Logotipo de TOTVS S.A.

TOTS3 TOTVS S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Tecnologia

TOTVS S.A.

CNPJ: 53113791000122

Preço Atual
R$ 32,91
+0.80%

Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00

Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

TOTS3 (TOTVS S.A.) é uma ação negociada na B3 do setor de Tecnologia. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 32,91, registrando variação de +0.80% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 13.32x. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 3.56x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 2.07%.

Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 8 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 8/12 (66.7%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 1.90 Bi) maior que Lucro (R$ 1.42 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 26.72% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio: 1.79% a.a. (Abaixo de 4%)

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +17.33% | CAGR Lucro 5A: +25.57%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 3.56x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Tecnologia

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1983 (43 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 13.32x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 1.08x (Abaixo de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 18.68x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Acima do Preço Teto

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 8,10
DPA Médio (5 anos) R$ 0,49
Margem de Segurança -75.39%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Ágio (Acima do Valor Intrínseco)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 22,48
LPA R$ 2,45
VPA R$ 9,17
Margem / Potencial -31.69%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo TOTS3 (TOTVS S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 32,91, acumulando uma variação de +0.80% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 26,50 e a máxima de R$ 48,40. A companhia está inserida no setor de Tecnologia, atuando no segmento de Programas e Serviços. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 13.32x e P/VP de 3.56x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 2.07%.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 32,67
Fec. Ant: R$ 32,65
Variação Dia
Min: R$ 32,40
Max: R$ 33,60
52 Semanas
Mín: R$ 26,50
Máx: R$ 48,40
Volume
6.876.100
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: TOTS3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

13.32
3.56
R$ 2,45
R$ 9,17
18.68
16.98
P/Receita (PSR)
2.78
P/FCO
16.80
P/FCL
-8.76
EV/Receita Líq.
3.06
EV/FCO
18.48
EV/FCL
-9.64
Earning Yield
5.35%
Enterprise Value
R$ 20,97 Bi
R$ 19,06 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.08
Dív. Líquida/PL
0.36
Dívida Líquida
R$ 1,90 Bi
Liq. Corrente
1.91
PL/Ativos
0.56
Passivos/Ativos
0.42
Liq. Seca
1.91
Liq. Imediata
0.76

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
19.45%

Indicadores de Rentabilidade

26.72%
10.27%
11.36%
Giro do Ativo
0.73

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
17.33%
CAGR Lucro
25.57%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 71.30%
Margem EBITDA 25.83%
Margem Operacional 19.45%
Margem Líquida 20.89%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 1,13 Bi
FCL R$ -2.175,01 Mi
Caixa Total R$ 1,51 Bi
Caixa/Ação R$ 2,60
Receita e Dívida
Receita Total R$ 6,85 Bi
Lucro Bruto R$ 4,89 Bi
EBITDA R$ 1,77 Bi
Dívida Total R$ 4,83 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 16.24%
Lucro (YoY) 74.98%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 5.771,87 Mi R$ 5.224,01 Mi R$ 4.497,03 Mi R$ 3.792,93 Mi
Lucro Bruto R$ 4.055,54 Mi R$ 3.629,86 Mi R$ 3.135,99 Mi R$ 2.647,66 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 1.122,73 Mi R$ 877,27 Mi R$ 700,70 Mi R$ 641,08 Mi
Lucro Líquido R$ 920,74 Mi R$ 735,44 Mi R$ 764,43 Mi R$ 523,30 Mi

Sobre a TOTS3

Indústria / Segmento
Programas e Serviços
Funcionários
12.000
Market Cap
R$ 19,06 Bi
Descrição do Negócio

A TOTVS S.A. desenvolve software de gestão empresarial, incluindo ERP, soluções de gestão setorial, analytics e produtos voltados para produtividade corporativa. A companhia tem base no Brasil e atende clientes de diferentes portes e segmentos, com foco histórico em digitalização de processos de negócios. A empresa nasceu em 1983 e consolidou sua posição por meio de crescimento orgânico e aquisições no mercado brasileiro de tecnologia. Ao longo desse processo, ampliou o portfólio para além de ERP e passou a atuar também com plataformas de performance de negócios e serviços financeiros integrados ao ecossistema de clientes. A TOTVS é listada na B3 e opera com estrutura de distribuição e atendimento que combina unidades próprias, canais e parceiros. O modelo de receita inclui licenciamento e assinaturas de software, manutenção e serviços associados de implementação e suporte.

JCP R$ 0,1500
Pagamento: 08/10/2026
JCP R$ 0,1800
Pagamento: 10/07/2026
JCP R$ 0,1800
Pagamento: 10/04/2026
JCP R$ 0,1700
Pagamento: 30/12/2025
JCP R$ 0,1500
Pagamento: 06/10/2025
JCP R$ 0,1500
Pagamento: 07/07/2025
JCP R$ 0,1400
Pagamento: 04/04/2025
JCP R$ 0,2200
Pagamento: 27/12/2024
JCP R$ 0,2300
Pagamento: 26/08/2024
JCP R$ 0,2100
Pagamento: 22/12/2023

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(Imagem: MariuszBlach/Getty Images) A XP Investimentos promoveu mudanças em sua carteira Top Ações para novembro, reforçando o perfil defensivo do portfólio diante de um cenário macroeconômico mais desafiador. A corretora incluiu JBS (JBSS32), WEG (WEGE3) e Caixa Seguridade (CXSE3), elevou a participação de Rede D’Or (RDOR3) e reduziu exposição a ativos mais ligados ao ciclo doméstico. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com isso, a XP zerou as posições em BTG Pactual (BPAC11) e Nubank (ROXO34), além de reduzir o peso de Iguatemi (IGTI11) de 10% para 5%. Já a fatia de Rede D’Or subiu de 5% para 7,5%. Segundo os estrategistas Fernando Ferreira, Raphael Figueredo e Caio Souza, a inclusão da JBS ocorre apesar de um terceiro trimestre mais fraco, com expectativa de melhora das margens nos Estados Unidos, retomada das exportações para China e EUA e benefício do câmbio mais depreciado. A entrada de WEG também busca aumentar a proteção da carteira. De acordo com a XP, a fabricante de equipamentos elétricos reúne características de exportadora, com hedge natural contra a desvalorização do real e exposição a vetores globais de crescimento. Já a Caixa Seguridade foi incluída por seu perfil mais resiliente em um ambiente de juros elevados. A corretora destaca a forte atividade comercial da companhia, a sinistralidade controlada e o dividend yield próximo de 7%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Por outro lado, a XP afirma que decidiu retirar BTG Pactual e Nubank para reduzir a exposição ao ciclo doméstico. Na avaliação da casa, um ambiente macroeconômico mais difícil pode atrasar a retomada do mercado de capitais e pressionar a rentabilidade das instituições financeiras. A carteira Top Ações teve queda de 7% em outubro, mas superou o desempenho do Ibovespa, que recuou 9,9% no mesmo período. Desde o início da estratégia, o portfólio acumula alta de 31,4%, ante avanço de 36,7% do principal índice da bolsa brasileira. Veja a carteira recomendada da XP para novembro Ação Peso Preço-alvo Petrobras (PETR4) 10% R$ 63,00 Embraer (EMBJ3) 10% R$ 113,00 Sabesp (SBSP3) 10% R$ 36,84 JBS (JBSS32) 7,5% US$ 20,30 Rede D’Or (RDOR3) 7,5% R$ 45,00 Axia Energia (AXIA3) 7,5% R$ 74,50 Itaú (ITUB4) 7,5% R$ 50,00 PRIO (PRIO3) 5% R$ 78,00 Gerdau (GGBR4) 5% R$ 30,00 Vale (VALE3) 5% R$ 85,00 WEG (WEGE3) 5% R$ 60,00 TOTVS (TOTS3) 5% R$ 47,00 Iguatemi (IGTI11) 5% R$ 42,00 Cury (CURY3) 5% R$ 45,00 Caixa Seguridade (CXSE3) 5% R$ 25,00 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas
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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas Publicado às 9h33 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDZ26 – contrato com vencimento para dezembro de 2026) abriu em alta nesta quinta-feira, 5, mas devolveu os ganhos. Às 9h33 caía 0,14% aos 169.255 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Dólar Às 9h31 o dólar comercial subia 0,21% a R$ 5,464 na venda. Minério, petróleo, ouro e bitcoin (9h26) Petróleo Brent: +2,37% (US$ 96,8). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: -0,28% (US$ 80.247) Ouro (contrato para dezembro/26 – onça-troy): +1,52% (US$ 4.134) Minério de ferro em Dalian: nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,77% a 691 iuanes (US$ 103,6). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 9h25 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,60% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,20%. Nasdaq futuro caía 0,58%. Notícias corporativas O Banco ABC Brasil (ABCB4) divulgou nesta quinta-feira, 5, que teve lucro líquido de R$ 273,7 milhões no terceiro trimestre de 2026, crescimento de 6,4% em relação ao trimestre anterior e de 6,6% em relação ao mesmo período de 2025. Já o Retorno sobre Patrimônio Anualizado (ROAE) foi de 15%, crescimento de 68 pontos-base no comparativo trimestral e redução de 49 pontos-base no comparativo anual. A Carteira de Crédito Expandida encerrou o trimestre em R$ 60,4 bilhões, apresentando um crescimento de 7% nos últimos 3 meses e de 15,5% nos últimos 12 meses. No terceiro trimestre de 2026 o banco registrou crescimento na Margem Financeira de 5,8% em relação ao trimestre anterior e de 7% em relação ao mesmo período de 2025 – e com expansão trimestral em todos os seus três componentes. O Índice de Basiléia encerrou o 3T26 em 16,2%, estável em relação ao trimestre anterior, enquanto o Capital Principal encerrou o trimestre em 11,2%. Ao final de setembro de 2026, a instituição financeira realizou a emissão de Letras Financeiras Subordinadas Perpétuas no montante de R$ 600,9 milhões, com efeito positivo de 105 pontos base em nosso capital nível I, em bases pro-forma. Em outubro de 2026 o Banco Central do Brasil homologou o aumento de capital anunciado ao final do primeiro semestre no montante de R$169 milhões, que em bases pro forma, aumentará em 27 pontos-base o Índice de Basiléia do 3T26, mantendo-o em patamar ainda mais confortável, destacou o ABC Brasil. Lucro da Porto no 3T26 A Porto (PSSA3) divulgou nesta quinta-feira, 5, que teve lucro líquido de R$ 839 milhões no terceiro trimestre de 2026 (3T26), leve alta de 1% em relação ao mesmo período de 2025 (3T25). Em termos recorrentes, o lucro caiu 14,3% na base anual, para R$ 712,7 milhões no 3T26. O ROAE recuou 5,4 pontos percentuais para 17,6% no conceito recorrente. O resultado foi afetado por fatores como a piora do resultado financeiro, o aumento das perdas de crédito na vertical Porto Bank e o crescimento da sinistralidade em saúde. “Em meio a um cenário de crédito mais desafiador, a complementaridade entre as verticais e o nosso portfólio cada vez mais diversificado, contribuíram para a resiliência do Grupo Porto, sustentando a geração de valor e a evolução contínua da companhia”, afirmou o CEO Paulo Kakinoff, na mensagem divulgada no release de resultados. C&A (CEAB3): lucro líquido cai no 3T26 A C&A (CEAB3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 56,5 milhões no terceiro trimestre de 2026 (3T26), queda de 23,3% em relação ao 3T25. O Ebitda ajustado totalizou R$ 317,6 milhões no período, 4,7% menor na comparação anual. A receita líquida foi de R$ 1,88 bilhão, crescimento de 2,3% em relação ao 3T25. Dexco (DXCO3): prejuízo líquido de R$ 142 milhões no 3T26 A Dexco (DXCO3) registrou prejuízo líquido de R$ 142 milhões no 3T26, revertendo lucro líquido de R$ 14,2 milhões registrado no 3T25. O resultado foi afetado por itens não recorrentes, pela provisão para perda de crédito e aumento das despesas com pagamento de juros da dívida. O Ebitda recuou 11,4% na comparação anual, para R$ 420,7 milhões. A receita líquida subiu 9,8% no período, a R$ 2,33 bilhões. Simpar (SIMH3) reverte prejuízo A Simpar (SIMH3) registrou lucro líquido ajustado das operações continuadas de R$ 137,0 milhões no 3T26, revertendo prejuízo de R$ 128,6 milhões do 3T25. O Ebitda subiu 19,9%, a R$ 3,5 bilhões. A receita líquida de serviços foi 5,8% maior na comparação anual, totalizando R$ 9,5 bilhões. Smart Fit (SMFT3): lucro recorrente maior no 3T26 A Smart Fit (SMFT3) reportou lucro líquido recorrente de R$ 248 milhões no 3T26, alta de 40% em relação ao 3T25. O Ebitda ajustado foi de R$ 763 milhões, avanço de 30% na comparação de base anual. A receita líquida somou R$ 2,35 bilhões, 29% acima da apurada no 3T25. Tenda (TEND3): lucro menor no 3T26 A Tenda (TEND3) reportou lucro líquido de R$ 57,3 milhões no 3T26, queda de 48,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025. O resultado foi impactado por efeitos contábeis relacionados a contratos de swaps referenciados em ações da companhia e fatores que incluem a inadimplência das famílias. O Ebitda ajustado totalizou R$ 207,8 milhões no período, alta de 11,1% em relação ao 3T25. Totvs (TOTS3): lucro líquido sobe no 3T26 A Totvs (TOTS3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 237,2 milhões no 3T26, alta de 8,8% na comparação anual. O Ebitda ajustado somou R$ 500,9 milhões, 16,9% superior em relação ao 3T25. A receita líquida consolidada foi de R$ 1,977 bilhão, crescimento de 13,2% na comparação anual. A Vibra (VBBR3) teve no terceiro trimestre de 2026 (3T26) lucro líquido de R$ 2,46 bilhões, alta de 504% em relação ao mesmo período de 2025 (3T25). O Ebitda ajustado da companhia somou R$ 4,28 bilhões, crescimento de 137% na base anual de comparação. A receita líquida ajustada da Vibra teve expansão de 17% no 3T26, atingindo R$ 56,9 bilhões. O volume de vendas cresceu 4%, com destaque para etanol e gasolina. “Nossa geração de caixa continuou sendo direcionada para prioridades claramente definidas e divulgadas anteriormente: investimentos em embandeiramento, redução do endividamento e otimização da estrutura de capital. No 3T26, reduzimos a Dívida Líquida em R$ 1,7 bilhão, atingindo alavancagem de 1,0x”, afirmou o CEO Ernesto Pousada na mensagem da administração divulgada no release de resultados. A Axia Energia (AXIA3) teve no terceiro trimestre de 2026 (3T26) lucro líquido ajustado de R$ 1,75 bilhão, queda de 19,1% em relação ao mesmo período de 2025 (3T25). Sem ajustes, o lucro líquido foi de R$ 1,11 bilhão no trimestre, ante prejuízo de R$ 5,44 bilhões no 3T25. O Ebitda regulatório ajustado somou R$ 6,91 bilhões, crescimento de 8,4% na base anual de comparação anual. A Axia explicou que o resultado refletiu o aumento das margens de geração e transmissão, a redução das despesas com pessoal, materiais, serviços e outros, e a melhora do resultado de participações societárias. A receita operacional líquida ajustada da companhia atingiu R$ 10,03 bilhões, leve alta de 0,1% em relação ao 3T25. A Prio (PRIO3) teve no terceiro trimestre de 2026 (3T26) lucro líquido de US$ 521 milhões, alta de 468% em relação ao mesmo período de 2025 (3T25). O Ebitda da petroleira atingiu US$ 1,135 bilhão no 3T26, crescimento de 268% na base anual. O Ebitda ajustado ficou em US$ 1,07 bilhão, alta de 235% em relação ao 3T25. A Prio divulgou também que sua receita líquida teve expansão de 146% no 3T26, para US$ 1,369 bilhão. “Registramos novos recordes operacionais, com produção média de 191,6 mil barris por dia e vendas de 17,2 milhões de barris no trimestre, consolidando um novo patamar de produção e reforçando nosso compromisso com a eficiência operacional e a geração de valor”, afirmou a mensagem da administração da petroleira no release de resultados. O conselho de administração da Irani (RANI3) aprovou na quarta-feira, 4, o pagamento de dividendo intercalar no valor de R$ 13,9 milhões, equivalente a R$ 0,061093988 por ação. Tem direito quem tiver ações da Irani em 9 de novembro de 2026. As ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 10 de novembro. O pagamento será em 19 de novembro de 2026. A Tegma (TGMA3) informou que seu conselho de administração aprovou a proposta de pagamento de proventos (dividendos intercalares e pagamento de juros sobre capital próprio). O valor soma R$ 70,5 milhões, ou R$ 1,07 por ação, sendo R$ 52,7 milhões a título de dividendos intercalares, correspondente a R$ 0,80 por ação; e R$ 17,8 milhões a título de juros sobre capital próprio, correspondente a R$ 0,27 por ação. Os juros sobre o capital próprio serão imputados aos dividendos obrigatórios relativos ao exercício social de 2026, e sobre tais valores incidirá Imposto de Renda à alíquota de 17,5%. Terão direito ao recebimento dos referidos proventos todos os titulares de ações ordinárias da companhia no dia 9 de novembro de 2026 (data de corte), sendo que as ações da Tegma passarão a ser negociadas “ex- dividendos e ex-juros sobre capital próprio” a partir de 10 de novembro, inclusive. Os pagamentos serão efetuados em 19 de novembro de 2026. A Lavvi (LAVV3) pagará em 13 de novembro a quarta e última parcela do dividendo informado em 28 de janeiro de 2026. A parcela é no valor de R$ 70 milhões, correspondente a R$ 0,35817654002 por ação ordinária. Tem direito as pessoas titulares de ações da companhia na data-base de 2 de fevereiro de 2026, respeitadas as negociações realizadas até esta data, inclusive. As ações são negociadas ex-dividendos desde 3 de fevereiro de 2026, inclusive. Economia: O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central definiu, nesta quarta-feira (4), pela manutenção da taxa Selic em 13,75%. A decisão era esperada pelo mercado, sobretudo após a divulgação do último Boletim Focus, que mostrou que a aposta majoritária dos analistas apontava para a preservação do patamar atual da taxa básica de juros. Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, “a manutenção da Selic em 13,75% representa, neste momento, um dique de contenção contra a desancoragem inflacionária e a volatilidade cambial, enquanto a pauta fiscal permanece como o grande divisor de águas para o futuro dos investimentos no Brasil”. “Juro é a consequência da condução da pauta econômica” Charles Mendlowicz traz uma reflexão sobre as propostas que circulam nos bastidores para tentar forçar uma queda abrupta dos juros por decreto ou vontade política – a exemplo da tese do economista André Lara Resende de induzir uma queda brusca na taxa Selic. Para Mendlowicz, embora o patamar elevado da Selic represente um fardo pesado para a atividade econômica – travando o consumo, o crédito e o financiamento de bens de consumo de maior valor, como automóveis e moradias –, a taxa de juros não pode ser analisada de forma isolada do restante da engrenagem macroeconômica. “Não estou defendendo o juro alto, mas fazer um corte drástico como mecanismo para reduzir o juro da dívida não é recomendado, embora seja uma solução que pareça ser simples. O juro é a consequência da condução da pauta econômica, ele não é só a causa”, argumenta. O economista reforça que o endividamento público brasileiro é documentado e gerido de forma fiscalizada pelo Tesouro Nacional. “O Tesouro Nacional é responsável pela gestão da dívida, os dados são públicos e disponibilizados mensalmente via relatório. O mercado financeiro acompanha esses relatórios ‘na lupa’, com rigor extremo”, aponta Mendlowicz. Charles explica que tentar atropelar esse processo reduzindo a taxa de juros artificialmente sem o respaldo de um ajuste fiscal encontra barreiras na dinâmica global de capitais. Com os juros nos Estados Unidos em patamares elevados (atualmente na faixa de 3,75% a 4,0%), uma queda forçada da Selic eliminaria o diferencial de rentabilidade que atrai investidores estrangeiros para o Brasil. Além das pressões monetárias americanas, o economista lembra que o cenário internacional segue tensionado por fatores geopolíticos. “A guerra no Irã ainda é algo que pesa muito para os Estados Unidos e também reverbera no Brasil”, pondera Mendlowicz, lembrando que choques externos impactam diretamente as cadeias globais e o mercado de energia. “O governo brasileiro está segurando os preços e subsidiando os combustíveis, mas até quando essa conta se sustenta?”, questiona. Queda sustentável de juros exige responsabilidade fiscal Charles Mendlowicz ressalta que, em um cenário de corte drástico, a tendência é de fuga de capital: “Esse movimento pode gerar uma forte pressão sobre a taxa de câmbio. O dólar atua como a principal variável de ajuste, e a queima de reservas internacionais para conter a fuga de capital seria insuficiente para conter esse cenário”. Em contrapartida, o economista aponta que o caminho para a queda sustentável dos juros exige responsabilidade fiscal, citando como precedente histórico o período compreendido entre 2016 e 2019. “Quando o Temer fez isso entre 2016 e 2019, o Ilan Goldfajn, na época presidente do Banco Central do Brasil, conseguiu reduzir a taxa Selic até 6,5%”, relembra, evidenciando que a convergência de uma política de controle de gastos com a credibilidade institucional é o único roteiro seguro para derrubar a Selic de maneira estrutural. Divulgam resultado do 3T26 nesta quinta, 5: Após o fechamento do mercado: Allos (ALOS3) Alupar (ALUP11) Sabesp (SBSP3) Suzano (SUZB3) Anima (ANIM3) Banco BMG (BMGB4) Aura Minerals (AURA33) Fleury (FLRY3) Localiza (RENT3) Moura Dubeux (MDNE3) Wiz (WIZC3) BR Partners (BRBI11) Grendene (GRND3) PetroReconcavo (RECV3) Vivara (VIVA3) Lojas Renner (LREN3) Assaí (ASAI3) Eztec (EZTC3)

Axia, PRIO, Vibra, Azzas, Oncoclínicas e mais ações para acompanhar hoje
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Axia, PRIO, Vibra, Azzas, Oncoclínicas e mais ações para acompanhar hoje

Publicidade O radar corporativo desta quinta-feira (5) tem como destaque os resultados da Axia (AXIA3), Vibra (VBBR3), PRIO (PRIO3), Simpar (SIMH3), C&A (CEAB3), GPA (PCAR3), Tenda (TEND3) e mais empresas. HBR Realty (HBRE3) fecha acordo de R$ 938 mi para venda de participações em shoppings. Já CADE aprova cisão da Azzas 2154 (AZZA3). Oncoclínicas (ONCO3) recebe novas adesões de credores ao plano de recuperação. Confira mais destaques: Azzas 2154 (AZZA3) A Azzas 2154 (AZZA3) informou que, nesta quarta-feira (4), foi emitida a certidão de trânsito em julgado da decisão da Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) que aprovou, sem restrições, a reorganização societária da Azzas. Continua depois da publicidade HBR Realty (HBRE3) A HBR Realty (HBRE3) celebrou nesta quarta-feira (4) a venda de 20% do empreendimento Mogi Shopping, 25% do Suzano Shopping, 50% do Patteo Olinda Shopping e 90,9% do Lead Corporate Faria Lima para o Fundo SPX Portfólio Alfa Fundo de Investimento Imobiliário. Axia Energia (AXIA3) A Axia Energia (AXIA3) teve lucro líquido de R$ 1,11 bilhão no terceiro trimestre, ante prejuízo de R$5,45 bilhões apurado um ano antes, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira. O Ebitda regulatório ajustado somou R$ 6,92 bilhões entre julho e setembro, alta de 8,4% na comparação anual, enquanto a receita operacional líquida regulatória avançou 0,9%, para R$ 10,03 bilhões. Continua depois da publicidade Vibra (VBBR3) A maior distribuidora de combustíveis do país, Vibra, teve lucro líquido ajustado de R$ 2,4 bilhões no terceiro trimestre, mais do que quatro vezes o resultado de um ano antes, apoiada em parte por vendas maiores e queda em despesas financeiras. A companhia teve um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 4,3 bilhões, mais do que o dobro ante o desempenho de R$ 1,8 bilhão registrado no terceiro trimestre de 2025. Analistas, em média, esperavam lucro de R$ 1,8 bilhão e Ebitda de R$3,8 bilhões, segundo dados da LSEG. Continua depois da publicidade A C&A (CEAB3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 56,5 milhões no terceiro trimestre de 2026, resultado 23,3% inferior ao apurado no mesmo período do ano passado, conforme balanço divulgado pela varejista de moda nesta quarta-feira. Apesar da queda anual, o desempenho superou as estimativas do mercado. Analistas consultados pela LSEG projetavam lucro líquido de R$ 45,5 milhões para o período. Simpar (SIMH3) A Simpar (SIMH3) reportou lucro líquido ajustado das operações continuadas de R$ 137,0 milhões no terceiro trimestre de 2026 (3T26), revertendo prejuízo de R$ 128,6 milhões no mesmo período do ano passado. O balanço, divulgado nesta quarta-feira (4), não inclui o fechamento da venda da CS Porto Aratu. Continua depois da publicidade A holding, que conta com companhias como Movida (MOVI3), JSL (JSLG3) e Vamos (VAMO3) em seu guarda-chuva, encerrou o trimestre com alavancagem de 2,7 vezes a relação dívida líquida/Ebitda, o menor nível desde o IPO, em 2010. GPA (PCAR3) O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou prejuízo líquido de R$ 220 milhões nas operações continuadas no terceiro trimestre desse ano, revertendo o lucro de R$ 142 milhões visto em igual período do ano passado. Apesar do resultado negativo, a companhia conseguiu melhorar a rentabilidade operacional com cortes de despesas e a priorização de negócios mais rentáveis. A comparação do lucro, porém, é afetada por um crédito tributário extraordinário de R$ 418 milhões reconhecido no terceiro trimestre de 2025. Sem esse efeito, o prejuízo das operações continuadas teria recuado 20,3% na comparação anual. Tenda (TEND3) A construtora Tenda teve queda de 48,7% no lucro líquido do terceiro trimestre, considerando efeitos contábeis relacionados a contratos de swaps referenciados em ações da companhia, em um período marcado pelo que a empresa chamou de crescimento mais moderado diante de fatores que incluem inadimplência das famílias. A companhia, que atua mais concentrada no segmento econômico por meio do programa governamental Minha Casa Minha Vida, teve lucro líquido de R$ 57,3 milhões no terceiro trimestre, abaixo dos R$ 179 milhões do segundo e menor que a expectativa média de analistas que apontava para R$ 136 milhões, segundo dados da LSEG. PRIO (PRIO3) A Prio fechou o terceiro trimestre de 2026 com lucro líquido de US$ 521 milhões, 468% acima do registrado no mesmo período de 2025, quando atingiu lucro de US$ 91,6 milhões. O Ebitda somou US$ 1,135 bilhão entre julho e setembro, alta de 268% ante o reportado um ano antes. Já o indicador ajustado ficou em US$ 1,07 bilhão, avanço de 235% na mesma base de comparação. Mercado Livre (BDR: MELI34) O Mercado Livre divulgou nesta quarta-feira um lucro líquido abaixo das estimativas do mercado para o terceiro trimestre, à medida que maiores gastos em capacidade logística para o pico da temporada de compras pressionaram as margens. A empresa de comércio eletrônico e serviços financeiros registrou lucro líquido de US$ 448 milhões de julho a setembro, inferior aos US$ 476 milhões esperados por analistas, segundo dados da LSEG. Totvs (TOTS3) A Totvs encerrou o terceiro trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 237,2 milhões. O montante representa alta de 8,8% na comparação anual e de 1,4% em relação ao trimestre anterior. No release que acompanha o resultado, a empresa informa que a retração na margem líquida ajustada, a 12%, é estritamente associada à alavancagem financeira, relacionada à emissão de debêntures para o pagamento da aquisição da Linx e consequente menor volume de caixa aplicado, por conta da execução dos programas de recompra de ações. Smart Fit (SMFT3) A Smart Fit (SMFT3) teve lucro líquido recorrente de R$248 milhões no terceiro trimestre, crescimento de 40% sobre o desempenho de um ano antes, afirmou a rede de academias de ginástica nesta quarta-feira. A companhia teve um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$763 milhões, avanço de 30% na mesma comparação, com a margem passando de 32,1% para 32,5%. EZ TEC (EZTC3) A Navi Holdings Participações informou que a participação acionária de fundos sob sua gestão na EZ TEC (EZTC3) atingiu 5,13% do capital social da incorporadora em 4 de novembro. A posição corresponde a 14,2 milhões de ações ordinárias. Grupo Toky (TOKY3) A CVM indeferiu, por unanimidade, o pedido de interrupção ou adiamento da Assembleia Geral Extraordinária do Grupo Toky, marcada para 6 de novembro. A decisão acompanhou o entendimento da área técnica da autarquia, que não identificou irregularidades nas deliberações previstas nem insuficiência de informações. Com isso, a assembleia será realizada na data originalmente convocada. Cogna (COGN3) A BlackRock reduziu sua participação acionária na Cogna Educação (COGN3) para 4,999% do total de ações ordinárias da companhia. Em comunicado divulgado pela empresa, a gestora informou que, em 28 de outubro, detinha 103,2 milhões de ações ordinárias, além de 5,98 milhões de instrumentos financeiros derivativos referenciados nos papéis, com liquidação financeira, equivalentes a 0,290% do capital. Oncoclínicas (ONCO3) A Oncoclínicas (ONCO3) informou que seu plano de recuperação extrajudicial recebeu novas adesões e passou a contar com o apoio de credores titulares de mais de R$ 4,3 bilhões em créditos, o equivalente a 74,6% da base abrangida pelo processo.

Perguntas Frequentes sobre TOTS3

Qual é a cotação de TOTS3 hoje na B3?
A cotação de TOTS3 hoje está em R$ 32,91. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 32,40 e máxima de R$ 33,60.
Quanto a TOTS3 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de TOTS3 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de TOTS3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de TOTS3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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