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VGIA11 Valora CRA Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais Fiagro Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Fiagro

Valora CRA Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais Fiagro Imobiliario

CNPJ: 41081088000109

Preço Atual
R$ 8,71
+0.00%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 9 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 9/11 (81.8%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 18.83% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
57 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.90x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.90x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -5.0%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 753.0 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 220 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Fiagro

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2021 (5 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY de 18.83% a.a. (muito elevado - risco de amortização ou distorção)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Fundo de Papel/Financeiro (Não possui imóveis físicos diretos)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 27,33
Rendimento Anual (12M) R$ 1,64
Margem de Segurança +68.13%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2025-06-30

Composição da Carteira & Ativos do Fundo

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

CANAL COMPANHIA DE SECURITIZACAO CRI • Taxa: N/D
R$ 26,14 mi
CANAL COMPANHIA DE SECURITIZACAO CRI • Taxa: N/D
R$ 34,29 mi
COMPANHIA PROVINCIA DE SECURITIZACAO CRI • Taxa: N/D
R$ 1,69 mi
COMPANHIA PROVINCIA DE SECURITIZACAO CRI • Taxa: N/D
R$ 34,26 mi
COMPANHIA PROVINCIA DE SECURITIZACAO CRI • Taxa: N/D
R$ 15,38 mi
COMPANHIA PROVINCIA DE SECURITIZACAO CRI • Taxa: N/D
R$ 79,27 mi
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do VGIA11.

Acessar Relatório CVM Completo
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo VGIA11 (Valora CRA Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais Fiagro Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 8,71, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,02 e a máxima de R$ 10,20. O fundo atua no segmento de Fiagro, registrando um Dividend Yield (12M) de 18.83% e indicador P/VP de 0.90x.

Abertura
R$ 8,73
Fec. Ant: R$ 8,71
Variação Dia
Min: R$ 8,67
Max: R$ 8,73
52 Semanas
Mín: R$ 7,02
Máx: R$ 10,20
Volume
25.303
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: VGIA11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.90
R$ 9,66
Patrimônio Líquido
R$ 753,02 Mi
Último Rendimento
R$ 0.1200
Pagto: 2026-09-18
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.1367
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 1.6400
acumulado no ano
R$ 753,02 Mi
Quantidade de Cotas
86,46 Mi
Liquidez Diária
25.303

Sobre a VGIA11

Categoria / Segmento
Fiagro
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O VALORA CRA FIAGRO RL (VGIA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S/A DTVM
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040
RENDIMENTO R$ 0,1200
Pagamento: 18/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,1300
Pagamento: 19/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,1300
Pagamento: 17/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1300
Pagamento: 18/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1300
Pagamento: 20/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,1400
Pagamento: 20/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,1450
Pagamento: 12/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,1450
Pagamento: 12/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,1400
Pagamento: 14/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,1400
Pagamento: 11/12/2025

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O crédito privado segue como uma das principais especialidades da casa, que também mantém estratégias de crédito, FIDCs — fundos que compram direitos de recebíveis —, imobiliário, agro e infraestrutura. Para Vedrossi, esse avanço precisa vir acompanhado da manutenção da qualidade dos produtos e da relação entre risco e retorno entregue aos cotistas. Fundos de papel: CDI e IPCA em velocidades distintas Os fundos imobiliários de papel indexados ao CDI combinam hoje características pouco usuais, ao juntar oscilação baixa das cotas e retornos elevados. Na avaliação de Vedrossi, esse é o ponto de maior segurança do momento, ancorado no CDI ainda em nível alto. Juros elevados somados à menor volatilidade desses fundos tendem a resultar em uma relação entre risco e retorno considerada atrativa. O executivo acrescenta que, mesmo com um ambiente de crédito mais hostil, gestoras com histórico conseguem estruturar carteiras com garantias robustas e retornos coerentes com o risco assumido. A dinâmica muda entre os fundos de papel atrelados ao IPCA. Nesses veículos, Vedrossi vê espaço para oportunidade, amparado por spreads elevados dos títulos — a diferença entre a taxa do papel e a referência de mercado — e por descontos que alguns fundos exibem em relação ao valor patrimonial. O preço dessa oportunidade é uma volatilidade maior das cotas, o oposto do que ocorre nos fundos vinculados ao CDI. VGIR11 e VGIP11: as duas pontas da carteira de crédito A diferença aparece de forma concreta nos fundos da casa. O VGIR11 (Valora CRI CDI) mira carteira diversificada e retorno próximo de CDI + 2%, com oscilação baixa das cotas. Já o VGIP11 (Valora CRI Índice de Preço) reúne títulos que, marcados a mercado, entregam rendimento elevado, enquanto o próprio fundo é negociado com desconto sobre o valor patrimonial. Vedrossi classifica esse desconto como uma oportunidade relevante e lembra que o dividendo do VGIP11 tende a acompanhar a inflação. O comportamento esperado dos dois é distinto: o fundo ligado ao CDI tende a pagar proventos mais estáveis e a oscilar menos, enquanto o indexado ao IPCA fica mais exposto às variações da inflação. VGHF11: menos SPEs, mais crédito No VGHF11 (Valora Hedge Fund), a gestora trabalha para remodelar a carteira. A exposição ainda relevante a SPEs — sociedades de propósito específico, criadas para tocar um único projeto — e a fundos imobiliários tem pressionado tanto os dividendos correntes quanto o patrimônio do fundo. O caminho escolhido passa por reduzir a fatia de SPEs e ampliar a participação em crédito. Vedrossi admite insatisfação com o nível atual de proventos do VGHF11 e descreve o esforço para recompor o mix do fundo, com foco em melhorar os dividendos correntes, sobretudo no médio prazo. Crédito imobiliário: juros altos e a régua das garantias No segmento de crédito imobiliário, juros elevados pressionam tanto os balanços das empresas quanto a rentabilidade dos projetos. Nesse ambiente, a experiência das gestoras na análise de diferentes segmentos do mercado imobiliário aparece como diferencial na originação e na seleção das operações. No mercado de incorporação, o comportamento varia conforme o segmento. O Minha Casa, Minha Vida continua sustentado por demanda elevada e apoio do governo, ainda que o endividamento das famílias e o custo de construção sejam pontos de atenção. Já o altíssimo padrão funciona como um mercado de nicho, com produtos de alto valor agregado e demanda concentrada em regiões específicas. Agro: tempestade dissipando, juros no radar Guilherme Grahl, gestor do VGIA11 (Valora CRA Fiagro), afirma que o momento de dificuldade do agronegócio não começou agora e representa, em sua avaliação, o fim de um ciclo de pressão sobre as empresas do setor. Juros elevados combinados à queda das commodities pesaram nos últimos anos; agora ele identifica sinais de melhora nos preços de milho e soja. Na safra em curso, Grahl aponta dois fatores de novidade, entre eles o efeito da guerra, que encareceu o custo de produção, ao mesmo tempo em que a recuperação das commodities começa a ganhar tração. A seleção dos devedores permanece essencial para a gestora, que prioriza empresas menos alavancadas e com histórico de atravessar ciclos anteriores. A estratégia do VGIA11 nos últimos anos passou por rotação de carteira, amortização de operações e busca por maior pulverização. Entre as variáveis monitoradas pela gestora estão clima, commodities, câmbio, crédito, juros e China, tratada como um dos principais componentes da demanda global por produtos agrícolas. A melhora das commodities é lida como fator positivo, enquanto os juros seguem como a principal preocupação. Grahl acrescenta que a dinâmica da taxa no próximo ano também estará ligada ao cenário eleitoral. Para ele, o ciclo do agro é naturalmente marcado por períodos de alta e de baixa, e a expectativa é de que a safra 2027/28 encontre um ambiente mais tranquilo, caso a recuperação das commodities continue e as condições financeiras melhorem. Premiação e reconhecimento Em 2026, a Valora foi reconhecida em duas categorias da Premiação Outliers InfoMoney: melhor Fiagro e segunda colocada na categoria de fundo imobiliário de papel. Conhecido como Oscar das Assets, o prêmio chega à sua terceira edição em 2027.

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Os fundos imobiliários de papel indexados ao CDI estão oferecendo uma combinação pouco usual, diz a Valora Publicidade Os fundos imobiliários de papel indexados ao CDI estão oferecendo uma combinação pouco usual: menor volatilidade e retornos elevados. Segundo Alexandre Vedrossi, sócio-diretor responsável pela área imobiliária da Valora, o momento exige maior seletividade na escolha dos ativos e das gestoras. “Talvez onde é que esteja o porto mais seguro nesse momento? Eu acho que nos fundos de papel, especialmente os vinculados em CDI”, afirma Vedrossi. Para ele, embora o ambiente de crédito esteja mais hostil, gestores com histórico e experiência podem encontrar operações com boa relação entre risco e retorno. Em 2026, a Valora foi reconhecida em duas categorias na Premiação Outliers InfoMoney: melhor Fiagro e segundo colocado em fundo imobiliário de “Papel”. O prêmio já é conhecido como o “Oscar das Assets” e chega a terceira edição em 2027. Leia também: Save the date: Premiação Outliers InfoMoney anuncia data da cerimônia de 2027; veja A lógica, de acordo com o executivo, está também no nível ainda elevado do CDI. “Você consegue ter portfólios bons, com bons níveis de garantia, que entregam retornos que sejam compatíveis com o risco desses portfólios”, disse. Para ele, a combinação entre juros altos e menor volatilidade dos fundos indexados ao CDI pode resultar em uma relação risco-retorno atrativa. Já os fundos de papel atrelados ao IPCA apresentam uma dinâmica diferente. Vedrossi vê oportunidades nesses veículos, especialmente diante dos spreads elevados dos títulos e dos descontos observados em alguns fundos em relação ao valor patrimonial. A contrapartida, porém, é uma maior volatilidade das cotas. Continua depois da publicidade “Eu acho que tem oportunidade, sim, nos papéis vinculados à IPCA. Porém, a gente vai enxergar volatilidade neles, diferente dos fundos em CDI. Os fundos em CDI têm muito menos volatilidade”, diz. Leia Mais: Selic cai pela 5ª vez, mas corte não garante alta do IFIX; veja por quê Crédito mais difícil aumenta importância da análise e das garantias No segmento de crédito imobiliário, Vedrossi afirma que os juros elevados pressionam tanto os balanços das empresas quanto a rentabilidade dos projetos. Continua depois da publicidade Nesse contexto, a experiência das gestoras na análise de diferentes segmentos do mercado imobiliário é apontada como um diferencial na originação e seleção das operações. No mercado de incorporação, Vedrossi identifica comportamentos diferentes de acordo com o segmento. O Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, continua sustentado por uma demanda elevada e pelo apoio do governo, embora o endividamento das famílias e o custo de construção sejam pontos de atenção. No segmento de altíssimo padrão, por outro lado, ele vê um mercado de nicho, com produtos de alto valor agregado e demanda concentrada em regiões específicas. Continua depois da publicidade VGIP é visto como oportunidade; VGHF passa por mudança de carteira Ao falar sobre os fundos da Valora, Vedrossi comentou diferenças entre as estratégias de crédito. Segundo ele, o VGIR11 (Valora CRI CDI) tem como objetivo manter uma carteira diversificada e entregar retorno próximo de CDI mais 2%, com baixa volatilidade das cotas. Já o VGIP11 (Valora CRI Índice de Preço), diz o executivo, apresenta uma característica que considera particularmente interessante: o fundo negocia com desconto em relação ao valor patrimonial, enquanto sua carteira possui títulos que, marcados a mercado, oferecem rendimento elevado. “Para mim, o VGIP11 na patrimonial é uma oportunidade enorme”, afirma. Vedrossi também diferencia o comportamento esperado dos dois fundos. Enquanto o fundo ligado ao CDI tende a apresentar dividendos mais estáveis e menor oscilação, o fundo indexado ao IPCA está mais sujeito às variações da inflação. “Se você comprar o VGIP, você vai ter um dividendo que vai estar vinculado à inflação”, explicou. Continua depois da publicidade No caso do VGHF11 (Valora Hedge Fund), o gestor afirmou que a Valora trabalha para modificar a composição da carteira, especialmente diante da exposição ainda relevante a SPEs (Sociedades de Propósitos Específicos) e fundos imobiliários. Segundo ele, essa estrutura tem pressionado tanto os dividendos correntes quanto o patrimônio do fundo. A estratégia passa por reduzir a exposição a SPEs e ampliar a participação em crédito. “Hoje eu não estou feliz com o nível de dividendos do fundo”, comentou Vedrossi. “A gente tem feito um trabalho de tentar mexer no mix do VGHF para tentar melhorar os dividendos correntes, especialmente no médio prazo, diminuir a exposição em SPEs e aumentar a exposição a crédito.” Sinais de recuperação no agro, mas juros seguem como principal preocupação Em outra frente, Guilherme Grahl, gestor do VGIA11 (Valora CRA Fiagro), comenta que o momento de dificuldades enfrentado pelo agronegócio não começou recentemente e representa, na avaliação dele, o final de um ciclo de pressão sobre as empresas do setor. Segundo Grahl, a combinação de juros elevados e queda das commodities pressionou o setor nos últimos anos. Agora, porém, ele identifica sinais de melhora nos preços de produtos como milho e soja. “O que a gente tem de novidade nessa safra? São dois fatores. Um, o fator guerra, ele aumentou o custo para a produção”, afirmou. Ao mesmo tempo, segundo ele, “você já vê o início de recuperação e acelerando das commodities”. Para o gestor, a seleção dos devedores continua sendo fundamental. Empresas menos alavancadas e com histórico de atravessar ciclos anteriores são vistas pela Valora como operações com riscos mais administráveis. A estratégia adotada pelo VGIA11 nos últimos anos também envolveu a rotação da carteira, amortização de operações e busca por maior pulverização. “O mar ainda continua bravio, essa é a nossa leitura, mas a gente já vê a tempestade dissipando”, diz Grahl. Entre as variáveis acompanhadas pela gestora estão clima, commodities, câmbio, crédito, juros e China, considerada um dos principais componentes da demanda global por produtos agrícolas. Na análise do gestor, a melhora das commodities é um dos fatores positivos, enquanto os juros continuam sendo a principal variável de preocupação. “A variável que mais preocupa continua sendo os juros”, afirmou, acrescentando que a dinâmica da taxa no próximo ano também estará relacionada ao cenário eleitoral. Para Grahl, o ciclo do agronegócio é naturalmente marcado por períodos de alta e baixa. A expectativa apresentada pelo gestor é de que a safra 2027/28 encontre um ambiente mais tranquilo, especialmente caso haja continuidade na recuperação das commodities e melhora das condições financeiras. Valora dobra patrimônio sob gestão em dois anos Durante a entrevista, Vedrossi também destacou o crescimento da Valora. Segundo ele, a gestora encerrou 2023 com R$ 16 bilhões sob gestão, chegou a R$ 18 bilhões em 2024, R$ 26 bilhões em 2025 e alcançou aproximadamente R$ 35 bilhões a R$ 36 bilhões. A expansão ocorreu em diferentes áreas, embora o crédito privado continue sendo uma das principais especialidades da casa. A gestora possui estratégias de crédito, FIDCs, imobiliário, agro e infraestrutura. Para Vedrossi, a expansão precisa ser acompanhada pela manutenção da qualidade dos produtos e da relação entre risco e retorno. “O nosso cliente é o nosso investidor, nossos cotistas. Então, é focar na qualidade, entregar produtos de qualidade para os nossos cotistas, poder entregar retornos consistentes”, afirmou. Leia Mais: FIIs ganham 118 mil investidores em 3 meses, mas volume negociado cai 22% em agosto

Perguntas Frequentes sobre VGIA11

Qual é a cotação de VGIA11 hoje na B3?
A cotação de VGIA11 hoje está em R$ 8,71. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 8,67 e máxima de R$ 8,73.
Quanto a VGIA11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de VGIA11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de VGIA11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de VGIA11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.