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ISAE4 Isa Energia Brasil SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Energia

Isa Energia Brasil SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs

CNPJ: 02998611000104

Preço Atual
R$ 27,08
-1.17%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 5 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 5/12 (41.7%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 29.44 Bi) maior que Lucro (R$ 3.01 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 13.58% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 8.79% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +20.55% | CAGR Lucro 5A: -5.79%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 1.06x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Energia

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Data de fundação não mapeada

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 6.33x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 5.65x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 11.74x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 0% (Abaixo de 80%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Abaixo do Preço Teto (Margem de Segurança)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 35,76
DPA Médio (5 anos) R$ 2,15
Margem de Segurança +32.05%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 55,08
LPA R$ 4,28
VPA R$ 31,51
Margem / Potencial +103.40%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo ISAE4 (Isa Energia Brasil SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs) está sendo negociado hoje a R$ 27,08, acumulando uma variação de -1.17% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 23,68 e a máxima de R$ 32,19. A companhia está inserida no setor de Energia, atuando no segmento de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 6.33x e P/VP de 1.06x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 6.83%.

Abertura
R$ 27,21
Fec. Ant: R$ 27,08
Variação Dia
Min: R$ 26,96
Max: R$ 27,44
52 Semanas
Mín: R$ 23,68
Máx: R$ 32,19
Volume
2.100.300
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: ISAE4

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

6.33
1.06
R$ 4,28
R$ 31,51
11.74
P/Receita (PSR)
1.78
P/FCO
-15.33
P/FCL
-28.05
EV/Receita Líq.
4.54
EV/FCO
-39.04
EV/FCL
-71.42
Earning Yield
8.52%
Enterprise Value
R$ 48,49 Bi
R$ 19,05 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
5.65
Dív. Líquida/PL
1.33
Dívida Líquida
R$ 29,44 Bi
Liq. Corrente
5.28
PL/Ativos
0.47
Passivos/Ativos
0.55
Liq. Seca
5.22
Liq. Imediata
0.93

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
48.44%

Indicadores de Rentabilidade

12.71%
7.74%
5.76%
Giro do Ativo
0.23

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
20.55%
CAGR Lucro
-5.79%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 45.82%
Margem EBITDA 48.78%
Margem Operacional 48.44%
Margem Líquida 26.95%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -1.242,12 Mi
FCL R$ -678,89 Mi
Caixa Total R$ 1,76 Bi
Caixa/Ação R$ 2,50
Receita e Dívida
Receita Total R$ 10,67 Bi
Lucro Bruto R$ 4,89 Bi
EBITDA R$ 5,21 Bi
Dívida Total R$ 26,58 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 30.64%
Lucro (YoY) -13.25%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 9.411,15 Mi R$ 7.966,58 Mi R$ 6.215,52 Mi R$ 5.450,57 Mi
Lucro Bruto R$ 3.703,11 Mi R$ 3.737,46 Mi R$ 3.708,88 Mi R$ 3.279,62 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 4.131,91 Mi R$ 5.131,28 Mi R$ 3.942,56 Mi R$ 3.490,31 Mi
Lucro Líquido R$ 2.511,01 Mi R$ 3.552,73 Mi R$ 2.892,36 Mi R$ 2.319,79 Mi

Sobre a ISAE4

Setor
Energia
Indústria / Segmento
Energia Elétrica
Market Cap
R$ 20,66 Bi
Descrição do Negócio

A ISA CTEEP atua na transmissão de energia elétrica no Brasil, operando ativos de alta tensão e instalações associadas para escoamento de energia entre geradores, distribuidoras e grandes consumidores. A companhia é uma das principais concessionárias do segmento, com presença relevante no Sistema Interligado Nacional. O portfólio inclui linhas de transmissão, subestações e projetos de expansão obtidos em leilões regulados, com receitas predominantemente ligadas à Receita Anual Permitida (RAP) dos contratos de concessão. O modelo de negócio é intensivo em infraestrutura, planejamento de longo prazo e execução de investimentos. No mercado de capitais, a empresa é listada na B3 e integra o setor de energia no segmento de energia elétrica. A operação combina gestão técnica dos ativos, cumprimento regulatório e alocação de capital para manutenção, reforço e expansão da rede de transmissão.

DIVIDENDO R$ 0,1413
Pagamento: 29/04/2026
DIVIDENDO R$ 0,1413
Pagamento: 29/04/2026
DIVIDENDO R$ 0,1413
Pagamento: 29/04/2026
JCP R$ 0,2506
Pagamento: 31/03/2026
JCP R$ 0,2506
Pagamento: 25/02/2026
JCP R$ 0,2506
Pagamento: 28/01/2026
JCP R$ 0,2250
Pagamento: 30/12/2025
JCP R$ 0,2250
Pagamento: 12/12/2025
JCP R$ 0,2250
Pagamento: 28/11/2025
JCP R$ 0,7869
Pagamento: 21/03/2025

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O mercado já escolheu seu cavalo eleitoral? Banco do Brasil (BBAS3) dispara 26% na bolsa, mas a conta não fecha só com as urnas
B3

O mercado já escolheu seu cavalo eleitoral? Banco do Brasil (BBAS3) dispara 26% na bolsa, mas a conta não fecha só com as urnas

O Banco do Brasil (BBAS3) parece ter decidido não esperar o calendário eleitoral para se mexer. Em um mês, as ações acumulam alta de mais de 26% na B3, mais que o dobro dos cerca de 12% do Ibovespa no mesmo período e da valorização de pares como Itaú e Bradesco. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Acontece que, desta vez, a ação se descolou do balanço. A rentabilidade ainda está na casa de um dígito, a inadimplência do agronegócio continua pesando sobre os resultados e a carteira de pessoa física também começou a dar sinais de deterioração. Então, o que o mercado está comprando? Para uma parte dos investidores, a resposta passa pelas eleições presidenciais de outubro. Como estatal, o Banco do Brasil tende a ser mais sensível às mudanças nas expectativas sobre o futuro governo e os rumos da política econômica. É o chamado trade eleitoral, no jargão do mercado. Mas essa não é a única leitura. Há quem enxergue na alta uma tese que vai além das urnas: uma ação ainda descontada, com rentabilidade deprimida e espaço para recuperar resultados caso o ciclo de crédito melhore. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE BBAS3 como termômetro da eleição Para Daniel Utsch, gestor da Nero Capital, a arrancada de BBAS3 nas últimas semanas acompanhou a mudança de percepção do mercado sobre o cenário eleitoral. Leia Também Desde meados de agosto, a bolsa brasileira passou por uma reprecificação, em meio a uma leitura sobre a disputa eleitoral mais voltada à alternância de poder. A percepção entre os investidores é que uma eventual mudança de governo traria uma condução econômica diferente a partir de 2027, principalmente no que diz respeito à trajetória fiscal. E o Banco do Brasil, por ser uma estatal diretamente ligada ao governo, acabou funcionando como uma espécie de termômetro desse movimento. Em momentos de maior sensibilidade política, BBAS3 se torna uma forma relativamente líquida de expressar uma visão sobre o futuro do país — e, principalmente, sobre os rumos da política econômica e o grau de influência do governo sobre a companhia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “O banco está com a gestão aparentemente mais profissional, menos sujeita à ingerência do governo federal, mas ainda assim é um call eleitoral”, afirma Utsch. Para Tomás Barros, analista de ações da AZ Quest, porém, a eleição pode até acelerar a tese, mas não explicará sozinha a alta da ação no futuro. “Estatais tendem a ser mais sensíveis ao cenário político. Mas a tese não depende só da eleição: qualidade de crédito, lucro e ROE continuam sendo importantes”, afirma. Na avaliação de Barros, outro fator que entrou nessa equação foi o fluxo estrangeiro, com a maior exposição dos investidores gringos ao BB nas últimas semanas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Provavelmente pesa mais o horizonte de investimento, exposição ao processo eleitoral, liquidez do ativo e a diversificação global. Para um investidor estrangeiro, BB é uma exposição ao Brasil dentro de uma carteira muito mais diversificada”, afirma. Ação dispara na bolsa, mas Banco do Brasil ainda não virou a chave Quase nada da valorização de BBAS3 observada até aqui pode ser atribuída aos fundamentos, diz Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research. Na visão dele, o banco ficou em situação até mais delicada após a piora da inadimplência no segundo trimestre e as dificuldades persistentes no agronegócio. O BB encerrou o 2T26 com lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, alta de 13,9% sobre o trimestre anterior, e retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) de 8,3%. O resultado superou as expectativas, que já estavam baixas, mas veio acompanhado de sinais ainda desconfortáveis na carteira. A inadimplência acima de 90 dias chegou a 5,61%, enquanto o custo do crédito somou R$ 18,5 bilhões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Estruturalmente, o ponto principal é que o ROE que o Banco do Brasil entrega hoje está abaixo do que o banco já mostrou ser capaz de gerar em condições mais normalizadas. Então existe espaço para recuperação operacional, mas isso ainda precisa aparecer de forma mais consistente nos resultados”, afirma Barros. O desconto de BBAS3 é grande Nas contas de Utsch, o Banco do Brasil trabalha atualmente com um retorno sobre o patrimônio entre 8% e 9%, enquanto BBAS3 é negociada a um múltiplo perto de 0,6 vez o valor patrimonial na bolsa. Segundo ele, essa é uma combinação que deixa a ação sensível a qualquer sinal de melhora. Se o ROE voltar a níveis próximos ou superiores ao custo de capital, a distância entre o preço atual e um valor mais alto pode diminuir rapidamente. “Pensando em um banco que voltará a ter um retorno igual ou acima do custo de capital, haveria um potencial de valorização relevante”, afirma o gestor. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE É aqui que o trade eleitoral encontra a tese fundamentalista. Uma eventual mudança de governo poderia alterar a percepção sobre a governança e a condução do banco, na avaliação de Hungria. “Se essa mudança de governo se concretizar, há espaço para as ações andarem mais por conta da perspectiva de melhora da governança, eficiência e resultados com uma gestão mais pró-mercado”, diz. Mas a Empiricus não considera essa possível mudança um motivo forte o suficiente para apostar nesse cenário. A casa prefere manter BBAS3 fora das carteiras neste momento justamente porque uma parte relevante da tese depende de uma alternância de governo que ainda não pode ser dada como certa. “Vemos relações de risco e retorno mais interessantes em outros nomes”, afirma Hungria. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O problema que precisa virar solução: o agronegócio Na visão dos especialistas, a principal peça que falta para a tese fundamentalista do Banco do Brasil ganhar tração continua sendo o agronegócio. A carteira rural do Banco do Brasil chegou a R$ 421,6 bilhões no 2T26, alta de 4,1% em 12 meses. Já os indicadores de qualidade do crédito do banco continuaram se deteriorando, especialmente a formação de inadimplência e a migração de operações para o Estágio 3, que concentra os créditos com problemas mais graves de recuperação. Embora a administração tenha apontado sinais de estabilização em algumas carteiras, o Citi ainda vê um problema no colchão de proteção do banco contra eventuais calotes. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Continuamos preocupados com a possibilidade de que os níveis atuais de provisão sejam insuficientes para absorver totalmente o enfraquecimento contínuo da qualidade do crédito”, dizem os analistas. Para Utsch, o problema não necessariamente significa que o Banco do Brasil tenha se tornado estruturalmente menos rentável. “Esse ciclo de inadimplência do agro, que foi muito forte e ainda está sendo recorde, não terá uma melhora em um ou dois trimestres. Mas entendemos que é muito mais uma consequência do momento cíclico desfavorável do que de uma gestão ruim ou de que o Banco do Brasil estruturalmente terá um retorno muito ruim.” Inclusive, o BB já soma alguns ingredientes para uma eventual virada no agro. A MP 1.376, por exemplo, criou mecanismos para facilitar a renegociação das dívidas dos produtores, incluindo entrada, alongamento de prazos e garantias adicionais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ao mesmo tempo, a recuperação dos preços da soja e um câmbio mais depreciado podem ajudar a geração de receita dos agricultores. Nesse cenário, a XP já começa a enxergar condições mais favoráveis para uma melhora da qualidade dos ativos da carteira rural. Só que o mercado terá de esperar. A corretora estima que o 3T26 ainda carregue as marcas do período em que produtores adiaram pagamentos e renegociações, enquanto aguardavam a implementação das novas medidas. A expectativa é de uma adesão maior no quarto trimestre, abrindo espaço para uma redução mais consistente do custo de risco e uma contribuição mais positiva do agro para os resultados do BB. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Pessoa física acende o alerta no Banco do Brasil Acontece que o agronegócio não é mais a única frente de preocupação no Banco do Brasil. A carteira de pessoa física também começou a deteriorar, com a piora indo além dos cartões de crédito e alcançando produtos ligados ao consignado. Isso torna a recuperação do ROE uma história necessariamente mais longa. Mesmo que o agro comece a aliviar o custo de crédito, o banco ainda precisa mostrar que consegue conter a deterioração em outras linhas. É por isso que Barros vê um risco específico que pode passar despercebido por quem olha apenas para o desconto da ação. “O principal risco seja a recuperação demorar mais do que o mercado espera. Se o custo de crédito permanecer elevado por mais tempo, o ROE demora a se recuperar e a capacidade de geração de valor ficará limitada por mais tempo.” CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Banco do Brasil (BBAS3): comprar antes ou depois da eleição? Depois de uma alta de quase 27% em pouco mais de um mês, o Banco do Brasil já carrega uma parte relevante da expectativa de melhora no preço — mesmo sem uma recuperação consistente do balanço, avaliam os especialistas. A dúvida, portanto, é o que acontece daqui para frente. Se os fundamentos começarem finalmente a acompanhar o otimismo do mercado, a ação ainda pode ter uma segunda pernada de alta, avaliam os especialistas. Mas, se a melhora demorar mais do que o previsto, o investidor pode ter de esperar mais tempo para vê-la refletida nos resultados. Para quem enxerga BBAS3 como investimento de longo prazo, Utsch faz uma distinção importante: uma coisa é investir no Banco do Brasil; outra é usar a ação como uma aposta no resultado eleitoral. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No primeiro caso, diz ele, não faria sentido deixar toda a tese dependente das urnas. Uma alternativa seria construir a posição gradualmente, atravessando o período eleitoral em vez de tentar acertar o momento exato de entrada. “Se o horizonte de investimento é o longo prazo, não se pode ficar olhando para a eleição. Você deve olhar para a eleição se quiser colocar sua opinião sobre o pleito especificamente naquele investimento”, afirma. Barros, por sua vez, avalia que entrar antes de uma confirmação mais clara da recuperação pode aumentar o potencial de capturar uma eventual reprecificação da ação — mas também significa aceitar o risco de que essa recuperação demore mais para aparecer. 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Ibovespa cede com nova pesquisa no radar do trade eleitoral; dólar sobe
Dólar Hoje

Ibovespa cede com nova pesquisa no radar do trade eleitoral; dólar sobe

Painel eletrônico com cotações de ações negociadas na B3, no prédio da bolsa de valores, em São Paulo Levantamento Atlas/Bloomberg mostrar vantagem numérica do presidente Lula sobre senador Flávio Bolsonaro e rendimento dos títulos americanos evidenciarem maior alta desde 2007 O Ibovespa cede nesta quarta-feira (23), com nova pesquisa sobre o cenário eleitoral, alta em maior nível nos rendimentos de títulos públicos americanos e a expectativa sobre encontro entre os presidentes da China e Estados Unidos, que deve ocorrer amanhã. Enquanto o levantamento eleitoral da Atlas/Bloomberg voltou a mostrar vantagem numérica para o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), novos indicadores da economia dos EUA impulsionaram os Treasuries a mais altos níveis em anos. Às 13h33 (de Brasília), o principal indicador do mercado brasileiro de ações tinha queda de 0,23%, aos 186.991 pontos. Na sessão anterior, o Ibovespa inverteu o sinal visto pela manhã e fechou em alta de 0,44%, aos 187.422,92 pontos. Já o dólar opera em alta ante o real, reagindo ao avanço da moeda norte-americana no exterior. No mesmo horário, o dólar à vista subia 1,02%, cotado a R$ 5,1528 na venda, enquanto o índice DXY - que mede a força do dólar ante seis divisas - avançava 0,44%, aos 101,04 pontos. Na sessão de terça-feira (22), a moeda à vista encerrou com baixa de 0,08%, aos R$ 5,1040. A alta da moeda de hoje é sustentada tanto pelo avanço dos rendimentos dos Treasuries e preços mais altos do petróleo, como pelos resultados da pesquisa Atlas/Bloomberg. O levantamento mostrou logo cedo que o presidente Lula voltou a liderar numericamente as intenções de voto contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual cenário de segundo turno da eleição presidencial, embora os candidatos permaneçam em empate técnico. Nas últimas semanas, a percepção de fortalecimento da candidatura de Flávio vinha favorecendo o chamado “trade eleitoral”, que se traduziu no recente avanço do Ibovespa e queda do dólar e das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros). De acordo com Mateus Hammes, head de investimento da Ludo Capital, as pesquisas continuam mostrando um cenário binário com desfecho em aberto e qualquer novo levantamento pode servir como gatilho para volatilidade nos negócios. Hammes pontuou que há um entendimento crescente de que a oposição teria uma política econômica mais alinhada aos interesses de investidores, com defesa de Estado mais enxuto e apoio a reformas estruturais, o que explica movimentos mais positivos no pregão quando a disputa fica mais acirrada e mais negativos quando o incumbente tem desempenho melhor - como visto no pregão desta quarta-feira. Já no exterior, como a maior alta nos rendimentos dos Treasuries com vencimento de 10 e 2 anos atuam como impulso da alta do dólar e influenciam o Ibovespa nesta quarta. Após a S&P Global informar que seu PMI (Índice de Gerentes de Compras) Composto dos EUA subiu para 58,4 neste mês, o nível mais alto desde julho de 2021, a taxa do título de referência de 10 anos saltava 8,7 pontos-base, para 5,054%, o maior nível desde 2007. Já os rendimentos do Treasury de 2 anos, sensíveis às taxas de juros, subiam 8,49 pontos-base, para 4,862%, o nível mais alto desde junho de 2024. Agora, os operadores de juros futuros agora precificando uma probabilidade de 73% de alta dos juros em outubro, ante 53% anteriormente. “Este é um salto significativo e reforça o aumento da taxa de juros e a postura hawkish do Fed", afirmou Adam Button, analista-chefe de câmbio da investingLive. Nessa linha, as ações americanas cediam. O Índice Dow Jones Industrial Average recuava 0,18%, o S&P 500 perdia 0,53%, enquanto o Nasdaq Composite registrava queda de 1,05%. Commodities e ações Nas commodities, fontes disseram à Reuters que a Arábia Saudita retomou as operações de seu oleoduto Leste-Oeste e pode já ter retomado as exportações a partir do porto de Yanbu, no Mar Vermelho. A notícia faz preço no petróleo, tendo em vista que o barril Brent do combustível fóssil sobe mais de 3% nesta tarde, interrompendo a queda de cinco sessões seguidas. Por volta das 13h, a commodity era comercializada por US$ 102,78. Com o avanço do produto, a Petrobras é uma das ações que mais avança no pregão, com alta superior a 2%. Além do petróleo mais caro, a UBS BB reiterou sua recomendação de compra da empresa e elevou o preço-alvo dos papéis. A empresa também anunciou que garantiu o volume de importação de diesel necessário para outubro, de 650 milhões de litros, e não prevê grandes volumes de compras externas para novembro. A Vale, por sua vez, cede 0,88% no pregão, na contramão do fechamento do minério de ferro na China. Em Dalian, o contrato para janeiro mais negociado subiu 0,07%, a 712 iuanes (US$106,18) por tonelada. O Itaú Unibanco, assim como todos os bancos listados, cedia 0,65%. Mais agendas econômicas O mercado também espera pelo encontro entre os chefes de Estado da China e Estados Unidos, em uma visita de três dias. Na visão de Pedro Moreira, sócio do escritório de investimentos One, investidores estão em modo de espera para encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, previsto para quinta-feira. "É o ponto crucial da semana", afirmou, avaliando que o mercado deve ficar "lateralizado" nesta sessão no aguardo do desfecho de tal reunião em Washington. Já em Nova York, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, discursou na Assembleia Geral da ONU, e os mercados estão alertas a notícias de que ele poderá se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na cena nacional, o diretor do BC Nilton David se apresentou no evento J. Safra Investment Conference 2026, em São Paulo. Durante o evento, David afirmou que, em momentos de incerteza como o que a economia vive hoje, a política monetária deve atuar com previsibilidade e adotar movimentos suaves e cautelosos, minimizando solavancos. O diretor destacou que o BC está promovendo um ciclo de "calibração", e não de flexibilização monetária, o que classificou como um "ajuste fino", acrescentando que os juros seguirão em patamar contracionista ao fim desse processo. David palestra após o BC ter defendido na ata de sua última reunião a manutenção de nível restritivo dos juros básicos no país diante da pressão de demanda, ainda que se observe um arrefecimento em dados de atividade econômica, crédito e inflação. *Com informações da Reuters

Este fundo imobiliário está uma 'pechincha' e pode disparar na B3, segundo a XP; veja potencial – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros

Este fundo imobiliário está uma 'pechincha' e pode disparar na B3, segundo a XP; veja potencial – Money Times

Este fundo imobiliário está uma 'pechincha' e pode disparar na B3, segundo a XP; veja potencial (Imagem: jabkitticha/ istockphoto) A XP Investimentos recomendou compra para o fundo imobiliário Patria Log (HGLG11), com preço-alvo de R$ 175,25 para as cotas, o que indica um potencial de valorização (upside) de 19% frente ao valor atual, R$ 147,35. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, os analistas Marx Gonçalves e Eduardo Bacelar, responsáveis pelo documento, apontaram que o FII tem passado por um “processo de qualificação do portfólio” bem-sucedido, impulsionado pela reciclagem de ativos considerados menos estratégicos. A dupla destacou que a carteira do veículo é atualmente composta por 41 imóveis performados, que totalizam 2,28 milhões de metros quadrados (m²) de área bruta locável (ABL) distribuídos em oito estados brasileiros e alugados para 188 locatários. Em termos de exposição geográfica, 56,9% da ABL está concentrada em São Paulo, seguida por Minas Gerais (18,3%), Espírito Santo (6%) e Bahia (5,2%). Na avaliação de Gonçalves e Bacelar, embora o fundo ainda apresente exposição acima da média dos pares a galpões logísticos de perfil mais defasado, essa diferença vem diminuindo ao longo do tempo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo eles, as movimentações realizadas no último ano contribuíram significativamente para o aumento da participação do FII em imóveis modernos e de elevada qualidade construtiva. Como resultado, atualmente 41% da ABL do veículo é classificada como AAA, 37%, como AA, 12% como A, 6% como B, e 3% como C. Já sob a ótica setorial, a XP destacou que a receita do HGLG11 apresenta “boa diversificação”, dividida da seguinte maneira: E-commerce (32%); Logística (15%); Automotivo (11%); Varejo (6%); Saúde (4%); Outros segmentos (31%). A corretora apontou ainda que, entre os principais inquilinos, estão empresas de grande porte e consolidadas em suas áreas de atuação, como Mercado Livre (14% da receita contratada), Shopee (7%), Volkswagen (6%) e Electrolux (3%), o que, segundo a casa, “contribui para mitigar o risco de inadimplência do portfólio”. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em contrapartida, os analistas chamam a atenção para a presença de 12% da ABL do fundo em regiões beneficiadas por incentivos fiscais, como Serra (ES) e Extrema (MG). “Entendemos que esses mercados exigem monitoramento em razão dos potenciais impactos da reforma tributária sobre os benefícios fiscais locais, que podem levar algumas empresas a reavaliar suas operações logísticas nessas localidades à medida que os incentivos sejam extintos”, escreveram. “Ainda assim, o período de transição da reforma permitirá acompanhar a evolução da dinâmica comercial dessas regiões, cujos fundamentos permanecem bastante favoráveis no momento”, acrescentaram. Contratos e potencial de reajuste A XP também apontou, como um dos pilares para a recomendação de compra, a composição contratual do portfólio do fundo, que é majoritariamente típica (69%) – isto é, com reajustes por indexadores (como IPCA ou IGP-M) e multas rescisórias padrão. Além disso, segundo a corretora, 29% da receita imobiliária do FII poderá passar por revisão até o final deste ano, dos quais 17% já estão em aberto. Outros 22% estão previstos para revisão até o final de 2027. “Consideramos esse cenário favorável no atual contexto do mercado logístico, marcado pela elevada demanda por espaços e pela vacância em níveis mínimos, por ampliar o potencial de captura de reajustes reais nos aluguéis”. “Gestão qualificada e valuation convidativo” CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas também apontaram que o HGLG11 conta com “histórico positivo” de alocação de capital, preservado mesmo após a mudança de gestora. O fundo é administrado pela Genial e atualmente gerido pelo Patria Investimentos. Antes, estava nas mãos do Credit Suisse (CSHG). Segundo a dupla, desde o início de suas operações, em 2011, o FII acumula desempenho superior tanto ao IFIX, índice de referência da classe, quanto aos veículos logísticos que compõem o indicador. “Em nossa avaliação, essa performance positiva reflete, sobretudo, o histórico positivo de alocação de capital, preservado mesmo após a mudança de gestora, que contribuiu para que o fundo negociasse, historicamente, com prêmio tanto em relação ao valor patrimonial quanto aos pares de referência”, afirmaram. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Apesar disso, Gonçalves e Bacelar lembraram que o HGLG11 vem negociando a um múltiplo P/VP (preço sobre valor patrimonial) de 0,89 vez, correspondente a um desconto significativamente superior à média histórica. “Suas cotas vêm sendo negociadas a níveis convidativos sob diferentes métricas de avaliação, com desconto de 10,8% em relação ao VP, potencial de valorização de frente ao nosso preço-alvo e valor implícito de R$ 3.440/m², próximo ao custo de reposição dos ativos e inferior aos valores observados em transações comparáveis”, disseram. De acordo com a XP, a precificação pode estar sendo parcialmente influenciada pelo fluxo vendedor (overhang) na bolsa decorrente da aquisição de ativos do VILG11 com pagamento em cotas. Dividendos Com relação a rendimentos, a corretora espera a manutenção do atual patamar de distribuição, de R$ 1,17 por cota, até meados de 2027, na ausência de fatos novos. Aos preços atuais, o valor corresponde a um dividend yield (DY) anualizado de 9,5%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Essa expectativa é sustentada pela reserva acumulada de R$ 0,93 por cota e pelo resultado recorrente potencial de R$ 1,31 por papel, dos quais R$ 0,13 correspondem a contratos atualmente em período de carência ou desconto, além da perspectiva de recomposição do resultado recorrente com a conclusão de algumas obras em andamento. “Nesse cenário, a distribuição estimada representa um DY anualizado de 9,5%, patamar que consideramos competitivo diante do perfil defensivo e do potencial de valorização do fundo.” Pontos de atenção Entre os principais riscos apontados pela XP para a tese de investimentos, estão as oscilações do mercado, a liquidez das cotas, a vacância dos imóveis e uma potencial inadimplência dos locatários. A vacância, por exemplo, pode reduzir a receita de aluguel e elevar despesas como IPTU e condomínio. Já problemas financeiros dos inquilinos podem afetar os pagamentos e, consequentemente, os dividendos distribuídos aos cotistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre ISAE4

Qual é a cotação de ISAE4 hoje na B3?
A cotação de ISAE4 hoje está em R$ 27,08. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 26,96 e máxima de R$ 27,44.
Quanto a ISAE4 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de ISAE4?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de ISAE4 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de ISAE4?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

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