KNCA11 Kinea Credito Agro Fiagro Imobiliario – Cotação Hoje
Kinea Credito Agro Fiagro Imobiliario
CNPJ: 41745701000137
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 10 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do KNCA11.
Resumo Fundamentalista de KNCA11
O ativo KNCA11 (Kinea Credito Agro Fiagro Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 86,26, acumulando uma variação de +0.12% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 84,03 e a máxima de R$ 100,49. O fundo atua no segmento de Fiagro, registrando um Dividend Yield (12M) de 13.67% e indicador P/VP de 0.84x.
Histórico de Cotação: KNCA11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a KNCA11
O KINEA CRÉDITO AGRO FIAGRO-IMOBILIÁRIO (KNCA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de Títulos e Valores Mobiliários e atua no segmento de Títulos e Val. Mob., com gestão Ativa.
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Quem é Freixo, operador de Vorcaro apontado como peça-chave nos casos Master e 'Dark Horse'
São Paulo e Brasília O empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, um dos alvos da terceira fase da Operação Carbono Oculto, realizada nesta quinta-feira (24), que investiga um esquema de lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, é dono da empresa que teria sido utilizada por Daniel Vorcaro para enviar recursos que financiariam "Dark Horse", filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Conhecido como Mineiro, o dono da Entre Investimentos assinou em setembro deste ano um acordo de delação premiada com a PGR (Procuradoria-Geral da República). Segundo a investigação da Polícia Federal, a Entre Investimentos e Participações funcionava como um braço operacional de Vorcaro, ajudando no repasse de recursos definidos pelo banqueiro. O empresário disse que era um dos responsáveis por fazer remessas financeiras e conseguir dinheiro vivo para Vorcaro. Esse dinheiro muitas vezes era entregue em malas, devido ao seu volume. Antonio Carlos Freixo Junior, do grupo Entre - grupoentre no Instagram O dinheiro transferido pela Entre foi para o fundo Havengate Development Fund, nos Estados Unidos, que é administrado por Paulo Calixto, advogado ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro, segundo a investigação. O valor seria usado no financiamento do filme, mas as autoridades suspeitam que parte pode ter sido destinada a Eduardo. Publicidade O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (24) que os recursos enviados ao exterior pelo Grupo Entre para custear o filme podem ter origem em atividades de lavagem de dinheiro. "Tudo indica que o recurso que dá liquidez para essas operações vem de uma mesma entidade, vem de um mesmo bolso", respondeu o ministro ao ser questionado se a verba enviada ao exterior para o filme poderia ser fruto de lavagem de dinheiro. O empresário, que foi o segundo a fechar delação sobre o Master na PGR, foi alvo de busca e apreensão em janeiro deste ano na segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga as fraudes financeiras no Master. Entre os alvos dessa etapa também estavam João Carlos Mansur, da Reag, e o investidor Nelson Tanure. No dia 27 de março, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Entrepay Instituição de Pagamento S.A. e outras companhias integrantes do Grupo Entre, cujo CEO é Freixo Júnior. Publicidade O executivo tem trajetória ligada ao mercado financeiro. Em seu perfil profissional no LinkedIn, Freixo aponta passagens em instituições como Banco Nacional, Banco Garantia e Credit Suisse. Ao todo, são mais de 30 anos de experiência no mercado de capitais. O executivo, a Entre Investimentos e empresas ligadas a Vorcaro são alvo de ação na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) que trata de operações com cotas do fundo imobiliário Brazil Realty. Segundo a área técnica da CVM, haveria indícios de um esquema que combinava a superavaliação de ativos e a geração artificial de liquidez para permitir ganhos a partes relacionadas. Todos negam irregularidades. Além disso, a Entrepay teve relação societária indireta com um ex-sócio de Vorcaro. A empresa foi sócia de Augusto Lima —que também integrou o quadro societário do Master— na Consiglog, companhia que atua no crédito consignado para servidores do governo da Bahia. Questionado em março, o Grupo Entre afirmou que não possui vínculo societário com Daniel Vorcaro ou com o Master. "A participação da Entre Investimentos na Consiglog foi minoritária e estritamente como investidora financeira, sem ingerência operacional ou estratégica", disse a empresa à época. A trajetória de Freixo no mercado financeiro começou cedo. Seu primeiro emprego foi no Banco Nacional, como office-boy, em uma agência localizada em Santa Rita do Sapucaí (MG), aos 14 anos. Foi contratado por um gerente que, anos antes, havia sido office-boy de seu avô, quando ele abriu o Banco Hipotecário em Pouso Alegre (MG), sua cidade natal, contou Freixo em entrevista ao MoneyPlay Podcast, em 2021. Freixo cursou administração de empresas pela Faap (Fundação Armando Alvares Penteado). Na época, mudou-se para São Paulo e fez entrevistas com todos os sócios do Banco Garantia para conseguir uma vaga de estagiário. Entrou como liquidante na instituição e foi galgando novos cargos até a instituição montar uma tesouraria internacional e obter o primeiro contato com ativos do banco fora do Brasil. Como não falava inglês na época, Freixo disse no podcast ter contratado um estagiário para ajudá-lo no contato com os clientes. Publicidade Entre seus principais feitos, Freixo destaca ter montado uma operação offshore do Garantia nas Bahamas. Com a compra do Garantia pelo Credit Suisse, o empresário continuou trabalhando no país caribenho. Em 2004, voltou a trabalhar no Brasil. Ficou no Credit Suisse até 2017, pouco antes de fundar o Grupo Entre. Em 2022, Freixo criou a Entrepay, com foco em meios de pagamento. O modelo do negócio era B2B, ou seja, a empresa não vendia maquininha direto ao consumidor, mas fornecia infraestrutura para outras empresas oferecerem meios de pagamento.. Em 2024, a Entrepay movimentou R$ 12,8 bilhões em transações, uma alta de mais de 60% ante o ano anterior, segundo dados da própria companhia. A Receita Federal calcula o capital social da Entrepay em R$ 581 milhões. Nos últimos anos, o empresário também ganhou notoriedade ao participar e vencer um leilão de recuperação judicial pelos ativos digitais da Editora Três, por R$ 15 milhões. Com isso, passou a controlar os portais IstoÉ e IstoÉ Dinheiro. Em seu perfil profissional, Freixo diz ter diversificado seus negócios com a incorporação de empresas como a Leads Securitizadora, Pmovil, Wealth Money e Linked Gourmet.
Vectis Gestão entra em recuperação de empresas
Depois de vender cerca de R$ 1,7 bilhão em fundos imobiliários ao Patria no ano passado, a Vectis Gestão redesenhou seu negócio e está abrindo uma nova frente de atuação: a reestruturação de companhias em dificuldades em nome de bancos e outros credores, além de expandir a atuação em crédito estruturado e fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs). A gestora, hoje com cerca de R$ 700 milhões entre ativos sob gestão e mandatos, quer chegar a R$ 2 bilhões no fim de 2027 e R$ 5 bilhões em 2030.
FIIs: varejo e estrangeiros absorvem R$ 266 mi vendidos por institucionais
A contraparte exata: R$ 266,2 milhões de cada lado A pessoa física encerrou a semana de 14 a 18 de setembro com R$ 198,1 milhões em compras líquidas de fundos imobiliários, e os investidores estrangeiros somaram outros R$ 68,1 milhões na mesma direção. A contraparte dessa entrada foram os institucionais locais, vendedores líquidos de R$ 266,2 milhões no período — valor idêntico ao das duas pontas compradoras somadas. Os dados constam do Relatório de Fluxo de Investidores e Liquidez da Lareal (Latin America REITs Association), divulgado em 23 de setembro. Para quem tem FIIs na carteira, o ponto de atenção está em quem ocupou o outro lado do balcão. Fluxo líquido mede a diferença entre compras e vendas de uma mesma classe de investidor: saldo positivo indica posição ampliada; negativo, reduzida. Como toda compra tem contraparte, os fluxos das três classes se anulam no agregado — e, na semana, a oferta institucional foi absorvida pelo varejo, com apoio dos não residentes. Liquidez alta, dinheiro concentrado em poucos nomes O mercado negociou 308 FIIs, com volume de R$ 2,39 bilhões e média diária de R$ 478,6 milhões. O giro, porém, ficou concentrado: os fundos de tijolo — donos de imóveis físicos, e não de títulos de crédito — somaram R$ 1,45 bilhão, ou 60,6% do total, espalhados por 135 fundos, com média diária de R$ 289,9 milhões, 39% acima da referência anual do levantamento. Na logística, segmento de maior peso dentro do tijolo, circularam R$ 638,3 milhões, ou 26,7% do mercado. Shoppings vieram depois (R$ 300,2 milhões), seguidos por diversificados (R$ 284,9 milhões), lajes corporativas (R$ 136,2 milhões) e renda urbana (R$ 84,4 milhões). A divisão entre classes ficou evidente no tijolo: o varejo aportou R$ 171,6 milhões líquidos, os estrangeiros, R$ 44,9 milhões, e os institucionais locais retiraram R$ 216,5 milhões. Papel corre por fora, com a mesma divisão Os fundos de papel — que investem em títulos de crédito imobiliário, como CRIs — movimentaram R$ 709,7 milhões, ou 29,7% do total. A pessoa física entrou com R$ 22,8 milhões, os estrangeiros, com R$ 24,4 milhões, e os institucionais locais venderam R$ 47,2 milhões. Onde as classes se cruzam, fundo a fundo As diferenças aparecem com nitidez nos fundos individuais. O XPML11 (XP Malls) liderou as compras do varejo, seguido por MXRF11 (Maxi Renda) e HGLG11 (CSHG Logística). Na outra ponta, o TRXF11 (TRX Real Estate) foi o mais vendido por pessoas físicas, com saída de R$ 30 milhões. Fundo Pessoa física Institucional local Estrangeiros Volume médio diário XPML11 +R$ 39,6 mi — -R$ 39,0 mi R$ 31,0 mi MXRF11 +R$ 35,6 mi -R$ 36,5 mi — R$ 25,0 mi HGLG11 +R$ 34,8 mi -R$ 54,9 mi +R$ 20,2 mi R$ 28,1 mi GGRC11 +R$ 22,3 mi -R$ 26,5 mi — R$ 12,2 mi TRXF11 -R$ 30,0 mi — +R$ 48,3 mi R$ 48,0 mi GGRC11 (GGR Covepi Renda), com R$ 22,3 milhões, e HGRU11, com R$ 22 milhões, fecharam o grupo dos cinco maiores saldos compradores do varejo. Giro acima do padrão: o que a liquidez sinaliza O TRX Real Estate teve o maior giro médio diário do mercado, R$ 48 milhões, o dobro da referência de 2026 do estudo, e fluxos opostos entre as classes: o varejo saiu, enquanto os estrangeiros entraram com R$ 48,3 milhões, o maior saldo entre os não residentes. O CSHG Logística negociou R$ 28,1 milhões por dia, 1,8 vez sua referência anual, com R$ 34,8 milhões vindos de pessoas físicas, R$ 20,2 milhões de estrangeiros e R$ 54,9 milhões retirados pelos institucionais locais — a maior saída institucional do levantamento. O Maxi Renda girou R$ 25 milhões por dia, 1,6 vez sua referência anual. O XP Malls, cuja entrada de R$ 39,6 milhões foi a maior do varejo, viu R$ 39 milhões saírem pela porta dos estrangeiros e movimentou R$ 31 milhões diários. O que a semana muda para quem acompanha FIIs Para o investidor com posição em fundos imobiliários, o ponto prático é a concentração: 308 fundos negociados, mas o dinheiro aglomerado em poucos papéis e em dois blocos — tijolo, com 60,6% do giro, e papel, com 29,7%. Giros que superam em quase duas vezes o padrão histórico do próprio fundo, caso de TRX Real Estate e CSHG Logística, tendem a indicar atenção maior do mercado e mais sensibilidade a ordens grandes. A Lareal registra apenas quem comprou e quem vendeu, sem apontar motivos. A divisão entre varejo comprador e institucional vendedor não serve, sozinha, como sinal de direção de preço. Semanas de fluxo cruzado como essa costumam aparecer em janelas de reajuste de carteira, e o mercado de FIIs segue exposto a variáveis que o levantamento não captura.
Perguntas Frequentes sobre KNCA11
Qual é a cotação de KNCA11 hoje na B3?
Quanto a KNCA11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de KNCA11?
O que significa o P/L e o P/VP de KNCA11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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