XPML11 XP Malls Fundo Investimento Imobiliario Investor – Cotação Hoje
XP Malls Fundo Investimento Imobiliario Investor
CNPJ: 28757546000100
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Praia de Belas Shopping Center Imóveis para renda acabados | Avenida Praia De Belas, 1181 Loja 123c, 1181, Sem Complemento, Praia De Belas, Porto Alegre/RS, Brasil, 90110-970 | 49.087 m² | 8,15% | 9,71% |
| Iguatemi São Jose do Rio Preto Imóveis para renda acabados | Av. Juscelino Kubitschek de Oliveira 5.000, Bairro Iguatemi, 15093-340 | 47.227 m² | 12,16% | 5,65% |
| Shopping Center Iguatemi Ribeirao Preto Imóveis para renda acabados | Avenida Luiz Eduardo Toledo Prado, 900, Sem Complemento, Vila Do Golfe, Ribeirão Preto/SP, Brasil, 14027-250 | 46.560 m² | 11,38% | 5,65% |
| Shopping Patio Higienopolis Imóveis para renda acabados | Avenida Higienopolis, 618, Sem Complemento, Higienópolis, São Paulo/SP, Brasil, 01238-001 | 34.132 m² | 1,75% | 5,65% |
| Shopping Iguatemi Alphaville Imóveis para renda acabados | Alameda Xingu, 350, 200/350, Sem Complemento, Alphaville Industrial, Barueri/SP, Brasil, 06455-911 | 30.967 m² | 3,99% | 5,65% |
| Shopping Bela Vista Imóveis para renda acabados | Alameda Euvaldo Luz, 92, Sem Complemento, Horto Bela Vista, Salvador/BA, Brasil, 41098-020 | 51.143 m² | 2,08% | 5,22% |
| SHOPPING CIDADE SAO PAULO Imóveis para renda acabados | Avenida Paulista, 1230, Sem Complemento, Bela Vista, Sao Paulo/SP, Brasil, 01310-000 | 16.661 m² | 7,37% | 3,69% |
| Carioca Shopping Imóveis para renda acabados | Avenida Vicente De Carvalho, 909, Sem Complemento, Vila Da Penha, Rio De Janeiro/RJ, Brasil, 21210-623 | 36.268 m² | 4,59% | 3,02% |
| Jundiai Shopping Imóveis para renda acabados | Avenida Nove De Julho, 33333, Sem Complemento, Anhangabaú, Jundiaí/SP, Brasil, 13208-056 | 36.489 m² | 3,17% | 2,89% |
| Shopping Estacao Imóveis para renda acabados | Avenida Sete De Setembro, 2775, Sem Complemento, Rebouças, Curitiba/PR, Brasil, 80230-010 | 30.493 m² | 3,01% | 2,33% |
| Shopping Cidade Jardim Imóveis para renda acabados | Avenida Magalhaes De Castro 12000, 12000, Sem Complemento, Cidade Jardim, Sao Paulo/SP, Brasil, 05676-900 | 47.953 m² | 0,00% | 2,08% |
| Shopping Plaza Sul Imóveis para renda acabados | Praca Leonor Kaupa, 100, Sem Complemento, Bosque Da Saude, Sao Paulo/SP, Brasil, 04151-100 | 24.375 m² | 3,08% | 1,92% |
| Shopping Tijuca Imóveis para renda acabados | Avenida Maracana, 987, Sem Complemento, Tijuca, Rio De Janeiro/RJ, Brasil, 20511-000 | 37.533 m² | 9,77% | 1,90% |
| Catarina Fashion Outlet Imóveis para renda acabados | Rodovia Castelo Branco, 0, Sem Complemento, Dona Catarina, Sao Roque/SP, Brasil, 18132-900 | 50.755 m² | 1,65% | 1,47% |
| Shopping Bahia Imóveis para renda acabados | Avenida Tancredo Neves, 148 Shopping Da Bahia Loja 8w, 148, Sem Complemento, Caminho Das Árvores, Salvador/BA, Brasil, 41820-975 | 71.047 m² | 5,93% | 0,89% |
| Shopping Ponta Negra Imóveis para renda acabados | Avenida Coronel Teixeira, 5705, Sem Complemento, Ponta Negra, Manaus/AM, Brasil, 69037-000 | 40.573 m² | 4,19% | 0,88% |
| Natal Shopping Imóveis para renda acabados | Av. Senador Salgado Filho, 2233, Natal, Rio Grande do Norte | 28.395 m² | 4,56% | 0,74% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do XPML11.
Resumo Fundamentalista de XPML11
O ativo XPML11 (XP Malls Fundo Investimento Imobiliario Investor) está sendo negociado hoje a R$ 98,19, acumulando uma variação de +0.18% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 96,96 e a máxima de R$ 112,20. O fundo atua no segmento de Tijolo - Shoppings, registrando um Dividend Yield (12M) de 11.24% e indicador P/VP de 0.89x.
Histórico de Cotação: XPML11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a XPML11
O XP MALLS FII (XPML11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Shoppings, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Shoppings
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R$ 15 bilhões em 5 anos: A projeção do gestor do Patria para os fundos imobiliários (FIIs) – Money Times
(Imagem: Getty Images/ Canva) O avanço da indústria de fundos imobiliários pode colocar três ou quatro veículos entre os FIIs com mais de R$ 10 bilhões de patrimônio nos próximos cinco anos, chegando eventualmente a R$ 15 bilhões, projeta Giuliano Ricci, gestor do Patria Investimentos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o executivo, embora seja uma projeção animadora, esse ganho de escala poderia ampliar os limites de atuação das gestoras e permitir investimentos que hoje ficam de fora da estratégia devido ao menor tamanho dos veículos. Conforme dados do Clube FII, atualmente apenas um fundo imobiliário possui patrimônio na casa dos R$ 10 bilhões: o KNCR11, gerido pela Kinea Investimentos. Em segundo lugar, cabe frisar, está o HGLG11, gerido pelo próprio Patria, mas com valor patrimonial ainda distante do líder, em aproximadamente R$ 7,5 bilhões. Diante desse cenário, Ricci fez questão de destacar o caráter “otimista” de sua estimativa. “Quando a gente pensa daqui a cinco anos, eu acredito que vai ter, com um pouco de otimismo, três ou quatro fundos imobiliários com mais de R$ 10 bilhões de patrimônio. Talvez chegando a R$ 15 bilhões”, afirmou em evento que reuniu executivos do setor. Fundos imobiliários do IFIX com maior patrimônio líquido (Imagem: reprodução/ Clube FII) Novos limites de atuação CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com fundos potencialmente maiores, o gestor avaliou que mesmo uma reserva de caixa equivalente a 5% do patrimônio poderia representar volumes relevantes de recursos disponíveis para novos investimentos. Isso porque, segundo ele, a questão hoje é conciliar essa necessidade de capex com a estrutura dos FIIs, que precisam distribuir, por lei, ao menos 95% do lucro efetivamente apurado conforme o regime de caixa. “Com esse patamar [de R$ 15 bilhões], quando pensamos em 5% de reserva de caixa, estamos falando de R$ 750 milhões. De repente, começamos, nesse caso, a flertar com alguns investimentos com ‘Curva J’”, ponderou Ricci. Tome nota: a chamada Curva J ocorre quando um investimento apresenta desembolsos ou retornos negativos no início e só passa a gerar resultados positivos mais à frente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Não precisa necessariamente ser um greenfield (desenvolvido totalmente do início), acho que esse sonho é um pouco mais distante, mas, de repente, alguma expansão que tenha de fato ali um ramp-up (aceleração gradual) mais lento, que hoje o FII tem muito receio de fazer”, prosseguiu o executivo. A ideia, portanto, não é necessariamente que os fundos passem a desenvolver grandes empreendimentos do zero, mas que o ganho de escala permita às gestoras participarem de expansões e outras operações cujo retorno leve mais tempo para aparecer. FIIs ainda enfrentam limitações Ao falar sobre o avanço da indústria, Felipe Teatini, gestor da XP Asset e responsável pelo XP Malls (XPML11), também destacou a dificuldade de conciliar a distribuição de rendimentos aos cotistas com a necessidade de capital. “Os FIIs têm uma obrigação de repassar 95% de todo o resultado que geram. Então, por definição do nosso produto, não temos caixa”, disse ele, em tom de crítica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “É muito difícil a gente lidar com essa dinâmica, e os shoppings, por exemplo, têm demandado muito investimento”, acrescentou, referindo-se à necessidade de capital do setor para expansões e outras iniciativas. “A gente vai, sim, precisar evoluir como indústria de FIIs. Já vem evoluindo bastante, mas ainda tem algumas limitações que eu acho que vão ser um desafio daqui para frente.” Reciclagem de portfólio Além do aumento da capacidade de capex, Paulo Tilkian, head de investimentos da TRX Investimentos, chamou atenção para outra frente de oportunidades: a possibilidade de maior circulação dos imóveis entre os próprios fundos. De acordo com ele, a chamada reciclagem de ativos pode se tornar, cada vez mais, uma importante fonte de negócios para a indústria. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Acho que é importante olhar para isso, porque muitas vezes você vai entrar no ativo pensando que tem que ter uma possibilidade de saída. Posso querer ou não executar essa saída, mas é importante ter essa válvula de escape”, afirmou. “E, sabendo que o mercado está mais maduro, sabendo que tem potenciais de troca de mãos, isso gera bastante valor para os ativos”, acrescentou. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
FIIs batem recorde e chegam a 3,3 milhões de investidores
Fundos imobiliários apresentam bons resultados com a entrada de novos investidores apesar da queda do IFIX e do volume financeiro Os fundos imobiliários encerraram agosto com 3,327 milhões de investidores, uma das maiores bases já divulgadas pelo boletim mensal da B3. Em comparação com julho, o número de cotistas somava 3,297 milhões, o mercado registrou um acréscimo de 30 mil investidores em apenas um mês. Para compreender melhor a expansão dos mercados de FIIs, é necessário ver o cenario de um intervalo maior. Em outubro de 2025, o número de investidores segundo a B3 eram 2,887 milhões de investidores. Em menos de um ano, essa base aumentou em 440 mil participantes. A metodologia por trás desses números considera investidores com posição em custódia no último dia útil de cada mês. Independente da negociação de cotas naquela data. Embora a quantidade de investidores ter aumentado, o valor das cotas mantidas em custódia não seguiu a crescente, terminando agosto com aproximadamente R$ 196 bilhões, se igualando aos meses de junho e julho. Uma queda se comparado com janeiro, onde o estoque bateu R$ 200 bilhões. TRX Real Estate A TRX Real Estate (TRXF11), foi o fundo imobiliário destaque de agosto, registrando um ADTV, volume financeiro médio diário, de R$ 46,9 milhões. Esse valor representa 10,9% do total negociado no mercado. Publicidade Publicidade Entretanto, o fundo nos últimos 12 meses aparace com um ADTV de R$ 17,5 milhões e uma participação de apenas 3,9%. Uma participação bem menor do que a registrada especificamente em agosto, que não foi explicada pela bolsa. O resultado da TRX foi tão positivo, que manteve uma diferença significativa para o segundo colocado. O GGR Covepi Renda (GGRC11), um fundo de investimento imobiliário, apresentou uma média diária de R$ 20,9 milhões por dia e uma participação de 4,8% no mercado. Depois deles, vem a XP Malls (XPML11) com R$ 20,4 milhões e o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) com R$ 20,2 milhões. Volume financeiro em queda As FIIs apresentaram uma movimentação financeira de R$ 9,1 bilhões em agosto. Um valor abaixo do esperado para os número de julho de R$ 9,7 bilhões e junho de R$ 11,4 bilhões. Essa queda também foi observada no volume médio diário de agosto que apresentou R$ 432 milhões, em comparação com os R$ 483 milhões em julho e R$ 537 milhões em maio. Isso mostra que apesar dos investidores manterem os FIIs em suas carteiras, o dinheiro movimentado diariamente mensalmente diminuiu. Para além disso, a quantidade de fundos em negociação também aumentou em comparação com o mês passado, em julho eram 429 e em agostou aumentou para 432. Se a comparação for mais abrangente, o cenário muda, em agosto de 2025 eram 438 fundos em negociação. Queda no IFIX O principal índice de referência dos fundos imobiliários negociados na B3, o IFIX, registrou uma queda de 1,5% em agosto. No acumulado de 2026, que conta até o final de agosto, a variação negativa era de 0,4%. Já na comparação anual, o IFIX acumulou valorização de 8,2%. Os números que alimentam esse índice não são o rendimento de dividendos individual dos fundos, e sim a variação das cotações nesse período, um ano, definidos pela própria bolsa. Vale ressaltar, que o Ibovespa subiu cerca de 0,5% em 2026 até agosto, o que representa um crescimento de 25,5% em 12 meses. Mais estrangeiros investindo em FIIs Além do crescimento do mercado, a composição dos investidores também mudou. Ao final de agosto, pessoas físicas concentravam 72,8% da posição financeira em custódia, enquanto investidores institucionais detinham 21,5% e os investidores estrangeiros detinham apenas 3,7%. Quando o critério passa da propriedade de cotas para negociação, a classificação muda completamente. As pessoas físicas ainda continuam com a maioria, respondendo por 47% do volume, e os estrangeiros agora correspondem por 31%. Superando o volume dos investidores institucionais, 17,5%, e das instituições financeiras com 3,2% do volume movimentado em agosto. Leia mais:
FII XPML11 vende sua fatia no Shopping Cidade Jardim; veja valor
O fundo imobiliário XP Malls (XPMLL11) celebrou no dia 18 de setembro de 2026 compromisso para vender sua fatia de 16,99% do Shopping Cidade Jardim, situado na capital paulista, por R$ 454 milhões, com valor corrigido pelo IPCA até o pagamento de cada parcela. Por ora, as cotas do FII XPML11 subiam em torno de +1% nesta segunda-feira (21), negociadas por R$ 98,09 cada. No mesmo instante, o IFIX (índice que traz o desempenho médio dos FIIs mais negociados ) avançava apenas +0,08%, ao redor de 3.753,13 pontos. Com uma Área Bruta Locável (ABL) de 47,9 mil metros quadrados em jogo, a alienação do Shopping Cidade Jardim prevê R$ 272,4 milhões à vista, sendo parte pela assunção do saldo devedor dos CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) vinculados ao ativo, e mais duas parcelas de R$ 90,8 milhões, a serem pagas em até 6 meses e em até 12 meses após a parcela à vista. Vale destacar que a conclusão do negócio depende do cumprimento de condições precedentes, como a aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), o órgão que impede a formação de monopólios no Brasil. Inaugurado em 2008, o Shopping Cidade Jardim rapidamente se consagrou como referência entre clientes e marcas de alto padrão. Dentre as grifes presentes no shopping, estão Balmain, Bvlgari, Cartier, Celine, Dior, Fendi, Giorgio Armani, Gucci, Hermès, Louis Vuitton, Prada, Pucci, Tiffany & Co. e Valentino. O mais recente relatório gerencial do XP Malls dava conta de que o Shopping Cidade Jardim representava 7% da Receita Líquida Operacional (NOI) apurada pelo fundo imobiliário, somente atrás dos 13% de NOI entregues pelo Catarina Fashion Outlet. A carteira era composta por participações em 26 shopping centers.
Perguntas Frequentes sobre XPML11
Qual é a cotação de XPML11 hoje na B3?
Quanto a XPML11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de XPML11?
O que significa o P/L e o P/VP de XPML11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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