MCCI11 Fundo de Investimento Imobiliario Maua Capital Recebiveis Imobiliarios – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario Maua Capital Recebiveis Imobiliarios
CNPJ: 23648935000184
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
MCCI11 (Fundo de Investimento Imobiliario Maua Capital Recebiveis Imobiliarios) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 92,00, registrando variação de +1.10% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.94x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 13.04%.
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de MCCI11
O ativo MCCI11 (Fundo de Investimento Imobiliario Maua Capital Recebiveis Imobiliarios) está sendo negociado hoje a R$ 92,00, acumulando uma variação de +1.10% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 85,75 e a máxima de R$ 97,89. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 13.04% e indicador P/VP de 0.94x.
Histórico de Cotação: MCCI11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a MCCI11
O MAUA CAP RE FII RL (MCCI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Papel / CRI
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Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
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Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Em novembro, carteiras de FIIs são ajustadas após a reeleição de Lula e a reação negativa do mercado. BTG Pactual, Santander, XP, Banco do Brasil e Genial revisaram estratégias devido a preocupações fiscais e juros altos. BTG e Santander ampliaram exposição a recebíveis, enquanto XP priorizou ativos defensivos. BB Investimentos fez substituições focando em qualidade de crédito e potencial de valorização. Genial manteve carteiras, destacando oportunidades de valorização apesar dos riscos de juros futuros. Abrir o resumo O impacto das eleições nos FIIs; bancos e casas revisam carteiras para momento de cautela no mercado Foto: Adobe Stock As carteiras recomendadas de fundos imobiliários (FIIs) para novembro chegam em meio à turbulência do mercado financeiro após as eleições presidenciais. Com a pressão sobre os juros e preocupações fiscais, BTG Pactual, Santander, XP, Banco do Brasil e Genial revisaram seus portfólios e estratégias para o mês. PUBLICIDADE A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 25 de outubro, contrariou as expectativas de parte dos investidores e provocou uma forte reação nos mercados. No primeiro pregão após o segundo turno, na segunda-feira (26), o Ibovespa despencou 13,88%, enquanto o dólar disparou 8,21%, para R$ 5,40. O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) também foi atingido, com queda de 2,89% em outubro. A reação refletiu as preocupações com a condução da política fiscal e a trajetória dos juros, fatores que influenciam diretamente a atratividade dos fundos imobiliários diante da renda fixa. Publicidade Leia também Nesse cenário, o BTG Pactual recomenda equilibrar fundos de tijolo, que investem diretamente em imóveis físicos, e fundos de recebíveis de maior qualidade, com prioridade a rendimentos recorrentes e estruturas financeiras saudáveis. Entre os segmentos imobiliários, escritórios bem localizados e galpões logísticos apresentam condições mais favoráveis, enquanto shoppings exigem maior cautela diante do cenário de consumo. Confira abaixo de que forma os bancos e casas de investimento estão lendo o panorama econômico para os FIIs em novembro. Carteira do BTG Pactual reflete cautela com cenário econômico O BTG Pactual (BPAC11) ajustou sua carteira com a exclusão do RBRY11, fundo de recebíveis imobiliários, e a redução da participação no GZIT11, do segmento de shopping centers, de 2,5% para 2%. Em contrapartida, elevou o peso dos fundos de recebíveis KNCR11, de 14% para 15%, e MCCI11, de 8% para 8,5%, além do fundo multiestratégia KNHF11, de 5% para 6%. As mudanças refletem postura mais cautelosa diante das incertezas fiscais e da alta dos juros futuros no Brasil. Publicidade Segundo o banco, a saída do RBRY11 busca reduzir a exposição ao crédito estruturado, enquanto os aumentos nos fundos de recebíveis KNCR11 e MCCI11 mostram prioridade para ativos de menor risco de crédito e maior previsibilidade de renda. Já o reforço no KNHF11 considera sua diversificação entre crédito imobiliário, imóveis físicos e cotas de outros FIIs, além do desconto das cotas. A carteira reúne 15 fundos imobiliários e apresenta rendimento anualizado de dividendos de 11,5%. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso BTCI11 BTG Pactual Recebíveis 6,0% KNCR11 Kinea Recebíveis 15,0% KNIP11 Kinea Recebíveis 14,0% MCCI11 Jive Mauá Recebíveis 8,5% VILG11 Vinci Compass Galpões logísticos 5,5% BRCO11 Bresco Galpões logísticos 2,5% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 13,0% HGLG11 Pátria Galpões logísticos 3,0% BRCR11 BTG Pactual Lajes corporativas 4,5% PVBI11 Pátria Lajes corporativas 5,0% KNHF11 Kinea Multiestratégia 6,0% GZIT11 Gazit Shopping centers 2,0% HSML11 HSI Shopping centers 2,0% VISC11 Vinci Compass Shopping centers 6,0% TRXF11 TRX Híbrido 7,0% Total — — 100% Santander amplia exposição a recebíveis O Santander atualizou seu portfólio com a inclusão do KNUQ11, do segmento de recebíveis imobiliários, com peso de 5%. Para abrir espaço ao novo ativo, o banco reduziu a participação de outros três fundos: Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), também de recebíveis, em 1,5 ponto porcentual, Tellus Properties (TEPP11), de escritórios, de 7% para 5%, e XP Malls (XPML11), de shopping centers, de 9,5% para 8%. Publicidade Segundo o Santander, as mudanças ampliam a exposição ao segmento de recebíveis imobiliários, considerado mais resiliente no cenário atual. A instituição destaca que o KNUQ11 possui carteira majoritariamente atrelada ao CDI, favorecida pelos juros elevados, além de garantias imobiliárias robustas. O banco projeta rendimento anual de dividendos de 13,8% para o novo fundo e mantém visão positiva sobre os três FIIs que tiveram suas participações reduzidas. A carteira reúne 12 fundos, com rendimento médio estimado de 12,5% nos próximos 12 meses. Publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso MCCI11 Mauá Capital Recebíveis imobiliários 11,5% HGCR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 11,5% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 10,0% KNUQ11 Kinea Recebíveis imobiliários 5,0% BTHF11 BTG Pactual Multiestratégia 10,0% KNHF11 Kinea Multiestratégia 10,0% XPML11 XP Asset Shopping centers 8,0% VILG11 Vinci Real Estate Galpões logísticos 9,0% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 7,0% GARE11 Guardian Gestora Híbrido 8,0% TRXF11 TRX Investimentos Híbrido 5,0% TEPP11 Tellus Investimentos Escritórios 5,0% Total — — 100% Leia mais Carteira da XP atinge rendimento anual de 12,6% CONTiNUA APÓS PUBLICIDADE A XP Investimentos atualizou sua carteira recomendada de FIIs com a inclusão do Maxi Renda (MXRF11), do segmento de recebíveis imobiliários, com peso de 4,5%, e o aumento da participação no Mauá Capital Recebíveis (MCCI11), de 9% para 10,25%. Em contrapartida, reduziu os pesos dos fundos de shopping centers HGBS11 e HSML11, dos fundos logísticos LVBI11, de escritórios PVBI11, de recebíveis KNCR11 e do multiestratégia RBRX11. As reduções variaram de 0,5 a 1,5 ponto porcentual. Segundo a XP, as mudanças buscam reduzir a exposição a fundos de imóveis físicos com menor potencial de geração de renda e valorização, além de diminuir a participação em recebíveis considerados bem precificados. A instituição dá prioridade a ativos defensivos, com carteiras de crédito de qualidade e rendimentos mais atrativos. Com isso, os fundos de recebíveis passam a representar 46,25% da carteira, que reúne 16 FIIs e apresenta rendimento anualizado de dividendos de 12,6%. Em outubro, o portfólio recuou 3,2%, ante queda de 2,9% do IFIX. Publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso MCCI11 Jive Mauá Recebíveis imobiliários 10,25% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 10,25% XPCI11 XP Asset Recebíveis imobiliários 8,75% RBRR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 8,00% PCIP11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 4,50% MXRF11 XP Asset Recebíveis imobiliários 4,50% XPLG11 XP Asset Galpões logísticos 9,75% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 4,50% BRCO11 Bresco Galpões logísticos 4,00% LVBI11 VBI / Pátria Galpões logísticos 1,50% PVBI11 VBI Asset Lajes corporativas 3,50% XPML11 XP Asset Shopping centers 10,50% HGBS11 Hedge Investimentos Shopping centers 2,00% HSML11 HSI Gestora Shopping centers 1,00% RBRX11 Pátria Investimentos Multiestratégia 9,00% CPTS11 Capitânia Multiestratégia 8,00% Total — — 100% BB Investimentos retira fundo ligado ao agronegócio O BB Investimentos fez três substituições. A instituição divide suas recomendações em duas estratégias: a carteira Renda, voltada à geração de dividendos recorrentes, com menor volatilidade, e a carteira Ganho de Capital, que busca a valorização das cotas de fundos negociados com desconto, mas sujeitos a maiores oscilações. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso GARE11 Guardian Gestora Híbrido 6,25% KNHF11 Kinea Multiestratégia 6,25% HGCR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 6,25% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 6,25% KNIP11 Kinea Recebíveis imobiliários 6,25% MXRF11 XP Asset Recebíveis imobiliários 6,25% XPCI11 XP Asset Recebíveis imobiliários 6,25% XPML11 XP Asset Shopping centers 6,25% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 6,25% HGLG11 Pátria Investimentos Galpões logísticos 6,25% VILG11 Vinci Real Estate Galpões logísticos 6,25% XPLG11 XP Asset Galpões logísticos 6,25% PCIP11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 6,25% RECR11 REC Gestão Recebíveis imobiliários 6,25% CPSH11 Capitânia Shopping centers 6,25% VISC11 Vinci Real Estate Shopping centers 6,25% Total — — 100% Genial segura ativos na carteira de FIIs de novembro A Genial Investimentos manteve sem alterações suas carteiras Renda e Valor para novembro de 2026, preservando os mesmos 18 fundos e pesos de outubro. Publicidade A carteira Renda foca em geração de dividendos recorrentes, com menor volatilidade, concentrando 47,5% dos recursos em fundos de recebíveis imobiliários, como KNSC11, HSAF11 e KNCR11. Já a carteira Valor busca principalmente a valorização das cotas, selecionando fundos negociados com desconto e maior potencial de recuperação, embora estejam mais sujeitos às oscilações do mercado. Nessa estratégia, os fundos multiestratégia representam 35% do portfólio, seguidos pelos de logística (22,5%) e shopping centers (20%). Segundo a Genial, a manutenção das carteiras reflete a avaliação de que as perdas recentes foram provocadas principalmente pela queda no preço das cotas, sem deterioração significativa dos rendimentos. Em outubro, a carteira Renda recuou 2,66%, superando o IFIX, enquanto a Valor perdeu 3,05%. Apesar das desvalorizações, os rendimentos anualizados permanecem em 14% na carteira Renda e 12,7% na Valor. Publicidade A gestora também destaca que os descontos das cotas em relação ao valor patrimonial aumentaram, o que pode representar oportunidades de valorização, embora os juros futuros elevados continuem sendo um risco para os FIIs. Carteira Renda Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso KNSC11 Kinea Recebíveis 10% HSAF11 HSI Recebíveis 10% KNCR11 Kinea Recebíveis 10% PORD11 Polo Capital Recebíveis 10% AFHI11 AF Invest Recebíveis 7,5% MANA11 Manatí Capital Multiestratégia 12,5% SPXS11 SPX Multiestratégia 12,5% RBRX11 Pátria Multiestratégia 7,5% RZAT11 Riza Híbrido 10% HGRE11 Pátria Lajes corporativas 10% Carteira Valor Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso BTHF11 BTG Pactual Multiestratégia 12,5% ITRI11 Itaú Multiestratégia 12,5% WHGR11 WHG Multiestratégia 10% GGRC11 Zagros Logística 12,5% VILG11 Vinci Logística 10% PMLL11 Pátria Shoppings 10% VISC11 Vinci Shoppings 10% CLIN11 Clave Recebíveis 12,5% HGRE11 Pátria Lajes corporativas 10% Leia mais
Carteiras sugeridas para novembro
Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 14h30 - 05/11 Carteira Renda com Imóveis – Itaú BBA Confira a carteira completa Para novembro, a Carteira Renda com Imóveis do Itaú BBA reduziu as posições em ITRI11 e KNHF11, ambas em 1 p.p., para incluir KNHY11, com peso de 2%. A carteira passa a contar com 13 fundos, distribuídos entre ativos de tijolo (52%), ativos financeiros (33,5%) e multiestratégia (14,5%). Em outubro, a carteira recuou 2,92%, em linha com o IFIX, que caiu 2,89%. O dividend yield corrente é de 11% ao ano. A estratégia prioriza fundos com boa liquidez, gestão experiente e portfólios de qualidade. Carteira Dividendos – Inter Confira a carteira completa Em outubro, a Carteira de Dividendos do Inter recuou 5,11%, enquanto o Ibovespa caiu 9,88% e o IDIV recuou 9,87%, gerando um alfa de 4,76 p.p. sobre o índice de dividendos, o maior desde o lançamento da estratégia. Petrobras, Caixa Seguridade, BB Seguridade e TIM estiveram entre os destaques positivos. No acumulado de 2026, a carteira sobe 7,38%, contra 2,03% do IDIV e 4,22% do Ibovespa. Desde o lançamento, acumula alta de 19,34%, superando o CDI (17,05%), o Ibovespa (18,85%) e o IDIV (14,51%). Carteira Mensal Capita – Inter Confira a carteira completa A Carteira Mensal Capita encerrou outubro com queda de 13,22%, desempenho 3,34 pontos percentuais abaixo do Ibovespa, que recuou 9,88%. O resultado foi impactado pela forte correção dos ativos brasileiros após o segundo turno das eleições e pela abertura da curva de juros. Para novembro, a estratégia será mais defensiva, priorizando empresas de utilities, exportadoras, instituições financeiras com balanços sólidos e maior exposição internacional por meio de BDRs. O objetivo é ampliar a diversificação, preservar o patrimônio e reduzir a sensibilidade do portfólio aos riscos domésticos. Carteira TOP 10 Ações – Inter Confira a carteira completa A carteira Top 10 ações do Inter recuou 15% em outubro, desempenho inferior à queda de 9,90% do Ibovespa. Para novembro, a instituição mantém uma visão seletivamente construtiva, avaliando que as correções recentes podem abrir oportunidades em empresas com fundamentos sólidos, perspectivas de crescimento e preços atrativos. O portfólio reúne dez ativos, com peso de 10% cada: Itaú (ITUB4), BTG Pactual (BPAC11), RD Saúde (RADL3), Eneva (ENEV3), Lojas Renner (LREN3), Rede D’Or (RDOR3), Equatorial (EQTL3), Rumo (RAIL3), São Martinho (SMTO3) e Natura (NATU3). Carteira 5+ – BB Investimentos Confira a carteira completa A Carteira 5+ do BB Investimentos manteve Itaú (ITUB4), Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) para novembro. As mudanças foram a entrada de Caixa Seguridade (CXSE3) e Vibra Energia (VBBR3), enquanto BTG Pactual (BPAC11) e Tenda (TEND3) deixaram o portfólio. Desde setembro, a carteira adota uma metodologia fundamentalista, selecionando os cinco ativos mais bem ranqueados da Carteira Fundamentalista BB-BI. No acumulado de 2026, a estratégia registra queda de 3,85%, ante alta de 4,22% do Ibovespa, diferença negativa de 8,07 pontos percentuais. Carteira BB Dividendos – BB Investimentos Confira a carteira completa A Carteira BB Dividendos não terá mudanças em novembro, mantendo os dez ativos selecionados para o trimestre: Banco ABC (ABCB4), Ambev (ABEV3), Allos (ALOS3), Axia (AXIA3), B3 (B3SA3), Direcional (DIRR3), Petrobras (PETR4), Marcopolo (POMO4), TIM (TIMS3) e Vibra (VBBR3). Em outubro, a carteira recuou 12%, desempenho inferior ao IDIV, que caiu 9,9%. A estratégia realiza revisões trimestrais e seleciona empresas com histórico consistente de distribuição de dividendos e potencial de valorização. Carteira Fundamentalista – BB Investimentos Confira a carteira completa A Carteira Fundamentalista do BB Investimentos promoveu duas mudanças para novembro, com a entrada de Caixa Seguridade (CXSE3) e WEG (WEGE3), enquanto BTG Pactual (BPAC11) e Tenda (TEND3) deixaram o portfólio.Cada ação possui peso de 10% na carteira. A instituição mantém uma postura cautelosa diante da volatilidade do mercado, da pressão sobre os juros futuros e das incertezas domésticas e internacionais. A estratégia busca preservar a diversificação e reduzir a correlação entre os ativos, priorizando empresas com fundamentos resilientes, geração de caixa previsível e disciplina financeira. Carteira BB ESG – BB Investimentos Confira a carteira completa A Carteira BB ESG manteve todos os dez ativos para novembro, com a próxima revisão prevista para dezembro, após a divulgação dos resultados do 3T26. A estratégia combina critérios de sustentabilidade (ESG) com indicadores fundamentalistas, priorizando empresas com boas práticas ambientais, sociais e de governança, além de ROIC e earnings yield atrativos. No acumulado de 2026, a carteira registra valorização de 0,9%, enquanto o índice ISE apresenta queda de 10,1%. Em outubro, Suzano foi o destaque positivo, com alta de 13,4%, enquanto Cyrela registrou a maior queda, de 37,1%. Carteira Small Caps – BTG Pactual Confira a carteira completa A carteira Small Caps do BTG Pactual promoveu quatro mudanças neste mês, com a entrada de Copasa (CSMG3), Iguatemi (IGTI11), OceanPact (OPCT3) e SLC Agrícola (SLCE3). Deixaram o portfólio Sanepar, Dexco, Tenda e Banco Pine. Cosan (CSAN3), Smart Fit (SMFT3), Orizon (ORVR3), 3tentos (TTEN3), Bemobi (BMOB3) e Panvel (PNVL3) permaneceram na carteira. O portfólio é composto por dez ativos, com peso de 10% cada, e tem como objetivo capturar oportunidades de valorização no mercado brasileiro de small caps. Carteira BDR – BTG Pactual Confira a carteira completa A carteira internacional do BTG Pactual promoveu três mudanças para novembro. Entraram Meta (META), Nubank (NU) e Caterpillar (CAT), enquanto Walmart (WMT), Freeport-McMoRan (FCX) e GE Vernova (GEV) deixaram o portfólio. As alterações buscam aproveitar oportunidades após correções recentes e valuations mais atrativos. O banco destaca o potencial de crescimento da Meta, a carteira recorde de pedidos da Caterpillar e os fundamentos sólidos do Nubank, incluindo ROE superior a 30% em 2026. Para 2027, o BTG projeta crescimento de 2,3% para o PIB dos Estados Unidos, sustentado pelo consumo e pelos investimentos corporativos ligados à inteligência artificial. Carteira de Dividendos – BTG Pactual Confira a carteira completa A carteira de dividendos do BTG Pactual passou por três alterações neste mês. Entraram Caixa Seguridade (CXSE3), Vivo (VIVT3) e Ultrapar (UGPA3), enquanto B3 (B3SA3), Compass (PASS3) e Cury (CURY3) deixaram o portfólio. A estratégia prioriza empresas de alta qualidade, com geração consistente de caixa, resiliência nos resultados e potencial de distribuição de proventos. A carteira tem revisão mensal e mantém Itaú (ITUB4) e Petrobras (PETR4) com as maiores participações, de 15% cada. Carteira FII – BTG Pactual Confira a carteira completa A carteira recomendada de fundos imobiliários do BTG Pactual passou por mudanças em novembro, com a saída de RBRY11 e a redução da exposição em GZIT11. Na outra ponta, o banco aumentou as posições em KNCR11, MCCI11 e KNHF11. Os ajustes buscam adequar o risco do portfólio ao cenário macroeconômico mais desafiador. A instituição reduziu a exposição ao crédito estruturado e priorizou fundos de perfil high grade, como KNCR11 e MCCI11, além de ampliar marginalmente KNHF11, que possui carteira diversificada e negocia com desconto acima da média histórica. A carteira é composta por 15 fundos, com dividend yield anualizado de 11,5%. Carteira de Ações (10SIM) – BTG Pactual Confira a carteira completa A carteira 10SIM do BTG Pactual passou por três alterações para outubro. Caixa Seguridade (CXSE3) entrou no lugar de Itaú (ITUB4), Ultrapar (UGPA3) substituiu Cury (CURY3) e TIM (TIMS3) ocupou a posição de Axia (AXIA3). As mudanças buscam reduzir o risco diante das incertezas fiscais e econômicas, priorizando empresas de qualidade, baixa alavancagem e valuations atrativos. O banco manteve a exposição cambial em 35%, por meio de Petrobras, Gerdau e Embraer, e ampliou o foco em companhias pagadoras de dividendos. Carteira Top Renda – BTG Pactual Confira a carteira completa O BTG Pactual promoveu ajustes na Carteira Top Renda para reduzir riscos e aumentar a previsibilidade das distribuições. A casa zerou as posições em AXIA3 e PASS3, incluiu VIVT3 (5%) e CXSE3 (5%) e reduziu ITUB4 em 5%, realocando parte dos recursos em Caixa Seguridade. Também adicionou CDII11 (5%), ampliando a exposição ao crédito de infraestrutura, com remuneração atrelada ao CDI. As mudanças reduziram em 5% a exposição total a ações, priorizando ativos mais defensivos e com geração de caixa previsível. No último mês, a carteira recuou 7,43%, ante queda de 2,54% do IMA-B 5+, e apresentou dividend yield mensal de 0,6%. Carteira FIIs – Benndorf Confira a carteira completa A Benndorf optou por manter a composição da Carteira FIIs – Valorização em novembro, sem mudanças nos fundos selecionados. Será realizado apenas o rebalanceamento das posições para ajustar as exposições aos pesos previamente definidos, preservando a estratégia de alocação. A carteira segue uma estratégia long only, combinando análise de fluxo e insights macrofundamentalistas para buscar superar a variação do IFIX. A revisão e o balanceamento são realizados mensalmente. Carteira Small Caps – Benndorf Confira a carteira completa A Carteira Benndorf Small Caps Valorização, de perfil arrojado e baseada em análise fundamentalista, busca superar o índice SMLL no longo prazo. Na atualização, a carteira traz CSMG3, AXIA3, EQTL3 e TIMS3 entre as recomendações de compra, enquanto PFRM3 aparece entre as vendas. Também foram indicados OPCT3 para redução e MDNE3, VTRU3, SEER3 e DIRR3 para aumento de posição. Os ajustes consideram a realização de lucros, o valuation dos ativos e o cenário técnico. Carteira Top ações – XP Confira a carteira completa A XP adicionou JBSS32 (7,5%), WEGE3 (5%) e CXSE3 (5%) à Carteira Top Ações e elevou a participação de RDOR3 de 5% para 7,5%. A estratégia busca aproveitar perspectivas de melhora nas margens da carne bovina nos EUA, exposição a vetores globais e ativos mais defensivos diante dos juros elevados. Por outro lado, a casa reduziu IGTI11 de 10% para 5% e zerou as posições em BPAC11 (10%) e ROXO34 (5%), buscando diminuir a exposição ao ciclo doméstico. Em outubro, a carteira recuou 7%, desempenho superior à queda de 9,9% do Ibovespa. Carteira Top Dividendos - XP Confira a carteira completa A XP elevou a participação de CXSE3 de 5% para 10% e reduziu B3SA3 de 12,5% para 7,5% na Carteira Top Dividendos. O aumento em Caixa Seguridade reflete a forte atividade comercial, a sinistralidade controlada e o resultado financeiro favorecido pelos juros elevados. Já a redução em B3 busca diminuir a exposição ao mercado de capitais diante das incertezas e da perspectiva de juros altos por mais tempo. Em outubro, a carteira recuou 8,8%, desempenho superior à queda de 9,9% do Ibovespa. Desde o início, acumula valorização de 314,8%, ante 130,8% do índice. Carteira Top Small Caps - XP Confira a carteira completa A XP adicionou SMTO3 (5%) e VTRU3 (10%) à Carteira Top Small Caps, com VTRU3 substituindo COGN3. A casa também incluiu SMTO3 (5%), apoiada pelas perspectivas para açúcar e etanol, e aumentou a participação de ALUP11 de 10% para 15%, reforçando a exposição a um ativo de perfil defensivo. Por outro lado, a XP retirou VIVA3 (5%) e LWSA3 (5%), buscando reduzir a exposição a empresas cíclicas e diante da perspectiva mais fraca de receita da LWSA. Em outubro, a carteira recuou 19%, ante queda de 9,9% do Ibovespa. Desde o início, em maio de 2021, acumula alta de 43,5%, contra 41,2% do índice. Carteira Top Ações Globais - XP Confira a carteira completa A XP elevou a participação de GOOG de 5% para 10% e de MU de 2,5% para 5% na Carteira Top Ações Globais. Em contrapartida, retirou AAPL e BIDU, zerando as posições nos dois ativos. A estratégia mantém exposição acima do índice em América do Norte e Grande China, além dos setores de Comunicações, Saúde e Tecnologia. Em outubro, a carteira recuou 0,5%, desempenho 1,26 ponto percentual superior ao do iShares MSCI ACWI ETF, que caiu 1,7%. Carteira Top Dividendos Globais - XP Confira a carteira completa A XP adicionou BKNG (5%) e elevou a participação de EXC de 5% para 7,5% na Carteira Top Dividendos Globais. Em contrapartida, retirou NKE e reduziu a posição em LMT de 5% para 2,5%. A carteira mantém exposição a mercados da Europa (22,5%) e Ásia-Pacífico (5%), além de posições acima do benchmark nos setores de Saúde e Materiais. Em outubro, avançou 5%, mas ficou 1,9 ponto percentual abaixo do iShares Select Dividend ETF, que subiu 6,9%. Carteira Fundamentalista de FIIs - XP Confira a carteira completa A XP promoveu ajustes na Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários para novembro. A casa reduziu as posições em HGBS11, LVBI11, PVBI11, HSML11, RBRX11 e KNCR11, enquanto incluiu MXRF11 (+4,50 p.p.) e ampliou a exposição a MCCI11 (+1,25 p.p.). As mudanças buscam reduzir a exposição a fundos de tijolo com menor potencial de valorização e a um fundo de recebíveis considerado bem precificado, priorizando ativos com portfólios de qualidade, perfil defensivo e carrego mais atrativo. Em outubro, a carteira recuou 3,2%, ante queda de 2,9% do IFIX, e apresentou dividend yield mensal de 1,05%, equivalente a 12,6% ao ano.
BTG: 15 FIIs para novembro com yield de 11,5%
Para novembro, o BTG Pactual promoveu ajustes em sua carteira sugerida de fundos imobiliários. Entre as alterações, o RBRY11 foi excluído da lista e a fatia do GZIT11 recuou 0,5%. Em sentido oposto, o banco ampliou as posições em três ativos: 1% tanto para o KNHF11 quanto para o KNCR11, além de 0,5% no MCCI11. Segundo Matheus Oliveira e Caio Araujo, os ajustes buscam ajustar o nível de risco da carteira num cenário que, de forma estrutural, se tornou mais difícil para os papéis domésticos. Conforme o documento assinado pelos analistas, essa dificuldade decorre tanto dos receios quanto ao rumo fiscal do Brasil como da elevação dos juros futuros. Por que o RBRY11 saiu da carteira A dupla lembrou que o fundo já ocupava uma fatia pequena da seleção. De acordo com os analistas, a saída do ativo refletiu uma recalibragem da exposição ao crédito estruturado, área mais vulnerável no horizonte imediato. Diante disso, o banco declarou que pretende privilegiar teses high grade (de menor risco), como KNCR11 e MCCI11, pelas quais a relação risco-retorno se mostra 'mais favorável', principalmente quando se olha para a geração de renda. Para justificar o pequeno aumento na posição em KNHF11, os analistas Oliveira e Araujo destacaram duas qualidades do fundo: a diversificação da carteira e um desconto que supera a média registrada ao longo do histórico. Juros globais e eleição mexeram com o mês O banco destacou que outubro trouxe uma reprecificação dos juros no mundo, resultado da atividade econômica ainda firme nos Estados Unidos, da inflação persistente e das tensões geopolíticas. Por aqui, o mês foi dominado pela eleição presidencial e por uma forte revisão de preços dos ativos locais. 'Após a valorização da bolsa e do real, impulsionada pelas expectativas de ajuste fiscal, a reeleição do presidente Lula provocou uma reversão abrupta, com circuit breaker, alta do dólar e abertura da curva de juros', escreveram os analistas. No caso dos FIIs, apontou a dupla, tal cenário faz subir o retorno cobrado pelos investidores e intensifica a concorrência com a renda fixa. 'Após a recuperação observada nos FIIs nas semanas anteriores, a correção também refletiu realização de lucros e revisão de carteiras. A volatilidade pode persistir, a depender das sinalizações sobre a condução da política econômica', afirmaram.
Perguntas Frequentes sobre MCCI11
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O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de MCCI11?
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