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Resumo de Mercado
Resumo da manhã (10h) Atualizado em 23/09/2026 às 10:00
Sentimento: Cauteloso (45/100)
Ibovespa
187.423 pts +0,44%
Dólar Comercial
R$ 5,13 +0,57%
Bitcoin (BRL)
R$ 439.449 -0,67%
Taxa Selic
13.75% a.a. Meta BC

Ibovespa abre em leve alta, mas investidores permanecem cautelosos

Na manhã desta quarta-feira, 23 de setembro de 2026, o Ibovespa apresenta uma leve alta de 0,44%, alcançando 187.422,92 pontos. O mercado reflete um cenário cauteloso, influenciado por incertezas políticas locais e a expectativa em torno da divulgação de pesquisas eleitorais que podem impactar o clima de negócios. Além disso, a alta do petróleo, com o Brent ultrapassando os US$ 100, traz preocupações sobre a inflação e suas repercussões nas taxas de juros futuras, tanto no Brasil quanto no exterior.

As ações de blue chips como Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) têm se comportado de forma moderada, com leves altas de 0,73% e 0,39%, respectivamente. No entanto, o mercado de câmbio mostra o dólar americano cotado a R$ 5,1301, uma alta de 0,57%, refletindo a pressão inflacionária e a expectativa de novas altas na Selic, atualmente em 13,75%. O cenário macroeconômico continua a ser um fator determinante para o sentimento do investidor, que se mantém cauteloso diante das incertezas globais e locais.

Pontos-Chave para o Investidor
  • Ibovespa abre em leve alta, mas investidores estão cautelosos devido a incertezas políticas.
  • Dólar se valoriza, pressionado por expectativas de alta da Selic e inflação.
  • Mercado cripto apresenta quedas, com Bitcoin e Ethereum em baixa, refletindo um apetite por risco contido.
Ações & Bolsa B3

O Ibovespa inicia o dia com leve alta, impulsionado por Petrobras e Vale, mas a cautela predomina entre os investidores. As ações que mais se destacam em alta incluem BBDC4 e WEGE3.

Câmbio & Cenário Macro

O dólar apresenta valorização de 0,57%, refletindo a pressão inflacionária e a expectativa de novas altas na Selic. O Euro também registra leve alta em relação ao real.

Criptoativos

O Bitcoin recua 0,67%, enquanto Ethereum e outras altcoins também enfrentam quedas. O apetite por risco no ecossistema cripto está contido, com investidores atentos a desenvolvimentos regulatórios.

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O conselheiro é independente mesmo? Indicação pelo controlador é comum; saiba quando ela vira um problema para a empresa
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O conselheiro é independente mesmo? Indicação pelo controlador é comum; saiba quando ela vira um problema para a empresa

Afinal, o conselheiro independente é independente mesmo? Um levantamento da XP Research joga luz sobre uma aparente contradição no modelo de governança das empresas brasileiras: 52% dos conselheiros classificados como independentes foram eleitos pelo controlador, entre os 141 conselhos analisados. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE É preciso destacar que o dado, por si só, não significa que esses profissionais não sejam independentes. Em empresas de controle concentrado, é natural que o controlador tenha peso na escolha dos integrantes do conselho, já que detém a maior parte dos votos. Mas a estatística coloca uma questão incômoda para o investidor: quando chega a hora de fiscalizar, questionar ou até contrariar o controlador, a origem da indicação pode fazer diferença? Para especialistas em governança corporativa ouvidos pelo Seu Dinheiro, a resposta passa menos por quem colocou o conselheiro na cadeira e mais pelo que ele faz depois de ocupá-la. Questionar decisões, registrar divergências e se posicionar em situações de conflito são alguns dos sinais que podem separar a independência prevista no estatuto daquela que, de fato, aparece na sala de reunião. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A problemática está longe de ser pontual. Segundo o levantamento da XP, em 72% das empresas analisadas, a maioria dos assentos é ocupada por conselheiros eleitos ou indicados pelo controlador. Em 44% delas, todos os membros do conselho foram escolhidos dessa forma. Leia Também “Um conselheiro eleito pelo controlador não deixa de ser independente automaticamente, mas precisa demonstrar isso na prática: divergindo, registrando voto em ata, questionando transações com partes relacionadas”, afirma o especialista em governança Geraldo Ferreira, em conversa com o Seu Dinheiro. Para a equipe da XP, a independência dos conselhos continua sendo uma das principais frentes de aprimoramento da governança corporativa. A influência dos controladores sobre a composição pode afetar a percepção de independência e levantar dúvidas sobre o grau de supervisão efetivamente autônoma exercida pelos conselheiros, afirmam os analistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Governança corporativa: conselheiro é independente no papel, mas e na prática? O estudo mostra que apenas 39% das empresas analisadas têm maioria de conselheiros independentes. Na média, eles representam 48% das cadeiras. O ponto é que cumprir os critérios formais para receber o selo de “independente” não é necessariamente a mesma coisa que agir de maneira independente quando uma decisão sensível chega à mesa. “Há duas discussões aqui: uma é a questão da independência formal, checada nos regulamentos de listagem e na lei; a outra é a postura independente”, afirma André Camargo, advogado, conselheiro e professor especializado em governança corporativa. É justamente nessa diferença que Renato Chaves, especialista em governança, vê um dos principais desafios para as empresas brasileiras. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo ele, existem casos de “independentes-amigos”: profissionais que atendem formalmente aos requisitos para serem considerados independentes, mas mantêm vínculos anteriores com o controlador que podem dificultar uma postura de confronto quando ela se torna necessária. Por isso, Chaves defende que a análise da independência vá além do cumprimento das regras e considere pelo menos três dimensões. A primeira é financeira: a remuneração é relevante a ponto de criar um incentivo para preservar a cadeira? A segunda é intelectual: o profissional foi escolhido por sua experiência ou já tinha uma relação anterior com o controlador, a família ou o grupo? A terceira é emocional, envolvendo laços pessoais e sociais que podem pesar nas decisões. O tempo de cadeira também pesa Há ainda outro elemento que pode mudar a relação entre conselheiro e companhia: o tempo. Os profissionais dos conselhos analisados pela XP permanecem, em média, 7,4 anos nos cargos. Em alguns casos, a permanência chega a 38 anos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Um mandato longo, por si só, não é necessariamente um problema. Em setores como infraestrutura e energia, que envolvem investimentos elevados e ciclos extensos, o conhecimento acumulado ao longo dos anos pode ser justamente um dos principais ativos de um conselheiro. O risco aparece quando essa experiência se transforma em familiaridade excessiva com a administração, ou quando o profissional passa a defender decisões que ele próprio ajudou a tomar no passado. Para Camargo, é por isso que a discussão não deveria se resumir a estabelecer um prazo máximo para permanência, mas sim a criar mecanismos para avaliar se a presença daquele conselheiro continua agregando valor. “A B3 tentou no ano passado promover uma evolução e criar uma regra de limite máximo de mandatos e de tempo, mas foi malsucedida, pois não teve quórum para alteração, o que de fato é um tema polêmico. Mas entendo que o problema do tempo não é tão grave, desde que se promovam avaliações do conselho e se justifiquem a permanência da pessoa e as contribuições que ela está aportando”, afirma. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O que acontece quando poucos conselheiros ocupam muitas cadeiras? A composição dos conselhos também chama atenção por outro motivo: quem está sentado nessas cadeiras. Cerca de 10% dos conselheiros analisados pela XP têm assentos em mais de um conselho, mas esse grupo responde por 22% de todas as cadeiras. É o chamado overboarding. “Isso sugere um mercado de conselheiros pequeno, com risco de pensamento homogêneo”, afirma Ferreira. O ponto de atenção, segundo os especialistas, não é simplesmente acumular cadeiras. A questão é saber se o profissional tem tempo e disposição para se dedicar de verdade a cada companhia — especialmente quando surge uma crise ou uma decisão mais sensível. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A concentração também aparece nas formações profissionais. Em 16% das empresas analisadas, pelo menos 60% dos conselheiros têm a mesma formação acadêmica. Pela metodologia da XP, menos de 1% das companhias apresentam alto grau de diversidade nesse quesito. “À medida que os conselhos passam a supervisionar temas cada vez mais amplos, da disrupção tecnológica e cibersegurança à sustentabilidade, regulação e alocação de capital, cresce a importância da diversidade de perspectivas e competências”, dizem os analistas da XP. “Essa concentração levanta questionamentos sobre se os conselhos possuem a amplitude de expertise necessária para lidar com um ambiente de riscos e oportunidades cada vez mais complexo e multidisciplinar”, acrescentam. E o que isso significa para o investidor? Para o acionista minoritário, talvez a pergunta mais útil não seja apenas quantos conselheiros são classificados como independentes, mas como eles se comportam quando os interesses dos acionistas entram em conflito. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Acho que o grande problema hoje, sinceramente, é uma pergunta que está no ar, sobre como desenhar bem um modelo de governança sob medida dentro do contexto e dos desafios que aquela organização apresenta, e como fazer esse sistema ser ao mesmo tempo adequado e adaptável para os cenários que vão se apresentar”, diz Camargo. Ferreira aponta alguns sinais que podem ajudar o investidor a fazer essa leitura. Operações com partes relacionadas, por exemplo, merecem atenção. Políticas claras, transparência e aprovação sem a participação de quem tem interesse na transação podem reduzir potenciais conflitos. O conselho fiscal também pode funcionar como contraponto, especialmente quando os minoritários conseguem eleger representantes. Comitês de auditoria ativos, coordenados por profissionais independentes e com experiência contábil, são outro elemento relevante. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Também vale olhar para a qualidade das explicações dadas pela companhia em seus documentos de governança. Respostas genéricas para questões relevantes dizem menos do que explicações detalhadas sobre como uma decisão foi tomada e quem participou dela. A estabilidade dos responsáveis pela área financeira e dos auditores, internos e externos, completa esse quadro. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PIB do Brasil deve crescer 2% em 2026, prevê OCDE; veja os números
Notícias de Economia

PIB do Brasil deve crescer 2% em 2026, prevê OCDE; veja os números

A economia brasileira deve crescer 2% em 2026, segundo a nova projeção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgada nesta quarta-feira, 23. A estimativa representa uma revisão para cima em relação aos 1,6% previstos pela organização em junho. A revisão ocorre em um cenário de maior resiliência da economia global diante dos efeitos da guerra no Oriente Médio. Segundo a OCDE, investimentos relacionados à inteligência artificial, demanda doméstica e medidas de apoio dos governos ajudaram a compensar parte do impacto provocado pela alta dos preços de energia. Para o Brasil, a organização projeta crescimento de 1,9% em 2027, uma redução de 0,2 ponto percentual em relação à previsão anterior. Os dados da OCDE para a economia brasileira são mais otimistas que o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), que acumula alta de 1,5% em 2026. O resultado foi divulgado pelo Banco Central (BC) na semana passada. Apesar disso, o crescimento econômico brasileiro deve vir acompanhado de inflação ainda elevada. A OCDE prevê alta de 5,1% nos preços em 2026, acima dos 5% registrados na estimativa anterior. Para 2027, a projeção é de desaceleração para 4,3%. Segundo a organização, o Brasil está entre os países emergentes que conseguiram sustentar a atividade apesar do choque de energia. O relatório afirma que o crescimento de economias como Brasil, Índia e Indonésia foi apoiado pela resiliência da demanda doméstica e por políticas governamentais que amorteceram o impacto dos preços mais altos da energia sobre famílias e empresas. A inflação, porém, voltou a ganhar força em várias economias. Mais da metade dos países do G20 está atualmente com inflação acima da meta de seus bancos centrais, segundo a OCDE. Veja as principais projeções da OCDE Economia PIB 2026 PIB 2027 Inflação 2026 Inflação 2027 Brasil 2,0% 1,9% 5,1% 4,3% Estados Unidos 2,2% 2,1% 3,6% 2,6% China 4,5% 4,2% 1,4% 1,9% Zona do euro 1,0% 1,0% 3,0% 2,9% Argentina 2,6% 3,0% 30,8% 20,5% Índia 7,1% 6,5% 4,7% 4,2% Indonésia 5,2% 5,1% 3,3% 3,0% OCDE revisa para cima o crescimento global em 2026, mas diminuiu para 2027 A OCDE também elevou a projeção para o crescimento global em 2026, de 2,8% para 2,9%. Para 2027, porém, a previsão foi reduzida de 3,1% para 3%. O desempenho deve variar bastante entre as principais economias. Nos Estados Unidos, o PIB deve avançar 2,2% em 2026 e 2,1% em 2027. A OCDE avalia que os investimentos em inteligência artificial continuam impulsionando a atividade, mas a desaceleração do consumo e a perda de poder de compra devem limitar o crescimento. Na China, a previsão é de crescimento de 4,5% neste ano e 4,2% no próximo. A economia chinesa deve desacelerar gradualmente, enquanto a inflação deve subir de 1,4% em 2026 para 1,9% em 2027. Na zona do euro, a expansão deve ser mais modesta: 1% em 2026 e também 1% em 2027. Alemanha, França, Itália e Espanha apresentam trajetórias diferentes dentro do bloco, com o crescimento alemão estimado em 1,1% neste ano. Entre os casos mais extremos está a Argentina. A OCDE projeta crescimento de 2,6% em 2026 e 3% em 2027, mas a inflação ainda deve ficar em 30,8% neste ano, antes de cair para 20,5% no próximo. A Índia aparece entre as economias de crescimento mais rápido, com expansão projetada de 7,1% em 2026 e 6,5% em 2027. A questão inflacionária A OCDE atribui parte da pressão recente ao aumento dos preços de energia provocado pelo conflito no Oriente Médio. O choque, segundo a organização, foi parcialmente absorvido por estoques de petróleo, aumento da oferta fora da região do Golfo, redução do consumo e medidas de apoio dos governos. A situação, porém, ainda representa um risco para o crescimento. A organização projeta que a inflação do G20 chegue a 4,1% em 2026, antes de recuar para 3,6% em 2027. Nos países avançados do G20, a inflação básica deve passar de 2,7% em 2026 para 2,5% em 2027. Nos emergentes, a inflação cheia deve atingir 4,8% neste ano e cair para 4,3% no próximo. Para o Brasil, a organização prevê que a política monetária possa continuar sendo flexibilizada à medida que a inflação perca força. A OCDE observa que a taxa de juros brasileira já foi reduzida em mais de 1 ponto percentual desde março, partindo de um nível considerado bastante restritivo. IA ajuda a sustentar o crescimento, mas mercado de energia é incerto Um dos elementos que impediram uma desaceleração mais forte da economia global foi o avanço dos investimentos em inteligência artificial. A OCDE destaca que gastos com centros de dados, equipamentos tecnológicos e semicondutores estimularam produção, comércio e investimentos em diversos países. Nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, os investimentos em estruturas de centros de dados e equipamentos tecnológicos ajudaram o PIB no segundo trimestre. Coreia do Sul e Japão também registraram impulso nas exportações de tecnologia. Ao mesmo tempo, a OCDE alerta que o ritmo de investimento pode não se sustentar caso os retornos financeiros esperados com a IA não se concretizem. Uma eventual frustração poderia reduzir investimentos e afetar setores ligados à tecnologia, construção e engenharia. O principal risco apontado pela OCDE continua sendo a duração dos problemas no mercado de energia. Uma interrupção mais longa das exportações do Oriente Médio poderia elevar ainda mais os preços e, consequentemente, reduzir o poder de compra das famílias e aumentar os custos das empresas. A organização também cita eventuais choques climáticos, novos aumentos dos juros de longo prazo e uma possível decepção com os investimentos em IA entre os fatores capazes de prejudicar o crescimento. Em um cenário ilustrativo elaborado pela própria OCDE, a combinação de energia mais cara, preços de alimentos mais altos e condições financeiras mais restritivas poderia reduzir o crescimento global em 0,7 ponto percentual em 2027 e elevar a inflação mundial em 1,1 ponto percentual.

Boom de ETF no Brasil já atrai quase 1 milhão de investidores de varejo
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Boom de ETF no Brasil já atrai quase 1 milhão de investidores de varejo

Boom de ETF no Brasil já atrai quase 1 milhão de pessoas físicas |Número desses investidores na maior economia da América Latina que aplicam em ETFs cresceu 39% em relação ao ano anterior (Foto: Dado Galdieri/Bloomberg) Número de pessoas físicas na maior economia da América Latina que aplicam em ETFs cresceu 39% em relação ao ano anterior, segundo dados da B3, em paralelo a uma rápida expansão da oferta, com o número de ETFs disponíveis saltando 55% Bloomberg — Os investidores pessoa física no Brasil estão aderindo a fundos de índice, os chamados ETF, em ritmo recorde, em meio a uma onda de novos produtos que amplia esse mercado. O número desses investidores na maior economia da América Latina que aplicam em ETFs cresceu 39% em relação ao ano anterior, para o recorde de 914 mil em agosto, segundo dados da B3. O avanço ocorreu em paralelo a uma rápida expansão da oferta, com o número de ETFs disponíveis saltando 55%, para 219, no mesmo período. PUBLICIDADE ⟶ Assine as newsletters da Bloomberg Línea e receba as notícias do dia em primeira mão no e-mail. “Os ETFs passaram por um ponto de inflexão em termos de crescimento no Brasil”, disse Felipe Paiva, diretor de relacionamento com clientes e estratégia de investimentos para o varejo da B3. “Estamos chegando perto da marca de 1 milhão de pessoas com ETFs na carteira e, para nós, esse é um número muito representativo.” Número de investidores pessoa física em ETFs no Brasil se aproxima da marca de um milhão | Segmento cresceu 25% de janeiro a agosto deste ano Entre os ETFs mais negociados, o BOVA11, da BlackRock — que acompanha as ações que compõem o Ibovespa —, continua sendo o principal no Brasil. O volume médio diário negociado ficou em R$ 671,6 milhões em agosto, equivalente a 41,5% de todo o volume negociado em ETFs. PUBLICIDADE Ainda assim, os ETFs de renda fixa têm sido os preferidos dos investidores no último ano, com os juros permanecendo acima de 10%. Nesse cenário, investidores pessoa física têm evitado ativos de maior risco, incluindo ações, levando a participação desse grupo no mercado acionário a mínimas históricas, enquanto produtos de renda fixa passaram a despertar mais interesse. Leia também: Ações descontadas e juros altos aceleram êxodo de empresas da B3 O segmento atraiu mais de R$ 27,3 bilhões neste ano até agora, superando os ETFs de renda variável em patrimônio total, de acordo com dados da Anbima, associação brasileira que representa os mercados financeiro e de capitais. Os ETFs de renda fixa normalmente cobram taxas menores e são isentos do sistema de recolhimento conhecido como come-cotas, pelo qual investidores antecipam o pagamento do Imposto de Renda duas vezes por ano e que é comum em muitos fundos tradicionais de renda fixa. PUBLICIDADE Mesmo com o aumento da participação do varejo, investidores institucionais continuam predominando, com 52,5% do volume negociado em ETFs em agosto, seguidos por investidores estrangeiros, com 28,8%, e pessoas físicas, com 14,9%, segundo a B3. Leia também: Pior falha técnica de sua história coloca em evidência monopólio da B3 “As pessoas estão começando a entender que esses produtos existem e, do lado da oferta, bancos, corretoras e assessores financeiros estão incluindo cada vez mais os ETFs como opção de alocação nas carteiras de investimento”, disse Paiva. PUBLICIDADE Veja mais em bloomberg.com © 2026 Bloomberg L.P.

Ibovespa hoje: Xi Jinping inicia visita aos Estados Unidos e B3 recebe ‘voto de confiança’ de investidores estrangeiros; veja destaques desta quarta (23)
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Ibovespa hoje: Xi Jinping inicia visita aos Estados Unidos e B3 recebe ‘voto de confiança’ de investidores estrangeiros; veja destaques desta quarta (23)

Os mercados iniciam esta quarta-feira em um tom relativamente mais construtivo. A queda do petróleo e a retomada das conversas entre Estados Unidos e Irã ajudaram a aliviar parte das preocupações com a inflação global, enquanto o fluxo estrangeiro voltou a dar suporte aos ativos brasileiros. Ao mesmo tempo, a ata do Copom reforçou a percepção de que a desaceleração da atividade econômica pode abrir espaço para novos cortes da Selic nos próximos meses. Mas o pano de fundo continua sendo marcado pela geopolítica. Enquanto a ausência de uma aproximação entre Lula e Donald Trump chamou atenção durante a Assembleia Geral da ONU, os investidores acompanham agora os desdobramentos da visita de Xi Jinping aos Estados Unidos. Em um momento em que o mercado parece disposto a conceder um voto de confiança ao cenário global, a grande questão é saber se essa melhora de humor será suficiente para sustentar o atual movimento dos ativos de risco. 1:11 – Um voto de confiança O mercado brasileiro voltou a ganhar tração no pregão de ontem. A combinação entre a queda do petróleo, a perspectiva de novos cortes na Selic e a entrada de capital estrangeiro criou um ambiente mais favorável para os ativos locais. Assim, o Ibovespa voltou a superar os 187 mil pontos, enquanto o dólar fechou próximo de R$ 5,10. Sobre o fluxo estrangeiro, apenas na sexta-feira passada a B3 recebeu R$ 3,6 bilhões de capital externo, elevando as entradas do mês para mais de R$ 9 bilhões. O mercado parece enxergar uma combinação relativamente favorável entre o alívio recente no petróleo, a perspectiva de cortes na Selic e uma possível melhora do cenário fiscal. A ata do Copom reforçou essa narrativa ao citar com mais ênfase os sinais de desaceleração do crédito e da atividade econômica. Para os investidores, a implicação é relevante, se a atividade desacelera sem uma deterioração significativa da inflação, o mercado tende a migrar gradualmente para uma discussão mais favorável aos ativos domésticos, especialmente aqueles mais sensíveis aos juros. 2:37 – O não encontro Como era esperado, o presidente Lula abriu o Debate Geral da Assembleia da ONU ontem defendendo bandeiras que já se tornaram marca de sua atuação internacional: multilateralismo, preservação da soberania dos países e críticas ao uso de tarifas como instrumento de pressão econômica. Entre os temas domésticos, o destaque foi a defesa do Pix como exemplo de inovação financeira bem-sucedida e a volta das discussões sobre regulação de plataformas digitais e inteligência artificial. Mas o que mais chamou atenção do mercado foi justamente o que não aconteceu. Diferentemente de outros encontros multilaterais recentes, Lula e Trump não tiveram uma reunião informal ou qualquer gesto de aproximação nos bastidores do evento. Na prática, isso não altera imediatamente a relação entre Brasil e Estados Unidos, mas reforça a percepção de que temas relevantes, como comércio exterior e tarifas, continuarão exigindo negociações formais e protocolares. 3:28 – Outra relação à prova Se a ausência de um encontro chamou atenção em Nova York, o mercado olha agora para uma conversa que pode produzir consequências econômicas relevantes. O presidente chinês Xi Jinping inicia uma visita aos Estados Unidos que terá como ponto alto um encontro com Trump nos próximos dias. Na pauta estão alguns dos temas mais sensíveis da economia mundial como tarifas comerciais, semicondutores, inteligência artificial, terras raras e a reorganização das cadeias globais de suprimentos. A importância da reunião vai muito além da diplomacia. Hoje, uma parcela relevante dos investimentos globais depende direta ou indiretamente da relação entre as duas maiores economias do mundo. As expectativas, no entanto, parecem mais moderadas desta vez. A ausência de uma delegação empresarial chinesa reduziu as apostas em anúncios concretos ou novos acordos comerciais. Ainda assim, qualquer sinal de estabilização na relação entre Washington e Pequim tende a ser bem recebida pelos mercados. Em um cenário de crescimento global mais lento, os investidores não precisam necessariamente de grandes avanços. Muitas vezes, basta a percepção de que as tensões pararam de escalar. 4:10 – Um alívio sempre é bem-vindo Depois de gerar preocupações nas últimas semanas, o petróleo finalmente deu algum alívio aos investidores. A retomada das conversas entre Estados Unidos e Irã levou o Brent a acumular cinco sessões consecutivas de queda, encerrando o dia abaixo dos US$ 100 por barril pela primeira vez desde o início de setembro. O movimento ajudou a reduzir parte das preocupações com a inflação global e favoreceu o apetite por risco, tanto lá fora quanto no Brasil. Isso não significa, porém, que os riscos desapareceram. A evolução das negociações entre Washington e Teerã, além das incertezas envolvendo a oferta global da commodity, continua no radar dos investidores. Por enquanto, o mercado parece satisfeito em ver uma das principais fontes de pressão dos últimos meses perder intensidade. Em um ambiente ainda marcado por juros elevados e crescimento mais moderado, qualquer sinal de alívio tende a ser bem recebido pelos ativos de risco. 5:16 – Quem sobrevive, sai mais forte A menção ao Pix no discurso da ONU ontem nos lembrou de uma das transformações mais relevantes da economia brasileira na última década. Quando o sistema de pagamentos instantâneos foi lançado, muitos investidores enxergaram a novidade como uma ameaça direta aos grandes bancos. Afinal, o Pix tornava as transferências gratuitas, ampliava a competição e reduzia uma importante fonte de receita para as instituições financeiras. Isso de fato aconteceu, mas como de costume, os melhores conseguiram se adaptar. As instituições mais bem preparadas utilizaram sua escala, tecnologia e relacionamento com os clientes para incorporar o Pix aos seus ecossistemas. Em vez de perder relevância, ampliaram a oferta de produtos, fortaleceram seus canais digitais e ganharam eficiência operacional. Em um mundo em que inovação e competição avançam cada vez mais rápido, a capacidade de se adaptar às mudanças regulatórias e tecnológicas sem abrir mão da rentabilidade tornou-se um diferencial raro. O Itaú (ITUB4) é um dos melhores exemplos dessa combinação. A instituição atravessou diferentes ciclos econômicos, manteve níveis elevados de rentabilidade e continua bem posicionada para capturar os benefícios de um eventual ambiente de juros mais baixos. É justamente essa combinação de resiliência, eficiência e geração de valor que sustenta nossa visão positiva para a companhia.

Estudo da FGV destaca importância de diversificar patrimônio no exterior
Selic

Estudo da FGV destaca importância de diversificar patrimônio no exterior

Estudo da FGV destaca importância de diversificar patrimônio no exterior Estudo da FGVcef aponta riscos de concentrar patrimônio em real e mostra por que investir no exterior pode ampliar a diversificação. (Foto: magnific) Manter todo o patrimônio em aplicações ligadas à Selic ou ao CDI pode transmitir uma sensação de segurança maior do que a proteção efetivamente oferecida. É o que aponta um estudo do FGVcef, Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV), ao analisar os efeitos da inflação, do câmbio e da concentração patrimonial. O levantamento, intitulado “Ir para o exterior é fundamental: por que a Selic alta não protege totalmente o patrimônio brasileiro”, foi elaborado pelos professores Claudia Yoshinaga, Francisco de Castro Junior, Ricardo Rochman e William Eid Junior. Segundo os pesquisadores, investimentos atrelados ao CDI e à Selic apresentam baixa volatilidade nominal e elevada liquidez em reais. Ainda assim, essas características não eliminam riscos relacionados à inflação, ao reinvestimento, ao crédito e à concentração em uma única economia e moeda. Inflação reduz retorno acumulado Uma das formas de observar essa diferença é comparar o rendimento nominal com o ganho efetivamente obtido após a inflação. O estudo usa como referência uma aplicação de R$ 100 no CDI em janeiro de 2000. Até julho de 2026, esse investimento teria acumulado retorno nominal de 2.008%, levando o saldo para aproximadamente R$ 2.108. No mesmo intervalo, entretanto, a inflação acumulada chegou a 382%. Quando o efeito dos preços é descontado, o valor corresponde a cerca de R$ 437 em valores de janeiro de 2000. Dessa forma, o retorno real acumulado fica próximo de 337%. O exemplo mostra que uma parcela significativa do ganho nominal desaparece quando o poder de compra é considerado. Portanto, observar apenas o saldo final em reais não permite medir sozinho a evolução do patrimônio. Dólar muda a referência de comparação O estudo também utiliza o dólar como outra referência para avaliar o desempenho de uma aplicação brasileira. Nesse caso, os mesmos R$ 100 investidos no CDI em dezembro de 1999 teriam chegado a R$ 2.108 em julho de 2026. Convertido para dólares, porém, o patrimônio equivaleria a aproximadamente US$ 743. Assim, uma mesma aplicação pode apresentar resultados diferentes conforme a moeda utilizada para medir seu poder de compra. A diferença também aparece em outros períodos. Desde dezembro de 2004, o CDI acumulou 799% em reais, contra 370% em dólar. Já desde dezembro de 2014, a diferença foi ainda maior. O retorno alcançou 199% em reais, enquanto chegou a 56% em dólar. Essa comparação ganha relevância para investidores que possuem despesas, patrimônio ou planos financeiros relacionados ao exterior. Nesse contexto, o câmbio deixa de ser apenas uma variável de mercado e passa a influenciar o poder de compra do patrimônio. Diversificação não significa apenas ter vários investimentos Outro ponto destacado pela pesquisa envolve a própria ideia de diversificação. Ter diferentes produtos financeiros não significa necessariamente distribuir os riscos de maneira efetiva. Um investidor pode manter fundos, títulos e outros ativos diferentes e, mesmo assim, permanecer exposto à mesma economia, moeda e ambiente fiscal. Por isso, a quantidade de aplicações não representa, isoladamente, o grau de diversificação de uma carteira. A escolha dos fundos, o rebalanceamento e o momento de entrada também influenciam os resultados. Entretanto, essas decisões não eliminam riscos que tenham a mesma origem. Nesse sentido, a internacionalização da carteira pode ampliar o conjunto de economias, moedas e emissores aos quais o investidor está exposto. A lógica, portanto, não é simplesmente aumentar o número de ativos, mas combinar fontes diferentes de risco e retorno. Investir no exterior exige outra composição Levar uma carteira brasileira para outro país também não significa, necessariamente, alcançar uma diversificação adequada. Segundo o estudo, o investidor precisa considerar as características do mercado em que pretende aplicar. Uma carteira concentrada em renda fixa pode exercer funções diferentes dependendo do ambiente de juros. Em países com taxas menores, por exemplo, a renda fixa pode apresentar retorno e volatilidade distintos dos observados no mercado brasileiro. Por isso, simplesmente transferir os mesmos critérios de alocação para outro país pode não produzir o mesmo resultado. A composição precisa considerar o nível de juros, a moeda e os demais riscos presentes naquele mercado. O estudo usa justamente essa comparação para mostrar que carteiras com níveis semelhantes de risco podem ter estruturas diferentes. Assim, a internacionalização exige uma mudança na lógica de composição, e não apenas na localização dos investimentos. Selic alta não elimina risco doméstico A pesquisa também questiona a ideia de que uma Selic elevada seria suficiente para proteger o patrimônio brasileiro. O argumento dos autores é que os juros altos remuneram a exposição ao ambiente econômico doméstico, mas não eliminam os riscos associados a ele. Dessa maneira, manter todo o patrimônio em reais por causa da remuneração nominal pode aumentar a concentração em uma única economia e moeda. O retorno oferecido pelos juros, portanto, precisa ser analisado em conjunto com inflação, câmbio e demais fatores que afetam o patrimônio. Isso não significa que aplicações ligadas ao CDI deixem de ter utilidade. Elas podem cumprir funções importantes de liquidez e também fazer parte de estratégias de longo prazo. O ponto central, segundo o estudo, é que esses investimentos não devem ser tratados isoladamente como uma proteção completa para períodos prolongados. Internacionalização depende de estratégia Outro aspecto abordado pelos pesquisadores é o momento de entrada no mercado internacional. A pesquisa defende que a proteção patrimonial não deve depender exclusivamente de uma tentativa de acertar o melhor momento do câmbio. As variações cambiais afetam os preços dos ativos e do consumo ao longo do tempo. Além disso, nem mesmo gestores profissionais conseguem identificar de maneira consistente os melhores momentos para entrar ou sair dos mercados. Por isso, esperar uma cotação considerada favorável pode postergar indefinidamente a diversificação internacional. A estratégia apontada pelo estudo prioriza disciplina e constância em vez de decisões baseadas exclusivamente na tentativa de antecipar o mercado. Patrimônio pode ter exposição internacional A conclusão da pesquisa é que a diversificação geográfica pode funcionar como uma ferramenta de proteção patrimonial. Nesse modelo, o investidor reduz a dependência de uma única economia e amplia sua exposição a diferentes moedas e mercados. Ao mesmo tempo, internacionalizar recursos não significa abandonar investimentos domésticos. A proposta apresentada pelos pesquisadores está relacionada à distribuição dos riscos que afetam o patrimônio. Assim, a análise da carteira precisa considerar mais do que a rentabilidade nominal. Inflação, câmbio, liquidez, crédito, concentração e características de cada mercado também entram nessa avaliação. Saiba mais: Data centers perdem força no mercado de IPOs dos EUA Carteiras administradas adquirem R$ 7,14 bilhões no 1º semestre de 2026

Farol econômico: Agenda dos indicadores que movimentam as bolsas nesta quarta-feira (23/09/2026)
Calendário Econômico

Farol econômico: Agenda dos indicadores que movimentam as bolsas nesta quarta-feira (23/09/2026)

Quarta-feira (23/09), nos Estados Unidos, os investidores acompanharão os PMIs de setembro, os dados semanais de petróleo da EIA, o discurso de Barr, vice-presidente de Supervisão do Federal Reserve (Fed), e o leilão de Treasuries de cinco anos. No Brasil, o destaque ficará com o Fluxo Cambial Estrangeiro, enquanto Europa e Ásia-Pacífico também concentrarão divulgações relevantes, com PMIs da Alemanha, Zona do Euro, Reino Unido e Japão, além de discursos ligados ao BCE e ao banco central alemão. O mercado deverá monitorar principalmente os sinais sobre atividade econômica, juros e condições financeiras, que poderão repercutir sobre as expectativas para as bolsas de valores, o câmbio e os títulos públicos. 🔴 Confira abaixo a lista completa dos indicadores econômicos e eventos político-econômicos previstos para 23 de setembro de 2026, no Brasil e no Mundo. 🇩🇪 04:30 – PMI Industrial – Alemanha (Set) (Mensal) – Projeção: 54,3 | Anterior: 54,1. 🇩🇪 04:30 – PMI do Setor de Serviços – Alemanha (Set) (Mensal) – Projeção: 49,7 | Anterior: 49,9. 🇩🇪 04:30 – PMI Composto – Alemanha (Set) (Mensal) – Projeção: 51,8 | Anterior: 51,8. 🇪🇺 05:00 – PMI do Setor de Serviços (Set) (Mensal) – Projeção: 51,6 | Anterior: 51,4. 🇪🇺 05:00 – PMI Industrial (Set) (Mensal) – Projeção: 52,7 | Anterior: 52,6. 🇪🇺 05:00 – PMI Composto S&P Global (Set) (Mensal) – Projeção: 52,0 | Anterior: 51,7. 🇬🇧 05:30 – PMI do Setor de Serviços (Set) (Mensal) – Projeção: 52,5 | Anterior: 52,0. 🇬🇧 05:30 – PMI Composto (Set) (Mensal) – Projeção: 52,5 | Anterior: 52,0. 🇬🇧 05:30 – PMI Industrial (Set) (Mensal) – Projeção: 51,7 | Anterior: 51,5. 🇪🇺 06:20 – Discurso de Tuominen, membro do Conselho Fiscal do BCE. 🇺🇸 08:00 – Pedidos de Hipotecas MBA (Semanal) – Anterior: -4,1%. 🇺🇸 08:00 – Índice do Mercado Hipotecário – Anterior: 230,8. 🇺🇸 08:00 – Índice de Compras MBA – Anterior: 156,2. 🇺🇸 08:00 – Pedidos de Refinanciamento Hipotecário – Anterior: 627,1. 🇺🇸 08:00 – Juros de Hipotecas de 30 anos MBA – Anterior: 6,97%. 🇺🇸 10:45 – PMI Industrial (Set) (Mensal) – Projeção: 53,9 | Anterior: 53,6. 🇺🇸 10:45 – PMI do Setor de Serviços (Set) (Mensal) – Projeção: 56,5 | Anterior: 55,8. 🇺🇸 10:45 – PMI Composto S&P Global (Set) (Mensal) – Projeção: 56,0. 🇺🇸 11:05 – Discurso de Barr, vice-presidente de Supervisão do Fed. 🇺🇸 11:30 – Estoques de Petróleo Bruto – Projeção: -0,640M | Anterior: -0,600M. 🇺🇸 11:30 – Estoques de Petróleo em Cushing – Anterior: -0,342M. 🇺🇸 11:30 – EIA – Taxas semanais de utilização de refinarias (Semanal) – Anterior: -1,0%. 🇺🇸 11:30 – Estoques de Gasolina – Anterior: 0,794M. 🇺🇸 11:30 – Atividade das refinarias de Petróleo pela EIA (Semanal) – Anterior: -0,256M. 🇺🇸 11:30 – Estoques de Óleo para Aquecimento – Anterior: 0,684M. 🇺🇸 11:30 – Importações de Petróleo Bruto – Anterior: -1,180M. 🇺🇸 11:30 – Produção de Combustível Destilado – Anterior: -0,121M. 🇺🇸 11:30 – Produção de Gasolina – Anterior: 0,336M. 🇺🇸 11:30 – Relatório Semanal EIA de Estoques de Destilados – Anterior: 1,585M. 🇩🇪 12:45 – Pronunciamento de Mauderer, do BC alemão. 🇪🇺 13:30 – Pronunciamento de Lane, do BCE. 🇺🇸 14:00 – Leilão Americano Note a 5 anos – Anterior: 4,393%. 🇧🇷 14:30 – Fluxo Cambial Estrangeiro – Anterior: 0,706B. 🇯🇵 21:30 – PMI do Setor de Serviços (Set) (Mensal) – Projeção: 52,5. 🇯🇵 21:30 – Manufacturing & Services PMI (Set) (Mensal) – Projeção: 53,50. 🇯🇵 21:30 – PMI Industrial (Set) (Mensal) – Projeção: 54,9 | Anterior: 55,0. 🇦🇺 22:30 – Taxa de Desemprego na Austrália (Ago) (Mensal) – Projeção: 4,5% | Anterior: 4,5%. 🇦🇺 22:30 – Variação no Emprego em Tempo Integral (Ago) (Mensal) – Projeção: 16,3K. 🇦🇺 22:30 – Variação no Emprego (Ago) (Mensal) – Projeção: 20,9K | Anterior: -15,8K. 🇦🇺 22:30 – Taxa de Participação (Ago) (Mensal) – Projeção: 66,9%. 🇯🇵 Dia todo – Japão – Equinócio de Outono – Feriado. Nos Estados Unidos, os PMIs de setembro serão alguns dos principais termômetros da agenda. O PMI Industrial terá projeção de 53,9, ante 53,6 anteriormente, enquanto o PMI do Setor de Serviços terá projeção de 56,5, contra 55,8, e o PMI Composto S&P Global terá projeção de 56,0. Às 11:05, o discurso de Barr, vice-presidente de Supervisão do Fed, também será acompanhado em busca de sinais sobre o ambiente regulatório e financeiro. Os dados da EIA sobre estoques de petróleo, gasolina, refinarias e derivados, previstos para 11:30, poderão movimentar os preços do petróleo e ativos relacionados ao setor de energia. Às 14:00, o leilão norte-americano de Note a cinco anos, com dado anterior de 4,393%, também poderá fornecer sinais sobre a demanda pelos títulos públicos e as condições do mercado de juros. No Brasil, o principal evento econômico previsto será o Fluxo Cambial Estrangeiro, com divulgação programada para 14:30. Na região Ásia-Pacífico, o Japão terá uma agenda relevante no período noturno, embora o país também observará o feriado do Equinócio de Outono durante todo o dia. Às 21:30, o PMI do Setor de Serviços terá projeção de 52,5, o Manufacturing & Services PMI terá projeção de 53,50 e o PMI Industrial terá projeção de 54,9, ante 55,0 anteriormente. Na Austrália, às 22:30, a Taxa de Desemprego terá projeção de 4,5%, igual ao dado anterior, enquanto a Variação no Emprego terá projeção de 20,9 mil, após -15,8 mil anteriormente, e a Variação no Emprego em Tempo Integral terá projeção de 16,3 mil. A Taxa de Participação terá projeção de 66,9%. Na Europa, os investidores acompanharão principalmente os PMIs de Alemanha, Zona do Euro e Reino Unido, além de pronunciamentos de autoridades monetárias. Na Alemanha, o PMI Industrial terá projeção de 54,3, o PMI do Setor de Serviços terá projeção de 49,7 e o PMI Composto terá projeção de 51,8. Na Zona do Euro, o PMI do Setor de Serviços terá projeção de 51,6, o PMI Industrial terá projeção de 52,7 e o PMI Composto S&P Global terá projeção de 52,0. No Reino Unido, o PMI do Setor de Serviços terá projeção de 52,5, o PMI Composto terá projeção de 52,5 e o PMI Industrial terá projeção de 51,7. Os discursos de Tuominen, membro do Conselho Fiscal do BCE, de Mauderer, do BC alemão, e de Lane, do BCE, também poderão ser monitorados por eventuais sinais sobre a condução da política monetária. Os investidores poderão acompanhar a divulgação dos indicadores econômicos e dos principais eventos político-econômicos em tempo real pela página Calendário Econômico da ADVFN. Acompanhe a agenda completa em https://br.advfn.com/ferramentas-investir/agenda-economia. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? 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Nubank enfrenta Revolut na tentativa de conquistar o mercado bancário dos EUA
UOL - Notícias

Nubank enfrenta Revolut na tentativa de conquistar o mercado bancário dos EUA

Nova York e São Paulo O brasileiro Nubank e a britânica Revolut, os bancos digitais de maior valor de mercado do mundo, estão travando uma batalha em seus planos de expansão para o acirrado mercado dos Estados Unidos. As duas empresas obtiveram neste ano aprovação condicional para licenças bancárias nos EUA, e o Nubank lançou oficialmente sua oferta por lá neste mês. A Revolut tem presença limitada no país, e pretende ampliá-la assim que estiver plenamente regulamentada como banco. As duas fintechs estão aproveitando uma janela regulatória excepcionalmente permissiva nos EUA para deixar sua marca. As apostas também são altas porque as expectativas de sucesso de longo prazo no país sustentam suas elevadas avaliações de mercado. Publicidade A Revolut, em particular, precisa avançar entre os consumidores americanos nos próximos anos para continuar justificando sua avaliação de mercado atual, de aproximadamente US$ 115 bilhões (R$ 588,3 bilhões), antes de uma abertura de capital planejada para 2028. No último dia 10, Nubank promoveu evento em Miami para lançar conta nos EUA e conta global - Divulgação - 10.set.26/Nubank "Os EUA são o maior prêmio. Se você conquistar os EUA, é algo maior do que toda a Europa", disse Nigel Morris, cofundador da Capital One e diretor da empresa de capital de risco QED, investidora do Nubank. Publicidade Mas ganhar espaço no setor bancário americano não é fácil. O mercado é regido por uma complexa teia de regulamentações estaduais e federais e reúne milhares de instituições financeiras —de bancos comunitários que têm vínculos profundos com os mercados locais a gigantes de Wall Street com trilhões de dólares em depósitos, além de grandes operadoras de cartões de crédito com enormes volumes de dados de clientes. Algumas tentativas de outras fintechs de entrar nos EUA não deram certo. No início deste ano, o banco digital britânico Monzo afirmou que recuaria para se concentrar na expansão na Europa. DESAFIANDO GIGANTES Revolut e Nubank se tornaram marcas conhecidas em seus países de origem ao desafiar concorrentes consolidados. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões Fundado originalmente em 2013 como um cartão de crédito operado por aplicativo e sem cobrança de mensalidade, o Nubank, avaliado em US$ 67 bilhões (R$ 342,7 bilhões), tem hoje mais clientes do que qualquer instituição financeira privada do Brasil. Desde então, o grupo sediado em São Paulo expandiu-se para México e Colômbia e soma mais de 135 milhões de clientes. Publicidade Com 80 milhões de clientes em 40 países, a Revolut, sediada em Londres, é a startup mais valiosa da Europa. A empresa também obteve licenças bancárias no Reino Unido e na França, o que lhe permite ampliar a concessão de crédito e competir com instituições tradicionais. O Nubank patrocinou o estádio de futebol de Miami, rebatizando-o de Nu Stadium, e patrocina o Inter Miami, time do astro argentino Lionel Messi. Apoiado por Berkshire Hathaway, Sequoia e Tiger Global e com ações listadas nos EUA desde 2021, o Nubank há muito tempo está de olho no mercado americano. Seu fundador, David Vélez, disse ao FT que o modelo de negócios da empresa era uma "tese global", e não algo limitado à América Latina. Assim como outras instituições financeiras digitais, o Nubank afirma que a ausência de agências físicas lhe permite reduzir os custos para os clientes. Nik Storonsky, CEO da Revolut, indicou preferência pelos EUA como local para a abertura de capital, ao mesmo tempo que considera uma listagem dupla em Londres. Publicidade "É um mercado extremamente importante para a Revolut, e estamos definitivamente comprometidos em ser bem-sucedidos aqui", disse ao FT Cetin Duransoy, CEO da Revolut nos EUA. MERCADO COMPETITIVO Embora a recompensa para as fintechs possa ser grande, o mercado bancário dos EUA demonstra sinais de saturação, com mais de 4 mil bancos e cooperativas de crédito. Na última década, a Revolut conquistou clientes europeus com pagamentos digitais baratos e transações internacionais. Esse modelo é mais difícil de reproduzir nos EUA, onde viagens internacionais são menos frequentes e os clientes são fiéis às operadoras de cartão de crédito e a seus programas de pontos. "É um mercado extremamente difícil de conquistar... O pagamento instantâneo da Revolut já foi uma vantagem, mas hoje nem tanto", disse John Cronin, diretor da SeaPoint Insights, empresa independente de pesquisa financeira. Duransoy reconheceu que os EUA eram um mercado "extremamente bem atendido". Mas acrescentou: "Nosso principal produto será o que fez da Revolut a Revolut, voltado para qualquer pessoa que precise lidar com várias moedas em sua vida". A empresa planeja inicialmente buscar clientes que trabalham ou estudam no exterior, um nicho de mercado. O Nubank tem como alvo clientes semelhantes com uma "conta global", além de sua conta nos EUA. A primeira é regulamentada na Suíça e permite que pessoas de 35 países enviem e gastem dinheiro em todo o mundo usando stablecoins lastreadas em dólar e euro. Publicidade O banco brasileiro planeja aproveitar sua experiência com crédito ao consumidor nos EUA. Essa área sustentou seu crescimento e sua rentabilidade, com o lucro líquido trimestral superando US$ 1 bilhão (R$ 5,11 bilhões) pela primeira vez neste ano. Cristina Junqueira, CEO do Nubank nos EUA e cofundadora da empresa, disse que o mercado de cartões de crédito era "extremamente saturado" para pessoas de alta renda, mas que havia "pouquíssimas opções" para as menos abastadas. O Nubank pagará aos clientes dos EUA rendimento de 3,5% sobre o saldo de suas contas-correntes, percentual que será elevado para 4,5% para aqueles que usarem o cartão de crédito. Bancos americanos raramente pagam juros sobre saldos de contas-correntes. Ao contrário do Nubank, a Revolut tem experiência limitada com crédito, além de testes com pequenos empréstimos e financiamentos imobiliários na Lituânia. Isso poderia levar a "tropeços" antes de sua abertura de capital, disse Cronin. "Não há experiência sólida na concessão de crédito." Duransoy, da Revolut, disse ao FT que a empresa lançaria contas-correntes, contas de poupança e produtos de crédito, incluindo empréstimos parcelados e cartões, durante um período inicial de três anos de supervisão rigorosa dos órgãos reguladores. O banco também planeja lançar contas e empréstimos empresariais. Com o tempo, pretende avançar para o financiamento imobiliário. Publicidade As duas empresas estão de olho no corredor de remessas de US$ 160 bilhões (R$ 818,5 bilhões) entre os EUA e a América Latina, que cresce rapidamente. O Nubank, cuja sede nos EUA fica em Miami, poderia se beneficiar do reconhecimento de sua marca entre os latino-americanos. Ambas afirmam estar concentradas em testar o mercado para se adaptar à demanda dos consumidores, em vez de tentar atrair clientes com uma grande ofensiva de marketing. "Não espero um grande impacto imediato", disse Morris, que acredita que as duas empresas ganharão ritmo nos próximos dois ou três anos. "Elas levarão muito tempo para decifrar o código."

Mercados nesta quarta, minério, petróleo, Auren, Romi, B3, JCP da Localiza e outros destaques corporativos
B3

Mercados nesta quarta, minério, petróleo, Auren, Romi, B3, JCP da Localiza e outros destaques corporativos

Mercados nesta quarta, minério, petróleo, Auren, Romi, B3, JCP da Localiza e outros destaques corporativos Publicado às 7h46 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h45) Alemanha (DAX): -0,57% Londres (FTSE 100): +0,03% Japão (Nikkei 225): feriado China (Xangai Comp.): -0,39% (pregão encerrado) Hong Kong (Hang Seng): -1,01% (pregão encerrado) Petróleo Brent: -0,20% (US$ 99,07). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: -0,78% (US$ 85.857) Ouro (contrato para dezembro/26 – onça-troy): -0,38% (US$ 4.366) Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,07% a 712 iuanes (US$ 106,27). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 7h45 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,05% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,06%. Nasdaq futuro caía 0,02%. Notícias corporativas A Auren Energia (AURE3) informou que a Cesp (Companhia Energética de São Paulo) protocolou na terça-feira, 22, na Comissão de Valores Mobiliários, pedido de conversão de seu registro de emissor de valores mobiliários da Categoria “B” para a Categoria “A”. A categoria “A” permite negociação de quaisquer valores mobiliários, incluindo ações. A conversão está inserida no contexto da Fase 2 da reorganização societária do grupo Auren Energia, explicou a companhia em um fato relevante. A Fase ‌2 inclui a incorporação da Auren Operações pela Cesp ⁠e ‌a consequente extinção da ⁠Auren Operações. Essa Fase inclui ainda o aumento do capital ​social da Cesp. Em um fato relevante divulgado em 24 de junho de 2026, a Auren Energia destacou que a Fase 2 da Reorganização Societária, juntamente com a Fase 1, implementada no dia 31 de maio de 2026, visam a concentração dos ativos hidrelétricos em um único veículo de investimento da Auren Energia; a racionalização e simplificação da estrutura societária do grupo empresarial da Auren Energia, com a redução do número de companhias abertas; e a maior eficiência na gestão de caixa e endividamento. O conselho de administração da Localiza (RENT3) aprovou o pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 614.914.358,34. O valor bruto por ação é equivalente a R$ 0,556580414. Terão direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 25 de setembro de 2026. A partir de 28 de setembro as ações serão negociadas na bolsa de valores “ex” esses juros sobre capital próprio. O pagamento ocorrerá no dia 18/11/2026. A JBS (JBSS32) anunciou o desfecho integralmente favorável à companhia em quatro procedimentos arbitrais na Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM) da B3, a bolsa brasileira. Segundo a JBS, os procedimentos foram movidos por fundos de investimento estrangeiros que alegavam falhas informacionais e pleiteavam reparação por supostos prejuízos decorrentes da desvalorização das ações. A arbitragem é confidencial, nos termos da lei, do regulamento da CAM e da convenção de arbitragem. A companhia figurou como requerida nos procedimentos arbitrais, juntamente com a J&F S.A., Joesley Mendonça Batista e Wesley Mendonça Batista. O último dos procedimentos foi instaurado em 25 de setembro de 2023 e consolidado com os demais, todos perante a Câmara de Arbitragem do Mercado. A sentença arbitral final, da qual a JBS tomou ciência em 16 de setembro de 2026, foi proferida em 4 de setembro de 2026. “Eventuais desdobramentos relevantes serão tempestivamente comunicados ao mercado”, ressaltou a companhia. A Oncoclínicas (ONCO3) anunciou que sua controlada integral, Idengene Medicina Diagnóstica, concluiu a venda da totalidade de sua participação na empresa espanhola Medica Scientia Innovation Research (Medsir) para a MAJ 3 Capital SL, que passou a deter 100% do capital social da empresa. A transação foi efetivada por € 1,00 e também abrangeu o encerramento da arbitragem que havia sido requerida pela MAJ 3. Além disso, implica na cessação das obrigações da Idengene e Oncoclínicas de realizarem pagamentos futuros que poderiam atingir o montante de € 52 milhões. O acordo ainda prevê o recebimento de repagamento parcial de um empréstimo conversível no montante de € 350 mil que serão destinados à compra de medicamentos. A transação foi realizada no contexto da decisão da Oncoclínicas de desinvestir de ativos non-core. A Romi (ROMI3) informou por meio de um fato relevante que tomou conhecimento do trânsito em julgado de decisão favorável proferida em Mandado de Segurança ajuizado pela companhia contra a Receita Federal, que reconheceu o direito da Romi ao não recolhimento de contribuições previdenciárias incidentes sobre determinadas verbas integrantes da folha de pagamento. Segundo a Romi, o valor estimado dos créditos decorrentes da decisão, atualizado nos termos do título judicial, é de aproximadamente R$ 47 milhões, antes dos tributos incidentes, com impacto estimado de R$ 37 milhões no resultado líquido da companhia. Os créditos serão submetidos à habilitação perante a Receita Federal do Brasil para posterior compensação, observados os procedimentos administrativos aplicáveis. De acordo com estimativas iniciais da companhia, a referida compensação deverá ocorrer gradualmente ao longo de cerca de 18 meses após a sua habilitação. A Vale (VALE3) realizará o pagamento de remuneração das debêntures participativas em 30 de setembro de 2026, no valor bruto de R$ 1,712064114 por debênture, totalizando R$ 512.161.695,811 aos detentores com posição em custódia na B3 e/ou no Banco Bradesco, no fechamento do dia 29 de setembro de 2026. A liquidação financeira ocorrerá em 1º de outubro de 2026, por meio da B3 ou do Bradesco, conforme agente custodiante do título. Há incidência de imposto de renda na fonte na modalidade de rendimento referente a investimentos financeiros de renda fixa, sobre o montante a ser pago aos debenturistas, aplicando-se a alíquota relativa à situação individual do beneficiário, com exceção daquele que comprovar, de modo inequívoco, o seu direito à dispensa de retenção na forma da lei. A B3 (B3SA3) ajustou o valor por ação dos juros sobre o capital aprovados pelo conselho de administração no último dia 17 de setembro. O valor líquido dos JCP referentes ao terceiro trimestre de 2026 (3T26) passou de R$ 0,06262085632 para R$ 0,06265603608. O valor líquido dos JCP extraordinários passou de R$ 0,12424773079 para R$ 0,12431753191. O valor líquido já deduz o Imposto de Renda na Fonte de 17,5% sobre o valor dos juros sobre capital próprio, exceto para os acionistas que tiverem tributação diferenciada ou que estejam dispensados da referida tributação. A data de corte (data com) para ter direito foi na terça, 22. As ações da B3 passam a ser negociadas na condição “ex” proventos a partir desta quarta-feira, 23 de setembro. O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado em 7 de outubro de 2026. A Petrobras (PETR3, PETR4), em continuidade ao comunicado ao mercado de 27 de agosto de 2026, informou que sua subsidiária integral, Petrobras Global Finance (PGF), enviou, notificações com o anúncio do preço do resgate antecipado aos investidores dos títulos 5,999% Global Notes com vencimento em 2028. O valor total do resgate equivale a aproximadamente US$ 1 bilhão, excluindo juros capitalizados e não pagos. A liquidação financeira do resgate ocorrerá em 25 de setembro de 2026. Companhias com ‘data de corte’ para JCP nesta quarta, 23: A data de corte (data com) para ter direito aos JCP da Porto, anunciados em 18 de setembro, é nesta quarta, 23. A partir de quinta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido é de R$ 0,42 por ação. O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2027, em data a ser definida pela administração e aprovada na Assembleia Geral Ordinária da companhia de 2027. A data de corte para ter direito aos JCP da Totvs, anunciados em 18 de setembro, é nesta quarta, 23. A partir de quinta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor total é de R$ 85 milhões. Essa quantia corresponde a R$ 0,15 (quinze centavos). O pagamento será em 8 de outubro de 2026. A data de corte para ter direito aos JCP da Coelba e da Elektro Redes, anunciados em 18 de setembro, é nesta quarta, 23. A partir de quinta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor dos JCP da Coelba é de R$ 0,49 por ação ordinária, R$ 0,49 por ação preferencial classe A, R$ 0,54 por ação preferencial classe B. O valor dos JCP da Elektro é de R$ 0,12 por ação ordinária e a R$ 0,13 por ação preferencial. O pagamento dos proventos de ambas as empresas será realizado até 31 de dezembro de 2026 sem atualização monetária.

QPC: 97% achavam que o Copom cortaria a Selic em 0,25pp em setembro
Selic

QPC: 97% achavam que o Copom cortaria a Selic em 0,25pp em setembro

A maioria dos economistas consultados no Questionário Pré-Copom (QPC) de setembro (97%) achava que o Comitê de Política Monetária (Copom) iria cortar a Selic em 0,25 ponto porcentual no encontro, de 14,00% para 13,75% ao ano, como de fato ocorreu. Uma parcela menor, 3%, avaliava que o colegiado manteria a taxa de juros estável. O Questionário Pré-Copom (QPC) é enviado aos participantes do mercado financeiro antes de cada reunião do Copom. Ele contribui para o conjunto de informações que subsidiam a decisão do comitê sobre a taxa básica de juros. Os participantes também foram questionados sobre o que acham que a autoridade monetária deveria fazer na reunião. Na época, 68% dos respondentes avaliaram que o Copom deveria cortar a Selic em 0,25 ponto, 29% deveria mantê-la estável, 2% aumentá-la em 0,25 ponto e 1% cortá-la em 0,50 ponto. Novembro Questionados sobre a reunião de novembro, que ocorrerá nos dias 3 e 4, 53% afirmaram que o Copom irá manter a taxa estável e 46% cortá-la em 0,25 ponto porcentual. Ainda houve 1% que acha que o colegiado vai cortar em 0,5 ponto porcentual. Perguntados sobre o que o Comitê deveria fazer no encontro, 61% achavam que deveria manter a Selic estável e 35% cortá-la em 0,25 ponto. As mesmas questões foram feitas sobre o encontro de dezembro, que ocorrerá nos dias 8 e 9. O Copom irá manter a taxa estável na reunião para 66% dos entrevistados na época e deveria mantê-la estável para 69%. Na pergunta sobre o que o Comitê irá fazer, 32% entendiam que o comitê irá cortá-la em 0,25 ponto porcentual. Já na questão sobre o que deveria fazer, 25% avaliavam que o Comitê deveria cortá-la em 0,25 ponto porcentual. Estadão Conteúdo.

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Algodão brasileiro pede política de Estado para competir melhor no exterior e reduzir gargalos internos

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão enviou ao futuro presidente uma carta para pedir que a competitividade do algodão se torne uma política de Estado, não apenas de governo. Com apoio de entidades estaduais do setor, o documento reconhece a cadeia como estratégica para o desenvolvimento econômico, o fortalecimento industrial e uma produção cada vez mais sustentável. A reorganização das cadeias globais de suprimentos, a competição crescente por investimentos, a transição para economias de baixo carbono e as novas exigências regulatórias sobre sustentabilidade e rastreabilidade colocam desafios significativos para países exportadores como o Brasil. A agenda setorial de 2027 a 2030 argumenta que fortalecer o algodão significa ampliar a agregação de valor industrial, estimular inovação tecnológica, promover o desenvolvimento regional e consolidar o país como referência mundial em produção sustentável de fibras naturais. Desafios que pesam sobre a competitividade A competitividade do algodão continua afetada pela insegurança jurídica, pela complexidade regulatória, pelos gargalos de infraestrutura e logística e pelas dificuldades climáticas, apesar do desempenho positivo do setor. Novas barreiras ao comércio internacional também representam ameaças que exigem atenção do governo. A associação prioriza a redução da dependência de fertilizantes importados, o avanço da regulamentação de bioinsumos e a busca por maior segurança jurídica e estabilidade regulatória. Durante a implementação da reforma tributária, a preservação da competitividade do algodão permanece essencial para manter o setor competitivo. Financiamento e gestão de riscos em foco A agenda de política agrícola destaca a modernização dos mecanismos de financiamento e de gestão de riscos e o maior acesso ao mercado de capitais. O crescimento do endividamento rural, a limitação de recursos para o seguro agrícola e a maior frequência de eventos climáticos extremos exigem o aperfeiçoamento das estruturas de crédito. A entidade defende o desenvolvimento de novas garantias e instrumentos financeiros inovadores, além do fortalecimento do seguro rural como ferramenta para dar segurança ao produtor. Segundo a Abrapa, uma estrutura financeira mais diversificada permitiria ampliar investimentos, elevar a capacidade de adaptação às mudanças climáticas e sustentar o crescimento competitivo da produção.

Depois da Selic, o que vem pela frente?
Selic

Depois da Selic, o que vem pela frente?

A Selic chegou a 13,75% depois de cinco cortes consecutivos de 0,25 ponto percentual. Agora, o mercado começa a olhar para os efeitos que os juros altos deixaram na economia e para a velocidade com que esses efeitos podem aparecer nos próximos meses. O Focus desta semana trouxe uma combinação que merece atenção. A projeção para a Selic no fim de 2026 caiu de 13,75% para 13,50%, enquanto a estimativa para o IPCA subiu de 4,90% para 4,92%. A projeção para o PIB também recuou, de 1,89% para 1,88%. A ata do Copom divulgada nesta terça-feira reforçou a percepção de que a atividade está perdendo ritmo. O Comitê apontou moderação no crescimento e destacou que os efeitos da política monetária estão aparecendo de forma mais clara, principalmente nos segmentos da economia mais sensíveis às condições financeiras. Esse processo já pode ser observado nos indicadores de atividade. O PIB cresceu 0,5% no segundo trimestre, abaixo dos 1,1% registrados nos três primeiros meses do ano. A intenção de investimento da indústria também recuou para 51,3 pontos em setembro, no quarto mês consecutivo de queda e no menor nível desde agosto de 2020. O investimento é um dado particularmente importante. A redução dos juros melhora as condições de financiamento, mas a decisão de investir depende também da expectativa de demanda, dos custos e do grau de confiança das empresas. Se a atividade continua perdendo força, o efeito dos juros sobre o investimento pode demorar mais para aparecer. Na inflação, o cenário ainda pede cuidado. A projeção de 4,92% para o IPCA neste ano continua acima da meta, enquanto as expectativas para os próximos anos também permanecem relevantes para a condução da política monetária. É essa combinação que torna o próximo trecho do ciclo mais difícil de interpretar. A economia começa a responder aos juros altos, mas a inflação ainda não oferece ao Banco Central o conforto necessário para acelerar a redução da taxa. O ambiente externo também não ajuda a simplificar a conta. O Federal Reserve elevou os juros americanos para a faixa de 3,75% a 4% em setembro. O comunicado da instituição destacou que a atividade americana segue em ritmo sólido, enquanto a inflação permanece elevada. Para o Brasil, a diferença entre os ciclos de juros tem consequências para o câmbio e para o fluxo de capital. Também interfere na comparação que investidores fazem entre ativos brasileiros e americanos. Nos investimentos, os efeitos começam a aparecer de maneira diferente entre as classes. Na renda fixa, a queda dos juros aumenta a importância do prazo e da taxa contratada. Uma remuneração elevada hoje pode não estar disponível mais adiante, mas a decisão também precisa considerar liquidez e risco de crédito. Na Bolsa, juros menores reduzem o custo de capital e podem favorecer empresas mais sensíveis à taxa de desconto. Isso não elimina, porém, a necessidade de olhar para crescimento, geração de caixa, endividamento e expectativas de lucro. O cenário fiscal continua sendo outra variável importante. Mudanças na percepção sobre as contas públicas podem pressionar os juros futuros e o câmbio, interferindo justamente nas condições financeiras que o Banco Central começa a aliviar. Até aqui, os sinais apontam para uma economia que começa a sentir com mais intensidade os efeitos da política monetária. A questão é saber como essa desaceleração vai evoluir enquanto a inflação continua acima do desejado. Para os investimentos, o próximo movimento relevante pode não estar apenas na Selic, mas na forma como atividade, inflação, juros futuros e resultados das empresas vão se ajustar a um ambiente de juros menores.

Bitcoin recua para US$ 85,5 mil: petróleo e juros nos EUA pressionam cripto; entenda
Criptomoedas

Bitcoin recua para US$ 85,5 mil: petróleo e juros nos EUA pressionam cripto; entenda

O Bitcoin recuou com a alta do petróleo e dos juros nos EUA. Confira análise dos dados de derivativos e a realização de lucros no mercado cripto. Comentário de Noah Cheung, country manager da Bitget no Brasil, na manhã de quarta-feira (23): “O Bitcoin (COIN:BTCUSD) recuou após as fortes altas dos últimos dias, em um movimento que pode ser explicado, em parte, pela realização de lucros por alguns investidores. A alta do petróleo e dos juros nos Estados Unidos também contribuiu para o movimento, ao aumentar as preocupações com a inflação e com a possibilidade de uma política monetária mais restritiva por mais tempo. O petróleo WTI avançou para perto de US$ 91 por barril, enquanto o rendimento dos Treasuries de dois anos chegou a 4,79%, maior nível do atual ciclo. Nesse cenário, o Bitcoin chegou a US$ 85.500, após superar US$ 86 mil nos últimos dias. Os dados do mercado de derivativos também mostram maior cautela. O volume de futuros de criptomoedas caiu 21%, para US$ 227 bilhões nas últimas 24 horas, enquanto o open interest subiu 1%, para US$ 159,4 bilhões. Além disso, as posições vendidas passaram a representar 51% do volume, sinalizando que parte dos investidores está se posicionando para uma possível correção no curto prazo.” Central de Criptomoedas ADVFN Acompanhe tudo o sobre o mercado de Criptomoeda, Token e DeFi, com ranking de coins mineráveis e não mineráveis, lista de moedas digitais recém-lançadas, de criptomoedas não listadas e das principais bolsas de negociação. Todos os rankings são personalizáveis por preço, variação nas últimas vinte e quatro horas, valor de capitalização de mercado e por volume financeiro negociado. Também mostram se o volume de negociação da criptomoeda está em tendência de alta ou de baixa. Através da central de Criptomoedas você tem acesso ao rastreador de rompimento de volume médio negociado e ao conversor de criptomoedas para as principais moedas do mundo ou para outras criptomoedas. © Canva IA QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se

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