SUZB3 Suzano S.A. – Cotação Hoje
Suzano S.A.
CNPJ: 16404287000155
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 8 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de SUZB3
O ativo SUZB3 (Suzano S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 47,53, acumulando uma variação de -2.16% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 39,17 e a máxima de R$ 59,65. A companhia está inserida no setor de Materiais Básicos, atuando no segmento de Papel e Celulose. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 7.21x e P/VP de 1.24x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 2.35%.
Histórico de Cotação: SUZB3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 50.115,68 Mi | R$ 47.403,28 Mi | R$ 39.755,57 Mi | R$ 49.830,94 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 16.226,17 Mi | R$ 20.001,76 Mi | R$ 14.678,90 Mi | R$ 25.009,66 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 10.649,01 Mi | R$ 15.691,09 Mi | R$ 12.216,29 Mi | R$ 22.222,78 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 13.437,69 Mi | R$ -7.044,71 Mi | R$ 14.106,38 Mi | R$ 23.394,89 Mi |
Sobre a SUZB3
A Suzano S.A., listada na B3 sob o ticker SUZB3, é uma companhia brasileira de papel e celulose com origem empresarial em 1924. A empresa atua na produção de celulose de eucalipto, papéis e produtos de base florestal, com operações integradas no setor de materiais básicos. Os principais segmentos incluem celulose de mercado, papéis para diferentes aplicações e itens de higiene em mercados selecionados, além da gestão florestal necessária ao suprimento industrial. O modelo operacional combina base florestal própria, logística de exportação e unidades industriais de grande porte. No contexto competitivo, a Suzano disputa mercado com grandes produtores globais de celulose e papel, em especial na oferta de fibra curta de eucalipto. A companhia tem posição relevante em escala de produção e eficiência no segmento de celulose, em um setor sensível a ciclo de preços internacionais. A atuação geográfica da empresa inclui mercado doméstico e exportações para dezenas de países. Em escala operacional, a companhia reporta cerca de 37 mil empregados e presença comercial em mais de 80 países, com cadeia integrada entre florestas plantadas, fábricas e canais de distribuição.
Outras Ações do Setor de Materiais Básicos
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Suzano (SUZB3): ação sobe quase 3% com notícias de reajuste de preços em outubro
A companhia está comunicando a clientes na Ásia uma elevação de US$ 20 a tonelada, enquanto para as Américas e Europa o preço será elevado em US$ 50 Publicidade A ação da Suzano (SUZB3) encerrou a sessão desta terça-feira (22) com acréscimo de 2,81%, a R$ 48,58, em meio a notícias sobre reajuste nos preços da celulose em outubro. A companhia está comunicando a clientes na Ásia uma elevação de US$ 20 a tonelada, enquanto para as Américas e Europa o preço será elevado em US$ 50. O Bradesco BBI apontou que o anúncio está alinhado à sua visão de que os preços da celulose devem permanecer bem sustentados no curto prazo, após a implementação bem-sucedida do aumento de US$ 20/t em setembro na Ásia. “Vale destacar que essa última rodada foi acompanhada por um aumento de US$ 50/t na Europa e nas Américas, indicando fundamentos mais sólidos em todas as regiões. Na China, esperamos que o aumento seja amplamente implementado, dado o baixo nível de estoques nas fábricas de papel e a necessidade de recomposição antes de um período de demanda sazonalmente mais forte”, aponta. A dinâmica de custos deve oferecer suporte adicional: os preços de cavacos de madeira importados na Ásia permanecem acima de US$ 200/bdmt, e a alta nos custos de insumos mantém a curva de custos elevada, com relatos de que vários produtores chineses integrados estão recorrendo à compra de celulose de mercado. Dito isso, embora uma disparada acentuada dos preços pareça improvável, o banco acredita que a tendência de alta se manterá nos próximos meses. Cabe ressaltar que, nesta semana, o Bradesco BBI manteve a ação da Suzano como a sua única recomendação de compra no setor de papel e celulose. Continua depois da publicidade (com Reuters)
Suzano anuncia aumentos de preço para todos os mercados de celulose
A Suzano, maior produtora mundial de celulose de fibra curta de eucalipto, anunciou, nesta terça-feira (22), novos aumentos de preço da fibra para todos os mercados em que opera, apurou o Valor. Os ajustes são para as Américas (região que engloba América do Norte e Latina) e a Europa, além de China e demais países asiáticos. Confira os resultados e indicadores da Suzano e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 O último reajuste da empresa para Américas e Europa, uma alta de US$ 50, foi anunciado em abril e está em vigor desde maio. O novo aumento para as duas regiões também é de U$ 50 e terá efeito já a partir de outubro. Na prática, o preço de referência do mercado europeu deve subir para US$ 1.360 por tonelada de celulose de fibra curta. Já a alta do preço para a China e os demais países asiáticos acontece menos de um mês depois do último ajuste, de US$ 20, para aquela região. Desta vez, o aumento, também a partir de outubro, é de mais US$ 20 por tonelada de celulose de fibra curta na Ásia. Atualmente, a tonelada da matéria-prima é negociada entre US$ 570 e US$ 580 por tonelada na região. Em relatório desta semana, analistas do Itaú BBA disseram que o mercado global de celulose de fibra curta se reequilibrou mais rápido do que o previsto pelas próprias empresas do setor, o que abriu espaço para aumentos de preços recentes. O banco já previa o aumento para a Ásia. “Vários fatores convergiram. Os estoques caíram para cerca de 2,3 meses; quando os preços atingiram US$ 560 por tonelada, os produtores integrados de papel chineses começaram a comprar celulose de mercado; e o atraso do OKI II (projeto de uma concorrente na Indonésia) forçou os produtores chineses a recompor estoques antes do planejado. Isso permitiu a implementação do aumento de US$ 20 por tonelada em setembro, e mais US$ 20 estão sendo discutidos para outubro”, escreveram. Contudo, a XP Investimentos adotou visão mais cautelosa quanto à sustentabilidade de altas no segmento. “Continuamos vendo espaço limitado para recuperação sustentada, dada a fraca rentabilidade dos fabricantes de papel, cerca de 6,8 milhões de toneladas de capacidade adicional de celulose integrada esperada na China até 2027 e novos projetos de celulose de mercado programados para começar no próximo ano”, disseram analistas do banco na última semana. Procurada, a Suzano confirmou os reajustes.
Ibovespa Fecha em Alta e Dólar Fica Estável com Ata do Copom e Cenário Eleitoral
O Ibovespa fechou com alta modesta nesta terça-feira, apoiada pela recuperação das ações da Petrobras, em pregão marcado pela repercussão de nova pesquisa eleitoral e análise da ata da última reunião de política monetária do Banco Central. O índice 0,44%, a 187.422,92 pontos, após marcar 184.976,81 na mínima e chegar a 187.671,74 na máxima do dia. O volume financeiro somou R$30,23 bilhões. De acordo com o responsável pela mesa de ações e sócio do BTG Pactual, Jerson Zanlorenzi, a bolsa ficou praticamente “de lado”, sem grandes variações, sem grandes destaques. Zanlorenzi chamou a atenção para o cenário eleitoral, principalmente a proximidade do primeiro turno, em 4 de outubro, que deixa investidores “em compasso de espera”, principalmente após uma performance positiva recente. Em setembro, o Ibovespa acumula valorização de 5,64%, em parte ajudada pelo retorno do investidor estrangeiro. De acordo com dados da B3, o saldo de capital externo está positivo em R$9,23 bilhões no mês até o dia 18. Leia Também Produção Global de Biocombustíveis Deve Aumentar Quase 70% até 2030 por Crise no Golfo Pérsico Petrobras Precisará Ampliar Atuação em Renováveis para Manter Relevância até 2050, Diz CEO Ibovespa Sobe com Petróleo em Queda e Mercado de Olho na Eleição; Dólar Recua Ibovespa Tem Primeira Queda Semanal desde Agosto; Dólar Fecha a R$ 5,15 Petróleo Fecha em Queda de 1% e Dólar Acompanha Enquanto Ibovespa Registra Alta Leve Ibovespa Sobe 0,3% com Vale e Fecha Aos 186 Mil Pontos; Dólar Recua Sob os holofotes no dia, nova pesquisa Quaest, conhecida na véspera, referendou o cenário de disputa acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) pelo Palácio do Planalto. Investidores aguardam novos levantamentos na semana. Newsletter Forbes Daily As principais notícias do mercado financeiro De segunda a sexta-feira no seu email Assinar Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação. O Banco Central também divulgou mais cedo a ata da última reunião de política monetária, que manteve o tom do comunicado que acompanhou a decisão da semana passada de reduzir a Selic a 13,75% ao ano. A Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, também ocupou as atenções, com discursos dopresidente Lula e do seu par norte-americano, Donald Trump, na primeira etapa da sessão. Havia expectativas de que o evento corroborasse um avanço diplomático envolvendo a guerra no Irã. À tarde, Trump disse que autoridades dos EUA tiveram uma reunião “muito boa” de três horas nesta terça-feira com a delegação iraniana. O barril do petróleo Brent recuou 1,09%, a US$99,25 tendo ainda como pano de fundo que o Irã sinalizou que poderá reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias e que a Arábia Saudita se prepara para retomar as exportações de seu porto de Yanbu, no Mar Vermelho. Em Nova York, o índice acionário S&P 500 terminou estável, enquanto o rendimento do título de 10 anos do Tesouro norte-americano marcava 4,9511% no final do dia, de 4,963% na véspera. DESTAQUES • PETROBRAS PN avançou 0,73% e PETROBRAS ON subiu 0,61%, mesmo com o declínio do petróleo no exterior. A diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Renata Baruzzi, afirmou nesta terça-feira que a companhia enviará uma sonda de perfuração à Bacia da Foz do Amazonas em janeiro para iniciar os trabalhos em três novos poços. • ITAÚ PN subiu 0,23%, também revertendo a fraqueza de parte do pregão, em dia misto no setor. BRADESCO PN avançou 1,49% e BTG PACTUAL UNIT valorizou-se 0,71%, mas BANCO DO BRASIL ON recuou 1,39% e SANTANDER BRASIL UNIT cedeu 0,6%, com novos avanços relacionados à oferta de troca feita pelo seu controlador, o espanhol Santander, para a aquisição das ações em circulação da subsidiária brasileira. • VALE ON fechou em alta 0,39%, resistindo à queda dos futuros do minério de ferro na China, pressionados por perspectivas fracas de demanda no curto prazo. A Vale também confirmou nesta terça-feira a aquisição de uma participação de 30% na mineradora Ligga S.A., por meio de aporte de capital de aproximadamente US$190 milhões, e a assinatura de um contrato de compra de minério de ferro sinter feed produzido pela empresa. • SUZANO ON encerrou com acréscimo de 2,81%, em meio a notícias sobre reajuste nos preços da celulose em outubro. A companhia está comunicando a clientes na Ásia uma elevação de US$20 a tonelada, enquanto para as Américas e Europa o preço será elevado em US$50. • AXIA ON fechou em alta de 1,27%, tendo no radar notícia de que o conselho de administração aprovou uma nova operação de resgate de ações preferenciais classe C (PNC) envolvendo 70.716.228 papéis, equivalentes a R$3,9 bilhões e a 15,46% dessa classe de ação. Os resgates de PNCs funcionam como uma espécie de programa de recompra pela Axia. • VIVARA ON perdeu 4,37%, em sessão de ajustes, após duas altas seguidas, sendo que apenas na véspera o papel subiu quase 5,5%. Dólar fecha estável Após oscilar em margens estreitas, o dólar fechou a terça-feira próximo da estabilidade ante o real, em uma sessão marcada pela expectativa de que EUA e Irã possam chegar a um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio. Internamente, os investidores se mantiveram atentos ao noticiário eleitoral, além de repercutirem a ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O dólar à vista encerrou a sessão com variação negativa de 0,08%, a R$5,1040. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 7,01%. Às 17h03, o dólar futuro para outubro — atualmente o mais negociado no mercado brasileiro — cedia 0,21% na B3, aos R$5,1115. O Copom defendeu na ata a manutenção do nível restritivo da taxa básica Selic, hoje em 13,75%, diante da pressão da demanda, ainda que se observe um arrefecimento da atividade econômica, do crédito e da inflação. “Embora a política monetária esteja contribuindo de forma determinante para o processo de desinflação, a inflação permanece pressionada pela demanda, exigindo que a política monetária mantenha caráter restritivo”, afirmou o BC. Ao analisar o documento, a economista-chefe da SulAmerica Investimentos, Natalie Victal, citou um “ganho de convicção na desaceleração da atividade”. Para Yihao Lin, economista da Genial Investimentos, a ata indicou que o Copom está confiante no processo de desinflação da economia. “Apesar do nosso cenário base ser de manutenção da taxa de juros no patamar atual de 13,75% até o final do ano, entendemos que a ata de hoje aponta para uma maior inclinação do Copom seguir afrouxando a Selic nas próximas reuniões, impondo um viés baixista para a nossa projeção”, disse Lin em comentário escrito. A perspectiva de novo corte da Selic em novembro, para 13,50%, somada à possibilidade de mais aumentos de juros nos EUA, cuja taxa está hoje na faixa de 3,75% a 4,00%, reduz o diferencial de juros entre os dois países — algo que pode alterar o fluxo de investimentos para o Brasil, com impactos de alta no dólar. Outro fator de atenção dos investidores foi a corrida pelo Planalto. Na noite anterior, uma nova pesquisa Quaest mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 42% das intenções de voto na simulação de segundo turno, contra 41% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, os dois estão em empate técnico. Na semana anterior, Flávio tinha os mesmos 42% e Lula somava 40%. Neste cenário, o dólar à vista atingiu a cotação máxima intradia de R$5,1365 (+0,58%) às 9h23, ainda na primeira meia hora de negócios. Durante o restante da manhã e à tarde, porém, a moeda norte-americana perdeu força gradativamente, virando para o negativo, ainda que as oscilações fossem limitadas. O movimento ocorreu em meio à expectativa de que EUA e Irã possam chegar a um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio. Na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse acreditar em um acordo com o Irã apenas depois das eleições legislativas norte-americanas, em novembro. Ao mesmo tempo, afirmou que pode “aniquilar a República Islâmica” se um acordo de paz não for alcançado. Após o discurso, Trump disse a repórteres que autoridades dos dois países tiveram uma reunião “muito boa”, de três horas, nesta terça-feira. Às 16h35, já após os comentários de Trump, o dólar à vista atingiu a cotação mínima de R$5,0976 (-0,20%), para depois retornar para perto da estabilidade. “O dólar passou por oscilações durante o dia, mas manteve-se em um patamar comportado e refletindo a menor aversão ao risco por parte dos investidores frente ao cenário externo”, disse à tarde Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad, em comentário escrito. No exterior, o dólar exibia no fim da tarde sinais mistos ante as demais divisas de países emergentes. Por outro lado, sustentava leves ganhos ante as divisas fortes. Às 17h06, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes — subia 0,10%, a 100,520. No fim da manhã, o Banco Central do Brasil vendeu 50.000 contratos de swap cambial para 1º de outubro. Siga o canal da Forbes Money no WhatsApp e receba as principais notícias de economia e mercado financeiro.
Perguntas Frequentes sobre SUZB3
Qual é a cotação de SUZB3 hoje na B3?
Quanto a SUZB3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de SUZB3?
O que significa o P/L e o P/VP de SUZB3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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