NA

NASD11 Trend ETF Nasdaq 100 Fundo de Indice – Cotação Hoje

📊 ETF

Trend ETF Nasdaq 100 Fundo de Indice

Preço Atual
R$ 21,86
-0.09%
Cotação oficial B3 em tempo real

O ativo NASD11 (Trend ETF Nasdaq 100 Fundo de Indice) está sendo negociado hoje a R$ 21,86, acumulando uma variação de -0.09% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 16,74 e a máxima de R$ 22,04. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark Nasdaq-100, inserido na classe de Internacional (EUA Tecnologia) sob gestão de Trend (XP Asset) com taxa de administração de 0,30% a.a..

Abertura
R$ 21,90
Fec. Ant: R$ 21,86
Variação Dia
Min: R$ 21,77
Max: R$ 21,96
52 Semanas
Mín: R$ 16,74
Máx: R$ 22,04
Volume
123.264
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: NASD11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do ETF (Fundo de Índice)

Índice Benchmark
Nasdaq-100
Classe de Ativo
Internacional (EUA Tecnologia)
Gestora / Administradora
Trend (XP Asset)
Taxa de Administração
0,30% a.a.
País / Mercado
🇺🇸 EUA
Valor de Mercado / PL
-
Liquidez / Volume Diário
123.264
52 Semanas (Mín / Máx)
R$ 16,74 - R$ 22,04

Sobre a NASD11

Índice Benchmark
Nasdaq-100
Classe de Ativo
Internacional (EUA Tecnologia)
Gestora / Administradora
Trend (XP Asset)
Taxa de Administração
0,30% a.a.
Market Cap
N/A

Nenhum dividendo
encontrado

Notícias relacionadas

Alta dos juros nos EUA: o que esperar do dólar e das bolsas
EUA

Alta dos juros nos EUA: o que esperar do dólar e das bolsas

O que a mudança de rumo do Fed pode desencadear vai depender do impacto da IA na economia dos EUA Quando a política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) muda de direção, os mercados globais costumam tremer. E a perspectiva de uma virada se materializou nesta tarde de quarta-feira (16) com a primeira alta na taxa de juros desde 2023. Um subida de juros nos EUA costuma trazer três reações imediatas dos mercados: o fortalecimento do dólar, o avanço dos juros de curto prazo e uma saída de recursos das bolsas, no mundo e no Brasil. De fato, a reação inicial seguiu o “manual”: Ibovespa e índices de ações em Nova York passaram a recuar ou aprofundaram perdas depois do anúncio da decisão do Fed liderado por Kevin Warsh, enquanto o dólar subiu. Os juros futuros subiram nos EUA, embora tenham caído no Brasil, na esteira da expectativa predominante de queda pelo Copom. Mas ainda é cedo para saber como esse movimento dos preços dos ativos vai se consolidar. Para o banco suíço UBS, a reação nos próximos dias e semanas vai depender de como os investidores vão ligar os pontos em relação ao cenário de fundo na maior economia do mundo. Na prática, isso significa entender se a visão que vai prevalecer no mercado será a de copo meio cheio ou do meio vazio. Em um dos cenários, investidores e os chamados agentes de mercado vão se concentrar no pano de fundo associado a crescimento acima da média da economia americana sob impulso da inteligência artificial, com tendência de um avanço sustentado no médio e longo prazos. Nessa situação, mesmo que a inflação persista bem acima da meta do Fed, de 2% ao ano, os investidores podem, paradoxalmente, celebrar a subida de juros: isso porque, mesmo com o freio da política monetária para controlar a subida de preços, as perspectivas seriam de mais crescimento, mais investimentos, mais empregos e mais lucros corporativos. Por outro lado, se a mensagem do Fed for interpretada como a de perspectiva de perda de fôlego da economia diante de juros mais altos, isso seria recebido com preocupação pelos mercados. Isso vale, especialmente, se a sinalização também for de taxas altas mais tempo ou de um ciclo mais duro de aperto monetário. Nesse caso, a combinação clássica de dólar mais forte, juros mais altos e uma maior cautela com riscos tende a prevalecer. Os dados mais recentes da economia têm sustentado o primeiro cenário de copo meio cheio que o UBS batizou de “decolagem com a IA”. Os números do relatório de empregos nos EUA de agosto, divulgado no início do mês, mostraram uma geração de vagas bem acima das expectativas e, ao mesmo tempo, uma taxa de desemprego historicamente baixa. Os EUA criaram 162 mil vagas no mês passado ante uma expectativa do mercado de 55 mil postos. A taxa de desemprego permaneceu em 4,1%. O que muda para as ações? Uma alta de juros acompanhada de crescimento sustentado, com investimento em alta em inteligência artificial, emprego robusto e lucros em expansão, tende a manter um ambiente favorável para ativos de risco, mesmo que a volatilidade de curto prazo aumente. O Goldman Sachs também partilha da visão de que a alta de juros pelo BC dos EUA terá um impacto relativo sobre a bolsa americana. “As ações tipicamente recuam quando o Fed soba as taxas, mas esperamos que o mercado acionário continue em alta”, afirmaram os analista dos banco. O motivo, segundo o Goldman, é que o crescimento dos lucros corporativos vai mais que compensar os ventos contrários dos juros mais elevados. Já os analistas do UBS destacam para investimento setores como inteligência artificial, energia e recursos naturais, além de papéis de empresas ligadas a longevidade. São negócios que se beneficiam diretamente de mais investimento e ganhos estruturais de produtividade. Na lista das ações americanas que mais se valorizaram no ano no setor de tecnologia, as companhias que fornecem equipamentos, peças e outros elementos de infraestrutura para a IA, ou seja, que recebem dinheiro desembolsado pelas big techs em infraestrutura de IA, ocupam o topo. Western Digital e Seagate, por exemplo, fabricantes de dispositivos de armazenamento, apresentam ganhos de 231% e 184%. A Dell, que fornece servidores para data centers, tem avanço de 337% em 2026 até setembro. Micron, Intel e Marvell, que fabricam chips e memórias, também entram na lista de maiores avanços do ano, com valorização dos papéis de 260%, 184% e 180%, respectivamente. E essas altas têm fôlego para continuar? A resposta objetiva é que depende da IA. Isso porque, no momento, um dos principais indicadores para saber se uma ação está cara ou barata, o múltiplo de preço em relação ao lucro (P/L), não se mostra inflado mesmo com os ganhos recentes. O P/L das empresas de tecnologia está atualmente na faixa de 33 vezes, dentro da média para o setor nos últimos 5 anos. Ou seja, as ações subiram porque elas estão faturando proporcionalmente mais. Então a questão que fica é: os lucros e as receitas vão continuar avançando nos próximos trimestres? Tudo indica que sim. Pelo menos para as empresas especializadas em equipamentos para IA. A onda de investimentos das big techs em infraestrutura de IA só está começando. Em 2026, a previsão é que apenas Alphabet, Microsoft, Amazon e Meta vão investir cerca de US$ 724 bilhões. Para 2027, as previsões indicam um gasto de quase US$ 1 trilhão. Como investir em ações de fora Todos os papéis americanos citados têm BDRs (Brazilian Depositary Receipts) negociados na B3. São recibos ou certificados que representam no mercado local ações listadas lá fora. Significa que os investidores brasileiros podem aplicar aqui mesmo e em reais nessas companhias por meio dos BDRs. Há ainda ETFs, ou seja, fundos que seguem índices, como aqueles atrelados a referenciais de tecnologia no exterior. Esses veículos têm suas cotas negociadas na bolsa brasileira como se fossem ações. Por isso, representam uma maneira acessível e simples para quem quiser aumentar a diversificação em papéis ligados ao setor. O ETF NASD11, da XP Asset, busca replicar o índice acionário americano Nasdaq-100. Já o QQQI11, da Buena Vista, também segue o Nasdaq-100, mas busca trazer uma distribuição mensal de renda com uso de derivativos. Também da Buena Vista, o ETF QQQQ11 está indexado ao Nasdaq-100 High Beta Index, que segue a variação das ações de maior correlação com o mercado. O USTK11, da Investo, busca replicar o desempenho do índice MSCI US IMI Information Technology 25/50. Há ainda fundos de índice ligados a segmentos específicos, como o CHIP11, da Investo, ligado ao MVIS US Listed Semiconductor 25 Index, com uma carteira focada em companhias de semicondutores. O TECK11, da Itaú Asset, que tem como referencial o NYSE FANG+ Index, segue as big techs, mas com rebalanceamento trimestral baseado em liquidez.

Perguntas Frequentes sobre NASD11

Qual é a cotação de NASD11 hoje na B3?
A cotação de NASD11 hoje está em R$ 21,86. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 21,77 e máxima de R$ 21,96.
Quanto a NASD11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker NASD11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de NASD11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de NASD11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de NASD11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.