GRND3 Grendene S.A. – Cotação Hoje
Grendene S.A.
CNPJ: 89850341000160
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 11 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de GRND3
O ativo GRND3 (Grendene S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 3,77, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,40 e a máxima de R$ 5,68. A companhia está inserida no setor de Consumo e Varejo, atuando no segmento de Calçados. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 5.87x e P/VP de 1.06x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 33.59%.
Histórico de Cotação: GRND3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 2.584,34 Mi | R$ 2.628,58 Mi | R$ 2.433,61 Mi | R$ 2.512,66 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 1.169,08 Mi | R$ 1.241,07 Mi | R$ 1.083,68 Mi | R$ 1.007,76 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 324,89 Mi | R$ 557,56 Mi | R$ 274,93 Mi | R$ 239,12 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 644,81 Mi | R$ 735,24 Mi | R$ 557,67 Mi | R$ 568,03 Mi |
Sobre a GRND3
Grendene S.A. é o maior fabricante de calçados do mundo, com operações especializadas na produção de sandálias e calçados em geral. Fundada em 1971 pelos irmãos Alexandre e Pedro Grendene Bartelle, a empresa começou produzindo peças de plástico e evoluiu para se tornar uma potência global no setor calçadista. A Grendene possui um modelo de negócio totalmente integrado, operando cinco unidades industriais com dez fábricas de calçados com capacidade de produzir 250 milhões de pares de sapatos por ano, além de plantas de produção de PVC e moldes. A companhia é proprietária de marcas renomadas como Melissa, Grendha, Zaxy, Rider, Cartago, Ipanema, Pega Forte, Grendene Kids e Zizou, com presença em mais de 100 países. Suas operações estão distribuídas entre Ceará (Sobral, Fortaleza e Crato) e Rio Grande do Sul (Farroupilha), com distribuição logística própria atendendo varejistas tradicionais e não-tradicionais em todo o Brasil e mercados de exportação.
Outras Ações do Setor de Consumo e Varejo
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São Paulo (SP) A pouco mais de duas semanas do primeiro turno das eleições 2026, os partidos dos dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas eleitorais lideram as doações de campanha privadas, vindas de pessoas físicas. Candidatos do PL, de Flávio Bolsonaro, receberam os maiores valores: R$ 49,2 milhões de 4.602 doadores. Já o PT, de Lula, agrega mais doações em quantidade: 7.251 doadores diferentes, que somam R$ 34,6 milhões. A análise da Folha considera as prestações de contas entregues ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até a última terça-feira (15), prazo da prestação parcial. Os candidatos podem arrecadar verba até o dia da eleição. Toalhas com propagandas dos candidatos Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), candidatos tecnicamente empatados nas pesquisas - SERGIO LIMA/AFP Quatro partidos concentram metade de todas as doações por pessoas físicas. Além de PL e PT, o PSD arrecadou R$ 36,4 milhões e o MDB, R$ 29,8 milhões. Até o momento, as 48.260 doações de pessoas físicas aos candidatos totalizaram R$ 299,6 milhões, 6% da receita arrecadada para as eleições 2026. A maior parte do financiamento das campanhas (90%) vem do dinheiro público transferido pelos partidos, seja pelo fundo eleitoral ou partidário, que somam R$ 4,8 bilhões. A Folha mostrou que metade do dinheiro público destinado ao cargo de deputado federal se concentra em 7% dos candidatos. Entre os outros recursos disponíveis para os candidatos estão o financiamento coletivo pela internet e o financiamento próprio. Além disso, há R$ 74,9 milhões de origem privada que foram doados aos partidos em vez de diretamente aos candidatos, prática que, como mostrou a Folha, vem sendo adotada para ocultar o elo eleitoral. Desde que as doações empresariais foram proibidas, em 2015, interessados em doar devem fazer o repasse como pessoas físicas. A lei permite que os valores das doações sejam de até 10% do rendimento bruto obtido pelo doador no ano anterior à eleição —a exceção é para a doação de bens móveis ou imóveis de sua propriedade no valor de até R$ 40 mil. As pessoas físicas podem doar recursos financeiros ou bens e serviços estimáveis em dinheiro. Ao aplicar a divisão do GPS Partidário, metodologia da Folha que situa os partidos brasileiros da esquerda à direita, o maior montante das doações diretas de pessoas físicas é destinado a candidatos da direita: R$ 153,9 milhões, que representam metade de todo recurso (51,4%). Na sequência vêm os candidatos de partidos de centro, com R$ 78,9 milhões (26,4%), e por último estão os candidatos de esquerda, com R$ 66,8 milhões (22,3%). Quem são os doadores Os doadores individuais têm perfis muito diferentes, indo de centavos a doações milionárias, apoiando apenas um ou vários candidatos de espectros políticos diferentes. Entre os 41.712 CPFs únicos que aparecem nas doações, 490 pessoas doaram mais de R$ 100 mil aos candidatos. O maior doador é o empresário Alexandre Grendene Bartelle, cofundador da calçadista Grendene. Ele repassou R$ 3,6 milhões para quatro postulantes, indo da direita (PDT, PL, PSDB) à esquerda (PSB). O segundo nome da lista é o irmão gêmeo de Alexandre, o também empresário Pedro Grendene Bartelle. Ele apoiou seis candidatos, totalizando uma doação de R$ 2,4 milhões que abarcou nomes de partidos de diferentes espectros: PL, PSB, PSD, PSDB e PT. Segundo a análise, 44% das pessoas físicas que doaram para mais de um candidato optaram por financiar candidaturas que seguem o mesmo espectro político. É o caso da empresária do setor de alimentos Maria Consuelo Saraiva Leão Dias Branco. Ela doou R$ 2,1 milhões para dois candidatos: um do PSB e outro do PT. Esta eleição contou, até o final do fechamento parcial de prestação de contas, com 234 doações que enviaram de R$ 0,01 a R$ 0,99 para os candidatos. Outras 229 foram de R$ 1. Vaquinhas Os financiamentos coletivos, ou "vaquinhas virtuais", arrecadaram R$ 12,2 milhões para 959 candidatos que disputam todos os cargos disponíveis. Esse modelo, autorizado pelo TSE, funciona em parceria com plataformas digitais que recebem doações individuais de apoiadores e, posteriormente, identificam os doadores à Justiça Eleitoral, com registro individual de valores, datas e formas de pagamento. O candidato que mais se beneficiou dessa forma de apoio de campanha foi o presidenciável Renan Santos (Missão), fundador do MBL (Movimento Brasil Livre). Ele arrecadou R$ 1,92 milhão com sete vaquinhas diferentes que reuniram 36.364 doações únicas. O segundo da lista é Marcel van Hattem (Novo), candidato ao senado pelo Rio Grande do Sul, que recebeu R$ 703 mil em uma vaquinha com 14.000 doações. O terceiro colocado e maior representante da esquerda é o historiador Jones Manoel (PSOL-PE). O candidato à Câmara dos Deputados, que tem forte presença nas redes sociais, alcançou R$ 545 mil com a vaquinha de 13.680 contribuições. Recursos próprios Segundo a análise, 3.827 candidatos usaram recursos próprios para financiar suas campanhas eleitorais, totalizando um investimento de R$ 85,2 milhões. O autofinanciamento de campanha —quando o próprio candidato arca com as despesas— é permitido pela Justiça Eleitoral, desde que a quantia investida respeite o limite correspondente a 10% do teto de gasto estabelecido para cada tipo de cargo em disputa. Quem declarou a maior quantia de recursos próprios foi o candidato ao governo de Santa Catarina Gelson Merísio (PSB), com R$ 1 milhão. Essa foi, inclusive, a única fonte de recurso apresentada pelo candidato, que não declarou repasse do partido ou outras categorias. Em 355 campanhas, os recursos dos candidatos representam 100% da renda alcançada. Entre eles estão cinco candidatos a governador, nove a senador, 78 a deputado federal e 263 a deputados estaduais e distritais. Entre os presidenciáveis, o candidato Wilson Grassi (Democrata) também tem quase toda a campanha financiada com recursos próprios. Além dos R$ 565 mil do próprio bolso, declarou apenas mais uma doação pessoa física de R$ 150.
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Até o momento, as 48.260 doações de pessoas físicas aos candidatos totalizaram R$ 299,6 milhões, 6% da receita arrecadada para as eleições 2026. A maior parte do financiamento das campanhas (90%) vem do dinheiro público transferido pelos partidos, seja pelo fundo eleitoral ou partidário, que somam R$ 4,8 bilhões. A Folha mostrou que metade do dinheiro público destinado ao cargo de deputado federal se concentra em 7% dos candidatos. Entre os outros recursos disponíveis para os candidatos estão o financiamento coletivo pela internet e o financiamento próprio. Além disso, há R$ 74,9 milhões de origem privada que foram doados aos partidos em vez de diretamente aos candidatos, prática que, como mostrou a Folha, vem sendo adotada para ocultar o elo eleitoral. Desde que as doações empresariais foram proibidas, em 2015, interessados em doar devem fazer o repasse como pessoas físicas. A lei permite que os valores das doações sejam de até 10% do rendimento bruto obtido pelo doador no ano anterior à eleição —a exceção é para a doação de bens móveis ou imóveis de sua propriedade no valor de até R$ 40 mil. As pessoas físicas podem doar recursos financeiros ou bens e serviços estimáveis em dinheiro. Ao aplicar a divisão do GPS Partidário, metodologia da Folha que situa os partidos brasileiros da esquerda à direita, o maior montante das doações diretas de pessoas físicas é destinado a candidatos da direita: R$ 153,9 milhões, que representam metade de todo recurso (51,4%). Na sequência vêm os candidatos de partidos de centro, com R$ 78,9 milhões (26,4%), e por último estão os candidatos de esquerda, com R$ 66,8 milhões (22,3%). Quem são os doadores Os doadores individuais têm perfis muito diferentes, indo de centavos a doações milionárias, apoiando apenas um ou vários candidatos de espectros políticos diferentes. Entre os 41.712 CPFs únicos que aparecem nas doações, 490 pessoas doaram mais de R$ 100 mil aos candidatos. O maior doador é o empresário Alexandre Grendene Bartelle, cofundador da calçadista Grendene. Ele repassou R$ 3,6 milhões para quatro postulantes, indo da direita (PDT, PL, PSDB) à esquerda (PSB). O segundo nome da lista é o irmão gêmeo de Alexandre, o também empresário Pedro Grendene Bartelle. Ele apoiou seis candidatos, totalizando uma doação de R$ 2,4 milhões que abarcou nomes de partidos de diferentes espectros: PL, PSB, PSD, PSDB e PT. Segundo a análise, 44% das pessoas físicas que doaram para mais de um candidato optaram por financiar candidaturas que seguem o mesmo espectro político. É o caso da empresária do setor de alimentos Maria Consuelo Saraiva Leão Dias Branco. Ela doou R$ 2,1 milhões para dois candidatos: um do PSB e outro do PT. Esta eleição contou, até o final do fechamento parcial de prestação de contas, com 234 doações que enviaram de R$ 0,01 a R$ 0,99 para os candidatos. Outras 229 foram de R$ 1. Vaquinhas Os financiamentos coletivos, ou "vaquinhas virtuais", arrecadaram R$ 12,2 milhões para 959 candidatos que disputam todos os cargos disponíveis. Esse modelo, autorizado pelo TSE, funciona em parceria com plataformas digitais que recebem doações individuais de apoiadores e, posteriormente, identificam os doadores à Justiça Eleitoral, com registro individual de valores, datas e formas de pagamento. O candidato que mais se beneficiou dessa forma de apoio de campanha foi o presidenciável Renan Santos (Missão), fundador do MBL (Movimento Brasil Livre). Ele arrecadou R$ 1,92 milhão com sete vaquinhas diferentes que reuniram 36.364 doações únicas. O segundo da lista é Marcel van Hattem (Novo), candidato ao senado pelo Rio Grande do Sul, que recebeu R$ 703 mil em uma vaquinha com 14.000 doações. O terceiro colocado e maior representante da esquerda é o historiador Jones Manoel (PSOL-PE). O candidato à Câmara dos Deputados, que tem forte presença nas redes sociais, alcançou R$ 545 mil com a vaquinha de 13.680 contribuições. Recursos próprios Segundo a análise, 3.827 candidatos usaram recursos próprios para financiar suas campanhas eleitorais, totalizando um investimento de R$ 85,2 milhões. O autofinanciamento de campanha —quando o próprio candidato arca com as despesas— é permitido pela Justiça Eleitoral, desde que a quantia investida respeite o limite correspondente a 10% do teto de gasto estabelecido para cada tipo de cargo em disputa. Quem declarou a maior quantia de recursos próprios foi o candidato ao governo de Santa Catarina Gelson Merísio (PSB), com R$ 1 milhão. Essa foi, inclusive, a única fonte de recurso apresentada pelo candidato, que não declarou repasse do partido ou outras categorias. 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13 ações pagam dividendos acima do CDI após novo corte na Selic; veja quais
Levantamento com dados da Economatica mostra, no entanto, que nove das treze pagadoras acima do CDI destruíram capital do investidor nos últimos 12 meses Publicidade O Copom reduziu a Selic para 13,75% ao ano nesta quarta-feira (16), em mais um corte do ciclo iniciado em março. Com o CDI em torno de 13,60%, treze ações da bolsa brasileira ainda oferecem dividend yield (retorno apenas com proventos) acima da renda fixa, segundo dados da Economatica. O problema é que, na maioria delas, o dividendo generoso não compensou a queda da cotação. Nove das treze entregaram retorno total negativo no período, considerando dividendos e variação do preço. Ou seja, quem comprou há um ano recebeu os proventos e mesmo assim saiu perdendo. O estudo considerou papéis do Ibovespa, do Índice de Dividendos (Idiv) e do IBrX 100, com o DY calculado sobre a cotação atual a partir dos proventos distribuídos nos últimos 12 meses. A projeção só se sustenta se a política de dividendos e os lucros se mantiverem. A Azzas 2154 ilustra bem o problema. O dividend yield de 16,18% convive com a maior perda da lista porque a ação derreteu, e não porque a companhia esteja distribuindo bem. A empresa anunciou neste mês a cisão que desfaz a fusão entre Arezzo e Grupo Soma, depois de meses de disputa entre os blocos de Alexandre Birman e Roberto Jatahy, que chegou à Justiça e à arbitragem. O lucro recorrente do segundo trimestre caiu mais de 60%. Já no caso da Grendene, o papel lidera o ranking de DY mais uma vez, mas agora com retorno total negativo. O yield de 40% não vem de melhora nos proventos, e sim da combinação entre os dividendos extraordinários pagos em 2025 e a queda contínua da cotação. Descontados os eventos não recorrentes, o dividendo histórico da fabricante de calçados fica na faixa de um dígito. Empresa (ação) DY projetado Div./ação Retorno 1 ano Cotação Grendene (GRND3) 40,11% R$ 1,49 -3,63% R$ 3,71 Log (LOGG3) 29,38% R$ 6,87 +39,11% R$ 23,40 Vulcabras (VULC3) 24,94% R$ 3,35 -18,26% R$ 13,43 Even (EVEN3) 22,24% R$ 0,92 -40,77% R$ 4,12 Lavvi (LAVV3) 22,12% R$ 2,43 -15,66% R$ 10,98 Marcopolo ON (POMO3) 22,00% R$ 0,92 -31,93% R$ 4,20 Marcopolo PN (POMO4) 20,86% R$ 0,92 -40,47% R$ 4,43 Moura Dubeux (MDNE3) 18,79% R$ 4,76 +16,36% R$ 25,35 Marfrig (MBRF3) 16,20% R$ 2,81 -25,54% R$ 17,35 Azzas 2154 (AZZA3) 16,18% R$ 2,48 -49,66% R$ 15,30 Cury (CURY3) 15,98% R$ 4,99 +8,98% R$ 31,25 Direcional (DIRR3) 15,09% R$ 1,55 -25,60% R$ 10,27 PetroReconcavo (RECV3) 15,00% R$ 1,71 +1,92% R$ 11,37 Fonte: Economatica. Levantamento considera papéis do Ibovespa, Idiv e IBrX 100, com cotação de 16/09/2026. A Marcopolo aparece duas vezes porque tem ordinárias e preferenciais listadas, que recebem o mesmo dividendo por ação mas tiveram desempenho diferente na bolsa. As mais consistentes Apenas quatro papéis combinaram dividendo acima do CDI com retorno total positivo, e mesmo assim apenas um papel da lista de fato entrega retorno nas duas pontas: só a Log tem DY alto e também valorizou na bolsa. O nível de distribuição no entanto, não se repetirá: o payout voltou ao mínimo obrigatório de 25% neste ano, ante 50% em 2025, para financiar o plano de expansão. A operação segue saudável, com vacância mínima, mas quem entrar agora atrás do dividendo histórico deve se decepcionar. Continua depois da publicidade Nas outras três, foi o dividendo que compensou a queda da cotação e manteve o investidor no azul. Entre elas, a Cury tem o perfil mais consistente, com distribuições crescentes ao longo de 2026, sustentadas por lucro e receita em alta, e três anos seguidos de aumento nos proventos, com payout em torno da metade do lucro. A Moura Dubeux oferece outro tipo de segurança, já que aprovou no fim do ano passado um programa de dividendos dividido em sete parcelas trimestrais que vai até o terceiro trimestre de 2027, dando visibilidade rara no setor. Cinco das treze empresas são incorporadoras e, somando a Log, chega a seis papéis ligados ao setor imobiliário. A concentração se explica pelo ciclo de juros, já que o setor foi dos mais penalizados pelo custo de capital elevado e viu as cotações recuarem mais rápido do que os resultados, o que inflou mecanicamente o dividend yield.
Perguntas Frequentes sobre GRND3
Qual é a cotação de GRND3 hoje na B3?
Quanto a GRND3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de GRND3?
O que significa o P/L e o P/VP de GRND3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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