FNAM11 Fundo de Investimento da Amazonia Cotas – Cotação Hoje
Fundo de Investimento da Amazonia Cotas
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
FNAM11 (Fundo de Investimento da Amazonia Cotas) é um fundo listado na B3. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 0,51, registrando variação de +0.00% no dia.
Resumo Fundamentalista de FNAM11
O ativo FNAM11 (Fundo de Investimento da Amazonia Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 0,51, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 0,33 e a máxima de R$ 0,56.
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BTLG11 lucra R$ 55,4 milhões e negocia compra milionária
Quer acompanhar o BTLG11? Cotação, dividendos, indicadores e histórico na página do fundo. O fundo imobiliário BTLG11 encerrou setembro de 2026 com resultado de R$ 55,46 milhões, equivalente a R$ 0,78 por cota. O desempenho representou uma queda em relação a agosto, quando o lucro havia alcançado R$ 58,83 milhões. Apesar do recuo, a distribuição mensal permaneceu em R$ 0,81 por cota. A Black Friday da Suno já começou e essa é sua a chance de desbloquear mais de R$ 300 mil em bônus, além de um plano de investimentos para os próximos três anos. Confira como clicando aqui . Os números, apresentados no relatório gerencial de outubro, mostram que a receita imobiliária somou R$ 61,40 milhões, enquanto as despesas totalizaram R$ 5,94 milhões. A arrecadação com aluguéis do fundo imobiliário BTLG11 avançou de R$ 37,94 milhões em agosto para R$ 40,35 milhões em setembro. Segundo a gestão, o crescimento contou com a contribuição das receitas do imóvel adquirido em Guarulhos, na Grande São Paulo. O período também registrou R$ 15,30 milhões em fluxo financeiro, com destaque para R$ 11,19 milhões em rendimentos de aplicações de caixa e R$ 5,46 milhões provenientes de investimentos em fundos imobiliários e CRIs. Dividendos do BTLG11 permanecem em R$ 0,81 por cota A distribuição referente a setembro alcançou R$ 57,46 milhões, correspondente a R$ 0,81 por cota. O mesmo valor foi anunciado para outubro, mantendo a regularidade dos pagamentos aos investidores. De acordo com os cálculos apresentados pela gestão, os dividendos do BTLG11 representam um dividend yield anualizado de 10,3%, considerando a cotação de mercado utilizada no relatório. Nos nove primeiros meses de 2026, o resultado acumulado chegou a R$ 441,05 milhões, ou R$ 6,22 por cota. Nesse intervalo, o fundo distribuiu R$ 442,18 milhões, equivalentes a R$ 6,23 por cota. O demonstrativo também apontou R$ 268,95 mil em resultados ainda não distribuídos ao final de setembro. Além disso, havia R$ 60,11 milhões em ganhos projetados com alienações de imóveis, correspondentes a R$ 0,87 por cota. Esses valores dependem da conclusão das transações e do cronograma de recebimento dos pagamentos, não representando recursos integralmente disponíveis para distribuição imediata. A média mensal de rendimentos do BTLG11 em 2026 ficou em R$ 0,81 por cota, acima dos R$ 0,79 registrados em 2025. BTLG11 avalia compra de três galpões logísticos por R$ 920 milhões Entre as atualizações mais relevantes do portfólio está a negociação para adquirir três empreendimentos logísticos ocupados por Amazon e Mercado Livre, com investimento potencial de R$ 920 milhões. Os imóveis reúnem aproximadamente 182,5 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL). Dois estão situados no estado de São Paulo, a cerca de 30 e 60 quilômetros da capital, enquanto o terceiro está localizado na região metropolitana de Curitiba. A gestão considera a operação uma prioridade de curto prazo, mas a aquisição ainda não havia sido concluída na data do relatório. Outra movimentação foi comunicada em 3 de novembro de 2026, quando o FII BTLG11 anunciou um compromisso de venda de 49% de sua participação no empreendimento BTLG Embu, em Itapecerica da Serra (SP). O valor negociado é de aproximadamente R$ 56,1 milhões, sendo R$ 35,9 milhões previstos para pagamento à vista e R$ 20,2 milhões parcelados ao longo de 24 meses, com atualização pelo IPCA. Após a efetivação da transação, o fundo BTLG11 deverá permanecer com 51% do imóvel, mantendo o controle do empreendimento.
Fundos imobiliários: BTLG11, TRBL11, VISC11 e outros trazem novidades nesta semana; confira
Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como BTG Pactual Logística (BTLG11), Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11), Vinci Shopping Centers (VISC11) e outros. Confira: BTG Pactual Logística (BTLG11) O BTLG11 celebrou compromisso de venda de 49% do imóvel logístico BTLG Embu, localizado em Itapecerica da Serra (SP), ao Tellus Rio Bravo Renda Logística FII, por R$ 56,1 milhões. Do valor, R$ 35,9 milhões serão pagos à vista e R$ 20,2 milhões em 24 meses, corrigidos pelo IPCA. A operação prevê RMG (renda mínima garantida) sobre a área vaga de 9,7 mil m², a R$ 30,00/m², por até 24 meses, e mecanismo de earn-out atrelado ao aumento real do aluguel por m². A gestora estima ganho de 17,6% sobre o laudo, TIR de 14,1% ao ano e lucro de R$ 0,22 por cota, podendo chegar a R$ 0,27 por cota com o earn-out. Guardian Real Estate (GARE11) O GARE11 celebrou a venda de um portfólio de 9 imóveis para o FII Riza Renda Imobiliária Master por R$ 791,7 milhões. A operação envolve ativos em Cuiabá/MT, Atibaia/SP, Campo Grande/MS, Caraguatatuba/SP, Lucas do Rio Verde/MT, Itabuna/BA, Maceió/AL e Jandira/SP, com contratos 100% atípicos, e deve gerar lucro bruto de cerca de R$ 177 milhões e reduzir a alavancagem em aproximadamente R$ 328 milhões. A liquidação ocorrerá em duas fases, sendo a primeira prevista para a primeira quinzena de novembro de 2026 e a segunda a partir de janeiro de 2027. A estrutura prevê R$ 632,2 milhões na parcela imediata, com R$ 382,2 milhões em caixa e R$ 250,0 milhões em cotas subordinadas do FII Riza Master, além de R$ 159,5 milhões em sellers finance a serem recebidos ao longo do desinvestimento. Gazit Malls (GZIT11) O GZIT11 convocou uma AGE para deliberar sobre: (i) a alteração do capítulo inicial do regulamento para ampliar o público-alvo para investidores em geral e prever a integralização das cotas exclusivamente em moeda corrente nacional; (ii) a revisão dos capítulos de características, emissão, subscrição, integralização, transferência e assembleia para excluir a integralização por bens e direitos e a apreciação de laudo de avaliação; e (iii) a aprovação do novo regulamento consolidado. Os cotistas terão até o dia 18 de novembro de 2026 para se manifestar. Mauá Capital Real Estate (MCRE11) O MCRE11 convocou uma AGE para deliberar sobre a alteração da política de investimentos, a fim de incluir a possibilidade de recompra de cotas com a finalidade exclusiva de cancelamento, e sobre a aprovação do novo regulamento consolidado. No âmbito da AGE, os cotistas terão até o dia 23 de novembro de 2026 para se manifestar. Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) O RCBR11 assinou, em outubro de 2026, contrato com a Braza Bank para expansão de área no 5º andar do Bravo! Paulista, com acréscimo de 215,3 m², totalizando 359 m² locados. A locação tem prazo de 60 meses, até outubro de 2031, com reajuste pelo IPCA, multa rescisória de 3 aluguéis mais devolução de carência em caso de rescisão antecipada, mantém a vacância física em 0% e deve impactar positivamente o resultado do fundo em R$ 0,01 por cota. Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) O TRBL11 assinou compromissos de compra e venda para adquirir participações em dois imóveis logísticos: o Régis, em Itapecerica da Serra (SP), e o Amazon Recife, em Cabo de Santo Agostinho (PE). A operação totaliza R$ 456,5 milhões, sendo R$ 56,1 milhões pelo Régis e R$ 400,4 milhões pelo Amazon Recife, com pagamento integral em dinheiro, em duas parcelas, sendo 64% no fechamento e 36% em até 24 meses, corrigidos pelo IPCA. O fechamento está previsto até 18 de dezembro de 2026 e depende do cumprimento das condições precedentes. O Régis possui 30,6 mil m² de ABL e o fundo comprará 49% do empreendimento, enquanto o Amazon Recife possui 73,9 mil m² de ABL e o fundo comprará 81,5% do ativo, locado integralmente à Amazon em contrato atípico com vencimento em 30 de maio de 2032. As aquisições têm cap rate de 8,56% ao ano e impacto estimado de R$ 0,42 por cota na receita mensal do fundo, com projeção de R$ 0,57 por cota nos 12 meses após a conclusão da operação. Vectis Juro Real (VCJR11) O VCJR11 aprovou, como parte de uma reorganização, a transferência dos serviços de administração, custódia e escrituração para a APEX Group, com efeito a partir da abertura do mercado em 9 de novembro de 2026. Também foi aprovada a liquidação do fundo, com bloqueio das cotas para negociação na B3 a partir do encerramento do pregão de 5 de novembro de 2026, entrega de cotas do PCIP11 aos cotistas em 7 de dezembro de 2026 e finalização da liquidação com pagamento de amortização em dinheiro em 10 de dezembro de 2026. Os cotistas deverão informar o custo médio de aquisição das cotas entre 10 e 30 de novembro de 2026, para fins de apuração tributária. Vinci Shopping Centers (VISC11) O VISC11 celebrou memorando de entendimentos para a potencial venda de participações minoritárias em três shopping centers, por preço indicativo total de R$ 160,0 milhões. A operação envolve 10,0% do Prudenshopping (SP), 10,0% do Campinas Shopping (SP) e 15,0% do Shopping Praia da Costa (ES), com pagamento de R$ 40,0 milhões à vista e três parcelas de R$ 40,0 milhões, corrigidas pelo IPCA, com vencimentos em 12, 24 e 36 meses. A transação prevê a entrada da Argoplan como sócia dos empreendimentos e a assunção da administração do Shopping Praia da Costa, elevando a parcela do NOI do fundo proveniente de ativos administrados por empresas com participação nos empreendimentos de 58% para 82%. A gestora estima recomposição de caixa de aproximadamente R$ 100 milhões, ganho de capital bruto de cerca de R$ 50 milhões e ganho líquido de aproximadamente R$ 48 milhões, equivalente a R$ 1,66 por cota, além de redução de 24% nas obrigações líquidas de aplicações financeiras, para cerca de R$ 351 milhões. XP Crédito Imobiliário (XPCI11) O XPCI11 informou a realização de sua apresentação trimestral de resultados do 3T26 em novembro de 2026, às 10h00, com link de acesso e canal para envio de perguntas. XP Log (XPLG11) O XPLG11 informou os dados de acesso à apresentação trimestral de resultados do 3T26, marcada para 17 de novembro de 2026, às 10h00, com link de acesso e canal para envio de perguntas. XP Malls (XPML11) O XPML11 informou os dados para participação em sua apresentação trimestral de resultados do 3T26, marcada para 17 de novembro de 2026, às 10h00.
BTLG11 surpreende com venda de R$ 56 milhões e revela lucro que pode chegar a R$ 0,27 por cota
Fundo imobiliário do BTG Pactual negocia 49% de um empreendimento logístico em São Paulo, mantém o controle do imóvel e projeta lucro de até R$ 19,5 milhões com pagamento adicional condicionado. O fundo imobiliário BTG Pactual Logística (BTLG11) anunciou uma operação de R$ 56,1 milhões envolvendo a venda de 49% de um galpão logístico localizado em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo. A negociação pode gerar lucro estimado de até R$ 19,5 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 0,27 por cota, caso determinadas condições contratuais sejam cumpridas. A transação foi comunicada ao mercado em 3 de novembro de 2026, após a assinatura de um compromisso de compra e venda em 30 de outubro. O comprador é o fundo imobiliário Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11). Apesar da alienação parcial, o BTLG11 continuará proprietário de 51% do empreendimento, preservando o controle do imóvel. A operação também representa uma mudança importante em relação ao planejamento inicial da gestora. BTLG11 altera negociação que previa venda de três imóveis O acordo original, anunciado em maio, envolvia a alienação de três ativos logísticos. Entretanto, o cenário de mercado e a disponibilidade de capital do comprador levaram os fundos a reformular a operação. Em vez de transferir integralmente os três empreendimentos, o BTLG11 concordou em vender apenas 49% do imóvel BTLG Embu. O ativo possui aproximadamente 30,6 mil metros quadrados de área bruta locável e integra o patrimônio do fundo desde fevereiro de 2021. O valor negociado corresponde a aproximadamente 17,6% acima da avaliação imobiliária utilizada como referência pela gestora. Essa diferença permite ao fundo reconhecer um ganho estimado com a alienação, ao mesmo tempo em que mantém participação majoritária no empreendimento. Como será feito o pagamento dos R$ 56 milhões? O compromisso de venda estabelece duas parcelas principais. A primeira corresponde a R$ 35,93 milhões, a serem pagos na conclusão da operação. A segunda, de R$ 20,21 milhões, deverá ser quitada em parcela única após 24 meses, com correção pela variação positiva do IPCA. Além dos valores contratados, existe a possibilidade de pagamento adicional estimado em R$ 3,9 milhões. Esse mecanismo, conhecido como earn-out, depende da valorização real dos aluguéis por metro quadrado do imóvel dentro do período estabelecido contratualmente. Caso a condição seja atingida, o valor total da alienação poderá se aproximar de R$ 60 milhões. A gestora calcula uma taxa interna de retorno anual de 14,1% na operação principal. Com o pagamento adicional, essa taxa poderá chegar a 15%. Os números, entretanto, representam estimativas de rentabilidade da operação e não garantem resultados futuros aos investidores. Lucro do BTLG11 pode chegar a R$ 0,27 por cota O principal destaque para os cotistas está no resultado estimado da venda. Segundo o fato relevante, a negociação deverá gerar lucro de aproximadamente R$ 15,6 milhões, equivalente a R$ 0,22 por cota. Se o pagamento adicional previsto em contrato for integralmente realizado, o ganho poderá alcançar cerca de R$ 19,5 milhões, ou aproximadamente R$ 0,27 por cota. Isso não significa que o fundo pagará automaticamente R$ 0,27 em dividendos adicionais. O lucro decorrente da alienação precisa ser reconhecido conforme as condições da operação, enquanto a distribuição efetiva depende da apuração de resultados, da disponibilidade financeira e das decisões da gestão, observadas as regras aplicáveis aos fundos imobiliários. Além disso, parte do preço será recebida somente dois anos após o fechamento do negócio. Por isso, o impacto da transação sobre os rendimentos futuros não pode ser determinado apenas pelo lucro estimado por cota. Galpão possui área vaga e exige garantia de receita Um ponto relevante da negociação é a existência de aproximadamente 9,7 mil metros quadrados de área desocupada no empreendimento. Para viabilizar a operação, o BTLG11 assumiu uma obrigação de renda mínima garantida ao comprador sobre essa área. O contrato considera uma receita locatícia de referência de R$ 30 por metro quadrado, corrigida anualmente pelo IPCA, durante um período de até 24 meses. A obrigação será ajustada conforme a ocupação dos espaços e as condições previstas no acordo. Na prática, o mecanismo oferece proteção temporária ao comprador, mas também representa uma obrigação financeira que precisa ser considerada na avaliação econômica da venda. Para o BTLG11, a ocupação das áreas disponíveis e a valorização dos contratos de aluguel serão fatores importantes para o resultado definitivo da operação. Nova emissão de cotas também entra no radar A venda acontece em um momento de movimentação relevante no portfólio do BTLG11. O relatório gerencial referente a outubro, divulgado em 4 de novembro, confirmou o avanço da 17ª emissão de cotas, cuja captação inicial prevista é de aproximadamente R$ 800 milhões. A oferta poderá alcançar R$ 1,2 bilhão caso seja utilizado integralmente o lote adicional. O fundo também mantém negociações para adquirir três empreendimentos logísticos locados à Amazon e ao Mercado Livre, em uma operação potencial de aproximadamente R$ 920 milhões. Esse conjunto de iniciativas evidencia a estratégia de reciclagem de ativos e expansão do portfólio. Entretanto, não há confirmação oficial de que a emissão de cotas tenha sido motivada especificamente pela redução da venda originalmente planejada para o TRBL11. A associação entre os dois acontecimentos permanece uma hipótese, e não um fato comunicado pela gestora. O que esperar dos próximos rendimentos do BTLG11? O BTLG11 informou distribuição de R$ 0,81 por cota referente a outubro, mantendo o patamar observado no período anterior. O relatório gerencial também apontou uma carteira composta por 35 imóveis, com aproximadamente 1,53 milhão de metros quadrados de área locável e vacância financeira de 1,1%. Para os próximos meses, os investidores deverão acompanhar principalmente o fechamento da venda, o recebimento da primeira parcela, a evolução da ocupação do imóvel negociado e os resultados da nova emissão. A operação de R$ 56,1 milhões demonstra a capacidade do fundo de realizar uma alienação acima do valor de avaliação, mas também envolve recebimentos futuros e compromissos contratuais. O resultado definitivo dependerá do cumprimento das condições negociadas e da evolução operacional do empreendimento. Para os cotistas, a principal conclusão é que o BTLG11 poderá registrar um ganho extraordinário relevante, sem que isso represente, necessariamente, um aumento imediato ou permanente dos dividendos. Aviso legal: Esta matéria tem caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação de compra, venda ou manutenção de investimentos. Fundos imobiliários estão sujeitos a riscos de mercado, liquidez, vacância e variação dos rendimentos.
Perguntas Frequentes sobre FNAM11
Qual é a cotação de FNAM11 hoje na B3?
Quanto a FNAM11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de FNAM11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de FNAM11?
📰 Fatos Relevantes e Comunicados de FNAM11
Documentos oficiais protocolados pela companhia na Comissão de Valores Mobiliários.
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Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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