TRBL11 Fundo de Investimento Imobiliario Tellus Rio Bravo Renda Logidtica FII – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario Tellus Rio Bravo Renda Logidtica FII
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
TRBL11 (Fundo de Investimento Imobiliario Tellus Rio Bravo Renda Logidtica FII) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Tijolo - Logística. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 46,10, registrando variação de +3.06% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.44x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 20.65%.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de TRBL11
O ativo TRBL11 (Fundo de Investimento Imobiliario Tellus Rio Bravo Renda Logidtica FII) está sendo negociado hoje a R$ 46,10, acumulando uma variação de +3.06% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 43,00 e a máxima de R$ 87,99. O fundo atua no segmento de Tijolo - Logística, registrando um Dividend Yield (12M) de 20.65% e indicador P/VP de 0.44x.
Histórico de Cotação: TRBL11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
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Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como BTG Pactual Logística (BTLG11), Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11), Vinci Shopping Centers (VISC11) e outros. Confira: BTG Pactual Logística (BTLG11) O BTLG11 celebrou compromisso de venda de 49% do imóvel logístico BTLG Embu, localizado em Itapecerica da Serra (SP), ao Tellus Rio Bravo Renda Logística FII, por R$ 56,1 milhões. Do valor, R$ 35,9 milhões serão pagos à vista e R$ 20,2 milhões em 24 meses, corrigidos pelo IPCA. A operação prevê RMG (renda mínima garantida) sobre a área vaga de 9,7 mil m², a R$ 30,00/m², por até 24 meses, e mecanismo de earn-out atrelado ao aumento real do aluguel por m². A gestora estima ganho de 17,6% sobre o laudo, TIR de 14,1% ao ano e lucro de R$ 0,22 por cota, podendo chegar a R$ 0,27 por cota com o earn-out. Guardian Real Estate (GARE11) O GARE11 celebrou a venda de um portfólio de 9 imóveis para o FII Riza Renda Imobiliária Master por R$ 791,7 milhões. A operação envolve ativos em Cuiabá/MT, Atibaia/SP, Campo Grande/MS, Caraguatatuba/SP, Lucas do Rio Verde/MT, Itabuna/BA, Maceió/AL e Jandira/SP, com contratos 100% atípicos, e deve gerar lucro bruto de cerca de R$ 177 milhões e reduzir a alavancagem em aproximadamente R$ 328 milhões. A liquidação ocorrerá em duas fases, sendo a primeira prevista para a primeira quinzena de novembro de 2026 e a segunda a partir de janeiro de 2027. A estrutura prevê R$ 632,2 milhões na parcela imediata, com R$ 382,2 milhões em caixa e R$ 250,0 milhões em cotas subordinadas do FII Riza Master, além de R$ 159,5 milhões em sellers finance a serem recebidos ao longo do desinvestimento. Gazit Malls (GZIT11) O GZIT11 convocou uma AGE para deliberar sobre: (i) a alteração do capítulo inicial do regulamento para ampliar o público-alvo para investidores em geral e prever a integralização das cotas exclusivamente em moeda corrente nacional; (ii) a revisão dos capítulos de características, emissão, subscrição, integralização, transferência e assembleia para excluir a integralização por bens e direitos e a apreciação de laudo de avaliação; e (iii) a aprovação do novo regulamento consolidado. Os cotistas terão até o dia 18 de novembro de 2026 para se manifestar. Mauá Capital Real Estate (MCRE11) O MCRE11 convocou uma AGE para deliberar sobre a alteração da política de investimentos, a fim de incluir a possibilidade de recompra de cotas com a finalidade exclusiva de cancelamento, e sobre a aprovação do novo regulamento consolidado. No âmbito da AGE, os cotistas terão até o dia 23 de novembro de 2026 para se manifestar. Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) O RCBR11 assinou, em outubro de 2026, contrato com a Braza Bank para expansão de área no 5º andar do Bravo! Paulista, com acréscimo de 215,3 m², totalizando 359 m² locados. A locação tem prazo de 60 meses, até outubro de 2031, com reajuste pelo IPCA, multa rescisória de 3 aluguéis mais devolução de carência em caso de rescisão antecipada, mantém a vacância física em 0% e deve impactar positivamente o resultado do fundo em R$ 0,01 por cota. Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) O TRBL11 assinou compromissos de compra e venda para adquirir participações em dois imóveis logísticos: o Régis, em Itapecerica da Serra (SP), e o Amazon Recife, em Cabo de Santo Agostinho (PE). A operação totaliza R$ 456,5 milhões, sendo R$ 56,1 milhões pelo Régis e R$ 400,4 milhões pelo Amazon Recife, com pagamento integral em dinheiro, em duas parcelas, sendo 64% no fechamento e 36% em até 24 meses, corrigidos pelo IPCA. O fechamento está previsto até 18 de dezembro de 2026 e depende do cumprimento das condições precedentes. O Régis possui 30,6 mil m² de ABL e o fundo comprará 49% do empreendimento, enquanto o Amazon Recife possui 73,9 mil m² de ABL e o fundo comprará 81,5% do ativo, locado integralmente à Amazon em contrato atípico com vencimento em 30 de maio de 2032. As aquisições têm cap rate de 8,56% ao ano e impacto estimado de R$ 0,42 por cota na receita mensal do fundo, com projeção de R$ 0,57 por cota nos 12 meses após a conclusão da operação. Vectis Juro Real (VCJR11) O VCJR11 aprovou, como parte de uma reorganização, a transferência dos serviços de administração, custódia e escrituração para a APEX Group, com efeito a partir da abertura do mercado em 9 de novembro de 2026. Também foi aprovada a liquidação do fundo, com bloqueio das cotas para negociação na B3 a partir do encerramento do pregão de 5 de novembro de 2026, entrega de cotas do PCIP11 aos cotistas em 7 de dezembro de 2026 e finalização da liquidação com pagamento de amortização em dinheiro em 10 de dezembro de 2026. Os cotistas deverão informar o custo médio de aquisição das cotas entre 10 e 30 de novembro de 2026, para fins de apuração tributária. Vinci Shopping Centers (VISC11) O VISC11 celebrou memorando de entendimentos para a potencial venda de participações minoritárias em três shopping centers, por preço indicativo total de R$ 160,0 milhões. A operação envolve 10,0% do Prudenshopping (SP), 10,0% do Campinas Shopping (SP) e 15,0% do Shopping Praia da Costa (ES), com pagamento de R$ 40,0 milhões à vista e três parcelas de R$ 40,0 milhões, corrigidas pelo IPCA, com vencimentos em 12, 24 e 36 meses. A transação prevê a entrada da Argoplan como sócia dos empreendimentos e a assunção da administração do Shopping Praia da Costa, elevando a parcela do NOI do fundo proveniente de ativos administrados por empresas com participação nos empreendimentos de 58% para 82%. A gestora estima recomposição de caixa de aproximadamente R$ 100 milhões, ganho de capital bruto de cerca de R$ 50 milhões e ganho líquido de aproximadamente R$ 48 milhões, equivalente a R$ 1,66 por cota, além de redução de 24% nas obrigações líquidas de aplicações financeiras, para cerca de R$ 351 milhões. XP Crédito Imobiliário (XPCI11) O XPCI11 informou a realização de sua apresentação trimestral de resultados do 3T26 em novembro de 2026, às 10h00, com link de acesso e canal para envio de perguntas. XP Log (XPLG11) O XPLG11 informou os dados de acesso à apresentação trimestral de resultados do 3T26, marcada para 17 de novembro de 2026, às 10h00, com link de acesso e canal para envio de perguntas. XP Malls (XPML11) O XPML11 informou os dados para participação em sua apresentação trimestral de resultados do 3T26, marcada para 17 de novembro de 2026, às 10h00.
BTLG11 surpreende com venda de R$ 56 milhões e revela lucro que pode chegar a R$ 0,27 por cota
Fundo imobiliário do BTG Pactual negocia 49% de um empreendimento logístico em São Paulo, mantém o controle do imóvel e projeta lucro de até R$ 19,5 milhões com pagamento adicional condicionado. O fundo imobiliário BTG Pactual Logística (BTLG11) anunciou uma operação de R$ 56,1 milhões envolvendo a venda de 49% de um galpão logístico localizado em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo. A negociação pode gerar lucro estimado de até R$ 19,5 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 0,27 por cota, caso determinadas condições contratuais sejam cumpridas. A transação foi comunicada ao mercado em 3 de novembro de 2026, após a assinatura de um compromisso de compra e venda em 30 de outubro. O comprador é o fundo imobiliário Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11). Apesar da alienação parcial, o BTLG11 continuará proprietário de 51% do empreendimento, preservando o controle do imóvel. A operação também representa uma mudança importante em relação ao planejamento inicial da gestora. BTLG11 altera negociação que previa venda de três imóveis O acordo original, anunciado em maio, envolvia a alienação de três ativos logísticos. Entretanto, o cenário de mercado e a disponibilidade de capital do comprador levaram os fundos a reformular a operação. Em vez de transferir integralmente os três empreendimentos, o BTLG11 concordou em vender apenas 49% do imóvel BTLG Embu. O ativo possui aproximadamente 30,6 mil metros quadrados de área bruta locável e integra o patrimônio do fundo desde fevereiro de 2021. O valor negociado corresponde a aproximadamente 17,6% acima da avaliação imobiliária utilizada como referência pela gestora. Essa diferença permite ao fundo reconhecer um ganho estimado com a alienação, ao mesmo tempo em que mantém participação majoritária no empreendimento. Como será feito o pagamento dos R$ 56 milhões? O compromisso de venda estabelece duas parcelas principais. A primeira corresponde a R$ 35,93 milhões, a serem pagos na conclusão da operação. A segunda, de R$ 20,21 milhões, deverá ser quitada em parcela única após 24 meses, com correção pela variação positiva do IPCA. Além dos valores contratados, existe a possibilidade de pagamento adicional estimado em R$ 3,9 milhões. Esse mecanismo, conhecido como earn-out, depende da valorização real dos aluguéis por metro quadrado do imóvel dentro do período estabelecido contratualmente. Caso a condição seja atingida, o valor total da alienação poderá se aproximar de R$ 60 milhões. A gestora calcula uma taxa interna de retorno anual de 14,1% na operação principal. Com o pagamento adicional, essa taxa poderá chegar a 15%. Os números, entretanto, representam estimativas de rentabilidade da operação e não garantem resultados futuros aos investidores. Lucro do BTLG11 pode chegar a R$ 0,27 por cota O principal destaque para os cotistas está no resultado estimado da venda. Segundo o fato relevante, a negociação deverá gerar lucro de aproximadamente R$ 15,6 milhões, equivalente a R$ 0,22 por cota. Se o pagamento adicional previsto em contrato for integralmente realizado, o ganho poderá alcançar cerca de R$ 19,5 milhões, ou aproximadamente R$ 0,27 por cota. Isso não significa que o fundo pagará automaticamente R$ 0,27 em dividendos adicionais. O lucro decorrente da alienação precisa ser reconhecido conforme as condições da operação, enquanto a distribuição efetiva depende da apuração de resultados, da disponibilidade financeira e das decisões da gestão, observadas as regras aplicáveis aos fundos imobiliários. Além disso, parte do preço será recebida somente dois anos após o fechamento do negócio. Por isso, o impacto da transação sobre os rendimentos futuros não pode ser determinado apenas pelo lucro estimado por cota. Galpão possui área vaga e exige garantia de receita Um ponto relevante da negociação é a existência de aproximadamente 9,7 mil metros quadrados de área desocupada no empreendimento. Para viabilizar a operação, o BTLG11 assumiu uma obrigação de renda mínima garantida ao comprador sobre essa área. O contrato considera uma receita locatícia de referência de R$ 30 por metro quadrado, corrigida anualmente pelo IPCA, durante um período de até 24 meses. A obrigação será ajustada conforme a ocupação dos espaços e as condições previstas no acordo. Na prática, o mecanismo oferece proteção temporária ao comprador, mas também representa uma obrigação financeira que precisa ser considerada na avaliação econômica da venda. Para o BTLG11, a ocupação das áreas disponíveis e a valorização dos contratos de aluguel serão fatores importantes para o resultado definitivo da operação. Nova emissão de cotas também entra no radar A venda acontece em um momento de movimentação relevante no portfólio do BTLG11. O relatório gerencial referente a outubro, divulgado em 4 de novembro, confirmou o avanço da 17ª emissão de cotas, cuja captação inicial prevista é de aproximadamente R$ 800 milhões. A oferta poderá alcançar R$ 1,2 bilhão caso seja utilizado integralmente o lote adicional. O fundo também mantém negociações para adquirir três empreendimentos logísticos locados à Amazon e ao Mercado Livre, em uma operação potencial de aproximadamente R$ 920 milhões. Esse conjunto de iniciativas evidencia a estratégia de reciclagem de ativos e expansão do portfólio. Entretanto, não há confirmação oficial de que a emissão de cotas tenha sido motivada especificamente pela redução da venda originalmente planejada para o TRBL11. A associação entre os dois acontecimentos permanece uma hipótese, e não um fato comunicado pela gestora. O que esperar dos próximos rendimentos do BTLG11? O BTLG11 informou distribuição de R$ 0,81 por cota referente a outubro, mantendo o patamar observado no período anterior. O relatório gerencial também apontou uma carteira composta por 35 imóveis, com aproximadamente 1,53 milhão de metros quadrados de área locável e vacância financeira de 1,1%. Para os próximos meses, os investidores deverão acompanhar principalmente o fechamento da venda, o recebimento da primeira parcela, a evolução da ocupação do imóvel negociado e os resultados da nova emissão. A operação de R$ 56,1 milhões demonstra a capacidade do fundo de realizar uma alienação acima do valor de avaliação, mas também envolve recebimentos futuros e compromissos contratuais. O resultado definitivo dependerá do cumprimento das condições negociadas e da evolução operacional do empreendimento. Para os cotistas, a principal conclusão é que o BTLG11 poderá registrar um ganho extraordinário relevante, sem que isso represente, necessariamente, um aumento imediato ou permanente dos dividendos. Aviso legal: Esta matéria tem caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação de compra, venda ou manutenção de investimentos. Fundos imobiliários estão sujeitos a riscos de mercado, liquidez, vacância e variação dos rendimentos.
TRBL11 compra galpão da Amazon por R$ 400 milhões
Em dois empreendimentos logísticos, o fundo imobiliário Tellus Rio Bravo (TRBL11) aplicará R$ 456,5 milhões, movimento que alterará o perfil de sua carteira. Feito sob medida para as operações da Amazon, um galpão em Pernambuco responde pela aposta principal. Já a outra aquisição está localizada em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo. No centro de distribuição Amazon Recife, situado em Cabo de Santo Agostinho (PE), está concentrada a parcela mais expressiva do aporte. O TRBL11 desembolsa R$ 400,4 milhões para ficar com 81,5% desse ativo, cujos 73,9 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) são ocupados por inteiro pela empresa de comércio eletrônico. No caso do imóvel Régis, localizado em Itapecerica da Serra, o desembolso é de R$ 56,1 milhões, quantia que garante ao fundo 49% do ativo. Esse empreendimento tem 30,6 mil metros quadrados de ABL e abriga três empresas como inquilinas. Como as compras mudam a receita do fundo A operação não só aumenta a área total do portfólio: ela reconfigura a origem dos recursos do fundo. Pelos cálculos da gestão, a fatia da receita vinda de contratos atípicos pularia de 16% para 88%. Já o que vem de aluguéis ligados a contratos cujo vencimento começa em 2032, hoje em 17% do faturamento, tende a subir para 83%.
Perguntas Frequentes sobre TRBL11
Qual é a cotação de TRBL11 hoje na B3?
Quanto a TRBL11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de TRBL11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de TRBL11?
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