BRCR11 Fundo de Investimento Imobiliario - FII BTG Pactual Corporate Office Fund Cotas – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario - FII BTG Pactual Corporate Office Fund Cotas
CNPJ: 08924783000101
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
BRCR11 (Fundo de Investimento Imobiliario - FII BTG Pactual Corporate Office Fund Cotas) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 39,32, registrando variação de +2.72% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.46x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 11.47%.
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 10 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de BRCR11
O ativo BRCR11 (Fundo de Investimento Imobiliario - FII BTG Pactual Corporate Office Fund Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 39,32, acumulando uma variação de +2.72% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 37,00 e a máxima de R$ 51,59. O fundo atua no segmento de Tijolo - Lajes Corporativas, registrando um Dividend Yield (12M) de 11.47% e indicador P/VP de 0.46x.
Histórico de Cotação: BRCR11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a BRCR11
O BC FUND FII (BRCR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Lajes Corporativas
Ver Todos os FIIs⚔️ Comparações Populares com BRCR11
Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
Notícias relacionadas
FII registra resultado de R$ 4,4 mi e portfólio de CDI + 2,5%
O FII Canuma Capital Multiestratégia (CCME11) registrou resultado de R$ 4,406 milhões em setembro de 2026, equivalente a aproximadamente R$ 0,065 por cota. O desempenho foi impactado principalmente pelos menores índices de inflação nos meses de julho e agosto, que afetaram as receitas dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) atrelados ao IPCA. Apesar do resultado mensal, o fundo distribuiu R$ 0,086 por cota em 16 de outubro. Segundo a gestão, a expectativa é manter esse patamar de rendimentos nos próximos meses, considerando as receitas recorrentes previstas para o portfólio e sem depender de ganhos não recorrentes. O CCME11 também conta com uma reserva acumulada de resultados não distribuídos de R$ 5,5 milhões, equivalente a R$ 0,082 por cota. O montante representa uma margem adicional para sustentar a distribuição de rendimentos aos investidores. Na carteira de crédito, o fundo investiu R$ 25 milhões no CRI Abiatar, operação estruturada e originada exclusivamente pela Canuma, com remuneração de CDI mais 3,80% ao ano e prazo de quatro anos. A gestão também informou que pretende adquirir mais R$ 20 milhões em um novo CRI durante novembro, cuja estruturação ainda está em andamento. Em relação às taxas médias dos títulos de crédito, o portfólio apresenta remuneração de CDI mais 2,5% ao ano e IPCA mais 9,7% ao ano, considerando o valor patrimonial das cotas. Já quando ajustada aos preços praticados no mercado secundário, diante do desconto em relação ao valor patrimonial, a carteira equivale a retornos implícitos de CDI mais 8,8% ao ano e IPCA mais 11,9% ao ano, líquidos das taxas de gestão e administração. FII CCME11: Venda do Shopping Jardim Sul e desempenho dos imóveis No segmento imobiliário, o fundo concluiu em 10 de setembro a venda de sua participação no Shopping Jardim Sul por R$ 68,8 milhões. A operação gerou retorno de 25,8% no período de investimento. Na sequência, a gestão iniciou o processo de encerramento do FII Canuma Capital Renda Varejo (CCVA11), cujas cotas são integralmente detidas pelo CCME11. A conclusão do encerramento está prevista para 13 de novembro. Nessa etapa, os ativos e direitos do CCVA11, incluindo valores a receber e proventos devidos, serão transferidos ao CCME11. Para fins do relatório de setembro, os ativos e valores a receber, assim como as cotas do FII PMLL11, já foram considerados diretamente na carteira do fundo. Outro destaque operacional foi o Kasa Vila Olímpia, empreendimento residencial com 243 apartamentos voltados à locação de média duração. Em setembro, a ocupação permaneceu em 79%, mesmo patamar registrado no mês anterior. O aluguel médio chegou a R$ 114 por metro quadrado, alta de 27% desde o início da gestão da Canuma, em 2023. Já o prazo médio dos contratos assinados no mês foi de 13,9 meses. Carteira de fundos imobiliários e ações No portfólio de fundos imobiliários, o CCME11 encerrou setembro com nove ativos e não realizou movimentações durante o mês. Desde o início das alocações, entre junho de 2022 e agosto de 2026, a carteira acumulava valorização de 46,7%, desempenho 13,5 pontos percentuais acima do IFIX, que avançou 33,3% no mesmo intervalo. Entre os destaques positivos da carteira em setembro estiveram BRCR11, com alta de 5%; GZIT11, com valorização de 2,8%; KNHF11, com avanço de 1%; e IRIM11, que subiu 0,6%. A gestão afirmou que segue acompanhando oportunidades de alocação com o objetivo de buscar retornos superiores aos do IFIX de forma consistente. No segmento de ações, o relatório relembrou a venda de R$ 29,5 milhões em posições de IGTI11 e ALOS3, realizada em novembro de 2025, que gerou lucro de R$ 2,4 milhões para o fundo. A gestão não informou novas movimentações nessa carteira referentes a setembro.
Carteiras de FIIs para novembro 2026
Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Em novembro, carteiras de FIIs são ajustadas após a reeleição de Lula e a reação negativa do mercado. BTG Pactual, Santander, XP, Banco do Brasil e Genial revisaram estratégias devido a preocupações fiscais e juros altos. BTG e Santander ampliaram exposição a recebíveis, enquanto XP priorizou ativos defensivos. BB Investimentos fez substituições focando em qualidade de crédito e potencial de valorização. Genial manteve carteiras, destacando oportunidades de valorização apesar dos riscos de juros futuros. Abrir o resumo O impacto das eleições nos FIIs; bancos e casas revisam carteiras para momento de cautela no mercado Foto: Adobe Stock As carteiras recomendadas de fundos imobiliários (FIIs) para novembro chegam em meio à turbulência do mercado financeiro após as eleições presidenciais. Com a pressão sobre os juros e preocupações fiscais, BTG Pactual, Santander, XP, Banco do Brasil e Genial revisaram seus portfólios e estratégias para o mês. PUBLICIDADE A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 25 de outubro, contrariou as expectativas de parte dos investidores e provocou uma forte reação nos mercados. No primeiro pregão após o segundo turno, na segunda-feira (26), o Ibovespa despencou 13,88%, enquanto o dólar disparou 8,21%, para R$ 5,40. O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) também foi atingido, com queda de 2,89% em outubro. A reação refletiu as preocupações com a condução da política fiscal e a trajetória dos juros, fatores que influenciam diretamente a atratividade dos fundos imobiliários diante da renda fixa. Publicidade Leia também Nesse cenário, o BTG Pactual recomenda equilibrar fundos de tijolo, que investem diretamente em imóveis físicos, e fundos de recebíveis de maior qualidade, com prioridade a rendimentos recorrentes e estruturas financeiras saudáveis. Entre os segmentos imobiliários, escritórios bem localizados e galpões logísticos apresentam condições mais favoráveis, enquanto shoppings exigem maior cautela diante do cenário de consumo. Confira abaixo de que forma os bancos e casas de investimento estão lendo o panorama econômico para os FIIs em novembro. Carteira do BTG Pactual reflete cautela com cenário econômico O BTG Pactual (BPAC11) ajustou sua carteira com a exclusão do RBRY11, fundo de recebíveis imobiliários, e a redução da participação no GZIT11, do segmento de shopping centers, de 2,5% para 2%. Em contrapartida, elevou o peso dos fundos de recebíveis KNCR11, de 14% para 15%, e MCCI11, de 8% para 8,5%, além do fundo multiestratégia KNHF11, de 5% para 6%. As mudanças refletem postura mais cautelosa diante das incertezas fiscais e da alta dos juros futuros no Brasil. Publicidade Segundo o banco, a saída do RBRY11 busca reduzir a exposição ao crédito estruturado, enquanto os aumentos nos fundos de recebíveis KNCR11 e MCCI11 mostram prioridade para ativos de menor risco de crédito e maior previsibilidade de renda. Já o reforço no KNHF11 considera sua diversificação entre crédito imobiliário, imóveis físicos e cotas de outros FIIs, além do desconto das cotas. A carteira reúne 15 fundos imobiliários e apresenta rendimento anualizado de dividendos de 11,5%. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso BTCI11 BTG Pactual Recebíveis 6,0% KNCR11 Kinea Recebíveis 15,0% KNIP11 Kinea Recebíveis 14,0% MCCI11 Jive Mauá Recebíveis 8,5% VILG11 Vinci Compass Galpões logísticos 5,5% BRCO11 Bresco Galpões logísticos 2,5% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 13,0% HGLG11 Pátria Galpões logísticos 3,0% BRCR11 BTG Pactual Lajes corporativas 4,5% PVBI11 Pátria Lajes corporativas 5,0% KNHF11 Kinea Multiestratégia 6,0% GZIT11 Gazit Shopping centers 2,0% HSML11 HSI Shopping centers 2,0% VISC11 Vinci Compass Shopping centers 6,0% TRXF11 TRX Híbrido 7,0% Total — — 100% Santander amplia exposição a recebíveis O Santander atualizou seu portfólio com a inclusão do KNUQ11, do segmento de recebíveis imobiliários, com peso de 5%. Para abrir espaço ao novo ativo, o banco reduziu a participação de outros três fundos: Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), também de recebíveis, em 1,5 ponto porcentual, Tellus Properties (TEPP11), de escritórios, de 7% para 5%, e XP Malls (XPML11), de shopping centers, de 9,5% para 8%. Publicidade Segundo o Santander, as mudanças ampliam a exposição ao segmento de recebíveis imobiliários, considerado mais resiliente no cenário atual. A instituição destaca que o KNUQ11 possui carteira majoritariamente atrelada ao CDI, favorecida pelos juros elevados, além de garantias imobiliárias robustas. O banco projeta rendimento anual de dividendos de 13,8% para o novo fundo e mantém visão positiva sobre os três FIIs que tiveram suas participações reduzidas. A carteira reúne 12 fundos, com rendimento médio estimado de 12,5% nos próximos 12 meses. Publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso MCCI11 Mauá Capital Recebíveis imobiliários 11,5% HGCR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 11,5% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 10,0% KNUQ11 Kinea Recebíveis imobiliários 5,0% BTHF11 BTG Pactual Multiestratégia 10,0% KNHF11 Kinea Multiestratégia 10,0% XPML11 XP Asset Shopping centers 8,0% VILG11 Vinci Real Estate Galpões logísticos 9,0% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 7,0% GARE11 Guardian Gestora Híbrido 8,0% TRXF11 TRX Investimentos Híbrido 5,0% TEPP11 Tellus Investimentos Escritórios 5,0% Total — — 100% Leia mais Carteira da XP atinge rendimento anual de 12,6% CONTiNUA APÓS PUBLICIDADE A XP Investimentos atualizou sua carteira recomendada de FIIs com a inclusão do Maxi Renda (MXRF11), do segmento de recebíveis imobiliários, com peso de 4,5%, e o aumento da participação no Mauá Capital Recebíveis (MCCI11), de 9% para 10,25%. Em contrapartida, reduziu os pesos dos fundos de shopping centers HGBS11 e HSML11, dos fundos logísticos LVBI11, de escritórios PVBI11, de recebíveis KNCR11 e do multiestratégia RBRX11. As reduções variaram de 0,5 a 1,5 ponto porcentual. Segundo a XP, as mudanças buscam reduzir a exposição a fundos de imóveis físicos com menor potencial de geração de renda e valorização, além de diminuir a participação em recebíveis considerados bem precificados. A instituição dá prioridade a ativos defensivos, com carteiras de crédito de qualidade e rendimentos mais atrativos. Com isso, os fundos de recebíveis passam a representar 46,25% da carteira, que reúne 16 FIIs e apresenta rendimento anualizado de dividendos de 12,6%. Em outubro, o portfólio recuou 3,2%, ante queda de 2,9% do IFIX. Publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso MCCI11 Jive Mauá Recebíveis imobiliários 10,25% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 10,25% XPCI11 XP Asset Recebíveis imobiliários 8,75% RBRR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 8,00% PCIP11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 4,50% MXRF11 XP Asset Recebíveis imobiliários 4,50% XPLG11 XP Asset Galpões logísticos 9,75% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 4,50% BRCO11 Bresco Galpões logísticos 4,00% LVBI11 VBI / Pátria Galpões logísticos 1,50% PVBI11 VBI Asset Lajes corporativas 3,50% XPML11 XP Asset Shopping centers 10,50% HGBS11 Hedge Investimentos Shopping centers 2,00% HSML11 HSI Gestora Shopping centers 1,00% RBRX11 Pátria Investimentos Multiestratégia 9,00% CPTS11 Capitânia Multiestratégia 8,00% Total — — 100% BB Investimentos retira fundo ligado ao agronegócio O BB Investimentos fez três substituições. A instituição divide suas recomendações em duas estratégias: a carteira Renda, voltada à geração de dividendos recorrentes, com menor volatilidade, e a carteira Ganho de Capital, que busca a valorização das cotas de fundos negociados com desconto, mas sujeitos a maiores oscilações. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso GARE11 Guardian Gestora Híbrido 6,25% KNHF11 Kinea Multiestratégia 6,25% HGCR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 6,25% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 6,25% KNIP11 Kinea Recebíveis imobiliários 6,25% MXRF11 XP Asset Recebíveis imobiliários 6,25% XPCI11 XP Asset Recebíveis imobiliários 6,25% XPML11 XP Asset Shopping centers 6,25% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 6,25% HGLG11 Pátria Investimentos Galpões logísticos 6,25% VILG11 Vinci Real Estate Galpões logísticos 6,25% XPLG11 XP Asset Galpões logísticos 6,25% PCIP11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 6,25% RECR11 REC Gestão Recebíveis imobiliários 6,25% CPSH11 Capitânia Shopping centers 6,25% VISC11 Vinci Real Estate Shopping centers 6,25% Total — — 100% Genial segura ativos na carteira de FIIs de novembro A Genial Investimentos manteve sem alterações suas carteiras Renda e Valor para novembro de 2026, preservando os mesmos 18 fundos e pesos de outubro. Publicidade A carteira Renda foca em geração de dividendos recorrentes, com menor volatilidade, concentrando 47,5% dos recursos em fundos de recebíveis imobiliários, como KNSC11, HSAF11 e KNCR11. Já a carteira Valor busca principalmente a valorização das cotas, selecionando fundos negociados com desconto e maior potencial de recuperação, embora estejam mais sujeitos às oscilações do mercado. Nessa estratégia, os fundos multiestratégia representam 35% do portfólio, seguidos pelos de logística (22,5%) e shopping centers (20%). Segundo a Genial, a manutenção das carteiras reflete a avaliação de que as perdas recentes foram provocadas principalmente pela queda no preço das cotas, sem deterioração significativa dos rendimentos. Em outubro, a carteira Renda recuou 2,66%, superando o IFIX, enquanto a Valor perdeu 3,05%. Apesar das desvalorizações, os rendimentos anualizados permanecem em 14% na carteira Renda e 12,7% na Valor. Publicidade A gestora também destaca que os descontos das cotas em relação ao valor patrimonial aumentaram, o que pode representar oportunidades de valorização, embora os juros futuros elevados continuem sendo um risco para os FIIs. Carteira Renda Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso KNSC11 Kinea Recebíveis 10% HSAF11 HSI Recebíveis 10% KNCR11 Kinea Recebíveis 10% PORD11 Polo Capital Recebíveis 10% AFHI11 AF Invest Recebíveis 7,5% MANA11 Manatí Capital Multiestratégia 12,5% SPXS11 SPX Multiestratégia 12,5% RBRX11 Pátria Multiestratégia 7,5% RZAT11 Riza Híbrido 10% HGRE11 Pátria Lajes corporativas 10% Carteira Valor Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso BTHF11 BTG Pactual Multiestratégia 12,5% ITRI11 Itaú Multiestratégia 12,5% WHGR11 WHG Multiestratégia 10% GGRC11 Zagros Logística 12,5% VILG11 Vinci Logística 10% PMLL11 Pátria Shoppings 10% VISC11 Vinci Shoppings 10% CLIN11 Clave Recebíveis 12,5% HGRE11 Pátria Lajes corporativas 10% Leia mais
Dividendos de 11,5%: Veja 15 fundos imobiliários (FIIs) para ter na carteira em novembro, segundo o BTG – Money Times
(Imagem: jabkitticha/ istockphoto) O BTG Pactual promoveu alterações em sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para novembro, retirando o RBRY11 da seleção e reduzindo em 0,5% a participação em GZIT11. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em contrapartida, o banco aumentou as alocações em KNHF11, KNCR11 e MCCI11 em 1%, 1% e 0,5%, respectivamente. Em relatório, os analistas Matheus Oliveira e Caio Araujo afirmaram que as mudanças buscam adequar o risco do portfólio diante de um cenário estruturalmente mais desafiador para os ativos domésticos, marcado pelas preocupações com a trajetória fiscal brasileira e pela alta dos juros futuros. No caso da saída do RBRY11, a dupla ressaltou que o fundo já tinha uma participação menor na carteira e que a posição foi desmontada em razão de um ajuste na exposição ao segmento de crédito estruturado, que tende a apresentar maior sensibilidade no curto prazo. Nesse contexto, o BTG ponderou que priorizará teses high grade (de menor risco), como KNCR11 e MCCI11, que apresentam uma relação risco-retorno “mais favorável”, especialmente sob a perspectiva da geração de renda. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Quanto ao KNHF11, os analistas elogiaram o portfólio diversificado do veículo e o desconto acima de sua média histórica, fatores que justificaram o aumento marginal da exposição ao FII. O momento dos fundos imobiliários No relatório, o BTG também destacou que outubro foi marcado por uma reprecificação dos juros globais, diante da combinação entre atividade econômica ainda resiliente nos Estados Unidos, inflação persistente e tensões geopolíticas. No Brasil, o banco apontou que o mês foi pautado pela eleição presidencial e pela forte reprecificação dos ativos domésticos. “Após a valorização da bolsa e do real, impulsionada pelas expectativas de ajuste fiscal, a reeleição do presidente Lula provocou uma reversão abrupta, com circuit breaker, alta do do dólar e abertura da curva de juros”, escreveram Oliveira e Araujo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo os analistas, para os fundos imobiliários, esse movimento eleva o retorno exigido pelos investidores e aumenta a concorrência com a renda fixa. “Após a recuperação observada nos FIIs nas semanas anteriores, a correção também refletiu realização de lucros e revisão de carteiras. A volatilidade pode persistir, a depender das sinalizações sobre a condução da política econômica”, afirmaram. Fundamentos saudáveis Apesar da instabilidade, o BTG avalia que os fundamentos dos principais segmentos imobiliários permanecem relativamente saudáveis. Nos escritórios, o banco destacou que a demanda por espaços de qualidade e a baixa atividade construtiva favorecem imóveis localizados em regiões consolidadas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na logística, a elevada ocupação e o crescimento dos aluguéis sustentam um cenário operacional positivo. Já nos shoppings, o ambiente de consumo mais desafiador exige acompanhamento, embora empreendimentos competitivos e uma base diversificada de lojistas ofereçam alguma proteção às receitas dos FIIs. Nos fundos de recebíveis, a preferência da casa recai sobre operações high grade, com devedores sólidos e garantias adequadas, enquanto as high yield exigem, na avaliação do banco, cautela adicional. Desempenho Em outubro, a carteira recomendada de FIIs do BTG registrou queda de 2,71%, ante recuo de 2,89% do IFIX, principal índice de fundos imobiliários da B3. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No acumulado de 2026, o portfólio do banco registra desvalorização de 2,24%, enquanto o indicador de referência (benchmark) perde 3,41%. Além da variação das cotas, a seleção da casa entregou um dividend yield (retorno em dividendos) anualizado de 11,5% no mês passado. Confira os FIIs indicados pelo BTG Pactual para novembro: Fundo Peso Segmento Dividend yield anualizado BTCI11 6,0% Recebíveis 13,8% KNCR11 15,0% Recebíveis 12,9% KNIP11 14,0% Recebíveis 8,4% MCCI11 8,5% Recebíveis 13,4% VILG11 5,5% Galpão logístico 11,0% BRCO11 2,5% Galpão logístico 10,4% BTLG11 13,0% Galpão logístico 9,9% HGLG11 3,0% Galpão logístico 9,4% BRCR11 4,5% Laje corporativa 12,4% PVBI11 5,0% Laje corporativa 7,3% KNHF11 6,0% Hedge fund 13,3% GZIT11 2,0% Shopping center 12,5% HSML11 2,0% Shopping center 11,3% VISC11 6,0% Shopping center 10,2% TRXF11 7,0% Híbrido 16,8% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre BRCR11
Qual é a cotação de BRCR11 hoje na B3?
Quanto a BRCR11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de BRCR11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de BRCR11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.