BTCI11 FII BTG Pactual Credito Imobiliario – Cotação Hoje
FII BTG Pactual Credito Imobiliario
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do BTCI11.
Resumo Fundamentalista de BTCI11
O ativo BTCI11 (FII BTG Pactual Credito Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 8,35, acumulando uma variação de -0.24% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 8,16 e a máxima de R$ 9,54. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 12.87% e indicador P/VP de 0.09x.
Histórico de Cotação: BTCI11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a BTCI11
Outros FIIs do Segmento Papel / CRI
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Operação Crédito Oculto apura participações de Fintechs em esquema que movimentou R$ 11,6 bilhões e teria lavado dinheiro no setor de combustíveis - Times Brasil
Agentes da Receita Federal durante a Operação Crédito Oculto, deflagrada nesta quinta-feira (24) em sete estados. A Receita Federal e o Ministério Público de São Paulo, por meio do Gaeco, deflagraram nesta quinta-feira (24) uma operação contra um esquema suspeito de lavar dinheiro e esconder patrimônio ligado ao setor de combustíveis. A operação mira o Banco Genial e esquema ligado a produção do filme Dark Horse. A Operação Crédito Oculto cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a 13 pessoas e 19 empresas em sete estados. São 26 alvos em São Paulo e outros seis no Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Entre os alvos identificados estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, sócio e diretor do Banco Genial, e Antonio Carlos Freixo Junior, ligado à Entre Investimentos. A investigação também envolve a Usina Itajobi e a distribuidora de combustíveis Terrana. Segundo o Estadão, EntrePay e BK Bank também aparecem entre as fintechs ligadas às estruturas financeiras investigadas. A Receita Federal não cita essas empresas pelo nome na divulgação oficial. Uma das empresas financeiras envolvidas no esquema movimentou cerca de R$ 11,6 bilhões entre 2021 e 2025, segundo a Receita. Os investigadores apontam indícios de que empresas e fundos de investimento foram usados para esconder patrimônio, disfarçar a origem do dinheiro e lavar recursos. A ação é um desdobramento da Operação Carbono Oculto e também conta com a participação da Secretaria da Fazenda de São Paulo, da Procuradoria-Geral do Estado, da Polícia Militar e da Polícia Civil, além do apoio de unidades do Gaeco de outros seis estados. Leia também: Quem é Humberto Tupinambá, sócio do Banco Genial alvo de operação contra lavagem de dinheiro da máfia dos combustíveis Como funcionava o esquema A investigação aponta que o grupo usava várias empresas e operações financeiras para esconder quem realmente controlava os bens e o dinheiro. Uma dessas estruturas teria sido usada para ocultar os verdadeiros donos de uma usina sucroalcooleira no interior de São Paulo. No papel, a empresa aparecia dividida entre fundos de investimento e companhias aparentemente independentes. Segundo a Receita, porém, os indícios apontam que o controle econômico continuava nas mãos de beneficiários que não apareciam formalmente. Um dos negócios investigados envolve cerca de R$ 370 milhões em direitos creditórios da usina. Parte do dinheiro usado na operação teria vindo de fundos controlados pelo mesmo grupo investigado, segundo a Receita. Para os investigadores, esse caminho do dinheiro ajudava a dar aparência regular às operações e dificultava a identificação de quem estava por trás delas. R$ 100 milhões passaram por fintechs A Receita afirma que essa estrutura foi usada posteriormente para viabilizar a aquisição de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país. Segundo a investigação, R$ 100 milhões enviados pela organização criminosa chegaram à conta da usina depois de passar, em poucos minutos, por diferentes contas de três empresas. Essas contas estavam ligadas a fintechs e teriam funcionado apenas como pontos de passagem do dinheiro, dificultando o rastreamento dos recursos. Depois, os R$ 100 milhões foram colocados em um fundo de investimento criado especificamente para a operação. Banco, fundos e empresas de fachada Outra etapa envolveu a compra de um Certificado de Depósito Bancário (CDB) em um banco tradicional. Segundo a Receita, o banco usou os recursos em uma operação ligada à emissão de duas cédulas de crédito para empresas de fachada do próprio grupo investigado. Essas empresas teriam recebido o dinheiro por meio de negócios simulados e sido usadas para esconder os beneficiários finais da aquisição da distribuidora. A investigação também identificou o uso de fundos imobiliários para concentrar imóveis ligados aos investigados. Dessa forma, os bens continuariam sob controle econômico do grupo, mas deixariam de aparecer diretamente no patrimônio das pessoas envolvidas. Estruturas tinham funções diferentes Segundo a Receita, cada parte do esquema exercia uma função. A fintech permitia movimentar e dividir os recursos entre diferentes contas. A usina recebia o dinheiro e o incorporava a uma atividade econômica formal. Os fundos de investimento funcionavam como financiadores, enquanto holdings e outras empresas eram usadas para realizar aquisições e aumentar a distância entre a origem dos recursos e seus verdadeiros beneficiários. A Receita afirma que a investigação encontrou estruturas interligadas de lavagem de dinheiro tanto no setor de combustíveis quanto entre operadores do mercado financeiro. Eu manteria exatamente essa divisão de fontes: Receita para funcionamento e cifras; nomes amplamente confirmados entram normalmente; EntrePay e BK Bank entram apenas naquele parágrafo atribuído ao Estadão. Isso deixa muito claro para o leitor — e juridicamente — qual informação vem de onde. perfeito, so da aquela revisada basica do editor e muda somente o que for muito necessario Faria só ajustes mínimos de precisão e fluidez. O texto já está bom. Eu mudaria basicamente quatro coisas: evitar “sócio e diretor” se a confirmação mais sólida for apenas “executivo”; trocar “negócios envolvendo” por algo mais neutro; enxugar uma repetição de “operação”; e deixar o último parágrafo menos conclusivo. Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo. Siga o Times | CNBC Operação apura esquema que movimentou R$ 11,6 bilhões e teria lavado dinheiro no setor de combustíveis Receita e Gaeco cumprem buscas em sete estados; investigação aponta uso de fintechs, fundos e empresas de fachada para esconder origem de recursos A Receita Federal e o Ministério Público de São Paulo, por meio do Gaeco, deflagraram nesta quinta-feira (24) uma operação contra um esquema suspeito de usar empresas do mercado financeiro para esconder patrimônio e lavar dinheiro ligado ao setor de combustíveis. A Operação Crédito Oculto cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a 13 pessoas e 19 empresas em sete estados. São 26 alvos em São Paulo e outros seis no Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Entre os alvos identificados estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, executivo do Banco Genial, e Antonio Carlos Freixo Junior, ligado à Entre Investimentos. A investigação também envolve a Usina Itajobi e a distribuidora de combustíveis Terrana. Segundo o Estadão, EntrePay e BK Bank também estão entre as fintechs relacionadas às estruturas financeiras investigadas. A Receita não cita nominalmente essas empresas em sua divulgação oficial. Segundo a Receita Federal, uma das empresas financeiras envolvidas no esquema movimentou cerca de R$ 11,6 bilhões entre 2021 e 2025. Os investigadores apontam indícios de que estruturas financeiras e de investimento foram usadas para esconder patrimônio, disfarçar a origem dos recursos e lavar dinheiro. A ação é um desdobramento da Operação Carbono Oculto e conta também com a participação da Secretaria da Fazenda de São Paulo, Procuradoria-Geral do Estado, Polícia Militar e Polícia Civil, além do apoio de unidades do Gaeco de outros seis estados. Leia também: Quem é Humberto Tupinambá, sócio do Banco Genial alvo de operação contra lavagem de dinheiro da máfia dos combustíveis Como funcionava o esquema A investigação aponta que o grupo usava várias empresas e operações financeiras para esconder quem realmente controlava os bens e o dinheiro. Uma dessas estruturas teria sido usada para ocultar os verdadeiros donos de uma usina sucroalcooleira no interior de São Paulo. No papel, a empresa aparecia dividida entre fundos de investimento e companhias aparentemente independentes. Segundo a Receita, porém, os indícios apontam que o controle econômico continuava nas mãos de beneficiários que não apareciam formalmente. Um dos negócios investigados envolve cerca de R$ 370 milhões em direitos creditórios da usina. Parte do dinheiro usado na operação teria vindo de fundos controlados pelo mesmo grupo investigado, segundo a Receita. Para os investigadores, esse caminho do dinheiro ajudava a dar aparência regular às operações e dificultava a identificação de quem estava por trás delas. R$ 100 milhões passaram por fintechs Segundo a Receita, essa estrutura foi usada depois para ajudar na compra de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país. A investigação aponta que R$ 100 milhões enviados pela organização criminosa chegaram à conta da usina depois de passar, em poucos minutos, por contas de três empresas. Essas contas estavam ligadas a fintechs e teriam servido apenas como caminho para o dinheiro, dificultando o rastreamento dos recursos. Depois, os R$ 100 milhões foram colocados em um fundo de investimento criado especificamente para esse negócio. Banco, fundos e empresas de fachada Outra etapa do esquema envolveu a compra de um Certificado de Depósito Bancário (CDB) no Banco Genial. Segundo a investigação, o banco teria usado os recursos em uma operação ligada à emissão de duas cédulas de crédito para empresas de fachada do próprio grupo investigado. Essas empresas teriam recebido o dinheiro por meio de negócios simulados e sido usadas para esconder quem realmente se beneficiava da compra da distribuidora de combustíveis. A investigação também identificou o uso de fundos imobiliários para concentrar imóveis ligados aos investigados. Com isso, os bens continuariam sob controle do grupo, mas deixariam de aparecer diretamente no patrimônio das pessoas envolvidas. Estruturas tinham funções diferentes Segundo a Receita, cada parte do esquema tinha uma função. As fintechs permitiam movimentar e dividir o dinheiro entre diferentes contas. A usina recebia os recursos e os incorporava a uma atividade econômica formal. Os fundos de investimento funcionavam como financiadores, enquanto holdings e outras empresas eram usadas para fazer aquisições e afastar o dinheiro de sua origem. Para a Receita, os elementos reunidos mostram que essas estruturas estavam conectadas e teriam sido usadas para lavar dinheiro no setor de combustíveis, com participação de operadores do mercado financeiro. Relação com a Operação Carbono Oculto A Operação Crédito Oculto é um desdobramento da Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025 para investigar sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e atuação do crime organizado no setor de combustíveis e no sistema financeiro. A nova fase aprofunda justamente a parte financeira da investigação. Segundo a Receita Federal, a Crédito Oculto busca entender como empresas, fundos e outras estruturas teriam sido usados para esconder o controle de uma usina, movimentar recursos e viabilizar a compra de uma grande distribuidora de combustíveis. 📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais 🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562 🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube 🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Fundo imobiliário embolsa R$ 249,3 milhões com venda de escritórios; IFIX aprofunda queda – Money Times
Fundo imobiliário embolsa R$ 249,3 milhões com venda de escritórios; IFIX aprofunda queda (Imagem: istock/ dit26978) O fundo imobiliário Hedge AAA (HAAA11) concluiu a venda de 10 escritórios do subcondomínio Thera Corporate, integrante do complexo Thera One, localizado em São Paulo (SP), por R$ 249,3 milhões, mostra fato relevante divulgado ao mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo o documento, a operação havia sido anunciada em julho deste ano e estava sujeita ao cumprimento de determinadas condições, agora superadas. O comprador originalmente era o TRX Real Estate (TRXF11), que exerceu a chamada cláusula de pessoa a declarar e indicou o Hedge Renda Corporativa (HREC11) para assumir integralmente a posição de adquirente. Como parte da operação, o TRXF11 subscreveu e integralizou cotas do HREC11 e passou a ser cotista do fundo. Como será o pagamento Do total de R$ 249,3 milhões, R$ 95,33 milhões já foram pagos ao HAAA11, sendo o valor quase integralmente compensado pela subscrição, pelo próprio HAAA11, de 1,01 milhão de cotas da 13ª emissão do TRXF11. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os outros R$ 154,01 milhões serão pagos posteriormente, com vencimento em outubro de 2033. Essa parcela será corrigida pela variação positiva acumulada do IPCA e terá juros remuneratórios de 9,20% ao ano. O pagamento dos juros será mensal. Ainda segundo o fato relevante, o HAAA11 poderá ceder esse crédito a terceiros, inclusive a uma companhia securitizadora, em uma operação de true sale. As despesas com ITBI, custas e emolumentos cartorários da transação, além de eventuais custos iniciais e de estruturação de uma securitização, serão arcadas pelo HAAA11. Desempenho do IFIX O IFIX, principal índice dos FIIs na B3, encerrou a última quarta-feira (23) aos 3.732,49 pontos, com queda de 0,37%, no segundo pregão consecutivo no vermelho. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Desde o início de setembro, o indicador acumula desvalorização de 0,81%, enquanto, no acumulado de 2026, recua 1,13%. Destaques do último pregão (23) O BPML11 liderou as altas, com avanço de 7,07%. Na sequência, o BROF11 subiu 1,60%, enquanto o TRXF11 ganhou 1,36%. Ticker Variação Último BPML11 +7,07% R$ 93,09 BROF11 +1,60% R$ 61,01 TRXF11 +1,36% R$ 73,99 ARRI11 +1,05% R$ 4,82 HTMX11 +1,02% R$ 136,14 O TRBL11 liderou as quedas, com recuo de 4,39%. Na sequência, o MFII11 caiu 2,80%, enquanto o GZIT11 recuou 2,20%. Ticker Variação Último TRBL11 -4,39% R$ 48,57 MFII11 -2,80% R$ 38,88 GZIT11 -2,20% R$ 36,00 BLMG11 -1,73% R$ 34,15 VGIP11 -1,69% R$ 72,05 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
VVRI11 abre 4ª emissão e pode levantar R$ 299 milhões
Emissão prevê até 34.013.601 cotas e será coordenada pelo BTG Pactual O fundo imobiliário VVRI11 aprovou a realização de sua 4ª emissão de cotas, com potencial para captar cerca de R$ 299,32 milhões. A oferta terá até 34.013.601 novas cotas e será destinada exclusivamente a investidores profissionais. O preço de emissão foi definido em R$ 8,80 por cota. Com a taxa de distribuição primária, de R$ 0,02, o valor de subscrição sobe para R$ 8,82. Não há investimento mínimo por investidor. O BTG Pactual atuará como coordenador líder. A distribuição será feita sob o regime de melhores esforços, sem garantia de colocação integral das cotas. Captação mínima do VVRI11 Para que a emissão seja mantida, o fundo precisa levantar pelo menos R$ 10 milhões, montante equivalente a 1.136.364 cotas. Caso o mínimo seja alcançado sem que a oferta atinja o volume máximo, as cotas não subscritas poderão ser canceladas. A operação não contará com lote adicional nem suplementar. O período de distribuição será de até 180 dias a partir da divulgação do anúncio de início, podendo ser encerrado antes caso todas as cotas sejam colocadas. Publicidade Publicidade Direito de preferência Apesar de a oferta ser voltada a profissionais, os atuais cotistas do VVRI11 terão direito de preferência na subscrição. Serão elegíveis os investidores com posição no fundo no terceiro dia útil após o anúncio de início, com fator de proporção de 1,93573323287. O direito poderá ser exercido de forma integral ou parcial. Contudo, não será permitida sua negociação ou cessão a outros cotistas ou a terceiros. A emissão também não terá etapa de subscrição de sobras ou de montante adicional. Dessa maneira, o cotista que não for investidor profissional só poderá participar da oferta por meio do direito de preferência. Segundo o fundo, os recursos líquidos da emissão serão aplicados em investimentos alinhados à política prevista em seu regulamento.
Perguntas Frequentes sobre BTCI11
Qual é a cotação de BTCI11 hoje na B3?
Quanto a BTCI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BTCI11?
O que significa o P/L e o P/VP de BTCI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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