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EMBJ3 Embraer S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Bens Industriais

Embraer S.A.

CNPJ: 07689002000189

Preço Atual
R$ 102,08
+0.32%

Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00

Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

EMBJ3 (Embraer S.A.) é uma ação negociada na B3 do setor de Bens Industriais. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 102,08, registrando variação de +0.32% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 32.35x. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 4.21x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 0.71%.

Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 6 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 6/12 (50.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 3.10 Bi) maior que Lucro (R$ 2.33 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 13.03% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio: 0.16% a.a. (Abaixo de 4%)

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +16.35%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 4.21x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Bens Industriais

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Data de fundação não mapeada

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 32.35x (Acima de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 0.58x (Abaixo de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 23.52x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 80% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Acima do Preço Teto

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 0,60
DPA Médio (5 anos) R$ 0,04
Margem de Segurança -99.41%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Ágio (Acima do Valor Intrínseco)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 41,40
LPA R$ 3,15
VPA R$ 24,18
Margem / Potencial -59.44%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo EMBJ3 (Embraer S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 102,08, acumulando uma variação de +0.32% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 68,08 e a máxima de R$ 107,42. A companhia está inserida no setor de Bens Industriais, atuando no segmento de Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 32.35x e P/VP de 4.21x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 0.71%.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 101,74
Fec. Ant: R$ 101,75
Variação Dia
Min: R$ 101,46
Max: R$ 103,18
52 Semanas
Mín: R$ 68,08
Máx: R$ 107,42
Volume
3.969.500
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: EMBJ3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

32.35
4.21
R$ 3,15
R$ 24,18
23.52
22.60
P/Receita (PSR)
1.71
P/FCO
12.04
P/FCL
17.25
EV/Receita Líq.
1.78
EV/FCO
12.53
EV/FCL
17.96
Earning Yield
4.25%
Enterprise Value
R$ 78,75 Bi
R$ 75,65 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
0.58
Dív. Líquida/PL
0.17
Dívida Líquida
R$ 3,10 Bi
Liq. Corrente
1.44
PL/Ativos
0.25
Passivos/Ativos
0.70
Liq. Seca
0.72
Liq. Imediata
0.43

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
8.88%

Indicadores de Rentabilidade

13.03%
10.52%
3.52%
Giro do Ativo
0.62

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
16.35%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 17.85%
Margem EBITDA 12.09%
Margem Operacional 8.88%
Margem Líquida 5.46%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 6,28 Bi
FCL R$ 4,39 Bi
Caixa Total R$ 11,17 Bi
Caixa/Ação R$ 15,09
Receita e Dívida
Receita Total R$ 44,13 Bi
Lucro Bruto R$ 7,88 Bi
EBITDA R$ 5,34 Bi
Dívida Total R$ 12,76 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 10.86%
Lucro (YoY) 8.93%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 41.883,23 Mi R$ 35.424,17 Mi R$ 26.110,52 Mi R$ 23.448,77 Mi
Lucro Bruto R$ 7.358,34 Mi R$ 6.382,23 Mi R$ 4.503,39 Mi R$ 4.709,98 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 3.348,11 Mi R$ 3.772,12 Mi R$ 1.522,61 Mi R$ -555,59 Mi
Lucro Líquido R$ 1.992,04 Mi R$ 1.923,83 Mi R$ 784,36 Mi R$ -1.047,21 Mi

Sobre a EMBJ3

Indústria / Segmento
Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças
Market Cap
R$ 75,65 Bi
JCP R$ 0,2163
Pagamento: 24/05/2027
JCP R$ 0,2810
Pagamento: 24/05/2027
DIVIDENDO R$ 0,0107
Pagamento: 20/05/2026
JCP R$ 0,1975
Pagamento: 20/05/2026
JCP R$ 0,0926
Pagamento: 20/05/2026
JCP R$ 0,2046
Pagamento: 20/05/2026
JCP R$ 0,1102
Pagamento: 14/01/2026
DIVIDENDO R$ 0,1107
Pagamento: 22/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,0701
Pagamento: 23/05/2025
DIVIDENDO R$ 0,0100
Pagamento: 11/01/2019

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China •

(Multimídia) Cooperação China-Brasil entra em nova fase com desenvolvimento verde e tecnológico

Estande da Suzano na 9ª Exposição Internacional de Importação da China (CIIE). (Foto oferecida pelo entrevistado) Shanghai, 8 nov (Xinhua) -- A China e o Brasil estão transformando sua relação histórica de compra e venda de commodities em uma parceria de cooperação com desenvolvimento verde e tecnológico, como ficou evidente no Fórum Empresarial Brasil-China 2026, sob o tema "Parcerias Estratégicas para o Futuro". Há 17 anos consecutivos a China é o maior parceiro comercial do Brasil, enquanto o Brasil é o maior parceiro comercial da China na América Latina. Segundo dados da Administração Geral das Alfândegas da China, o comércio bilateral somou US$ 148,24 bilhões de janeiro a agosto de 2026, um aumento anual de 23,9%. As exportações chinesas para o Brasil cresceram anualmente 22,4% para US$ 57,35 bilhões, enquanto as importações provenientes do Brasil subiram 24,9% para US$ 90,88 bilhões. "A relação sino-brasileira vai muito além do comércio tradicional. Entramos em uma nova fase, na qual investimento, tecnologia e inovação industrial passam a ter um papel cada vez mais central", disse Victor Queiroz, chefe do Escritório Ásia-Pacífico da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em seu discurso no fórum, realizado em 4 de novembro em Shanghai. MAIS VERDE EM INVESTIMENTOS O investimento da China no Brasil já não se limita a vender produtos, mas também busca levar o sistema completo que integra energia eólica, solar e inteligência artificial (IA). Os setores tradicionais dos dois países também passam por atualização em diversas áreas, como a neutralidade líquida de emissões, a descarbonização e a IA. "Segurança energética, minerais e cadeias de suprimentos são questões fundamentais diante do aumento da demanda por minerais críticos para tecnologias de ponta e para transição energética", disse Cláudia Trevisan, diretora-executiva do Conselho Empresarial Brasil-China. A cooperação energética é o retrato mais direto dessa transformação. "Nos mercados emergentes do Sul Global, a energia limpa continua sendo ativo de industrialização, eletrificação e aumento de renda e do bem-estar da população", disse Li Weiyi, diretor de Soluções para Novos Sistemas Industriais na Envision Energy, subsidiária do Envision Group (China). No ano passado, a Envision Energy firmou parceria estratégica com a empresa de energias renováveis Fotowatio Renewable Ventures (FRV) para desenvolver o projeto H2 Cumbuco de amônia verde no Ceará, Brasil. A Envision fornece solução integrada "renovável-hidrogênio verde-amônia verde" com coordenação por IA. O projeto prevê usina de hidrogênio verde com capacidade de eletrólise de até 500 MW e instalações para amônia verde, com operação prevista para 2030 e foco nos mercados do Brasil, Europa e Ásia. Durante o período do 15º Plano Quinquenal (2026-2030), a China iniciou um programa nacional para construir fábricas de carbono zero em nível nacional, marcando um passo concreto na busca contínua do país por manufatura verde para apoiar suas metas de pico de carbono e neutralidade de carbono. Esse movimento encontra eco na estratégia de empresas chinesas que atuam no exterior, como a Envision. "Para os próximos cinco anos, a empresa integrará seus modelos de IA para gestão de energia e carbono e construirá um modelo mundial de parque industrial neutro em carbono", disse Li. A atualização da cadeia logística dá sustentação ao comércio dos dois países. "Tradicionalmente, o navio que trazia bens do Brasil à China voltava vazio. Agora estamos construindo um casco multiuso: na ida, levamos contêineres, veículos elétricos e equipamentos de engenharia; na volta, a soja. É um novo modelo de negócio que já está em operação", explicou Li Zhen, vice-gerente-geral da COSCO SHIPPING Bulk Co., Ltd., no fórum. A parceria é de longa data. Em 2014, a Vale e a COSCO firmaram uma aliança histórica: quatro navios Valemax de 400 mil toneladas foram transferidos à China e arrendados de volta pela mineradora por 25 anos, e outros dez navios de mesmo porte, construídos em estaleiros chineses, passaram a transportar minério brasileiro para a China. Em 2016, a Vale e o grupo COSCO selaram em Beijing um contrato de longo prazo de 27 anos, para cerca de 16 milhões de toneladas por ano. Em maio de 2026, o navio "Yuanjianhai", de 400 mil toneladas, começou a atracar regularmente no porto de Caofeidian, Província de Hebei, no norte da China, carregado de minério brasileiro. Em dezembro de 2026, a companhia, que conta atualmente com 193 rotas de caminhão no Brasil cobrindo Santos e Rio de Janeiro, lançará a linha de contêineres do Extremo Oriente ao leste da América do Sul. MAIS TECNOLÓGICOS EM COMÉRCIO TRADICIONAL Há décadas, os setores de agricultura e manufatura sustentam o comércio sino-brasileiro. A Embraer, que desde 2000 opera no mercado chinês, já entregou 196 jatos comerciais e executivos a nove clientes, como China Eastern, China Southern e Sichuan Airlines, e teve o E195-E2 certificado pela Administração Estatal de Aviação Civil da China (CAAC) em 2023. No setor de celulose, a Suzano, uma importante fabricante brasileira, tem a China como principal destino de exportação desde que chegou ao país, nos anos 1980, e mantém subsidiária própria e um centro de inovação asiático em Shanghai. Segundo Miguel Sieh, presidente da Suzano Ásia para Gestão de Negócios, o Brasil e a China têm fortalezas complementares. "Enquanto o Brasil tem recursos naturais abundantes, a China tem um ecossistema industrial muito avançado, um parque tecnológico e um sistema de inovação tecnológica, seja digital, seja industrial, que hoje é um dos mais promissores do mundo", apontou ele, acrescentando que, na trajetória da empresa, a China deixou de ser apenas um grande mercado, para onde se levava matéria-prima para apoiar as indústrias de papel, celulose e embalagem, e passou a ser uma plataforma de negócios e parcerias. Agora, a tecnologia está atualizando o comércio das commodities na agricultura. A Embrapa, empresa pública brasileira de pesquisa agropecuária, é o parceiro científico da China há anos. Já em 2018, a Academia Chinesa de Ciências e a Embrapa fecharam acordo para pesquisa conjunta sobre melhoramento molecular da soja, cujo memorando foi assinado em 2019. Em setembro de 2026, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, liderou uma missão institucional à China para ampliar a cooperação em áreas estratégicas de agricultura, genômica e bioinsumos. É a tecnologia que explica por que o Brasil é hoje o maior produtor mundial de soja, café, açúcar e carne bovina, e garante a segurança alimentar de dois gigantes. "Vivemos um período de profundas e aceleradas transformações: a reorganização das cadeias produtivas, a transição energética, a digitalização da economia. Num quadro de instabilidades internacionais, a relação entre Brasil e China se destaca por sua estabilidade, maturidade e visão de longo prazo", disse Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, em seu discurso. Segundo ele, o comércio continuará sendo um dos pilares, mas ganha cada vez mais importância a agenda dos investimentos e da cooperação tecnológica. "O futuro dessa relação será construído pela capacidade de nossos empresários e empresas de transformar essas complementaridades em projetos concretos", apontou Marcos Galvão.

Cooperação entre China e Brasil avança para nova fase industrial e verde
China •

Cooperação entre China e Brasil avança para nova fase industrial e verde

247 – A relação bilateral entre China e Brasil alcançou um novo patamar estratégico voltado ao desenvolvimento verde e tecnológico, superando o modelo histórico restrito à exportação e importação de commodities. A transformação da parceria foi destaque durante o Fórum Empresarial Brasil-China 2026, realizado sob o tema Parcerias Estratégicas para o Futuro, que debateu a expansão dos investimentos em energias renováveis, inteligência artificial e transição energética entre as duas nações emergentes do Sul Global. A China figura como o maior parceiro comercial do Brasil por 17 anos consecutivos, enquanto o Brasil ocupa a posição de principal parceiro comercial chinês na América Latina. Levantamento da Administração Geral das Alfândegas da China aponta que o intercâmbio comercial entre os dois países atingiu a marca de US$ 148,24 bilhões no período compreendido entre janeiro e agosto de 2026, registrando um crescimento anual de 23,9%. As exportações chinesas para o mercado brasileiro totalizaram US$ 57,35 bilhões, com expansão de 22,4%, ao passo que as importações de produtos brasileiros somaram US$ 90,88 bilhões, alta de 24,9% na mesma base de comparação. Durante o evento ocorrido em Shanghai em 4 de novembro, o chefe do Escritório Ásia-Pacífico da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Victor Queiroz, pontuou que a cooperação bilateral expandiu suas fronteiras para além das trocas comerciais tradicionais. Segundo o representante, o investimento, a tecnologia e a inovação industrial assumem agora um papel central na dinâmica entre as duas economias, impulsionando a cooperação em frentes como a economia digital, a formação profissional e a criação de valor agregado. Investimentos em transição energética e manufatura verde O fluxo de capitais chineses direcionado ao território brasileiro tem incorporado sistemas integrados que combinam energia eólica, solar e inteligência artificial, impulsionando a atualização industrial em direção à neutralidade líquida de emissões e à descarbonização. A diretora-executiva do Conselho Empresarial Brasil-China, Cláudia Trevisan, ressaltou que a segurança energética, a exploração de minerais e a gestão de cadeias de suprimentos representam pilares fundamentais diante da crescente demanda internacional por minerais críticos voltados às tecnologias de ponta e à transição energética. A cooperação no setor energético materializa essa transformação nos mercados emergentes. O diretor de Soluções para Novos Sistemas Industriais na Envision Energy, Li Weiyi, afirmou que a energia limpa constitui um ativo essencial para a industrialização, a eletrificação e a elevação da renda e do bem-estar da população. A empresa chinesa firmou parceria estratégica com a companhia de energias renováveis Fotowatio Renewable Ventures para viabilizar o projeto H2 Cumbuco, voltado à produção de amônia verde no estado do Ceará, com operação prevista para 2030 e foco nos mercados do Brasil, da Europa e da Ásia. O projeto integra uma solução completa de energia renovável, hidrogênio verde e amônia verde, contando com capacidade de eletrólise de até 500 MW e coordenação por inteligência artificial. A iniciativa alinha-se ao programa nacional estabelecido pela China durante o 15º Plano Quinquenal, que abrange o período de 2026 a 2030, para a construção de fábricas de carbono zero em nível nacional. A estratégia visa apoiar as metas governamentais de pico e neutralidade de carbono, servindo de modelo para a atuação internacional de companhias como a Envision, que planeja integrar seus modelos digitais para a gestão de energia e carbono na construção de parques industriais neutros em carbono. Atualização logística e comércio de grande escala A sustentação do comércio bilateral é respaldada pela modernização da cadeia logística marítima e terrestre. O vice-gerente-geral da COSCO SHIPPING Bulk Co., Ltd., Li Zhen, destacou a criação de um modelo operacional que soluciona o desequilíbrio histórico das rotas de navegação entre os dois países, onde embarcações costumavam retornar vazias. O novo formato de casco multiuso permite o transporte de contêineres, veículos elétricos e equipamentos de engenharia na ida rumo à Ásia, e o escoamento de soja na viagem de retorno ao Brasil. A aliança logística remonta a acordos históricos firmados em 2014 entre a mineradora Vale e o grupo COSCO, que envolveram a transferência de quatro navios Valemax de 400 mil toneladas e a construção de outras dez embarcações de mesma capacidade em estaleiros chineses para o transporte de minério brasileiro. Em 2016, as empresas ampliaram a parceria com um contrato de longo prazo de 27 anos para o transporte de cerca de 16 milhões de toneladas anuais. Em maio de 2026, o navio Yuanjianhai iniciou atracações regulares no porto de Caofeidian, na província chinesa de Hebei, transportando minério do Brasil, enquanto a companhia expande sua atuação terrestre com 193 rotas de caminhão cobrindo Santos e Rio de Janeiro e o lançamento de uma nova linha de contêineres conectando o Extremo Oriente ao leste sul-americano em dezembro de 2026. Paralelamente, setores tradicionais como agricultura e manufatura sustentam a parceria há décadas por meio de empresas globais. A fabricante de aeronaves Embraer opera no mercado chinês desde 2000, acumulando a entrega de 196 jatos comerciais e executivos para companhias como China Eastern, China Southern e Sichuan Airlines, além de ter obtido em 2023 a certificação do modelo E195-E2 pela Administração Estatal de Aviação Civil da China. No segmento de celulose, a Suzano mantém presença na China desde os anos 1980, contando com subsidiária própria e um centro de inovação em Shanghai. Complementaridade econômica e inovação tecnológica na agricultura O presidente da Suzano Ásia para Gestão de Negócios, Miguel Sieh, avaliou que o Brasil e a China possuem fortalezas altamente complementares. Enquanto o território brasileiro dispõe de recursos naturais abundantes, a China consolidou um ecossistema industrial avançado e um sistema de inovação tecnológica digital e industrial de destaque global. Segundo o executivo, a China deixou de funcionar exclusivamente como destino para matérias-primas voltadas à indústria de papel e celulose, convertendo-se em uma plataforma central de negócios e parcerias estratégicas. A modernização tecnológica também alcança o setor agrícola por meio da cooperação científica de longo prazo estabelecida com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a Embrapa, fortalecendo a segurança alimentar e o intercâmbio de práticas sustentáveis entre os dois países. O avanço conjunto em áreas como a inteligência artificial, o hidrogênio verde, a eletrificação industrial e a descarbonização das cadeias produtivas consolida a transição da parceria bilateral para um patamar centrado na sustentabilidade e na alta tecnologia.

XP tira bancos da carteira e reforça carteira 'defensiva' para novembro; confira as ações – Money Times
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XP tira bancos da carteira e reforça carteira 'defensiva' para novembro; confira as ações – Money Times

(Imagem: MariuszBlach/Getty Images) A XP Investimentos promoveu mudanças em sua carteira Top Ações para novembro, reforçando o perfil defensivo do portfólio diante de um cenário macroeconômico mais desafiador. A corretora incluiu JBS (JBSS32), WEG (WEGE3) e Caixa Seguridade (CXSE3), elevou a participação de Rede D’Or (RDOR3) e reduziu exposição a ativos mais ligados ao ciclo doméstico. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com isso, a XP zerou as posições em BTG Pactual (BPAC11) e Nubank (ROXO34), além de reduzir o peso de Iguatemi (IGTI11) de 10% para 5%. Já a fatia de Rede D’Or subiu de 5% para 7,5%. Segundo os estrategistas Fernando Ferreira, Raphael Figueredo e Caio Souza, a inclusão da JBS ocorre apesar de um terceiro trimestre mais fraco, com expectativa de melhora das margens nos Estados Unidos, retomada das exportações para China e EUA e benefício do câmbio mais depreciado. A entrada de WEG também busca aumentar a proteção da carteira. De acordo com a XP, a fabricante de equipamentos elétricos reúne características de exportadora, com hedge natural contra a desvalorização do real e exposição a vetores globais de crescimento. Já a Caixa Seguridade foi incluída por seu perfil mais resiliente em um ambiente de juros elevados. A corretora destaca a forte atividade comercial da companhia, a sinistralidade controlada e o dividend yield próximo de 7%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Por outro lado, a XP afirma que decidiu retirar BTG Pactual e Nubank para reduzir a exposição ao ciclo doméstico. Na avaliação da casa, um ambiente macroeconômico mais difícil pode atrasar a retomada do mercado de capitais e pressionar a rentabilidade das instituições financeiras. A carteira Top Ações teve queda de 7% em outubro, mas superou o desempenho do Ibovespa, que recuou 9,9% no mesmo período. Desde o início da estratégia, o portfólio acumula alta de 31,4%, ante avanço de 36,7% do principal índice da bolsa brasileira. Veja a carteira recomendada da XP para novembro Ação Peso Preço-alvo Petrobras (PETR4) 10% R$ 63,00 Embraer (EMBJ3) 10% R$ 113,00 Sabesp (SBSP3) 10% R$ 36,84 JBS (JBSS32) 7,5% US$ 20,30 Rede D’Or (RDOR3) 7,5% R$ 45,00 Axia Energia (AXIA3) 7,5% R$ 74,50 Itaú (ITUB4) 7,5% R$ 50,00 PRIO (PRIO3) 5% R$ 78,00 Gerdau (GGBR4) 5% R$ 30,00 Vale (VALE3) 5% R$ 85,00 WEG (WEGE3) 5% R$ 60,00 TOTVS (TOTS3) 5% R$ 47,00 Iguatemi (IGTI11) 5% R$ 42,00 Cury (CURY3) 5% R$ 45,00 Caixa Seguridade (CXSE3) 5% R$ 25,00 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre EMBJ3

Qual é a cotação de EMBJ3 hoje na B3?
A cotação de EMBJ3 hoje está em R$ 102,08. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 101,46 e máxima de R$ 103,18.
Quanto a EMBJ3 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de EMBJ3 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de EMBJ3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de EMBJ3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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