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DIVO11 IT NOW IDIV Fundo de Indice Cotas – Cotação Hoje

📊 ETF

IT NOW IDIV Fundo de Indice Cotas

Preço Atual
R$ 132,45
-0.70%
Cotação oficial B3 em tempo real

O ativo DIVO11 (IT NOW IDIV Fundo de Indice Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 132,45, acumulando uma variação de -0.70% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 103,28 e a máxima de R$ 142,37. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark IDIV (Dividendos B3), inserido na classe de Ações Dividendos Brasil sob gestão de Itaú Asset com taxa de administração de 0,50% a.a..

Abertura
R$ 132,09
Fec. Ant: R$ 132,45
Variação Dia
Min: R$ 132,02
Max: R$ 133,99
52 Semanas
Mín: R$ 103,28
Máx: R$ 142,37
Volume
55.231
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: DIVO11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do ETF (Fundo de Índice)

Índice Benchmark
IDIV (Dividendos B3)
Classe de Ativo
Ações Dividendos Brasil
Gestora / Administradora
Itaú Asset
Taxa de Administração
0,50% a.a.
País / Mercado
🇧🇷 Brasil
Valor de Mercado / PL
-
Liquidez / Volume Diário
55.231
52 Semanas (Mín / Máx)
R$ 103,28 - R$ 142,37

Sobre a DIVO11

Índice Benchmark
IDIV (Dividendos B3)
Classe de Ativo
Ações Dividendos Brasil
Gestora / Administradora
Itaú Asset
Taxa de Administração
0,50% a.a.
Market Cap
N/A

Nenhum dividendo
encontrado

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Investimento em mais de 800 ações do mundo inteiro embaladas em 11 pacotes podem ser comprados diretamente na bolsa brasileira. Essa é a proposta de uma carteira selecionada pelo Itaú BBA para buscar lucros em segmentos como inteligência artificial (IA), semicondutores, defesa, saúde e energia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Investir no exterior é uma das estratégias adotadas por investidores que querem se esquivar do risco-Brasil com eleições, política fiscal e incertezas no radar. Os ativos estrangeiros também são uma forma de buscar lucros em setores nos quais as empresas locais não são tão fortes. Porém, comprar ações uma a uma nos mercados gringos pode ser uma tarefa burocrática e custosa: é necessário estudar a economia de cada país, a fase das empresas e saber o momento de rebalancear o portfólio. Foi por isso que o Itaú BBA criou uma carteira recomendada com centenas de companhias de diferentes países, mas com a possibilidade de investir por meio do ativo que mais cresceu em número de investidores no último ano: os fundos de índice. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ETFs brasileiros e gringos Mais conhecidos pela sigla ETF (Exchange Traded Fund, em inglês), esses fundos seguem a performance de um índice — como o Ibovespa, que é uma cesta de ações brasileiras — diretamente na bolsa. Leia Também Eles podem investir em diferentes estratégias: renda fixa, ações, moedas, commodities etc. No caso desse portfólio do Itaú BBA, o foco é totalmente em ativos de renda variável, principalmente no exterior. Assim como ações estrangeiras, ETFs gringos também podem ser negociados na B3 por meio de BDRs (Brazilian Depositary Receipts, na sigla em inglês). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na carteira recomendada, há quatro BDRs de ETFs. Os demais sete fundos de índice são de gestoras brasileiras. Ou seja, a ideia dos analistas responsáveis pelo portfólio é o investimento em mais de 800 papéis, todos pela B3, em reais. Ainda que seja negociada na bolsa brasileira, 71% da carteira recomendada está alocada fora do Brasil, principalmente nos Estados Unidos e em mercados asiáticos ligados à indústria de semicondutores. O que permanece no Brasil combina papéis pagadores de dividendos, setor financeiro e materiais básicos, por exemplo. IA, semicondutores, defesa e saúde em peso Segundo a equipe de análise, 41% da alocação está concentrada em temas que devem continuar ganhando relevância nos próximos anos. Esse é o caso de inteligência artificial, semicondutores, defesa, saúde e infraestrutura energética para os data centers de IA. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mas apesar da diversificação em temas mais alternativos, a maior parte da carteira está alocada no índice S&P 500, com as 500 maiores empresas dos Estados Unidos. O banco explica que os ativos foram pensados para o longo prazo e para quem quer diversificar no exterior sem muito trabalho. Veja os ativos abaixo: ETF Gestora Taxa (a.a.)* Peso O que o fundo faz BOVV11 Itaú 0,10% 8% Replica o principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa DIVO11 Itaú 0,50% 10% Replica o IDIV, índice de dividendos FIND11 Itaú 0,50% 5% Replica o IFNC, índice das principais empresas financeiras do país MATB11 Itaú 0,50% 6% Replica o IMAT, índice de ações de materiais básicos SPXR11 Itaú 0,25% 30% Entrega o S&P 500 com proteção cambial TECK11 Itaú 0,22% 10% Replica o NYSE FANG+, índice das maiores empresas de tecnologia HTEK11 Itaú 0,50% 6% Tecnologias exponenciais em saúde BAER39 BlackRock 0,38% 7% Empresas norte-americanas de defesa BEWY39 BlackRock 0,59% 6% Grandes empresas sul-coreanas BEWT39 BlackRock 0,59% 6% Foco em Taiwan e semicondutores BUTL39 BlackRock 0,38% 6% Empresas de eletricidade, gás e água *A taxa de administração média ponderada da carteira é de 0,36% ao ano. Fonte: Itaú BBA Retorno anualizado de 23,3% Nos últimos três anos, os 11 fundos de índice tiveram um retorno acumulado de 92,3%. Ao ano, essa rentabilidade representa 23,3%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No mesmo intervalo, o S&P 500 em dólar avançou 69,9%, enquanto o Ibovespa registrou ganho de 46%. Outro ponto destacado pelo relatório é o nível de risco. Segundo os cálculos do Itaú, a volatilidade anualizada da carteira ficou em 12%, abaixo dos 15% observados no Ibovespa e dos 14,8% do S&P 500. Por que investir com ETFs? Os ETFs são um tipo de investimento que tem crescido aceleradamente. Em número de investidores, o veículo avançou 34% no segundo trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado e já alcança 862 mil pessoas físicas, segundo dados da B3. Nas buscas online, eles também se destacam. Um levantamento realizado pela Planejar mostra que, no último ano, os fundos de índice lideraram as procuras digitais com alta de 313,68%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com o aumento da demanda por esse tipo de ativo, as instituições financeiras também têm dado mais atenção para os ETFs, como é o caso do Itaú BBA que criou uma carteira recomendada só por meio desses investimentos. Para os analistas do banco, os ETFs se destacam pela diversificação, transparência, liquidez, custo baixo e eficiência. Como ressalta o Itaú BBA, as taxas de administração dos ETFs do portfólio variam entre 0,10% e 0,59% ao ano. Já um fundo de ações tradicional cobra por volta de 2% ao ano, além de taxa de performance. Além disso, os ETFs não possuem come-cotas, cobrança semestral de Imposto de Renda nos fundos tradicionais. No caso dos fundos de índice, o imposto só é cobrado no momento da venda da cota na bolsa, com alíquota de 15%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Isso deixa o capital composto trabalhando por mais tempo. Os dividendos das ações são reinvestidos automaticamente pelo fundo, sem que o investidor precise agir. Os BDRs de ETF dão acesso a fundos internacionais sem conta no exterior”, destacam. LEIA MAIS: CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre DIVO11

Qual é a cotação de DIVO11 hoje na B3?
A cotação de DIVO11 hoje está em R$ 132,45. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 132,02 e máxima de R$ 133,99.
Quanto a DIVO11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker DIVO11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de DIVO11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de DIVO11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de DIVO11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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