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SUZB3 Suzano S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Materiais Básicos

Suzano S.A.

CNPJ: 16404287000155

Preço Atual
R$ 47,53
-2.16%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 8 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 8/12 (66.7%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 77.84 Bi) maior que Lucro (R$ 8.33 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 16.76% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio: 3.13% a.a. (Abaixo de 4%)

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +10.47%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 1.24x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Materiais Básicos

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1924 (102 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 7.21x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 3.54x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 12.95x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Acima do Preço Teto

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 21,03
DPA Médio (5 anos) R$ 1,26
Margem de Segurança -55.75%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 76,35
LPA R$ 6,59
VPA R$ 39,31
Margem / Potencial +60.64%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo SUZB3 (Suzano S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 47,53, acumulando uma variação de -2.16% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 39,17 e a máxima de R$ 59,65. A companhia está inserida no setor de Materiais Básicos, atuando no segmento de Papel e Celulose. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 7.21x e P/VP de 1.24x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 2.35%.

Abertura
R$ 48,04
Fec. Ant: R$ 47,53
Variação Dia
Min: R$ 47,51
Max: R$ 48,55
52 Semanas
Mín: R$ 39,17
Máx: R$ 59,65
Volume
3.241.800
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: SUZB3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

7.21
1.24
R$ 6,59
R$ 39,31
12.95
P/Receita (PSR)
1.26
P/FCO
3.61
P/FCL
18.73
EV/Receita Líq.
2.88
EV/FCO
8.28
EV/FCL
43.00
Earning Yield
7.72%
Enterprise Value
R$ 137,92 Bi
R$ 60,08 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
3.54
Dív. Líquida/PL
1.57
Dívida Líquida
R$ 77,84 Bi
Liq. Corrente
3.38
PL/Ativos
0.30
Passivos/Ativos
0.74
Liq. Seca
2.75
Liq. Imediata
1.91

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
21.07%

Indicadores de Rentabilidade

16.44%
6.92%
4.79%
Giro do Ativo
0.28

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
10.47%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 28.65%
Margem EBITDA 45.96%
Margem Operacional 21.07%
Margem Líquida 17.14%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 16,66 Bi
FCL R$ 3,21 Bi
Caixa Total R$ 26,27 Bi
Caixa/Ação R$ 20,78
Receita e Dívida
Receita Total R$ 47,83 Bi
Lucro Bruto R$ 13,70 Bi
EBITDA R$ 21,98 Bi
Dívida Total R$ 111,65 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) -6.77%
Lucro (YoY) 4.38%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 50.115,68 Mi R$ 47.403,28 Mi R$ 39.755,57 Mi R$ 49.830,94 Mi
Lucro Bruto R$ 16.226,17 Mi R$ 20.001,76 Mi R$ 14.678,90 Mi R$ 25.009,66 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 10.649,01 Mi R$ 15.691,09 Mi R$ 12.216,29 Mi R$ 22.222,78 Mi
Lucro Líquido R$ 13.437,69 Mi R$ -7.044,71 Mi R$ 14.106,38 Mi R$ 23.394,89 Mi

Sobre a SUZB3

Setor
Materiais Básicos
Indústria / Segmento
Papel e Celulose
Funcionários
37.000
Market Cap
R$ 60,83 Bi
Descrição do Negócio

A Suzano S.A., listada na B3 sob o ticker SUZB3, é uma companhia brasileira de papel e celulose com origem empresarial em 1924. A empresa atua na produção de celulose de eucalipto, papéis e produtos de base florestal, com operações integradas no setor de materiais básicos. Os principais segmentos incluem celulose de mercado, papéis para diferentes aplicações e itens de higiene em mercados selecionados, além da gestão florestal necessária ao suprimento industrial. O modelo operacional combina base florestal própria, logística de exportação e unidades industriais de grande porte. No contexto competitivo, a Suzano disputa mercado com grandes produtores globais de celulose e papel, em especial na oferta de fibra curta de eucalipto. A companhia tem posição relevante em escala de produção e eficiência no segmento de celulose, em um setor sensível a ciclo de preços internacionais. A atuação geográfica da empresa inclui mercado doméstico e exportações para dezenas de países. Em escala operacional, a companhia reporta cerca de 37 mil empregados e presença comercial em mais de 80 países, com cadeia integrada entre florestas plantadas, fábricas e canais de distribuição.

DIVIDENDO R$ 0,0046
Pagamento: 31/12/2026
DIVIDENDO R$ 1,1166
Pagamento: 04/02/2026
JCP R$ 2,0174
Pagamento: 10/01/2025
JCP R$ 1,1634
Pagamento: 10/01/2024
DIVIDENDO R$ 1,7948
Pagamento: 26/12/2022
DIVIDENDO R$ 0,5928
Pagamento: 13/05/2022
DIVIDENDO R$ 0,7412
Pagamento: 27/01/2022
DIVIDENDO R$ 0,4447
Pagamento: 30/04/2019
DIVIDENDO R$ 0,1922
Pagamento: 09/05/2018
JCP R$ 0,1830
Pagamento: 11/12/2017

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A Suzano, maior produtora mundial de celulose de fibra curta de eucalipto, anunciou, nesta terça-feira (22), novos aumentos de preço da fibra para todos os mercados em que opera, apurou o Valor. Os ajustes são para as Américas (região que engloba América do Norte e Latina) e a Europa, além de China e demais países asiáticos. Confira os resultados e indicadores da Suzano e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 O último reajuste da empresa para Américas e Europa, uma alta de US$ 50, foi anunciado em abril e está em vigor desde maio. O novo aumento para as duas regiões também é de U$ 50 e terá efeito já a partir de outubro. Na prática, o preço de referência do mercado europeu deve subir para US$ 1.360 por tonelada de celulose de fibra curta. Já a alta do preço para a China e os demais países asiáticos acontece menos de um mês depois do último ajuste, de US$ 20, para aquela região. Desta vez, o aumento, também a partir de outubro, é de mais US$ 20 por tonelada de celulose de fibra curta na Ásia. Atualmente, a tonelada da matéria-prima é negociada entre US$ 570 e US$ 580 por tonelada na região. Em relatório desta semana, analistas do Itaú BBA disseram que o mercado global de celulose de fibra curta se reequilibrou mais rápido do que o previsto pelas próprias empresas do setor, o que abriu espaço para aumentos de preços recentes. O banco já previa o aumento para a Ásia. “Vários fatores convergiram. Os estoques caíram para cerca de 2,3 meses; quando os preços atingiram US$ 560 por tonelada, os produtores integrados de papel chineses começaram a comprar celulose de mercado; e o atraso do OKI II (projeto de uma concorrente na Indonésia) forçou os produtores chineses a recompor estoques antes do planejado. Isso permitiu a implementação do aumento de US$ 20 por tonelada em setembro, e mais US$ 20 estão sendo discutidos para outubro”, escreveram. Contudo, a XP Investimentos adotou visão mais cautelosa quanto à sustentabilidade de altas no segmento. “Continuamos vendo espaço limitado para recuperação sustentada, dada a fraca rentabilidade dos fabricantes de papel, cerca de 6,8 milhões de toneladas de capacidade adicional de celulose integrada esperada na China até 2027 e novos projetos de celulose de mercado programados para começar no próximo ano”, disseram analistas do banco na última semana. Procurada, a Suzano confirmou os reajustes.

Ibovespa Fecha em Alta e Dólar Fica Estável com Ata do Copom e Cenário Eleitoral
Dólar Hoje

Ibovespa Fecha em Alta e Dólar Fica Estável com Ata do Copom e Cenário Eleitoral

O Ibovespa fechou com alta modesta nesta terça-feira, apoiada pela recuperação das ações da Petrobras, em pregão marcado pela repercussão de nova pesquisa eleitoral e análise da ata da última reunião de política monetária do Banco Central. O índice 0,44%, a 187.422,92 pontos, após marcar 184.976,81 na mínima e chegar a 187.671,74 na máxima do dia. O volume financeiro somou R$30,23 bilhões. De acordo com o responsável pela mesa de ações e sócio do BTG Pactual, Jerson Zanlorenzi, a bolsa ficou praticamente “de lado”, sem grandes variações, sem grandes destaques. Zanlorenzi chamou a atenção para o cenário eleitoral, principalmente a proximidade do primeiro turno, em 4 de outubro, que deixa investidores “em compasso de espera”, principalmente após uma performance positiva recente. Em setembro, o Ibovespa acumula valorização de 5,64%, em parte ajudada pelo retorno do investidor estrangeiro. De acordo com dados da B3, o saldo de capital externo está positivo em R$9,23 bilhões no mês até o dia 18. Leia Também Produção Global de Biocombustíveis Deve Aumentar Quase 70% até 2030 por Crise no Golfo Pérsico Petrobras Precisará Ampliar Atuação em Renováveis para Manter Relevância até 2050, Diz CEO Ibovespa Sobe com Petróleo em Queda e Mercado de Olho na Eleição; Dólar Recua Ibovespa Tem Primeira Queda Semanal desde Agosto; Dólar Fecha a R$ 5,15 Petróleo Fecha em Queda de 1% e Dólar Acompanha Enquanto Ibovespa Registra Alta Leve Ibovespa Sobe 0,3% com Vale e Fecha Aos 186 Mil Pontos; Dólar Recua Sob os holofotes no dia, nova pesquisa Quaest, conhecida na véspera, referendou o cenário de disputa acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) pelo Palácio do Planalto. Investidores aguardam novos levantamentos na semana. Newsletter Forbes Daily As principais notícias do mercado financeiro De segunda a sexta-feira no seu email Assinar Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação. O Banco Central também divulgou mais cedo a ata da última reunião de política monetária, que manteve o tom do comunicado que acompanhou a decisão da semana passada de reduzir a Selic a 13,75% ao ano. A Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, também ocupou as atenções, com discursos dopresidente Lula e do seu par norte-americano, Donald Trump, na primeira etapa da sessão. Havia expectativas de que o evento corroborasse um avanço diplomático envolvendo a guerra no Irã. À tarde, Trump disse que autoridades dos EUA tiveram uma reunião “muito boa” de três horas nesta terça-feira com a delegação iraniana. O barril do petróleo Brent recuou 1,09%, a US$99,25 tendo ainda como pano de fundo que o Irã sinalizou que poderá reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias e que a Arábia Saudita se prepara para retomar as exportações de seu porto de Yanbu, no Mar Vermelho. Em Nova York, o índice acionário S&P 500 terminou estável, enquanto o rendimento do título de 10 anos do Tesouro norte-americano marcava 4,9511% no final do dia, de 4,963% na véspera. DESTAQUES • PETROBRAS PN avançou 0,73% e PETROBRAS ON subiu 0,61%, mesmo com o declínio do petróleo no exterior. A diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Renata Baruzzi, afirmou nesta terça-feira que a companhia enviará uma sonda de perfuração à Bacia da Foz do Amazonas em janeiro para iniciar os trabalhos em três novos poços. • ITAÚ PN subiu 0,23%, também revertendo a fraqueza de parte do pregão, em dia misto no setor. BRADESCO PN avançou 1,49% e BTG PACTUAL UNIT valorizou-se 0,71%, mas BANCO DO BRASIL ON recuou 1,39% e SANTANDER BRASIL UNIT cedeu 0,6%, com novos avanços relacionados à oferta de troca feita pelo seu controlador, o espanhol Santander, para a aquisição das ações em circulação da subsidiária brasileira. • VALE ON fechou em alta 0,39%, resistindo à queda dos futuros do minério de ferro na China, pressionados por perspectivas fracas de demanda no curto prazo. A Vale também confirmou nesta terça-feira a aquisição de uma participação de 30% na mineradora Ligga S.A., por meio de aporte de capital de aproximadamente US$190 milhões, e a assinatura de um contrato de compra de minério de ferro sinter feed produzido pela empresa. • SUZANO ON encerrou com acréscimo de 2,81%, em meio a notícias sobre reajuste nos preços da celulose em outubro. A companhia está comunicando a clientes na Ásia uma elevação de US$20 a tonelada, enquanto para as Américas e Europa o preço será elevado em US$50. • AXIA ON fechou em alta de 1,27%, tendo no radar notícia de que o conselho de administração aprovou uma nova operação de resgate de ações preferenciais classe C (PNC) envolvendo 70.716.228 papéis, equivalentes a R$3,9 bilhões e a 15,46% dessa classe de ação. Os resgates de PNCs funcionam como uma espécie de programa de recompra pela Axia. • VIVARA ON perdeu 4,37%, em sessão de ajustes, após duas altas seguidas, sendo que apenas na véspera o papel subiu quase 5,5%. Dólar fecha estável Após oscilar em margens estreitas, o dólar fechou a terça-feira próximo da estabilidade ante o real, em uma sessão marcada pela expectativa de que EUA e Irã possam chegar a um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio. Internamente, os investidores se mantiveram atentos ao noticiário eleitoral, além de repercutirem a ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O dólar à vista encerrou a sessão com variação negativa de 0,08%, a R$5,1040. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 7,01%. Às 17h03, o dólar futuro para outubro — atualmente o mais negociado no mercado brasileiro — cedia 0,21% na B3, aos R$5,1115. O Copom defendeu na ata a manutenção do nível restritivo da taxa básica Selic, hoje em 13,75%, diante da pressão da demanda, ainda que se observe um arrefecimento da atividade econômica, do crédito e da inflação. “Embora a política monetária esteja contribuindo de forma determinante para o processo de desinflação, a inflação permanece pressionada pela demanda, exigindo que a política monetária mantenha caráter restritivo”, afirmou o BC. Ao analisar o documento, a economista-chefe da SulAmerica Investimentos, Natalie Victal, citou um “ganho de convicção na desaceleração da atividade”. Para Yihao Lin, economista da Genial Investimentos, a ata indicou que o Copom está confiante no processo de desinflação da economia. “Apesar do nosso cenário base ser de manutenção da taxa de juros no patamar atual de 13,75% até o final do ano, entendemos que a ata de hoje aponta para uma maior inclinação do Copom seguir afrouxando a Selic nas próximas reuniões, impondo um viés baixista para a nossa projeção”, disse Lin em comentário escrito. A perspectiva de novo corte da Selic em novembro, para 13,50%, somada à possibilidade de mais aumentos de juros nos EUA, cuja taxa está hoje na faixa de 3,75% a 4,00%, reduz o diferencial de juros entre os dois países — algo que pode alterar o fluxo de investimentos para o Brasil, com impactos de alta no dólar. Outro fator de atenção dos investidores foi a corrida pelo Planalto. Na noite anterior, uma nova pesquisa Quaest mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 42% das intenções de voto na simulação de segundo turno, contra 41% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, os dois estão em empate técnico. Na semana anterior, Flávio tinha os mesmos 42% e Lula somava 40%. Neste cenário, o dólar à vista atingiu a cotação máxima intradia de R$5,1365 (+0,58%) às 9h23, ainda na primeira meia hora de negócios. Durante o restante da manhã e à tarde, porém, a moeda norte-americana perdeu força gradativamente, virando para o negativo, ainda que as oscilações fossem limitadas. O movimento ocorreu em meio à expectativa de que EUA e Irã possam chegar a um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio. Na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse acreditar em um acordo com o Irã apenas depois das eleições legislativas norte-americanas, em novembro. Ao mesmo tempo, afirmou que pode “aniquilar a República Islâmica” se um acordo de paz não for alcançado. Após o discurso, Trump disse a repórteres que autoridades dos dois países tiveram uma reunião “muito boa”, de três horas, nesta terça-feira. Às 16h35, já após os comentários de Trump, o dólar à vista atingiu a cotação mínima de R$5,0976 (-0,20%), para depois retornar para perto da estabilidade. “O dólar passou por oscilações durante o dia, mas manteve-se em um patamar comportado e refletindo a menor aversão ao risco por parte dos investidores frente ao cenário externo”, disse à tarde Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad, em comentário escrito. No exterior, o dólar exibia no fim da tarde sinais mistos ante as demais divisas de países emergentes. Por outro lado, sustentava leves ganhos ante as divisas fortes. Às 17h06, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes — subia 0,10%, a 100,520. No fim da manhã, o Banco Central do Brasil vendeu 50.000 contratos de swap cambial para 1º de outubro. Siga o canal da Forbes Money no WhatsApp e receba as principais notícias de economia e mercado financeiro.

Perguntas Frequentes sobre SUZB3

Qual é a cotação de SUZB3 hoje na B3?
A cotação de SUZB3 hoje está em R$ 47,53. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 47,51 e máxima de R$ 48,55.
Quanto a SUZB3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de SUZB3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de SUZB3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de SUZB3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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