BO

BOVA11 iShares Ibovespa Fundo de Indice – Cotação Hoje

📊 ETF

iShares Ibovespa Fundo de Indice

Preço Atual
R$ 184,79
+0.27%
Cotação oficial B3 em tempo real

O ativo BOVA11 (iShares Ibovespa Fundo de Indice) está sendo negociado hoje a R$ 184,79, acumulando uma variação de +0.27% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 137,30 e a máxima de R$ 195,73. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark IBOVESPA, inserido na classe de Renda Variável Brasil sob gestão de BlackRock Brasil (iShares) com taxa de administração de 0,10% a.a..

Abertura
R$ 183,06
Fec. Ant: R$ 184,81
Variação Dia
Min: R$ 183,06
Max: R$ 185,90
52 Semanas
Mín: R$ 137,30
Máx: R$ 195,73
Volume
917.255
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: BOVA11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do ETF (Fundo de Índice)

Índice Benchmark
IBOVESPA
Classe de Ativo
Renda Variável Brasil
Gestora / Administradora
BlackRock Brasil (iShares)
Taxa de Administração
0,10% a.a.
País / Mercado
🇧🇷 Brasil
Valor de Mercado / PL
-
Liquidez / Volume Diário
917.255
52 Semanas (Mín / Máx)
R$ 137,30 - R$ 195,73

Sobre a BOVA11

Índice Benchmark
IBOVESPA
Classe de Ativo
Renda Variável Brasil
Gestora / Administradora
BlackRock Brasil (iShares)
Taxa de Administração
0,10% a.a.
Market Cap
N/A

Nenhum dividendo
encontrado

Notícias relacionadas

Boom de ETF no Brasil já atrai quase 1 milhão de investidores de varejo
B3

Boom de ETF no Brasil já atrai quase 1 milhão de investidores de varejo

Boom de ETF no Brasil já atrai quase 1 milhão de pessoas físicas |Número desses investidores na maior economia da América Latina que aplicam em ETFs cresceu 39% em relação ao ano anterior (Foto: Dado Galdieri/Bloomberg) Número de pessoas físicas na maior economia da América Latina que aplicam em ETFs cresceu 39% em relação ao ano anterior, segundo dados da B3, em paralelo a uma rápida expansão da oferta, com o número de ETFs disponíveis saltando 55% Bloomberg — Os investidores pessoa física no Brasil estão aderindo a fundos de índice, os chamados ETF, em ritmo recorde, em meio a uma onda de novos produtos que amplia esse mercado. O número desses investidores na maior economia da América Latina que aplicam em ETFs cresceu 39% em relação ao ano anterior, para o recorde de 914 mil em agosto, segundo dados da B3. O avanço ocorreu em paralelo a uma rápida expansão da oferta, com o número de ETFs disponíveis saltando 55%, para 219, no mesmo período. PUBLICIDADE ⟶ Assine as newsletters da Bloomberg Línea e receba as notícias do dia em primeira mão no e-mail. “Os ETFs passaram por um ponto de inflexão em termos de crescimento no Brasil”, disse Felipe Paiva, diretor de relacionamento com clientes e estratégia de investimentos para o varejo da B3. “Estamos chegando perto da marca de 1 milhão de pessoas com ETFs na carteira e, para nós, esse é um número muito representativo.” Número de investidores pessoa física em ETFs no Brasil se aproxima da marca de um milhão | Segmento cresceu 25% de janeiro a agosto deste ano Entre os ETFs mais negociados, o BOVA11, da BlackRock — que acompanha as ações que compõem o Ibovespa —, continua sendo o principal no Brasil. O volume médio diário negociado ficou em R$ 671,6 milhões em agosto, equivalente a 41,5% de todo o volume negociado em ETFs. PUBLICIDADE Ainda assim, os ETFs de renda fixa têm sido os preferidos dos investidores no último ano, com os juros permanecendo acima de 10%. Nesse cenário, investidores pessoa física têm evitado ativos de maior risco, incluindo ações, levando a participação desse grupo no mercado acionário a mínimas históricas, enquanto produtos de renda fixa passaram a despertar mais interesse. Leia também: Ações descontadas e juros altos aceleram êxodo de empresas da B3 O segmento atraiu mais de R$ 27,3 bilhões neste ano até agora, superando os ETFs de renda variável em patrimônio total, de acordo com dados da Anbima, associação brasileira que representa os mercados financeiro e de capitais. Os ETFs de renda fixa normalmente cobram taxas menores e são isentos do sistema de recolhimento conhecido como come-cotas, pelo qual investidores antecipam o pagamento do Imposto de Renda duas vezes por ano e que é comum em muitos fundos tradicionais de renda fixa. PUBLICIDADE Mesmo com o aumento da participação do varejo, investidores institucionais continuam predominando, com 52,5% do volume negociado em ETFs em agosto, seguidos por investidores estrangeiros, com 28,8%, e pessoas físicas, com 14,9%, segundo a B3. Leia também: Pior falha técnica de sua história coloca em evidência monopólio da B3 “As pessoas estão começando a entender que esses produtos existem e, do lado da oferta, bancos, corretoras e assessores financeiros estão incluindo cada vez mais os ETFs como opção de alocação nas carteiras de investimento”, disse Paiva. PUBLICIDADE Veja mais em bloomberg.com © 2026 Bloomberg L.P.

ETFs no Brasil já atraem quase 1 milhão de pessoas físicas
B3

ETFs no Brasil já atraem quase 1 milhão de pessoas físicas

Os investidores pessoa física no Brasil estão aderindo a fundos de índice, os chamados ETF, em ritmo recorde, em meio a uma onda de novos produtos que amplia esse mercado. O número desses investidores na maior economia da América Latina que aplicam em ETFs cresceu 39% em relação ao ano anterior, para o recorde de 914 mil em agosto, segundo dados da B3. O avanço ocorreu em paralelo a uma rápida expansão da oferta, com o número de ETFs disponíveis saltando 55%, para 219, no mesmo período. “Os ETFs passaram por um ponto de inflexão em termos de crescimento no Brasil”, disse Felipe Paiva, diretor de relacionamento com clientes e estratégia de investimentos para o varejo da B3. “Estamos chegando perto da marca de 1 milhão de pessoas com ETFs na carteira e, para nós, esse é um número muito representativo.” Entre os ETFs mais negociados, o BOVA11, da BlackRock — que acompanha as ações que compõem o Ibovespa —, continua sendo o principal no Brasil. O volume médio diário negociado ficou em R$ 671,6 milhões em agosto, equivalente a 41,5% de todo o volume negociado em ETFs. Ainda assim, os ETFs de renda fixa têm sido os preferidos dos investidores no último ano, com os juros permanecendo acima de 10%. Nesse cenário, investidores pessoa física têm evitado ativos de maior risco, incluindo ações, levando a participação desse grupo no mercado acionário a mínimas históricas, enquanto produtos de renda fixa passaram a despertar mais interesse. O segmento atraiu mais de R$ 27,3 bilhões neste ano até agora, superando os ETFs de renda variável em patrimônio total, de acordo com dados da Anbima, associação brasileira que representa os mercados financeiro e de capitais. Os ETFs de renda fixa normalmente cobram taxas menores e são isentos do sistema de recolhimento conhecido como come-cotas, pelo qual investidores antecipam o pagamento do Imposto de Renda duas vezes por ano e que é comum em muitos fundos tradicionais de renda fixa. Mesmo com o aumento da participação do varejo, investidores institucionais continuam predominando, com 52,5% do volume negociado em ETFs em agosto, seguidos por investidores estrangeiros, com 28,8%, e pessoas físicas, com 14,9%, segundo a B3. “As pessoas estão começando a entender que esses produtos existem e, do lado da oferta, bancos, corretoras e assessores financeiros estão incluindo cada vez mais os ETFs como opção de alocação nas carteiras de investimento”, disse Paiva.

Opções de compra crescem no mercado em meio à incerteza eleitoral
B3

Opções de compra crescem no mercado em meio à incerteza eleitoral

Opções de compra crescem no mercado em meio à incerteza eleitoral | RESENHA DO DINHEIRO Opções de compra crescem no mercado em meio à incerteza eleitoral | RESENHA DO DINHEIRO Investidores podem limitar perdas enquanto mantêm exposição a uma eventual alta da bolsa brasileira Opções de compra crescem no mercado em meio à incerteza eleitoral O aumento do volume de operações com opções de compra do EWZ, ETF que acompanha ações brasileiras e é negociado na bolsa americana, tem chamado a atenção do mercado nos últimos dias. O movimento ocorre em um cenário de maior volatilidade e incertezas em torno das eleições brasileiras, levando investidores a buscar estratégias que permitam participar de uma eventual valorização da bolsa com perdas previamente limitadas. Esse tipo de operação dá ao investidor o direito, mas não a obrigação de comprar determinado ativo por um preço previamente estabelecido, chamado strike, até uma data de vencimento. "A estratégia permite apostar na valorização da bolsa sem assumir o mesmo risco de uma compra direta de ações ou de um ETF. O investidor paga um prêmio pela opção e, caso o mercado não evolua como esperado, a perda fica limitada a esse valor", explica Marilia Fontes, apresentadora do Resenha do Dinheiro. Como funciona a operação? Por exemplo, o strike foi estabelecido em 5, enquanto o preço pago pela opção foi de R$ 1. Se o ativo não alcançar o preço de exercício até o vencimento, o investidor perde apenas o valor desembolsado pelo prêmio. Já quando a cotação supera o strike, a opção passa a gerar ganhos proporcionais à diferença entre o preço do ativo e o valor estabelecido no contrato, descontado o prêmio pago. Assim, quanto mais o ativo se valoriza, maior pode ser o ganho da operação. “Você pode perder pouco, mas, caso o cenário positivo aconteça, a bolsa pode disparar e as pessoas podem ganhar muito mais do que se estivessem investindo somente na bolsa brasileira”, afirma Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb. Essa operação pode ser entendida como uma forma de limitar o risco em um momento de elevada incerteza. “É uma tentativa de precificação da eleição. Se acontece o caso oposto, a perda é limitada. Por isso, esse contrato controla o risco dessa forma, diminuindo a volatilidade para o investidor final”, ressalta a apresentadora. Por que usar o EWZ? Marilia Fontes aponta alguns fatores que podem ter levado os investidores a optarem pelo EWZ, como a maior liquidez do mercado americano, as melhores condições de precificação e a exposição cambial. “Como o EWZ é negociado em dólares, o resultado da operação também pode ser influenciado pela variação da moeda americana em relação ao real”, destaca. Quem deseja realizar uma operação semelhante no mercado brasileiro pode utilizar opções relacionadas ao BOVA11, ETF que replica o Ibovespa, orienta Pascowitch. Já o acesso ao EWZ depende de uma conta em uma corretora estrangeira habilitada para esse tipo de operação. Resenha do Dinheiro Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb, e Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados à educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise. O Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

Perguntas Frequentes sobre BOVA11

Qual é a cotação de BOVA11 hoje na B3?
A cotação de BOVA11 hoje está em R$ 184,79. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 183,06 e máxima de R$ 185,90.
Quanto a BOVA11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker BOVA11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de BOVA11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BOVA11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de BOVA11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.