +0,4 ponto). A previsão para a França foi reduzida para 0,4% em 2026 (-0,3 ponto). RFI com AFP

Cimeira Trump-Xi: Porque é que está tanto em jogo para a Europa?
Europa

Cimeira Trump-Xi: Porque é que está tanto em jogo para a Europa?

O presidente chinês Xi Jinping aterra esta quarta-feira nos Estados Unidos para uma cimeira de três dias com o presidente norte-americano Donald Trump e os europeus acompanham de perto quaisquer decisões que possam afetar diretamente os seus interesses económicos. PUBLICIDADE PUBLICIDADE O terceiro encontro entre Trump e Xi em menos de um ano deverá abordar temas que vão do comércio à inteligência artificial e às terras raras. As duas partes acordaram uma trégua comercial em outubro de 2025, após semanas de tensão comercial, e os dois líderes voltaram a reunir-se em Pequim em maio passado. Entretanto, a UE iniciou em junho negociações cruciais com Pequim para reduzir o seu défice comercial diário de mil milhões de euros, fixando para outubro um prazo apertado para obter progressos concretos. Desde a cimeira China-EUA do ano passado, eclodiu a guerra no Irão, os preços da energia dispararam e aumentou a pressão sobre o presidente norte-americano antes das eleições intercalares de novembro. Do lado chinês, as exportações para os EUA cresceram 34,4% em apenas um ano, alargando o excedente comercial da China para cerca de 29,2 mil milhões de dólares, segundo dados chineses. “Xi Jinping chega a Washington em posição de força, mesmo em solo norte-americano”, afirmou Alicia García Herrero, especialista do think tank Bruegel, sediado em Bruxelas. Vários dossiês em cima da mesa para Xi e Trump dizem respeito diretamente à UE. O que podem então os europeus esperar da cimeira entre os Estados Unidos e a China? Cortes tarifários A trégua comercial, que expira a 10 de novembro, estará em discussão, um ano depois de ter posto fim a uma guerra comercial entre os dois países, com tarifas recíprocas superiores a 100%. Para os europeus, as tarifas norte-americanas sobre produtos chineses são sempre um mau sinal, porque desviam exportações chinesas para o mercado da UE. Mesmo assim, a cimeira desta semana pode conduzir a alguma estabilização nas relações entre Washington e Pequim. Segundo o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, a China e os Estados Unidos vão fazer “alguns anúncios sobre agricultura e barreiras não pautais”. Espera-se também uma redução mútua de tarifas que abrangerá 30 mil milhões de dólares em bens. “O que esperamos é que Trump consiga uma espécie de vitória que possa apresentar nas eleições intercalares e que a China se limite a ganhar algum tempo para reforçar a sua base industrial”, disse à Euronews Ivano di Carlo, especialista do European Policy Centre (EPC). Europa pressionada pelas terras raras A trégua comercial abrangeu também as exportações de terras raras. Durante a guerra comercial do ano passado, Pequim tinha bloqueado as exportações mundiais destes materiais estratégicos, essenciais para a indústria europeia e cuja produção e processamento monopoliza. A questão foi levantada na semana passada pelo comissário europeu para o Comércio, Maroš Šefčovič, durante uma videoconferência com o seu homólogo chinês, Wang Wentao. Mas Washington dispõe de um poder de negociação muito maior do que Bruxelas quando se trata de garantir acesso a estes materiais, sublinhou García Herrero à Euronews. “Os Estados Unidos vão negociar pela Europa e a Europa terá de pagar um preço por isso”, afirmou García Herrero. Europa ausente na inteligência artificial Espera-se também que as duas potências discutam a inteligência artificial, numa altura em que se multiplicam os apelos a salvaguardas internacionais. Há duas semanas, Jacob Coxon, que trabalhou como investigador nos dois gigantes da IA OpenAI e Anthropic, afirmou na rede X que ambas as empresas estão “a jogar com as nossas vidas” e que as pessoas que desenvolvem IA “acreditam seriamente que ela pode matar-nos a todos até ao final da década”, alimentando preocupações globais em torno desta tecnologia. Foram igualmente relatados vários incidentes durante o verão, incluindo agentes da OpenAI que invadiram a plataforma da empresa rival de IA Hugging Face. China e Estados Unidos têm manifestado preocupação com os riscos associados ao desenvolvimento da IA, mas estão também presos numa competição tecnológica cada vez mais intensa. No domingo, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, discutiram uma proposta de “linha direta sobre IA”, que funcionaria como “mecanismo de notificação” entre Washington e Pequim para alertar a outra parte quando um incidente de IA se tornar suficientemente grave para ameaçar a segurança nacional. “Este diálogo sobre IA, que vai passar a funcionar como um botão vermelho da corrida nuclear, é exclusivo dos Estados Unidos e da China”, declarou García Herrero. “Deixa, por isso, a Europa praticamente inexistente enquanto polo.” Segundo a especialista, a cimeira vai “confirmar a natureza G20 do mundo”.

Nubank enfrenta Revolut na tentativa de conquistar o mercado bancário dos EUA
UOL - Notícias

Nubank enfrenta Revolut na tentativa de conquistar o mercado bancário dos EUA

Nova York e São Paulo O brasileiro Nubank e a britânica Revolut, os bancos digitais de maior valor de mercado do mundo, estão travando uma batalha em seus planos de expansão para o acirrado mercado dos Estados Unidos. As duas empresas obtiveram neste ano aprovação condicional para licenças bancárias nos EUA, e o Nubank lançou oficialmente sua oferta por lá neste mês. A Revolut tem presença limitada no país, e pretende ampliá-la assim que estiver plenamente regulamentada como banco. As duas fintechs estão aproveitando uma janela regulatória excepcionalmente permissiva nos EUA para deixar sua marca. As apostas também são altas porque as expectativas de sucesso de longo prazo no país sustentam suas elevadas avaliações de mercado. Publicidade A Revolut, em particular, precisa avançar entre os consumidores americanos nos próximos anos para continuar justificando sua avaliação de mercado atual, de aproximadamente US$ 115 bilhões (R$ 588,3 bilhões), antes de uma abertura de capital planejada para 2028. No último dia 10, Nubank promoveu evento em Miami para lançar conta nos EUA e conta global - Divulgação - 10.set.26/Nubank "Os EUA são o maior prêmio. Se você conquistar os EUA, é algo maior do que toda a Europa", disse Nigel Morris, cofundador da Capital One e diretor da empresa de capital de risco QED, investidora do Nubank. Publicidade Mas ganhar espaço no setor bancário americano não é fácil. O mercado é regido por uma complexa teia de regulamentações estaduais e federais e reúne milhares de instituições financeiras —de bancos comunitários que têm vínculos profundos com os mercados locais a gigantes de Wall Street com trilhões de dólares em depósitos, além de grandes operadoras de cartões de crédito com enormes volumes de dados de clientes. Algumas tentativas de outras fintechs de entrar nos EUA não deram certo. No início deste ano, o banco digital britânico Monzo afirmou que recuaria para se concentrar na expansão na Europa. DESAFIANDO GIGANTES Revolut e Nubank se tornaram marcas conhecidas em seus países de origem ao desafiar concorrentes consolidados. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões Fundado originalmente em 2013 como um cartão de crédito operado por aplicativo e sem cobrança de mensalidade, o Nubank, avaliado em US$ 67 bilhões (R$ 342,7 bilhões), tem hoje mais clientes do que qualquer instituição financeira privada do Brasil. Desde então, o grupo sediado em São Paulo expandiu-se para México e Colômbia e soma mais de 135 milhões de clientes. Publicidade Com 80 milhões de clientes em 40 países, a Revolut, sediada em Londres, é a startup mais valiosa da Europa. A empresa também obteve licenças bancárias no Reino Unido e na França, o que lhe permite ampliar a concessão de crédito e competir com instituições tradicionais. O Nubank patrocinou o estádio de futebol de Miami, rebatizando-o de Nu Stadium, e patrocina o Inter Miami, time do astro argentino Lionel Messi. Apoiado por Berkshire Hathaway, Sequoia e Tiger Global e com ações listadas nos EUA desde 2021, o Nubank há muito tempo está de olho no mercado americano. Seu fundador, David Vélez, disse ao FT que o modelo de negócios da empresa era uma "tese global", e não algo limitado à América Latina. Assim como outras instituições financeiras digitais, o Nubank afirma que a ausência de agências físicas lhe permite reduzir os custos para os clientes. Nik Storonsky, CEO da Revolut, indicou preferência pelos EUA como local para a abertura de capital, ao mesmo tempo que considera uma listagem dupla em Londres. Publicidade "É um mercado extremamente importante para a Revolut, e estamos definitivamente comprometidos em ser bem-sucedidos aqui", disse ao FT Cetin Duransoy, CEO da Revolut nos EUA. MERCADO COMPETITIVO Embora a recompensa para as fintechs possa ser grande, o mercado bancário dos EUA demonstra sinais de saturação, com mais de 4 mil bancos e cooperativas de crédito. Na última década, a Revolut conquistou clientes europeus com pagamentos digitais baratos e transações internacionais. Esse modelo é mais difícil de reproduzir nos EUA, onde viagens internacionais são menos frequentes e os clientes são fiéis às operadoras de cartão de crédito e a seus programas de pontos. "É um mercado extremamente difícil de conquistar... O pagamento instantâneo da Revolut já foi uma vantagem, mas hoje nem tanto", disse John Cronin, diretor da SeaPoint Insights, empresa independente de pesquisa financeira. Duransoy reconheceu que os EUA eram um mercado "extremamente bem atendido". Mas acrescentou: "Nosso principal produto será o que fez da Revolut a Revolut, voltado para qualquer pessoa que precise lidar com várias moedas em sua vida". A empresa planeja inicialmente buscar clientes que trabalham ou estudam no exterior, um nicho de mercado. O Nubank tem como alvo clientes semelhantes com uma "conta global", além de sua conta nos EUA. A primeira é regulamentada na Suíça e permite que pessoas de 35 países enviem e gastem dinheiro em todo o mundo usando stablecoins lastreadas em dólar e euro. Publicidade O banco brasileiro planeja aproveitar sua experiência com crédito ao consumidor nos EUA. Essa área sustentou seu crescimento e sua rentabilidade, com o lucro líquido trimestral superando US$ 1 bilhão (R$ 5,11 bilhões) pela primeira vez neste ano. Cristina Junqueira, CEO do Nubank nos EUA e cofundadora da empresa, disse que o mercado de cartões de crédito era "extremamente saturado" para pessoas de alta renda, mas que havia "pouquíssimas opções" para as menos abastadas. O Nubank pagará aos clientes dos EUA rendimento de 3,5% sobre o saldo de suas contas-correntes, percentual que será elevado para 4,5% para aqueles que usarem o cartão de crédito. Bancos americanos raramente pagam juros sobre saldos de contas-correntes. Ao contrário do Nubank, a Revolut tem experiência limitada com crédito, além de testes com pequenos empréstimos e financiamentos imobiliários na Lituânia. Isso poderia levar a "tropeços" antes de sua abertura de capital, disse Cronin. "Não há experiência sólida na concessão de crédito." Duransoy, da Revolut, disse ao FT que a empresa lançaria contas-correntes, contas de poupança e produtos de crédito, incluindo empréstimos parcelados e cartões, durante um período inicial de três anos de supervisão rigorosa dos órgãos reguladores. O banco também planeja lançar contas e empréstimos empresariais. Com o tempo, pretende avançar para o financiamento imobiliário. Publicidade As duas empresas estão de olho no corredor de remessas de US$ 160 bilhões (R$ 818,5 bilhões) entre os EUA e a América Latina, que cresce rapidamente. O Nubank, cuja sede nos EUA fica em Miami, poderia se beneficiar do reconhecimento de sua marca entre os latino-americanos. Ambas afirmam estar concentradas em testar o mercado para se adaptar à demanda dos consumidores, em vez de tentar atrair clientes com uma grande ofensiva de marketing. "Não espero um grande impacto imediato", disse Morris, que acredita que as duas empresas ganharão ritmo nos próximos dois ou três anos. "Elas levarão muito tempo para decifrar o código."

Perguntas Frequentes sobre Câmbio (USD/BRL)

Qual é a cotação de Dólar Americano/Real Brasileiro hoje?
A cotação de Dólar Americano/Real Brasileiro está em R$ 5.1491 para compra (bid) e R$ 5.1491 para venda (ask), com variação de +0.94% no dia.
Qual a diferença entre preço de compra (bid) e de venda (ask)?
O preço de compra (bid) é o valor pelo qual o mercado compra a moeda de você, enquanto o preço de venda (ask) é quanto você paga para adquiri-la. A diferença entre os dois valores é o spread cambial praticado pelas instituições.
Qual foi a cotação máxima e mínima de USD/BRL hoje?
Ao longo do dia, o câmbio oscilou entre a mínima de R$ 5.0897 e a máxima de R$ 5.1553.
Onde acompanhar a cotação de moedas e câmbio em tempo real?
No Cotações Hoje você acompanha cotações em tempo real de Dólar, Euro, Libra Esterlina, Iene, Peso Argentino e mais de 20 moedas internacionais atualizadas continuamente.
Aviso Legal sobre Câmbio: As cotações de câmbio são fornecidas para fins informativos e representam taxas de referência do mercado comercial (interbancário). Taxas para compra em casas de câmbio (turismo), transferências internacionais ou cartões de crédito podem incluir spread, IOF e outras tarifas operacionais.