MGLU3 Magazine Luiza S.A. – Cotação Hoje
Magazine Luiza S.A.
CNPJ: 47960950000121
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 8 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de MGLU3
O ativo MGLU3 (Magazine Luiza S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 6,09, acumulando uma variação de +3.22% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,76 e a máxima de R$ 11,43. A companhia está inserida no setor de Consumo e Varejo, atuando no segmento de Varejo Especializado. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 56.34x e P/VP de 0.41x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 1.33%.
Histórico de Cotação: MGLU3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 38.703,39 Mi | R$ 38.038,07 Mi | R$ 36.768,15 Mi | R$ 37.299,00 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 11.554,55 Mi | R$ 11.627,26 Mi | R$ 10.163,88 Mi | R$ 10.438,90 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 1.918,68 Mi | R$ 1.562,43 Mi | R$ -372,15 Mi | R$ 771,63 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 204,60 Mi | R$ 448,72 Mi | R$ -979,10 Mi | R$ -498,98 Mi |
Sobre a MGLU3
A Magazine Luiza S.A. (MGLU3), também conhecida como Magalu, é uma varejista brasileira fundada em 1957 em Franca (SP). A companhia evoluiu de uma rede tradicional de lojas para uma plataforma de varejo multicanal, combinando operação física, e-commerce e marketplace. Em 2024, a empresa reportou vendas totais de R$ 65 bilhões, com mais de 70% do volume originado em canais digitais. O modelo de negócios está estruturado em ecossistema: varejo 1P (estoque próprio), marketplace 3P (sellers), logística e fulfillment, além de serviços financeiros e de tecnologia. Entre as frentes complementares estão Luizacred, MagaluBank/MagaluPay, Magalu Ads e Magalu Cloud, que ampliam monetização além da venda de produtos e aumentam recorrência de receita. No posicionamento competitivo, o Magalu figura entre os principais players de varejo e comércio eletrônico do Brasil, com escala nacional e forte integração entre canais. A estratégia multicanal conecta lojas, app, site, hubs logísticos e parceiros de marketplace, com foco em conversão, experiência do cliente e eficiência operacional. Geograficamente, a companhia atua em todo o território brasileiro, com ampla rede de lojas físicas, centros de distribuição e malha logística cobrindo centenas de cidades.
Outras Ações do Setor de Consumo e Varejo
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Ibovespa sobe 0,74% com bancos e varejo; Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) caem
Ibovespa sobe 0,74% com bancos e varejo; Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) caem O Ibovespa começou a semana em alta de 0,74%, aos 186.595,60 pontos, apoiado pelo bom humor no exterior e pelo desempenho de bancos e varejistas, enquanto o cenário eleitoral seguiu no radar dos investidores. O índice oscilou entre 185.246,81 e 187.434,25 pontos, com giro financeiro de R$ 27,6 bilhões. O avanço ocorreu mesmo com dois dos papéis de maior peso do índice no vermelho. Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) recuaram, enquanto a queda do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries favoreceu o apetite por risco nos mercados globais. No cenário doméstico, novas pesquisas eleitorais continuaram movimentando os ativos. Levantamento BTG Pactual/Nexus mostrou Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 37% no primeiro turno. Em uma simulação de segundo turno, os dois aparecem tecnicamente empatados, com 46% e 45%, respectivamente. Bancos e varejo puxam Ibovespa Os bancos tiveram papel importante no avanço do índice. Itaú Unibanco (ITUB4) subiu 1,77%, Santander (SANB11) ganhou 1,53% e Bradesco (BBDC4) avançou 0,94%. Banco do Brasil (BBAS3) destoou, com queda de 0,91%. A B3 (B3SA3) também se destacou, com valorização de 3,64%. No varejo, Lojas Renner (LREN3) avançou 3,76%, enquanto Magazine Luiza (MGLU3) ganhou 2,22%. Na direção contrária, Vale (VALE3) caiu 1,12%, apesar da alta do minério de ferro. A Petrobras também acompanhou a queda do petróleo, com PETR3 recuando 0,99% e PETR4 caindo 1,03%. Cotação do dólar hoje Dólar comercial: queda de 0,70%, a R$ 5,108. A moeda americana terminou próxima da mínima do dia, de R$ 5,103, em uma sessão de maior apetite por risco. O alívio nos rendimentos dos Treasuries e a queda do petróleo também ajudaram os ativos de mercados emergentes. Maiores altas e baixas A Hapvida (HAPV3) liderou as altas do Ibovespa nesta segunda-feira, com valorização de 8,05%. B3 (B3SA3) e Lojas Renner (LREN3) também estiveram entre os destaques positivos do pregão. Na ponta negativa, Prio (PRIO3) caiu 3,46%, pressionada pela forte desvalorização do petróleo. Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3) também fecharam no vermelho. Fechamento das bolsas americanas Wall Street teve uma sessão de forte alta, beneficiada pela queda do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries. O Nasdaq renovou recorde, impulsionado principalmente por empresas de tecnologia e semicondutores. Dow Jones: +0,71%, aos 52.048,83 pontos +0,71%, aos S&P 500: +1,49%, aos 7.764,70 pontos +1,49%, aos Nasdaq: +2,26%, aos 27.122,09 pontos O Brent recuou 3,40%, a US$ 100,34 por barril, em meio às expectativas de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã. Nesta terça-feira (22), os investidores acompanham a ata da última reunião do Copom, além de novos dados fiscais e dos desdobramentos do cenário eleitoral. A última cotação do Ibovespa, referente ao pregão de sexta-feira (18), foi de 185.229,17 pontos, com queda de 0,41%.
Conheça os 5 shoppings que o FII do Pátria acaba de adicionar à carteira
A operação envolveu ativos em três estados — São Paulo, Rio Grande do Norte e Ceará Publicidade O fundo imobiliário PMLL11 (Pátria Malls) fechou compromisso para adquirir participações em cinco shopping centers por R$ 257,1 milhões, ampliando sua exposição ao segmento. A operação envolveu ativos em três estados — São Paulo, Rio Grande do Norte e Ceará. O negócio envolve 12% do Prudenshopping, 14% do Shopping Granja Vianna, 10% do Natal Shopping, 15% do North Shopping Maracanaú e 5% do Plaza Sul Shopping. Do valor total, R$ 35 milhões foram pagos à vista, enquanto R$ 167,1 milhões serão compensados com créditos de integralização de cotas do PMLL11 na sétima emissão. Os R$ 55 milhões restantes serão pagos em duas parcelas de R$ 27,5 milhões, corrigidas pelo IPCA, com vencimentos em 12 e 18 meses. Leia Mais: FIIs ganham 118 mil investidores em 3 meses, mas volume negociado cai 22% em agosto Veja o perfil dos cinco ativos que passam a fazer parte da estratégia do fundo: Prudenshopping: polo regional no Oeste Paulista Prudenshopping. Foto: Divulgação Localizado em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, o Prudenshopping é administrado pela Argoplan, sendo um dos principais centros de compras, lazer e gastronomia do Oeste Paulista. Continua depois da publicidade O empreendimento recebe consumidores de 56 cidades da região, cuja área de influência soma mais de 1 milhão de habitantes, segundo a administradora. O shopping foi inaugurado em 1990 e possui cerca de 32,9 mil m² de ABL, segundo os dados da Argoplan. A estrutura conta com 150 lojas, cinco âncoras, nove megalojas, um hipermercado, quatro salas de cinema e mais de 1,3 mil vagas de estacionamento. Continua depois da publicidade Entre as grandes marcas presentes estão Carrefour, Renner, C&A, Riachuelo e Magazine Luiza. A administradora também destaca o fluxo de aproximadamente 600 mil visitas mensais. O PMLL11 está adquirindo 12% do shopping, participação equivalente a aproximadamente 3.940 m² de ABL. Shopping Granja Vianna: gastronomia e lazer na Grande São Paulo Shopping Granja Vianna. Foto: Divulgação. Em Cotia (SP), às margens da Rodovia Raposo Tavares, o Shopping Granja Vianna foi inaugurado em 2010 e possui aproximadamente 30 mil m² de ABL e 160 lojas. O empreendimento também conta com cerca de 1,2 mil vagas de estacionamento. Continua depois da publicidade O mix inclui marcas como Renner, Riachuelo, C&A, Centauro e Fast Shop, além de operações de gastronomia como Outback e Coco Bambu. O shopping também possui cinco salas de cinema da Cinemark e espaços voltados ao entretenimento e à convivência. A administradora Alqia comenta ainda o perfil do empreendimento como destino de gastronomia e lazer da região, com duas praças de alimentação, restaurantes, academia e atrações para famílias e pets. O shopping registra fluxo de aproximadamente 300 mil pessoas por mês, segundo a administradora. Continua depois da publicidade O PMLL11 comprou 14% do Granja Vianna, equivalente a cerca de 4.292 m² de ABL. O ativo é um dos maiores em área proporcional adquirida pelo fundo nesta operação. Natal Shopping: mais de três décadas em Natal Natal Shopping. Foto: Reprodução. O Natal Shopping, no bairro de Candelária, em Natal (RN), é um dos empreendimentos mais antigos da carteira adquirida pelo PMLL11. Inaugurado em 1992, o shopping passou por uma expansão e revitalização em 2013, quando sua ABL foi ampliada. Atualmente, o empreendimento possui aproximadamente 28,4 mil m² de ABL, 173 lojas, 1.150 vagas de estacionamento e oito salas de cinema, de acordo com a Ancar Ivanhoe. A administração da Ancar também ressalta iniciativas de experiência e serviços, incluindo coworking gratuito e estrutura voltada para famílias e animais de estimação. A participação adquirida pelo PMLL11 é de 10%, equivalente a aproximadamente 2.840 m² de ABL. North Shopping Maracanaú: referência na região metropolitana de Fortaleza O North Shopping Maracanaú, no Ceará, foi inaugurado em 2003 com a proposta de atender Maracanaú e municípios do entorno da Região Metropolitana de Fortaleza. O empreendimento passou por uma revitalização em 2015. Segundo a Ancar Ivanhoe, o shopping possui cerca de 20 mil m² de ABL, 114 lojas, nove megalojas e 458 vagas de estacionamento. O empreendimento recebe aproximadamente 195 mil consumidores por mês e registra cerca de 72 mil carros mensais. Além do varejo, o shopping reúne serviços, alimentação e opções de lazer, funcionando como um centro de compras voltado não apenas a Maracanaú, mas também ao público dos municípios próximos. O PMLL11 está adquirindo 15% do North Shopping Maracanaú, participação correspondente a aproximadamente 3.018 m² de ABL. Plaza Sul: mais de 30 anos na Zona Sul de São Paulo Shopping Plaza Sul. Foto: Divulgação Na capital paulista, o PMLL11 comprou 5% do Plaza Sul Shopping, localizado no bairro da Saúde, na Zona Sul de São Paulo. A participação equivale a aproximadamente 1.219 m² de ABL. Inaugurado em 1994, o Plaza Sul possui 24.375 m² de ABL, 211 lojas, três lojas-âncora e quatro megalojas, segundo a administradora Allos. O empreendimento conta ainda com 1.474 vagas de estacionamento. O shopping atende principalmente o público das classes A e B e recebe cerca de 600 mil consumidores por mês, de acordo com a Allos. O mix inclui 27 operações de alimentação, nove restaurantes fora da praça de alimentação e opções de entretenimento, como UCI Cinemas e Game Station. O empreendimento também passou por um processo de modernização ao longo dos anos e hoje reúne mais de 200 lojas, além de restaurantes, serviços, academia e espaços de lazer. Leia Mais: Valora dobra patrimônio em 2 anos e revela onde vê oportunidades em FIIs e Fiagros
Bolsa Família: quais ações da B3 podem ganhar ou perder com reajuste do programa?
Seu navegador não suporta esse video. Populismo econômico atinge candidatos de esquerda e de direita; nos EUA, Trump prometeu cheque de US$ 5 mil O governo federal anunciou na quinta-feira (17) um reajuste de 15% do Bolsa Família, a poucos dias do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. Segundo analistas ouvidos pelo E-Investidor, a notícia pode ter um impacto indireto para as ações da B3, favorecendo algumas e afetando negativamente outras. Na última sessão, o anúncio mexeu com os ativos brasileiros e fez o Ibovespa chegar a cair mais de 1,5% na mínima do dia. No entanto, depois, o índice conseguiu se recuperar e fechou em alta. continua após a publicidade Com o aumento dos benefícios do programa, o piso dos pagamentos sai de R$ 600 para R$ 691, com a média indo de R$ 691 para R$ 777. O impacto da medida, segundo o governo, será de R$ 5,8 bilhões em 2026 e de R$ 22 bilhões em 2027. A alta foi justificada por Bruno Moretti, ministro do Planejamento e Orçamento, pela previsão legal de dar reajuste inflacionário aos beneficiários. Na visão de Felipe Passero, sócio da Jaguaretê Investimentos, a medida isoladamente não gera impacto significativo para a bolsa, mas levanta preocupações relacionadas à política fiscal. ”Esse tipo de política cria condições para juros mais altos”, afirma. Do lado das empresas que podem ser beneficiadas pela medida, ele cita varejistas de consumo não discricionário (consumo de bens essenciais), como Grupo Mateus (GMAT3) e Assaí (ASAI3). Entre as farmacêuticas, destaca a Pague Menos (PGMN3), que tem maior presença no Norte e Nordeste, tradicionalmente regiões de maior penetração do Bolsa Família. continua após a publicidade Lucas Xavier, head da mesa de renda variável e sócio da AW Capital, explica que o reajuste do programa, ao favorecer a população de menor renda, acelera o consumo responsável pela sobrevivência dessas famílias. “É de se esperar que o destino dos gastos estejam relacionados a itens básicos como alimentação e produtos do dia a dia, logo as empresas de consumo básico tendem a ver esse fluxo financeiro um pouco maior”, diz. Entre as companhias da B3 mais alinhadas com essa característica, em sua visão, estão Assaí, M. Dias Branco (MDIA3) e Camil (CAML3). Governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família. Foto: Adobe Stock continua após a publicidade Por outro lado, Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil, avalia que Casas Bahia (BHIA3) e Magazine Luiza (MGLU3) representam casos particulares. As duas podem ganhar com a melhora do consumo popular, especialmente na venda de móveis, eletrodomésticos e eletrônicos de entrada, mas, ao mesmo tempo, são empresas sensíveis ao crédito e aos juros. “Se o reajuste elevar a percepção de risco fiscal e provocar uma abertura da curva de juros, o encarecimento do crédito poderá reduzir as vendas financiadas e pressionar as despesas financeiras”, destaca. Praça não vê empresas perdendo diretamente com o aumento do Bolsa Família, mas observa potenciais prejudicados pelo canal macroeconômico. Caso o mercado entenda que a nova despesa não foi acompanhada por uma fonte estrutural de financiamento, os juros futuros e o dólar podem subir. continua após a publicidade Nesse cenário, empresas domésticas endividadas, dependentes de crédito ou com parte relevante dos custos em moeda estrangeira ficam mais vulneráveis. No grupo de papéis que podem sofrer com uma eventual alta dos juros longos, ele destaca MRV (MRVE3), Tenda (TEND3), Direcional (DIRR3) e Cury (CURY3). “O impacto não ocorre porque o Bolsa Família reduz a demanda por imóveis, mas porque taxas de juros maiores encarecem os financiamentos, elevam a taxa de desconto utilizada na avaliação das empresas e podem reduzir a velocidade das vendas”, explica.
Perguntas Frequentes sobre MGLU3
Qual é a cotação de MGLU3 hoje na B3?
Quanto a MGLU3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de MGLU3?
O que significa o P/L e o P/VP de MGLU3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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