CSMG3 Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Cotação Hoje
Companhia de Saneamento de Minas Gerais
CNPJ: 17281106000103
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
CSMG3 (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) é uma ação negociada na B3 do setor de Água e Saneamento. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 50,23, registrando variação de +2.61% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 14.40x. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 2.10x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 4.87%.
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 9 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de CSMG3
O ativo CSMG3 (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) está sendo negociado hoje a R$ 50,23, acumulando uma variação de +2.61% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 37,34 e a máxima de R$ 67,82. A companhia está inserida no setor de Água e Saneamento. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 14.40x e P/VP de 2.10x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 4.87%.
Histórico de Cotação: CSMG3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 8.330,19 Mi | R$ 7.878,01 Mi | R$ 7.404,38 Mi | R$ 6.176,85 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 3.532,51 Mi | R$ 3.373,64 Mi | R$ 3.061,95 Mi | R$ 2.315,52 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 2.007,06 Mi | R$ 1.994,54 Mi | R$ 1.789,19 Mi | R$ 1.252,34 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 1.415,74 Mi | R$ 1.316,92 Mi | R$ 1.379,35 Mi | R$ 843,36 Mi |
Sobre a CSMG3
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) presta serviços de captação, tratamento e distribuição de água, além de coleta e tratamento de esgoto em centenas de municípios do estado de Minas Gerais, por meio de contratos de concessão e programas setoriais. A empresa também atua por subsidiárias em nichos de saneamento integrado e soluções correlatas, com receita regulada por tarifas e regras definidas em instrumentos públicos e agências competentes. No setor brasileiro de utilities de saneamento, a Copasa figura entre as maiores companhias de capital aberto em base de clientes e abrangência territorial. A operação combina infraestrutura intensiva em capital, gestão de perdas, expansão de redes e metas de universalização, com indicadores de desempenho operacionais e financeiros monitorados por órgãos reguladores e por investidores do segmento de serviços públicos essenciais.
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Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
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Indenizações por vazamento de dados chegam a R$ 10 mil nos tribunais, indica levantamento da Turivius
Condenações judiciais relacionadas a incidentes de segurança, vazamentos de dados e fraudes subsequentes atingiram valores de até R$ 10 mil no Brasil, conforme levantamento jurimétrico divulgado em novembro de 2026 pela Turivius. A pesquisa mapeou mais de 60 decisões judiciais e sustenta que a responsabilização civil de controladores corporativos não ocorre de maneira automática nos tribunais estaduais e nas cortes superiores. Segundo os dados apurados pela entidade, os magistrados vêm consolidando critérios diferenciados de arbitramento a depender da sensibilidade das informações expostas, da existência de fraude correlata e da efetiva comprovação técnica do nexo de causalidade entre a falha do agente e o dano alegado pelo titular. A apuração da entidade indica que o Judiciário brasileiro rejeita, na maioria das demandas sobre cadastros gerais, a aplicação indiscriminada da teoria do dano moral presumido (in re ipsa). De acordo com os parâmetros analisados, a constatação isolada de exposição de dados como nome completo, Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), número de telefone, endereço físico ou correio eletrônico não basta para fixar dever indenizatório. Os tribunais têm exigido a evidenciação de desdobramentos lesivos reais, violações diretas a direitos da personalidade ou a efetivação de golpes contra o consumidor para autorizar reparações financeiras. Jurisprudência diferencia exposição cadastral de prejuízo material concreto O mapeamento realizado pela empresa de inteligência jurídica aponta que cortes de grande porte, como o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS), Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) e Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), além do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mantêm linha decisória que afasta indenizações puramente hipotéticas. De acordo com o relatório, mesmo quando há comprovação de circulação de dados cadastrais em fóruns clandestinos ou na denominada dark web, múltiplos julgados declaram a improcedência das ações pela ausência de prejuízo perceptível. Em contraponto à rigidez adotada para dados cadastrais comuns, o levantamento demonstra que a Justiça estabelece parâmetros substancialmente mais severos quando o incidente envolve registros financeiros e bancários. Nos casos em que agentes maliciosos utilizam elementos específicos da relação do consumidor com a instituição financeira — a exemplo de números contratuais, extratos de parcelas pendentes, saldo devedor consolidado ou dados restritos de operações de crédito —, os magistrados tendem a classificar a vulnerabilidade como fortuito interno. O estudo sustenta que esse enquadramento atrai a responsabilização objetiva das instituições, sob o entendimento de que a fraude decorre diretamente de falhas nos mecanismos de salvaguarda de sistemas corporativos. Categoria de Dado ou Incidente Posição Predominante nos Julgados Requisito Principal para Condenação Faixa Indenizatória Mapeada Cadastro Comum (CPF, e-mail, telefone) Tendência predominante de improcedência Comprovação de prejuízo real ou fraude consumada R$ 0 a improcedente Compartilhamento Não Autorizado Reconhecimento de ilicitude deliberada Prova de circulação e cessão sem base legal R$ 3.000 a R$ 5.000 Dados Sensíveis e Prontuários Médicos Elevada gravidade por ofensa à intimidade Demonstração do acesso indevido ou exposição R$ 1.500 a R$ 10.000 Fraude Financeira com Dados Sigilosos Reconhecimento de falha de segurança Nexo causal e uso de informações restritas R$ 3.000 a R$ 10.000 Fraudes bancárias e limites entre fortuito interno e externo A entidade destaca precedentes relevantes apreciados pelo STJ, incluindo acórdão de 2025 que ratificou a condenação por dano moral em incidente no qual a fraude bancária decorreu de vazamento prévio de informações financeiras sigilosas mantidas pela empresa. Conforme a leitura jurídica da companhia, a presença de detalhes restritos nas abordagens de criminosos funciona como indicativo probatório de que as bases do controlador foram comprometidas, transferindo o ônus da prova para o ambiente corporativo. Por outro lado, o levantamento aponta que as empresas obtêm decisões favoráveis quando os litígios tratam de golpes perpetrados via engenharia social externa, páginas fraudulentas criadas por terceiros ou situações em que o próprio usuário transfere códigos de autenticação e senhas a criminosos. Sob a alegação da entidade, quando inexiste prova material de invasão ou vulnerabilidade sistêmica imputável aos servidores da companhia, os tribunais operam a exclusão de responsabilidade jurídica com fundamento em culpa exclusiva de terceiro ou ausência estrita de nexo de causalidade. A identificação de fortuito interno consolida-se prioritariamente quando dados privativos da transação são explorados por fraudadores. A alegação de fortuito externo prospera em incidentes decorrentes de desatenção individual ou envio voluntário de chaves de segurança. A comprovação da cronologia fática entre a ocorrência do incidente de segurança e a consumação do estelionato mostra-se decisiva na instrução probatória. A carência de evidências técnicas iniciais leva os tribunais a determinarem a improcedência sumária dos pedidos indenizatórios. Riscos no compartilhamento deliberado e proteção de dados médicos Uma categoria distinta de risco legal evidenciada na análise diz respeito à disponibilização deliberada e à cessão não autorizada de cadastros a terceiros. A pesquisa localizou decisões do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE) nas quais a comercialização ou o repasse de registros sem consentimento ou base jurídica válida ensejou a aplicação direta de dano moral presumido. Segundo os dados compilados, os magistrados cearenses entenderam que a circulação ativamente induzida das bases viola diretamente a autodeterminação informativa dos titulares, ensejando arbitramentos que variaram entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. A pesquisa da Turivius ressalta ainda a sensibilidade atrelada ao tratamento de dados médicos e hospitalares. Embora a base amostral ainda não configure um padrão volumétrico estatístico consolidado, os precedentes mapeados demonstram rigor acentuado das cortes estaduais diante da invasão de prontuários e laudos diagnósticos. Em julgamento localizado no TJRS, o acesso não autorizado a histórico médico hospitalar resultou em condenação estipulada em R$ 5 mil, enquanto o TJMG arbitrou sanção de R$ 1,5 mil em caso correlato de veiculação indevida de dados de saúde. Conforme o relatório, o intervalo monetário das decisões judiciais com valores definitivos identificados situou-se entre R$ 1,2 mil e R$ 10 mil. A maior concentração das condenações ocorreu na faixa compreendida entre R$ 3 mil e R$ 8 mil, com mediana prática oscilando entre R$ 4 mil e R$ 5 mil. A entidade adverte, contudo, que tais números refletem estritamente a amostragem de processos analisados, não devendo ser encarados como uma tabela tarifária vinculante para a jurisdição nacional. A evolução da jurimetria e o papel das provas forenses corporativas No aspecto cronológico, a Turivius relata uma expansão de pronunciamentos judiciais sobre o ecossistema cibernético a partir de 2023. O levantamento identificou um incremento expressivo de acórdãos envolvendo fraudes de boletos bancários, clonagem de credenciais, portabilidade numérica não consentida e brechas contratuais. Nos anos de 2024 e 2025, os debates passaram a contemplar preferencialmente discussões relativas a concessão de crédito, repositórios da dark web, integridade de sistemas de saúde e governança de dados em grande escala. A entidade ressalva que essa concentração temporal decorre do refinamento das ferramentas de indexação jurimétrica, da elevação natural da litigiosidade no pós-implementação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e da maturação dos quadros judiciais. Desse modo, o crescimento verificado na amostra não autoriza a conclusão automática de que houve explosão generalizada no número absoluto de litígios em âmbito nacional. Elemento Técnico Documental Função Probatória no Processo Impacto na Linha Decisória Judicial Logs e Registros de Tráfego Atestar rotas de autenticação e histórico de transferências Demarca a origem da falha ou elide acesso indevido Cronologia Fato-Incidente Mapear tempo entre brecha sistêmica e prejuízo alegado Consolida ou afasta a existência de nexo causal Relatórios Forenses Internos Demonstrar a robustez das barreiras administrativas Afasta presunções genéricas de negligência corporativa Avisos Prévios aos Titulares Cumprimento de deveres de mitigação e transparência Influencia favoravelmente a dosimetria de sanções Para as diretorias jurídicas e operacionais, a alegação central manifestada pela companhia é a de que a preservação de evidências digitais se tornou o elemento divisor entre condenações severas e o acolhimento de defesas. A ausência de logs auditáveis, falhas na cadeia de custódia de dados e a inércia em registrar formalmente as providências de contenção figuram, segundo o estudo, entre as causas mais recorrentes de sucumbência corporativa nos tribunais. Governança de riscos e protocolos de resposta a incidentes A apuração da plataforma enfatiza que a resposta a incidentes cibernéticos precisa ser estruturada como mecanismo formal de proteção regulatória e jurídica, ultrapassando os limites da sustentação de infraestrutura de tecnologia da informação. A produção tempestiva de laudos técnicos, a rastreabilidade minuciosa de compartilhamentos de bases e a emissão de comunicações padronizadas aos envolvidos delimitam judicialmente o escopo de responsabilidades e mitigam passivos extraordinários. As conclusões apresentadas pela empresa indicam que os quadros de maior exposição civil envolvem dados sensíveis, registros financeiros protegidos por sigilo bancário, fraudes plenamente consumadas, prejuízos materiais quantificados e indícios de cessão comercial desautorizada. O mapeamento sustenta que a gestão defensiva deve atuar preventivamente nesses eixos críticos, nos quais a presunção judicial atua com menor tolerância a falhas procedimentais. Implementação de rotinas contínuas de auditoria sobre acessos privilegiados a prontuários e registros de pagamentos. Isolamento técnico de bases analíticas mediante uso mandatório de criptografia em trânsito e em repouso. Manutenção de registros detalhados sobre incidentes reportados, contendo medidas tempestivas de saneamento. Estruturação de fluxo de resposta jurídica alinhado às diretrizes de governança cibernética corporativa. Análise Brasil Inovador O amadurecimento dos litígios civis em torno de incidentes cibernéticos estabelece um ponto de inflexão decisivo para os investimentos em conformidade digital no mercado corporativo. Ao afastar a aplicação irrestrita do dano moral presumido para o mero vazamento de registros cadastrais básicos, o sistema judiciário transfere o peso da disputa para a produção técnica de evidências e para a materialidade dos prejuízos. Esse movimento impõe que as companhias compreendam a governança cibernética não apenas como uma salvaguarda contra interrupções de operação, mas como a espinha dorsal de sua sustentabilidade jurídica e financeira. Empresas que operam com transações financeiras, informações biométricas ou dados de saúde enfrentam uma assimetria regulatória de custos. Nessas áreas, a exigência probatória contra o agente empresarial é significativamente mais estrita, demandando arquiteturas robustas de segurança da informação capazes de comprovar, em nível de perícia forense, a inviolabilidade de seus sistemas ou a quebra de nexo causada por terceiros. As organizações que negligenciarem a integração entre as áreas de tecnologia da informação, segurança defensiva e departamento jurídico permanecerão excessivamente expostas a indenizações e à degradação reputacional perante consumidores e parceiros estratégicos. A médio e longo prazo, a tendência jurisprudencial brasileira deve impulsionar a contratação de seguros para riscos cibernéticos e consolidar padrões elevados de due diligence em processos de fusões, aquisições e terceirizações. Organizações que mantêm controle rigoroso sobre logs, trilhas de auditoria e políticas ativas de mitigação asseguram vantagem competitiva palpável, reduzindo passivos contingentes em um ecossistema econômico crescentemente dependente da integridade e da soberania dos fluxos de dados.
Agência celebra Dia da Política Nacional de Segurança de Barragens e coloca eventos climáticos extremos no centro do debate
Chuvas mais intensas, secas prolongadas e cheias fora do padrão já fazem parte da realidade brasileira e impõem novos desafios à segurança de quase 30 mil barragens cadastradas no País. Com esse cenário, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) realizou, nesta quarta-feira, 4 de novembro, evento em celebração ao Dia da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB), no Auditório Flávio Terra Barth, na sede da Agência, em Brasília. Em formato híbrido, com transmissão ao vivo pelo canal da ANA no YouTube, o encontro reuniu dirigentes da Agência e representantes do governo federal, de órgãos fiscalizadores, da Defesa Civil, de entidades técnicas e da academia. O objetivo foi promover debates, compartilhar experiências e boas práticas entre os Órgãos Fiscalizadores de Segurança de Barragens (OFSBs) federais e estaduais e celebrar a evolução da Política desde a sua criação há 16 anos. Instituída pela Lei nº 12.334/ 2010, a PNSB estabelece regras para barragens destinadas à acumulação de água para quaisquer usos, à disposição final ou temporária de rejeitos e à acumulação de resíduos industriais. A mesma norma criou o Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB). Uma década depois, após as tragédias de Mariana (2015) e Brumadinho (2019), em Minas Gerais, a Política passou por ampla revisão com a Lei nº 14.066/ 2020, que tornou mais rigorosas as exigências aos empreendedores, ampliou os instrumentos de prevenção e reforçou as responsabilidades de fiscalização. 16 anos de PNSB e novos desafios A diretora da ANA Cristiane Battiston abriu a solenidade com um anúncio: a Agência começou a desenvolver uma nova plataforma para o SNISB. Segundo ela, o sistema atual está defasado e a modernização depende da busca por novas fontes de recursos em um cenário de restrição orçamentária que atinge as instituições públicas. “Estamos começando o desenvolvimento do novo SNISB, que esperamos seja muito mais amigável aos usuários e que realmente atenda a todas as demandas do Sistema”, afirmou. Em seguida, Sergio Cotrim, gerente de projeto da Secretaria Especial do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Casa Civil da Presidência da República, destacou a criação, em 2023, de uma modalidade específica de segurança de barragens no Novo PAC. A primeira seleção, em 2024, contemplou 121 barragens do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), com R$ 125 milhões para a recuperação de anomalias estruturais. “Hoje podemos dizer, com bastante orgulho, que temos 223 empreendimentos selecionados no Novo PAC”, comemorou. São 149 barragens do DNOCS, 71 da CODEVASF e três da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), que somam R$ 467 milhões em investimentos. Representante do Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB), Miguel Sórcio defendeu a prevenção e o conhecimento técnico como pilares da segurança desse tipo de infraestrutura. Ele lembrou que, diferentemente de outras obras de engenharia, o colapso de uma barragem pode ter efeitos que se estendem por grandes áreas e comprometem serviços essenciais, como o abastecimento de água. “Nossa luta constante é, evidentemente, chegar antes que os problemas aconteçam”, resumiu. A presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRHidro), Suzana Montenegro, ressaltou a contribuição da comunidade científica para o aperfeiçoamento das políticas públicas relacionadas a esse tipo de infraestrutura. Com 49 anos de atuação, a entidade mantém uma Câmara Técnica de Segurança de Barragens e participa da câmara técnica do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) dedicada ao tema. Suzana citou a Carta de Niterói, documento que reúne as conclusões de um encontro técnico realizado em agosto e recomendou “a incorporação sistemática das variáveis climáticas ao planejamento, à operação e à avaliação da segurança de barragens”. Ana Paula Fioreze, diretora interina da Agência, chamou atenção para o caráter compartilhado da Política, cuja governança envolve governo federal, estados, sociedade civil, entidades de classe e Defesa Civil. Entre os desafios, apontou barragens sem empreendedor identificado, estruturas fiscalizadas com frequência insuficiente e empreendimentos que ainda não dispõem de Plano de Segurança de Barragem ou de Plano de Ação de Emergência (PAE). Segundo ela, a relação entre segurança de barragens e clima ganhou centralidade na ANA após as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, quando estruturas de proteção contra cheias, a depender de como fossem operadas, poderiam se tornar um risco adicional. “A Política Nacional de Segurança de Barragens constitui um elemento central para a preparação e a prevenção de riscos, além de contribuir para a construção da resiliência hídrica e climática”, afirmou. Representando o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), a conselheira federal Giucélia Araújo de Figueiredo anunciou que a entidade trabalha para formalizar um acordo de cooperação técnica com a ANA e o CBDB. A proposta põe à disposição a estrutura dos conselhos regionais nas 27 unidades da Federação e a capacidade de fiscalização do Sistema CONFEA/CREA, que reúne mais de 1 milhão de profissionais ligados à infraestrutura. “Falar em segurança de barragens significa falar da segurança das pessoas, do nosso povo e dos nossos territórios”, destacou. Ovídio Santos, representante da Câmara Técnica de Segurança de Barragens do CNRH, lembrou que o Conselho editou as primeiras resoluções sobre o tema e que a CT trabalha hoje na revisão dessas normas para torná-las mais efetivas. Ele ressaltou o caráter participativo do colegiado, que reúne empreendedores, órgãos fiscalizadores e sociedade civil. “A Política Nacional de Segurança de Barragens é uma política de Estado e precisa avançar continuamente”, defendeu. Pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), o diretor do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas e Planejamento em Segurança Hídrica, Nelton Miguel Friedrich, propôs um olhar integrado sobre a água. Para ele, a conservação do solo, a recuperação de matas ciliares e a proteção de nascentes reduzem o assoreamento dos rios e estão diretamente ligadas à segurança das barragens. Como exemplo, relatou o que observou na região das nascentes do rio Jacuí, no Rio Grande do Sul, após a tragédia de 2024: deslizamentos, práticas conservacionistas deficientes e pouca mata ciliar, com grande volume de sedimentos levado aos rios. “Só cuida quem conhece, e só cuida quem ama”, disse. Autor do projeto que deu origem à Lei nº 12.334/2010, o deputado federal Leonardo Monteiro não pôde comparecer e enviou mensagem aos participantes. No texto, parabenizou a ANA pelo trabalho técnico e se comprometeu a defender mais recursos e políticas públicas para o setor. “Barragens seguras protegem vidas, comunidades, rios e o abastecimento de água de milhões de brasileiros”, escreveu. Encerrando a abertura, o diretor-presidente interino da ANA, Leonardo Góes, fez um balanço dos 16 anos da PNSB. Ele atribuiu os avanços — no cadastro, nos instrumentos de controle e na qualidade das informações — ao trabalho coordenado, descentralizado e transparente entre as instituições e apontou quatro frentes para superar as lacunas que persistem: ampliar o cadastro e identificar os empreendedores, sobretudo das barragens de usos múltiplos; qualificar os dados sobre as estruturas; recompor e capacitar as equipes técnicas; e garantir recursos financeiros estáveis. Segundo ele, o financiamento é um dos grandes desafios em aberto, já que manter uma barragem segura exige recursos durante todo o seu ciclo de vida. “Qualquer corte orçamentário ou contingenciamento pode comprometer a execução das ações de segurança”, alertou Góes. Clima extremo exige nova cultura de prevenção Logo após a abertura, o professor André Assis, da Universidade de Brasília (UnB), ministrou a palestra magna A PNSB e a Gestão de Riscos Relacionados a Eventos Climáticos Extremos. Com experiência em barragens fiscalizadas pela ANA, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), ele analisou a evolução da Política sob a ótica da gestão de riscos e reconheceu que os eventos climáticos extremos ainda são um campo em aprendizado para a Engenharia. Assis lembrou que as barragens garantem energia limpa e de baixo custo, abastecimento humano e água para irrigação, mas também concentram um potencial de destruição capaz de atingir áreas a dezenas de quilômetros em caso de rompimento. Citou como exemplo a barragem de Orós, no Ceará, que se rompeu por galgamento (transbordamento da água por cima da estrutura) em 1960, após chuvas extremas. “O pior desastre de um acidente é não aprender com as lições daquele acidente”, ponderou. Diante dos eventos climáticos extremos, Assis defendeu que a engenharia incorpore as incertezas aos projetos e que as metodologias de gestão de riscos sejam padronizadas, de modo a permitir a comparação entre empreendimentos. Segundo ele, o principal parâmetro a ser revisto é a vazão de projeto, isto é, a cheia considerada para dimensionar e verificar as estruturas. Entre as práticas em discussão, citou a atualização das séries históricas sem excluir os eventos extremos, o uso de cenários climáticos elaborados por organismos internacionais e a adoção de margens adicionais nas cheias de projeto, sempre com calibração regional. Cooperação entre fiscalização e defesa civil Na sequência, um painel discutiu a cooperação entre os órgãos fiscalizadores de segurança de barragens e os de proteção e defesa civil — articulação para que alertas técnicos se transformem, a tempo, em ações de proteção às populações que vivem abaixo das barragens. No contexto federal, a fiscalização é dividida conforme o tipo de estrutura e de uso, como prevê a Lei nº 12.334/2010: a ANA responde pelas barragens de acumulação de água para usos múltiplos em rios de domínio da União, exceto as de geração hidrelétrica; a ANEEL, pelas hidrelétricas; a ANM, pelas barragens de rejeitos de mineração; e o IBAMA, pelas barragens de resíduos industriais que licencia. Nos estados, a tarefa cabe aos respectivos órgãos gestores de recursos hídricos e ambientais. O painel foi moderado pelo superintendente de Regulação de Serviços Hídricos e Segurança de Barragens da ANA, Alan Vaz, que propôs um balanço dos impactos positivos da Política na prática e relembrou a trajetória de colaboração entre fiscalizadores e Defesa Civil. Segundo ele, a aproximação começou pouco depois da publicação da Lei nº 12.334/2010, com um acordo de cooperação entre a ANA e a Defesa Civil Nacional. Após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), a parceria foi ampliada e passou a reunir todos os órgãos federais de fiscalização em um único instrumento, em vigor de 2018 a 2022. A ideia, explicou, era “extrair o que havia de melhor e de expertise em cada um dos fiscalizadores federais”. Com a regulamentação da Política, em 2022, passou a ser previsto um mecanismo permanente de cooperação. Participaram do painel Josimar Oliveira, da Superintendência de Fiscalização da ANA; Ana Claudia Cirino, superintendente adjunta de Fiscalização Técnica dos Serviços de Energia Elétrica da ANEEL; Eliezer Senna Gonçalves, gerente de Riscos Geotécnicos em Barragens de Mineração da ANM; Marcelo Amorim, do IBAMA; Cristiane Tinoco dos Santos, da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC/MIDR); e Aline Costa, da Coordenação de Regulação de Segurança de Barragens da ANA. Com trajetória na Defesa Civil, Aline Costa trouxe a perspectiva de quem acompanhou o processo do outro lado do balcão. Ela destacou que a formalização da cooperação permitiu estruturar a articulação entre as instituições e agilizar a resposta. Só em 2019, o grupo de informações sobre barragens criado no contexto do acordo foi acionado em 41 ocorrências — 11 acidentes e 30 incidentes —, com compartilhamento de informações técnicas, articulação com as defesas civis estaduais e municipais e, quando necessário, mobilização de equipes. Um dos exemplos citados foi o rompimento da barragem do Quati, na Bahia, em 2019. O alerta enviado por SMS pela Defesa Civil chegou à população cerca de duas horas antes da cheia: aproximadamente 15 mil pessoas foram afetadas, mas receberam aviso prévio. “Como o professor André mesmo falou, não existe risco zero. Mas existe uma forma de a gente preservar vidas. Eu acho que é o principal objetivo da PNSB”, afirmou Costa. Resolução conjunta em fase final de pactuação Esse mecanismo deve ser formalizado em breve. Conforme anunciou Leonardo Góes na abertura, ANA, Aneel, ANM, IBAMA e SEDEC estão em fase final de pactuação de uma resolução conjunta que vai definir o fluxo de informações, os papéis e as responsabilidades compartilhadas entre fiscalização e Defesa Civil. “Integrar essas duas frentes permite encurtar o tempo entre a identificação de uma anomalia e a adoção de medidas para proteger a população”, explicou o diretor-presidente interino da ANA. Encontro dos órgãos fiscalizadores segue até sexta-feira As discussões continuam nesta quinta-feira (5) e na sexta-feira (6), no 2º Encontro de 2026 dos Órgãos Fiscalizadores de Segurança de Barragens. A iniciativa busca fortalecer a articulação entre os órgãos federais e estaduais, promover o intercâmbio de informações e compartilhar experiências sobre a implementação dos instrumentos da PNSB. Estão na pauta o cadastro e a classificação de barragens, as metodologias para definição de manchas de inundação, as atividades de fiscalização, a educação e a capacitação em segurança de barragens, as mudanças climáticas e as alterações normativas. O 2º Encontro integra as atribuições da ANA previstas na Lei nº 12.334/2010, entre elas promover a articulação entre os órgãos fiscalizadores, organizar e gerir o SNISB e coordenar a elaboração do Relatório de Segurança de Barragens. Retrato da segurança de barragens no Brasil Os números ajudam a dimensionar o desafio. De acordo com o Relatório de Segurança de Barragens 2026 (RSB 2026), coordenado pela ANA e lançado em julho, o Brasil encerrou 2025 com 29.761 barragens cadastradas no SNISB pelos 33 órgãos fiscalizadores, 6% a mais do que no ano anterior (28.085). O relatório identificou 213 barragens prioritárias para a gestão de segurança, em 19 estados e no Distrito Federal. São estruturas com problemas de conservação ou cujos responsáveis não cumpriram todos os requisitos exigidos pela PNSB. A classificação não indica risco iminente de rompimento, mas a necessidade de atenção redobrada da fiscalização e dos empreendedores. A mineração lidera a lista, com 55 barragens (26%), seguida pelo abastecimento humano, com 51 (24%). O levantamento mostra ainda que quase metade das estruturas cadastradas (14.355, ou 48%) não tem definido se está ou não enquadrada na PNSB — lacuna que dificulta o planejamento da fiscalização. Em 2025, foram registrados 18 acidentes e 23 incidentes com barragens, sem vítimas fatais, o que representa queda de 25% nos acidentes e de 49% nos incidentes em relação à edição anterior referente a 2024. O RSB também chama atenção para a situação das equipes. Pela primeira vez desde o rompimento da barragem de Brumadinho (MG), o número de profissionais dedicados à fiscalização caiu: de 356 para 333, dos quais 161 atuam exclusivamente em segurança de barragens. Segundo o relatório, 28 dos 33 órgãos fiscalizadores operam abaixo da equipe mínima recomendada, com déficit de pelo menos 221 profissionais exclusivos. Ainda assim, as fiscalizações aumentaram: as de campo passaram de 2.859 para 2.924, e as documentais, de 3.162 para 4.712 — alta de 49%. Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM) Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) imprensa@ana.gov.br www.gov.br/ana | Facebook | Instagram | Twitter | YouTube | LinkedIn | TikTok
Ibovespa fecha em baixa, com fiscal e queda do exterior; dólar sobe a R$ 5,48
Neste Dia Nacional da Língua Portuguesa, muita coisa foi dita e nada foi resolvido. O Ibovespa caiu 0,82%, aos 166.191,45 pontos, baixa de 1.372,02 pontos, com uma lista de fatores, mas especialmente por uma reunião realizada pelo presidente reeleito Lula com ministros e economistas – economistas parceiros, amigos e conhecidos do seu entorno, diga-se. Em português claro, repita-se: muito dito, nada resolvido. As medidas concretas, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, só quando Lula voltar da sua viagem internacional da semana que vem. O que Durigan tentou deixar claro é que “não há fórmula mágica” para a economia e que “o resultado primário do país vai ser melhor a cada ano pelos próximos quatro anos”. As palavras ecoaram pelo ar e, para bom entendedor, meia palavra basta: o governo não mostrou urgência para o assunto e o mercado segue insatisfeito. Tanto que antes ou após a reunião, os indicadores não se mexeram tanto. O real continuou perdendo terreno, embora tenha começado com força: no final das contas, o dólar comercial subiu 0,67%, a R$ 5,489. Os juros futuros (DIs) terminaram mistos, mas com predominância de baixas. Fiscal em foco O tema fiscal segue nas cordas vocais dos analistas. Sem ajuste fiscal, o Brasil pode crescer menos de 1,3% em 2027, ficando na lanterna entre seus pares latinoamericanos. A avaliação foi feita pelo novo economista-chefe do Santander Brasil, Marco Caruso, que lembra que houve uma reação bastante abrupta da curva de juros futuros após as eleições. O governo pode argumentar que o mercado erra praticamente todas as suas previsões e que falar todo mundo pode falar, mas os alertas são vocalizados em bom português sempre que surge uma notícia nessa seara. O governo estuda endurecer o arcabouço fiscal para que bloqueios realizados durante a execução do Orçamento tenham efeitos permanentes sobre os gastos públicos. A proposta faz parte de um conjunto de medidas em análise pela equipe econômica para conter o avanço da dívida. As informações são da Folha de S.Paulo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Decisão do Copom Falou mais alto quem tem o poder para isso. O Banco Central resolveu frear a trajetória de cortes da Selic na noite de ontem (4) e manteve a taxa em 13,75%. Como justificativa, escolheu bem os verbos, substantivos e predicados. O Copom destacou a aceleração da inflação e dos núcleos. O Comitê também retirou o trecho sobre a magnitude total do ciclo de calibração, o que, na leitura de analistas, indica que os cortes podem ter chegado ao fim, ao menos por ora. O governo parece falar outra língua ou não quer ouvir os apelos. A XP disse que o dólar fica em R$ 5,50 e trajetória do câmbio depende do cenário fiscal. Enquanto isso, a economia vai falando a linguagem dos indicadores: a produção industrial recuou 0,8% em setembro e consolidou a perda de tração do setor – o que acendeu o alerta em relação ao ritmo da economia brasileira no encerramento do terceiro trimestre. Wall Street derrete Mas os problemas do Ibovespa nesta quinta-feira não têm fundo só em quem fala português. As lamúrias em inglês soaram tão altas quanto. Depois de subir com amplitude na véspera, Nova York desmoronou hoje, e de um jeito aflitivo. Todos os principais índices caíram mais de 2%. O Nasdaq foi mais gritante: baixa de mais de 5,5%, uma vez que perdas acentuadas em ações relacionadas a chips e data centers pesaram sobre o mercado um dia após a vitória dos Democratas nas eleições de meio de mandato ter impulsionado uma alta generalizada. O VIX, conhecido como “índice do medo” nos EUA chegou a disparar mais de 65% durante a sessão. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A vitória da oposição nos EUA trouxe de volta o debate sobre o teto da dívida. O petróleo voltou a subir com amplitude, mesmo que o “risco” da guerra escalar no Oriente Médio tenha diminuído. É que o “risco Trump” segue. Na Europa, que também tenta se afastar de Trump, a Inglaterra elevou os juros pela primeira vez desde 2023, alertando que mais pode vir pela frente e mostrando que não importa o idioma que se fale todos estão preocupados com a inflação. Temporada de balanços Se o zumzumzum em torno do fiscal tem pesado sobre o Ibovespa, a temporada de balanços do 3T26 seguem anunciando números e mexendo com os investidores. Porto Seguro (PSSA3) perdeu 2,63%, mesmo com lucro acima do esperado. Por outro lado, SmartFit (SMFT3) disparou 5,48%, com resultado mais forte do que o projetado por analistas. Axia Energia (AXIA3) ganhou 0,23%, após reverter prejuízo de um ano antes. Já C&A (CEAB3) foi a protagonista do dia, com alta clamorosa de 9,25%, com um 3T26 que superou as expectativas de mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Vale sobe e Petrobras cai Vale (VALE3) conseguiu uma alta de 0,51%, mas Petrobras (PETR4) caiu 2,48%, mesmo diante de preços do petróleo mais altos internacionalmente. Os grandes bancos ficaram mistos e sem muita amplitude. Bradesco (BBDC4) caiu 2,06% e foi a ação que mais se descolou. BB (BBAS3) ficou estável, Itaú Unibanco (ITUB4) ganhou 0,65% e Santander (SANB11) valorizou 0,50%. Ainda no setor, B3 (B3SA3) ganhou 0,42%. Embraer (EMBJ3), que vinha alardeando uma boa recuperação nos últimos pregões, agora falou a língua da correção e caiu 4,96%. Sexta tem payroll A sexta-feira chega divulgando novos indicadores: a Alemanha comunica a produção de industrial de setembro; a zona do euro fala quanto deram as vendas no varejo em setembro; e os EUA anunciam em alto e bom som os dados do emprego, o famoso payroll, além da taxa de desemprego. Como diria o saudoso Chacrinha, quem não se comunica se trumbica. Ele tinha razão. E quem não se informa não se transforma. As palavras têm poder. Serve para governos, investidores e para qualquer cidadão. Para saber de tudo e quem está falando mais alto, é só seguir o ao vivo do InfoMoney, certo? (Fernando Augusto Lopes) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Confira as últimas dos mercados update 18h34 Encerramos nossa cobertura dos Mercados Ao Vivo IM Trader, o canal do InfoMoney sobre Mercados! Acessa o Ao Vivo do InfoMoney todos os dias? Então, adicione este link aos favoritos do seu navegador para acompanhar diariamente a cobertura a partir das 8 horas, de segunda a sexta, ou acesse o update 18h33 Mini-índice com vencimento em dezembro de 2026 (WINZ26) termina dia com baixa de 1,16%, aos 167.555 pontos update 18h33 Minidólar com vencimento em dezembro (WDOZ26) fecha com alta de 0,81%, cotado a 5.531,00 update 18h31 Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha sessão com menos 4,82%, aos 421.000,00 update 18h31 Dólar Futuro (DOLFUT) termina com alta de 0,81%, aos 5.530,50 update 18h31 Ibovespa Futuro (INDFUT) fecha o dia com queda de 1,18%, aos 167.495 pontos update 18h16 Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 0,45%, aos 1.915,79 pontos update 18h16 Índice de BDRs (BDRX) termina com mais 4,30%, aos 27.749,96 pontos update 18h15 Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com alta de 1,22%, aos 3.602,02 pontos update 18h15 Ibovespa termina com queda de 0,82%, aos 166.191,45 pontos Máxima: 168.994,33 Mínima: 166.189,74 Diferença para a abertura: -1.372,02 pontos Volume: R$ 34,40 bilhões Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano: Segunda-feira (2): Dia de Finados Terça-feira (3): -1,42% Quarta-feira (4): +1,23% Quinta-feira (5): -0,82% Semana: -1,03% Novembro: -1,03% 4T26: -10,81% 2026: +3,14% update 18h04 DIs: juros futuros fecham com baixas predominando pela curva Taxa (%) Variação (pp) DI1F27 13,658 0,042 DI1F28 14,310 -0,080 DI1F29 14,680 -0,105 DI1F31 14,935 -0,055 DI1F32 15,005 -0,035 DI1F33 15,025 -0,035 DI1F34 15,045 -0,015 DI1F35 15,010 -0,030 update 18h00 Principais índices em Nova York terminam dia com fortes quedas Investidores em Wall Street estão “se afastando até que tenham uma melhor compreensão das implicações das eleições de meio de mandato, especialmente no que diz respeito ao ciclo de investimentos em IA, que é o maior impulso econômico que tivemos nos últimos três anos”, disse à CNBC Tim Holland, diretor de investimentos da Orion. “Trata-se do tom e da postura do partido que teve um desempenho excelente, incrivelmente bom, tanto em nível federal quanto estadual”. Assim, as ações de data centers e chips desabaram. Ao mesmo tempo, o petróleo subiu e pressionou ainda mais o sentimento. Dia (%) Pontos Dow Jones -3,44 51.521,28 S&P 500 -4,36 7.353,80 Nasdaq -5,52 24.314,99 update 17h55 Ibovespa fecha, preliminarmente, com queda de 0,58%, aos 166.595,71 pontos update 17h47 Petróleo sobe e corrige parte do tombo após vitória democrata nas eleições dos EUA Apesar do avanço da commodity desta quinta, os preços do petróleo se mantêm próximos do menor nível em dois meses. update 17h43 B3 (B3SA3) não encontra forças nos minutos finais para virar e recua 0,07%, a R$ 14,29 update 17h39 Nos minutos finais, entre as small caps, SEQL3 é a maior alta, com 42,55%, seguida de ONCO3, com mais 11,69% update 17h38 Nos minutos finais, entre as small caps, TEND3 é a maior queda, com 17,67%, seguida de CASH3, com menos 9,47% update 17h33 Construtoras operam com mistas: TEND3, -17,57%; EZTC3, -4,21%; DIRR3, -0,95%; MRVE3, +1,24%; CURY3, +0,30% update 17h23 Varejo: AMER3 sobe 2,44%, enquanto BHIA3 recua 1,43% e MGLU3 cai 1,09% update 17h16 Tenda (TEND3) mantém queda profunda com recuo de 17,11% update 17h11 Embraer (EMBJ3) segue em queda: -5,18%, a R$ 101,51 update 17h04 Grandes bancos operam com mistas: BBDC4, -1,78%; BBAS3, -0,30%; ITUB4, +0,50%; SANB11, +0,04% update 17h04 Dólar comercial termina o dia com alta de 0,67% O dólar comercial volta a subir diante do real, depois da queda da véspera. O movimento vai na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,02%, aos 101,54 pontos. Venda: R$ 5,489 Compra: R$ 5,488 Mínima: R$ 5,427 Máxima: R$ 5,495 update 16h54 Petróleo: Brent com vencimento em dezembro fecha com alta de 3,88%, a US$ 98,29 update 16h50 Petrobras no vermelho: PETR3, -1,63%; PETR4, -1,25% update 16h43 Vale (VALE3) mantém alta com +1,09% update 16h35 Pé-de-Meia Universitário deve começar em 2027, diz ministro da Educação Programa poderá conceder valores de até R$ 700 por mês, acrescido de depósitos em uma poupança para a conclusão do curso superior. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE update 16h33 Ibovespa segue em baixa, com menos 0,60%, aos 166.555,14 pontos update 16h31 Petróleo: WTI com vencimento em dezembro fecha com alta de 2,72%, a US$ 90,52 update 16h25 Bancos mistos neste momento: BBAS3 e BBDC4 caem 0,24% e 1,56%, enquanto ITUB4 e SANB11 sobem 0,28% e 0,12% update 16h18 Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista Negócios Dia (%) PETR4 71.672 -1,25 AXIA3 50.150 1,01 ITUB4 43.401 0,43 LREN3 40.324 2,45 EMBJ3 39.716 -4,93 update 16h13 Durigan: vamos cumprir uma agenda já anunciada (em campanha) update 16h12 Durigan: não estou fazendo nenhum anúncio, estou só relatando o que aconteceu na reunião update 16h11 Durigan: resultado primário vai ser melhor a cada ano nos próximos quatro anos update 16h10 Durigan: medidas serão com bastante método e previsibilidade, faço questão de comunicar com transparência update 16h09 Durigan: estamos falando em reforçar as regras fiscais vigentes update 16h09 Durigan: caminho é ter qualidade no gastro público para privilegiar compromissos de campanha e ter agenda clara de desenvolvimento update 16h08 Durigan: compromisso é de seguir melhorando as contas públicas, com reforço das regras fiscais update 16h07 Durigan: não há fórmula mágica, economia passa por desafios update 16h07 Durigan: vamos afunilar e endereçar medidas para apresentar depois da viagem do presidente (à Turquia, para a COP) update 16h06 Durigan: reunião não tratou de medidas específicas update 16h06 Durigan: reunião com presidente Lula juntou ministros e economistas que ele gostaria de ouvir Dario Durigan, ministro da Fazenda, fala a jornalistas. update 16h04 Dólar comercial renova máxima do dia, com mais 0,78%, a R$ 5,495 update 16h02 México: banco central decide reduzir taxa de juros em 0,25 ponto percentual, para 6,25% ao ano, ante expectativa de manter em 6,50% ao ano update 15h54 Supermercadistas em alta: ASAI3, +4,20%; GMAT3, +2,83%; PCAR3, +3,04% update 15h41 Petrobras diminui levemente ritmo de perdas para 1,05% (PETR3) e 0,72% (PETR4) update 15h34 Lula se reúne com Alckmin, Haddad, Mantega, ministros e economistas no Alvorada O encontro não foi incluído na agenda oficial do presidente da República. update 15h31 Administradoras de shoppings estão mistas: ALOS3, +0,20%; IGTI11, -0,18%; MULT3, -0,49% update 15h26 VIX: índice de volatilidade nos EUA dispara incríveis 60,93%, aos 26,73 pontos update 15h20 C&A (CEAB3) dispara 8,22%, a R$ 7,37, após balanço do 3T26 A C&A (CEAB3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 56,5 milhões no terceiro trimestre de 2026, resultado 23,3% inferior ao apurado no mesmo período do ano passado. update 15h16 Ibovespa reduz levemente ritmo de queda: menos 0,37%, aos 166.937,53 pontos; mínima foi a 166.249,09 pontos update 15h14 Nasdaq em queda: veja os cinco motivos para a derrocada, segundo economista Leonardo Mendes, economista e consultor financeiro da Manchester Investimentos, lista cinco principais pontos para a queda forte da Nasdaq de hoje: as eleições americanas, que aumentaram o receio de regulamentações mais rígidas sobre IA e restrições à construção de data centers; semicondutores despencando, com Nvidia, AMD, Micron e Qualcomm liderando as perdas; dúvidas sobre o retorno da IA; resultado da Qualcomm, cujo balanço e perspectivas de receita para smartphones decepcionaram em pontos relevantes, funcionando como catalisador adicional para a venda de fabricantes de chips; e petróleo e juros, com a guerra no Irã ainda pressionando expectativas inflacionárias, e os Treasuries de 10 anos, porém, recuando para aproximadamente 4,88%. update 15h08 Setor de saneamento apresenta baixas: CSMG3, -0,83%; SAPR11, -1,60%; SBSP3, -0,55% update 15h01 Lagarde: BCE analisa indicadores para avaliar se é necessário aumento dos juros em dezembro Na semana passada, o BCE manteve sua taxa básica de depósito em 2,5%, mas uma longa lista de formuladores de política monetária, incluindo os influentes presidentes dos bancos centrais da Alemanha e da Itália, já sinalizaram que é provável que haja outro ajuste em dezembro. “Teremos muitos indicadores daqui até dezembro que realmente nos ajudarão a determinar se um aumento é necessário”, disse Christine Lagarde, presidente da instituição. Lagarde, que já anunciou que deixará o cargo em 7 de fevereiro de 2027, meses antes do término formal de seu mandato, disse aos estudantes que a situação atual é “muito difícil”, com os custos de energia que estão “reduzindo o crescimento e elevando os preços”. Por outro lado, ela disse que o desenvolvimento da inteligência artificial está estimulando a demanda por investimentos e ajudando a tornar a economia da zona do euro mais resiliente. “É muito difícil distinguir entre o choque impulsionado pela oferta e aquele impulsionado pela demanda, e isso requer sutileza para que você não aplique a ferramenta (da taxa de juros) como se fosse um martelo”, disse ela. “Mas, da mesma forma, é preciso aplicar as ferramentas, pois não se quer deixar que as expectativas de inflação fiquem fora de controle, nem que a inflação se espalhe por toda a economia e produza efeitos de segunda ordem”. (Reuters) update 14h57 Setor de papel e celulose em baixa: KLBN11, -3,32%; RANI3, -1,97%; SUZB3, -1,09% update 14h53 Ibovespa Futuro (INDFUT) tem queda de 0,50%, aos 168.650 pontos update 14h47 Base Exchange mira lançamento em 2027 em desafio à B3 (B3SA3) no mercado de ações O lançamento também marcará o retorno da negociação de ações no Rio de Janeiro, mais de 25 anos depois que a bolsa de valores da cidade se fundiu com a B3 (B3SA3), sediada em São Paulo. update 14h41 Grandes bancos recuam: BBAS3, -0,49%; BBDC4, -1,35%; ITUB4, -0,20%; SANB11, -0,08% update 14h36 Crise no Ueno Bank: entenda como o banco digital do Paraguai foi à lona Venda simulada de créditos inadimplentes está na origem do problema, segundo imprensa paraguaia. update 14h35 Embraer (EMBJ3) recua 5,23%, a R$ 101,46 update 14h32 Índice de Small Caps (SMLL) volta a renovar a mínima do dia, com menos 0,80%, aos 1.909,20 pontos update 14h29 Índice de Small Caps (SMLL) agora desce 0,72%, aos 1.910,69 pontos, nova mínima da sessão update 14h29 Frigoríficos em baixa: BEEF3 desce 2,68% e MBRF3 cai 0,31% update 14h27 Petro juniores em baixa nesta tarde: PRIO3, -0,16%; RECV3, -1,45%; BRAV3, -0,06% update 14h21 Russell 2000: índice de small caps nos EUA seguem demais índices amplos e também derrete, com menos 3,80% update 14h20 Principais índices em Nova York desabam, um dia após a forte alta causada pelo resultado das eleições de meio de mandato; veja cenário atual Dow Jones: -2,58% S&P 500: -3,32% Nasdaq: -4,44% update 14h14 VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira agora sobe 0,61%, aos 21,37 pontos, em nova máxima do dia update 14h12 Vale (VALE3) segue no azul, com mais 0,37%, a R$ 62,58 update 14h10 Dólar comercial sobe 0,44%, a R$ 5,476 na venda Na máxima do dia, chegou a R$ 5,480, enquanto na mínima foi a R$ 5,480. update 14h08 Vitória democrata nas “midterms” traz de volta debate sobre teto da dívida nos EUA Conflitos anteriores sobre o teto da dívida levaram a confrontos de última hora, já que os parlamentares usam o limite máximo de endividamento do governo dos EUA como moeda de troca na política fiscal. update 14h06 Índice de Small Caps (SMLL) agora desce 0,69%, aos 1.911,21 pontos, nova mínima do dia update 14h05 Ibovespa renova mínima da sessão, com queda de 0,78%, aos 166.254,41 pontos update 14h05 Petrobras (PETR4) faz nova mínima do dia, com baixa de 1,53%, a R$ 46,40 update 14h04 Ibovespa faz mais uma mínima do dia, agora com menos 0,76%, aos 166.287,20 pontos update 14h03 Índice de Small Caps (SMLL) agora perde 0,60%, aos 1.912,97 pontos, nova mínima do dia update 14h03 Ibovespa já tem nova mínima da sessão, com baixa de 0,74%, aos 166.318,00 pontos update 14h02 Ibovespa faz nova mínima do dia, agora com queda de 0,71%, aos 166.370,23 pontos update 14h02 Ibovespa renova mínima do dia, com queda de 0,68%, aos 166.427,46 pontos update 14h01 Futuros de gás natural sobem 0,51% na NYMEX; contratos são para dezembro update 14h00 Nutrien vai fechar mais três operações de varejo no Brasil A Nutrien, líder mundial no fornecimento de insumos e serviços agrícolas, planeja fechar operações de varejo em mais três Estados brasileiros e avalia novas medidas de racionalização, afirmou a companhia durante teleconferência de resultados nesta quinta-feira. A empresa também espera Ebitda moderadamente negativo com o varejo brasileiro em 2026. Segundo a companhia, a revisão de seu negócio de varejo no país deve chegar a conclusões até o fim do ano. Durante a teleconferência, a Nutrien afirmou ter reduzido as vendas no varejo brasileiro para concentrar esforços em produtores de alta qualidade e diminuir o risco de crédito. update 13h59 Em meio a crise, presidente do Paraguai renuncia ao cargo Santiago Peña anunciou a saída do cargo nesta quinta-feira (5). update 13h57 Petróleo: midterms reduzem prêmio de guerra, mas “risco Trump” segue; veja 3 cenários Cenário está longe de representar uma pacificação da região e os investidores devem continuar convivendo com elevada volatilidade nos próximos meses, avalia StoneX. update 13h56 Ibovespa renova mínima, com -0,61%, aos 166.533,22 pontos update 13h55 Ações de Petrobras aprofundam perdas; PETR3 cai 0,82% e PETR4 perde 1,19% update 13h55 Índice Small Caps recua 0,27%, aos 1.919,26 pontos; maiores perdas são de TEND3 (-15,14%) e CASH3 (-9,47%) update 13h51 Base Exchange mira lançamento em 2027 em desafio à B3 no mercado de ações A Base Exchange, a primeira concorrente do mercado de ações a desafiar a B3 após anos de domínio, planeja iniciar suas operações no segundo semestre de 2027, dois anos após a data prevista inicialmente, informou o presidente-executivo, Francisco Gurgel. A Base Exchange, liderada pelo fundo soberano de Abu Dhabi Mubadala, oferecerá negociação de ações, fundos imobiliários e fundos de índice (ETFs), o que deve aumentar a concorrência e potencialmente reduzir os custos para os investidores, disse Gurgel. O lançamento também marcará o retorno da negociação de ações no Rio de Janeiro, mais de 25 anos depois que a bolsa de valores da cidade se fundiu com a B3, sediada em São Paulo. update 13h48 Sem reformas fiscais, Brasil pode ficar na lanterna do crescimento na América Latina Estimativa do banco Santander Brasil é de alta de 1,3% na economia do país, mas viés é de baixa. update 13h46 Ibovespa recua com pressão negativa de Wall Street O Ibovespa encostou em 169 mil pontos, mas perdeu o fôlego e recuava nesta quinta-feira, após a abertura negativa dos pregões em Wall Street, pressionados por ações de empresas ligadas a chips e data centers. O volume financeiro no pregão somava R$13,87 bilhões. Em Nova York, o Nasdaq recuava 5,55% e o S&P 500 caía 3,65%, após uma reação positiva na véspera às eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, com o foco agora voltado para o risco de um escrutínio sobre a expansão agressiva da inteligência artificial. No Brasil, em meio a expectativas sobre os planos para a economia do novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, investidores também monitoravam reunião no Palácio da Alvorada nesta quinta-feira com autoridades e conselheiros para debater agenda econômica. Entre os convidados de Lula estavam auxiliares do governo, os ex-ministros da Fazenda Fernando Haddad e Guido Mantega e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse uma fonte com conhecimento do assunto. (Reuters) update 13h42 Queda do Nasdaq é nova oportunidade para ações da América Latina? BBI avalia que sim Estrategistas argumentam que região tende a se beneficiar por possuir uma das menores exposições do mundo ao setor de tecnologia. update 13h42 Ifix, índice de fundos imobiliários, sobe 0,76%, aos 3.585,39 pontos update 13h40 Multidão nas ruas, aluno esfaqueado, feridos em Paris: o dia de greve geral na França Ato nacional levou mais de 600 mil pessoas para as ruas em diversas cidades francesas nesta quinta-feira, com novas cenas de confrontos violentos. update 13h39 XP vê dólar a R$ 5,50 em 2027 e diz que rumo do real dependerá do cenário fiscal Estimativa anterior era de dólar a R$ 5,30 no ano que vem. update 13h33 BP de São Paulo avança na área educacional e faz joint venture com a Clariens, do Mubadala A Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP) deu mais um passo em sua estratégia de expansão na área de educação em saúde e firmou uma joint venture com a Clariens Educação, do Mubadala Capital, para desenvolver e ampliar cursos de pós-graduação e programas de formação médica continuada. A joint venture prevê o desenvolvimento progressivo de cursos e programas voltados à atualização de profissionais de saúde, além de projetos de cooperação acadêmica, pesquisa e inovação. Segundo a BP, a proposta é combinar o corpo clínico, a infraestrutura e a produção científica do hospital com a estrutura educacional da Clariens, que tem seis instituições de ensino superior no País e atua em pós-graduação, residência médica e tecnologia aplicada à educação. A conclusão da operação ainda depende da aprovação das autoridades regulatórias competentes. update 13h27 Infra S.A afirma aprimorar acompanhamento e avaliação de investimentos na Transnordestina A Infra S.A, afirma ter adotado medidas de aprimoramento de mecanismos financeiros e administrativos para maior controle de contratos no que diz respeito a governança e determinações do Tribunal de Contas da União (TCU), especialmente no âmbito do projeto da ferrovia Transnordestina. O posicionamento da estatal vem em resposta à auditoria do TCU, que olhou para contratos históricos celebrados diretamente pela Transnordestina Logística S.A. (TLSA) e cobrou a análise de contratos de R$ 2 bilhões celebrados entre as empresas de 2013 a 2015. “A Infra S.A., como uma das acionistas da TLSA, tem adotado medidas para aprimorar os mecanismos de acompanhamento e avaliação dos investimentos, incluindo a contratação de consultoria especializada e a aprovação de metodologia que estabelece procedimentos para análise prévia de contratos”, afirmou em nota enviada ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. update 13h20 Santander (SANB11) é a única alta entre grandes bancos, com +0,12%, a R$ 25,84 update 13h18 Governo Lula estuda corte permanente no teto de gastos para conter dívida, diz jornal Proposta prevê que bloqueios no Orçamento reduzam o limite de despesas dos anos seguintes. update 13h15 Ibovespa mantém viés negativo, com -0,42%, aos 166.854,45 pontos update 13h12 Banco Central informa a PTAX de fechamento com compra a R$ 5,4615 e venda a R$ 5,4621 COMPRA VENDA Ontem (4) 5,4772 5,4778 1ª parcial 5,4612 5,4618 2ª parcial 5,4324 5,4330 3ª parcial 5,4693 5,4699 4ª parcial 5,4829 5,4835 update 13h09 Ibovespa opera volátil, em meio à queda em NY e cautela fiscal, apesar de commodities Movimento de alguns ativos no Ibovespa é uma tentativa de deixar o índice mais balanceado, mas ainda é um cenário complicado. update 13h07 Preços de café no Vietnã caem ainda mais com nova safra Os preços do café no Vietnã caíram ainda mais em relação à semana passada, devido ao aumento da oferta em meio à colheita, segundo integrantes do mercado consultados. Os produtores do Planalto Central, o cinturão cafeeiro do Vietnã, ofereceram grãos a preços entre 83.000 dongs (US$3,23) e 84.000 dongs (US$3,27) por kg na quinta-feira, uma queda em relação aos 88.000 dongs a 89.000 dongs da semana passada. Os comerciantes afirmaram que a safra de 2026/27 já começou em várias regiões do Planalto Central e atingirá seu pico até o final de novembro, exercendo mais pressão de baixa sobre os preços internos. “Espera-se que a produção seja satisfatória, equivalente à do ano passado”, disse um comerciante com sede no Planalto Central. Os contratos futuros de café robusta para janeiro [LRCc2] fecharam em alta de 0,6%, a US$3.228 por tonelada métrica na quarta-feira. update 13h00 Dólar comercial amplia ganhos, com +0,66%, a R$ 5,487 update 12h54 Barkin, do Fed, diz que inflação continua alta demais; ritmo gradual de alta de juros “faz sentido” O presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, afirmou que um ritmo gradual de aumentos das taxas de juros “faz sentido” em um momento em que a inflação parece estar estagnada acima da meta de 2% do banco central em meio a uma demanda sólida, baixo desemprego e pressões generalizadas sobre os preços. “As pressões de custo que temos enfrentado ao longo do último ano e meio, começando pelas tarifas, incluindo petróleo e diesel, incluindo serviços de saúde… Esses são custos de base ampla. São muito visíveis. Todo mundo está sendo afetado por elas”, disse Barkin em uma conferência de negócios do Fed de Richmond, em Charlotte. A inflação “está alta demais. Não estou ouvindo dizer que ela esteja aumentando… mas também não ouço dizer que esteja diminuindo. As implicações para a política monetária são bastante claras… A questão é o ritmo… Um ritmo gradual faz sentido.” update 12h51 Ações de Petrobras operam mistas; PETR3 sobe 0,07% e PETR4 cai 0,32% update 12h42 Ações de Vale (VALE3) voltam a subir, com +0,40%, a R$ 62,60 update 12h33 Construção defende período de transição de 5 anos para acabar com jornada 6×1 A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) entregou ao Ministério do Trabalho um documento composto por 11 pleitos para amenizar os efeitos da mudança na jornada de trabalho com o fim da escala 6×1. Segundo a CBIC, a principal reivindicação é a ampliação do período de transição para cinco anos, permitindo que as empresas reorganizem suas operações, renegociem contratos e invistam em qualificação profissional e inovação tecnológica. Outro ponto é a definição de um divisor nacional para o cálculo do valor da hora trabalhada. A CBIC propõe a adoção de divisores de 255 horas para jornadas de 42 horas semanais e de 243 horas para jornadas de 40 horas, ambas na escala 5×2. Segundo a entidade empresarial, a medida busca estabelecer critérios uniformes e evitar interpretações divergentes que possam gerar insegurança jurídica e aumento dos encargos trabalhistas. A entidade também propõe que a regulamentação reconheça expressamente a possibilidade de distribuir a jornada de 42 horas semanais em cinco dias, com carga diária de 8 horas e 24 minutos, sem que os 24 minutos excedentes à oitava hora sejam considerados horas extras. update 12h27 Mínima renovada: Ibovespa cai 0,50%, aos 166.726,11 pontos update 12h26 Mais uma mínima: Ibovespa cai 0,41%, aos 166.884,19 pontos update 12h25 Ibovespa tem nova mínima, com -0,36%, aos 166.958,11 pontos update 12h24 Axia vê preços pressionados da energia por chuvas nas hidrelétricas associadas ao El Niño A Axia Energia (AXIA3) vê preços pressionados da energia elétrica por conta de chuvas associadas ao fenômeno climático El Niño nos reservatórios hidrelétricos do Sul e Sudeste, segundo teleconferência sobre resultados trimestrais. Conforme executivo, os preços praticados atualmente estão menores em relação ao terceiro trimestre. A empresa conseguiu fazer quantidades relevantes de vendas para o primeiro trimestre de 2027, quando há maior oferta de energia sazonalmente nas hidrelétricas. A companhia observa volumes “muito altos” de chuvas na região Sul e também na região Sudeste, “o que tem pressionado os preços, já trazendo pressão para o início do ano”, segundo um executivo. (Reuter) update 12h22 Ações de Petrobras passam a cair; PETR3 e PETR4 recuam 0,04% cada update 12h21 Ações de Vale (VALE3) viram para queda, com -0,13%, a R$ 62,27 update 12h20 Ibovespa renova mínima, com -0,27%, aos 167.116,91 pontos update 12h17 Bolsonaro pede para receber Marinho e Tereza Cristina em casa em meio a articulações no Senado O ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para receber em casa os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS). O pedido ocorre em meio às articulações para a eleição à Mesa Diretora do Senado em fevereiro do ano que vem. Ambos declararam que pretendem concorrer ao comando da Casa. A direita busca um entendimento entre as duas candidaturas para não dividir os votos do campo, o que pode beneficiar o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), aliado do governo Lula que tentará a recondução. Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência e líder da oposição no Senado, Marinho é o favorito entre bolsonaristas para concorrer à Presidência da Casa. O nome dele, inclusive, foi lançado oficialmente por Flávio durante transmissão ao vivo que realizou nos Estados Unidos, para onde fugiu após perder o pleito. Mesmo após o lançamento do nome de Marinho, Tereza Cristina, do PP, reafirmou nesta semana sua intenção de concorrer ao cargo. update 12h15 Petróleo opera com altas: WTI sobe 2,35%, a US$ 90,19; e Brent tem mais 2,71%, a US$ 97,18 update 12h15 Ação do Mercado Livre desaba 13% em NY após lucro abaixo do esperado no 3º tri As ações do Mercado Livre desabavam 13% nos primeiros negócios em Nova York nesta quinta-feira, após a companhia reportar na véspera um lucro abaixo das estimativas do mercado para o terceiro trimestre, em resultado também marcado por contração das margens. A empresa de comércio eletrônico e serviços financeiros registrou lucro líquido de US$448 milhões de julho a setembro, alta de cerca de 6% em relação ao mesmo período do ano passado. Projeções compiladas pela LSEG apontavam expectativa de um lucro de US$476 milhões. A margem operacional caiu para 6,3%, de quase 10% um ano antes e abaixo dos 7% previstos no mercado. De forma geral, segundo analistas do Citi, o trimestre manteve as tendências recentes, com o forte crescimento no Brasil mais uma vez superando o consenso do mercado. (Reuters) update 12h13 Ibovespa: CEAB3 é a maior alta do dia até aqui; veja as demais Dia (%) Valor (R$) CEAB3 8,08 7,36 CSAN3 7,53 2,57 SMFT3 4,88 17,61 HAPV3 3,93 4,23 ASAI3 3,33 8,37 update 12h12 Bets ilegais que movimentaram mais de R$ 700 milhões são alvos de operação A operação cumpre dezenas de mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em mais cinco Estados. update 12h11 Ibovespa: TEND3 é a maior baixa do dia até aqui; veja a lista Dia (%) Valor (R$) TEND3 -12,51 17,28 CMIN3 -5,92 4,93 WEGE3 -3,44 48,33 EMBJ3 -3,11 103,73 COGN3 -2,80 1,39 update 12h09 Presidente do Fed de Cleveland defende aumento gradual dos juros para reduzir a inflação A presidente do Federal Reserve de Cleveland, Beth Hammack, disse nesta quinta-feira que o banco central dos Estados Unidos ainda tem muito a fazer para reduzir a inflação à meta de 2%, já que as pressões sobre os preços continuam inaceitavelmente altas. “Espero que a política monetária precise adotar uma postura restritiva para trazer a inflação de volta aos 2% em tempo oportuno”, disse Hammack no texto de um discurso preparado para ser proferido em um evento em Zurique. Embora Hammack não tenha especificado quando gostaria que o Fed fizesse o próximo aumento das taxas, ela observou que prefere “alcançar essa postura por meio de ajustes menores e mais frequentes, sempre que possível, o que causaria menos perturbações para as famílias, as empresas e os mercados financeiros”. Aumentos graduais “também reduziriam o risco de a política monetária ficar aquém do necessário e de uma mentalidade inflacionária se instalar”, disse Hammack. (Reuters) update 12h08 Banco Central informa terceira parcial PTAX com compra a R$ 5,4693 e venda a R$ 5,4699 update 12h05 Dólar comercial volta a ganhar força e avança 0,46%, a R$ 5,476, nova máxima update 12h04 Vibra prevê margens acima de níveis pré-guerra nos próximos anos A Vibra Energia prevê manter nos próximos anos margens superiores às observadas antes do conflito no Oriente Médio, independentemente do cenário, citando ganhos estruturais decorrentes do combate a fraudes no setor e do fortalecimento de sua posição comercial, disse o presidente, Ernesto Pousada, nesta quinta-feira. Maior distribuidora de combustíveis do Brasil, a Vibra também avalia um novo ciclo de recompra de ações, após registrar forte redução de seu endividamento. A companhia reportou na quarta-feira um lucro líquido ajustado de R$2,4 bilhões no terceiro trimestre, mais do que quatro vezes o resultado de um ano antes, apoiada em parte por vendas maiores e queda em despesas financeiras. Já o Ebitda ajustado foi de R$4,3 bilhões no período, mais do que o dobro ante o desempenho de R$1,8 bilhão registrado no terceiro trimestre de 2025. Durante videoconferência com analistas após a divulgação dos resultados, Pousada afirmou que a empresa continuará focada em ampliar participação de mercado e sustentou que parte relevante da melhora de rentabilidade observada recentemente deve permanecer mesmo após uma normalização do mercado de combustíveis. update 12h00 Ibovespa passa a oscilar e agora sobe 0,12%, aos 167.767,39 pontos update 11h58 Ações de Vale (VALE3) passam a oscilar; agora sobem 0,06%, a R$ 62,39 update 11h56 Russell 2000: índice de small caps abrem dia com baixa de 0,26% update 11h55 Dívida externa de países em desenvolvimento atinge recorde de US$9,4 tri em 2025, diz Banco Mundial Os países de baixa e média renda estão contraindo mais empréstimos e pagando mais pelas novas dívidas, com a dívida externa aumentando 5,5% para um recorde de US$9,4 trilhões em 2025, informou o Banco Mundial nesta quinta-feira. A instituição financeira sediada em Washington afirmou que os empréstimos por meio dos mercados internacionais de títulos continuaram em 2026, levantando questões críticas sobre “se os termos são sustentáveis e se o capital levantado está chegando às pessoas e aos locais que mais precisam dele”. Em seu Relatório Anual sobre a Dívida Internacional, o Banco afirmou que o salto na dívida externa em 2025 — o maior aumento anual desde 2021, logo após a pandemia da Covid — ameaça prejudicar investimentos essenciais em educação, infraestrutura, saúde e empregos. O Banco observou que o acesso ao financiamento internacional melhorou, mas os países em desenvolvimento mais pobres estão pagando, em média, juros de 8,2% sobre novos compromissos com credores privados — a taxa mais alta desde 1989 — e 9,4% sobre novos títulos. update 11h52 Ações de Vale (VALE3) reduzem ganhos para 0,19%, a R$ 62,47 update 11h49 Ibov volta para queda de 0,05%, aos 167.487,96 pontos update 11h41 Ibovespa desacelera ganhos e agora sobe 0,26%, aos 167.992,93 pontos update 11h36 Ibov tem apenas 14 ativos em queda; maiores perdas são de CMIN3 (-5,53%) e EMBJ3 (-2,30%) update 11h34 VIX: índice de volatilidade nos EUA tem alta 5,66%, aos 17,55 pontos update 11h32 Produção industrial em setembro: dado reforça possibilidade de PIB negativo no 3T26, diz banco A produção industrial de setembro ficou abaixo das expectativas do Itaú BBA. “A surpresa negativa concentrou-se no setor manufatureiro, o que levou a um desempenho industrial mais fraco no final do terceiro trimestre e mais do que compensou a produção extrativa ainda forte, como previsto. Esse resultado mais fraco do que o esperado aumenta a probabilidade de um PIB negativo no 3T26 em comparação com o trimestre anterior e reforça os sinais de desaceleração da atividade econômica”, conclui. update 11h31 Principais índices em Nova York abrem de forma mista Investidores em Wall Street ajustam suas posições após o forte rali visto ontem, fruto do resultado das eleições de meio de mandato nos EUA. Ao mesmo tempo, seguem de olho nos resultados da temporada de balanços do 3T26. Jordan Watson, gestor de portfólio da Tandem Investment Advisors, afirmou à CNBC que a forte alta e a rotação para longe de empresas de inteligência artificial podem ser temporárias. “Podemos estar caminhando para mais volatilidade à medida que os investidores analisam os resultados das eleições e as possíveis implicações políticas”, disse ele. “Eu não consideraria como um sinal de que tudo está bem, mas sim como um alerta para a necessidade de bom senso em relação à quantidade de capital investido na construção da infraestrutura de IA e se esses investimentos gerarão os retornos esperados pelos investidores”. Dow Jones: +0,61% S&P 500: -0,24% Nasdaq: -0,89% update 11h25 Ameaças a voos para Praga vieram por e-mail anônimo, diz aeroporto de Praga O porta-voz da polícia tcheca informou que o e-mail era endereçado ao aeroporto, enquanto mensagens semelhantes foram enviadas a outros aeroportos da Europa. update 11h19 Barkin/Fed: inflação é o mais importante risco para o Fed no momento update 11h18 Barkin/Fed: IA é uma grande parte de forte demanda atual update 11h18 Barkin/Fed: não acho que a inflação está acelerando, mas também não está recuando update 11h18 Ibovespa avança em meio a balanços após manutenção da Selic O Ibovespa avança nesta quinta-feira, em meio à repercussão de uma bateria de resultados corporativos, enquanto investidores também analisam a decisão do Banco Central de manter a Selic em 13,75% ao ano. O volume financeiro somava R$3,61 bilhões. Na véspera, após o fechamento do mercado, o BC interrompeu o ciclo de cortes nos juros iniciado em março e deixou em aberto o que fará à frente, citando aumento de incertezas e um cenário desafiador para a política monetária. “O contexto atual, caracterizado por taxa Selic substancialmente contracionista, aumento significativo das incertezas em torno do cenário base, expectativas de inflação mais elevadas, e desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada, apresenta um cenário desafiador para a política monetária, demandando serenidade e cautela na sua condução”, disse o BC em comunicado divulgado com a decisão. A manutenção dos juros, após cinco cortes consecutivos de 0,25 ponto percentual na Selic, foi definida de maneira unânime pela diretoria da autarquia. “Na nossa visão, a piora do cenário prospectivo de inflação e o aumento da incerteza reduz significativamente o espaço para novos cortes de juros”, afirmou a equipe econômica do C6 Bank, em relatório após a decisão do BC. (Reuters) update 11h17 Barkin/Fed: política monetária agora está em algum lugar próxima do neutro update 11h12 Barkin/Fed: lucros seguem fortes e isso encoraja as empresas a seguir investindo e segurar os trabalhadores update 11h12 Torre Eiffel é fechada em Paris por conta de novos protestos e greve geral na França A Torre Eiffel foi fechada ao público na quinta-feira, em meio a uma greve nacional que afetou diversos serviços – incluindo escolas e trens – na França, informou o site oficial do monumento. A paralisação, convocada por sindicatos e apoiada por organizações estudantis, também deve afetar serviços públicos, escolas e transportes, segundo informações da agência Reuters. A expectativa é de que os atos reúnam entre 500 mil e 700 mil pessoas nos arredores de Paris, segundo estimativas do serviço de inteligência interna francês. Para acompanhar as manifestações, o governo mobilizou cerca de 70 mil policiais em todo o território nacional. A nova jornada de protestos ocorre após semanas de insatisfação com o custo de vida, a deterioração dos serviços públicos e as condições da educação. update 11h11 Barkin/Fed: há uma pressão de custos nas empresas update 11h11 Barkin/Fed: empresários ainda estão cautelosos em contratar, mas já não estão demitindo update 11h10 Barkin/Fed: demanda na economia está sólida, embora alguns setores não sintam Thomas Barkin é presidente do Federal Reserve de Richmond. update 11h08 Nova máxima: Ibovespa avança 0,84%, aos 168.964,33 pontos update 11h07 Mais uma máxima: Ibovespa sobe 0,81%, aos 168.928,16 pontos update 11h06 Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,4324 e venda a R$ 5,4330 update 11h02 Ações de Petrobras reduzem ganhos; PETR3 sobe 0,24% e PETR4 avança 0,74% update 10h59 Porto Seguro (PSSA3): resultados do 3T26 foram abaixo do esperado, diz banco Os resultados do 3T26 da Porto Seguro (PSSA3) ficaram ligeiramente abaixo das expectativas do Bradesco BBI, enquanto o lucro líquido reportado superou a estimativa, “mas isso se deveu principalmente a uma alíquota de imposto significativamente menor”. O banco diz que, “em termos subjacentes, o lucro antes dos impostos ficou 2% abaixo da nossa previsão, refletindo principalmente resultados mais fracos na vertical Porto Saúde, pressionada pelo aumento significativo em seu índice de sinistralidade, enquanto o valor médio dos contratos apresentou uma queda mais acentuada em relação ao ano anterior. Olhando para o futuro, a empresa revisou suas projeções, o que implica em maiores provisões no Porto Bank no 4T26, podendo indicar que a empresa está se preparando para um ambiente mais desafiador”. As estimativas do banco permanecem abaixo do consenso, e os números do mercado convirjam gradualmente para os do BBI, que segue com visão cautelosa sobre a empresa. A recomendação é neutra, com preço-alvo em R$ 63. update 10h58 Petrobras prevê importar 125 mil bpd de diesel em novembro para recompor estoques A Petrobras deve realizar em novembro importações de diesel em níveis acima da média do ano, apesar de uma pequena redução frente ao mês anterior, enquanto busca recompor estoques após paradas programadas em algumas de suas refinarias, disse à Reuters a diretora de Logística, Comercialização e Mercados da companhia, Angélica Laureano. A estatal tem também reforçado suas compras externas em meio a incertezas no setor privado relacionadas à alta dos custos do petróleo e derivados diante das tensões geopolíticas no Oriente Médio, como forma de garantir o abastecimento do combustível mais consumido e importado pelo país. O Brasil importa cerca de 30% de sua demanda por diesel. Segundo a diretora da Petrobras, as encomendas para novembro totalizam 600 milhões de litros — ou cerca de 125 mil barris por dia (bpd) –, ante 650 milhões de litros em outubro. No terceiro trimestre, a Petrobras registrou o maior volume de importação trimestral de diesel do ano, com 110 mil barris por dia, segundo dados da empresa, enquanto a média em nove meses ficou em 103 mil barris por dia. update 10h56 De novo! Ibovespa avança 0,67%, aos 168.685,94 pontos update 10h52 Dólar comercial renova mínima, com -0,42%, a R$ 5,427 update 10h50 Nova máxima: Ibovespa avança 0,58%, aos 168.528,86 pontos update 10h48 Mais uma máxima: Ibovespa sobe 0,55%, aso 168.487,31 pontos update 10h47 Ibov renova máxima, +0,52%, aos 168.427,34 pontos update 10h37 Lula reúne Haddad, Durigan e Galípolo para discutir dívida pública e rumo da economia Presidente convocou ministros e economistas próximos em meio à pressão por ajuste fiscal e às incertezas sobre a equipe econômica do quarto mandato. update 10h35 VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira abre dia com baixa de 3,25%, aos 20,55 pontos update 10h35 GPA (PCAR3) reverte queda e passa a subir 8,70%, a R$ 2,50, e entra em leilão update 10h31 EUA: pedidos iniciais de seguro-desemprego esta semana ficaram em 189 mil, abaixo da expectativa de 197 mil A leitura da semana anterior apontou 195 mil (revisada de 194 mil). A média das últimas quatro semanas ficou em 194,75 mil, abaixo da média das quatro encerradas na semana passada, que ficou em 197,00 mil (revisada de 196,75 mil). Os pedidos contínuos estão em 1,718 milhão, acima do 1,695 milhão da semana anterior (revisados de 1,701 milhão). update 10h28 Dólar comercial volta a cair, com -0,18%, a R$ 5,442 update 10h25 Nova máxima: Ibovespa sobe 0,38%, aos 168.193,52 pontos update 10h24 FGC comunica vazamento de dados de investidores e alerta para risco de golpes https://www.infomoney.com.br/onde-investir/fgc-comunica-vazamento-de-dados-de-investidores-e-alerta-para-risco-de-golpes/Acesso não autorizado foi detectado em 26 de outubro em ambientes ligados aos processos de garantia; fundo comunicou a ANPD e reforça que não pede senhas, códigos nem taxas update 10h21 Varejistas abrem mistos: AMER3, +0,24%; AZZA3, +3,01%; AUAU3, +1,03%; BHIA3, +1,43%; CEAB3, +5,73%; LREN3, +0,21%; MGLU3, -1,27%; RIAA3, +1,14%; VIVA3, +0,60% update 10h19 Ibovespa toca os 168 mil, com alta de 0,26%, aos 168.000,99 pontos, nova máxima do dia update 10h19 Ibovespa começa dia em leve alta após manutenção da Selic O Ibovespa opera em leve alta nos primeiros negócios desta quinta-feira (5), aos 167,9 mil pontos, após a decisão do Banco Central de interromper o ciclo de cortes nos juros iniciado em março, em dia carregado de balanços corporativos e de expectativas de um fim da guerra no Irã no cenário externo. Sobem as ações de VALE3, PETR4 e a maioria das varejistas, enquanto os grandes bancos operam mistos. O dólar comercial tem leve alta, a R$ 5,46. Na véspera, o BC manteve a Selic em 13,75% ao ano, em sua primeira decisão de política monetária após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que surpreendeu os mercados e derrubou ativos brasileiros. Prevendo inflação mais alta nos próximos anos, o BC deixou em aberto o que fará à frente ao citar uma ampliação das incertezas e um cenário desafiador para a política monetária. Entre as empresas, a Porto Seguro informou que teve lucro líquido de R$839 milhões no terceiro trimestre, alta de 0,9% sobre o mesmo período de 2025. Após o fechamento devem ser divulgados os balanços de Allos (ALOS3), Assaí (ASAI3), Fleury (FLRY3), Localiza (RENT3), Petroreconcavo (RECV3), Renner (LREN3), Sabesp (SBSP3), Suzano (SUZB3) e Vivara (VIVA3). Já Lula participa às 15h30 da primeira reunião do conselho de minerais críticos, e às 19h fala em live com o deputado André Janones (Rede-MG). No exterior, o petróleo se estabilizava perto das mínimas recentes e as ações em geral, o ouro e outros ativos avançaram após a vitória dos democratas nas eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos aumentar as expectativas de um fim para a guerra entre EUA e Irã. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro opera em alta de 0,50%, o S&P 500 sobe 0,19% e Nasdaq tem desvalorização de 0,50%. (Felipe Alves) update 10h17 Siderúrgicas nesta manhã: CSNA3, +0,25%; GGBR4, -1,25%; GOAU4, -1,90%; USIM5, -0,62% update 10h16 GPA (PCAR3) abre em queda, com menos 2,61%, após balanço com prejuízo no 3T26; demais supermercadistas sobem, com ASAI3 ganhando 1,60% update 10h15 Hapvida (HAPV3) abre com alta de 1,23%, a R$ 4,12 update 10h15 Axia Energia (AXIA3) começa com queda de 0,40%, a R$ 47,39, com investidores reagindo ao balanço do 3T26 update 10h13 Petro juniores começam com altas: PRIO3, +2,93%; RECV3, +1,64%; BRAV3, +1,00% update 10h12 B3 (B3SA3) inicia pregão com baixa de 0,28%, a R$ 14,26 update 10h12 Ibovespa vira para alta, com mais 0,09%, aos 167.710,43 pontos, nova máxima do dia update 10h10 Petrobras começa dia com altas de 1,44% (PETR3) e 1,61% (PETR4) update 10h10 Ibovespa sai dos leilões com baixa de 0,02%, aos 167.532,21 pontos update 10h09 Frigoríficos abrem mistos: BEEF3 sobe 0,38% e MBRF3 perde 0,63% update 10h08 Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,4612 e venda a R$ 5,4618 update 10h07 Azul (AZUL3) abre mais um dia em alta: mais 2,88%, a R$ 12,85 update 10h06 Grandes bancos abrem dia oscilando: BBAS3, -0,30%; BBDC4, estável; ITUB4, -0,10%; SANB11, +1,70% update 10h05 Embraer (EMBJ3) começa dia com baixa de 1,19%, a R$ 105,79 update 10h04 Vale (VALE3) abre dia com alta de 0,48%, a R$ 62,65 update 10h03 Ibovespa abre, preliminarmente, com perdas de 0,01%, aos 167.553,47 pontos update 10h01 Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, abre com alta de 0,02%, aos 1.924,90 pontos update 10h01 Contração de serviços do Brasil se aprofunda em outubro com queda de novos trabalhos, mostra PMI A contração do setor de serviços do Brasil se aprofundou em outubro em meio à queda mais intensa dos novos trabalhos em cinco anos e meio, com a confiança perdendo força e empregos sendo cortados pelo segundo mês seguido, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI) divulgada nesta quinta-feira. Em outubro, o PMI de serviços do Brasil, compilado pela S&P Global, caiu a 44,5, de 49,2 em setembro, no recuo mais forte da produção desde abril de 2021. A marca de 50 separa crescimento de contração. Com a atividade industrial ainda em retração em outubro, embora em um ritmo mais fraco do que no mês anterior, o PMI Composto do Brasil caiu a 44,4 em outubro, de 47,4 em setembro, marcando a retração mais acentuada em mais de seis anos. “Os dados até agora apontam para uma contração do PIB no quarto trimestre”, destacou Pollyanna De Lima, diretora associada de Economia da S&P Global Market Intelligence. O mês de outubro foi marcado por uma queda na entrada de pedidos no setor de serviços pelo segundo mês consecutivo, e as vendas recuaram em um ritmo não observado em mais de cinco anos. Os prestadores de serviços atribuíram a contração às tendências desfavoráveis da demanda, às pressões inflacionárias, às greves dos Correios, ao cancelamento de projetos e à eleição presidencial. update 9h55 Ibovespa futuro recua 0,13%, aos 169.285 pontos update 9h48 Corte de juro só volta com ajuste fiscal e cenário global melhor, diz Polo Capital Corte de juro só volta com ajuste fiscal e cenário global melhor, diz Polo Capital. update 9h37 Quarto mandato de Lula deve dar “corretos estímulos” para reduzir juros, diz Durigan O quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se esforçar para dar os “corretos estímulos” para uma redução da taxa de juros, disse nesta quinta-feira o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a jornalistas. “O esforço que nós temos que fazer no governo Lula 4 é dar as condições corretas, estruturais, os corretos estímulos, para que a gente reduza a taxa de juros”, disse Durigan. Perguntado sobre a decisão da véspera do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, de manter a taxa básica de juros em 13,75% ao ano, Durigan disse que não faria “comentários valorativos” sobre a decisão, mas disse que a taxa de juros no Brasil é alta e que isso prejudica todos os setores da economia. (Reuters) update 9h34 Dólar comercial agora sobe 0,18%, a R$ 5,461 update 9h28 Wheels Up assina acordo com Embraer para compra de seis jatos Phenom 300E A Wheels Up anunciou nesta quinta-feira que assinou um acordo definitivo com a Embraer (EMBJ3) para a compra de seis jatos executivos novos Phenom 300E, com entregas previstas para o segundo semestre de 2027. “O acordo amplia uma relação de longa data entre as duas empresas e é resultado de quase três anos de negociações sobre a aquisição de novas aeronaves”, afirmou a Wheels Up, fornecedora de aviação privada sob demanda. As seis novas aeronaves Phenom 300E vão se juntar aos 29 jatos Phenom 300/300E e aos 15 Bombardier Challenger da série 300 que atualmente compõem a frota premium controlada da Wheels Up. Elas serão entregues já equipadas com Wi-Fi via satélite. update 9h26 Ibovespa futuro vira para queda de 0,04%, aos 169.410 pontos update 9h25 Decisão do Copom: comunicado pode indicar que os cortes chegaram ao fim, ao menos por ora, diz economista Vitor Kayo, economista-sênior da Nomad, sublinha que o comunicado preservou o cerne da reunião de setembro. “O balanço de riscos segue com assimetria altista e praticamente os mesmos fatores de alta e de baixa. O parágrafo sobre política fiscal foi repetido sem alterações, e o comitê mantém a referência à convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante”, diz. “As mudanças estão no diagnóstico. O ambiente externo deixou de ser descrito como incerto e passou a ser chamado de mais adverso. O texto agora menciona diretamente o efeito do prolongamento dos conflitos no Oriente Médio sobre o petróleo e a política monetária mais restritiva nas economias avançadas”, segue. “No cenário doméstico, o BC aponta moderação mais acentuada da atividade e primeiros sinais de desaquecimento do mercado de trabalho. A inflação cheia e os núcleos voltaram a acelerar e estão acima do teto da meta. O sinal mais relevante talvez esteja no que saiu do texto. O comitê retirou o trecho sobre a magnitude total do ciclo de calibração, o que pode indicar que os cortes chegaram ao fim, ao menos por ora”. update 9h22 Ibovespa futuro reduz alta para 0,07%, aos 169.615 pontos update 9h22 Decisão do Copom: ambiente de incertezas e piora das expectativas de inflação limita espaço para cortes de juros neste momento, diz economista O economista-chefe do Banco BV, Roberto Padovani, diz que o comunicado que acompanhou a decisão justificou a manutenção da estratégia com base em três fatores: o aumento das incertezas, a piora das expectativas de inflação e a revisão para cima das projeções do próprio Banco Central para o horizonte relevante da política monetária. “A avalição do banco BV é que a decisão e o comunicado são compatíveis com um cenário em que o Banco Central mantém a taxa básica de juros em 13,75% por um período prolongado e retoma o ciclo de cortes apenas em meados do próximo ano. Nesse cenário, a Selic encerraria 2027 em 12,50% ao ano. Portanto, o ambiente de incertezas, combinado à piora das expectativas de inflação, limita o espaço para cortes de juros neste momento”. update 9h19 Maersk volta a elevar previsões devido a taxas de frete em níveis elevados O grupo dinamarquês de transporte marítimo Maersk elevou, nesta quinta-feira, pela terceira vez sua previsão de lucro para 2026, já que o congestionamento portuário e a demanda impulsionada pela inteligência artificial mantiveram altas as taxas de frete de contêineres. No entanto, as ações da companhia caíram 11%, pois analistas afirmaram que a revisão para cima já era esperada e que o lucro do terceiro trimestre ficou aquém das expectativas. A Maersk registrou lucro no terceiro trimestre antes de juros, impostos, depreciação e amortização de US$4,7 bilhões, um aumento de 75%, mas abaixo da previsão média de US$5,04 bilhões em uma pesquisa da LSEG. Analistas afirmaram que o resultado operacional abaixo do esperado foi impulsionado por volumes menores do que o previsto e custos mais elevados na divisão Ocean. update 9h17 DIs: juros futuros abrem dia com predominância de altas ao longo da curva Taxa (%) Variação (pp) DI1F27 13,664 0,048 DI1F28 14,370 -0,020 DI1F29 14,790 0,005 DI1F31 15,045 0,055 DI1F32 15,100 0,060 DI1F33 15,120 0,060 DI1F34 15,110 0,050 DI1F35 15,090 0,050 update 9h14 Smartfit (SMFT3): uma história de crescimento que continua a dar frutos, diz XP, após 3T26 A SmartFit (SMFT3) apresentou um forte 3T26, com destaque para a receita e a margem bruta, embora a rentabilidade das academias brasileiras permaneça sob pressão, segundo a XP. As vendas líquidas e o Ebitda ajustado superaram as projeções em 3% e 2%, respectivamente, impulsionados pela maior contribuição do TotalPass e pelos sólidos resultados fora do Brasil, enquanto o aumento de outras despesas limitou a expansão da margem Ebitda. Em relação à expansão, a empresa atingiu 197 novas unidades no acumulado do ano até outubro (incluindo 30 academias Evolve), com 159 academias em construção e mais de 140 contratos assinados para 2026/27, o que considera compatível com projeção de 330 a 350 unidades para o ano. No geral, em uma temporada em que a projeção da maioria das empresas que a XP acompanha apresente crescimento mais fraco e contração de margem, a SmartFit se destaca tanto em receita quanto em rentabilidade, com a expansão recorde e o TotalPass mais do que compensando a pressão sobre as academias no Brasil. update 9h12 Índice EWZ sobe 0,56% na pré-abertura dos EUA update 9h11 China afirma que compras agrícolas nos EUA dependem de redução de tarifas A China está disposta a comprar mais produtos agrícolas dos EUA, mas somente se as duas partes implementarem seu acordo de redução recíproca de tarifas, afirmou o Ministério do Comércio nesta quinta-feira, sinalizando que as concessões tarifárias continuam sendo fundamentais para os objetivos de Pequim. Após uma cúpula realizada em setembro entre os presidentes Xi Jinping e Donald Trump em Washington, as duas partes propuseram um pacote de reduções tarifárias recíprocas no valor de US$60 bilhões, incluindo cerca de US$17 bilhões em produtos agrícolas dos EUA que a China importaria em 2024, embora o plano ainda não tenha sido finalizado. “A China tem se mostrado consistentemente aberta a ampliar as compras de produtos agrícolas dos EUA, mas somente sob a condição de que as duas partes implementem seu acordo de redução tarifária recíproca de ‘US$30 bilhões por US$30 bilhões'”, disse o porta-voz do Ministério do Comércio, Huang Ling. A China espera que os EUA colaborem com ela para reduzir tarifas, diminuir barreiras não tarifárias e ampliar o acesso ao mercado, acrescentou Huang. update 9h08 DXY: índice dólar apresenta leve alta de 0,02%, aos 101,59 pontos update 9h06 Dólar comercial abre em baixa de 0,19%, cotado a R$ 5,442 na compra e a R$ 5,443 na venda update 9h03 Dólar futuro abre em baixa de 0,32%, cotado aos 5.468,50 pontos update 9h03 Inglaterra: Bank of England decide aumentar taxa de juros em 0,25 ponto percentual, para 4,00% ao ano update 9h02 Ibovespa futuro abre em alta de 0,42%, cotado aos 170.220 pontos update 9h01 Mini-índice com vencimento em dezembro de 2026 (WINZ26) abre sessão com alta de 0,46%, aos 170.315 pontos update 9h01 Minidólar com vencimento em dezembro (WDOZ26) abre dia com baixa de 0,13%, cotado a 5.479,00 update 9h01 Bitcoin Futuro (BITFUT) abre o dia com menos 0,23%, aos 441.280,00 update 9h01 Produção industrial recua -0,8% em setembro, aponta IBGE Em setembro de 2026, a produção industrial nacional recuou 0,8% frente a agosto, permanecendo com o comportamento predominantemente negativo desde maio de 2026, período em que acumulou perda de 4,1%. Em relação a setembro de 2025, o total da indústria recuou 2,5% e intensificou as taxas negativas registradas em agosto (-1,2%) e julho de 2026 (-0,5%). update 8h58 Preços dos combustíveis no Brasil seguem com ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom; veja quanto Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 57 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 158 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados. Diesel A S10 (média nacional): -94%, ou -R$ 3,07 (ontem: -109%, ou -R$ 3,57) Gasolina A (média nacional): -7%, ou -R$ 0,23 (ontem: -18%, ou -R$ 0,54) update 8h55 Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho update 8h50 Dívida elevada e risco não bancário podem limitar margem de manobra do BCE, afirma Schnabel O aumento da dívida pública e a rápida expansão do financiamento não bancário podem limitar a capacidade do Banco Central Europeu de definir a política monetária adequada, afirmou nesta quinta-feira Isabel Schnabel, membro do conselho do BCE. O BCE está atualmente elevando as taxas de juros para combater a inflação excessiva, o que alimenta preocupações de que os custos mais elevados da dívida possam tornar alguns orçamentos insustentáveis, especialmente para a vulnerável França, limitando a capacidade do BCE de definir a política monetária adequada por receio de que isso desencadeie instabilidade financeira. A questão é que a dívida pública cresceu exponencialmente desde o início do século e grande parte da nova dívida está nas mãos de instituições não bancárias, incluindo fundos de hedge, que podem apresentar alto nível de alavancagem, disse Schnabel. O resultado dessa transformação é que as alterações nas taxas de juros do BCE agora são transmitidas mais rapidamente, aumentando potencialmente a volatilidade do mercado, o que poderia, então, forçar investidores alavancados a se desfazer de títulos à medida que os valores das garantias caem e os requisitos de margem aumentam. “Para restaurar a transmissão, os bancos centrais podem então ser forçados a estabilizar os mercados para impedir que uma crise de liquidez se transforme em uma crise de crédito em grande escala”, disse Schnabel em um discurso em Frankfurt. “Tais intervenções podem interferir no mandato do banco central e ameaçar a primazia monetária.” update 8h43 Plano de recuperação da Oncoclínicas tem adesão de quase 75% da dívida, diz empresa A Oncoclínicas anunciou na noite de quarta-feira que obteve novas adesões ao seu plano de recuperação extrajudicial, chegando a quase 75% da base de créditos abrangidos, segundo fato relevante divulgado pela companhia. A companhia afirmou que o plano conta com adesão de credores detentores de mais de R$4,3 bilhões em dívidas da companhia. O montante corresponde a 74,6% da base total de dívida citada pela empresa no processo, de cerca de R$5,8 bilhões. No final de outubro, a Oncoclínicas anunciou já ter adesão suficiente dos credores para dar continuidade ao pedido de homologação do plano, contando então com a adesão de credores detentores de mais de 61,6% da base total de dívida. update 8h40 Ações de Hong Kong têm maior alta diária em 21 meses com ganhos em tecnologia O Hang Seng Tech subiu 5,6% o Alibaba e a Tencent registrando ganhos de mais de 8% e 7%, respectivamente. update 8h38 Senado aprova renegociação de dívidas de Estados e municípios no fim de mandato O texto altera a Resolução que restringe a contratação de operações de crédito nos últimos 120 dias de mandato update 8h33 Nova onda de ameaças de bomba atinge voos de passageiros na Europa Companhias aéreas na Europa receberam uma série de ameaças de bomba na manhã desta quinta-feira, pela segunda vez nesta semana, forçando muitas delas a realizar pousos não programados ou escoltados, embora nenhuma das ameaças tenha se confirmado como verdadeira imediatamente. Embora nenhum país tenha atribuído a responsabilidade pelas ameaças, elas ocorrem em um momento em que autoridades europeias vêm culpando tanto a Rússia quanto o Irã pelo que descrevem como “ataques híbridos” e atos de sabotagem. Moscou e Teerã negam qualquer campanha desse tipo. O voo EI402 da Aer Lingus, de Dublin a Roma, pousou em segurança na quinta-feira no aeroporto de Evreux, 100 km a oeste de Paris, após ter sido desviado como medida de segurança, informou a companhia aérea irlandesa em comunicado. Autoridades búlgaras relataram que três aeronaves realizaram pousos de emergência no país balcânico devido a ameaças de bomba. Aeronaves vindas de Copenhague e Madri pousaram em segurança em Sofia, informou o ministro do Interior, segundo a emissora bTV. update 8h28 BC do Japão debateu necessidade de novos aumentos nos juros, mostra ata Documento reforça os argumentos a favor de uma nova alta já em dezembro. update 8h26 Governo define alíquotas do Imposto Seletivo para 2027 em medida provisória O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou medida provisória que estabelece as alíquotas e normas complementares do Imposto Seletivo para o ano-calendário de 2027, de acordo com edição extra do Diário Oficial da União divulgada na quarta-feira. O Imposto Seletivo incide sobre bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente e a medida provisória define as regras para a aplicação do novo tributo durante sua fase inicial de implementação. A previsão, segundo nota do governo, é de que a cobrança comece em 2 de fevereiro de 2027, simultaneamente à redução a zero das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidentes sobre bens prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Segundo a nota, o regime estabelecido pela medida provisória terá caráter temporário e vigorará até 31 de dezembro de 2027. Nesse período, as alíquotas do Imposto Seletivo aplicáveis a veículos, aeronaves, embarcações, produtos fumígenos, bebidas alcoólicas e bebidas açucaradas corresponderão às atuais alíquotas do IPI, após a aplicação de fatores específicos de conversão. Em relação ao impacto fiscal, a nota afirma que eventual aumento da arrecadação estimada do Imposto Seletivo será compensado por redução equivalente da alíquota de referência e da arrecadação estimada da Contribuição sobre Bens e Serviços, e vice-versa. update 8h20 Barris de petróleo viram para altas e minério de ferro avança Os preços do petróleo começaram o dia em queda, mas viraram para alta em meio expectativa de que as perdas sofridas pelo Partido Republicano do presidente dos EUA, Donald Trump, nas eleições para o Congresso nesta semana possam reduzir o risco de uma escalada ainda maior da guerra entre EUA e Israel contra o Irã. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta pela segunda sessão consecutiva, atingindo a maior cotação em um mês, impulsionados por uma forte alta nas ações chinesas e pela melhora nas margens do aço. Petróleo WTI, +0,73%, a US$ 88,76 o barril Petróleo Brent, +1,59%, a US$ 96,12 o barril Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,77%, a 691,00 iuanes (US$ 103,60) update 8h15 Mercados da Ásia encerram dia sem direção Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção definida. As ações das fabricantes de chips caíram acentuadamente novamente, com o índice Kospi, da Coreia do Sul, recuando 4,8% e as ações de Taiwan caindo 2,6%, à medida que os investidores se preocupavam com o destino dos gastos maciços em centros de dados , uma das questões cruciais na eleição. Shanghai SE (China), +0,10% Nikkei (Japão): -1,79% Hang Seng Index (Hong Kong): +3,67% Nifty 50 (Índia): +2,51% ASX 200 (Austrália): +2,61% update 8h11 Bolsas da Europa operam com ganhos Os mercados europeus operam em alta, enquanto investidores aguardam a decisão de política monetária do Banco da Inglaterra, onde se espera que o banco central aumente as taxas de juros pela primeira vez em três anos devido às crescentes pressões inflacionárias decorrentes da guerra entre EUA e Irã, seguindo o caminho trilhado por todos os seus principais pares. STOXX 600: +0,57% DAX (Alemanha): +0,71% FTSE 100 (Reino Unido): +0,74% CAC 40 (França): +0,74% FTSE MIB (Itália): +0,31% update 8h07 EUA: futuros de NY operam mistos após rali impulsionado por eleições Os índices futuros de Nova York operam em mistos nesta quinta-feira (5), após os ganhos da sessão anterior, impulsionados por uma forte queda no preço do petróleo e pela vitória democrata nas eleições de meio de mandato. Enquanto o alívio geopolítico e a perspectiva de menor pressão inflacionária favorecem parte do mercado, preocupações com possíveis restrições à expansão de data centers pressionam ações de tecnologia. Os investidores também aguardam novos dados do mercado de trabalho americano, que podem influenciar as expectativas para os juros do Federal Reserve (Fed). Dow Jones Futuro: +0,58% S&P 500 Futuro: +0,15% Nasdaq Futuro: -0,54% update 8h03 Abertura de mercados Os mercados nacionais repercutem nesta quinta-feira a decisão do Banco Central de interromper o ciclo de cortes nos juros iniciado em março, em dia carregado de balanços corporativos e de expectativas de um fim da guerra no Irã no cenário externo. Na véspera, o BC manteve a Selic em 13,75% ao ano, em sua primeira decisão de política monetária após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que surpreendeu os mercados e derrubou ativos brasileiros. Prevendo inflação mais alta nos próximos anos, o BC deixou em aberto o que fará à frente ao citar uma ampliação das incertezas e um cenário desafiador para a política monetária. Já Lula participa às 15h30 da primeira reunião do conselho de minerais críticos, e às 19h fala em live com o deputado André Janones (Rede-MG). No exterior, o petróleo se estabilizava perto das mínimas recentes e as ações em geral, o ouro e outros ativos avançaram após a vitória dos democratas nas eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos aumentar as expectativas de um fim para a guerra entre EUA e Irã. Operadores apostam que o presidente norte-americano, Donald Trump, enfrentando um Congresso controlado pelos democratas e pressionado pelos altos preços da energia provocados pelo conflito no Oriente Médio, estaria menos propenso a escalar a guerra com o Irã. (Reuters) update 7h54 Principais índices em Nova York terminam ontem com fortes altas Investidores em Wall Street aceleraram compras após a vitória esmagadora dos Democratas nas eleições de meio de mandato nos EUA. O presidente do país, Donald Trump, reconheceu a derrota. A recuperação “deveu-se em parte ao tom inicial do presidente e à sua reação aos resultados”, disse à CNBC Jay Woods, estrategista-chefe de mercado da Freedom Capital Markets. “Ainda há muita incerteza no ar, mas uma coisa é certa: haverá impasse político e, historicamente, isso é bom para o mercado”. Já Andrew Slimmon, da Morgan Stanley Investment Management, afirmou que os mercados “gostam de impasse político e não gostam de um partido com muito poder”. Para ele, o resultado aumenta a pressão por uma resolução para o conflito no Oriente Médio, isso pode levar à queda dos preços do petróleo. “Esse tem sido um problema para o Fed, assim como a inflação, e parte da razão pela qual as taxas de juros estão mais altas”. Dia (%) Pontos Dow Jones +3,03 53.357,19 S&P 500 +1,58 7.688,87 Nasdaq +1,44 25.736,51 update 7h52 DIs: juros futuros fecham dia com baixas por toda a curva Taxa (%) Variação (pp) DI1F27 13,616 -0,003 DI1F28 14,390 -0,175 DI1F29 14,785 -0,285 DI1F31 14,990 -0,380 DI1F32 15,040 -0,380 DI1F33 15,060 -0,375 DI1F34 15,060 -0,385 DI1F35 15,040 -0,370 update 7h50 Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,64%, na mínima do dia O dólar comercial voltou a descer diante do real, após três altas seguidas. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,28%, aos 101,58 pontos. Venda: R$ 5,451 Compra: R$ 5,452 Mínima: R$ 5,451 Máxima: R$ 5,498 update 7h45 Ibovespa terminou ontem com queda de 1,23%, aos 167.563,47 pontos Máxima: 167.986,37 Mínima: 165.541,38 Diferença para a abertura: +2.034,55 pontos Volume: R$ 41,30 bilhões Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano: Segunda-feira (2): Dia de Finados Terça-feira (3): -1,42% Quarta-feira (4): +1,23% Semana: -0,21% Novembro: -0,21% 4T26: -10,08% 2026: +4,00% Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas. Sugestões, dúvidas e críticas entre em contato com lara.rizerio@infomoney.com.br. IM Trader: notícias, análises, vídeos, podcasts e guias no novo canal do InfoMoney sobre Mercados.
Perguntas Frequentes sobre CSMG3
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