GG

GGBR4 Gerdau S.A. Pfd – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Materiais Básicos

Gerdau S.A. Pfd

CNPJ: 33611500000119

Preço Atual
R$ 25,44
-0.78%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 9 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 9/12 (75.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 13.15 Bi) maior que Lucro (R$ 2.24 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 4.17% (Abaixo de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 8.32% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +9.78% | CAGR Lucro 5A: -9.89%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 0.95x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Materiais Básicos

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1901 (125 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 22.59x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 1.51x (Abaixo de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 12.61x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 80% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Abaixo do Preço Teto (Margem de Segurança)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 33,57
DPA Médio (5 anos) R$ 2,01
Margem de Segurança +31.96%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 26,23
LPA R$ 1,13
VPA R$ 27,07
Margem / Potencial +3.11%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo GGBR4 (Gerdau S.A. Pfd) está sendo negociado hoje a R$ 25,44, acumulando uma variação de -0.78% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 16,53 e a máxima de R$ 26,44. A companhia está inserida no setor de Materiais Básicos, atuando no segmento de Siderurgia. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 22.59x e P/VP de 0.95x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 3.11%.

Abertura
R$ 25,31
Fec. Ant: R$ 25,44
Variação Dia
Min: R$ 25,24
Max: R$ 25,67
52 Semanas
Mín: R$ 16,53
Máx: R$ 26,44
Volume
2.090.900
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: GGBR4

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

22.59
0.95
R$ 1,13
R$ 27,07
12.61
10.00
P/Receita (PSR)
0.72
P/FCO
5.52
P/FCL
14.18
EV/Receita Líq.
0.91
EV/FCO
6.96
EV/FCL
17.88
Earning Yield
7.93%
Enterprise Value
R$ 63,47 Bi
R$ 50,32 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.51
Dív. Líquida/PL
0.25
Dívida Líquida
R$ 13,15 Bi
Liq. Corrente
2.87
PL/Ativos
0.66
Passivos/Ativos
0.34
Liq. Seca
1.30
Liq. Imediata
0.55

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
7.24%

Indicadores de Rentabilidade

4.18%
6.98%
2.78%
Giro do Ativo
0.85

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
9.78%
CAGR Lucro
-9.89%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 13.10%
Margem EBITDA 12.55%
Margem Operacional 7.24%
Margem Líquida 3.27%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 9,12 Bi
FCL R$ 3,55 Bi
Caixa Total R$ 5,44 Bi
Caixa/Ação R$ 2,75
Receita e Dívida
Receita Total R$ 69,54 Bi
Lucro Bruto R$ 9,11 Bi
EBITDA R$ 8,73 Bi
Dívida Total R$ 18,61 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 0.64%
Lucro (YoY) -31.57%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 69.858,53 Mi R$ 67.026,66 Mi R$ 68.916,45 Mi R$ 82.412,21 Mi
Lucro Bruto R$ 7.967,49 Mi R$ 9.203,24 Mi R$ 11.332,45 Mi R$ 18.751,05 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 3.739,07 Mi R$ 7.487,20 Mi R$ 10.452,73 Mi R$ 17.751,45 Mi
Lucro Líquido R$ 1.418,44 Mi R$ 4.599,06 Mi R$ 7.536,98 Mi R$ 11.479,55 Mi

Sobre a GGBR4

Setor
Materiais Básicos
Indústria / Segmento
Siderurgia
Funcionários
27.371
Market Cap
R$ 47,17 Bi
Descrição do Negócio

A Gerdau S.A., listada na B3 sob o ticker GGBR4, foi fundada em 16 de janeiro de 1901 e atua no segmento de siderurgia. A companhia é uma produtora de aço com base no Brasil e presença relevante nas Américas. Suas operações abrangem produção de aços longos, aços especiais e outros produtos siderúrgicos voltados para construção civil, indústria e infraestrutura. O modelo industrial inclui mini-mills, unidades integradas e forte uso de sucata metálica como insumo. No ambiente competitivo, a Gerdau concorre com produtores regionais e globais de aço, com posição historicamente forte em aços longos nas Américas. A empresa atua em mercados cíclicos ligados à atividade industrial e construção, com foco em eficiência operacional e disciplina de capital. A companhia mantém ativos produtivos em diferentes países e atendimento a múltiplos setores consumidores. Em escala, reportou 27.371 empregados em 2023 e produção anual de milhões de toneladas de aço, com receitas distribuídas entre Brasil e América do Norte.

DIVIDENDO R$ 0,2300
Pagamento: 11/09/2026
DIVIDENDO R$ 0,1800
Pagamento: 09/06/2026
DIVIDENDO R$ 0,1000
Pagamento: 18/03/2026
DIVIDENDO R$ 0,2800
Pagamento: 11/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,1200
Pagamento: 18/08/2025
DIVIDENDO R$ 0,1200
Pagamento: 19/05/2025
DIVIDENDO R$ 0,1000
Pagamento: 14/03/2025
DIVIDENDO R$ 0,3000
Pagamento: 16/12/2024
DIVIDENDO R$ 0,1200
Pagamento: 20/08/2024
DIVIDENDO R$ 0,2800
Pagamento: 27/05/2024

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Nos Estados Unidos, o índice acionário S&P 500 encerrou com acréscimo de 1,49%, apoiado por ações de empresas ligadas à inteligência artificial Publicidade SÃO PAULO, 21 Set (Reuters) – O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira, ultrapassando os 187 mil pontos no melhor momento, em meio a um ambiente favorável a risco no mercado internacional, com alívio nos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano e queda dos preços do petróleo. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,74%, a 186.595,60 pontos, com investidores também repercutindo nova pesquisa eleitoral. Na máxima do dia, chegou a 187.434,25 pontos. Na mínima, marcou 185.246,81 pontos. O volume financeiro no pregão somou R$27,79 bilhões. Nos Estados Unidos, o índice acionário S&P 500 encerrou com acréscimo de 1,49%, apoiado por ações de empresas ligadas à inteligência artificial, em sessão marcada pelo recuo nos preços do petróleo, o que apoiou a queda nos rendimentos do Treasuries, como título de 10 anos marcando 4,953% no final do dia, de 4,996% na sexta-feira. De acordo com o economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos, Bruno Perri, embora a cotação do petróleo siga em patamar elevado, o movimento de queda favorece uma melhora no humor externo, uma vez que apoia perspectivas mais positivas para a inflação e para a curva de juros, com reflexos no apetite a risco. Na cena eleitoral brasileira, nova pesquisa BTG/Nexus mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reduziu sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no primeiro turno da eleição presidencial de outubro e seguiu numericamente à frente no segundo turno por um ponto percentual, embora ambos permaneçam em empate técnico. Também está previsto para a sessão um novo levantamento Quaest sobre a disputa pelo Palácio do Planalto. A disputa acirrada indicada em pesquisas até o momento, com melhora principalmente no desempenho de Flávio, tem repercutido positivamente na bolsa, uma vez que alimenta apostas de mudança no poder em Brasília. De acordo com Perri, a possibilidade de vitória de Flávio endossa perspectivas fiscais melhores. Continua depois da publicidade Ainda no radar do dia, pesquisa Focus mostrou que economistas consultados pelo Banco Central passaram a ver a Selic em 13,50% ao ano ao final de 2026, de 13,75% estimados na semana anterior, entre outros ajustes nas projeções para o crescimento da economia e para a inflação neste ano. Dados da B3 mostraram nova saída líquida de estrangeiros das ações brasileiras no último dia 17, reduzindo o saldo positivo acumulado em setembro para R$5,597 bilhões, de R$6,287 bilhões até o dia 16. DESTAQUES Continua depois da publicidade BB SEGURIDADE ON (BBSE3) caiu 2,55%. Analistas do Citi chamaram a atenção para dados da Susep mostrando que a companhia teve queda de 19% no lucro líquido em julho ante o mesmo período do ano passado, refletindo parcialmente resultados financeiros mais fracos da BrasilPrev, enquanto os prêmios no segmento rural caíram 40% ano a ano, sinalizando demanda mais fraca após o novo Plano Safra. ITAÚ PN (ITUB4) fechou em alta de 1,77%, com a maioria dos bancos do Ibovespa no azul. BTG PACTUAL UNIT (BPAC11) avançou 3,42%, SANTANDER BRASIL UNIT (SANB11) subiu 1,53% e BRADESCO PN (BBDC4) encerrou com acréscimo de 0,94%. A exceção foi BANCO DO BRASIL ON (BBAS3), que terminou com declínio de 0,91%, tendo no radar dados operacionais da BB Seguridade (BBSE3). Analistas do Bank of America também afirmaram que continuam seletivos sobre bancos na América Latina, acrescentando que, no Brasil, preferem Itaú (ITUB4), “dada sua rentabilidade, balanço sólido e execução de primeira linha”, enquanto mantêm uma postura cautelosa em relação ao Banco do Brasil (BBAS3), “devido às pressões sobre a qualidade dos ativos”. VALE ON (VALE3) recuou 1,12%, em meio ao movimento modesto dos futuros do minério de ferro na China. No setor de mineração e siderurgia, CSN ON (CSNA3) saltou 6,5% e foi o destaque positivo após duas quedas seguidas, sendo que apenas na sexta-feira o papel caiu 6,4%. USIMINAS PNA (USIM5) fechou com acréscimo de 0,14% e GERDAU PN (GGBR4) avançou 0,71%. Continua depois da publicidade PETROBRAS PN (PETR4) caiu 1,03%, em mais um pregão de queda dos preços do petróleo no mercado internacional, onde o barril sob o contrato Brent fechou com declínio de 3,4%, a US$ 100,34, em meio à expectativa de avanços diplomáticos na crise com o Irã. No noticiário, a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras (PETR3, PETR4), Renata Baruzzi, afirmou à Reuters que o petróleo descoberto no poço de Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, é de “altíssima qualidade”, talvez melhor que o do pré-sal. A campanha exploratória para poços adjacentes a Morpho deve começar no ano que vem. C&A ON (CEAB3) avançou 6,6%, em pregão positivo para ações sensíveis a juros em meio ao alívio nas taxas dos DIs. O índice de consumo da B3 subiu 1,9%.

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Especialistas alertam para exterior mais desafiador, mas com oportunidades diante das eleições e de Selic em queda; Ibovespa "tem muita gordura para subir", diz gestor Publicidade O Ibovespa engatou um pequeno rali nas últimas semanas, impulsionado pelo cenário eleitoral e pela queda dos juros no Brasil, e ignorou a piora do ambiente externo. Na visão de alguns participantes do mercado, o cenário mais provável é de Selic mais baixa no ano que vem, o que deve beneficiar a bolsa, embora alguns riscos persistam – entre eles o petróleo e o El Niño, e o eleitoral. “O cenário hoje é binário”, afirma Frederico Sampaio, diretor de investimentos da Franklin Templeton Brasil, sobre as expectativas do mercado entre a continuidade da atual política econômica e um ajuste fiscal mais profundo em caso de vitória da oposição. Ele enxerga oportunidades na bolsa, mas prega cuidado na seleção dos ativos. “Está tudo barato, hoje estamos bem amassados em relação aos fundamentos e já faz tempo”, diz. Se a relação preço-lucro das empresas voltasse à média histórica, ele aposta que o Ibovespa poderia subir dos atuais 186 mil pontos para 230 mil, alta de 24%. “Tem muita gordura para subir”, afirma. Se o ajuste fiscal não se confirmar, porém, o índice poderia recuar para perto dos 160 mil pontos, patamar anterior ao rali. “Estamos em uma situação 50%-50%”, avalia. A bolsa brasileira também está descontada em relação aos pares da América Latina. “Hoje ela está negociando na faixa de 9 vezes o lucro, enquanto o Chile está em torno de 13 vezes, o Peru, 14, Colômbia, 10,6 vezes, estamos descontados em relação a todas”, diz o gestor. No curto prazo, Sampaio avalia que os múltiplos perto das mínimas históricas devem atrair investidores, sobretudo para empresas ligadas ao mercado doméstico, que se beneficiariam de uma mudança na política econômica. “Esse é o grande tema do momento”, diz. Ele alerta, no entanto, para os riscos. “Já vimos reviravoltas em eleições passadas, acidentes de avião, facadas, por isso as compras estão sendo feitas de forma gradual, com muito cuidado, medindo a temperatura”, afirma. “Hoje o mercado vai mudando à medida que saem pesquisas e notícias.” Continua depois da publicidade No longo prazo, a bolsa deve responder às medidas do próximo governo, especialmente na área fiscal. “Se os problemas brasileiros forem enfrentados, vamos ter um aumento do PIB potencial e aí podemos ter um céu de brigadeiro, pois a bolsa brasileira está muito largada”, diz Sampaio. “Essa é a foto de hoje, mas precisamos ver o filme daqui para frente.” Ele cita o exemplo da Colômbia, onde a bolsa subiu antecipando a troca de governo e passou por uma realização depois da vitória do candidato de direita. “Agora o mercado tem se recuperado e está andando mais em cima do fundamento”, explica. Nos fundos da Franklin Templeton, a preferência é pelas ações mais negociadas do mercado, as chamadas blue chips. A gestora as escolhe pela liquidez e “porque nesse cenário de maior incerteza está tudo muito descontado”. Ao mesmo tempo, evita setores mais alavancados ou dependentes de crédito, como o varejo. Continua depois da publicidade Entre as preferidas estão empresas financeiras ligadas ao mercado de capitais, como XP (XPBR31), B3 (B3SA3) e BTG Pactual (BPAC11), que se beneficiariam de juros mais baixos. A lista inclui também boas pagadoras de dividendos de setores regulados, como saneamento e energia, com retornos de 8% a 10% ao ano. Sampaio gosta ainda dos bancos, que estão baratos, com destaque para o Itaú Unibanco (ITUB4). “Gostamos também de Petrobras (PETR4), que tem toda uma questão política, mas com petróleo a US$ 105 o barril é uma grande geradora de caixa”, diz. Leia também: Ações de IA abriram janela geracional? Veja como se posicionar Continua depois da publicidade Para Leonardo Mendes, consultor financeiro da Manchester Investimentos, o mercado brasileiro teria piorado com a decisão do Federal Reserve (Fed) de subir os juros e sinalizar novas altas, se não fosse a eleição. Ele vê o mercado local guiado pela disputa e ainda sem direção definida, e espera um rali em caso de vitória da oposição. No médio e longo prazo, porém, Mendes acredita que a Selic vai cair independentemente de quem vencer. “A trajetória estrutural de juros daqui para frente é para baixo, e vai beneficiar a bolsa”, diz. A amplitude e a velocidade dos cortes, no entanto, dependerão do resultado das urnas. A recomendação do consultor é não se afastar muito do Ibovespa. “Achamos melhor fazer o arroz com feijão, e isso vai ser suficiente para ter bons retornos, até porque a bolsa sofreu muito com os juros altos por muito tempo”, afirma. “Por isso estamos mais vinculados a blue chips e empresas de commodities.” Continua depois da publicidade Mendes destaca a Petrobras. Embora esteja entre as empresas mais expostas ao cenário eleitoral, a estatal é “uma máquina de fazer dinheiro” com o petróleo em alta e o dólar valorizado pelos juros americanos mais altos. Ele cita ainda Vale (VALE3), CSN (CSNA3), outras mineradoras e bancos tradicionais, que devem manter os lucros. “É uma carteira com 60% replicando as 20 maiores ações do Ibovespa e 40% em algumas empresas pagando bons dividendos”, diz. Quem já está na bolsa, segundo Mendes, deve evitar grandes movimentações e esperar o resultado da eleição para rebalancear a carteira. Para quem ainda não está, é hora de começar a montar posição com horizonte de pelo menos cinco anos. “A Selic estruturalmente caindo significa bolsa para cima”, diz. Leia também: “Brasil é país high yield”: por que não investir lá fora é cada vez mais arriscado Copo meio vazio A visão de alguns participantes, no entanto, é de copo meio vazio. Rachel de Sá, estrategista de investimentos da XP Investimentos, aponta que o cenário global piorou: o petróleo voltou a subir, o Fed está elevando os juros e as taxas longas nos Estados Unidos estão em alta, o que fortalece o dólar. No Brasil, pesam os efeitos do El Niño sobre a inflação e a expectativa de que o próximo governo, qualquer que seja, promova algum tipo de ajuste fiscal. Sá avalia, porém, que o desaquecimento da economia deve reduzir a inflação e permitir ao Banco Central seguir cortando a Selic, para 13,25% até o fim deste ano e 11,50% no próximo. “E ciclo de baixa de juros costuma ser historicamente positivo para a bolsa, seja por tornar mais atrativa a renda variável, seja pela reavaliação dos preços das ações por uma taxa de desconto menor”, diz. Juros menores também tendem a favorecer a economia no médio prazo, sobretudo as empresas mais ligadas ao crescimento. O risco, segundo ela, é que a queda dos juros pode vir acompanhada de uma desaceleração econômica mais grave, o que seria negativo para a bolsa e, em especial, para as empresas ligadas à economia local. Diante das incertezas, a XP adotou uma postura mais cautelosa na alocação em bolsa. “Estamos olhando setores e nomes de alta qualidade, bons pagadores de dividendos, com solidez financeira e caixa”, afirma Sá. Além das pagadoras de dividendos, ela cita setores menos expostos ao ciclo econômico, como commodities, utilities (energia e saneamento) e financeiro. “São historicamente mais defensivos.” A visão da XP para ações brasileiras está abaixo do neutro. “Não é para sair da bolsa ou ficar vendido, mas há espaço para estar menos alocado do que o modelo sugere”, diz. A alocação sugerida em bolsa é de 5% para o perfil moderado e de 15% para o sofisticado. Entre as top picks do mês da XP estão gigantes como Petrobras e Vale, mas também Prio (PRIO3), Gerdau (GGBR4), Embraer (EMBJ3), Axia (AXIA3) e Cury (CURY3). Sá não espera rali pré-eleitoral e cita um estudo da XP segundo o qual as classes de ativos não seguem um padrão nesses períodos. Por isso, o investidor não deve mexer na carteira pensando na eleição. “O importante é diversificação, com ou sem eleição, e focar no longo prazo, que é o que reduz a volatilidade”, diz. “Os desfechos de políticas econômicas diferentes podem afetar o cenário, mas isso não significa que vai mudar a alocação.” No BTG Pactual, a dúvida fez o time de alocação manter recomendação neutra para o Brasil na carteira para América Latina neste período pré-eleição. Em relatório a clientes, o banco lembra que o humor do mercado mudou diversas vezes nos últimos meses e, mais recentemente, reagiu bem a uma disputa mais acirrada, “quase um cara ou coroa”. Para o BTG, a incerteza favorece empresas de alta qualidade e liquidez, capazes de ir bem em qualquer cenário. Por precaução, o banco sugere evitar ações muito dependentes de uma melhora das contas públicas. As indicações são Itaú Unibanco, Axia, Petrobras, Embraer, Motiva (MOTV3), Sabesp (SBSP3), Eneva (ENEV3). Leia também: ETFs ganham 140 mil investidores no ano e já somam 862 mil CPFs

Ibovespa volta a subir de olho em STF, Fed e Copom: dólar avança para R$ 5,15
Dólar Hoje

Ibovespa volta a subir de olho em STF, Fed e Copom: dólar avança para R$ 5,15

O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira, 15, em uma sessão marcada pela cautela dos investidores diante de uma agenda carregada no Brasil e no exterior. O principal índice da B3 avançou 0,54%, aos 186.502,64 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 185.055,57 e a máxima de 187.650,53 pontos. O volume financeiro somou R$ 15,8 bilhões. A alta foi sustentada principalmente pelas ações da Petrobras, que acompanharam o forte avanço do petróleo no exterior em meio à escalada das tensões no Oriente Médio. As ações ordinárias da estatal (PETR3) subiram 3,59%, a segunda maior alta do dia, enquanto as preferenciais (PETR4) avançaram 3,23%. O movimento ajudou a compensar a pressão de Vale (VALE3), que caiu 1,17%, e dos bancos, que fecharam majoritariamente em baixa. A exceção entre os grandes bancos foi Itaú Unibanco (ITUB4), com alta de 0,71%. Para Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad, a alta do petróleo foi o principal suporte para o índice nesta terça. Segundo Nossig, o avanço de mais de 2% nas cotações internacionais da commodity impulsionou as ações da Petrobras e compensou a pressão negativa exercida pela Vale, afetada pela fraqueza das commodities metálicas. “O Ibovespa opera em terreno positivo ao longo da sessão desta terça-feira, sustentado pelo avanço do setor petroleiro”, afirma Nossig. Para a estrategista, porém, o ambiente segue defensivo, com investidores à espera das decisões sobre juros do Comitê de Política Monetária (Copom) e do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos. O dólar à vista encerrou o pregão em alta de 0,14%, a R$ 5,154, depois de oscilar entre R$ 5,127 e R$ 5,162. O cenário político também manteve os investidores em compasso de espera. Em Brasília, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisa a possibilidade de abertura de uma investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e acompanha o caso que também envolve o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. A sessão adicionou uma camada de incerteza ao ambiente doméstico em uma semana já marcada por decisões importantes de política monetária. Uma nova pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça apontou vantagem de sete pontos percentuais para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial. “O mercado está em modo ‘esperar para ver’ a Super Quarta”, afirma Marcos Bassani, especialista em investimentos e sócio-fundador da Boa Brasil Capital. Para Bassani, a votação no STF e a decisão do Copom são os principais gatilhos domésticos no curto prazo, enquanto o Fed pode amplificar ou neutralizar os efeitos da decisão brasileira sobre o câmbio e o fluxo estrangeiro. Bassani avalia que o ambiente político adiciona prêmio de risco aos ativos brasileiros. “O STF com foco em eventuais corrupções gera incertezas em relação ao investidor nacional e estrangeiro, abrindo margem para risco Brasil”, afirma. Atividade perde força No cenário macroeconômico doméstico, os investidores também repercutiram novos dados de atividade. O volume de vendas do comércio varejista brasileiro caiu 0,8% em julho ante junho, considerando a série com ajuste sazonal. Para Nossig, o dado reforça a percepção de perda gradual de força da economia brasileira após um período de juros elevados. “Essa desaceleração mais pronunciada do consumo passa a ser um fator relevante para balizar os próximos passos da política monetária”, afirma. Os números da produção animal referentes ao segundo trimestre também foram divulgados nesta terça-feira, com crescimento na comparação anual. Petróleo sobe com riscos à oferta Os contratos futuros de petróleo fecharam em forte alta nesta terça-feira e permaneceram acima dos US$ 100 por barril, diante dos riscos para o transporte e a infraestrutura de energia no Oriente Médio. Após uma semana de ataques, a Arábia Saudita emitiu alertas de segurança, enquanto a Líbia informou uma paralisação em campos de petróleo. O Brent, referência global, para novembro subiu 2,90%, a US$ 108,75 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). O WTI, referência nos Estados Unidos, com entrega em outubro avançou 4,38%, a US$ 105,83 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Além da estatal, os papéis da Gerdau também tiveram desempenho positivo. As ações da metalúrgica Gerdau (GOAU4) lideraram a alta do dia, com quase 4%, e a empresa em si (GGBR4) avançou também 3,35%, acompanhando um movimento comprador que já vinha sendo observado nas últimas semanas, segundo Bassani. Na ponta negativa, a Azzas 2154 (AZZA3) teve a maior queda do Ibovespa, próxima de 3%. Wall Street fecha em baixa antes do Fed As bolsas de Nova York encerraram o pregão desta terça-feira em queda, com investidores reduzindo a exposição a ativos de risco antes da decisão de juros do Federal Reserve, prevista para quarta-feira. O Dow Jones caiu 0,63%, aos 52.093,11 pontos. O S&P 500 recuou 0,45%, aos 7.585,73 pontos, enquanto o Nasdaq perdeu 0,78%, aos 25.981,57 pontos. A expectativa de uma possível alta dos juros americanos aumenta a atratividade dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos e mantém o mercado acionário sob pressão. Para Bassani, a decisão do Fed também será determinante para o comportamento do dólar, dos juros futuros e do fluxo estrangeiro para mercados emergentes. No Brasil, investidores ainda aguardam a decisão do Copom, também nesta quarta, 16. A combinação das duas decisões deve definir o tom para câmbio, juros e bolsa nos próximos dias.

Perguntas Frequentes sobre GGBR4

Qual é a cotação de GGBR4 hoje na B3?
A cotação de GGBR4 hoje está em R$ 25,44. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 25,24 e máxima de R$ 25,67.
Quanto a GGBR4 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de GGBR4?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de GGBR4 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de GGBR4?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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