HSML11 HSI Malls Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
HSI Malls Fundo de Investimento Imobiliario
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 6 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| SHOPPING PARALELA Imóveis para renda acabados | Avenida Luiz Viana, nº 8544, CEP 41730-101 - Alphaville - Salvador, BA | 56.286 m² | 98,23% | 6,10% |
| SHOPPING METRO TUCURUVI Imóveis para renda acabados | Rua Paranabi, 218-224, CEP: 02307120, Tucuruvi, São Paulo-SP | 31.778 m² | 92,65% | 5,89% |
| SHOPPING PATIO MACEIO Imóveis para renda acabados | Av. Menino Marcelo, 3800 - Cidade Universitária, Maceió - AL, 57073-900 | 43.616 m² | 97,38% | 5,25% |
| SHOPPING VIA VERDE Imóveis para renda acabados | Estrada da Floresta, 2320, CEP: 69912900, Floresta Sul, Rio Branco - AC | 28.129 m² | 98,21% | 4,48% |
| SHOPPING UBERABA Imóveis para renda acabados | Av. Santa Beatriz da Silva, 1501 - São Benedito Uberaba MG | 31.575 m² | 97,50% | 4,25% |
| SHOPPING GRANJA VIANNA Imóveis para renda acabados | Rodovia Raposo Tavares, Km 23, CEP: 06709-015 Lageadinho - Cotia/SP | 30.614 m² | 95,28% | 2,78% |
| SUPER SHOPPING OSASCO Imóveis para renda acabados | Av. dos Autonomistas, 1828 - Industrial Autonomistas, Osasco - SP, 06020-010 | 17.532 m² | 96,80% | 2,65% |
| SHOPPING PÁTIO CIANÊ Imóveis para renda acabados | Avenida Dr. Afonso Vergueiro, 823 - Sorocaba SP | 26.716 m² | 86,26% | 0,89% |
| DECK PARKING UBERABA Imóveis para renda acabados | Av. Barão do Rio Branco c/ Rua Varginha | 15.009 m² | 0,00% | 0,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do HSML11.
Resumo Fundamentalista de HSML11
O ativo HSML11 (HSI Malls Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 82,82, acumulando uma variação de -0.42% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 81,22 e a máxima de R$ 96,01. O fundo atua no segmento de Tijolo - Shoppings, registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 0.80x.
Histórico de Cotação: HSML11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a HSML11
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Shoppings
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FIIs de shoppings sob pressão: é hora de separar o joio do trigo — e o BTG Pactual já escolheu os ativos favoritos
Os fundos imobiliários de shopping centers estão nadando contra uma correnteza forte. Inflação e juros elevados pesam na conta dos ativos, embora os fundamentos dos FIIs do setor ainda permaneçam saudáveis. O problema é que essa resiliência tem limite — e o investidor precisa estar atento. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório divulgado nesta segunda-feira (21), os analistas Caio Araujo, da Empiricus Research, e Matheus Oliveira, do BTG Pactual, destacaram que os FIIs de shopping centers seguem negociando com desconto atrativo na bolsa. Atualmente, o preço por valor patrimonial está em 0,85 vez, enquanto a média histórica é de 0,93 vez. Os dividend yields (taxas de retorno de dividendos) também estão em patamares historicamente elevados. Esse cenário, em conjunto com o desconto no mercado secundário, cria espaço para uma valorização das cotas caso ocorra um ciclo de queda da taxa Selic. No entanto, Araujo e Oliveira alertam que os proventos são sustentados por eventos não recorrentes, como ganhos de capital obtidos com a venda de imóveis do portfólio. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na média ponderada dos fundos sob cobertura do banco, os dividendos distribuídos estão cerca de 13% acima do resultado recorrente (FFO). " A leitura do dividend yield isoladamente pode superestimar a capacidade estrutural de geração de renda dos fundos", afirmam. Leia Também Shoppings sob pressão Embora o fluxo de tráfego nos shoppings siga em níveis razoáveis, as vendas estão perdendo o fôlego e registram desaceleração do crescimento nominal e desempenho real. Os indicadores são pressionados pela inflação e pelo crédito mais restritivo, o que compromete a renda das famílias e, por consequência, enfraquece o consumo. Os especialistas enxergam que os shoppings continuam atraindo consumidores, mas não estão convertendo o tráfego em vendas com a mesma intensidade. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Embora essa desaceleração ainda não apareça de forma relevante nos níveis de inadimplência dos FIIs, o indicador já mostra avanços marginais em comparação a 2024 e 2025, segundo o BTG Pactual. "Apesar da piora recente, os indicadores ainda permanecem distantes dos picos observados no início da série", disseram Araujo e Oliveira. Segundo os analistas, o cenário mostra uma pressão crescente sobre os lojistas, mas ainda sem uma deterioração generalizada da qualidade da receita. Contudo, observam que a inadimplência costuma aparecer de forma tardia, quando o problema já está dado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Caso o momento do setor se mantenha, eles destacam que poderá pressionar, na margem, os aluguéis percentuais, os spreads das renovações dos contratos de locação e o repasse de reajustes reais. "Os níveis de vacância, custo de ocupação e inadimplência oferecem proteção no curto prazo, mas não eliminam a sensibilidade do segmento à desaceleração do consumo", disseram. Os FIIs de shopping centers que brilham Para navegar esse cenário, Araujo e Oliveira recomendam que o investidor priorize fundo com portfólios bem localizados, estratégias eficientes de reciclagem de ativos e gestão ativa. Os analistas revelaram ainda os FIIs de shopping que chamam a atenção. Confira: CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE BTG Pactual Shoppings Centers (BPML11) Com recomendação de compra, o BTG Pactual Shopping Centers (BPML11) é um fundo de gestão ativa, lançado em julho de 2019. Atualmente, o portfólio conta com oito imóveis, que somam cerca de 122,2 mil metros quadrados de área total e estão distribuídos entre Tocantins, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e São Paulo. A carteira do FII possui maior exposição às classes C e D. Segundo o relatório, essa característica exige maior atenção à evolução operacional dos empreendimentos. Mas, ao mesmo tempo, dá à gestão a capacidade de capturar valor ao longo do ciclo de maturação dos investimentos. Na avaliação dos analistas, o destaque do BPML11 está no relevante desconto em relação ao valor patrimonial, aliado a um dividend yield de dois dígitos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ainda assim, ressaltam que o atual nível de distribuição ainda é beneficiado por resultados não recorrentes. Gazit Malls FII (GZIT11) O portfólio do fundo reúne cinco ativos no estado de São Paulo, com mais de 140 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL). O FII possui participação majoritária em todos eles, o que favorece maior agilidade na operação e na gestão dos lojistas. No curto prazo, as obras no Internacional Shopping — principal ativo da carteira — vêm pressionando o resultado, tanto pelos gastos não recorrentes quanto pela redução temporária no fluxo de consumidores. Para 2027, com a conclusão parcial do investimento, é estimado um incremento relevante de NOI (receita operacional líquida) para o ativo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na visão dos analistas, o FII combina ativos bem localizados, elevada ocupação e desconto patrimonial relevante. Contudo a tese é apoiada na conclusão das obras e na recomposição das receitas do Internacional Shopping. Hedge Brasil Shopping FII (HGBS11) O portfólio é formado por 19 empreendimentos distribuídos em cinco estados, com 89% da exposição concentrada em São Paulo. A carteira soma 272,5 mil metros quadrados de ABL própria e conta com participação majoritária em sete ativos. Recentemente, o fundo ampliou o portfólio de imóveis e realizou alguns desinvestimentos pontuais. Apesar de os analistas recomendarem a compra do HGBS11, chamam atenção para a geração de caixa, já que o resultado operacional recorrente ainda não sustenta integralmente o patamar dos dividendos recentes. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Além disso, ressaltam que a posição atual de caixa, combinada ao cronograma de obrigações financeiras, pode exigir capital adicional no médio prazo. HSI Malls FII (HSML11) Com recomendação de compra, o FII possui oito empreendimentos em cinco estados e aproximadamente 179,9 mil metros quadrados de ABL própria. Segundo Araujo e Oliveira, a recente venda parcial do Pátio Maceió permitiu ao fundo realizar ganho de capital e reduzir o endividamento. A operação também sustenta a revisão do guidance de distribuição de R$ 0,74 para R$ 0,78 por cota no restante de 2026. Segundo a gestão, os pré-pagamentos associados à operação devem gerar economia recorrente próxima de R$ 0,05 por cota ao mês. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Patria Malls FII (PMLL11) O fundo de shopping gerido pelo Patria reúne 18 empreendimentos e aproximadamente 149,5 mil metros quadrados de ABL própria. O FII vive uma nova etapa de expansão após a sétima emissão de cotas, com volume previsto de R$ 1 bilhão. Entre as operações, são destaques a aquisição do RBR Malls, que adicionou participações no Pátio Higienópolis, Eldorado e Plaza Sul. As compras de participações no Jardim Sul e em cinco shoppings do VISC11, além do aumento da exposição ao Shopping Taboão e aquisição do Shopping Curitiba, também chamam a atenção dos analistas. "Vemos as aquisições de forma positiva, pois favorecem a qualificação do portfólio e ampliam a exposição ao estado de São Paulo, com maior presença em empreendimentos consolidados", afirmaram Araujo e Oliveira. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para eles, a principal avenida de valor está na incorporação dos resultados desses ativos e na evolução operacional da carteira, fortalecendo a geração recorrente de caixa. Por outro lado, há preocupação com o uso predominante de cotas como pagamento nas aquisições, o que pode gerar pressão vendedora após a conclusão das operações. Vinci Shopping Centers FII (VISC11) O fundo gerido pela Vinci Compass possui participação em 32 empreendimentos distribuídos por 15 estados e pelo Distrito Federal, totalizando aproximadamente 310 mil metros quadrados de ABL própria. O portfólio combina diversificação geográfica e exposição a diferentes administradoras. A tese positiva para o fundo se apoia na gestão ativa voltada à aquisição, exploração e reciclagem de ativos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na visão dos analistas, o desempenho operacional permanece favorável, enquanto a gestão avançou na ampliação da participação no Midway Mall e na reciclagem do portfólio. A venda de participações em cinco shoppings e a potencial alienação de participações em nove empreendimentos somaram cerca de R$ 830 milhões, com ganho líquido estimado de R$ 3,04 por cota. "Esses movimentos reforçam a flexibilidade financeira e o potencial de distribuição do fundo", disseram em relatório. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fundos imobiliários de shoppings: 6 são compra para o BTG; veja recomendações e retorno de dividendos – Money Times
BTG vê desconto em FIIs de shoppings e recomenda 6 fundos (Imagem: MicroStockHub/iStock) O BTG Pactual recomenda postura seletiva entre os fundos imobiliários de shopping centers, com preferência por veículos que tenham portfólios dominantes, valuation atrativo e maior sustentação dos dividendos pelo resultado recorrente, segundo relatório sobre o segmento. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre os FIIs sob sua cobertura, o banco tem recomendação de compra para BPML11, GZIT11, HGBS11, HSML11, PMLL11 e VISC11, enquanto possui indicação neutra para XPML11. Segundo os analistas Matheus Oliveira e Caio Araujo, responsáveis pelo documento, o múltiplo preço sobre valor patrimonial (P/VP) dos fundos de shoppings segue abaixo de seu registro histórico, com o setor negociando próximo de 0,85 vez, ante uma média ao redor de 0,93 vez. De acordo com a dupla, esse desconto reflete um ambiente ainda desafiador, marcado pelo custo de capital elevado e pela atratividade da renda fixa, além de sinais de moderação do consumo das famílias. Por outro lado, o relatório aponta que a desaceleração da atividade e a melhora da inflação abrem espaço para a continuidade do ciclo de cortes da taxa Selic. Nesse contexto, uma redução mais consistente dos juros e dos prêmios domésticos pode favorecer a reprecificação do segmento. Dividendos elevados CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas também destacaram que o dividend yield (retorno em dividendos) dos FIIs de shopping permanece em patamar historicamente elevado. No entanto, avaliaram que parte desse rendimento deve ser vista com parcimônia diante da participação de resultados não recorrentes na composição das distribuições. “Em um cenário de enfraquecimento gradual do varejo, entendemos que parte do yield atual deve ser analisada com cautela, já que eventos não recorrentes — como ganhos de capital com vendas de ativos — vêm sustentando parte dos rendimentos”, escreveram. “Nos FIIs sob nossa cobertura, o resultado distribuído está, na média ponderada pelo valor de mercado, cerca de 13% acima do resultado recorrente (FFO), indicando que a leitura do dividend yield, isoladamente, pode superestimar a capacidade estrutural de geração de renda dos fundos”, acrescentaram. Histórico de dividend yield (12M) dos FIIs de shoppings (Imagem: divulgação/ BTG Pactual) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mesmo assim, a dupla ponderou que os FIIs de shoppings apresentam fundamentos imobiliários ainda saudáveis, embora os dados mais recentes do varejo tenham indicado desaceleração das vendas. Vacância e vendas De acordo com o BTG, a vacância do setor permanece em patamares historicamente baixos, mesmo após a trajetória de queda nos últimos anos. Segundo o banco, apesar de ter sofrido alguma oscilação recente, a mediana segue próxima de 4% a 5%, indicando boa ocupação dos ativos e resiliência operacional do segmento. A casa também afirmou que o tráfego permanece em “níveis razoáveis”. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Por outro lado, o BTG ponderou que as vendas dos shoppings vêm perdendo fôlego, com desaceleração do crescimento nominal e desempenho real pressionado pela inflação. Na avaliação do banco, o movimento reforça os sinais de enfraquecimento do consumo, em um ambiente de juros elevados, crédito mais restritivo e maior comprometimento da renda das famílias. Inadimplência e custo de ocupação Apesar desse cenário, os analistas afirmam que a inadimplência dos FIIs de shopping sob cobertura avançou apenas marginalmente nos últimos meses em relação aos níveis observados em 2024 e 2025. Mesmo com a piora recente, pontuam que “os indicadores ainda permanecem distantes dos picos observados no início da série (2021)”. Média ponderada de inadimplência dos FIIs sob cobertura do BTG (Imagem: divulgação/ BTG Pactual) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A dupla também ponderou que o custo de ocupação dos lojistas permanece relativamente estável, próximo aos níveis observados nos últimos anos, mesmo diante de um ambiente mais difícil para o varejo. Segundo eles, a ausência de uma elevação mais acentuada sugere que aluguéis e demais encargos continuam compatíveis com a geração de vendas, reduzindo, por ora, o risco de uma pressão mais relevante sobre a ocupação dos shoppings. “Nossa leitura é que os shoppings continuam atraindo consumidores, mas estão convertendo esse tráfego em vendas com menor intensidade. Até o momento, essa desaceleração não foi observada nos indicadores operacionais mais sensíveis, como inadimplência e custo de ocupação, que permanecem em níveis controlados”, escreveram Oliveira e Araujo. “A inadimplência, contudo, é um indicador mais tardio e pode reagir somente após um período prolongado de enfraquecimento das vendas. Caso essa divergência persista, poderá pressionar, na margem, os aluguéis percentuais, os spreads das renovações e a capacidade de repassar reajustes reais”, acrescentaram. Reforma Tributária em monitoramento CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O banco também chamou atenção para os efeitos da Reforma Tributária sobre os FIIs. Isso porque, a partir de 2027, a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) entra em seu regime integral, enquanto o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) permanece com alíquota de transição. Segundo o BTG, nas operações de locação sujeitas ao regime regular, porém, a legislação prevê redução de 70% das alíquotas de IBS e CBS. “Os fundos listados que atendam aos requisitos relativos ao número e à concentração de cotistas não serão automaticamente contribuintes, mas poderão optar, de forma irretratável, pelo regime regular do IBS e da CBS”, diz o relatório. “Caso permaneça fora do regime, o fundo não recolherá os tributos sobre a receita de locação, mas também não poderá aproveitar créditos sobre despesas e investimentos. Em shopping centers — ativos com custos relevantes de energia, segurança, limpeza, manutenção, publicidade e obras —, os tributos pagos ao longo da cadeia podem se transformar em custos definitivos”, acrescenta. FIIs recomendados: BPML11 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre os FIIs de shoppings com recomendação de compra, o BTG afirma que, no caso do BTG Pactual Shopping Centers (BPML11), mantém visão positiva para a tese classificando-a como uma oportunidade de longo prazo. “O principal destaque está no desconto em relação ao valor patrimonial, aliado a um dividend yield de dois dígitos. Vale ressaltar, porém, que o atual nível de distribuição ainda é beneficiado por resultados não recorrentes, o que deve ser considerado na avaliação da sustentabilidade dos rendimentos ao longo do tempo”, diz. GZIT11 Para o Gazit Malls (GZIT11), a casa mantém uma leitura construtiva diante de um cenário de recuperação da indústria. De acordo com o banco, o fundo combina ativos bem localizados, elevada ocupação e desconto patrimonial relevante. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Enxergamos uma tese de valor apoiada na localização do portfólio, condicionada à conclusão das obras e à recomposição das receitas do Internacional Shopping, com atenção adicional à pressão sobre a geração de caixa decorrente das obrigações de dívida.” HGBS11 No caso do Hedge Brasil Shopping (HGBS11), a casa pontua que o veículo combina portfólio maduro, forte presença em São Paulo e uma estratégia ativa de reciclagem de ativos. “Embora enxerguemos potencial de valorização, mantemos atenção à geração de caixa, uma vez que o resultado operacional recorrente ainda não sustenta integralmente o patamar das distribuições recentes”, pondera, no entanto. Além disso, diz o BTG, a posição atual de caixa, combinada ao cronograma de obrigações financeiras, pode exigir capital adicional no médio prazo, seja por meio de novos desinvestimentos ou de uma reestruturação das dívidas. HSML11 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já para o HSI Malls (HSML11), o BTG mantém viés positivo e destaca, entre as principais avenidas de valor, a recente venda parcial do Shopping Pátio Maceió. Segundo a casa, a operação combina a realização de ganho de capital com a redução do endividamento e das despesas financeiras, contribuindo para elevar o patamar de rendimentos do fundo. PMLL11 No caso do Pátria Malls (PMLL11), o relatório avalia positivamente as aquisições recentes, que favorecem a qualificação do portfólio e ampliam a exposição ao estado de São Paulo, com maior presença em empreendimentos consolidados. Como ponto de atenção, o BTG destaca que a utilização predominante de cotas como forma de pagamento nas aquisições pode gerar pressão sobre o mercado após a conclusão das operações. VISC11 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o Vinci Shopping Centers (VISC11), os analistas mantêm viés positivo, apoiado na diversificação do portfólio e no bom desempenho operacional dos shoppings. Recomendação neutra Quanto à indicação neutra para o XP Malls (XPML11), o BTG reconhece a “elevada qualidade do portfólio e a avaliação positiva sobre a gestão”, mas afirma que o principal ponto de atenção é que o resultado recorrente permanece abaixo do valor distribuído. Segundo o banco, embora as reservas ofereçam suporte no curto prazo, a manutenção dos atuais R$ 0,92 por cota depende de novos desinvestimentos com ganho de capital ou de uma recuperação mais consistente da operação. “Assim, a qualidade dos imóveis sustenta a atratividade da tese, mas acompanhamos a execução das vendas e a evolução do resultado recorrente, já que o consumo das reservas pode exigir ajustes nos proventos.” Confira as recomendações: Ticker Preço atual P/VPA DY anualizado Recomendação do BTG Preço justo* BPML11 R$ 86,89 0,73x 12,7% Compra R$ 100,00 GZIT11 R$ 36,90 0,42x 11,7% Compra R$ 43,00 HGBS11 R$ 18,62 0,92x 11,0% Compra R$ 21,00 HSML11 R$ 84,30 0,85x 10,7% Compra R$ 94,50 PMLL11 R$ 103,13 0,86x 11,6% Compra R$ 121,00 VISC11 R$ 102,70 0,89x 9,8% Compra R$ 123,50 XPML11 R$ 98,00 0,89x 11,3% Neutro R$ 102,00 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE *Segundo o BTG Pactual CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Dividendos de 33 FIIs superam CDI após nova queda da Selic, mas cotas decepcionam
Publicidade O Copom reduziu a Selic para 13,75% ao ano nesta quarta-feira (16), em mais um corte do ciclo iniciado em março. Com o CDI em torno de 13,60%, o número de fundos imobiliários do Ifix que superam a renda fixa em dividend yield (retorno apenas de dividendos) chega a 33, segundo dados da Economatica. Em abril, quando a Selic ainda estava em 14,50%, eram vinte e três. O crescimento do grupo se dá de forma mecânica porque, à medida que a Selic recua, a régua desce e mais fundos passam por cima dela sem precisar melhorar a distribuição. Os dados mostram também que, em 28 dos 33 fundos, a cota se desvalorizou nos últimos 12 meses. Na prática, o rendimento mensal fez todo o trabalho de manter o investidor no azul, e em dez casos nem isso foi suficiente. O levantamento considera o dividend yield calculado sobre a cotação de um ano atrás, o que superestima o retorno de quem compra hoje nos fundos cuja cota caiu. E a projeção só vale se a política de distribuição se mantiver, algo que merece atenção em fundos que receberam indenizações ou venderam ativos no período. O Ourinvest JPP lidera o ranking. É um fundo de papel com carteira concentrada em certificados de recebíveis imobiliários, gerido pela JPP Capital, que foi o FII de melhor desempenho entre janeiro e maio antes de devolver boa parte do ganho. A cota negocia bem abaixo do valor patrimonial e recuou ao longo do ano, o que responde por parte do yield elevado. O Life Capital Partners aparece em segundo com retorno total ligeiramente negativo. O fundo atua em crédito para loteamentos e projetos de primeira residência, com forte exposição à região Sul, e tem carteira bastante concentrada, já que poucos ativos respondem por praticamente todo o patrimônio. A distribuição mensal recuou em relação ao ano passado e a cota também cedeu. O Tellus Rio Bravo Renda Logística é o caso que mais exige atenção do investidor. O yield acima de 16% não vem da operação, e sim de indenizações recebidas depois que os Correios rescindiram unilateralmente o contrato atípico de um galpão em Contagem, em Minas Gerais. O fundo cobra na Justiça o valor remanescente do contrato. Os proventos distribuídos neste ano superam com folga os do ano passado por causa desses recebimentos pontuais, mas o rendimento mensal mais recente equivale a um yield bem abaixo do CDI. Quem comprar agora esperando a distribuição histórica tende a se frustrar. Continua depois da publicidade O Valora CRI CDI é o retrato do dilema dos fundos pós-fixados. Com carteira quase integralmente atrelada ao CDI, ele entregou retorno acima da média da lista e preservou a cota, mas é justamente o perfil que mais perde com a continuidade do ciclo de cortes. Cada nova redução da Selic comprime diretamente o rendimento distribuído. Entre os maiores rendimentos, que superam 15% ao ano, o Manatí Capital é o único que combinou dividendo elevado com valorização real da cota. O fundo opera com crédito estruturado, modalidade em que entra em operações de retorno mais alto do que os CRIs tradicionais, e encerrou o ano passado como o maior pagador de proventos entre os hedge funds imobiliários. A estratégia, no entanto, carrega risco de crédito superior ao da média da indústria. Fundo DY 12m Retorno total Variação da cota Ourinvest JPP (OUJP11) 17,90% +3,43% -13,52% Life Capital Partners (LIFE11) 17,02% -0,57% -16,67% Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) 16,13% -3,52% -16,99% Valora CRI CDI (VGIR11) 15,70% +15,91% -0,94% Manatí Capital (MANA11) 15,49% +21,63% +4,77% Iridium (IRIM11) 15,44% +6,95% -8,04% Gazit Malls (GZIT11) 15,13% -5,80% -19,06% Polo Crédito Imobiliário (PORD11) 15,03% +20,22% +4,04% Banestes Recebíveis (BCRI11) 14,99% -1,93% -15,65% Mauá Capital Real Estate (MCRE11) 14,89% +4,81% -9,20% Habitat Recebíveis (HABT11) 14,84% -2,08% -16,09% Devant Recebíveis (DEVA11) 14,81% -24,38% -36,72% Hectare CE (HCTR11) 14,78% -31,23% -42,20% Cyrela Crédito (CYCR11) 14,71% +10,74% -4,16% Riza Akin (RZAK11) 14,64% +11,42% -3,47% Vectis Juros Real (VCJR11) 14,57% -1,11% -14,84% HSI Ativos Financeiros (HSAF11) 14,52% +12,59% -2,55% Tellus Properties (TEPP11) 14,43% +5,43% -8,17% Riza Arctium (RZAT11) 14,40% +13,13% -1,78% Suno Fundo de Fundos (SNFF11) 14,39% +15,39% +0,42% Pátria Top Offices (TOPP11) 14,38% +7,09% -7,18% Suno Recebíveis (SNCI11) 14,18% +11,66% -2,85% Green Towers (GTWR11) 14,13% +16,01% +1,57% BTG Pactual Shoppings (BPML11) 14,10% +24,51% +9,57% SPX Real Estate (SPXS11) 14,03% +0,40% -13,08% Kinea Oportunidades (KORE11) 14,01% +7,45% -6,50% Pátria Crédito Estruturado, ex-RBR (RBRY11) 13,99% -0,65% -13,97% Suno Energias Limpas (SNEL11) 13,94% +7,27% -6,85% Kinea Unique HY CDI (KNUQ11) 13,92% +12,58% -2,05% BTG Real Estate Hedge Fund (BTHF11) 13,82% +13,60% -0,46% Tivio Renda Imobiliária (TVRI11) 13,73% +8,09% -5,28% RBR Premium Recebíveis (RPRI11) 13,71% -1,30% -14,10% Clave Índice de Preços (CLIN11) 13,63% +10,13% -3,67% Fonte: Economatica. Levantamento considera fundos do Ifix com fechamento de 15/09/2026. O DY foi calculado sobre a cotação de 12 meses atrás. O retorno total inclui proventos e variação da cota; a última coluna mostra apenas a variação da cota. Ficaram de fora os fundos cujo yield praticamente empata com o CDI Olhe além do yield O rendimento mensal diz respeito ao passado. Antes de comprar pensando em renda, vale checar se a distribuição vem do resultado recorrente da carteira ou de eventos isolados, como venda de imóvel ou indenização judicial, e qual a exposição do fundo ao CDI, já que fundos pós-fixados tendem a distribuir menos conforme a Selic cai. Um yield muito acima da média costuma indicar que a cota caiu por algum motivo, e esse motivo raramente desaparece sozinho. Continua depois da publicidade Dois fundos da lista, por exemplo, acumulam perdas superiores a 20% mesmo somando os proventos. Devant e Hectare aparecem com dividend yield acima de 14% porque as cotas derreteram, não porque estejam distribuindo bem. Um dos exemplos ficou até fora do levantamento: o Cartesia Recebíveis liderava o ranking de abril, quando já surgiam dúvidas sobre o risco de concentração da carteira em ativos de incorporação após a reprecificação de CRIs do portfólio. O fundo perdeu mais de 70% do valor nos últimos 12 meses, mesmo considerando os rendimentos pagos, e hoje nem sequer bate o CDI. Os fundos Mérito, TG Ativo Real e Urca Prime seguem trajetória parecida.
Perguntas Frequentes sobre HSML11
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