VOO Vanguard S&P 500 ETF – Cotação Hoje
Vanguard S&P 500 ETF
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
VOO (Vanguard S&P 500 ETF) é um ETF negociado na B3. No pregão de hoje, o ativo é negociado a US$ 675,97, registrando variação de +0.30% no dia.
Resumo Fundamentalista de VOO
O ativo VOO (Vanguard S&P 500 ETF) está sendo negociado hoje a R$ 675,97, acumulando uma variação de +0.30% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 578,46 e a máxima de R$ 718,47. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark S&P 500 Index, inserido na classe de US Large-Cap sob gestão de Vanguard com taxa de administração de 0,03% a.a..
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O que se sabe sobre a onda de falsas ameaças de bomba na Europa
Avião Airbus A320 da Aer Lingus desviado para a base aérea de Evreux, na França, após uma ameaça de bomba5 de novembro de 2026 REUTERS/Gonzalo Fuentes Na última semana, dezenas de voos e veículos de imprensa foram afetados por sequência de alarmes falsos relacionados à presença de explosivos em aeronaves e estabelecimentos O que se sabe sobre a onda de falsas ameaças de bomba na Europa Dezenas de voos e vários veículos de imprensa por toda a Europa foram afetados, na última semana, por uma série de falsas ameaças de bomba, que prejudicaram planos de viagem e levaram as autoridades a uma corrida para identificar os responsáveis. Novos transtornos atingiram diversos aeroportos e voos europeus na sexta-feira (6); ao mesmo tempo, funcionários da emissora pública irlandesa RTÉ tiveram que deixar suas instalações após também receberem uma ameaça de bomba. Outros veículos de comunicação, incluindo a britânica Sky, relataram ter recebido ameaças semelhantes. Essa sequência de incidentes ocorre em um momento em que a Europa enfrenta um número crescente de ataques híbridos — alguns dos quais as autoridades atribuíram à Rússia, embora ainda não esteja claro quem, exatamente, está por trás desta nova onda de ameaças. Confira o que se sabe até agora. Quem foi alvo? Inicialmente, as ameaças tiveram como alvo aeroportos e companhias aéreas. Na sexta-feira, a polícia da Dinamarca e da República Tcheca informou que novas ameaças foram direcionadas ao tráfego aéreo nos aeroportos de Copenhague e Praga, respectivamente. Já o ministro da Defesa da Hungria relatou que caças escoltaram três aeronaves no espaço aéreo do país, na manhã de sexta-feira, após o recebimento de "alertas". Um voo da KLM, que seguia de Praga para Amsterdã, também passou por uma busca após o pouso, mas nenhum explosivo foi encontrado a bordo, informaram autoridades holandesas à emissora pública NOS. Tudo isso aconteceu depois que, na quinta-feira (5), pelo menos 14 voos foram afetados por ameaças do mesmo tipo. Mais tarde, no dia seguinte, surgiram também ameaças contra veículos de imprensa, principalmente na Irlanda. Um repórter da RTÉ leu trechos de um e-mail recebido pela emissora, no qual o autor afirmava planejar ataques a “aviões, navios de cruzeiro, estações de metrô e trens” na Europa. “Queremos que o mundo inteiro saiba quem somos; por isso, um de nossos agentes colocou um artefato explosivo em seu prédio”, dizia o e-mail, segundo a agência PA Media. “Ele explodirá em 45 minutos; o tempo está correndo.” Como as ameaças foram feitas? Não há total clareza, embora autoridades tchecas e italianas afirmem que elas foram enviadas por e-mail. Um representante do Aeroporto Václav Havel, em Praga, informou à CNN que as ameaças — referentes à presença de explosivos em quatro voos — foram feitas por meio de um e-mail anônimo. Um porta-voz da polícia tcheca informou à CNN que o e-mail foi enviado ao aeroporto, acrescentando que mensagens semelhantes foram encaminhadas a outras pontes aéreas na Europa. As ameaças a aeronaves na Itália chegaram por meio de um e-mail enviado por um grupo antifeminista, autodenominado “The Male State” (“O Estado Masculino”), a uma empresa de logística que presta serviços ao Aeroporto de Roma-Fiumicino. O e-mail, divulgado inicialmente pela SkyTG24 — emissora afiliada à CNN —, alegava falsamente que “artefatos explosivos” haviam sido colocados em dois voos: um vindo de Helsinque e outro de Dublin. Um porta-voz do local confirmou à CNN que a captura de tela era autêntica. O Centro Internacional para o Contraterrorismo, um think tank sediado nos Países Baixos, afirmou que o “The Male State” surgiu na Rússia, em 2016, como um movimento misógino, passando, mais tarde, a defender abertamente a guerra na Ucrânia. Em 2021, um tribunal russo proibiu o grupo e o classificou como uma organização extremista. Todos os aeroportos europeus planejam e realizam treinamentos para lidar com incidentes desse tipo. Em entrevista à CNN, Keith Jeffries, ex-diretor de segurança federal no LAX, Aeroporto de Los Angeles, explicou que todos os aeroportos “possuem planos de gestão para ameaças de bomba e realizam treinamentos baseados nesses planos”, o que lhes permite tomar decisões em questão de segundos. Em suma, nenhuma autoridade de aviação jamais ignoraria uma ameaça de bomba, ressaltou Jeffries. Quem estava por trás disso? Até o momento, ainda não está claro quem exatamente esteve por trás das ameaças. Nenhum grupo ou Estado foi identificado por qualquer país europeu até agora. A União Europeia declarou que ainda é cedo para determinar se os incidentes estão relacionados entre si. Analistas de segurança e ministros de governo sugeriram que o episódio poderia fazer parte de uma campanha híbrida mais ampla ou de uma série de trotes maliciosos. Eric Schouten, chefe do grupo de segurança na aviação Dyami, sugeriu que a responsabilidade poderia ser de sabotadores que atuam em nome do Estado russo. “Desde ferrovias até a infraestrutura alimentar — como vimos ocorrer com a invasão de sistemas de refrigeração — e diversos outros tipos de operações, tudo isso se encaixa na narrativa de atores estatais russos que buscam desestabilizar a Europa”, afirmou Schouten, segundo a agência Reuters. Ele também ressaltou que muitos dos países afetados apoiaram a Ucrânia em sua guerra contra a Rússia. O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha também fez referência à invasão da Ucrânia pela Rússia, afirmando que a segurança da Europa está “sendo testada muito além da linha de frente ucraniana”. O ministério citou, como exemplos dessas ameaças, os alertas de bomba, os ataques cibernéticos a sistemas de refrigeração de supermercados e a incursão de drones no espaço aéreo de alguns países europeus. Da mesma forma, o ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, declarou que “a suposição mais razoável é a de que estamos diante de uma tentativa de agressão híbrida e de uma forma de guerra psicológica”. A ministra dos Transportes do Reino Unido, Heidi Alexander, por sua vez, descreveu as ameaças como um “trote malicioso”. As autoridades, contudo, evitaram apontar um culpado específico. A autoridade irlandesa Simon Harris declarou à rádio Cork 96FM: “ainda não sabemos se há um indivíduo por trás dessa ação” — que teve como alvo veículos de imprensa do país — “ou se isso faz parte de um esforço coordenado”. Qual tem sido o impacto? De modo geral, o impacto tem sido relativamente contido. Até o momento, todas as ameaças mostraram-se falsas; as autoridades envolvidas informaram que nenhum artefato explosivo foi encontrado. As ameaças, naturalmente, causaram transtornos aos viajantes. Na quinta-feira, passageiros e tripulações de pelo menos 14 aeronaves foram afetados — incluindo um voo da Aer Lingus com destino a Roma, que precisou ser desviado para a França, e dois voos vindos da Espanha e da Dinamarca, que tiveram de ser desviados para Sófia, a capital da Bulgária. O episódio ocorre após pelo menos sete aviões terem sido redirecionados na terça-feira (3). Analistas alertam que as ameaças podem ter como objetivo tanto causar transtornos quanto observar a resposta das companhias aéreas e das autoridades. “Essas ameaças à aviação ocorrem, inclusive, no mesmo período em que são registrados ataques cibernéticos a sistemas de refrigeração de supermercados por toda a Europa”, afirmou à Reuters Eliran Almog, CEO da Cyviation, empresa especializada em cibersegurança na aviação. “Diferentes serviços essenciais estão sofrendo interrupções que acarretam custos econômicos e podem abalar a confiança do público.”
China apresenta cronograma para pouso lunar tripulado
A China finalmente tornou público seu cronograma de missões que antecedem a primeira alunissagem tripulada, ainda marcada para "antes de 2030". A julgar pelo que foi divulgado, não haverá um equivalente chinês da missão americana Artemis 2, que levou astronautas para circularem a Lua antes de um retorno à Terra. As revelações aconteceram durante a Sétima Conferência de Voo Espacial Tripulado organizada em Pequim, no fim de semana passado. A arquitetura já era conhecida e envolverá dois lançamentos de foguetes Chang Zheng (Longa Marcha) 10, um com a cápsula Mengzhou e outro com o módulo lunar, Lanyue. Os dois se encontrarão e acoplarão na órbita da Lua, quando dois taikonautas sairão da Mengzhou e embarcarão no Lanyue, para a alunissagem. No retorno, eles se reencontram com a Mengzhou, que os traz de volta à Terra. Uma arquitetura muito similar às antigas missões Apollo americanas, mas lançada em duas prestações, em vez de em um único foguete. Quais passos serão cumpridos até lá? Serão três missões precursoras para ficar de olho. A primeira deve acontecer já no começo do ano que vem e envolverá um foguete Longa Marcha 10A (uma variação menos potente, para voo até a órbita terrestre), levando uma cápsula Mengzhou não tripulada ao espaço para seu primeiro teste. Concepção artísticas de taikonautas na superfície da Lua, após pouso do módulo Lanyue - CMSA A segunda acontece em 2028 e servirá como um ensaio geral do pouso tripulado. O foguete Longa Marcha 10 (desta vez a versão mais potente, com dois propulsores auxiliares no primeiro estágio) levará ao espaço o módulo lunar Lanyue. Sem tripulação, ele executará um pouso e uma decolagem da Lua, demonstrando a tecnologia para o futuro voo tripulado. Em 2029, veríamos a primeira missão com o lançamento de dois foguetes Longa Marcha 10, um levando a Mengzhou, outro, o Lanyue, mas ambos sem tripulação, para testes de acoplagem em órbita lunar. É bem possível que a missão também envolva um pouso e decolagem não tripulados, se a ideia for testar o sistema completo antes de colocar tripulação. Por fim, a missão tripulada inaugural aconteceria "antes de 2030", o que podemos arredondar como o fim de 2029. Em paralelo, nos próximos anos, a Mengzhou deve ganhar voos tripulados destinados à estação espacial Tiangong, em órbita terrestre baixa, o que dará aos taikonautas chance de se acostumar ao veículo antes de levá-lo em uma longa jornada até a Lua. A apresentação do cronograma pelos chineses demonstra que eles têm confiança no desenvolvimento tecnológico dos sistemas para a missão. E pesquisadores chineses também já trabalham na escolha de locais de pouso para as missões. Embora o alvo, no longo prazo, seja o polo sul lunar, é bem possível que a primeira alunissagem tripulada busque uma região menos desafiadora. Um artigo publicado na Nature Astronomy por cientistas planetários chineses e alemães em março sugere que um pouso na região lunar de Rimae Bode seria desejável para a primeira missão. Ela fica no lado próximo e próximo ao equador lunar, mais facilmente acessível, e contém grande variedade geológica, o que faria dele um alvo de interesse científico. Os americanos seguem com seu plano de realizar sua primeira alunissagem tripulada na missão Artemis 4, a ser realizada até o fim de 2028. Ou seja, eles têm supostamente um ano de vantagem sobre os chineses. Mas o que hoje é um ano no passado recente já foram quatro, cinco, seis... A disputa será apertada. Siga o Mensageiro Sideral no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube
Flávio diz que precisa regularizar situação migratória nos EUA
Senador declara que ainda não decidiu seus próximos passos depois de deixar o Brasil; congressista está na Flórida desde outubro O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que precisa regularizar sua situação migratória nos Estados Unidos antes de definir seus próximos passos. Em entrevista ao jornal norte-americano Washington Post, na 5ª feira (5.nov.2026), na Flórida, o congressista disse que ainda não tomou uma decisão definitiva sobre seu futuro. “Ainda é muito cedo para tomar qualquer decisão definitiva”, declarou Flávio. “Mas, obviamente, o que preciso fazer agora é regularizar minha situação imigratória e, bem, pensar no que vou fazer”, complementou. publicidade O senador deixou o Brasil depois de ser derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 2º turno das eleições, realizado em 25 de outubro. Sua saída se deu depois de uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para que entregasse seus passaportes. publicidade Segundo a reportagem, Flávio enfrenta incertezas sobre sua permanência nos Estados Unidos e não sabe quando conseguirá retornar ao Brasil. Ele também relatou dificuldades de adaptação ao país, onde tem domínio limitado do inglês. publicidade O Washington Post informou que Flávio, sua mulher e suas duas filhas foram recebidos pelo governo de Donald Trump (Partido Republicano) por razões humanitárias. O presidente norte-americano teria autorizado a permanência do senador no país pelo tempo que desejasse. publicidade Flávio não detalhou qual é seu atual status migratório nem quais procedimentos pretende adotar para regularizar sua permanência nos Estados Unidos. A declaração também não permite concluir que ele esteja em situação irregular. publicidade O congressista tem mandato no Senado até 31 de janeiro de 2027. Sua permanência no exterior levanta questionamentos sobre como exercerá as atividades parlamentares nos próximos meses, incluindo a participação em reuniões de comissões e a análise de projetos sob sua relatoria. FUGA DE FLÁVIO A fuga de Flávio aos Estados Unidos ganhou repercussão na 3ª feira (27.out.2026), depois que veículos de comunicação noticiaram sua saída do Brasil. Segundo a Direção Nacional de Migrações da Argentina, Flávio e seus familiares cruzaram a fronteira terrestre na noite de 3ª feira (27.out), pela Ponte Internacional Tancredo Neves, em Misiones. Cerca de 40 minutos depois, embarcaram em um voo privado da empresa Baires Fly S.A., em Puerto Iguazú, com destino a Guayaquil, no Equador. De lá, seguiram para os Estados Unidos. publicidade A viagem foi realizada 1 dia depois de Flávio ser intimado pela PF, na 2ª feira (26.out.2026), a entregar os passaportes no prazo de 24 horas. A determinação partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF, em resposta a um pedido apresentado pela Polícia Federal na noite de domingo (25.out.2026). A medida cautelar foi vinculada a investigações que envolvem o advogado Willer Tomaz. Embora Flávio tenha afirmado publicamente nas redes sociais que entregaria os documentos, a determinação não foi cumprida. Os passaportes foram posteriormente cancelados. Eis a cronologia dos fatos que antecederam a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil: 6ª feira (23.out.2026), à tarde: Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defende, em entrevista a um podcast, que o irmão deixe o país caso não vença a eleição presidencial; Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defende, em entrevista a um podcast, que o irmão deixe o país caso não vença a eleição presidencial; 6ª feira (23.out.2026), à noite: Alexandre de Moraes determina o bloqueio de até R$ 6 bilhões em bens ligados a Willer Tomaz e solicita verificação sobre possível vínculo de Flávio com conta da Alcazar Holdings; Alexandre de Moraes determina o bloqueio de até R$ 6 bilhões em bens ligados a Willer Tomaz e solicita verificação sobre possível vínculo de Flávio com conta da Alcazar Holdings; domingo (25.out.2026), pela manhã: banco Santander informa ao STF que Flávio não consta entre os usuários cadastrados na conta da empresa de Willer Tomaz; banco Santander informa ao STF que Flávio não consta entre os usuários cadastrados na conta da empresa de Willer Tomaz; domingo (25.out.2026), às 21h09: TSE confirma matematicamente a vitória de Lula (PT) na disputa presidencial; TSE confirma matematicamente a vitória de Lula (PT) na disputa presidencial; domingo (25.out.2026), às 21h16: Polícia Federal assina pedido de apreensão dos passaportes de Flávio, 7 minutos depois da confirmação do resultado das urnas; Polícia Federal assina pedido de apreensão dos passaportes de Flávio, 7 minutos depois da confirmação do resultado das urnas; domingo (25.out.2026), à noite: Moraes determina a apreensão dos passaportes, proíbe Flávio de deixar o país e de manter contato com Willer Tomaz; Moraes determina a apreensão dos passaportes, proíbe Flávio de deixar o país e de manter contato com Willer Tomaz; 2ª feira (26.out.2026), às 11h: Flávio visita Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília; Flávio visita Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília; 2ª feira (26.out.2026), no fim da manhã: Polícia Federal intima Flávio a entregar os passaportes em até 24 horas na saída da residência do pai; Polícia Federal intima Flávio a entregar os passaportes em até 24 horas na saída da residência do pai; 2ª feira (26.out.2026), à tarde: Flávio publica vídeo nas redes sociais negando intenção de sair do país e afirmando que entregará os documentos à Polícia Federal.
Perguntas Frequentes sobre VOO
Qual é a cotação de VOO hoje na B3?
Quanto a VOO paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de VOO pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de VOO?
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