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BAZA3 Banco da Amazonia S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Financeiro e Bancos

Banco da Amazonia S.A.

CNPJ: 04902979000144

Preço Atual
R$ 67,27
+1.99%

Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00

Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

BAZA3 (Banco da Amazonia S.A.) é uma ação negociada na B3 do setor de Financeiro e Bancos. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 67,27, registrando variação de +1.99% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 4.04x. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.49x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 18.83%.

Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 11 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 11/12 (91.7%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Setor Bancário/Financeiro | Lucro Líquido: R$ 0.88 Bi

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 12.15% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 12.38% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +46.47% | CAGR Lucro 5A: +33.01%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 0.49x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Financeiro e Bancos

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1942 (84 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 4.04x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Setor Bancário/Financeiro (Alavancagem regulada pelo Índice de Basiléia)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
P/L de 4.04x (Múltiplo de Valuation Bancário favorável)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 80% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Abaixo do Preço Teto (Margem de Segurança)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 98,88
DPA Médio (5 anos) R$ 5,93
Margem de Segurança +46.99%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 214,51
LPA R$ 15,76
VPA R$ 129,76
Margem / Potencial +218.88%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo BAZA3 (Banco da Amazonia S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 67,27, acumulando uma variação de +1.99% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 56,08 e a máxima de R$ 89,50. A companhia está inserida no setor de Financeiro e Bancos, atuando no segmento de Bancos. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 4.04x e P/VP de 0.49x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 18.83%.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 63,98
Fec. Ant: R$ 65,96
Variação Dia
Min: R$ 62,45
Max: R$ 63,98
52 Semanas
Mín: R$ 56,08
Máx: R$ 89,50
Volume
3.700
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: BAZA3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation Instituição Financeira

4.04
0.49
R$ 15,76
R$ 129,76

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

12.15%
1.31%
Giro do Ativo
0.11

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
46.47%
CAGR Lucro
33.01%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 8.36%
Margem Líquida 12.82%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 2,21 Bi
FCL R$ 1,97 Bi
Receita e Dívida
Receita Total R$ 6,89 Bi
Lucro Bruto R$ 575,60 Mi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 22.39%
Lucro (YoY) -24.38%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 6.405,80 Mi R$ 4.905,89 Mi R$ 4.124,18 Mi R$ 3.201,71 Mi
Lucro Bruto R$ 458,50 Mi R$ 480,24 Mi R$ 1.068,16 Mi R$ 1.061,21 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 0,00 Mi R$ 0,00 Mi R$ 0,00 Mi R$ 0,00 Mi
Lucro Líquido R$ 1.105,42 Mi R$ 1.132,03 Mi R$ 1.345,15 Mi R$ 1.122,31 Mi

Sobre a BAZA3

Indústria / Segmento
Bancos
Funcionários
2.818
Market Cap
R$ 3,57 Bi
Descrição do Negócio

O Banco da Amazônia S.A. é uma instituição financeira de economia mista com controle da União, focada em crédito e fomento para a Amazônia Legal. A operação inclui produtos bancários tradicionais para pessoas físicas e jurídicas, além da administração de linhas direcionadas ao desenvolvimento regional, com destaque para recursos do FNO e programas de investimento produtivo. O banco atua em crédito rural, empresarial, infraestrutura e apoio a cadeias econômicas locais. Listado na B3 sob BAZA3, o banco combina funções comerciais e de desenvolvimento, com presença em estados do Norte e atendimento também em outras praças estratégicas. O desempenho depende de qualidade da carteira de crédito, custo de captação, inadimplência e execução de políticas públicas de financiamento. A instituição mantém papel relevante na intermediação de recursos de longo prazo na região amazônica, com foco em projetos produtivos e sustentabilidade econômica regional.

RENDIMENTO R$ 0,4755
Pagamento: 17/06/2026
DIVIDENDO R$ 3,7694
Pagamento: 17/06/2026
JCP R$ 7,4979
Pagamento: 17/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,2390
Pagamento: 17/06/2026
JCP R$ 7,4178
Pagamento: 08/05/2025
DIVIDENDO R$ 0,5945
Pagamento: 08/05/2025
JCP R$ 6,3861
Pagamento: 08/05/2024
RENDIMENTO R$ 0,2391
Pagamento: 08/05/2024
RENDIMENTO R$ 0,0485
Pagamento: N/A
RENDIMENTO R$ 0,1809
Pagamento: N/A

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Para quem investe em ativos dolarizados ou tem exposição internacional, como criptoativos e ETFs globais, a dinâmica cambial funciona como uma camada adicional de retorno ou risco, dependendo da direção. Balanços do terceiro trimestre: quem entregou e quem decepcionou A temporada de resultados trouxe sinais mistos. No lado positivo, PRIO (PRIO3) e Vibra Energia (VBBR3) apresentaram números expressivos no terceiro trimestre, beneficiadas pela dinâmica de preços de commodities e por ganhos operacionais. O Itaú (ITUB4) manteve a consistência que o mercado já esperava, com indicadores de qualidade de crédito sob controle. Na ponta negativa, a Tenda (TEND3) ficou abaixo das projeções, evidenciando que o segmento de construção para baixa renda ainda enfrenta pressão de custos. O calendário das próximas semanas reserva balanços de peso: Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3) e Casas Bahia (BHIA3) devem movimentar o mercado. Os resultados reforçam uma tese que temos acompanhado: em ambiente de juros altos, a seletividade importa mais do que a exposição direcional ao índice. Empresas geradoras de caixa e com balanços desalavancados tendem a performar melhor do que a média. Big techs americanas apostam tudo em data centers No cenário internacional, as cinco maiores empresas de cloud computing, Microsoft, Alphabet, Amazon, Meta e Oracle, estão direcionando quase a totalidade da geração de caixa para construção e operação de data centers. A corrida pela infraestrutura de inteligência artificial está consumindo volumes recordes de capital. Apesar do cenário global de juros elevados, a maior parte dessas companhias mantém balanços saudáveis e rentabilidade compatível com o capital investido. As exceções ficam por conta da Oracle e das chamadas “neoclouds”, que operam com alavancagem mais elevada e dependem de crescimento acelerado para justificar o endividamento. A vitória democrata no controle da Câmara e do Senado nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos não altera as teses centrais para as ações americanas. Os fatores que realmente determinam a direção dos ativos continuam sendo a trajetória dos lucros corporativos, a política de juros do Federal Reserve e o volume de investimentos no ecossistema de inteligência artificial. O que fazer com a carteira neste cenário O cenário atual não é de pânico, mas de paciência. Com a renda fixa empatando com o potencial de alta da bolsa, o investidor não é penalizado por manter uma posição mais conservadora. O momento favorece títulos pós-fixados e indexados à inflação, que capturam tanto o juro alto quanto a proteção contra surpresas inflacionárias. Para quem mantém posição em renda variável, a chave está na seletividade. O Ibovespa a 8,2 vezes lucro não é caro, mas também não é a barganha que justifica migração agressiva de recursos. Historicamente, os melhores pontos de entrada na bolsa brasileira coincidiram com múltiplos ainda mais comprimidos e sinais claros de virada no ciclo de juros, condições que ainda não estão presentes. O dólar, por sua vez, funciona como termômetro de confiança. Enquanto as estimativas de câmbio seguirem se deteriorando, é sinal de que o mercado não comprou a tese de ajuste fiscal. E sem ajuste fiscal, a Selic elevada deixa de ser solução temporária para virar condição estrutural.

Bolha da IA ameaça estourar após queda das ações
UOL - Notícias •

Bolha da IA ameaça estourar após queda das ações

Financial Times A situação está começando a ficar um tanto absurda. Mais uma vez, as ações de tecnologia sofreram fortes perdas nesta semana —a terceira onda recente de turbulência. Elas podem até ter apresentado uma estabilização modesta nesta sexta-feira (6), mas essa instabilidade parece mais preocupante do que os episódios anteriores de nervosismo. Mais uma vez, mas agora com maior convicção, investidores fazem a mesma pergunta: "Desta vez é para valer? A bolha da IA (inteligência artificial) finalmente está estourando?" Não afirmo saber a resposta. Pergunte novamente daqui a uma semana, mais ou menos, e saberemos se essa oscilação vai se aprofundar e se espalhar ou se será apenas mais um alarme falso. Mas o fato de todos estarmos fazendo a mesma pergunta outra vez já diz muito. Tela exibe as ações da Microsoft, da Nasdaq e da Amazon durante o pregão no Nasdaq Market, na cidade de Nova York - Brendan McDermid/Reuters É evidente que a tecnologia de inteligência artificial funciona. Não há discussão quanto a isso. Mas a internet também funcionou muito bem —e, ainda assim, provocou um colapso dos mercados há 25 anos. (Desculpem se isso faz vocês se sentirem velhos). Publicidade Qualquer pessoa razoável consegue identificar sinais de uma euforia insustentável nos ativos ligados à IA, sobretudo nas ações do setor, que têm peso dominante nos mercados americano e global. Há várias possíveis fontes de tensão: níveis elevados de endividamento, estruturas de financiamento cada vez mais complexas, dúvidas sobre o potencial real de geração de receita e exemplos difíceis de explicar de financiamento circular. Como apontou recentemente o BIS (Banco de Compensações Internacionais), quase 29% dos acordos de investimento de empresas de IA envolvem outras companhias do setor, e mais da metade dos recursos investidos nessas empresas vem de outras empresas de IA. Em uma crise, o financiamento circular pode facilmente se transformar em um confronto em que todos atacam uns aos outros. Publicidade Tudo isso já era conhecido e amplamente apontado havia meses como possível origem de uma correção no mercado. O que nunca ficou claro foi o que poderia desencadeá-la. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões A política americana talvez finalmente seja esse gatilho. A reação inicial às históricas eleições de meio de mandato realizadas nesta semana nos Estados Unidos, que deram vitórias expressivas ao Partido Democrata no Congresso e em disputas estaduais, foi bastante positiva. As Bolsas subiram no mundo todo, em parte pelo alívio de um resultado claro e sem contestação, em parte pela esperança de que controles e contrapesos mais fortes sobre um presidente imprevisível possam devolver alguma normalidade aos mercados e também pela expectativa de que as eleições acelerem o fim da aparentemente insensata guerra no Irã. O preço do petróleo caiu para menos de US$ 100 (R$ 550) por barril, depois de ter chegado a US$ 118 (R$ 649) no fim do mês passado. Eleitores de diferentes partes dos Estados Unidos enviaram uma mensagem clara de insatisfação com os preços elevados da energia, impulsionados pela guerra, que encarecem o custo de vida —inclusive o de abastecer o carro. A avaliação do mercado é que, de uma forma ou de outra, a guerra precisa acabar, e rápido. Mas o bom humor nos mercados durou apenas um dia. Isso porque os eleitores também deixaram claro que não gostam da inteligência artificial e, especificamente, que não querem grandes data centers, que consomem enormes quantidades de energia e água, construídos em seus bairros. Publicidade A IA esteve em votação em vários estados, com consultas à população sobre propostas para adiar ou restringir a construção dessas instalações. Em quase todos os casos, os eleitores se voltaram contra as grandes empresas de tecnologia. Um ambiente regulatório e de licenciamento muito mais rigoroso está por vir para um setor que sustenta uma parcela alarmantemente grande da economia americana e dos mercados globais. Frank Flight, estrategista da Citadel Securities, afirmou em nota na quinta-feira (5) que, em tese, pelo menos parte desses projetos simplesmente será transferida de estados menos receptivos para outros mais favoráveis. Ainda assim, eles deverão sair do papel. Talvez. Mas isso continua sendo um problema para projetos financiados com grandes volumes de dívida. "Garantir locais alternativos, fornecimento de energia e aprovações leva tempo. Portanto, esse ajuste ainda pode atrasar significativamente a implantação e elevar os custos", afirmou "Esperamos, assim, alguma moderação no impulso de curto prazo sobre o crescimento e a inflação decorrente das construções e da demanda por recursos associada a elas, além de um impacto menor sobre o investimento acumulado e as necessidades de financiamento." Publicidade Empresas de tecnologia diversificadas, sobretudo aquelas que já garantiram capacidade em data centers, estão se saindo relativamente bem nesta nova onda de turbulência. Mas as companhias com negócios concentrados na expansão da infraestrutura de IA vêm sofrendo perdas expressivas. "Com essas avaliações, o investimento em IA é como um tubarão que precisa continuar nadando para sobreviver", disse Trevor Greetham, chefe de investimentos multissetoriais da Royal London Asset Management. Antes das eleições de meio de mandato, em outubro, Dario Perkins, da consultoria de pesquisa TS Lombard, traçou um cenário do que poderia ser um verdadeiro colapso dos investimentos em IA. Naturalmente, boa parte dessa análise envolve especulação, mas ele estima que, em um cenário extremo, as ações americanas poderiam perder pelo menos 30% de seu valor, enquanto as perdas com crédito chegariam a US$ 200 bilhões (R$ 1,1 trilhão), acompanhadas por "uma onda" de calotes de dívidas ligadas ao setor de tecnologia. No caso das ações, "essas são estimativas conservadoras, que levariam a participação da tecnologia no mercado americano de volta aos níveis anteriores ao lançamento do ChatGPT", afirmou. Publicidade Os títulos do governo e as ações de mercados fora dos Estados Unidos se destacam como possíveis alternativas de proteção, acrescentou. É uma análise preocupante, mas também plausível —e, de forma reveladora, os títulos do Tesouro americano já começaram a se valorizar. Um fim rápido para a guerra no Irã continua sendo a melhor possibilidade para que os mercados recuperem uma base sólida. Mas, em algum momento, o alerta provocado pelos investimentos em IA deixará de ser apenas um alarme falso.

Perguntas Frequentes sobre BAZA3

Qual é a cotação de BAZA3 hoje na B3?
A cotação de BAZA3 hoje está em R$ 67,27. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 62,45 e máxima de R$ 63,98.
Quanto a BAZA3 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de BAZA3 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BAZA3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de BAZA3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.
Dados Oficiais CVM · Sistema RAD

📰 Fatos Relevantes e Comunicados de BAZA3

Documentos oficiais protocolados pela companhia na Comissão de Valores Mobiliários.

Ver histórico completo
Comunicado ao Mercado 30/10/2026 às 18:10

Cronograma de Divulgação de Resultados 3T26

Fato Relevante 09/10/2026 às 19:06

Renúncia de membro do conselho de administração e indicação de novo membro

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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