Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
JSLG3 (JSL S.A.) é uma ação negociada na B3 do setor de Bens Industriais. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 5,77, registrando variação de +5.10% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 1.30x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 33.07%.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 6 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de JSLG3
O ativo JSLG3 (JSL S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 5,77, acumulando uma variação de +5.10% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 4,68 e a máxima de R$ 12,84. A companhia está inserida no setor de Bens Industriais, atuando no segmento de Transporte Rodoviário. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/VP de 1.30x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 33.07%.
Histórico de Cotação: JSLG3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 9.640,61 Mi | R$ 9.056,26 Mi | R$ 7.574,64 Mi | R$ 6.022,40 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 1.522,03 Mi | R$ 1.553,87 Mi | R$ 1.392,04 Mi | R$ 1.041,05 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 1.141,76 Mi | R$ 1.210,46 Mi | R$ 1.281,40 Mi | R$ 768,83 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 81,70 Mi | R$ 207,31 Mi | R$ 351,78 Mi | R$ 194,18 Mi |
Sobre a JSLG3
JSL S.A., listada na B3 sob o ticker JSLG3, é uma empresa brasileira de logística e transporte rodoviário com atuação nacional em soluções integradas para cadeias industriais e de consumo. O portfólio inclui transporte de cargas, logística interna, armazenagem, distribuição urbana, logística de commodities e fretamento. A companhia opera com abordagem de serviços customizados por setor e grande capilaridade operacional. No posicionamento de mercado, a JSL combina escala de frota, contratos corporativos de longo prazo e serviços de gestão logística para diferentes segmentos econômicos. O desempenho financeiro é influenciado por volume transportado, eficiência operacional, custos de combustível, renovação de frota e atividade econômica dos clientes. Em bens industriais, JSLG3 representa uma das principais referências de operador logístico listado no mercado acionário brasileiro.
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Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
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Axia, PRIO, Vibra, Azzas, Oncoclínicas e mais ações para acompanhar hoje
Publicidade O radar corporativo desta quinta-feira (5) tem como destaque os resultados da Axia (AXIA3), Vibra (VBBR3), PRIO (PRIO3), Simpar (SIMH3), C&A (CEAB3), GPA (PCAR3), Tenda (TEND3) e mais empresas. HBR Realty (HBRE3) fecha acordo de R$ 938 mi para venda de participações em shoppings. Já CADE aprova cisão da Azzas 2154 (AZZA3). Oncoclínicas (ONCO3) recebe novas adesões de credores ao plano de recuperação. Confira mais destaques: Azzas 2154 (AZZA3) A Azzas 2154 (AZZA3) informou que, nesta quarta-feira (4), foi emitida a certidão de trânsito em julgado da decisão da Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) que aprovou, sem restrições, a reorganização societária da Azzas. Continua depois da publicidade HBR Realty (HBRE3) A HBR Realty (HBRE3) celebrou nesta quarta-feira (4) a venda de 20% do empreendimento Mogi Shopping, 25% do Suzano Shopping, 50% do Patteo Olinda Shopping e 90,9% do Lead Corporate Faria Lima para o Fundo SPX Portfólio Alfa Fundo de Investimento Imobiliário. Axia Energia (AXIA3) A Axia Energia (AXIA3) teve lucro líquido de R$ 1,11 bilhão no terceiro trimestre, ante prejuízo de R$5,45 bilhões apurado um ano antes, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira. O Ebitda regulatório ajustado somou R$ 6,92 bilhões entre julho e setembro, alta de 8,4% na comparação anual, enquanto a receita operacional líquida regulatória avançou 0,9%, para R$ 10,03 bilhões. Continua depois da publicidade Vibra (VBBR3) A maior distribuidora de combustíveis do país, Vibra, teve lucro líquido ajustado de R$ 2,4 bilhões no terceiro trimestre, mais do que quatro vezes o resultado de um ano antes, apoiada em parte por vendas maiores e queda em despesas financeiras. A companhia teve um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 4,3 bilhões, mais do que o dobro ante o desempenho de R$ 1,8 bilhão registrado no terceiro trimestre de 2025. Analistas, em média, esperavam lucro de R$ 1,8 bilhão e Ebitda de R$3,8 bilhões, segundo dados da LSEG. Continua depois da publicidade A C&A (CEAB3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 56,5 milhões no terceiro trimestre de 2026, resultado 23,3% inferior ao apurado no mesmo período do ano passado, conforme balanço divulgado pela varejista de moda nesta quarta-feira. Apesar da queda anual, o desempenho superou as estimativas do mercado. Analistas consultados pela LSEG projetavam lucro líquido de R$ 45,5 milhões para o período. Simpar (SIMH3) A Simpar (SIMH3) reportou lucro líquido ajustado das operações continuadas de R$ 137,0 milhões no terceiro trimestre de 2026 (3T26), revertendo prejuízo de R$ 128,6 milhões no mesmo período do ano passado. O balanço, divulgado nesta quarta-feira (4), não inclui o fechamento da venda da CS Porto Aratu. Continua depois da publicidade A holding, que conta com companhias como Movida (MOVI3), JSL (JSLG3) e Vamos (VAMO3) em seu guarda-chuva, encerrou o trimestre com alavancagem de 2,7 vezes a relação dívida líquida/Ebitda, o menor nível desde o IPO, em 2010. GPA (PCAR3) O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou prejuízo líquido de R$ 220 milhões nas operações continuadas no terceiro trimestre desse ano, revertendo o lucro de R$ 142 milhões visto em igual período do ano passado. Apesar do resultado negativo, a companhia conseguiu melhorar a rentabilidade operacional com cortes de despesas e a priorização de negócios mais rentáveis. A comparação do lucro, porém, é afetada por um crédito tributário extraordinário de R$ 418 milhões reconhecido no terceiro trimestre de 2025. Sem esse efeito, o prejuízo das operações continuadas teria recuado 20,3% na comparação anual. Tenda (TEND3) A construtora Tenda teve queda de 48,7% no lucro líquido do terceiro trimestre, considerando efeitos contábeis relacionados a contratos de swaps referenciados em ações da companhia, em um período marcado pelo que a empresa chamou de crescimento mais moderado diante de fatores que incluem inadimplência das famílias. 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A companhia teve um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$763 milhões, avanço de 30% na mesma comparação, com a margem passando de 32,1% para 32,5%. EZ TEC (EZTC3) A Navi Holdings Participações informou que a participação acionária de fundos sob sua gestão na EZ TEC (EZTC3) atingiu 5,13% do capital social da incorporadora em 4 de novembro. A posição corresponde a 14,2 milhões de ações ordinárias. Grupo Toky (TOKY3) A CVM indeferiu, por unanimidade, o pedido de interrupção ou adiamento da Assembleia Geral Extraordinária do Grupo Toky, marcada para 6 de novembro. A decisão acompanhou o entendimento da área técnica da autarquia, que não identificou irregularidades nas deliberações previstas nem insuficiência de informações. Com isso, a assembleia será realizada na data originalmente convocada. Cogna (COGN3) A BlackRock reduziu sua participação acionária na Cogna Educação (COGN3) para 4,999% do total de ações ordinárias da companhia. Em comunicado divulgado pela empresa, a gestora informou que, em 28 de outubro, detinha 103,2 milhões de ações ordinárias, além de 5,98 milhões de instrumentos financeiros derivativos referenciados nos papéis, com liquidação financeira, equivalentes a 0,290% do capital. Oncoclínicas (ONCO3) A Oncoclínicas (ONCO3) informou que seu plano de recuperação extrajudicial recebeu novas adesões e passou a contar com o apoio de credores titulares de mais de R$ 4,3 bilhões em créditos, o equivalente a 74,6% da base abrangida pelo processo.
Queda das ações faz 8 papéis ultrapassarem a Selic de 13,75% em dividend yield teórico – Money Times
(Imagem: Dilok Klaisataporn/ iStock) A forte queda das ações brasileiras na semana encerrada em 30 de outubro de 2026 produziu um efeito expressivo sobre os indicadores de distribuição de dividendos. Levantamento da Elos Ayta, empresa especializada em inteligência de dados financeiros, identificou 19 ações integrantes das carteiras do Ibovespa, IDIV e Small Caps que passaram a apresentar, ao final do período, dividend yield teórico para os próximos 12 meses superior à Selic de 13,75% ao ano. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O dado mais relevante é que oito dessas 19 ações apresentavam dividend yield inferior a 13,75% em 23 de outubro e ultrapassaram esse patamar após a desvalorização de suas cotações. As outras 11 já exibiam indicadores superiores à taxa básica de juros antes da queda. Isso significa que aproximadamente 42% dos papéis selecionados ingressaram nesse grupo durante a semana, exclusivamente em consequência da redução de seus preços de mercado. O fenômeno ocorre porque o dividend yield representa a relação entre os proventos distribuídos por uma companhia e o preço de suas ações. Quando a cotação diminui, o indicador aumenta, mesmo que a empresa não tenha anunciado novos dividendos ou apresentado qualquer melhora em seus resultados financeiros. É justamente essa relação que exige cautela: um dividend yield mais elevado não significa, necessariamente, que a companhia esteja distribuindo mais recursos aos acionistas ou que conseguirá manter os pagamentos no futuro. Dividend yield teórico chega a 55,8% após queda das ações Entre os 19 papéis identificados, a Riachuelo (RIAA3) apresentou o maior dividend yield teórico em 30 de outubro, de 55,80%, ante 28,70% uma semana antes. No mesmo período, suas ações acumularam desvalorização de 48,57%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A Grendene (GRND3) aparece na segunda posição, com indicador de 41,80%, diante dos 31,87% registrados em 23 de outubro, após queda de 23,77% nas cotações. Na terceira posição está a JSL (JSLG3), cujo dividend yield teórico passou de 15,42% para 35,14%, acompanhando uma desvalorização de 56,13% no período. Outros casos expressivos são LOG Commercial Properties (LOGG3), com indicador de 33,98%; Lavvi (LAVV3), com 32,43%; Moura Dubeux (MDNE3), com 29,86%; e Even (EVEN3), com 29,09%. Esses percentuais representam uma simulação baseada nos proventos informados pelas empresas nos últimos 12 meses e nos preços das ações em 30 de outubro. Não constituem compromissos de distribuição futura nem estimativas oficiais divulgadas pelas companhias. A magnitude dos indicadores também reflete a intensidade das quedas observadas na semana. Em alguns casos, as ações perderam aproximadamente metade de seu valor de mercado, provocando uma elevação proporcionalmente expressiva do dividend yield calculado. Oito ações passaram a superar a Selic após a queda CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A comparação entre os dias 23 e 30 de outubro permite identificar o impacto direto da desvalorização das ações sobre os indicadores. A Cyrela (CYRE3), por exemplo, apresentava dividend yield teórico de 7,67% antes da queda. Após uma desvalorização de 51,95%, o indicador passou para 15,97%, mais que dobrando em apenas uma semana. Na BR Partners (BRBI11), o dividend yield passou de 7,39% para 13,86%, acompanhando uma queda de 46,65% nas cotações. A Azzas 2154 (AZZA3) registrou movimento semelhante: o indicador avançou de 9,70% para 17,27%, após desvalorização de 43,85%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Também passaram a superar a Selic as ações da Direcional (DIRR3), Cury (CURY3), PetroReconcavo (RECV3), Allos (ALOS3) e Alpargatas (ALPA4). O levantamento evidencia que a queda das ações ampliou os indicadores de remuneração potencial dos acionistas, mas não alterou, por si só, os valores dos dividendos utilizados no cálculo. Histórico de dividendos recomenda cautela com indicadores elevados Outro aspecto relevante aparece quando os dividend yields teóricos são comparados aos indicadores históricos das próprias empresas. O levantamento da Elos Ayta considera os dividend yields registrados em 30 de outubro de 2024, 2025 e 2026, permitindo calcular a mediana dessas três observações. Na Riachuelo, por exemplo, a mediana histórica é de 2,73%, muito inferior ao dividend yield teórico de 55,80% calculado após a queda das ações. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na JSL, a mediana histórica é de 5,32%, diante de um indicador atual de 35,14%. Já na Alpargatas, a mediana de 1,47% contrasta com o dividend yield teórico de 14,50%. Essas diferenças mostram como os indicadores atuais podem se distanciar dos padrões observados anteriormente, especialmente em períodos de forte volatilidade. Entretanto, a comparação histórica não permite concluir, isoladamente, que os dividendos futuros serão menores ou que os pagamentos recentes foram extraordinários. O levantamento não dispõe de informações suficientes para determinar se todos os proventos distribuídos nos últimos 12 meses possuem caráter recorrente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Essa limitação é particularmente importante porque dividendos extraordinários, provenientes de eventos não recorrentes, podem elevar significativamente o indicador histórico sem representar uma capacidade permanente de distribuição de recursos. Por esse motivo, os percentuais apresentados devem ser interpretados como resultados de uma simulação matemática, e não como previsões de rendimentos assegurados. O que precisa acontecer para o dividend yield teórico se concretizar? A metodologia utilizada pela Elos Ayta considera a soma dos dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) informados à B3 nos últimos 12 meses, dividida pelo preço da respectiva ação em 23 ou 30 de outubro de 2026. O cálculo permite identificar qual seria o dividend yield sobre o preço de referência caso os mesmos valores de proventos por ação fossem distribuídos novamente nos 12 meses seguintes. Entretanto, a concretização desses indicadores depende de premissas que não podem ser asseguradas com base nos dados históricos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A primeira é a manutenção da política de distribuição de dividendos. As companhias precisariam preservar, nos próximos 12 meses, pagamentos por ação equivalentes aos considerados no levantamento. A segunda é a sustentação dos resultados financeiros. A análise pressupõe que os lucros líquidos dos próximos 12 meses sejam iguais ou superiores aos registrados no período anterior, proporcionando condições para a continuidade das distribuições. Mesmo nessa situação, decisões de investimento, endividamento e preservação de caixa podem modificar os valores destinados aos acionistas. A terceira condição envolve a inexistência de dividendos extraordinários que não voltem a ocorrer. Caso parte dos proventos históricos tenha origem em pagamentos excepcionais, sua não repetição reduzirá o dividend yield efetivamente recebido. Além disso, para que o indicador corresponda ao rendimento sobre o custo de aquisição, o investidor precisaria comprar as ações pelo preço utilizado como referência e receber os mesmos valores de proventos por ação considerados na simulação. Portanto, a manutenção dos lucros e das políticas de distribuição constitui uma condição relevante, mas não representa garantia de que os dividendos históricos serão repetidos. Dividend yield acima da Selic significa rentabilidade superior à renda fixa? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Não necessariamente. Embora a comparação com a Selic de 13,75% ofereça uma referência para avaliar a magnitude dos indicadores, os dois conceitos representam situações diferentes. A Selic é uma taxa anualizada de referência do mercado de juros. Já o dividend yield teórico relaciona os proventos históricos de uma empresa ao preço atual de suas ações, sem assegurar que os pagamentos se repetirão. Além disso, a rentabilidade de um investimento em ações depende tanto dos dividendos recebidos quanto da valorização ou desvalorização das cotações. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Uma ação adquirida por R$ 10, por exemplo, pode distribuir R$ 2 em dividendos ao longo de 12 meses, proporcionando dividend yield de 20% sobre o preço de compra. Entretanto, se ao final desse período sua cotação cair para R$ 7, a desvalorização de 30% superará o rendimento recebido em dividendos, resultando em retorno total negativo de 10%, antes de impostos e custos. O exemplo demonstra por que um dividend yield superior à Selic não significa, necessariamente, um investimento mais rentável ou menos arriscado que a renda fixa. Também devem ser consideradas as diferenças tributárias entre os instrumentos financeiros e a possibilidade de alteração da própria Selic ao longo dos próximos 12 meses. Também devem ser consideradas as diferenças tributárias entre os instrumentos financeiros e a possibilidade de alteração da própria Selic ao longo dos próximos 12 meses. Queda das ações amplia indicadores, mas não elimina os riscos CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O levantamento da Elos Ayta revela uma consequência direta da forte desvalorização das ações brasileiras na última semana de outubro: a redução das cotações elevou significativamente os dividend yields teóricos, fazendo com que oito papéis passassem a superar a Selic de 13,75%. O movimento foi particularmente expressivo entre empresas integrantes do índice Small Caps, que reúne ações de companhias de menor capitalização relativa no mercado brasileiro. Todos os 19 papéis selecionados participam dessa carteira, embora alguns também integrem o Ibovespa e o IDIV. Os resultados mostram que períodos de forte queda das ações podem produzir indicadores de dividend yield excepcionalmente elevados, mesmo sem mudanças na distribuição de resultados pelas empresas. A principal conclusão é que a queda das cotações aumenta matematicamente o dividend yield, mas não aumenta automaticamente a capacidade das companhias de remunerar seus acionistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A possibilidade de concretização dos percentuais apresentados continuará dependendo da evolução dos lucros, da geração de caixa, das decisões de distribuição de proventos e da eventual repetição de pagamentos extraordinários. Assim, os indicadores devem ser compreendidos como referências teóricas, calculadas a partir de informações históricas, e não como promessas de rentabilidade futura. Metodologia do levantamento O estudo da Elos Ayta considera as ações integrantes das carteiras do Ibovespa, IDIV e Small Caps que apresentavam dividend yield teórico superior a 13,75% em 30 de outubro de 2026. O indicador foi calculado a partir dos dividendos e juros sobre capital próprio informados à B3 nos últimos 12 meses, divididos pelos preços das respectivas ações em 23 e 30 de outubro de 2026. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os dados históricos estão ajustados por eventos societários, incluindo desdobramentos e grupamentos, para preservar a comparabilidade dos valores. A mediana histórica considera os dividend yields observados em 30 de outubro de 2024, 2025 e 2026. Ressalva metodológica: os dividend yields teóricos não constituem projeções oficiais das companhias. Sua concretização depende da repetição dos valores de proventos por ação utilizados no cálculo. O levantamento não permite determinar se todos os pagamentos históricos são recorrentes ou se incluem dividendos extraordinários que poderão não se repetir. O estudo possui caráter exclusivamente informativo e educacional e não representa recomendação de investimento. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre JSLG3
Qual é a cotação de JSLG3 hoje na B3?
Quanto a JSLG3 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de JSLG3 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de JSLG3?
📰 Fatos Relevantes e Comunicados de JSLG3
Documentos oficiais protocolados pela companhia na Comissão de Valores Mobiliários.
Apresentação de Resultados 3T26
Novos Contratos Assinados no 3T26
Prévia de Resultados 3T26
Aquisição/Alienação de Participação Acionária Relevante
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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