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MNDL3 Mundial S.A.- Produtos de Consumo – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Mundial S.A.- Produtos de Consumo

Preço Atual
R$ 17,60
-11.82%

Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:17

Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

MNDL3 (Mundial S.A.- Produtos de Consumo) é uma ação negociada na B3. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 17,60, registrando variação de -11.82% no dia.

Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 1 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 1/12 (8.3%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Lucro Líquido não positivo ou dados indisponíveis

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE não disponível

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Dados de crescimento indisponíveis

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP não disponível

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Data de fundação não mapeada

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L não disponível

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
EBITDA negativo ou dados de dívida insuficientes

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EBIT ou EV não positivo

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 80% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo MNDL3 (Mundial S.A.- Produtos de Consumo) está sendo negociado hoje a R$ 17,60, acumulando uma variação de -11.82% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 14,51 e a máxima de R$ 22,00.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 17,50
Fec. Ant: R$ 19,96
Variação Dia
Min: R$ 17,50
Max: R$ 17,60
52 Semanas
Mín: R$ 14,51
Máx: R$ 22,00
Volume
1.300
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: MNDL3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

R$ -3,38
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 174,60 Mi
R$ 174,60 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a MNDL3

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 174,60 Mi

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Em âmbito global e continental, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) já sinalizavam uma trajetória desfavorável, impulsionada pelo aumento das infecções na América Latina e no Caribe. Continua após a publicidade Leia também: Saúde pública no governo Lula: desafios e perspectivas para o SUS No Brasil, após o impacto atípico da pandemia de Covid-19 em 2020, ano que registrou queda temporária nas notificações devido à subtestagem e ao menor acesso aos serviços, os números voltaram a subir. Em 2025, a taxa de detecção de sífilis adquirida no país alcançou o patamar de 132,8 casos por 100 mil habitantes, totalizando mais de 283 mil diagnósticos no ano. A análise do perfil populacional da sífilis adquirida revela a persistência de vulnerabilidades sociais e de gênero. O sexo masculino responde por 60,2% dos casos notificados no país, com maior incidência concentrada em adultos jovens entre 20 e 39 anos. No entanto, entre os adolescentes de 13 a 19 anos, observa-se uma inversão preocupante: as mulheres jovens são maioria nas notificações. Bactéria que causa a sífilis, a Treponema pallidum (Foto: Banco de Imagens, Canva) Sul tem as maiores taxas de detecção No cenário catarinense, os números apresentam nuances particulares. Historicamente, a Região Sul do Brasil apresenta as maiores taxas de detecção de sífilis adquirida do país. Em 2025, Santa Catarina registrou 15.037 casos de sífilis adquirida, o que corresponde a uma taxa de detecção de 183,7 casos por 100 mil habitantes, valor significativamente superior à média nacional. Continua após a publicidade Florianópolis destaca-se, com uma taxa de detecção de 319,3 casos por 100 mil habitantes, uma das maiores entre as capitais brasileiras. No entanto, o dado epidemiológico mais relevante para o estado é a tendência de queda: entre 2023 e 2025, Santa Catarina alcançou uma redução de 16,3% na taxa de detecção da sífilis adquirida, liderando o declínio observado em toda a Região Sul. Leia também: Hantavirose: uma doença silenciosa, letal e ainda pouco conhecida pelos catarinenses Continua após a publicidade Quando voltamos o olhar para a gestação e o controle da transmissão vertical da sífilis, Santa Catarina apresenta uma melhora, digamos assim. Em 2025, o Brasil registrou 100.650 casos de sífilis em gestantes, parturientes ou puérperas, gerando uma taxa nacional de detecção de 41,0 casos por 1.000 nascidos vivos. Já em Santa Catarina, a taxa de detecção na gestação ficou em 33,0 casos por 1.000 nascidos vivos (3.210 casos no ano), situando-se abaixo da média nacional e apontando para a eficácia da rede de acompanhamento pré-natal no estado. Continua após a publicidade Os indicadores de destaque para SC Além disso, Santa Catarina destaca-se positivamente em dois indicadores essenciais para a interrupção da cadeia de transmissão: 89,6% das gestantes diagnosticadas receberam a prescrição adequada de penicilina G benzatina, conforme a fase clínica da doença, e o estado registrou o maior percentual do país no tratamento das parcerias sexuais das gestantes, alcançando 47,0% de adesão. Ainda é baixo? Sim, mas estamos no caminho certo. Esses avanços no pré-natal catarinense refletem-se diretamente no controle da sífilis congênita, que é a infecção transmitida ao recém-nascido e pode trazer complicações graves, como malformações, prematuridade, neurossífilis e óbito. Em 2025, a taxa de incidência de sífilis congênita no Brasil foi de 9,9 casos por 1.000 nascidos vivos, mantendo-se em patamar elevado em relação às metas internacionais. 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EUROPA EM DESENCANTO: A REALIDADE ENGOLIU A PROMESSA
Europa •

EUROPA EM DESENCANTO: A REALIDADE ENGOLIU A PROMESSA

Em diferentes países europeus, multidões tomaram as ruas, protestando contra salários insuficientes, serviços públicos deteriorados, dificuldades de acesso à moradia, incertezas quanto às aposentadorias, reformas impopulares e denúncias de corrupção, além de manifestarem posições divergentes sobre políticas de imigração. Mudam as bandeiras, os governos e as palavras de ordem, mas uma inquietação atravessa essas diferenças, como se muitos repentinamente reconhecessem que o amanhã já não será melhor do que o presente. O progresso foi uma das grandes promessas das sociedades europeias do pós-guerra, mas o que acontece quando os cidadãos começam a desconfiar de que essa promessa já não poderá ser cumprida? Os protestos atravessam governos de esquerda, centro e direita, o que recomenda procurar suas causas para além das diferenças partidárias e sugere que a Europa começa a perceber que a preservação do bem-estar social exige permanente esforço coletivo, produtividade e escolhas políticas que nem sempre encontram disposição ou consenso para serem realizadas. PRIMEIRO ATO — O DESENCANTO QUE JÁ CHEGOU Durante décadas, sobretudo depois da Segunda Guerra Mundial, milhões de famílias europeias acreditaram que estudar, trabalhar e economizar permitiriam aos seus filhos viver melhor do que os pais. Hoje, quem conclui a universidade, fala idiomas e trabalha integralmente pode descobrir que seu salário não basta para alugar uma residência sem comprometer quase toda a renda, o que causa um choque com o fato de que a geração anterior, talvez menos escolarizada, conseguiu ter uma casa, enquanto ele adia a independência e a família, até perceber que não está apenas adiando decisões, mas a própria vida para a qual se preparou. Uma casa não é somente patrimônio: é o lugar onde os projetos deixam de ser abstrações e começam a adquirir existência. A instabilidade do mercado de trabalho dificulta a construção de uma narrativa pessoal duradoura, enquanto a condição salarial e a proteção social também inserem o indivíduo numa comunidade, o que não envolve apenas o rendimento, mas atributos de felicidade, reconhecimento e realização. Isso nos faz perceber que não é apenas a falta material que causa a maior revolta, mas o choque para o ego e a vivência ética e moral de cada indivíduo que cumpriu as suas metas e as exigências da sociedade para descobrir que as regras mudaram depois que a partida começou, sem que ninguém o tivesse avisado. A falta de reconhecimento machuca e a sensação de impotência e de ser utilizado pelas maquinações políticas certamente motivam essa ida às ruas. O universo da globalização não entregou a bonança que alguns esperavam e as concretas oportunidades de trabalho e renda não acompanharam um ideal de bem-estar coletivo, em meio à competição internacional, às transformações produtivas e à crescente pressão sobre os salários e a moradia. Havia fissuras, sinais e exemplos, mas as sociedades não perceberam que tais mudanças avançariam e afetariam sua prosperidade. Parte do problema estava na atração por respostas fáceis e numa aposta de que o tempo curaria tudo, mesmo que não se fizesse nada. Aí, quando a crise chega, alguém até poderá dizer “eu avisei”, mas já não será ouvido, novamente, até porque será, mesmo, tarde demais. Quem não se lembra das manifestações de 1968, em Paris, das mobilizações brasileiras de 2013 e da Primavera Árabe? Tiveram origens e desfechos profundamente distintos, mas mostram como as ruas são tomadas em decorrência de tensões que vinham silenciosamente se acumulando muito antes — aliás, com os terremotos acontece algo parecido. Le Bon investigou o contágio emocional das multidões, Freud o modo com que o Eu se porta nas massas e Elias Canetti como o coletivo altera a experiência do indivíduo. Não nos iludamos: as redes digitais acrescentam uma condição nova, ao facilitar a aproximação das frustrações dispersas, mas não criam, por si mesmas, a insatisfação que ajudam a propagar. Podemos inclusive dizer que as pessoas já estão conectadas muito antes de se vincularem por aplicativos ou de chegarem às praças e ruas. SEGUNDO ATO — A IA E O DESENCANTO QUE AINDA PODERÁ CHEGAR Há, entretanto, uma contradição inquietante: milhares de europeus protestam porque o trabalho já não lhes permite construir a vida que imaginaram, enquanto a inteligência artificial começa a transformar muitas das atividades das quais dependem. Se hoje muitos reclamam porque suas ocupações já não rendem o bastante, poderão as próximas gerações protestar pelo próprio direito de continuar a ter alguma utilidade no mercado de trabalho? No livro Charada do Fim do Mundo, examinei a inteligência artificial diante da ética da nossa própria inteligência, preocupação que retomei ao estudar a automação do sistema de Justiça, inclusive em artigo publicado no Consultor Jurídico sobre experiências de Singapura e de uma comarca brasileira. Não se trata de negar vantagens técnicas, muitas delas extraordinárias, mas de perguntar quem conservará o poder de decidir e de escolher finalidades, controlar procedimentos e responder pelos resultados. Se sistemas passam a executar tarefas antes associadas à qualificação, ao discernimento e à experiência humana, a distribuição dos ganhos de produtividade poderá tornar-se inseparável de outra disputa, menos perceptível e, talvez por isso mesmo, mais profunda e perigosa: a de saber quem continuará participando, como sujeito e não apenas destinatário, do mundo que estamos construindo. A renda básica universal aparece, nesse debate, como uma possibilidade de proteção material, mas não, jamais, como resposta completa e única. Temos mais necessidade do que apenas a subsistência e, se hoje o desencanto está em um trabalho que não garante o futuro, o amanhã poderá reservar a muitos uma sociedade sem trabalho nem voz, e isso é quase uma prisão sem grades. ÚLTIMO ATO — ANTES QUE A CORTINA SE FECHE Como no teatro, as consequências de um ato atravessam o seguinte, e as decisões europeias de hoje alcançarão gerações que viverão sob os efeitos da inteligência artificial, tornando ainda mais importante que a resposta às inquietações contemporâneas encontre o equilíbrio adequado, sem confundir a liberdade de manifestação com a licença para a violência, nem a preservação da ordem com o silenciamento da divergência, pois seria uma trágica ironia que uma civilização construída sobre a conquista das liberdades terminasse desafinando a ponto de buscar, na dureza e nas restrições que marcaram os tempos da cortina de ferro, a solução para problemas que exigem precisamente mais habilidade política, responsabilidade e capacidade de escuta. Que a cortina deste último ato não desça, portanto, sobre uma sociedade silenciada, mas sobre uma democracia capaz de corrigir seus rumos e preservar, para aqueles que virão, a possibilidade de construir o próprio futuro, porque o progresso não será medido apenas pelo que nossas máquinas conseguirão fazer, mas também pela liberdade que os seres humanos conseguirão conservar.

Perguntas Frequentes sobre MNDL3

Qual é a cotação de MNDL3 hoje na B3?
A cotação de MNDL3 hoje está em R$ 17,60. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 17,50 e máxima de R$ 17,60.
Quanto a MNDL3 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker MNDL3. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de MNDL3 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de MNDL3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de MNDL3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.
Dados Oficiais CVM · Sistema RAD

📰 Fatos Relevantes e Comunicados de MNDL3

Documentos oficiais protocolados pela companhia na Comissão de Valores Mobiliários.

Ver histórico completo
Comunicado ao Mercado 15/10/2026 às 19:58

6ª (sexta) emissão de debêntures simples

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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