Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
CASH3 (Meliuz SA) é uma ação negociada na B3 do setor de Tecnologia. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 4,00, registrando variação de +1.52% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.82x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 18.44%.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 4 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de CASH3
O ativo CASH3 (Meliuz SA) está sendo negociado hoje a R$ 4,00, acumulando uma variação de +1.52% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,21 e a máxima de R$ 6,00. A companhia está inserida no setor de Tecnologia, atuando no segmento de Programas e Serviços. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/VP de 0.82x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 18.44%.
Histórico de Cotação: CASH3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 460,20 Mi | R$ 365,02 Mi | R$ 326,59 Mi | R$ 368,11 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 19,49 Mi | R$ -25,17 Mi | R$ -71,07 Mi | R$ -141,50 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 19,49 Mi | R$ -25,17 Mi | R$ -71,07 Mi | R$ -141,50 Mi |
| Lucro Líquido | R$ -1,14 Mi | R$ -11,33 Mi | R$ -25,55 Mi | R$ -58,15 Mi |
Sobre a CASH3
A Méliuz S.A., listada na B3 como CASH3, opera uma plataforma digital voltada a cashback, cupons e serviços financeiros associados ao consumo online e físico. O modelo de receita combina comissões pagas por varejistas parceiros, intermediação de ofertas e produtos financeiros integrados ao aplicativo. A empresa atua no mercado brasileiro de tecnologia aplicada a varejo e serviços financeiros, com base relevante de usuários cadastrados e acordos com redes de comércio eletrônico e estabelecimentos físicos. Nos últimos anos, a companhia ampliou a atuação além do cashback, incorporando funcionalidades de conta digital, cartões e soluções de relacionamento entre marcas e consumidores. O negócio é sensível a ciclos de consumo, custo de aquisição de clientes e eficiência de conversão do tráfego em transações. Como emissora listada, a empresa divulga resultados periódicos e informações operacionais ao mercado por meio do seu canal de relações com investidores.
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Bolsa brasileira apresentou projeto para permitir compra e venda de ações tokenizadas inclusive aos fins de semana e feriado A B3 apresentou na sexta-feira (6) um projeto para permitir a negociação de ações 24 horas por dia, sete dias por semana, incluindo madrugadas, fins de semana e feriados. A proposta utiliza tecnologia blockchain para criar versões tokenizadas dos papéis negociados na bolsa brasileira e prevê a possibilidade de liquidar as operações praticamente de forma instantânea, eliminando a espera de dois dias úteis que existe atualmente. O modelo foi apresentado durante o 2º Encontro com o Mercado do Grupo de Trabalho de Tokenização (GTT), promovido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em São Paulo. Participaram da apresentação os representantes da B3 Eduardo Alexandre Marques Silva, Carlos Alberto Spina Junior e Raphael de Almeida Torlay, que detalharam a arquitetura tecnológica e os desafios envolvidos na implementação do sistema. A iniciativa busca aproximar o mercado tradicional de ações da experiência oferecida pelas corretoras de criptomoedas, nas quais é possível negociar ativos como Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) a qualquer hora do dia, independentemente do funcionamento das bolsas de valores. Atualmente, as ações negociadas na B3 seguem horários específicos de funcionamento do pregão. Além disso, quando um investidor compra ou vende um papel, a liquidação da operação acontece em D+2, ou seja, dois dias úteis depois da negociação. Com a proposta apresentada, a B3 pretende testar um ambiente em que essas operações poderão ocorrer continuamente, com transferência dos ativos e do pagamento no mesmo momento. A bolsa ressaltou, entretanto, que o projeto ainda está em fase experimental e não representa o lançamento imediato de um mercado de ações com funcionamento ininterrupto. A implementação dependerá dos resultados dos testes e de eventuais mudanças nas regras do mercado de capitais brasileiro. Como funcionaria a negociação de ações 24 horas por dia A principal mudança proposta pela B3 é a criação de um segundo ambiente de negociação, conectado à infraestrutura tradicional da bolsa, mas capaz de funcionar sem interrupções. Nesse modelo, os investidores poderiam negociar representações digitais de ações existentes, mesmo quando o pregão convencional estivesse fechado. A tecnologia utilizada é baseada no conceito de digital twin, ou gêmeo digital. Na prática, cada token representaria uma ação registrada na infraestrutura tradicional da B3, permitindo que o ativo seja movimentado em um ambiente baseado em blockchain. Os representantes da bolsa explicaram que a titularidade oficial das ações continuaria registrada na depositária central, responsável por controlar os registros dos valores mobiliários. Quando determinada quantidade de ações fosse transferida para uma estrutura específica, seria possível emitir os tokens correspondentes. O processo inverso permitiria destruir essas representações digitais e devolver os ativos ao ambiente tradicional. Essas operações são conhecidas no mercado de criptomoedas como mint e burn, termos utilizados para descrever, respectivamente, a criação e a destruição de tokens. O objetivo é garantir que as ações tokenizadas mantenham correspondência com os ativos originais, preservando os direitos dos investidores e evitando a criação de representações digitais sem respaldo nos registros da bolsa. A infraestrutura também precisará permitir a conciliação entre os dois ambientes e acompanhar eventos corporativos, como pagamentos de dividendos, desdobramentos de ações, grupamentos, fusões e outras operações capazes de alterar as características dos papéis. Outro ponto importante é que, segundo a apresentação, a negociação das ações não aconteceria diretamente na blockchain. A B3 pretende manter um sistema específico para executar as ordens de compra e venda, utilizando a tecnologia de registro distribuído principalmente para a representação dos ativos e a liquidação das operações. A proposta também contempla a utilização de dinheiro tokenizado para concluir as transações. Questionado sobre a necessidade de uma stablecoin, Eduardo Alexandre Marques Silva afirmou que esse tipo de tecnologia não seria obrigatório, mas poderia representar a alternativa mais adequada. “Não é necessária, mas o ideal seria que sim, a gente tivesse uma moeda tokenizada”, afirmou. A ideia é utilizar um mecanismo conhecido como liquidação atômica, no qual a transferência da ação tokenizada e a entrega do pagamento acontecem simultaneamente. Dessa forma, o comprador receberia o ativo no mesmo momento em que o vendedor recebesse o dinheiro, reduzindo o risco de uma das partes cumprir sua obrigação enquanto a outra ainda não realizou a transferência. Além de acelerar as operações, a tecnologia poderia reduzir determinadas etapas de conciliação e processamento utilizadas na infraestrutura financeira tradicional. A B3, porém, não pretende abandonar imediatamente o modelo atual. Os representantes da bolsa destacaram que o sistema convencional de compensação e liquidação continuará tendo vantagens, especialmente na eficiência financeira proporcionada pela compensação de diferentes operações. A proposta é permitir a convivência entre as duas estruturas, oferecendo alternativas conforme as características de cada mercado. B3 prepara testes com a CVM, mas lançamento ainda depende de regulação A apresentação desta sexta-feira representa uma evolução dos planos que a B3 já havia anunciado para o mercado de ações tokenizadas. Em outubro, Humberto Costa, diretor de Produtos de Balcão e Ativos Digitais da bolsa, afirmou que a companhia pretendia iniciar a negociação de ações tokenizadas em janeiro de 2027. Na ocasião, entretanto, o executivo explicou que o lançamento inicial não contemplaria operações 24 horas por dia nem liquidação instantânea. A proposta era permitir que os ativos tokenizados fossem negociados no mesmo livro de ofertas das ações tradicionais, preservando a liquidez do mercado e mantendo a liquidação em D+2, conforme as exigências regulatórias atuais. Costa também afirmou que a B3 possui capacidade tecnológica para tokenizar todas as ações negociadas em sua plataforma, embora ainda não tenha definido quantos papéis estarão disponíveis na primeira etapa. O projeto apresentado nesta sexta-feira vai além dessa implementação inicial, explorando a possibilidade de criar uma infraestrutura paralela com negociação ininterrupta e liquidação praticamente imediata. 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Entretanto, as operações realizadas nesse ambiente devem utilizar exclusivamente ativos e recursos fictícios, sem envolver investidores reais ou movimentações financeiras efetivas. O objetivo é avaliar a viabilidade técnica, operacional e jurídica dessas estruturas, identificar possíveis riscos e fornecer informações para futuras decisões regulatórias. A CVM também pretende estudar como novas tecnologias poderão contribuir para tornar o mercado de capitais mais eficiente, mantendo mecanismos de proteção aos investidores e de fiscalização das operações. No caso da B3, a implementação comercial de um pregão 24 horas ainda dependerá da avaliação dos resultados dos testes e de mudanças nas regras aplicáveis à negociação e à liquidação de ações. A bolsa não anunciou uma data para disponibilizar esse modelo aos investidores. Caso a proposta avance, entretanto, ela poderá representar uma transformação importante no funcionamento do mercado acionário brasileiro, aproximando a negociação de ações da dinâmica das criptomoedas e permitindo que investidores comprem e vendam ativos fora dos horários tradicionais das bolsas de valores.
Com petróleo derretendo nesta segunda-feira, futuros do milho se desvalorizam quase 3% em Chicago
A segunda-feira (27) termina com os preços internacionais do milho futuro contabilizando fortes movimentações negativas na Bolsa de Chicago (CBOT). “O arrefecimento do conflito entre Estados Unidos e Irã, em que não foram registrados novos ataques nesse fim de semana e o arrefecimento também no Mar Negro entre Rússia e Ucrânia, vão puxando quedas no mercado de commodities energéticas e ajudando também nas quedas do mercado agrícola”, aponta Cristiano Palavro, diretor da Pátria Agronegócios. Os analistas da Agrinvest também destacam a diminuição das tensões geopolíticas como catalizador das perdas registradas pelas commodities de Chicago nesta segunda-feira. “Já é a terceira noite sem bombardeios no Oriente Médio entre EUA e Irã. A expectativa por um novo cessar-fogo e uma possível resolução do conflito volta a trazer alívio ao mercado.” “Os futuros do petróleo sofreram uma forte derrocada, com o Brent chegando a trabalhar abaixo dos US$ 90/barril, contra US$ 100 na semana passada. O impacto nos óleos vegetais é direto, trazendo forte pressão de baixa e puxando o setor de biocombustíveis como um todo”, conclui a Agrinvest. O vencimento setembro/26 foi cotado a US$ 4,51 com perda de 12,50 pontos, o dezembro/27 valeu US$ 4,74 com desvalorização de 13,50 pontos, o março/27 foi negociado por US$ 4,89 com baixa de 13,50 pontos e o maio/27 teve valor de US$ 4,98 com queda de 13 pontos. Esses índices representaram desvalorizações, com relação ao fechamento da última sexta-feira (24), de 2,69% para o setembro/26, de 2,77% para o dezembro/26, de 2,68% para o março/27 e de 2,54% para o maio/27. Mercado Interno A segunda-feira também foi negativa para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3), que registraram desvalorizações ao longo de todo o pregão. A Pátria Agronegócios explica que “a B3 já tinha descolado bastante dos preços físicos e hoje recua novamente. Enquanto o indicador segue abaixo dos R$ 66,00, o setembro/26 já se aproximava dos R$ 70,00, mas recua em realização de lucros. Já o mercado físico segue subindo gradualmente, as regiões brasileiras operam entre estabilidade e leves altas”. Na visão da Safras & Mercado, o mercado brasileiro de milho iniciou a semana com ritmo de negociações mais travado. “Os agentes aguardam a finalização plena da colheita para iniciar negociações mais consistentes na comercialização.” No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho oscilou entre perdas e ganhos neste primeiro dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou valorizações em Ubiratã/PR, Marechal Cândido Rondon/PR, Pato Branco/PR, Palma Sola/SC, Tangará da Serra/MT e Eldorado/MS, mas também encontrou desvalorizações em Sorriso/MT, Jataí/GO, Rio Verde/GO, Campinas/SP e Porto de Santos/SP.
TIM consolida liderança em telecomunicações ao integrar os três principais índices de sustentabilidade da B3
A operadora de telecomunicações TIM informou ter sido reconhecida, pelo segundo ano consecutivo, como a única empresa do seu setor a compor de forma simultânea as carteiras teóricas dos três principais índices de sustentabilidade da B3. O anúncio, divulgado pela companhia em 5 de novembro de 2026, refere-se à presença no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3), no Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3) e no Índice de Diversidade (IDIVERSA B3). Segundo os dados apresentados pela operadora, apenas 33 organizações no mercado de capitais brasileiro alcançaram a tríplice inclusão durante o ciclo de 2026. A solenidade que marcou a homenagem ocorreu em 4 de novembro de 2026, na sede da bolsa de valores brasileira, na cidade de São Paulo. De acordo com a empresa, a iniciativa da B3 visa distinguir companhias abertas que conseguem equilibrar solidez em governança corporativa e sustentabilidade, mensuração e mitigação rigorosa de gases de efeito estufa e políticas estruturadas de equidade de gênero e representatividade racial em seus quadros. ## Trajetória institucional e posicionamento no mercado acionário A TIM declarou que a distinção corrobora uma agenda estratégica de longo prazo voltada aos critérios ambientais, sociais e de governança corporativa. A operadora destaca que atinge em 2026 a marca de 18 anos consecutivos de permanência ininterrupta no ISE B3, constituindo o histórico mais duradouro entre todas as prestadoras de serviços de telecomunicações listadas no país. Na avaliação referente a 2026, a tele assegurou a 6ª colocação geral no ranking do indicador, sustentada por pontuações de destaque em frentes como gerenciamento de energia, privacidade de dados de clientes, segurança da informação, gestão corporativa de riscos e acessibilidade técnica e econômica. A liderança da área de sustentabilidade da operadora pontuou que os resultados refletem processos contínuos de governança. Conforme declarou Anna Carolina Meireles, head de ESG da TIM, a permanência pelo segundo ano consecutivo nos três indicadores evidencia que os pilares de descarbonização, equidade e governança estão inseridos na tomada de decisão da infraestrutura e dos serviços da companhia, orientando investimentos voltados à preservação de valor para acionistas, consumidores e ecossistema de fornecedores. Além do desempenho registrado na bolsa nacional, a operadora comunicou que figura pelo terceiro ano consecutivo na prestigiada A List do CDP (Carbon Disclosure Project). A classificação internacional avalia práticas de reporte corporativo, estratégia de mitigação climática e gestão de impactos ambientais, sendo amplamente consultada por gestores globais de ativos focados em finanças sustentáveis. ## Desafios estruturais de sustentabilidade no setor de telecomunicações O segmento de telecomunicações enfrenta uma transição operacional complexa, impulsionada pela expansão acelerada das redes de quinta geração (5G) e pelo crescimento exponencial no tráfego de dados. A infraestrutura de telecomunicações demanda elevada intensidade energética, distribuída entre centenas de milhares de estações rádio base (ERBs), centros de comutação e data centers de borda. Esse cenário pressiona as operadoras a redefinirem suas matrizes de suprimento elétrico e a desenharem estratégias de eficiência energética de larga escala para conter os custos operacionais (Opex) e frear a escalada de emissões de Escopo 2. Nesse ambiente operacional, a conformidade climática exige a migração de contratos para o ambiente de contratação livre e a estruturação de usinas de geração distribuída, com foco em fontes limpas como solar fotovoltaica, biogás e pequenas centrais hidrelétricas. O gerenciamento sistemático de emissões de carbono, base do ICO2 B3, impõe às empresas do setor o desafio de descarbonizar não apenas as operações diretas, mas também o Escopo 3, que envolve a fabricação de equipamentos de rede, a cadeia logística e o ciclo de vida dos aparelhos comercializados aos usuários finais. Paralelamente, a pauta da diversidade demográfica tem se consolidado como métrica de competitividade no ecossistema tecnológico. Historicamente marcado por desequilíbrios de gênero e raça nas funções ligadas à engenharia, computação e alta liderança, o setor passa por cobranças intensas de fundos institucionais para adotar metas transparentes de recrutamento, retenção e ascensão profissional de grupos sub-representados, exigência refletida na metodologia de ponderação do IDIVERSA B3. | Índice B3 | Escopo Metodológico | Dimensões Avaliadas | Relevância para Telecom | | :— | :— | :— | :— | | ISE B3 | Sustentabilidade global e governança | Ética, riscos, capital humano e governança | Assegura solidez em privacidade e segurança de rede | | ICO2 B3 | Eficiência na intensidade de carbono | Emissões brutas e maturidade de inventário | Impulsiona autoprodução de energia renovável | | IDIVERSA B3 | Equidade de gênero e representação racial | Liderança feminina e inclusão étnico-racial | Modifica a composição de quadros técnicos e executivos | ## Governança de riscos e conformidade cibernética como vetores de mercado A integração aos referenciais de governança da bolsa de valores brasileira ocorre sob crescente escrutínio regulatório da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de órgãos setoriais como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Para empresas de telecomunicações, as exigências de reporte transcendem parâmetros ambientais clássicos e alcançam a integridade dos sistemas digitais. A atuação em privacidade de clientes e segurança da informação, citada pela TIM como ponto forte de sua avaliação no ISE, reflete as obrigações impostas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o dever fiduciário de resguardar transações críticas de milhões de usuários. A robustez da governança corporativa atua como fator redutor do custo de capital em emissões de dívida. Companhias que comprovam conformidade com os índices da B3 acessam o mercado de capitais por meio de debêntures verdes e sustentáveis (sustainability-linked bonds) com spreads mais competitivos. A demonstração de controles rígidos de cibersegurança e mitigação de vulnerabilidades sistêmicas reduz o prêmio de risco exigido por credores e agências de rating, protegendo o valor de mercado diante de contingências regulatórias ou operacionais. Os avanços metodológicos das carteiras da B3 também demandam das organizações uma articulação transparente com toda a cadeia de suprimentos. Fornecedores de cabos ópticos, servidores e antenas passam a ser auditados sob critérios socioambientais, criando um efeito multiplicador que condiciona novos contratos corporativos à prestação de contas sobre pegada ecológica, combate ao trabalho degradante e planos de conformidade. * Metodologia auditada com base em questionários estruturados e verificação independente; * Acompanhamento contínuo da flutuação da intensidade de emissões em relação à receita líquida; * Estabelecimento de indicadores quantitativos de paridade salarial e progressão funcional de gênero e etnia; * Alinhamento estrito aos padrões do conselho de normas de sustentabilidade financeira internacional. ## Desdobramentos operacionais e horizonte de investimentos sustentáveis A manutenção de posições de destaque nas carteiras teóricas da B3 exige consistência na alocação de despesas de capital (Capex). As operadoras de telecomunicações precisam canalizar recursos para modernização de plataformas de software que otimizem o consumo de energia em horários de menor demanda de tráfego, além de aposentar progressivamente tecnologias legadas, como redes de segunda e terceira geração, cujos padrões de eficiência energética são inferiores aos do 5G. Especialistas do mercado de infraestrutura apontam que as metas associadas ao combate às mudanças climáticas demandarão ampliações na contratação de usinas solares dedicadas e o aperfeiçoamento da rastreabilidade da energia elétrica consumida. Em paralelo, a frente da acessibilidade técnica e econômica, outro ponto mencionado pela TIM em sua classificação no ISE, coloca o setor no centro dos programas de inclusão digital e expansão de cobertura em áreas rurais e periféricas, ampliando a capilaridade da conectividade como ferramenta de desenvolvimento social. No campo das relações com investidores, a simultaneidade no ISE, ICO2 e IDIVERSA protege a liquidez das ações ordinárias e preferenciais da operadora, uma vez que carteiras de fundos passivos, fundos soberanos e ETFs referenciados em critérios ESG direcionam aportes automáticos a ativos que integram esses agrupamentos específicos. A capacidade de reter tais certificações nos próximos ciclos dependerá da velocidade com que as metas plurianuais de redução de emissões e equidade interna forem cumpridas e reportadas ao mercado. ## Análise Brasil Inovador A convergência entre sustentabilidade climática, equidade corporativa e solidez de governança deixou de ser um diferencial de imagem para se consolidar como imperativo de sobrevivência financeira no mercado de telecomunicações. Em um segmento capital-intensivo, no qual o ciclo de vida dos ativos de infraestrutura atinge décadas, a demonstração de resiliência e planejamento perante riscos de transição ecológica e cibersegurança dita as condições de financiamento e atração de investimento institucional. A presença simultânea e restrita de poucas organizações nas três principais carteiras de sustentabilidade da B3 evidencia a complexidade de conciliar metodologias que cobram resultados tangíveis em frentes tão heterogêneas quanto a química atmosférica de emissões e as políticas internas de inclusão social. Operadoras que executam essa sincronização constroem barreiras de entrada contra a volatilidade do mercado, blindam a reputação de marca e se posicionam estrategicamente para liderar a oferta de soluções corporativas e digitais em uma economia pautada pela descarbonização.
Perguntas Frequentes sobre CASH3
Qual é a cotação de CASH3 hoje na B3?
Quanto a CASH3 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de CASH3 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de CASH3?
📰 Fatos Relevantes e Comunicados de CASH3
Documentos oficiais protocolados pela companhia na Comissão de Valores Mobiliários.
Apresentação Webcast de Resultados 3T26
Comunicado institucional
Agenda de Divulgação de Resultados 3T26
Méliuz anuncia aprovação da redução do capital social para constituição de reserva de capital e a aprovação do Plano de Opção de Compra de Ações
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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