ALZR11 Alianza Trust Renda Imobiliaria Fundo Investimento Imobiliario Investor – Cotação Hoje
Alianza Trust Renda Imobiliaria Fundo Investimento Imobiliario Investor
CNPJ: 28737771000185
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| CD Mercado Livre Imóveis para renda acabados | Rod. Anhanguera, 28, Sem Complemento, Cravinhos, Cravinhos/SP, Brasil, 14140-000 | 38.383 m² | 0,00% | 6,38% |
| Galpao Femsa Imóveis para renda acabados | Avenida Dos Estados, S/n, Sem Complemento, Vila Metalurgica, Santo Andre/SP, Brasil, 09220-570 | 36.740 m² | 0,00% | 5,43% |
| OBA Hortifruti - CD Sumare Imóveis para renda acabados | Avenida Americo Ribeiro Dos Santos, 385, Sem Complemento, Parque Bandeirantes I (nova Veneza), Sumaré/SP, Brasil, 13181-715 | 33.795 m² | 0,00% | 5,30% |
| Emprendimento Pueri Domus Imóveis para renda acabados | Rua Ministro Godoi, 1697, Sem Complemento, Perdizes, Sao Paulo/SP, Brasil, 05015-001 | 8.016 m² | 0,00% | 4,63% |
| Assai - Bangu RJ Imóveis para renda acabados | Avenida Brasil, 33809, Sem Complemento, Bangu, Rio De Janeiro/RJ, Brasil, 21852-002 | 34.520 m² | 0,00% | 3,53% |
| Bauducco - Guarulhos Imóveis para renda acabados | Rua Fritz Reimann, 500, Sem Complemento, Vila Sao Joao, Guarulhos/SP, Brasil, 07044-020 | 11.833 m² | 0,00% | 3,27% |
| Dasa - Sumare Imóveis para renda acabados | Avenida Sumare, 1500, Sem Complemento, Perdizes, Sao Paulo/SP, Brasil, 05016-110 | 5.227 m² | 0,00% | 3,04% |
| Air Liquide - Galpao Vila Carioca Imóveis para renda acabados | Avenida Carioca, 798, Antigo Numero 70, Lote 30, Vila Carioca, Sao Paulo/SP, Brasil, 04225-002 | 5.008 m² | 0,00% | 2,94% |
| Editora Moderna Santillana - Belenzinho Imóveis para renda acabados | Rua Padre Adelino, 758, Sem Complemento, Quarta Parada, Sao Paulo/SP, Brasil, 03303-000 | 9.261 m² | 0,00% | 2,89% |
| Atento Del Castilho Imóveis para renda acabados | Avenida Dom Helder Camara, 3.203, Sem Complemento, Del Castilho, Rio De Janeiro/RJ, Brasil, 21050-624 | 8.178 m² | 0,00% | 2,48% |
| CDB - Morumbi Imóveis para renda acabados | Rua Pasquale Gallupi, 7, Sem Complemento, Paraisópolis, São Paulo/SP, Brasil, 05660-000 | 5.741 m² | 0,00% | 2,12% |
| Decathlon - Morumbi Imóveis para renda acabados | Avenida Duquesa De Goias, 381, Sem Complemento, Real Parque, Sao Paulo/SP, Brasil, 05686-001 | 28.500 m² | 0,00% | 2,06% |
| Imovel Globo - Jardim Botanico Imóveis para renda acabados | Rua Pacheco Leao, 70, Sem Complemento, Jardim Botanico, Rio De Janeiro/RJ, Brasil, 22460-030 | 3.816 m² | 0,00% | 2,01% |
| OBA Hortifruti - SJRP Imóveis para renda acabados | Avenida Presidente Juscelino Kubitschek De Oliveira, 3530, Sem Complemento, Jardim Moysés Miguel Haddad, São José Do Rio Preto/SP, Brasil, 15093-215 | 3.150 m² | 0,00% | 1,54% |
| Dasa - Ascendino Reis Imóveis para renda acabados | Avenida Professor Ascendino Reis, 549, Sem Complemento, Vila Clementino, Sao Paulo/SP, Brasil, 04027-000 | 2.284 m² | 0,00% | 1,14% |
| BRF Bauru Imóveis para renda acabados | Avenida Nacoes Unidas, 51, 51 - 15, Jardim Godoy, Bauru/SP, Brasil, 17021-365 | 3.627 m² | 0,00% | 1,02% |
| BRF Guarulhos Imóveis para renda acabados | Rua Barao De Penedo, 248, Sem Complemento, Cidade Industrial Satélite De São Paulo, Guarulhos/SP, Brasil, 07222-015 | 3.459 m² | 0,00% | 0,91% |
| OBA Hortifruti - SBC Imóveis para renda acabados | Avenida Francisco Prestes Maia, 1497, Sem Complemento, Centro, São Bernardo Do Campo/SP, Brasil, 09770-000 | 4.428 m² | 0,00% | 0,83% |
| CDB - Ana Rosa Imóveis para renda acabados | Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, 300, Sem Complemento, Vila Mariana, São Paulo/SP, Brasil, 04014-000 | 1.598 m² | 0,00% | 0,67% |
| CD Shopee Ibitinga Imóveis para renda acabados | Area Rural, Sn, Estância Bela Vista", Situado Nas Fazendas "monte Alegre" E "marimbondo",, Área Rural De Ibitinga, Ibitinga/SP, Brasil, 14949-899 | 60.724 m² | 0,00% | 0,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do ALZR11.
Resumo Fundamentalista de ALZR11
O ativo ALZR11 (Alianza Trust Renda Imobiliaria Fundo Investimento Imobiliario Investor) está sendo negociado hoje a R$ 9,86, acumulando uma variação de -0.30% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 9,63 e a máxima de R$ 10,85. O fundo atua no segmento de Híbrido / Renda Urbana, registrando um Dividend Yield (12M) de 10.19% e indicador P/VP de 0.92x.
Histórico de Cotação: ALZR11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a ALZR11
O ALIANZA TRUST FII RL (ALZR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Híbrido / Renda Urbana
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
Eleições 2026: Selic e inflação preocupam mais investidores, diz pesquisa
Banco Central de Lula corta juros próximo das eleições, mas mantém reputação intacta 3:16 BC atravessou o período o período eleitoral sem provocar volatilidade. Crédito: Edição: Júlia Pereira Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Investidores brasileiros estão mais preocupados com a Selic e a inflação do que com as eleições de 2026, segundo pesquisa da BridgeWise. Carlos Daltozo, da BridgeWise, destaca que essas preocupações refletem o impacto direto na rentabilidade dos ativos. A pesquisa revela que 35% dos investidores não planejam mudanças significativas em suas estratégias, enquanto 31% aumentarão o risco. A renda fixa domina as carteiras, e 61% preferem ferramentas de IA especializadas em finanças. A pesquisa ouviu 300 pessoas. Abrir o resumo Os níveis da taxa básica de juros (Selic) e de inflação preocupam mais os investidores brasileiros do que as questões políticas em torno das eleições deste ano. Os dois fatores foram apontados por 40% dos entrevistados. PUBLICIDADE As perspectivas fiscais e os gastos governamentais do Brasil aparecem em seguida, citados por 22% dos investidores como fatores que influenciam atualmente suas decisões de investimento. Apenas 16% apontaram a incerteza política relacionada ao pleito como principal preocupação. Os dados são do estudo “Pesquisa de Sentimento do Investidor Brasileiro - Eleições 2026”, realizado pela BridgeWise. Publicidade Leia também Para Carlos Daltozo, especialista de produtos da BridgeWise, isso mostra que o investidor está priorizando variáveis que têm um impacto mais direto sobre a rentabilidade dos ativos e que as respostas são coerentes com a composição das carteiras do público que participou da pesquisa. “A leitura que me parece mais adequada é que o investidor está preocupado principalmente com as consequências econômicas do cenário político e não necessariamente com o evento eleitoral em si. Afinal, questões fiscais, inflação e trajetória dos juros podem ser justamente alguns dos canais pelos quais mudanças de política econômica acabam chegando aos preços dos ativos”, afirma Daltozo. Outro ponto abordado na pesquisa é em relação à forma como o investidor espera que as próximas eleições influenciam sua estratégia de investimento. Foi constatado que 35% não esperam fazer mudanças significativas, já 31% planejam aumentar a exposição ao risco, 22% pretendem reduzir a exposição ao risco e apenas 11% estão adiando novos investimentos para depois das eleições. Publicidade Juros e inflação dominam as preocupações dos investidores. Foto: Shutterstock Alocação Nos portfólios dos investidores, a maior parcela está alocada em renda fixa, com 53,67% do total. Em seguida aparecem as ações brasileiras, com 20,33%, e os criptoativos, com 10%. Ativos internacionais representam 8,33% das carteiras, enquanto imóveis e fundos imobiliários (FIIs) correspondem a 7,67%. Confira Quando questionados sobre em quais tipos de investimentos pretendem alocar a maior parte dos novos recursos nos próximos três meses, os investidores apresentam uma distribuição semelhante à composição atual das carteiras. A renda fixa concentra 49% das intenções de alocação, seguida por ações brasileiras e ativos internacionais, com 17% cada. As criptomoedas aparecem com 13%, enquanto 4% dos investidores pretendem manter os novos recursos em dinheiro. Publicidade Aliado do investidor A parcela de investidores que utiliza regularmente ferramentas de Inteligência Artificial (IA) é de 28,33%, segundo a pesquisa. O porcentual, porém, é inferior ao dos entrevistados que afirmam usar essas ferramentas ocasionalmente, de 33,33%. Outros 20% dizem ter apenas experimentado a tecnologia, enquanto 18,33% nunca utilizaram IA para auxiliar na tomada de decisões sobre investimentos. Saiba mais Quando questionados sobre a preferência entre ferramentas de IA genéricas, como ChatGPT e Claude, e soluções especializadas em finanças, 61% dos investidores afirmam preferir as ferramentas voltadas ao mercado financeiro, enquanto 39% optam pelas ferramentas genéricas. Publicidade PUBLICIDADE A pesquisa ouviu 300 pessoas. Entre os entrevistados, 52% possuem menos de R$ 100 mil investidos, enquanto 33,67% têm entre R$ 100 mil e R$ 500 mil. Outros 8,67% possuem investimentos entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão, 5,33% têm patrimônio entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, e 0,33% possuem valores superiores a R$ 5 milhões. *Com informações da Broadcast Leia mais
“Vai virar ativo previdenciário”: Analista prevê FIIs superando ações em investidores
Publicidade Os fundos imobiliários já funcionam como instrumento de geração de renda no longo prazo, mas ainda não estariam maduros o suficiente para atender a todos os perfis de investidores. Essa é a opinião de Marcelo Fayh, analista CNPI, que vê a indústria atravessando uma fase de consolidação marcada por crescimento acelerado, aumento da escala dos fundos e maior volatilidade. Para Fayh, o principal desafio está no processo de amadurecimento da própria indústria. “O fundo imobiliário como um instrumento previdenciário, ele já serve, já funciona”, afirmou. Mas, diante do atual estágio de desenvolvimento do mercado, “ele não serve para todo mundo”, principalmente pela volatilidade e pelas transformações pelas quais os fundos ainda passam. Essa busca por escala dos FIIs, porém, pode trazer efeitos colaterais. Fayh afirma que existe um dilema empresarial para os gestores: manter um crescimento mais controlado ou acelerar a expansão para não perder espaço em um eventual processo de consolidação. “Então, nessa busca por crescimento, às vezes acontecem atropelos”, disse. Segundo ele, em determinadas situações, o fundo pode assumir riscos maiores do que aqueles que o cotista estaria disposto a assumir, justamente para viabilizar o crescimento desejado pelo gestor. Para o investidor que utiliza os FIIs como fonte de renda recorrente, esse processo pode ser especialmente desconfortável. Uma mudança relevante na estratégia ou um episódio negativo envolvendo determinado fundo pode gerar insegurança e levar o cotista a tomar decisões em momentos de estresse. Leia Mais: Conheça os 5 shoppings que o FII do Pátria acaba de adicionar à carteira Continua depois da publicidade Maturidade pode reduzir volatilidade Na visão do analista, esse cenário tende a mudar conforme a indústria avance para uma fase mais madura. Fayh não espera que o crescimento acelerado continue indefinidamente e acredita que, em algum momento, o mercado encontrará um ritmo mais estável. “O crescimento não é acelerado para sempre, não existe isso. Não tem como. Em algum momento o mercado encontra o seu tamanho, a sua velocidade de cruzeiro.” Continua depois da publicidade Esse processo, segundo ele, pode levar vários anos. Com a maturação, a expectativa é de movimentos menos bruscos, estruturas mais conhecidas pelos investidores e maior previsibilidade. Nesse cenário, Fayh projeta um mercado imobiliário com ativos de maior escala, forte lastro em imóveis e menor volatilidade, características que poderiam ampliar o público interessado nos fundos. “Quando chegar nessa fase, o imobiliário vai ser extremamente confortável, com ativos gigantes, um lastro imobiliário fantástico, muito menos volatilidade e isso vai atrair cada vez mais investidores.” FIIs podem superar ações em número de investidores Fayh também projeta uma expansão expressiva da base de investidores em fundos imobiliários. Segundo ele, a combinação entre distribuição recorrente e renda mensal cria um apelo particularmente forte para quem busca construir uma carteira voltada à geração de renda no longo prazo. Continua depois da publicidade “Eu já falo isso há bastante tempo: terá mais investidor em fundo imobiliário do que se tem em ações”, afirmou. Ao falar sobre construção de portfólio, Fayh defende uma carteira relativamente concentrada, mas com diversificação suficiente para diluir riscos. Para ele, uma faixa entre 10 e 20 fundos é adequada na maioria dos casos. “Eu gosto de ter entre 10 e 20 ativos na carteira. Mais do que 20 eu não gosto. Pulveriza demais.” O argumento do analista é que, acima desse número, algumas posições podem se tornar pequenas demais para fazer diferença no resultado da carteira, enquanto continuam exigindo tempo de acompanhamento e análise. Continua depois da publicidade Leia Mais: FII logístico leva calote de empresa em RJ que responde por 5,8% da receita Confira o episódio completo na edição desta semana do Liga de FIIs. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 18h, no canal do InfoMoney no Youtube. Você também pode rever todas as edições passadas.
Este fundo imobiliário está uma 'pechincha' e pode disparar na B3, segundo a XP; veja potencial – Money Times
Este fundo imobiliário está uma 'pechincha' e pode disparar na B3, segundo a XP; veja potencial (Imagem: jabkitticha/ istockphoto) A XP Investimentos recomendou compra para o fundo imobiliário Patria Log (HGLG11), com preço-alvo de R$ 175,25 para as cotas, o que indica um potencial de valorização (upside) de 19% frente ao valor atual, R$ 147,35. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, os analistas Marx Gonçalves e Eduardo Bacelar, responsáveis pelo documento, apontaram que o FII tem passado por um “processo de qualificação do portfólio” bem-sucedido, impulsionado pela reciclagem de ativos considerados menos estratégicos. A dupla destacou que a carteira do veículo é atualmente composta por 41 imóveis performados, que totalizam 2,28 milhões de metros quadrados (m²) de área bruta locável (ABL) distribuídos em oito estados brasileiros e alugados para 188 locatários. Em termos de exposição geográfica, 56,9% da ABL está concentrada em São Paulo, seguida por Minas Gerais (18,3%), Espírito Santo (6%) e Bahia (5,2%). Na avaliação de Gonçalves e Bacelar, embora o fundo ainda apresente exposição acima da média dos pares a galpões logísticos de perfil mais defasado, essa diferença vem diminuindo ao longo do tempo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo eles, as movimentações realizadas no último ano contribuíram significativamente para o aumento da participação do FII em imóveis modernos e de elevada qualidade construtiva. Como resultado, atualmente 41% da ABL do veículo é classificada como AAA, 37%, como AA, 12% como A, 6% como B, e 3% como C. Já sob a ótica setorial, a XP destacou que a receita do HGLG11 apresenta “boa diversificação”, dividida da seguinte maneira: E-commerce (32%); Logística (15%); Automotivo (11%); Varejo (6%); Saúde (4%); Outros segmentos (31%). A corretora apontou ainda que, entre os principais inquilinos, estão empresas de grande porte e consolidadas em suas áreas de atuação, como Mercado Livre (14% da receita contratada), Shopee (7%), Volkswagen (6%) e Electrolux (3%), o que, segundo a casa, “contribui para mitigar o risco de inadimplência do portfólio”. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em contrapartida, os analistas chamam a atenção para a presença de 12% da ABL do fundo em regiões beneficiadas por incentivos fiscais, como Serra (ES) e Extrema (MG). “Entendemos que esses mercados exigem monitoramento em razão dos potenciais impactos da reforma tributária sobre os benefícios fiscais locais, que podem levar algumas empresas a reavaliar suas operações logísticas nessas localidades à medida que os incentivos sejam extintos”, escreveram. “Ainda assim, o período de transição da reforma permitirá acompanhar a evolução da dinâmica comercial dessas regiões, cujos fundamentos permanecem bastante favoráveis no momento”, acrescentaram. Contratos e potencial de reajuste A XP também apontou, como um dos pilares para a recomendação de compra, a composição contratual do portfólio do fundo, que é majoritariamente típica (69%) – isto é, com reajustes por indexadores (como IPCA ou IGP-M) e multas rescisórias padrão. Além disso, segundo a corretora, 29% da receita imobiliária do FII poderá passar por revisão até o final deste ano, dos quais 17% já estão em aberto. Outros 22% estão previstos para revisão até o final de 2027. “Consideramos esse cenário favorável no atual contexto do mercado logístico, marcado pela elevada demanda por espaços e pela vacância em níveis mínimos, por ampliar o potencial de captura de reajustes reais nos aluguéis”. “Gestão qualificada e valuation convidativo” CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas também apontaram que o HGLG11 conta com “histórico positivo” de alocação de capital, preservado mesmo após a mudança de gestora. O fundo é administrado pela Genial e atualmente gerido pelo Patria Investimentos. Antes, estava nas mãos do Credit Suisse (CSHG). Segundo a dupla, desde o início de suas operações, em 2011, o FII acumula desempenho superior tanto ao IFIX, índice de referência da classe, quanto aos veículos logísticos que compõem o indicador. “Em nossa avaliação, essa performance positiva reflete, sobretudo, o histórico positivo de alocação de capital, preservado mesmo após a mudança de gestora, que contribuiu para que o fundo negociasse, historicamente, com prêmio tanto em relação ao valor patrimonial quanto aos pares de referência”, afirmaram. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Apesar disso, Gonçalves e Bacelar lembraram que o HGLG11 vem negociando a um múltiplo P/VP (preço sobre valor patrimonial) de 0,89 vez, correspondente a um desconto significativamente superior à média histórica. “Suas cotas vêm sendo negociadas a níveis convidativos sob diferentes métricas de avaliação, com desconto de 10,8% em relação ao VP, potencial de valorização de frente ao nosso preço-alvo e valor implícito de R$ 3.440/m², próximo ao custo de reposição dos ativos e inferior aos valores observados em transações comparáveis”, disseram. De acordo com a XP, a precificação pode estar sendo parcialmente influenciada pelo fluxo vendedor (overhang) na bolsa decorrente da aquisição de ativos do VILG11 com pagamento em cotas. Dividendos Com relação a rendimentos, a corretora espera a manutenção do atual patamar de distribuição, de R$ 1,17 por cota, até meados de 2027, na ausência de fatos novos. Aos preços atuais, o valor corresponde a um dividend yield (DY) anualizado de 9,5%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Essa expectativa é sustentada pela reserva acumulada de R$ 0,93 por cota e pelo resultado recorrente potencial de R$ 1,31 por papel, dos quais R$ 0,13 correspondem a contratos atualmente em período de carência ou desconto, além da perspectiva de recomposição do resultado recorrente com a conclusão de algumas obras em andamento. “Nesse cenário, a distribuição estimada representa um DY anualizado de 9,5%, patamar que consideramos competitivo diante do perfil defensivo e do potencial de valorização do fundo.” Pontos de atenção Entre os principais riscos apontados pela XP para a tese de investimentos, estão as oscilações do mercado, a liquidez das cotas, a vacância dos imóveis e uma potencial inadimplência dos locatários. A vacância, por exemplo, pode reduzir a receita de aluguel e elevar despesas como IPTU e condomínio. Já problemas financeiros dos inquilinos podem afetar os pagamentos e, consequentemente, os dividendos distribuídos aos cotistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre ALZR11
Qual é a cotação de ALZR11 hoje na B3?
Quanto a ALZR11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de ALZR11?
O que significa o P/L e o P/VP de ALZR11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.