Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
TIMS3 (TIM S.A.) é uma ação negociada na B3 do setor de Telecomunicações. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 19,96, registrando variação de +0.00% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 10.98x. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 1.90x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 8.30%.
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 11 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de TIMS3
O ativo TIMS3 (TIM S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 19,96, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 16,00 e a máxima de R$ 28,74. A companhia está inserida no setor de Telecomunicações. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 10.98x e P/VP de 1.90x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 8.30%.
Histórico de Cotação: TIMS3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 26.624,72 Mi | R$ 25.447,93 Mi | R$ 23.833,89 Mi | R$ 21.530,80 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 14.358,14 Mi | R$ 13.554,82 Mi | R$ 12.337,46 Mi | R$ 10.874,82 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 6.344,03 Mi | R$ 5.506,69 Mi | R$ 4.717,30 Mi | R$ 3.159,92 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 4.311,98 Mi | R$ 3.153,88 Mi | R$ 2.837,42 Mi | R$ 1.670,76 Mi |
Sobre a TIMS3
A TIM S.A. é uma operadora brasileira de telecomunicações, com foco em serviços móveis de voz e dados para clientes de varejo e corporativos. A companhia também atua com conectividade fixa em mercados selecionados e produtos digitais associados à sua base de assinantes. A operação brasileira foi fundada em 1995 e é controlada por grupo internacional do setor de telecomunicações. A empresa expandiu cobertura nacional ao longo das últimas décadas e participa do processo de evolução tecnológica da indústria, incluindo redes de quarta e quinta gerações. Listada na B3, a TIM combina receita de planos pós-pagos e pré-pagos, venda de serviços de dados e ofertas convergentes. Sua estratégia comercial inclui eficiência de rede, monetização de base de clientes e serviços digitais complementares.
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O “Janonismo” vem aí. A campanha que ajudou a eleger Lula está a chegar à Europa
O chamado “Janonismo” está a ser importado pela esquerda de outros países, nomeadamente França e Espanha. Também na Argentina as táticas de campanha do deputado brasileiro André Janones estão a começar a ser usadas pela esquerda local. Até Portugal está a ser influenciado pelo fenómeno. 8 Novembro 2026, 15h00 Lula da Silva foi reeleito presidente do Brasil no passado 25 de outubro a depois de ter ficado atrás de Flávio Bolsonaro na primeira volta das presidenciais do Brasil. O feito, inédito desde que a democracia foi restabelecida no Brasil (1985), foi alavancado pelo grupo de WhatsApp criado pelo deputado federal André Janones. Em três semanas, Janones criou o “Exército de Lula” e reuniu mais de 10 milhões de pessoas. Por lá, várias vezes ao dia deu missões aos seguidores, ensinou a contornar as restrições que o algoritmo de redes sociais como o Instagram, estavam a fazer e incitou a bater em tachos e panelas durante entrevistas ao candidato da direita, Flávio Bolsonaro, ou mesmo a reclamar para a esquerda o uso da camisola amarela da seleção de futebol brasileira, que desde a eleição de Jair Bolsonaro (pai de Flávio) é usada pela direita do país, Agora o “Janonismo” está a ser importado pela esquerda de outros países, nomeadamente em França e Espanha. Também na Argentina as táticas de campanha de André Janones estão a começar a ser usadas pela esquerda local. Por estes dias o deputado brasileiro tem estado na Argentina em reuniões com Cristina Kirchner, ex-presidente argentina. Em Portugal, o deputado único do Bloco de Esquerda também decidiu seguir o mesmo modelo, mas através do Instagram. Ao Jornal Económico o publicitário Edson Athayde, também especialista em marketing político e autor da campanha “Razão e Coração” que ajudou a eleger António Guterres como primeiro-ministro em 1995, afirma que a utilização das redes sociais em política “é uma forma nova de organizar uma coisa antiga: a militância”. O analista político André Santos Pereira salienta “a capacidade cada vez maior de organizar comunidades para transformar seguidores em distribuidores de mensagem”. Quem é André Janones e como deu a volta aos resultados das eleições brasileiras? André Janones, de 42 anos, é deputado federal em Minas Gerais e apoiante de Lula da Silva. Depois da vitória de Lula da Silva, Janones, cujo papel foi fundamental para fazer os resultados virarem a favor do presidente brasileiro na segunda volta, afirmou, ao New York Times, que: “Independentemente do que aconteça na minha vida daqui para a frente, a minha existência já valeu a pena”. “Consegui contribuir para a sobrevivência da democracia no meu país”, assegurou. Ao contrário de Lula da Silva, que até há pouco tempo nem sequer tinha um smartphone, Janones está longe de ser um novato na política digital. Desde 2018 que publica vídeos no Facebook, incluindo alguns em apoio às pessoas mais pobres e aos camionistas em greve, que se tornaram virais e acabaram por fazer parte da sua bem-sucedida campanha para o Congresso. Depois de Lula ter ficado dois pontos percentuais atrás de Flávio Bolsonaro na primeira volta, a 4 de outubro, muitos analistas políticos e especialistas em dados começaram a dar a eleição como perdida para o presidente. Mas Janones tinha outras ideias. Decidiu dar um impulso decisivo a um canal do WhatsApp de crescimento lento, chamado “Exército de Lula”, que tinha criado em abril. A 5 de outubro, lançou um primeiro apelo à mobilização, na sequência da primeira volta. Janones prometeu ganhar as eleições ao falar a “voz do povo”. No entanto, o canal também apostou numa mensagem simples e poderosa: o Brasil dificilmente poderia dar-se ao luxo de ter mais um mandato presidencial de Bolsonaro. No passado “partidos entregavam panfletos, agora fazem vídeos” Segundo Edson Athayde, “antes, os partidos entregavam panfletos aos apoiantes; agora, fazem vídeos, partilham argumentos e lançam tarefas pelo telemóvel. O militante continua a bater às portas, mas algumas passaram a chamar-se Instagram”. “O ‘Exército do Lula’ é, mais precisamente, um canal de WhatsApp que serve de centro de distribuição e mobilização. Em vez de apenas assistir, cada pessoa é convidada a fazer alguma coisa. Chegou a mais de 10 milhões de inscritos e mostrou que é possível usar as armas das big techs contra elas mesmas”, sublinha o especialista. Por sua vez, o analista político André Santos Pereira explica que “a novidade não é propriamente o WhatsApp, a grande diferença é a capacidade cada vez maior de organizar comunidades para transformar seguidores em distribuidores de mensagem”. No Brasil, esta forma de se organizar não foi “unilateral”, detalha o analista político. “Se por um lado houve o Exército do Lula, a campanha de Flávio Bolsonaro também tinha um grupo chamado a ‘Tropa de Flávio'”. No entanto, e apesar de maior exposição mediática, a dinâmica não é novidade. André Santos Pereira lembra que “há um precedente de 2022, já na altura o mesmo André Janones tinha criado um grupo na rede social Telegram onde reuniu aproximadamente 110 mil pessoas”. A transição para a Europa “Aquilo que nós vemos agora é a transição deste método para a Europa” destaca André Santos Pereira. “França tem um movimento incorporado dentro do França Insubmissa [La France insoumise] e em Espanha foi criado também um canal que se chama ‘La Fuerza de La Gente’ ligado ao grupo de apoiantes do primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez e que tem”. Em França, o ´L’équipe de Mélenchon officielle’ reúne apoiadores do líder da esquerda francesa, Jean-Luc Mélenchon, fundador da LFI (França Insubmissa), cresceu 157,89%, o canal passou de 57 mil para 147 mil participantes. Em Espanha, o ‘La fuerza de la gente’, criada em apoio ao primeiro-ministro Pedro Sánchez, do PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol),cresceu 68%, de 25 mil para 42 mil integrantes. Na Argentina, o ‘Ejército del Peronismo’, ligado à ala jovem e mais à esquerda do Peronismo, principal força de oposição ao presidente Javier Milei, passou de 41 mil para 60 mil integrantes,um crescimento de 46,34%. Em Portugal, no canal de Instagram do deputado bloquista Fabian Figueiredo apelou a que cada integrante do grupo partilhasse com outras cinco pessoas. Até ao momento são 394 as pessoas que afirmam ter partilhado o canal. André Santos Pereira assinalou que, no caso de Lula da Silva, “não se sabe ao certo quantos sentidos de votos foram alterados em função das redes sociais, mas sabemos uma coisa muito importante: a capacidade de disseminação de mensagens reforçou a presença no espaço digital”. A política nas redes sociais em Portugal Edson Athayde é da opinião que os partidos portugueses utilizam as redes sociais “mas ainda sem grande dimensão”. “Os partidos usam as redes para divulgar propostas, distribuir excertos de debates, promover candidatos e incentivar a participação dos simpatizantes. A campanha passa do palco para o telemóvel e regressa à rua: um vídeo anuncia uma iniciativa, a iniciativa produz novos vídeos e os vídeos alimentam a conversa”, frisa. Já André Santos Pereira sublinha que se vê um crescimento significativo da comunicação nas redes sociais, sobretudo “no Chega e com André Ventura, tanto nas métricas de alcance como nas interações estudadas”. Até à data, o partido tem 337 mil seguidores no Instagram e André Ventura conta com 940 mil seguidores também no Instagram. Além do Chega, no Instagram, o PSD conta com 61 mil seguidores, o Partido Socialista com 57,1 mil seguidores, o PCP tem 55 mil seguidores, o BE tem 123 mil pessoas a segui-los, o Livre conta com 99,6 mil seguidores. No Facebook, o Chega tem 498 mil seguidores, o PSD tem 184 mil seguidores, o PS conta com 134 mil seguidores, o Livre com 51 mil, o PCP com 66 mil e o BE com 41 mil seguidores. O analista político cita ainda um estudo feito pelo Observatório Europeu de media digital que indica que, entre as legislativas de 2024 e 2025, existiu um aumento de 20% nos seguidores nos principais partidos e de 55% nos perfis dos candidatos. “Em Portugal, a política digital passou a estar no quotidiano dos partidos e dos políticos. Inclusive a própria performance política transformou-se para integrar a dimensão digital, e é muito evidente: vídeos, recortes, material gráfico, mensagens curtas que depois possam ser editadas para as redes são cada vez mais relevantes no quotidiano político”, indica o analista, acrescentando, “temos o caso notório de Isaltino Morais, o presidente da câmara de Oeiras em Portugal, e até do próprio Governo como já convoca para dentro dos seus gabinetes de apoio aos ministros e secretários de estado, elementos de comunicação para privilegiarem profissionais na área do digital, na área das redes e na área da comunicação”. Porque os partidos recorrem cada vez mais as redes sociais? Edson Athayde responde: “É lá que encontram uma parte importante do público, incluindo pessoas que dificilmente iriam a um comício ou leriam um programa eleitoral. Uma publicação pode chegar ao eleitor enquanto ele procura uma receita de bacalhau, por exemplo. A política sempre apreciou uma boa oportunidade de aparecer.“ André Santos Pereira fazer política digital é uma oportunidade de “criar diferenciação entre públicos”, mas também pela falta de escrutínio que existe nas redes sociais, “não existe o jornalista intermediário que faz o fact checking adicional”. Frisa que é importante, ao nível da imagem política, “a percepção de proximidade de autenticidade que é construída também na cadencia, na apresentação dos candidatos. Na verdade as redes ajudam a remodelar a imagem do próprio candidato e este é um dos modelos chave para que isso aconteça. Partidos e candidatos ganham a vantagem de comunicar da maneira que querem sem estar limitados a agendas, sem estar limitados ao espaço mediático”. Desinformação entre os riscos de se fazer política online Fazer política nas redes sociais tem um lado positivo e negativo. Edson Athayde diz que “há ganhos claros: mais oportunidades de participação, maior facilidade em divulgar propostas, contactos mais rápidos entre cidadãos e representantes e espaço para causas que teriam pouca atenção nos meios tradicionais”. Por outro lado, “há também riscos: desinformação, assédio, exposição de dados pessoais e pressão para simplificar assuntos complexos até lhes desaparecer uma parte essencial”, explica Em linha com o publicitário brasileiro, André Santos Pereira considerou que fazer política online aumenta “os canais de expressão e organização o que permite que um politico mesmo que ele não tenha representatividade eleitoral, que acompanhe a sua tração nas redes sociais”. “Vimos esse fenómeno com um conjunto de partidos. Por exemplo, o Chega no seu primeiro ato eleitoral já tinha uma tração positiva nas redes sociais. E mesmo aconteceu com a Iniciativa Liberal e com o Livre. Rui Tavares é dos políticos com mais seguidores nas redes sociais em Portugal”, recorda. De recordar que, inclusive, a designação “partido do Twitter” (atual X) foi atribuída à Iniciativa Liberal nos seus primeiros anos de existência — nomeadamente após a sua afirmação pública e a eleição dos primeiros deputados nas legislativas de 2019. Quanto aos riscos, Santos Pereira assinala a “disseminação de mensagens enganosas, e dá o exemplo do Brasil, a agência Lupa (O QUE É?) identificou em 247 mensagens analisadas de Flávio Bolsonaro pelo menos oito conteúdos enganosos”. “Quando a mensagem perde um nível de escrutínio que nós esperamos encontrar na resposta de um jornalista. Quando isso se perde a disseminação de mensagens menos precisas aumenta”, afirma.
Liverpool vence o Crystal Palace e espanta má fase; Chelsea é surpreendido por lanterna
O JOGO Embora tenha atuado fora de casa, o time comandado por Andoni Iraola não teve dificuldades para superar o adversário. No primeiro tempo, os visitantes comandaram a posse de bola e não permitiram muitas oportunidades contra o gol defendido pelo goleiro Alisson. O noruguês Strand Larsen chegou a anotar para o Crystal Palace no início do confronto, mas o VAR analisou o lance e assinalou impedimento. Aos 40 minutos, o argentino Mac Allister aproveitou o cruzamento de Szoboszlai em cobrança de falta e cabeceou firme, no fundo das redes de Henderson. Na segunda etapa, o time de vermelho não demorou para aumentar o placar e chegou ao segundo gol. Barcola saiu em velocidade no lado direito e cruzou rasteiro para a grande área. O alemão Florian Wirtz pegou de primeira e acertou o canto direito do goleiro, que nem chegou a pular. O centroavante Alexander Isak anotou o último gol do Liverpool na partida. O camisa 9 recebeu dentro da área, deu um belo corte no zagueiro, e bateu no canto de Henderson. Ele chegou ao 8º gol na temporada e tem o dobro de redes balançadas da temporada passada. Nos acréscimos da partida, o árbitro assinalou pênalti contra o Liverpool, em lance envolvendo o lateral Kerkez. Na cobrança, o inglês Eddie Nketiah bateu forte e não deu chances ao goleiro brasileiro.
O impacto do GP de Interlagos de Fórmula 1 em São Paulo
O Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1, que acontece em Interlagos neste domingo (8), é um grande motor econômico para a cidade-sede. Neste ano, a organização do evento projeta um impacto de R$ 2,5 bilhões na economia da capital, contra os R$ 2,3 bilhões registrados em 2025. Retorno do GP de São Paulo para a economia da cidade Índice de Alavancagem Econômica Cada R$ 1 investido na organização e na infraestrutura R$ 1 → R$ 7,14 gerou na economia local, um retorno de mais de sete vezes Mesmo com previsão de chuva para a prova, o crescimento do esporte continua refletindo na economia das cidades que recebem o evento. Só os ingressos, que chegam a superar R$ 20 mil em experiências premium para os três dias, já esgotaram. Mas o reflexo do GP vai muito além das arquibancadas e alcança outros setores. Impacto econômico do GP de São Paulo na capital Em R$ bilhões R$ 2,3 bi 2025 R$ 2,5 bi 2026 (projeção) Alta de cerca de 8,7% na projeção para 2026 Com expectativa de mais de 300 mil visitantes ao longo dos três dias de evento, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (ABIH-SP) estima que os hotéis das regiões mais procuradas já estão com cerca de 95% de ocupação, e a previsão é de lotação praticamente completa até a manhã da corrida. O público de fora também pesa: em 2025, três quartos dos espectadores vieram de outras cidades, segundo a FGV. Leia também: Fórmula 1 e Enem devem ocorrer sob fortes chuvas, raios e rajadas de ventos, diz Defesa Civil de SP O movimento também aparece em um levantamento da Embratur, que identificou 14.933 reservas aéreas internacionais com destino a São Paulo entre 4 e 11 de novembro de 2026, com dados até 24 de setembro. No mesmo período do ano passado, foram 14.763, um aumento de 1,15%. Entre os países de destaque, a Argentina lidera com 3.685 reservas e gasto médio de US$ 691 por turista, seguida pelos Estados Unidos, com 2.237 reservas e gasto de US$ 1.742,30 por visitante. O México foi quem mais surpreendeu: em 2025, foram cerca de 383 reservas, e neste ano somaram 593, um avanço de 54,83%. Segundo o mesmo estudo, o gasto médio do viajante mexicano é de US$ 1.775,90. Vale lembrar que reservas indicam demanda, e não o número final de turistas na cidade. Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo. Siga o Times | CNBC Reservas aéreas internacionais para São Paulo por país Reservas entre 4 e 11 de novembro de 2026, com gasto médio por turista Argentina 3.685 reservas Gasto médio por turista: US$ 691 Estados Unidos 2.237 reservas Gasto médio por turista: US$ 1.742,30 México 593 reservas Gasto médio por turista: US$ 1.775,90. Alta de 54,83% ante 2025 (cerca de 383 reservas) O Índice de Alavancagem Econômica, calculado pela FGV com base na edição de 2025, também chama atenção: a cada real investido na organização e na infraestrutura, o retorno foi de mais de sete vezes. Em números concretos, cada R$ 1 gerou R$ 7,14 na economia local. Leia também: Polícia usa drones que captam imagens a até 2,5 km e amplia o monitoramento do GP de São Paulo de Fórmula 1 em Interlagos; veja GP de São Paulo de Fórmula 1 em números Comparação entre as edições de 2025 e 2026 Indicador 2025 2026 Variação Impacto econômico na capital R$ 2,3 bilhões R$ 2,5 bilhões (projeção) cerca de 8,7% Reservas aéreas internacionais (4 a 11 de novembro) 14.763 14.933 1,15% Reservas do México cerca de 383 593 54,83% Empregos associados ao GP 23,7 mil cerca de 25 mil (estimativa) cerca de 5,5% A geração de empregos também sente o impacto. Para a edição de 2026, a Prefeitura abriu mais de 2,7 mil vagas temporárias para a operação do evento, em funções como vigilância, limpeza, controle de acesso e atendimento, com diárias entre R$ 110 e R$ 250. Em uma estimativa mais ampla, o prefeito Ricardo Nunes mencionou cerca de 25 mil empregos associados ao Grande Prêmio. Em 2025, o evento registrou 23,7 mil postos de trabalho, segundo a FGV, um crescimento de 17,3% em relação a 2024. Na comparação com 2021, o avanço foi de aproximadamente 160%. Empregos associados ao GP de São Paulo Postos de trabalho por edição, em milhares cerca de 9,1 mil* 2021 cerca de 20,2 mil* 2024 23,7 mil 2025 Alta de 17,3% em 2025 ante 2024 e de cerca de 160% ante 2021 E o impacto financeiro foi essencial para o futuro do GP na capital, que agora está garantido por mais 5 anos. Neste sábado (7), durante o fim de semana da corrida, o prefeito Ricardo Nunes, o presidente e CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, e o CEO do GP de São Paulo, Alan Adler, anunciaram a renovação antecipada do contrato, que mantém a prova em Interlagos até 2035. O acordo anterior, firmado em 2023, valia até 2030, e a extensão amplia a permanência da categoria na cidade. Com isso, São Paulo assegura a continuidade do evento e abre espaço para novos investimentos de longo prazo no autódromo, além de manter por mais uma década o fluxo de turistas, empregos e receita que o GP traz para a capital. 📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais 🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562 🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube 🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Perguntas Frequentes sobre TIMS3
Qual é a cotação de TIMS3 hoje na B3?
Quanto a TIMS3 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de TIMS3 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de TIMS3?
📰 Fatos Relevantes e Comunicados de TIMS3
Documentos oficiais protocolados pela companhia na Comissão de Valores Mobiliários.
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