RE

RENT3 Localiza Rent A Car SA – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Bens Industriais

Localiza Rent A Car SA

CNPJ: 16670085000155

Preço Atual
R$ 38,75
+1.57%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 9 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 9/12 (75.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 67.00 Bi) maior que Lucro (R$ 3.53 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 13.03% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 5.35% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +32.30% | CAGR Lucro 5A: +12.28%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 1.58x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Bens Industriais

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1973 (53 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 12.34x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 4.47x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 14.15x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Acima do Preço Teto

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 29,32
DPA Médio (5 anos) R$ 1,76
Margem de Segurança -24.34%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 41,27
LPA R$ 3,14
VPA R$ 24,11
Margem / Potencial +6.50%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo RENT3 (Localiza Rent A Car SA) está sendo negociado hoje a R$ 38,75, acumulando uma variação de +1.57% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 31,74 e a máxima de R$ 53,35. A companhia está inserida no setor de Bens Industriais, atuando no segmento de Aluguel de Carros. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 12.34x e P/VP de 1.58x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 5.39%.

Abertura
R$ 38,34
Fec. Ant: R$ 38,77
Variação Dia
Min: R$ 37,63
Max: R$ 38,96
52 Semanas
Mín: R$ 31,74
Máx: R$ 53,35
Volume
3.482.900
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: RENT3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

12.34
1.58
R$ 3,14
R$ 24,11
14.15
P/Receita (PSR)
0.94
P/FCO
-658.58
P/FCL
-90.32
EV/Receita Líq.
2.39
EV/FCO
-1671.44
EV/FCL
-229.23
Earning Yield
7.07%
Enterprise Value
R$ 110,57 Bi
R$ 43,57 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
4.47
Dív. Líquida/PL
2.47
Dívida Líquida
R$ 67,00 Bi
Liq. Corrente
1.14
PL/Ativos
0.32
Passivos/Ativos
0.70
Liq. Seca
1.14
Liq. Imediata
0.61

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
18.95%

Indicadores de Rentabilidade

12.63%
7.49%
3.77%
Giro do Ativo
0.54

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
32.30%
CAGR Lucro
12.28%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 26.10%
Margem EBITDA 32.37%
Margem Operacional 18.95%
Margem Líquida 7.38%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -66,15 Mi
FCL R$ -482,33 Mi
Caixa Total R$ 10,15 Bi
Caixa/Ação R$ 9,03
Receita e Dívida
Receita Total R$ 46,35 Bi
Lucro Bruto R$ 12,10 Bi
EBITDA R$ 15,01 Bi
Dívida Total R$ 49,52 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 17.13%
Lucro (YoY) 47.25%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 41.781,59 Mi R$ 37.271,56 Mi R$ 28.902,28 Mi R$ 17.783,57 Mi
Lucro Bruto R$ 11.129,98 Mi R$ 8.752,86 Mi R$ 8.272,08 Mi R$ 6.648,11 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 7.811,66 Mi R$ 5.805,17 Mi R$ 5.898,54 Mi R$ 4.529,43 Mi
Lucro Líquido R$ 1.870,47 Mi R$ 1.813,31 Mi R$ 1.803,09 Mi R$ 1.841,21 Mi

Sobre a RENT3

Setor
Bens Industriais
Indústria / Segmento
Aluguel de Carros
Funcionários
22.062
Market Cap
R$ 41,06 Bi
Descrição do Negócio

A Localiza Rent a Car S.A. (B3: RENT3), rebatizada em nível corporativo como Localiza&Co, atua no mercado de mobilidade com foco em aluguel de veículos, gestão e terceirização de frotas, assinatura de carros e venda de seminovos. Fundada em 1973 e sediada em Belo Horizonte (MG), a companhia é listada na B3 e integra o grupo de empresas de grande capitalização do mercado brasileiro. O modelo de negócios é organizado em ecossistemas complementares. Em Aluguel de Carros (RAC), atende pessoas físicas, empresas, seguradoras e montadoras, com presença em aeroportos e lojas urbanas. Em Gestão de Frotas (GTF), oferece contratos de longo prazo para clientes corporativos, incluindo serviços de manutenção e gestão operacional. A operação de Seminovos monetiza a desmobilização da frota própria, apoiando rotação de ativos e eficiência de capital. A companhia mantém posição de liderança no setor de locação de veículos na América do Sul, reforçada por escala operacional, rede de atendimento ampla e integração de plataformas após movimentos de consolidação setorial. A estratégia combina crescimento de volumes, ganho de produtividade, digitalização da jornada do cliente e disciplina de renovação de frota. No recorte mais recente divulgado pela companhia, a plataforma operava com frota superior a 632 mil carros, 935 pontos físicos e presença em 7 países da América do Sul, além da entrada no México.

JCP R$ 0,5351
Pagamento: 20/08/2026
JCP R$ 0,5221
Pagamento: 22/05/2026
JCP R$ 0,5155
Pagamento: 06/02/2026
JCP R$ 0,5154
Pagamento: 18/11/2025
JCP R$ 0,5062
Pagamento: 19/08/2025
JCP R$ 0,4564
Pagamento: 16/05/2025
JCP R$ 0,4047
Pagamento: 07/02/2025
JCP R$ 0,3995
Pagamento: 14/11/2024
JCP R$ 0,3980
Pagamento: 19/08/2024
JCP R$ 0,3835
Pagamento: 23/05/2024

Notícias relacionadas

Dólar sobe mais de 1% e atinge R$ 5,16 nesta quarta
Dólar Hoje

Dólar sobe mais de 1% e atinge R$ 5,16 nesta quarta

O dólar registrou uma alta expressiva durante as negociações desta quarta-feira (23), impulsionado pelo cenário econômico internacional, pelas incertezas eleitorais brasileiras e pelo avanço nas cotas de petróleo no mercado global. A divisa americana valorizou mais de 1%, aproximando-se da marca de R$ 5,17 no pregão. A valorização do dólar acabou pressionando o mercado de capitais no país, levando a bolsa de valores brasileira a encerrar a sessão em queda, abaixo dos 186 mil pontos. A cotação comercial fechou com avanço de 1,27%, cotada a R$ 5,169 na venda. Ao longo da jornada, a moeda registrou máxima de R$ 5,177 no meio da tarde. No acumulado do ano, contudo, a moeda estrangeira ainda mantém uma trajetória de retração de 5,83% frente ao real. Paralelamente ao movimento do dólar, o Ibovespa interrompeu uma sequência de dois dias seguidos de valorização e registrou queda de 0,86%, aos 185.814 pontos. O volume financeiro negociado na B3 somou R$ 29,68 bilhões durante a sessão. Fatores internacionais impulsionam o dólar A trajetória de alta do dólar refletiu diretamente a valorização global do ativo. O índice DXY — indicador que mensura o desempenho da moeda estadunidense perante uma cesta com seis das principais divisas globais — avançou 0,54%, fixando-se em 101,090 pontos, patamar próximo das máximas registradas desde julho. Os dados de atividade econômica divulgados nos Estados Unidos deram sustentação ao dólar. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) da indústria e serviços norte-americana avançou de 56 pontos em agosto para 58,4 pontos em setembro. Como leituras acima do patamar de 50 pontos sinalizam expansão econômica, o resultado reforçou a perspectiva dos agentes financeiros de que o Federal Reserve precisará manter os juros elevados por um período mais longo. Em decorrência disso, os rendimentos dos títulos do Tesouro estadunidense (Treasuries) de dez anos superaram o patamar de 5% ao ano pela primeira vez desde julho de 2007. O movimento atrai capital global para a renda fixa dos Estados Unidos, reduzindo a liquidez em economias emergentes. Tensão no Oriente Médio e fechamento em Nova York A pressão vinda do exterior também afetou as bolsas de valores de Wall Street. O índice Dow Jones caiu 0,68%, para 51.512,42 pontos; o S&P 500 recuou 0,75%, encerrando a 7.706,39 pontos; e o índice de tecnologia Nasdaq apresentou retração de 1,13%, aos 26.936,04 pontos. Outro fator determinante para o comportamento dos mercados globais foi a forte subida da commodity energética após cinco dias em queda. O barril do petróleo tipo Brent valorizou-se 2,84%, cotado a US$ 98,12, enquanto o WTI avançou 1,81%, para US$ 92,16. O movimento refletiu o impasse nas negociações entre os EUA e o Irã e as preocupações renovadas com a inflação mundial.

Títulos do Tesouro dos EUA no maior nível desde crise de 2007 sacodem mercados
EUA

Títulos do Tesouro dos EUA no maior nível desde crise de 2007 sacodem mercados

Os rendimentos dos Treasuries (títulos de dívida emitidos pelo Tesouro dos Estados Unidos) de 10 anos atingiram, nesta quarta-feira, o maior patamar desde 2007 – ano da falência do banco Lehman Brothers – com alta superior a 3%. Os papéis de 2, 5 e 30 anos também operaram em alta, refletindo o aumento das preocupações do mercado com a trajetória da inflação e dos juros nos Estados Unidos. “Entre os fatores que ajudam a explicar esse movimento estão os dados mais fortes de atividade econômica. O PMI industrial dos Estados Unidos registrou 57 pontos em setembro, bem acima da expectativa de 53,6, enquanto o PMI de serviços alcançou 58,7 pontos, ante projeção de 55,8. Como o PMI é um importante termômetro da atividade econômica, os números reforçam a percepção de uma economia ainda aquecida”, explica Sara Paixão, analista de Macroeconomia da InvestSmart XP. “Em um cenário no qual o mercado já está atento à persistência da inflação, dados de atividade mais fortes elevaram para 70% a chance de mais dois aumentos nos juros pelo Federal Reserve, nas reuniões de outubro e dezembro, pressionando também os juros de prazo mais longo”, acrescenta. O conflito entre Estados Unidos e Irã continua mexendo com os mercados financeiros. O barril de petróleo voltou para a região de US$ 100, aumentando as preocupações com possíveis impactos sobre a inflação, com o preço do diesel atingindo níveis históricos. - Advertisement - “Para tentar aumentar a liquidez e reduzir a volatilidade no mercado de Treasuries, o Tesouro americano anunciou uma nova recompra de até US$ 6 bilhões em títulos de 10 e 30 anos para amanhã [quinta-feira]. A medida, porém, atua mais sobre a liquidez do mercado do que sobre os fatores estruturais que têm pressionado os juros longos”, esclarece Paixão. “Entre esses fatores estão, além das preocupações com a inflação, o elevado nível de endividamento do governo americano, que já supera US$ 40 trilhões, a maior competitividade oferecida por títulos privados e a redução da demanda de grandes compradores internacionais, como o Japão” afirma. Rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA derruba Bolsas Em Wall Street, o clima de cautela também ditou o ritmo dos negócios, levando as principais bolsas a operarem sob forte pressão. “Os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq não conseguiram encontrar sustentação e sofreram com a escalada das Treasuries, que acabam impactando a atratividade das ações, pesando especialmente sobre as empresas de tecnologia”, disse Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad.. O mercado acionário brasileiro também enfrentou uma sessão de maior aversão ao risco, devolvendo parte do otimismo visto nos pregões anteriores. “O Ibovespa operou em terreno negativo durante a maior parte do dia. O principal índice da B3 foi pressionado por um ambiente externo mais cauteloso, com os investidores monitorando de perto o avanço contínuo dos rendimentos dos títulos públicos norte-americanos, o que tradicionalmente impacta o apetite por ativos de renda variável em mercados emergentes e gera ajustes nas posições locais”, analisa Nossig. Dólar em alta Como reflexo direto dessa reprecificação global de risco, o dólar registrou um pregão de forte força frente ao real. A moeda norte-americana engatou uma trajetória de alta consistente desde as primeiras horas do dia. “Esse movimento expressivo de valorização cambial foi impulsionado pela busca por proteção por parte dos agentes financeiros, que reagem à perspectiva crescente de que as taxas de juros nos Estados Unidos deverão permanecer em patamares elevados e restritivos por um período mais longo do que o mercado desejava”, explica a estrategista da Nomad. O dólar comercial fechou a R$ 5,168, alta de 1,28%. o principal índice da Bolsa de Valores B3 caiu 0,86%, para 185.814,09 às 17h20. O índice DXY, que mede o dólar em relação a seis outras divisas principais, subiu 0,49%, para 101,096, às 19h GMT. No final das negociações em Nova York, o euro caiu para US$ 1,1387, ante US$ 1,1442 na sessão anterior, e a libra esterlina recuou para US$ 1,3243, ante US$ 1,3335 na sessão anterior. As ações dos EUA fecharam em baixa. O índice Dow Jones Industrial Average caiu 0,68%, para 51.511,59 pontos. O S&P 500 recuou 0,75%, para 7.706,03. O índice Nasdaq Composite perdeu 1,13%, para 26.936,04 pontos. Dez dos 11 principais setores do S&P 500 encerraram o dia no vermelho, com os setores de serviços de comunicação e utilidade pública liderando as perdas, com quedas de 1,89% e 1,88%, respectivamente. Por outro lado, o setor de energia contrariou a tendência e subiu 1,04%. Os preços do petróleo subiram. O contrato West Texas Intermediate (WTI) para entrega em novembro avançou 1,81%, fechando a US$ 92,16 o barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex). O petróleo Brent para entrega em novembro subiu 3,86%, fechando a US$ 103,08 o barril na bolsa ICE Futures de Londres. Com informações da Agência Xinhua

B3

Ibovespa recua com petróleo em alta, dados fortes dos EUA e eleição no radar

Bolsa de Valores Ibovespa recua com petróleo em alta, dados fortes dos EUA e eleição no radar No fim do dia, o principal índice da B3 caiu 0,86%, aos 185 814,09 pontos, depois de tocar a mínima de 185.676,38 pontos durante a tarde Por Estadão Conteúdo 23 SET 2026 às 19h23 Ibovespa recua com petróleo em alta, dados fortes dos EUA e eleição no radar - B3/Divulgação Na hora final do pregão desta quarta-feira (23) o Ibovespa acelerou as perdas e se acomodou na faixa dos 185 mil pontos, em resposta a uma volta da cautela no mercado com o petróleo novamente em alta, o fortalecimento da economia norte-americana e em meio às expectativas para as eleições. No fim do dia, o principal índice da B3 caiu 0,86%, aos 185 814,09 pontos, depois de tocar a mínima de 185.676,38 pontos durante a tarde. O giro financeiro do dia foi de R$ 20 bilhões. Mesmo com a baixa desta quarta, o Ibovespa ainda acumula ganho de 4,73% no mês. Negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), o petróleo Brent para dezembro fechou em alta de 2,84%, a US$ 98,12 o barril, impulsionando a Petrobras, que subiu quase 3% no dia. Havia grande expectativa do mercado para um avanço nas negociações entre EUA e Irã a respeito do fim da guerra no Oriente Médio, mas, sem novos passos nessa direção, o avanço da commodity reacendeu os receios sobre um movimento inflacionário no mundo. "A base para a queda do preço do petróleo estava sustentada por expectativas frágeis de um próximo acordo entre EUA e Irã, que não se confirmou", afirma Pedro Galdi, analista de investimentos da AGF Investimentos. A isso se somaram os índices dos gerentes de compras (PMIs, em inglês) do setor de serviços e da indústria dos EUA, que vieram mais fortes do que o esperado e nos mais altos níveis desde 2022 "Hoje o mercado está mais pressionado pelo ambiente externo, com a alta dos Treasuries após dados fortes da economia americana, elevando as apostas em juros mais altos nos EUA", diz Régis Chinchila, analista da Terra Investimentos. Para Marcos Bassani, especialista em investimentos e sócio-fundador da Boa Brasil Capital, a alta que o Ibovespa chegou a ter no começo do dia "tinha pouca convicção", pautado apenas pelo avanço da Petrobras. Isso porque, além do ambiente externo desfavorável a ativos de risco, aspectos políticos domésticos voltaram a pesar na decisão dos investidores. "A nova pesquisa Atlas/Bloomberg mostrou o presidente Lula voltando à frente de Flávio Bolsonaro numericamente, ainda em empate técnico, e o mercado reagiu cobrando mais prêmio", afirma o especialista. "O que está em jogo não é o nome de quem vai ganhar. É a trajetória da dívida. Enquanto não houver um sinal claro de compromisso com as contas públicas, o investidor vai continuar exigindo juros mais altos para financiar o país."

Perguntas Frequentes sobre RENT3

Qual é a cotação de RENT3 hoje na B3?
A cotação de RENT3 hoje está em R$ 38,75. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 37,63 e máxima de R$ 38,96.
Quanto a RENT3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de RENT3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de RENT3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de RENT3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.