XP

XPML11 XP Malls Fundo Investimento Imobiliario Investor – Cotação Hoje

🏢 FII Tijolo - Shoppings

XP Malls Fundo Investimento Imobiliario Investor

CNPJ: 28757546000100

Preço Atual
R$ 98,29
+0.10%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 11/11 (100.0%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 11.23% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
100 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.89x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.89x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +0.0%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 6.32 bilhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 1.56 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Tijolo - Shoppings

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2017 (9 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 11.23% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.1% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 184,00
Rendimento Anual (12M) R$ 11,04
Margem de Segurança +46.58%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Portfólio de Imóveis & Vacância Física

Total de Imóveis 17 ativos imobiliários
Área Bruta Locável (ABL) 679.658 m² área total locável
Vacância Ponderada
5,20%
ponderada por ABL
Imóveis com Vacância 17 de 17 imóveis
Imóvel & Tipo Endereço / Cidade Área (ABL) Vacância Part. Receita
Praia de Belas Shopping Center Imóveis para renda acabados Avenida Praia De Belas, 1181 Loja 123c, 1181, Sem Complemento, Praia De Belas, Porto Alegre/RS, Brasil, 90110-970 49.087 m² 8,15% 9,71%
Iguatemi São Jose do Rio Preto Imóveis para renda acabados Av. Juscelino Kubitschek de Oliveira 5.000, Bairro Iguatemi, 15093-340 47.227 m² 12,16% 5,65%
Shopping Center Iguatemi Ribeirao Preto Imóveis para renda acabados Avenida Luiz Eduardo Toledo Prado, 900, Sem Complemento, Vila Do Golfe, Ribeirão Preto/SP, Brasil, 14027-250 46.560 m² 11,38% 5,65%
Shopping Patio Higienopolis Imóveis para renda acabados Avenida Higienopolis, 618, Sem Complemento, Higienópolis, São Paulo/SP, Brasil, 01238-001 34.132 m² 1,75% 5,65%
Shopping Iguatemi Alphaville Imóveis para renda acabados Alameda Xingu, 350, 200/350, Sem Complemento, Alphaville Industrial, Barueri/SP, Brasil, 06455-911 30.967 m² 3,99% 5,65%
Shopping Bela Vista Imóveis para renda acabados Alameda Euvaldo Luz, 92, Sem Complemento, Horto Bela Vista, Salvador/BA, Brasil, 41098-020 51.143 m² 2,08% 5,22%
SHOPPING CIDADE SAO PAULO Imóveis para renda acabados Avenida Paulista, 1230, Sem Complemento, Bela Vista, Sao Paulo/SP, Brasil, 01310-000 16.661 m² 7,37% 3,69%
Carioca Shopping Imóveis para renda acabados Avenida Vicente De Carvalho, 909, Sem Complemento, Vila Da Penha, Rio De Janeiro/RJ, Brasil, 21210-623 36.268 m² 4,59% 3,02%
Jundiai Shopping Imóveis para renda acabados Avenida Nove De Julho, 33333, Sem Complemento, Anhangabaú, Jundiaí/SP, Brasil, 13208-056 36.489 m² 3,17% 2,89%
Shopping Estacao Imóveis para renda acabados Avenida Sete De Setembro, 2775, Sem Complemento, Rebouças, Curitiba/PR, Brasil, 80230-010 30.493 m² 3,01% 2,33%
Shopping Cidade Jardim Imóveis para renda acabados Avenida Magalhaes De Castro 12000, 12000, Sem Complemento, Cidade Jardim, Sao Paulo/SP, Brasil, 05676-900 47.953 m² 0,00% 2,08%
Shopping Plaza Sul Imóveis para renda acabados Praca Leonor Kaupa, 100, Sem Complemento, Bosque Da Saude, Sao Paulo/SP, Brasil, 04151-100 24.375 m² 3,08% 1,92%
Shopping Tijuca Imóveis para renda acabados Avenida Maracana, 987, Sem Complemento, Tijuca, Rio De Janeiro/RJ, Brasil, 20511-000 37.533 m² 9,77% 1,90%
Catarina Fashion Outlet Imóveis para renda acabados Rodovia Castelo Branco, 0, Sem Complemento, Dona Catarina, Sao Roque/SP, Brasil, 18132-900 50.755 m² 1,65% 1,47%
Shopping Bahia Imóveis para renda acabados Avenida Tancredo Neves, 148 Shopping Da Bahia Loja 8w, 148, Sem Complemento, Caminho Das Árvores, Salvador/BA, Brasil, 41820-975 71.047 m² 5,93% 0,89%
Shopping Ponta Negra Imóveis para renda acabados Avenida Coronel Teixeira, 5705, Sem Complemento, Ponta Negra, Manaus/AM, Brasil, 69037-000 40.573 m² 4,19% 0,88%
Natal Shopping Imóveis para renda acabados Av. Senador Salgado Filho, 2233, Natal, Rio Grande do Norte 28.395 m² 4,56% 0,74%

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

OPEA SECURITIZADORA S.A. CRI • Taxa: N/D
R$ 48,33 mi
OPEA SECURITIZADORA S.A. CRI • Taxa: N/D
R$ 72,50 mi
XP CASH P1 FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA REFERENCIADA DI CRI • Taxa: N/D
R$ 174,07 mi
CIDADE JARDIM SHOPS S.A. CRI • Taxa: N/D
R$ 63,30 mi
Estação BH Empreendimentos Imobiliários e Participações Ltda CRI • Taxa: N/D
R$ 336,31 mi
GRAVITACIONAL EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA CRI • Taxa: N/D
R$ 1.200,00
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do XPML11.

Acessar Relatório CVM Completo
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo XPML11 (XP Malls Fundo Investimento Imobiliario Investor) está sendo negociado hoje a R$ 98,29, acumulando uma variação de +0.10% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 96,96 e a máxima de R$ 112,20. O fundo atua no segmento de Tijolo - Shoppings, registrando um Dividend Yield (12M) de 11.23% e indicador P/VP de 0.89x.

Abertura
R$ 98,19
Fec. Ant: R$ 98,29
Variação Dia
Min: R$ 98,07
Max: R$ 98,30
52 Semanas
Mín: R$ 96,96
Máx: R$ 112,20
Volume
15.900
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: XPML11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.89
R$ 110,11
Patrimônio Líquido
R$ 6,32 Bi
Último Rendimento
R$ 0.9200
Pagto: 2026-08-25
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.9200
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 11.0400
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
64,31 Mi
Liquidez Diária
15.900

Sobre a XPML11

Categoria / Segmento
Tijolo - Shoppings
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O XP MALLS FII (XPML11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Shoppings, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
XP INVESTIMENTOS CCTVM S.A.
CNPJ
02332886000104
Telefone
55 21 3265-3700
Endereço
Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 - Sala 606, Leblon — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.430-060
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 25/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 24/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 25/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 25/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 24/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 25/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 25/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 23/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 23/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 25/11/2025

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FIIs: varejo e estrangeiros absorvem R$ 266 mi vendidos por institucionais
Fundos Imobiliários Brasileiros

FIIs: varejo e estrangeiros absorvem R$ 266 mi vendidos por institucionais

A contraparte exata: R$ 266,2 milhões de cada lado A pessoa física encerrou a semana de 14 a 18 de setembro com R$ 198,1 milhões em compras líquidas de fundos imobiliários, e os investidores estrangeiros somaram outros R$ 68,1 milhões na mesma direção. A contraparte dessa entrada foram os institucionais locais, vendedores líquidos de R$ 266,2 milhões no período — valor idêntico ao das duas pontas compradoras somadas. Os dados constam do Relatório de Fluxo de Investidores e Liquidez da Lareal (Latin America REITs Association), divulgado em 23 de setembro. Para quem tem FIIs na carteira, o ponto de atenção está em quem ocupou o outro lado do balcão. Fluxo líquido mede a diferença entre compras e vendas de uma mesma classe de investidor: saldo positivo indica posição ampliada; negativo, reduzida. Como toda compra tem contraparte, os fluxos das três classes se anulam no agregado — e, na semana, a oferta institucional foi absorvida pelo varejo, com apoio dos não residentes. Liquidez alta, dinheiro concentrado em poucos nomes O mercado negociou 308 FIIs, com volume de R$ 2,39 bilhões e média diária de R$ 478,6 milhões. O giro, porém, ficou concentrado: os fundos de tijolo — donos de imóveis físicos, e não de títulos de crédito — somaram R$ 1,45 bilhão, ou 60,6% do total, espalhados por 135 fundos, com média diária de R$ 289,9 milhões, 39% acima da referência anual do levantamento. Na logística, segmento de maior peso dentro do tijolo, circularam R$ 638,3 milhões, ou 26,7% do mercado. Shoppings vieram depois (R$ 300,2 milhões), seguidos por diversificados (R$ 284,9 milhões), lajes corporativas (R$ 136,2 milhões) e renda urbana (R$ 84,4 milhões). A divisão entre classes ficou evidente no tijolo: o varejo aportou R$ 171,6 milhões líquidos, os estrangeiros, R$ 44,9 milhões, e os institucionais locais retiraram R$ 216,5 milhões. Papel corre por fora, com a mesma divisão Os fundos de papel — que investem em títulos de crédito imobiliário, como CRIs — movimentaram R$ 709,7 milhões, ou 29,7% do total. A pessoa física entrou com R$ 22,8 milhões, os estrangeiros, com R$ 24,4 milhões, e os institucionais locais venderam R$ 47,2 milhões. Onde as classes se cruzam, fundo a fundo As diferenças aparecem com nitidez nos fundos individuais. O XPML11 (XP Malls) liderou as compras do varejo, seguido por MXRF11 (Maxi Renda) e HGLG11 (CSHG Logística). Na outra ponta, o TRXF11 (TRX Real Estate) foi o mais vendido por pessoas físicas, com saída de R$ 30 milhões. Fundo Pessoa física Institucional local Estrangeiros Volume médio diário XPML11 +R$ 39,6 mi — -R$ 39,0 mi R$ 31,0 mi MXRF11 +R$ 35,6 mi -R$ 36,5 mi — R$ 25,0 mi HGLG11 +R$ 34,8 mi -R$ 54,9 mi +R$ 20,2 mi R$ 28,1 mi GGRC11 +R$ 22,3 mi -R$ 26,5 mi — R$ 12,2 mi TRXF11 -R$ 30,0 mi — +R$ 48,3 mi R$ 48,0 mi GGRC11 (GGR Covepi Renda), com R$ 22,3 milhões, e HGRU11, com R$ 22 milhões, fecharam o grupo dos cinco maiores saldos compradores do varejo. Giro acima do padrão: o que a liquidez sinaliza O TRX Real Estate teve o maior giro médio diário do mercado, R$ 48 milhões, o dobro da referência de 2026 do estudo, e fluxos opostos entre as classes: o varejo saiu, enquanto os estrangeiros entraram com R$ 48,3 milhões, o maior saldo entre os não residentes. O CSHG Logística negociou R$ 28,1 milhões por dia, 1,8 vez sua referência anual, com R$ 34,8 milhões vindos de pessoas físicas, R$ 20,2 milhões de estrangeiros e R$ 54,9 milhões retirados pelos institucionais locais — a maior saída institucional do levantamento. O Maxi Renda girou R$ 25 milhões por dia, 1,6 vez sua referência anual. O XP Malls, cuja entrada de R$ 39,6 milhões foi a maior do varejo, viu R$ 39 milhões saírem pela porta dos estrangeiros e movimentou R$ 31 milhões diários. O que a semana muda para quem acompanha FIIs Para o investidor com posição em fundos imobiliários, o ponto prático é a concentração: 308 fundos negociados, mas o dinheiro aglomerado em poucos papéis e em dois blocos — tijolo, com 60,6% do giro, e papel, com 29,7%. Giros que superam em quase duas vezes o padrão histórico do próprio fundo, caso de TRX Real Estate e CSHG Logística, tendem a indicar atenção maior do mercado e mais sensibilidade a ordens grandes. A Lareal registra apenas quem comprou e quem vendeu, sem apontar motivos. A divisão entre varejo comprador e institucional vendedor não serve, sozinha, como sinal de direção de preço. Semanas de fluxo cruzado como essa costumam aparecer em janelas de reajuste de carteira, e o mercado de FIIs segue exposto a variáveis que o levantamento não captura.

Pessoa física compra R$ 198 milhões líquidos em FIIs em uma semana
Fundos Imobiliários Brasileiros

Pessoa física compra R$ 198 milhões líquidos em FIIs em uma semana

Pessoa física compra R$ 198 milhões líquidos em FIIs em uma semana A pessoa física encerrou a semana de 14 a 18 de setembro com R$ 198,1 milhões em compras líquidas de fundos imobiliários, enquanto os investidores institucionais locais foram vendedores líquidos de R$ 266,2 milhões. Os investidores estrangeiros também ficaram na ponta compradora, com entrada líquida de R$ 68,1 milhões no período. Os dados constam do Relatório de Fluxo de Investidores e Liquidez da Lareal (Latin America REITs Association), divulgado nesta quarta-feira (23). No total, 308 FIIs foram negociados, somando R$ 2,39 bilhões em volume. O volume médio diário do mercado atingiu R$ 478,6 milhões. O levantamento define fluxo líquido como a diferença entre compras e vendas por classe de investidor. Saldo positivo indica aumento de posição; saldo negativo, redução. Como toda compra tem contraparte vendedora, a soma dos fluxos entre as classes tende a zero. Pessoa física amplia posição em FIIs de tijolo A maior parte do saldo comprador do varejo concentrou-se nos FIIs de tijolo. Essa categoria recebeu R$ 171,6 milhões líquidos da pessoa física na semana, enquanto os institucionais locais venderam R$ 216,5 milhões. Os estrangeiros, por sua vez, compraram R$ 44,9 milhões líquidos. Os fundos de tijolo também lideraram a liquidez. Foram R$ 1,45 bilhão negociados por 135 FIIs, equivalentes a 60,6% de todo o volume semanal. A média diária alcançou R$ 289,9 milhões, 39% acima da referência do ano calculada pelo relatório. Entre os segmentos de imóveis físicos, os fundos logísticos movimentaram R$ 638,3 milhões, ou 26,7% do mercado de FIIs no período. Em seguida vieram os fundos de shopping centers, com R$ 300,2 milhões, e os diversificados, com R$ 284,9 milhões. As lajes corporativas somaram R$ 136,2 milhões, enquanto renda urbana respondeu por R$ 84,4 milhões. O movimento também alcançou os FIIs de papel. A pessoa física teve entrada líquida de R$ 22,8 milhões nesse segmento. Os estrangeiros compraram R$ 24,4 milhões, enquanto os institucionais locais venderam R$ 47,2 milhões. Ao todo, os FIIs de papel somaram R$ 709,7 milhões, ou 29,7% do mercado na semana. XPML11, MXRF11 e HGLG11 entre os mais comprados As diferenças entre classes de investidores aparecem com clareza nos fundos individuais. Entre as pessoas físicas, o XPML11 (XP Malls) liderou as compras líquidas, com R$ 39,6 milhões, seguido por MXRF11 (Maxi Renda), com R$ 35,6 milhões, e HGLG11 (CSHG Logística), com R$ 34,8 milhões. O GGRC11 (GGR Covepi Renda), com R$ 22,3 milhões, e o HGRU11, com R$ 22 milhões, completaram os cinco maiores saldos compradores do varejo. Na outra ponta, o TRXF11 (TRX Real Estate) foi o FII mais vendido pela pessoa física, com saldo negativo de R$ 30 milhões. Apesar disso, o TRX Real Estate registrou o maior volume médio diário de negociação do mercado, de R$ 48 milhões, equivalente a duas vezes sua referência de 2026 considerada pelo estudo. O fundo também apresentou fluxos líquidos opostos entre as classes: o varejo terminou vendedor, enquanto os estrangeiros compraram R$ 48,3 milhões, o maior saldo positivo no ranking dos não residentes. O CSHG Logística mostrou padrão semelhante. A pessoa física comprou R$ 34,8 milhões líquidos e os estrangeiros, R$ 20,2 milhões, enquanto os institucionais locais venderam R$ 54,9 milhões. Entre todos os FIIs, esse foi o maior saldo vendedor da classe institucional. Os dados, portanto, indicam uma semana em que o saldo vendedor dos institucionais locais teve como contraparte, sobretudo, a entrada do investidor pessoa física e dos estrangeiros. O relatório registra os fluxos de negociação e não aponta os motivos que levaram cada grupo a comprar ou vender determinado FII. Veja os principais movimentos entre os FIIs

R$ 15 bilhões em 5 anos: A projeção do gestor do Patria para os fundos imobiliários (FIIs) – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros

R$ 15 bilhões em 5 anos: A projeção do gestor do Patria para os fundos imobiliários (FIIs) – Money Times

(Imagem: Getty Images/ Canva) O avanço da indústria de fundos imobiliários pode colocar três ou quatro veículos entre os FIIs com mais de R$ 10 bilhões de patrimônio nos próximos cinco anos, chegando eventualmente a R$ 15 bilhões, projeta Giuliano Ricci, gestor do Patria Investimentos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o executivo, embora seja uma projeção animadora, esse ganho de escala poderia ampliar os limites de atuação das gestoras e permitir investimentos que hoje ficam de fora da estratégia devido ao menor tamanho dos veículos. Conforme dados do Clube FII, atualmente apenas um fundo imobiliário possui patrimônio na casa dos R$ 10 bilhões: o KNCR11, gerido pela Kinea Investimentos. Em segundo lugar, cabe frisar, está o HGLG11, gerido pelo próprio Patria, mas com valor patrimonial ainda distante do líder, em aproximadamente R$ 7,5 bilhões. Diante desse cenário, Ricci fez questão de destacar o caráter “otimista” de sua estimativa. “Quando a gente pensa daqui a cinco anos, eu acredito que vai ter, com um pouco de otimismo, três ou quatro fundos imobiliários com mais de R$ 10 bilhões de patrimônio. Talvez chegando a R$ 15 bilhões”, afirmou em evento que reuniu executivos do setor. Fundos imobiliários do IFIX com maior patrimônio líquido (Imagem: reprodução/ Clube FII) Novos limites de atuação CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com fundos potencialmente maiores, o gestor avaliou que mesmo uma reserva de caixa equivalente a 5% do patrimônio poderia representar volumes relevantes de recursos disponíveis para novos investimentos. Isso porque, segundo ele, a questão hoje é conciliar essa necessidade de capex com a estrutura dos FIIs, que precisam distribuir, por lei, ao menos 95% do lucro efetivamente apurado conforme o regime de caixa. “Com esse patamar [de R$ 15 bilhões], quando pensamos em 5% de reserva de caixa, estamos falando de R$ 750 milhões. De repente, começamos, nesse caso, a flertar com alguns investimentos com ‘Curva J’”, ponderou Ricci. Tome nota: a chamada Curva J ocorre quando um investimento apresenta desembolsos ou retornos negativos no início e só passa a gerar resultados positivos mais à frente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Não precisa necessariamente ser um greenfield (desenvolvido totalmente do início), acho que esse sonho é um pouco mais distante, mas, de repente, alguma expansão que tenha de fato ali um ramp-up (aceleração gradual) mais lento, que hoje o FII tem muito receio de fazer”, prosseguiu o executivo. A ideia, portanto, não é necessariamente que os fundos passem a desenvolver grandes empreendimentos do zero, mas que o ganho de escala permita às gestoras participarem de expansões e outras operações cujo retorno leve mais tempo para aparecer. FIIs ainda enfrentam limitações Ao falar sobre o avanço da indústria, Felipe Teatini, gestor da XP Asset e responsável pelo XP Malls (XPML11), também destacou a dificuldade de conciliar a distribuição de rendimentos aos cotistas com a necessidade de capital. “Os FIIs têm uma obrigação de repassar 95% de todo o resultado que geram. Então, por definição do nosso produto, não temos caixa”, disse ele, em tom de crítica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “É muito difícil a gente lidar com essa dinâmica, e os shoppings, por exemplo, têm demandado muito investimento”, acrescentou, referindo-se à necessidade de capital do setor para expansões e outras iniciativas. “A gente vai, sim, precisar evoluir como indústria de FIIs. Já vem evoluindo bastante, mas ainda tem algumas limitações que eu acho que vão ser um desafio daqui para frente.” Reciclagem de portfólio Além do aumento da capacidade de capex, Paulo Tilkian, head de investimentos da TRX Investimentos, chamou atenção para outra frente de oportunidades: a possibilidade de maior circulação dos imóveis entre os próprios fundos. De acordo com ele, a chamada reciclagem de ativos pode se tornar, cada vez mais, uma importante fonte de negócios para a indústria. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Acho que é importante olhar para isso, porque muitas vezes você vai entrar no ativo pensando que tem que ter uma possibilidade de saída. Posso querer ou não executar essa saída, mas é importante ter essa válvula de escape”, afirmou. “E, sabendo que o mercado está mais maduro, sabendo que tem potenciais de troca de mãos, isso gera bastante valor para os ativos”, acrescentou. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre XPML11

Qual é a cotação de XPML11 hoje na B3?
A cotação de XPML11 hoje está em R$ 98,29. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 98,07 e máxima de R$ 98,30.
Quanto a XPML11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de XPML11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de XPML11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de XPML11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.