HASH11 Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Indice – Cotação Hoje
Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Indice
Resumo Fundamentalista de HASH11
O ativo HASH11 (Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Indice) está sendo negociado hoje a R$ 56,78, acumulando uma variação de -1.85% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 38,80 e a máxima de R$ 94,90. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark Nasdaq Crypto Index (NCI), inserido na classe de Criptoativos Multiativos sob gestão de Hashdex Gestão com taxa de administração de 0,30% a.a..
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B3 lança futuro de Bitcoin em dólar e amplia oferta de produtos de criptomoedas
Novo contrato permite negociar a referência internacional do Bitcoin diretamente em dólares e amplia a oferta de produtos cripto da B3 A B3 começou a negociar na segunda-feira (21) um novo contrato futuro de Bitcoin cotado em dólares, ampliando a oferta de produtos ligados a criptomoedas disponíveis na bolsa brasileira. O produto, identificado pelo ticker BTC, permite acompanhar diretamente a referência internacional do Bitcoin em dólar sem que o investidor precise comprar ou custodiar a criptomoeda. Cada contrato representa 0,01 BTC, tem vencimento mensal e liquidação exclusivamente financeira, com base no Nasdaq Bitcoin Reference Price – Settlement. A principal diferença em relação ao futuro de Bitcoin em reais já negociado na B3 está justamente no câmbio. No contrato em reais, identificado pelo ticker BIT, o preço final reflete tanto a variação internacional do Bitcoin quanto as oscilações do dólar frente ao real. No novo produto, a cotação acompanha diretamente o BTC em moeda americana. Na prática, isso permite separar melhor as duas apostas. Um investidor que queira acompanhar apenas o movimento do Bitcoin em dólar pode utilizar o novo contrato, enquanto aquele que busca exposição conjunta ao BTC e ao câmbio pode continuar usando o futuro em reais. Leia também: Bitcoin dispara a US$ 86 mil; até onde o preço pode subir agora? Segundo comunicado da B3, a combinação dos dois produtos também abre espaço para estratégias mais sofisticadas envolvendo Bitcoin e dólar, incluindo proteção contra oscilações, arbitragem e operações de curto prazo. “A chegada do Futuro de Bitcoin em dólares amplia o conjunto de ferramentas disponíveis para quem negocia criptoativos na B3”, afirmou Marcos Skistymas, diretor de Produtos Listados da bolsa. Ele destaca que o investidor passa a poder escolher entre uma referência em reais ou diretamente em dólares e, em operações mais sofisticadas, combinar Bitcoin e câmbio de acordo com sua estratégia. Produtos ligados a criptomoedas O lançamento faz parte de uma expansão que a B3 vem promovendo nos últimos anos para incluir produtos relacionados ao mercado cripto. O primeiro contrato futuro de Bitcoin da bolsa foi lançado em abril de 2024. Em apenas um ano, o produto acumulou mais de R$ 2 trilhões em volume financeiro negociado e mais de 41 milhões de contratos, segundo dados divulgados pela própria B3. Em junho de 2025, a bolsa ampliou a oferta de derivativos com o lançamento dos contratos futuros de Ethereum e Solana. Os produtos permitem negociar a variação de preço das duas criptomoedas sem a necessidade de possuir os ativos diretamente. Mais recentemente, em julho deste ano, a B3 também lançou opções sobre os futuros de Bitcoin, Ethereum e Solana, aumentando as possibilidades de proteção e posicionamento para investidores que utilizam derivativos. Além dos contratos futuros, a bolsa abriga uma variedade de ETFs e BDRs de ETFs ligados ao mercado de criptomoedas. O primeiro deles foi o HASH11, lançado em 2021. Em meados de 2025, a própria B3 contabilizava 21 ETFs e BDRs de ETFs relacionados ao setor. O novo futuro de Bitcoin em dólar também chega acompanhado de uma ferramenta para facilitar a continuidade das posições. A B3 lançou a operação estruturada BC1, que permite trocar um contrato próximo do vencimento por outro com prazo mais longo em uma única negociação. O produto também entrou no programa de formadores de mercado da bolsa, no qual instituições mantêm ofertas de compra e venda com o objetivo de aumentar a liquidez e melhorar a formação de preços. Apesar de oferecer exposição ao Bitcoin sem compra direta da criptomoeda, o produto é um derivativo e envolve riscos diferentes de uma compra tradicional de BTC. As posições são ajustadas diariamente e podem utilizar alavancagem, o que significa que tanto ganhos quanto perdas podem ser ampliados. Com o novo contrato, a B3 passa a oferecer duas formas distintas de negociar futuros de Bitcoin: uma diretamente em reais e outra referenciada em dólares, aproximando a negociação local da forma como a criptomoeda costuma ser cotada nos principais mercados internacionais. A porta de entrada para o bitcoin, a maior criptomoeda do mundo, está no MB. É simples, seguro e transparente. Deixe de adiar um investimento com potencial gigantesco. Invista em poucos cliques!
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Novo contrato permite negociar a referência internacional do Bitcoin diretamente em dólares e amplia a oferta de produtos cripto da B3 A B3 começou a negociar na segunda-feira (21) um novo contrato futuro de Bitcoin cotado em dólares, ampliando a oferta de produtos ligados a criptomoedas disponíveis na bolsa brasileira. O produto, identificado pelo ticker BTC, permite acompanhar diretamente a referência internacional do Bitcoin em dólar sem que o investidor precise comprar ou custodiar a criptomoeda. Cada contrato representa 0,01 BTC, tem vencimento mensal e liquidação exclusivamente financeira, com base no Nasdaq Bitcoin Reference Price – Settlement. A principal diferença em relação ao futuro de Bitcoin em reais já negociado na B3 está justamente no câmbio. No contrato em reais, identificado pelo ticker BIT, o preço final reflete tanto a variação internacional do Bitcoin quanto as oscilações do dólar frente ao real. No novo produto, a cotação acompanha diretamente o BTC em moeda americana. Na prática, isso permite separar melhor as duas apostas. Um investidor que queira acompanhar apenas o movimento do Bitcoin em dólar pode utilizar o novo contrato, enquanto aquele que busca exposição conjunta ao BTC e ao câmbio pode continuar usando o futuro em reais. Leia também: Bitcoin dispara a US$ 86 mil; até onde o preço pode subir agora? Segundo comunicado da B3, a combinação dos dois produtos também abre espaço para estratégias mais sofisticadas envolvendo Bitcoin e dólar, incluindo proteção contra oscilações, arbitragem e operações de curto prazo. “A chegada do Futuro de Bitcoin em dólares amplia o conjunto de ferramentas disponíveis para quem negocia criptoativos na B3”, afirmou Marcos Skistymas, diretor de Produtos Listados da bolsa. Ele destaca que o investidor passa a poder escolher entre uma referência em reais ou diretamente em dólares e, em operações mais sofisticadas, combinar Bitcoin e câmbio de acordo com sua estratégia. Produtos ligados a criptomoedas O lançamento faz parte de uma expansão que a B3 vem promovendo nos últimos anos para incluir produtos relacionados ao mercado cripto. O primeiro contrato futuro de Bitcoin da bolsa foi lançado em abril de 2024. Em apenas um ano, o produto acumulou mais de R$ 2 trilhões em volume financeiro negociado e mais de 41 milhões de contratos, segundo dados divulgados pela própria B3. Em junho de 2025, a bolsa ampliou a oferta de derivativos com o lançamento dos contratos futuros de Ethereum e Solana. Os produtos permitem negociar a variação de preço das duas criptomoedas sem a necessidade de possuir os ativos diretamente. Mais recentemente, em julho deste ano, a B3 também lançou opções sobre os futuros de Bitcoin, Ethereum e Solana, aumentando as possibilidades de proteção e posicionamento para investidores que utilizam derivativos. Além dos contratos futuros, a bolsa abriga uma variedade de ETFs e BDRs de ETFs ligados ao mercado de criptomoedas. O primeiro deles foi o HASH11, lançado em 2021. Em meados de 2025, a própria B3 contabilizava 21 ETFs e BDRs de ETFs relacionados ao setor. O novo futuro de Bitcoin em dólar também chega acompanhado de uma ferramenta para facilitar a continuidade das posições. A B3 lançou a operação estruturada BC1, que permite trocar um contrato próximo do vencimento por outro com prazo mais longo em uma única negociação. O produto também entrou no programa de formadores de mercado da bolsa, no qual instituições mantêm ofertas de compra e venda com o objetivo de aumentar a liquidez e melhorar a formação de preços. Apesar de oferecer exposição ao Bitcoin sem compra direta da criptomoeda, o produto é um derivativo e envolve riscos diferentes de uma compra tradicional de BTC. As posições são ajustadas diariamente e podem utilizar alavancagem, o que significa que tanto ganhos quanto perdas podem ser ampliados. Com o novo contrato, a B3 passa a oferecer duas formas distintas de negociar futuros de Bitcoin: uma diretamente em reais e outra referenciada em dólares, aproximando a negociação local da forma como a criptomoeda costuma ser cotada nos principais mercados internacionais. A porta de entrada para o bitcoin, a maior criptomoeda do mundo, está no MB. É simples, seguro e transparente. Deixe de adiar um investimento com potencial gigantesco. Invista em poucos cliques!
ETFs de cripto lideram altas na B3, Solana foi o grande destaque
ETFs de Solana lideraram os ganhos na B3 em agosto, com valorização de até 46,27%. Apesar da recuperação mensal, ETFs de criptoativos ainda acumulam perdas em 2026. Renda fixa e Ibovespa concentraram os aportes; BOVV11 captou R$ 925 milhões em agosto. Os ETFs de criptoativos lideraram os ganhos entre os fundos negociados na B3 em agosto, enquanto produtos de renda fixa e vinculados ao Ibovespa concentraram a entrada de recursos no mês e no acumulado de 2026. Os dados são de levantamento exclusivo da DEX, ecossistema brasileiro de ETFs. Entre os destaques do período estão os ETFs de Solana, que ocuparam as duas primeiras posições do ranking mensal, com avanços de 46,27% para o SOLH11, da Hashdex, e de 45,74% para o QSOL11, da QR Asset. Na sequência aparecem o META11, de metaverso, com valorização de 42%, e produtos ligados ao Ethereum, que subiram entre 34,67% e 36,91%. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE Bitcoin, Ethereum e Solana também registraram recuperação no mês. O HASH11, de criptoativos diversificados, avançou 28,54%, enquanto o BITH11, de Bitcoin, teve ganho de 27,40%, e o ETHE11, de Ethereum, subiu 36,10%. Apesar do movimento, esses ativos ainda acumulam perdas em 2026. O movimento alcançou outras classes de ativos. O ouro avançou 12,27% em agosto, enquanto a prata ganhou 16,91%. Entre os fundos internacionais, o IVVB11, que acompanha o S&P 500 com exposição cambial, teve alta de 4,89%, e o WRLD11, de ações globais, subiu 5,25%. Na renda fixa, o LFTS11 avançou 1,10%, o B5P211, 1,36%, e o IB5M11, 1,76%. “Os dados de agosto mostram que desempenho e fluxo de recursos seguiram direções diferentes. A recuperação dos criptoativos chamou atenção pelos retornos registrados no mês, mas não se traduziu na mesma intensidade em novos aportes. O investidor de ETFs continuou direcionando recursos para produtos de renda fixa e ligados ao Ibovespa, o que mostra que a busca por exposição a ativos de maior risco ainda convive com uma alocação mais concentrada em estratégias de menor volatilidade”, explica Anderson Moreira, Head de conteúdo da DEX e Especialista de Investimentos. Captação segue concentrada em renda fixa e Ibovespa Apesar da recuperação registrada em agosto, os produtos de criptoativos seguem entre os principais destaques negativos do ano. O XRPH11, de XRP, registra queda de 30,95%, seguido pelo WEB311, com exposição a contratos inteligentes e finanças descentralizadas, que recua 29,86%, e pelo CRPT11, de criptoativos diversificados, com baixa de 27,40%. Na outra ponta, o CHIP11, de semicondutores dos Estados Unidos, lidera a valorização em 2026, com avanço de 44,50%, seguido pelo HTEK11, de saúde nos EUA, com 21,98%, e pelo BBOI11, de boi gordo, com 21,10%. O QQQQ11, da Buena Vista Capital, aparece entre os dez maiores retornos do ano, com alta de 19,81%. O ranking de fluxo líquido apresenta um cenário diferente do observado nos retornos. Em agosto, o BOVV11, do Itaú, ficou na primeira posição, com R$ 925 milhões em entradas, seguido pelo CDIB11, também do Itaú, com R$ 612 milhões, e pelo PACB11, do BTG Pactual, com R$ 487 milhões. No ano, o LFTB11, da Investo, lidera a movimentação, com R$ 2,98 bilhões. Na sequência, aparecem o BOVV11, com R$ 2,78 bilhões, o PACC11, do BTG Pactual, com R$ 2,48 bilhões, e o CDIB11, com R$ 2,19 bilhões. O TD3511, do Itaú, e o GOLX11, da XP Asset, completam as cinco maiores captações, com R$ 1,52 bilhão e R$ 1,24 bilhão, respectivamente.
Perguntas Frequentes sobre HASH11
Qual é a cotação de HASH11 hoje na B3?
Quanto a HASH11 paga de dividendos?
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O que significa o P/L e o P/VP de HASH11?
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