SANB11 Banco Santander (Brasil) S.A. Units Cons of 1 Sh + 1 Pfd Sh – Cotação Hoje
Banco Santander (Brasil) S.A. Units Cons of 1 Sh + 1 Pfd Sh
CNPJ: 90400888000142
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
SANB11 (Banco Santander (Brasil) S.A. Units Cons of 1 Sh + 1 Pfd Sh) é uma ação negociada na B3 do setor de Financeiro e Bancos. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 25,55, registrando variação de -1.50% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 6.73x. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.75x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 10.60%.
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 12 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de SANB11
O ativo SANB11 (Banco Santander (Brasil) S.A. Units Cons of 1 Sh + 1 Pfd Sh) está sendo negociado hoje a R$ 25,55, acumulando uma variação de -1.50% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 23,77 e a máxima de R$ 37,83. A companhia está inserida no setor de Financeiro e Bancos, atuando no segmento de Bancos. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 6.73x e P/VP de 0.75x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 10.60%.
Histórico de Cotação: SANB11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation Instituição Financeira
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 162.494,64 Mi | R$ 137.183,48 Mi | R$ 128.282,71 Mi | R$ 115.225,12 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 57.634,32 Mi | R$ 56.678,56 Mi | R$ 46.884,03 Mi | R$ 47.503,18 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 12.965,12 Mi | R$ 13.413,76 Mi | R$ 9.498,81 Mi | R$ 14.339,48 Mi |
Sobre a SANB11
O Banco Santander (Brasil) S.A., negociado na B3 pelo ticker SANB11, foi fundado em 1982 e atua no setor bancário brasileiro. A instituição integra o Grupo Santander e opera como uma das maiores plataformas do conglomerado fora da Europa. A atuação cobre varejo bancário, crédito, cartões, serviços para empresas, seguros, gestão de ativos e outros serviços financeiros. O banco combina canais físicos e digitais para atendimento de pessoas físicas e jurídicas, com foco em produtos de intermediação financeira e serviços transacionais. No cenário competitivo, o Santander Brasil disputa mercado com os principais bancos de grande porte do país em crédito, captação e serviços. O desempenho do negócio é influenciado por ciclo econômico doméstico, dinâmica de juros, inadimplência e competição em canais digitais. A instituição tem cobertura nacional e base ampla de clientes e operações. Em escala, reportou 49.661 empregados e posição relevante em ativos e carteira de crédito no sistema financeiro brasileiro, com ações listadas na B3 e ADRs em Nova York.
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O que falta para o dinheiro digital ser simples e confiável como uma transferência bancária?
Por Luis Ayala* O surgimento de iniciativas globais como o Open USD (OUSD), uma stablecoin anunciada em junho de 2026 com o apoio de mais de 140 empresas, reflete uma transformação que vai muito além da criação de mais uma moeda digital atrelada ao dólar norte-americano. O setor financeiro e a indústria de tecnologia estão competindo para construir uma nova infraestrutura de dinheiro digital, com soluções projetadas para tornar as transações mais eficientes, integradas e alinhadas aos requisitos regulatórios. Até recentemente, uma discussão central girava em torno da liquidez das moedas virtuais ou da paridade de suas reservas. No entanto, o cenário atual deixa claro que a próxima grande batalha nas finanças não é sobre quem emite o token, mas sobre quem controla a infraestrutura que permite sua distribuição, conversão, liquidação e custódia em múltiplos mercados e jurisdições. À medida que as stablecoins ganham atração no mercado de ativos digitais, sua crescente relevância também impulsiona discussões sobre seu uso em pagamentos transfronteiriços e no comércio internacional. No Brasil, epicentro da institucionalização dos criptoativos na região, as stablecoins representaram aproximadamente 80% do volume de criptomoedas declarado à Receita Federal em 2025. Esse número destaca sua economia não apenas como ativo especulativo, mas também como meio de pagamento e ferramenta para operações internacionais. À medida que o Banco Central do Brasil avança em seu arcabouço regulatório e no licenciamento obrigatório para Provedores de Serviços de Ativos Virtuais (VASPs), impondo exigências de capital mínimo, governança e segregação patrimonial comparáveis ao sistema bancário tradicional, instituições como Itaú, B3 Digitas e Santander passam a exigir uma infraestrutura de nível bancário. Nesse contexto, a custódia comprometida (incluindo armazenamento em cold storage) e estruturas regulatórias alinhadas aos padrões internacionais estão se tornando, na minha visão, requisitos fundamentais entre as instituições que operam no mercado brasileiro. Adoção de criptoativos na América Latina Na América Latina, a atividade com criptoativos cresceu aproximadamente 42,5% entre julho de 2023 e junho de 2024, segundo a Chainalysis, impulsionado principalmente por remessas internacionais, comércio transfronteiriço e pela economia de serviços remotos. À medida que os mercados latino-americanos migram da adoção varejista para a integração bancária e corporativa em larga escala, a infraestrutura subjacente torna-se um diferencial competitivo crucial. Conectar as economias locais ao sistema financeiro global, exigências de plataformas de custódia seguras e reguladas, redes de interoperabilidade e soluções operacionais que auxiliam na mitigação dos riscos de contraparte. Diante desse cenário, emergem questões fundamentais sobre liquidez eficiente, pontes de acesso, interoperabilidade entre redes e, acima de tudo, sobre uma solução rápida e confiável. A questão-chave para bancos, fintechs e instituições é como fazer o dinheiro digital mover-se além das fronteiras com a mesma facilidade de uma transferência bancária, sem comprometer a segurança, a liquidez ou a conformidade com as regulamentações locais. Com o avanço das stablecoins, o desafio é construir a infraestrutura necessária para que esses pagamentos funcionem de forma confiável em diferentes redes e sistemas financeiros. Segurança e confiabilidade Uma moeda digital rápida não é suficiente se a liquidez final não for juridicamente segura, ou se as chaves privadas e os ativos estiverem expostos a falhas tecnológicas, riscos operacionais ou risco de contraparte. Essa camada subjacente de infraestrutura — onde opera a custódia regulada em cold storage, as redes de liquidação off-exchange, como a Go Network (que permite negociar enquanto os ativos permanecem mantidos em custódia descoberta) e as soluções de pagamento baseadas em API — é onde a verdadeira eficiência do sistema financeiro do futuro está sendo moldada. Essa maturação é ainda mais evidente nos recentes passos regulatórios dos EUA que permitem o uso de stablecoins como garantia no mercado de derivativos. Ao substituir investimentos voláteis por ativos atrelados, o mercado pode reduzir o risco de liquidez em cascata e viabilizar chamadas de margem 24 horas por dia, 7 dias por semana. Para além do ecossistema das grandes instituições financeiras, a "cripto do dia a dia" está na rotina de trabalhadores remotos e desenvolvedores que discutem serviços e recebem seus ganhos internacionais em stablecoins ou bitcoin. Nesta nova economia global, muitos usuários recebem seu rendimento em stablecoins e o utilizam para o sustento familiar. Tornar o dinheiro digital tão simples e confiável quanto uma transferência bancária exige uma camada invisível de infraestrutura — que combina a velocidade de redes como a Lightning Network com trilhas de pagamento em stablecoins. Quando a infraestrutura subjacente protege as chaves privadas em conformidade com padrões regulatórios federais dos EUA e liquida pagamentos em tempo real, a criptomoeda deixa de ser uma promessa tecnológica complexa e se torna uma trilha financeira acessível e cotidiana. Acredito que o futuro das finanças dependerá de uma infraestrutura confiável que conecte um banco tradicional ao ecossistema de ativos digitais, permitindo transações seguras, protegendo os ativos e garantindo a conformidade regulatória. *Luis Ayala é diretor-geral e head para América Latina na BitGo Siga o Future of Money nas redes sociais: Instagram | X | YouTube | Tik Tok
Flávio diz que precisa regularizar situação migratória nos EUA
Senador declara que ainda não decidiu seus próximos passos depois de deixar o Brasil; congressista está na Flórida desde outubro O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que precisa regularizar sua situação migratória nos Estados Unidos antes de definir seus próximos passos. Em entrevista ao jornal norte-americano Washington Post, na 5ª feira (5.nov.2026), na Flórida, o congressista disse que ainda não tomou uma decisão definitiva sobre seu futuro. “Ainda é muito cedo para tomar qualquer decisão definitiva”, declarou Flávio. “Mas, obviamente, o que preciso fazer agora é regularizar minha situação imigratória e, bem, pensar no que vou fazer”, complementou. publicidade O senador deixou o Brasil depois de ser derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 2º turno das eleições, realizado em 25 de outubro. Sua saída se deu depois de uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para que entregasse seus passaportes. publicidade Segundo a reportagem, Flávio enfrenta incertezas sobre sua permanência nos Estados Unidos e não sabe quando conseguirá retornar ao Brasil. Ele também relatou dificuldades de adaptação ao país, onde tem domínio limitado do inglês. publicidade O Washington Post informou que Flávio, sua mulher e suas duas filhas foram recebidos pelo governo de Donald Trump (Partido Republicano) por razões humanitárias. O presidente norte-americano teria autorizado a permanência do senador no país pelo tempo que desejasse. publicidade Flávio não detalhou qual é seu atual status migratório nem quais procedimentos pretende adotar para regularizar sua permanência nos Estados Unidos. A declaração também não permite concluir que ele esteja em situação irregular. publicidade O congressista tem mandato no Senado até 31 de janeiro de 2027. Sua permanência no exterior levanta questionamentos sobre como exercerá as atividades parlamentares nos próximos meses, incluindo a participação em reuniões de comissões e a análise de projetos sob sua relatoria. FUGA DE FLÁVIO A fuga de Flávio aos Estados Unidos ganhou repercussão na 3ª feira (27.out.2026), depois que veículos de comunicação noticiaram sua saída do Brasil. Segundo a Direção Nacional de Migrações da Argentina, Flávio e seus familiares cruzaram a fronteira terrestre na noite de 3ª feira (27.out), pela Ponte Internacional Tancredo Neves, em Misiones. Cerca de 40 minutos depois, embarcaram em um voo privado da empresa Baires Fly S.A., em Puerto Iguazú, com destino a Guayaquil, no Equador. De lá, seguiram para os Estados Unidos. publicidade A viagem foi realizada 1 dia depois de Flávio ser intimado pela PF, na 2ª feira (26.out.2026), a entregar os passaportes no prazo de 24 horas. A determinação partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF, em resposta a um pedido apresentado pela Polícia Federal na noite de domingo (25.out.2026). A medida cautelar foi vinculada a investigações que envolvem o advogado Willer Tomaz. Embora Flávio tenha afirmado publicamente nas redes sociais que entregaria os documentos, a determinação não foi cumprida. Os passaportes foram posteriormente cancelados. Eis a cronologia dos fatos que antecederam a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil: 6ª feira (23.out.2026), à tarde: Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defende, em entrevista a um podcast, que o irmão deixe o país caso não vença a eleição presidencial; Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defende, em entrevista a um podcast, que o irmão deixe o país caso não vença a eleição presidencial; 6ª feira (23.out.2026), à noite: Alexandre de Moraes determina o bloqueio de até R$ 6 bilhões em bens ligados a Willer Tomaz e solicita verificação sobre possível vínculo de Flávio com conta da Alcazar Holdings; Alexandre de Moraes determina o bloqueio de até R$ 6 bilhões em bens ligados a Willer Tomaz e solicita verificação sobre possível vínculo de Flávio com conta da Alcazar Holdings; domingo (25.out.2026), pela manhã: banco Santander informa ao STF que Flávio não consta entre os usuários cadastrados na conta da empresa de Willer Tomaz; banco Santander informa ao STF que Flávio não consta entre os usuários cadastrados na conta da empresa de Willer Tomaz; domingo (25.out.2026), às 21h09: TSE confirma matematicamente a vitória de Lula (PT) na disputa presidencial; TSE confirma matematicamente a vitória de Lula (PT) na disputa presidencial; domingo (25.out.2026), às 21h16: Polícia Federal assina pedido de apreensão dos passaportes de Flávio, 7 minutos depois da confirmação do resultado das urnas; Polícia Federal assina pedido de apreensão dos passaportes de Flávio, 7 minutos depois da confirmação do resultado das urnas; domingo (25.out.2026), à noite: Moraes determina a apreensão dos passaportes, proíbe Flávio de deixar o país e de manter contato com Willer Tomaz; Moraes determina a apreensão dos passaportes, proíbe Flávio de deixar o país e de manter contato com Willer Tomaz; 2ª feira (26.out.2026), às 11h: Flávio visita Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília; Flávio visita Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília; 2ª feira (26.out.2026), no fim da manhã: Polícia Federal intima Flávio a entregar os passaportes em até 24 horas na saída da residência do pai; Polícia Federal intima Flávio a entregar os passaportes em até 24 horas na saída da residência do pai; 2ª feira (26.out.2026), à tarde: Flávio publica vídeo nas redes sociais negando intenção de sair do país e afirmando que entregará os documentos à Polícia Federal.
Lucro dos três maiores bancos soma R$ 22,6 bi no 3º trimestre, alta de 2,4% em um ano – Money Times
(Imagem: Divulgação / Montagem: Bruna Martins) Os três principais bancos privados de varejo do País – Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil – registraram lucro combinado de R$ 22,61 bilhões no terceiro trimestre, de acordo com dados compilados pela Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. O número representa crescimento de 2,4% na comparação com igual período do ano passado e de 0,6% ante os três meses imediatamente anteriores. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A expectativa do mercado era de que o grupo tivesse apurado ganho agregado de R$ 22,6 bilhões no trimestre encerrado em setembro, conforme a média das estimativas das casas consultadas pelo Prévias Broadcast. O aperto no bolso das famílias e no caixa das empresas continuou como o tema central na temporada de balanços, diante do ritmo lento de alívio dos juros. Com a renda dos consumidores comprometidas, sobra menos espaço para honrar compromissos de crédito em dia, em um movimento que eleva a inadimplência no setor bancário. O fenômeno ficou visível nos resultados dos três bancos, mas se refletiu em níveis bem distintos de deterioração. O Santander enfrenta a pressão mais forte do trio, diante de desafios nas carteiras de agronegócio baixa renda. O Bradesco, por sua vez, deu novos sinais de evolução na recuperação estrutural que vem implementando há dois anos, mas o ambiente macroeconômico restritivo retardou a melhora da rentabilidade e impôs revés na inadimplência. Já o Itaú seguiu como o mais resiliente do grupo, como consequência, de uma disciplinada gestão de risco que, desde antes da piora do ciclo, vinha dando preferência para linhas de crédito mais seguras. Fiscal e juros pesam CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A reação dos mercados à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve complicar ainda mais as perspectivas. O petista tem dado poucos sinais de que pretende promover um ajuste fiscal significativo, considerado uma das condições para que o Banco Central consiga reduzir mais rapidamente a Selic, hoje em 13,75% ao ano. “O contexto pós-eleitoral reforça um cenário de taxas de juros elevadas por um período prolongado, aumentando a atratividade de negócios bancários com lucros previsíveis, forte retorno de capital e geração de caixa no curto prazo”, afirmam analistas do Citi. Para o Bradesco, que abriu a temporada de balanços, a mudança no cenário degenerou o humor do mercado com a recuperação capitaneada pelo presidente da instituição, Marcelo Noronha. O Banco da Cidade de Deus teve o 11° trimestre consecutivo de crescimento sequencial do lucro líquido, a R$ 7,1 bilhões, graças à resiliência das receitas com serviços e o controle dos custos. No entanto, viu seu retorno sobre patrimônio cair para 15,6%, embora tenha havido um efeito da operações de aumento de R$ 10 bilhões no capital, sem o qual a métrica teria ficado praticamente estacionada em 16,1%. Ao apresentar os números, Noronha reconheceu o quadro macro complexo. “Com comprometimento da renda das famílias maior e endividamento das empresas, temos que ter mais cautela e andar mais devagar”, disse. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No Santander, o lucro líquido registrou tombo de 28% no comparativo anual, a R$ 2,9 bilhões no terceiro trimestre. O resultado produziu um retorno sobre o patrimônio 5,6 pontos porcentuais mais baixo, em 11,9%, na contramão da meta de elevar o indicador a 20% até 2028, estabelecida pela matriz espanhola. Em Madri, a ação da matriz recuava 5%, influenciada em parte pelo Brasil. “São números obviamente abaixo do patamar de rentabilidade que buscamos”, admitiu o presidente do Santander Brasil, Gilson Finkelsztain, em teleconferência com analistas. “Ao mesmo tempo, precisam ser considerados o cenário macroeconômico que estamos passando e o processo de rebalanceamento do banco”, argumentou. Já o Itaú teve um trimestre de relativa estabilidade, com lucro líquido de R$ 12,617 bilhões e RoE de 23,6%, de longe o maior do setor. O banco continuou mostrando disciplina na gestão do crédito e de custos, mas apresentou um desempenho fraco na geração de receitas, principalmente em bancos de capitais. “Os resultados vieram muito bem em termos absolutos e melhor ainda em termos relativos, quando comparados com os desempenhos de outros nomes no mercado”, disse o diretor de Estratégia Corporativa, Relações com Investidores e M&A Proprietário do banco, Renato Lulia, em entrevista à Broadcast. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre SANB11
Qual é a cotação de SANB11 hoje na B3?
Quanto a SANB11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de SANB11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de SANB11?
📰 Fatos Relevantes e Comunicados de SANB11
Documentos oficiais protocolados pela companhia na Comissão de Valores Mobiliários.
Apresentação de Resultados 3T26 - Versão em Inglês
Apresentação de Resultados 3T26 - Versão em Português
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