TRXF11 TRX Real Estate Fundo Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
TRX Real Estate Fundo Investimento Imobiliario
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
TRXF11 (TRX Real Estate Fundo Investimento Imobiliario) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Híbrido / Renda Urbana. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 63,60, registrando variação de -2.00% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.62x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 18.55%.
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 9 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de TRXF11
O ativo TRXF11 (TRX Real Estate Fundo Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 63,60, acumulando uma variação de -2.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 62,20 e a máxima de R$ 101,66. O fundo atua no segmento de Híbrido / Renda Urbana, registrando um Dividend Yield (12M) de 18.55% e indicador P/VP de 0.62x.
Histórico de Cotação: TRXF11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a TRXF11
Outros FIIs do Segmento Híbrido / Renda Urbana
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Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
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Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Em novembro, carteiras de FIIs são ajustadas após a reeleição de Lula e a reação negativa do mercado. BTG Pactual, Santander, XP, Banco do Brasil e Genial revisaram estratégias devido a preocupações fiscais e juros altos. BTG e Santander ampliaram exposição a recebíveis, enquanto XP priorizou ativos defensivos. BB Investimentos fez substituições focando em qualidade de crédito e potencial de valorização. Genial manteve carteiras, destacando oportunidades de valorização apesar dos riscos de juros futuros. Abrir o resumo O impacto das eleições nos FIIs; bancos e casas revisam carteiras para momento de cautela no mercado Foto: Adobe Stock As carteiras recomendadas de fundos imobiliários (FIIs) para novembro chegam em meio à turbulência do mercado financeiro após as eleições presidenciais. Com a pressão sobre os juros e preocupações fiscais, BTG Pactual, Santander, XP, Banco do Brasil e Genial revisaram seus portfólios e estratégias para o mês. PUBLICIDADE A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 25 de outubro, contrariou as expectativas de parte dos investidores e provocou uma forte reação nos mercados. No primeiro pregão após o segundo turno, na segunda-feira (26), o Ibovespa despencou 13,88%, enquanto o dólar disparou 8,21%, para R$ 5,40. O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) também foi atingido, com queda de 2,89% em outubro. A reação refletiu as preocupações com a condução da política fiscal e a trajetória dos juros, fatores que influenciam diretamente a atratividade dos fundos imobiliários diante da renda fixa. Publicidade Leia também Nesse cenário, o BTG Pactual recomenda equilibrar fundos de tijolo, que investem diretamente em imóveis físicos, e fundos de recebíveis de maior qualidade, com prioridade a rendimentos recorrentes e estruturas financeiras saudáveis. Entre os segmentos imobiliários, escritórios bem localizados e galpões logísticos apresentam condições mais favoráveis, enquanto shoppings exigem maior cautela diante do cenário de consumo. Confira abaixo de que forma os bancos e casas de investimento estão lendo o panorama econômico para os FIIs em novembro. Carteira do BTG Pactual reflete cautela com cenário econômico O BTG Pactual (BPAC11) ajustou sua carteira com a exclusão do RBRY11, fundo de recebíveis imobiliários, e a redução da participação no GZIT11, do segmento de shopping centers, de 2,5% para 2%. Em contrapartida, elevou o peso dos fundos de recebíveis KNCR11, de 14% para 15%, e MCCI11, de 8% para 8,5%, além do fundo multiestratégia KNHF11, de 5% para 6%. As mudanças refletem postura mais cautelosa diante das incertezas fiscais e da alta dos juros futuros no Brasil. Publicidade Segundo o banco, a saída do RBRY11 busca reduzir a exposição ao crédito estruturado, enquanto os aumentos nos fundos de recebíveis KNCR11 e MCCI11 mostram prioridade para ativos de menor risco de crédito e maior previsibilidade de renda. Já o reforço no KNHF11 considera sua diversificação entre crédito imobiliário, imóveis físicos e cotas de outros FIIs, além do desconto das cotas. A carteira reúne 15 fundos imobiliários e apresenta rendimento anualizado de dividendos de 11,5%. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso BTCI11 BTG Pactual Recebíveis 6,0% KNCR11 Kinea Recebíveis 15,0% KNIP11 Kinea Recebíveis 14,0% MCCI11 Jive Mauá Recebíveis 8,5% VILG11 Vinci Compass Galpões logísticos 5,5% BRCO11 Bresco Galpões logísticos 2,5% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 13,0% HGLG11 Pátria Galpões logísticos 3,0% BRCR11 BTG Pactual Lajes corporativas 4,5% PVBI11 Pátria Lajes corporativas 5,0% KNHF11 Kinea Multiestratégia 6,0% GZIT11 Gazit Shopping centers 2,0% HSML11 HSI Shopping centers 2,0% VISC11 Vinci Compass Shopping centers 6,0% TRXF11 TRX Híbrido 7,0% Total — — 100% Santander amplia exposição a recebíveis O Santander atualizou seu portfólio com a inclusão do KNUQ11, do segmento de recebíveis imobiliários, com peso de 5%. Para abrir espaço ao novo ativo, o banco reduziu a participação de outros três fundos: Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), também de recebíveis, em 1,5 ponto porcentual, Tellus Properties (TEPP11), de escritórios, de 7% para 5%, e XP Malls (XPML11), de shopping centers, de 9,5% para 8%. Publicidade Segundo o Santander, as mudanças ampliam a exposição ao segmento de recebíveis imobiliários, considerado mais resiliente no cenário atual. A instituição destaca que o KNUQ11 possui carteira majoritariamente atrelada ao CDI, favorecida pelos juros elevados, além de garantias imobiliárias robustas. O banco projeta rendimento anual de dividendos de 13,8% para o novo fundo e mantém visão positiva sobre os três FIIs que tiveram suas participações reduzidas. A carteira reúne 12 fundos, com rendimento médio estimado de 12,5% nos próximos 12 meses. Publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso MCCI11 Mauá Capital Recebíveis imobiliários 11,5% HGCR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 11,5% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 10,0% KNUQ11 Kinea Recebíveis imobiliários 5,0% BTHF11 BTG Pactual Multiestratégia 10,0% KNHF11 Kinea Multiestratégia 10,0% XPML11 XP Asset Shopping centers 8,0% VILG11 Vinci Real Estate Galpões logísticos 9,0% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 7,0% GARE11 Guardian Gestora Híbrido 8,0% TRXF11 TRX Investimentos Híbrido 5,0% TEPP11 Tellus Investimentos Escritórios 5,0% Total — — 100% Leia mais Carteira da XP atinge rendimento anual de 12,6% CONTiNUA APÓS PUBLICIDADE A XP Investimentos atualizou sua carteira recomendada de FIIs com a inclusão do Maxi Renda (MXRF11), do segmento de recebíveis imobiliários, com peso de 4,5%, e o aumento da participação no Mauá Capital Recebíveis (MCCI11), de 9% para 10,25%. Em contrapartida, reduziu os pesos dos fundos de shopping centers HGBS11 e HSML11, dos fundos logísticos LVBI11, de escritórios PVBI11, de recebíveis KNCR11 e do multiestratégia RBRX11. As reduções variaram de 0,5 a 1,5 ponto porcentual. Segundo a XP, as mudanças buscam reduzir a exposição a fundos de imóveis físicos com menor potencial de geração de renda e valorização, além de diminuir a participação em recebíveis considerados bem precificados. A instituição dá prioridade a ativos defensivos, com carteiras de crédito de qualidade e rendimentos mais atrativos. Com isso, os fundos de recebíveis passam a representar 46,25% da carteira, que reúne 16 FIIs e apresenta rendimento anualizado de dividendos de 12,6%. Em outubro, o portfólio recuou 3,2%, ante queda de 2,9% do IFIX. Publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso MCCI11 Jive Mauá Recebíveis imobiliários 10,25% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 10,25% XPCI11 XP Asset Recebíveis imobiliários 8,75% RBRR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 8,00% PCIP11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 4,50% MXRF11 XP Asset Recebíveis imobiliários 4,50% XPLG11 XP Asset Galpões logísticos 9,75% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 4,50% BRCO11 Bresco Galpões logísticos 4,00% LVBI11 VBI / Pátria Galpões logísticos 1,50% PVBI11 VBI Asset Lajes corporativas 3,50% XPML11 XP Asset Shopping centers 10,50% HGBS11 Hedge Investimentos Shopping centers 2,00% HSML11 HSI Gestora Shopping centers 1,00% RBRX11 Pátria Investimentos Multiestratégia 9,00% CPTS11 Capitânia Multiestratégia 8,00% Total — — 100% BB Investimentos retira fundo ligado ao agronegócio O BB Investimentos fez três substituições. A instituição divide suas recomendações em duas estratégias: a carteira Renda, voltada à geração de dividendos recorrentes, com menor volatilidade, e a carteira Ganho de Capital, que busca a valorização das cotas de fundos negociados com desconto, mas sujeitos a maiores oscilações. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso GARE11 Guardian Gestora Híbrido 6,25% KNHF11 Kinea Multiestratégia 6,25% HGCR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 6,25% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 6,25% KNIP11 Kinea Recebíveis imobiliários 6,25% MXRF11 XP Asset Recebíveis imobiliários 6,25% XPCI11 XP Asset Recebíveis imobiliários 6,25% XPML11 XP Asset Shopping centers 6,25% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 6,25% HGLG11 Pátria Investimentos Galpões logísticos 6,25% VILG11 Vinci Real Estate Galpões logísticos 6,25% XPLG11 XP Asset Galpões logísticos 6,25% PCIP11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 6,25% RECR11 REC Gestão Recebíveis imobiliários 6,25% CPSH11 Capitânia Shopping centers 6,25% VISC11 Vinci Real Estate Shopping centers 6,25% Total — — 100% Genial segura ativos na carteira de FIIs de novembro A Genial Investimentos manteve sem alterações suas carteiras Renda e Valor para novembro de 2026, preservando os mesmos 18 fundos e pesos de outubro. Publicidade A carteira Renda foca em geração de dividendos recorrentes, com menor volatilidade, concentrando 47,5% dos recursos em fundos de recebíveis imobiliários, como KNSC11, HSAF11 e KNCR11. Já a carteira Valor busca principalmente a valorização das cotas, selecionando fundos negociados com desconto e maior potencial de recuperação, embora estejam mais sujeitos às oscilações do mercado. Nessa estratégia, os fundos multiestratégia representam 35% do portfólio, seguidos pelos de logística (22,5%) e shopping centers (20%). Segundo a Genial, a manutenção das carteiras reflete a avaliação de que as perdas recentes foram provocadas principalmente pela queda no preço das cotas, sem deterioração significativa dos rendimentos. Em outubro, a carteira Renda recuou 2,66%, superando o IFIX, enquanto a Valor perdeu 3,05%. Apesar das desvalorizações, os rendimentos anualizados permanecem em 14% na carteira Renda e 12,7% na Valor. Publicidade A gestora também destaca que os descontos das cotas em relação ao valor patrimonial aumentaram, o que pode representar oportunidades de valorização, embora os juros futuros elevados continuem sendo um risco para os FIIs. Carteira Renda Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso KNSC11 Kinea Recebíveis 10% HSAF11 HSI Recebíveis 10% KNCR11 Kinea Recebíveis 10% PORD11 Polo Capital Recebíveis 10% AFHI11 AF Invest Recebíveis 7,5% MANA11 Manatí Capital Multiestratégia 12,5% SPXS11 SPX Multiestratégia 12,5% RBRX11 Pátria Multiestratégia 7,5% RZAT11 Riza Híbrido 10% HGRE11 Pátria Lajes corporativas 10% Carteira Valor Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso BTHF11 BTG Pactual Multiestratégia 12,5% ITRI11 Itaú Multiestratégia 12,5% WHGR11 WHG Multiestratégia 10% GGRC11 Zagros Logística 12,5% VILG11 Vinci Logística 10% PMLL11 Pátria Shoppings 10% VISC11 Vinci Shoppings 10% CLIN11 Clave Recebíveis 12,5% HGRE11 Pátria Lajes corporativas 10% Leia mais
Onde ficam os ativos de GGRC11, BRCO11, ALZR11 e outros FIIs
Os galpões logísticos de fundos imobiliários negociados na B3 estão presentes em diferentes regiões do Brasil, especialmente em municípios próximos a centros consumidores e rodovias utilizadas no transporte de mercadorias. Entre os fundos com exposição ao segmento estão GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII), BRCO11 (Bresco Logística) e ALZR11 (Alianza Trust Renda Imobiliária). O levantamento reúne 10 FIIs, incluindo fundos especializados em galpões e carteiras híbridas, que também possuem imóveis industriais, comerciais e de outros segmentos. Os relatórios gerenciais identificam empreendimentos em cidades como Itupeva, Cajamar, Guarulhos e Campinas, todas no Estado de São Paulo, além de Extrema (MG) e São José dos Pinhais (PR). O maior desconto desta Black Friday não está em nenhuma vitrine. Está no tempo que você pode ganhar até parar de trabalhar. Na live Suno Friday, mostramos como é possível chegar à independência financeira em idades completamente diferentes. Garanta sua vaga gratuita . Onde estão os imóveis dos FIIs logísticos? FII Ativos Área informada Localizações GGRC11 42 Mais de 1 milhão m² SP, MG, PR, GO, entre outros BRCO11 14 591 mil m² SP, RJ, RS, PR, entre outros ALZR11 26 288.677 m² SP, RJ e RS HGLG11 41 2.275.227 m² SP, MG, entre outros BTLG11 35 Cerca de 1,5 milhão m² SP, MG, RJ, SC, entre outros XPLG11 31 condomínios Cerca de 1,72 milhão m² SP, MG, RJ, RS, entre outros VILG11 13 Mais de 482 mil m² Sete estados CPLG11 3 182.475 m² SP e PR TRXF11 129 Cerca de 2,05 milhões m² 19 estados e DF GARE11 35 Cerca de 517 mil m² SP, RS, MG, entre outros Fontes: relatórios gerenciais de agosto e setembro de 2026. Os totais de fundos híbridos incluem imóveis não logísticos. No XPLG11, a metragem corresponde à área construída; no CPLG11 e VILG11, à ABL própria. Os indicadores não são diretamente comparáveis. GGRC11: Diadema, Vinhedo e Contagem O GGRC11 mantém 42 ativos imobiliários, incluindo participações indiretas e um terreno, com mais de 1 milhão de metros quadrados de área bruta locável (ABL). Entre as localizações identificadas estão Campinas, Guarulhos, Diadema e Vinhedo, em São Paulo; Extrema e Contagem, em Minas Gerais; e Curitiba e São José dos Pinhais, no Paraná. A carteira também possui imóveis em Goiás e outros estados. BRCO11: Itupeva, Canoas e Londrina O BRCO11 possui 14 propriedades, com aproximadamente 591 mil metros quadrados de ABL. Em Itupeva (SP), o fundo mantém dois empreendimentos: HUB Natura Itupeva, com 34.845 m², e Bresco Itupeva, com 38.965 m². Juntos, somam 73.810 m². O portfólio também inclui imóveis em Canoas (RS), com 33.296 m², e Londrina (PR), com 23.173 m², além de outros centros de distribuição. ALZR11: Ribeirão Preto, Santo André e Bauru O ALZR11 possui imóveis logísticos em Ribeirão Preto (SP), onde o centro de distribuição do Mercado Livre apresenta 38.383 m², e em Sumaré, com um empreendimento de 33.795 m² utilizado pelo Oba Hortifruti. Em Santo André, o centro de distribuição da Coca-Cola Femsa possui 12.753 m². O fundo também mantém instalações em São Paulo, Bauru e Guarulhos. Esses seis imóveis identificados somam 97.542 m², sem representar necessariamente toda a área logística do fundo. HGLG11: Vinhedo, Itupeva e Extrema O HGLG11 (Pátria Log) informa 41 imóveis e 2.275.227 m² de ABL. Entre os empreendimentos identificados estão HGLG Vinhedo, com 132.353 m²; HGLG Itupeva G100, com 58.672 m²; e HGLG Extrema II, em Minas Gerais, com 57.437 m². O fundo também possui um empreendimento em São José dos Campos, com 72.487 m². BTLG11 e XPLG11: Cajamar, Louveira e Jundiaí O BTLG11 (BTG Pactual Logística) possui 35 imóveis e aproximadamente 1,5 milhão de metros quadrados de ABL. Entre os municípios identificados estão Cajamar, Louveira, Mauá, Ribeirão Preto e Jundiaí, em São Paulo, além de Extrema (MG) e Navegantes (SC). Já o XPLG11 (XP Log) possui dois empreendimentos identificados em Cajamar: CD Leroy, com 131.558 m², e Especulativo Cajamar, com 125.555 m². Juntos, somam 257.113 m² de área construída. VILG11 e CPLG11: São Roque, Jacareí e São Bernardo O VILG11 (Vinci Logística) informa 13 imóveis distribuídos por sete estados, com mais de 482 mil metros quadrados de ABL própria. Entre os empreendimentos estão Extrema Business Park I, em Minas Gerais, com 66.940 m² de ABL total, e Castelo 57 Business Park, em São Roque (SP), com 61.242 m² de ABL total. O CPLG11 (Capitânia Logística) apresenta três empreendimentos, localizados em São Bernardo do Campo e Jacareí, em São Paulo, e São José dos Pinhais, no Paraná. A ABL própria soma 182.475 m², incluindo imóveis em desenvolvimento. TRXF11 e GARE11: DF, Cachoeirinha e Itapevi O TRXF11 (TRX Real Estate) possui uma carteira de 129 imóveis distribuídos por 19 estados e pelo Distrito Federal, incluindo galpões logísticos, lojas, hospitais e outras propriedades. O GARE11 (Guardian Real Estate) informa 35 imóveis e aproximadamente 517 mil metros quadrados de ABL na carteira geral. Entre os ativos logísticos identificados estão imóveis em Cachoeirinha (RS), com 79.984 m², e Itapevi (SP), com 34.286 m². Os dados mostram a presença de galpões em diferentes regiões, mas a distribuição geográfica completa depende da identificação individual dos ativos de cada fundo. A quantidade de imóveis e a área total das carteiras híbridas não correspondem exclusivamente ao segmento logístico.
Perguntas Frequentes sobre TRXF11
Qual é a cotação de TRXF11 hoje na B3?
Quanto a TRXF11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de TRXF11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de TRXF11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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