HGBS11 CSHG Brasil Shopping Fundo de Investimento Imobiliario Cotas – Cotação Hoje
CSHG Brasil Shopping Fundo de Investimento Imobiliario Cotas
CNPJ: 08431747000106
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Shopping Jardim Sul - 80% Imóveis para renda acabados | Av. Giovanni Gronchi, 5819, Morumbi, São Paulo/SP | 28.741 m² | 1,68% | 10,73% |
| Shopping Center Penha - 87,5628% Imóveis para renda acabados | R Dr. João Ribeiro, 304 - Penha de França, São Paulo - SP | 29.779 m² | 3,93% | 8,66% |
| Boulevard Shopping Bauru - 100% Imóveis para renda acabados | Rua Marcondes Salgado, Quadra 11, Bauru - SP | 34.550 m² | 2,48% | 6,58% |
| Capim Dourado Shopping - 60% Imóveis para renda acabados | Q. 107 Norte Avenida NS 5, s/n - Plano Diretor Norte, Palmas - TO | 39.002 m² | 2,48% | 5,26% |
| Tivoli Shopping - 59% Imóveis para renda acabados | Av. Santa Barbara, 777 - Vila Mollon IV, Santa Bárbara D'Oeste - SP | 25.779 m² | 1,75% | 5,11% |
| ParkShopping São Caetano - 20% Imóveis para renda acabados | Alameda Terracota, 545 - Cerâmica, São Caetano do Sul - SP, 09531-190 | 39.252 m² | 4,37% | 4,86% |
| Mooca Plaza Shopping - 20% Imóveis para renda acabados | Rua Cap. Pacheco e Chaves, 313 - Mooca, São Paulo - SP | 42.067 m² | 0,79% | 4,55% |
| São Bernardo Plaza Shopping - 35% Imóveis para renda acabados | Av. Rotary, 624 - Centro, São Bernardo do Campo - SP | 42.954 m² | 5,55% | 3,96% |
| Shopping West Plaza - 70% Imóveis para renda acabados | Av. Francisco Matarazzo s/n, Bloco B, São Paulo, SP | 35.059 m² | 8,24% | 3,75% |
| Shopping Villa Lobos - 15% Imóveis para renda acabados | Av. das Nações Unidas, 4777, São Paulo - SP | 28.374 m² | 3,37% | 3,20% |
| Shopping Praça da Moça - 23,06% Imóveis para renda acabados | Rua Manoel da Nobrega, 712, Centro, Diadema - SP | 31.368 m² | 1,51% | 2,40% |
| Shopping Jaraguá Araraquara - 25% Imóveis para renda acabados | Avenida Alberto Benassi, 2.270, Jardim dos Manacas, Araraquara, SP | 21.146 m² | 2,64% | 1,48% |
| Santana Parque Shopping - 15% Imóveis para renda acabados | Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2.780, São Paulo - SP | 24.627 m² | 7,66% | 1,24% |
| Franca Shopping - 0,3673897836% Imóveis para renda acabados | Av. Rio Negro, 1.100, Franca - SP | 18.955 m² | 1,34% | 0,02% |
| Goiabeiras Shopping - 53,99% Imóveis para renda acabados | Av. José Monteiro Figueiredo, 500 - Duque de Caxias, Cuiabá - MT | 25.831 m² | 17,91% | 0,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do HGBS11.
Resumo Fundamentalista de HGBS11
O ativo HGBS11 (CSHG Brasil Shopping Fundo de Investimento Imobiliario Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 18,31, acumulando uma variação de -0.60% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 18,01 e a máxima de R$ 21,05. O fundo atua no segmento de Tijolo - Shoppings, registrando um Dividend Yield (12M) de 10.65% e indicador P/VP de 0.91x.
Histórico de Cotação: HGBS11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a HGBS11
O HEDGE BRASIL SHOPPING FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (HGBS11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Shoppings, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Shoppings
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Eleições 2026: Selic e inflação preocupam mais investidores, diz pesquisa
Banco Central de Lula corta juros próximo das eleições, mas mantém reputação intacta 3:16 BC atravessou o período o período eleitoral sem provocar volatilidade. Crédito: Edição: Júlia Pereira Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Investidores brasileiros estão mais preocupados com a Selic e a inflação do que com as eleições de 2026, segundo pesquisa da BridgeWise. Carlos Daltozo, da BridgeWise, destaca que essas preocupações refletem o impacto direto na rentabilidade dos ativos. A pesquisa revela que 35% dos investidores não planejam mudanças significativas em suas estratégias, enquanto 31% aumentarão o risco. A renda fixa domina as carteiras, e 61% preferem ferramentas de IA especializadas em finanças. A pesquisa ouviu 300 pessoas. Abrir o resumo Os níveis da taxa básica de juros (Selic) e de inflação preocupam mais os investidores brasileiros do que as questões políticas em torno das eleições deste ano. Os dois fatores foram apontados por 40% dos entrevistados. PUBLICIDADE As perspectivas fiscais e os gastos governamentais do Brasil aparecem em seguida, citados por 22% dos investidores como fatores que influenciam atualmente suas decisões de investimento. Apenas 16% apontaram a incerteza política relacionada ao pleito como principal preocupação. Os dados são do estudo “Pesquisa de Sentimento do Investidor Brasileiro - Eleições 2026”, realizado pela BridgeWise. Publicidade Leia também Para Carlos Daltozo, especialista de produtos da BridgeWise, isso mostra que o investidor está priorizando variáveis que têm um impacto mais direto sobre a rentabilidade dos ativos e que as respostas são coerentes com a composição das carteiras do público que participou da pesquisa. “A leitura que me parece mais adequada é que o investidor está preocupado principalmente com as consequências econômicas do cenário político e não necessariamente com o evento eleitoral em si. Afinal, questões fiscais, inflação e trajetória dos juros podem ser justamente alguns dos canais pelos quais mudanças de política econômica acabam chegando aos preços dos ativos”, afirma Daltozo. Outro ponto abordado na pesquisa é em relação à forma como o investidor espera que as próximas eleições influenciam sua estratégia de investimento. Foi constatado que 35% não esperam fazer mudanças significativas, já 31% planejam aumentar a exposição ao risco, 22% pretendem reduzir a exposição ao risco e apenas 11% estão adiando novos investimentos para depois das eleições. Publicidade Juros e inflação dominam as preocupações dos investidores. Foto: Shutterstock Alocação Nos portfólios dos investidores, a maior parcela está alocada em renda fixa, com 53,67% do total. Em seguida aparecem as ações brasileiras, com 20,33%, e os criptoativos, com 10%. Ativos internacionais representam 8,33% das carteiras, enquanto imóveis e fundos imobiliários (FIIs) correspondem a 7,67%. Confira Quando questionados sobre em quais tipos de investimentos pretendem alocar a maior parte dos novos recursos nos próximos três meses, os investidores apresentam uma distribuição semelhante à composição atual das carteiras. A renda fixa concentra 49% das intenções de alocação, seguida por ações brasileiras e ativos internacionais, com 17% cada. As criptomoedas aparecem com 13%, enquanto 4% dos investidores pretendem manter os novos recursos em dinheiro. Publicidade Aliado do investidor A parcela de investidores que utiliza regularmente ferramentas de Inteligência Artificial (IA) é de 28,33%, segundo a pesquisa. O porcentual, porém, é inferior ao dos entrevistados que afirmam usar essas ferramentas ocasionalmente, de 33,33%. Outros 20% dizem ter apenas experimentado a tecnologia, enquanto 18,33% nunca utilizaram IA para auxiliar na tomada de decisões sobre investimentos. Saiba mais Quando questionados sobre a preferência entre ferramentas de IA genéricas, como ChatGPT e Claude, e soluções especializadas em finanças, 61% dos investidores afirmam preferir as ferramentas voltadas ao mercado financeiro, enquanto 39% optam pelas ferramentas genéricas. Publicidade PUBLICIDADE A pesquisa ouviu 300 pessoas. Entre os entrevistados, 52% possuem menos de R$ 100 mil investidos, enquanto 33,67% têm entre R$ 100 mil e R$ 500 mil. Outros 8,67% possuem investimentos entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão, 5,33% têm patrimônio entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, e 0,33% possuem valores superiores a R$ 5 milhões. *Com informações da Broadcast Leia mais
“Vai virar ativo previdenciário”: Analista prevê FIIs superando ações em investidores
Publicidade Os fundos imobiliários já funcionam como instrumento de geração de renda no longo prazo, mas ainda não estariam maduros o suficiente para atender a todos os perfis de investidores. Essa é a opinião de Marcelo Fayh, analista CNPI, que vê a indústria atravessando uma fase de consolidação marcada por crescimento acelerado, aumento da escala dos fundos e maior volatilidade. Para Fayh, o principal desafio está no processo de amadurecimento da própria indústria. “O fundo imobiliário como um instrumento previdenciário, ele já serve, já funciona”, afirmou. Mas, diante do atual estágio de desenvolvimento do mercado, “ele não serve para todo mundo”, principalmente pela volatilidade e pelas transformações pelas quais os fundos ainda passam. Essa busca por escala dos FIIs, porém, pode trazer efeitos colaterais. Fayh afirma que existe um dilema empresarial para os gestores: manter um crescimento mais controlado ou acelerar a expansão para não perder espaço em um eventual processo de consolidação. “Então, nessa busca por crescimento, às vezes acontecem atropelos”, disse. Segundo ele, em determinadas situações, o fundo pode assumir riscos maiores do que aqueles que o cotista estaria disposto a assumir, justamente para viabilizar o crescimento desejado pelo gestor. Para o investidor que utiliza os FIIs como fonte de renda recorrente, esse processo pode ser especialmente desconfortável. Uma mudança relevante na estratégia ou um episódio negativo envolvendo determinado fundo pode gerar insegurança e levar o cotista a tomar decisões em momentos de estresse. Leia Mais: Conheça os 5 shoppings que o FII do Pátria acaba de adicionar à carteira Continua depois da publicidade Maturidade pode reduzir volatilidade Na visão do analista, esse cenário tende a mudar conforme a indústria avance para uma fase mais madura. Fayh não espera que o crescimento acelerado continue indefinidamente e acredita que, em algum momento, o mercado encontrará um ritmo mais estável. “O crescimento não é acelerado para sempre, não existe isso. Não tem como. Em algum momento o mercado encontra o seu tamanho, a sua velocidade de cruzeiro.” Continua depois da publicidade Esse processo, segundo ele, pode levar vários anos. Com a maturação, a expectativa é de movimentos menos bruscos, estruturas mais conhecidas pelos investidores e maior previsibilidade. Nesse cenário, Fayh projeta um mercado imobiliário com ativos de maior escala, forte lastro em imóveis e menor volatilidade, características que poderiam ampliar o público interessado nos fundos. “Quando chegar nessa fase, o imobiliário vai ser extremamente confortável, com ativos gigantes, um lastro imobiliário fantástico, muito menos volatilidade e isso vai atrair cada vez mais investidores.” FIIs podem superar ações em número de investidores Fayh também projeta uma expansão expressiva da base de investidores em fundos imobiliários. Segundo ele, a combinação entre distribuição recorrente e renda mensal cria um apelo particularmente forte para quem busca construir uma carteira voltada à geração de renda no longo prazo. Continua depois da publicidade “Eu já falo isso há bastante tempo: terá mais investidor em fundo imobiliário do que se tem em ações”, afirmou. Ao falar sobre construção de portfólio, Fayh defende uma carteira relativamente concentrada, mas com diversificação suficiente para diluir riscos. Para ele, uma faixa entre 10 e 20 fundos é adequada na maioria dos casos. “Eu gosto de ter entre 10 e 20 ativos na carteira. Mais do que 20 eu não gosto. Pulveriza demais.” O argumento do analista é que, acima desse número, algumas posições podem se tornar pequenas demais para fazer diferença no resultado da carteira, enquanto continuam exigindo tempo de acompanhamento e análise. Continua depois da publicidade Leia Mais: FII logístico leva calote de empresa em RJ que responde por 5,8% da receita Confira o episódio completo na edição desta semana do Liga de FIIs. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 18h, no canal do InfoMoney no Youtube. Você também pode rever todas as edições passadas.
Notícia Este fundo imobiliário está uma ‘pechincha’ e pode disparar na B3, segundo a XP; veja potencial
Economia Resumo feito pela Kin, a inteligência artificial do Kinvo. Encontrou um erro? Uma corretora de investimentos recomendou a compra de um fundo imobiliário logístico, projetando um potencial de valorização de 19%. A análise destaca a qualificação do portfólio, com 41 imóveis modernos e de alta qualidade construtiva, distribuídos em oito estados e alugados para 188 locatários, com forte concentração em São Paulo. O fundo apresenta boa diversificação setorial, com destaque para e-commerce e logística, e inquilinos de grande porte que mitigam o risco de inadimplência. A composição contratual, majoritariamente típica e com potencial de reajustes, é vista como favorável no atual cenário de alta demanda por espaços logísticos. A gestão qualificada e o histórico de desempenho superior ao mercado, aliados a um valuation atrativo, reforçam a recomendação. A expectativa é de manutenção dos dividendos, com um yield anualizado competitivo, apesar de pontos de atenção como a exposição a regiões com incentivos fiscais e riscos de mercado.
Perguntas Frequentes sobre HGBS11
Qual é a cotação de HGBS11 hoje na B3?
Quanto a HGBS11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de HGBS11?
O que significa o P/L e o P/VP de HGBS11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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