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VGIA11 Valora CRA Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais Fiagro Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Fiagro

Valora CRA Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais Fiagro Imobiliario

Preço Atual
R$ 8,60
+1.42%

Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00

Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

VGIA11 (Valora CRA Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais Fiagro Imobiliario) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fiagro. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 8,60, registrando variação de +1.42% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.90x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 18.84%.

Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 10 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 10/11 (90.9%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 18.84% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
12 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.90x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.90x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -5.1%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 1.20 bilhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 1.09 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Fiagro

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2021 (5 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY de 18.84% a.a. (muito elevado - risco de amortização ou distorção)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Fundo de Papel/Financeiro (Não possui imóveis físicos diretos)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 27,00
Rendimento Anual (12M) R$ 1,62
Margem de Segurança +68.15%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo VGIA11 (Valora CRA Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais Fiagro Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 8,60, acumulando uma variação de +1.42% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,02 e a máxima de R$ 10,20. O fundo atua no segmento de Fiagro, registrando um Dividend Yield (12M) de 18.84% e indicador P/VP de 0.90x.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 8,30
Fec. Ant: R$ 8,48
Variação Dia
Min: R$ 8,22
Max: R$ 8,52
52 Semanas
Mín: R$ 7,02
Máx: R$ 10,20
Volume
126.759
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: VGIA11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.90
R$ 9,40
Patrimônio Líquido
R$ 1,20 Bi
Último Rendimento
R$ 0.1200
Pagto: 2026-10-20
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.1350
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 1.6200
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
127,66 Mi
Liquidez Diária
126.759

Sobre a VGIA11

Categoria / Segmento
Fiagro
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
RENDIMENTO R$ 0,1200
Pagamento: 20/10/2026
RENDIMENTO R$ 0,1200
Pagamento: 18/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,1300
Pagamento: 19/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,1300
Pagamento: 17/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1300
Pagamento: 18/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1300
Pagamento: 20/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,1400
Pagamento: 20/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,1450
Pagamento: 18/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,1450
Pagamento: 20/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,1400
Pagamento: 20/01/2026

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Ajuste fiscal com justiça social
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Segundo o Banco Central, a dívida bruta do governo geral chegou a 82,9% do PIB (Produto Interno Bruto) em setembro de 2026, R$ 11,1 trilhões, 4,3 pontos percentuais acima do registrado no início do ano. Estimativas recentes situam o ajuste primário necessário para estabilizá-la em pelo menos 3 pontos percentuais do PIB. Mas quem pagaria a conta? Um ajuste concentrado nos aposentados de baixa renda e nos beneficiários de programas sociais imporia o maior sacrifício às famílias com menos recursos, enquanto preservaria renúncias e subsídios que beneficiam principalmente os mais ricos. Um pacote assim dificilmente seria aprovado pelo Congresso e teria menos chance ainda de ser sustentado ao longo dos vários governos necessários para completar o ajuste. Ajuste fiscal deve preservar programas sociais - Gabriel Cabral/Folhapress Um estudo de minha autoria, financiado pela Sarpen Quant Investments e a ser divulgado nos próximos dias, mostra que é possível montar um ajuste próximo de 3% do PIB com 30 medidas de redução de despesa, de gastos tributários e de subsídios. Elas foram selecionadas entre propostas publicadas nos últimos anos por analistas independentes ou pelo próprio governo. Descontadas as sobreposições entre elas e a partilha de receitas com estados e municípios, essas medidas liberariam ao governo federal R$ 373 bilhões por ano no horizonte de dez anos, ou 2,94% do PIB. Como várias medidas têm regras de transição que preservam direitos adquiridos, a economia do conjunto alcançaria 0,81% do PIB em seu segundo ano e o seu valor pleno ao longo da década. O conjunto não inclui várias outras propostas que também têm circulado, como a redução do público do Bolsa Família, a elevação da idade do BPC (Benefício de Prestação Continuada) do idoso para 70 anos, o congelamento do piso da saúde, o corte do aporte da União ao Fundeb, o fim do subsídio do Minha Casa Minha Vida e o encerramento do Pé-de-Meia. Vários desses programas estão entre os gastos mais progressivos do orçamento federal, como o Banco Mundial em 2017 já documentava para o Bolsa Família e para a saúde. Para esses casos, a evidência disponível recomenda melhorar a focalização e a gestão. Quase metade da economia bruta do conjunto viria da retirada de gastos regressivos ou pouco progressivos. Sem levar em conta eventuais sobreposições com outras medidas, R$ 118 bilhões por ano recairiam sobre a parte superior da distribuição de renda, com R$ 38 bilhões em deduções de saúde, educação e dependentes no imposto de renda; R$ 27 bilhões na isenção de imposto de renda sobre aposentadorias e pensões de portadores de doenças graves; R$ 25 bilhões na isenção de LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas; R$ 10 bilhões nos juros sobre capital próprio; R$ 10 bilhões nos supersalários; e R$ 8 bilhões na previdência dos militares. A esses valores somam-se a revisão dos gastos tributários concedidos a empresas e o fim dos subsídios ao crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e dos fundos constitucionais. As deduções do imposto de renda beneficiam sobretudo a classe média alta, que arcaria com parte do ajuste. Nem todas as medidas, porém, poupariam os trabalhadores de renda média e baixa. A reforma paramétrica da previdência, a maior do conjunto, renderia R$ 102 bilhões por ano ao fim de dez anos, em valores brutos e sem levar em conta eventuais sobreposições com outras medidas. Como eleva as idades mínimas e o tempo mínimo de contribuição, ela alcança sobretudo quem se aposenta por idade, grupo em que tendem a se concentrar os trabalhadores de menor renda, cujas carreiras contributivas são mais curtas e intermitentes. Sua justificativa é demográfica, porque a expectativa de vida aos 65 anos aumentou quase cinco anos desde 1988, e a transição proposta pelos autores, de um mês por ano até 2051, dá às famílias tempo para se adaptarem às regras novas. O fim do abono salarial renderia R$ 22 bilhões por ano. A avaliação do CMAP (Conselho de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas) documenta a piora da focalização do abono, com o benefício concentrado nas camadas de renda média. A viabilidade de um ajuste com tal envergadura depende de que sua composição seja preservada na tramitação. Se a negociação poupar as renúncias que beneficiam os mais ricos e compensar a diferença com cortes nos programas sociais hoje preservados, o pacote provavelmente perderá apoio popular e o ajuste necessário será adiado mais uma vez. Por isso, cada redução de alcance aprovada no Congresso deveria vir acompanhada de compensação equivalente em gastos regressivos ou pouco progressivos, de modo que o perfil distributivo do ajuste não se altere.

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Data: 04/11/2026 A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou nesta quarta-feira (4) um projeto de lei que cria a Política Brasileira da Alimentação Escolar (PBAE), reorganizando as normas que fixam as responsabilidades da União, dos estados e dos municípios em relação à merenda escolar. A proposta foi aprovada na forma de um substitutivo (texto alternativo) apresentado pelo senador Jaime Bagattoli (PL-RO) a projeto de lei da ex-senadora Janaína Farias (CE). O PL 3.002/2024 segue agora para decisão final na Comissão de Educação (CE). A atual legislação que trata do tema é a Lei da Alimentação Escolar, de 2009, que regulamenta o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O texto original do PL revogava grande parte dessa norma e criava um novo marco legal praticamente independente. O projeto havia sido aprovado com alterações na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na CRA, o projeto ganhou um novo substitutivo, que preservou a legislação atual e promoveu acréscimos e alterações pontuais. — A proposta parte do reconhecimento de que, embora o PNAE constitua um dos programas sociais mais consolidados da história brasileira, o arcabouço legal que o sustenta carece de atualização estrutural capaz de responder aos desafios contemporâneos da segurança alimentar, da equidade educacional e da gestão federativa — explicou Jaime Bagattoli. Hábitos saudáveis A principal mudança em relação à legislação atual está na ampliação das diretrizes do PNAE, reforçando que a alimentação escolar deve ser oferecida em condições de igualdade, respeitando as necessidades nutricionais dos estudantes e promovendo hábitos alimentares saudáveis desde a educação infantil. Também passa a ser expressamente incentivado o aleitamento materno no ambiente escolar, especialmente nas creches e demais instituições de educação infantil. A nova política passa a ter como objetivos: fortalecer a atuação da União na definição de normas gerais para a alimentação escolar; consolidar a alimentação como dever do Estado e direito fundamental dos estudantes da rede pública; estabelecer parâmetros mínimos de qualidade nutricional e de financiamento; organizar a participação social por meio dos Conselhos de Alimentação Escolar; e fortalecer o PNAE como principal instrumento de implementação dessa política pública. Fiscalização O texto reorganiza a estrutura de fiscalização da alimentação escolar. A proposta atribui ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ao Conselho Nacional de Alimentação Escolar (CNAE) e aos conselhos estaduais, distrital e municipais a responsabilidade pelo acompanhamento e controle da política. Além disso, cria formalmente o Conselho Nacional de Alimentação Escolar, composto por representantes da União, dos conselhos estaduais e municipais e de entidades da sociedade civil. Os integrantes terão mandato de dois anos, com possibilidade de recondução. Outra inovação diz respeito ao financiamento do programa. O texto estabelece que o cálculo dos recursos federais destinados ao PNAE poderá considerar, além do número de matrículas, critérios voltados à redução das desigualdades sociais e regionais. A proposta determina que os valores per capita destinados à alimentação escolar sejam atualizados anualmente com base na inflação do grupo “Alimentos e Bebidas” do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Também reforça a prioridade para a aquisição de alimentos produzidos pela agricultura familiar. A legislação atual já determina que pelo menos 30% dos recursos do PNAE sejam destinados à compra desses produtos. O parecer preserva essa regra e reforça a prioridade para alimentos provenientes de assentamentos da reforma agrária, comunidades indígenas, quilombolas e grupos de mulheres rurais. Monitoramento Outra alteração importante é a criação de um sistema informatizado nacional para monitorar a execução da PBAE e do PNAE. A plataforma deverá reunir informações sobre: os recursos aplicados pelos diferentes entes federativos; fontes de financiamento; despesas realizadas; cardápios adotados pelas escolas; alimentos utilizados; profissionais envolvidos na execução do programa; ações de educação alimentar e nutricional; dados sobre testes de aceitabilidade das refeições; e adequação dos cardápios às tradições alimentares de comunidades indígenas e quilombolas. A proposta também autoriza a União a conceder, durante os dez primeiros anos de vigência da futura lei, incentivos financeiros aos entes federativos que adotarem boas práticas de educação alimentar e nutricional nos currículos escolares.

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Perguntas Frequentes sobre VGIA11

Qual é a cotação de VGIA11 hoje na B3?
A cotação de VGIA11 hoje está em R$ 8,60. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 8,22 e máxima de R$ 8,52.
Quanto a VGIA11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de VGIA11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de VGIA11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de VGIA11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.