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TIMS3 TIM S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Telecomunicações

TIM S.A.

CNPJ: 02421421000111

Preço Atual
R$ 18,95
+1.66%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 12 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 12/12 (100.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq: R$ 0.30 Bi < Lucro: R$ 4.31 Bi

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 17.21% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 6.12% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Receita: 4.83% | Lucro: +19.29%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 1.78x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Telecomunicações

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1995 (31 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 10.52x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 0.02x (Abaixo de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 6.80x (Abaixo de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Acima do Preço Teto

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 16,31
DPA Médio (5 anos) R$ 0,98
Margem de Segurança -13.93%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 20,58
LPA R$ 1,80
VPA R$ 10,46
Margem / Potencial +8.60%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo TIMS3 (TIM S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 18,95, acumulando uma variação de +1.66% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 17,85 e a máxima de R$ 28,74. A companhia está inserida no setor de Telecomunicações. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 10.52x e P/VP de 1.78x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 10.94%.

Abertura
R$ 18,83
Fec. Ant: R$ 18,95
Variação Dia
Min: R$ 18,64
Max: R$ 19,01
52 Semanas
Mín: R$ 17,85
Máx: R$ 28,74
Volume
568.300
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: TIMS3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

10.52
1.78
R$ 1,80
R$ 10,46
P/Receita (PSR)
1.66
P/FCO
3.31
P/FCL
4.75
EV/Receita Líq.
1.67
EV/FCO
3.33
EV/FCL
4.78
Earning Yield
14.70%
Enterprise Value
R$ 45,63 Bi
R$ 45,33 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
0.02
Dív. Líquida/PL
0.01
Dívida Líquida
R$ 298,05 Mi
Liq. Corrente
0.85
PL/Ativos
0.44
Passivos/Ativos
0.58
Liq. Seca
0.82
Liq. Imediata
0.30

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
24.56%

Indicadores de Rentabilidade

17.29%
22.47%
7.56%
Giro do Ativo
0.48

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 54.72%
Margem EBITDA 50.29%
Margem Operacional 24.56%
Margem Líquida 15.84%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 13,71 Bi
FCL R$ 9,55 Bi
Caixa Total R$ 4,53 Bi
Caixa/Ação R$ 1,89
Receita e Dívida
Receita Total R$ 27,30 Bi
Lucro Bruto R$ 14,94 Bi
EBITDA R$ 13,73 Bi
Dívida Total R$ 18,68 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 4.83%
Lucro (YoY) 19.29%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 0,00 Mi R$ 0,00 Mi R$ 23.833,89 Mi R$ 21.530,80 Mi
Lucro Bruto R$ 0,00 Mi R$ 0,00 Mi R$ 12.337,46 Mi R$ 10.874,82 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 0,00 Mi R$ 0,00 Mi R$ 4.717,30 Mi R$ 3.159,92 Mi
Lucro Líquido R$ 0,00 Mi R$ 0,00 Mi R$ 2.837,42 Mi R$ 1.670,76 Mi

Sobre a TIMS3

Setor
Telecomunicações
Indústria / Segmento
Telecomunicações
Funcionários
9.337
Market Cap
R$ 44,59 Bi
Descrição do Negócio

A TIM S.A. é uma operadora brasileira de telecomunicações, com foco em serviços móveis de voz e dados para clientes de varejo e corporativos. A companhia também atua com conectividade fixa em mercados selecionados e produtos digitais associados à sua base de assinantes. A operação brasileira foi fundada em 1995 e é controlada por grupo internacional do setor de telecomunicações. A empresa expandiu cobertura nacional ao longo das últimas décadas e participa do processo de evolução tecnológica da indústria, incluindo redes de quarta e quinta gerações. Listada na B3, a TIM combina receita de planos pós-pagos e pré-pagos, venda de serviços de dados e ofertas convergentes. Sua estratégia comercial inclui eficiência de rede, monetização de base de clientes e serviços digitais complementares.

JCP R$ 0,1675
Pagamento: 22/07/2026
JCP R$ 0,1633
Pagamento: 22/04/2026
JCP R$ 0,1758
Pagamento: 30/06/2026
DIVIDENDO R$ 0,7491
Pagamento: 30/12/2025
JCP R$ 0,1995
Pagamento: 21/01/2026
JCP R$ 0,1323
Pagamento: 21/10/2025
JCP R$ 0,1241
Pagamento: 23/07/2025
DIVIDENDO R$ 0,2827
Pagamento: 21/10/2025
DIVIDENDO R$ 0,2823
Pagamento: 22/04/2025
JCP R$ 0,2025
Pagamento: 30/06/2026

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'Conflito gigante': Colunistas debatem relação entre Leila e SAF do Vasco
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Lavieri disse que, mesmo que a operação seja legal, a combinação de papéis e interesses entre Leila, seu marido José Roberto Lamacchia e o enteado Marcos Lamacchia cria ruído para o torcedor e para o mercado. Na leitura dele, a CBF deveria agir para evitar a sobreposição entre comando de clube e participação em outra SAF. Classificação e jogos Copa do Brasil O colunista também tentou separar o debate institucional de uma posição "contra o Vasco". Para ele, o clube tem tamanho para ser protagonista, mas a presença de Leila no negócio é um problema. Tomara que o Vasco seja o clube que merece ser, só que não dá para ter Leila Pereira envolvida nisso. Se ela quer fazer parte dessa operação, que ela saia do Palmeiras. Ela tem mandato fixo até dezembro de 27, ela pode muito bem renunciar. Simples. Palmeiras não vai acabar sem ela. Danilo Lavieri Walter Casagrande disse que a questão central é a desconfiança que pode surgir em jogos de pontos corridos, em que um resultado afeta diretamente terceiros. Para ele, o problema não se limita a mata-mata e pode contaminar a credibilidade do campeonato. Para mim, eu acho antiético completo. Não tem como fugir de um conflito de interesses. Em pontos corridos é delicadíssimo. Qualquer coisinha pode dar suspeita de um time facilitar para o outro. Qualquer coisa! Walter Casagrande Julio Gomes ampliou o debate ao comparar o tema com casos do futebol internacional e disse que o modelo de "multiclubes" chegou ao Brasil com atraso, mas agora exige regras. Ele argumentou que o risco maior aparece quando dois times com o mesmo controle disputam a mesma liga.

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São Paulo O treinador da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, confirmou nesta quinta-feira (24) a equipe titular que entrará em campo no amistoso contra a Austrália, no primeiro compromisso desde a derrota para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo. O time que iniciará a partida será formado por Hugo Souza no gol; Matheuzinho, Marquinhos, Vitor Reis e Douglas Santos na defesa; Danilo Santos e Bruno Guimarães no meio de campo; e Estêvão, Raphinha, Endrick e Vinicius Junior no ataque. O jogo contra a Austrália acontece nesta sexta-feira (25), no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville, a partir das 7h (horário de Brasília), com transmissão da TV Globo, do SporTV e da GE TV. Carlo Ancelotti comanda treino da seleção brasileira em Brisbane, na Austrália - Patrick Hamilton/AFP "Acredito que temos uma base e temos que seguir com essa base de jogadores que disputaram a Copa do Mundo e que podem ajudar na evolução dos jovens que temos aqui", afirmou Ancelotti. O treinador italiano também enalteceu a importância de Estêvão para o futuro da formação nacional. Ele disse que, mesmo que não tenha tantos minutos em campo no Chelsea sob o comando de Xabi Alonso, o atacante seguirá sendo convocado. "Ele é um jogador muito importante para a seleção. Às vezes, o interesse do clube não é o mesmo interesse da seleção." Ancelotti destacou ainda o grande momento vivido por Raphinha no Barcelona, e reconheceu que Vinicius Junior não atravessa seu melhor momento no Real Madrid sob o comando de Jose Mourinho, mas ressaltou que ambos são "fundamentais" para o futuro da seleção. Ele acrescentou que, quando se trata da seleção brasileira, qualquer amistoso é tratado com a máxima seriedade, em especial no início de um novo ciclo pós Copa do Mundo, com a comissão técnica em busca de novos nomes para formar a equipe. O italiano também elogiou a decisão da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) de limitar a presença de estrangeiros no Campeonato Brasileiro. Ele diz acreditar que a medida deve contribuir para aumentar as oportunidades a "talentos brasileiros". O técnico também elogiou a equipe australiana, que "mostrou boa qualidade" durante a Copa do Mundo — na fase de grupos, o time venceu a Turquia, perdeu para os Estados Unidos e empatou com o Paraguai, garantindo vaga na fase eliminatória. No mata-mata, foi eliminado pelo Egito, nos pênaltis. "No futebol moderno, não há jogo fácil. É preciso respeitar o rival e fazer o seu melhor", afirmou o treinador. Após o amistoso desta sexta-feira, a seleção brasileira volta a enfrentar a Austrália na terça (29), antes de embarcar para a Índia, onde enfrenta o time da casa no dia 3 de outubro.

Títulos do Tesouro dos EUA voltam a ter maior rendimento em quase duas décadas
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Títulos do Tesouro dos EUA voltam a ter maior rendimento em quase duas décadas

Londres e Hong Kong (China) | Financial Times A liquidação mundial de títulos do Tesouro se aprofundou nesta quinta-feira (24), com o petróleo voltando a superar US$ 106 por barril, o que intensificou os temores de inflação depois que o mercado de Treasuries sofreu sua maior queda desde a onda de vendas provocada pela guerra comercial no ano passado. Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA americano de dez anos chegaram a 5,15% na quinta-feira, uma alta de 0,03 ponto percentual, atingindo o maior nível desde 2007. No dia anterior, o rendimento alcançou 5,132%, quando a alta dos preços do petróleo e dados econômicos robustos levaram a apostas em aumentos mais rápidos dos juros pelo Fed (Federal Reserve, o BC dos EUA). Os rendimentos dos títulos sobem quando os preços caem. Operador da Bolsa de Nova York acompanha variação de ações e títulos do Tesouro - Michael M. Santiago/Getty Images via AFP "Parece haver muita gente sofrendo no mercado de renda fixa", afirmou Mohit Kumar, da Jefferies, argumentando que a alta dos rendimentos foi agravada pela necessidade de fundos de hedge se desfazerem de apostas de que os títulos de curto prazo teriam desempenho superior. A disparada dos rendimentos desde o início da guerra no Irã intensificou as preocupações com o excesso de oferta de dívida de longo prazo, em meio à emissão global recorde e à manutenção de grandes déficits pelas principais economias, o que aquece ainda mais a atividade. Os rendimentos dos títulos americanos de 30 anos chegaram a 5,443%, o maior nível desde 2004. A liquidação de títulos nesta semana pressionou os mercados acionários. As Bolsas da China tiveram a maior queda diária em um mês, com o índice de Xangai fechando em queda de 1,22%, e o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuando 1,73%. À medida que a liquidação nos Estados Unidos repercutia nos mercados asiáticos, o rendimento dos títulos do governo japonês de dez anos subiu 0,1 ponto percentual, para 3,08%, o maior nível desde 1996. "Estamos diante do que eu chamaria de um movimento correlacionado de alta dos rendimentos. Não há escapatória", avaliou Eric Robertsen, chefe de pesquisa global e estrategista-chefe do Standard Chartered em Singapura. O rendimento do Bund alemão de dez anos subiu 0,02 ponto percentual, para 3,57%, enquanto o dos gilts britânicos de igual vencimento avançou na mesma proporção, para 5,38%. Os preços do petróleo medidos pelo Brent, referência global, subiam 3,21% na manhã de quinta-feira, para US$ 106,39 por barril, somando-se ao salto de quase 4% da quarta-feira, depois que tanto os Estados Unidos quanto o Irã adotaram um tom desafiador na Assembleia Geral da ONU. "Para os investidores, a percepção era de que os dois lados ainda estavam muito distantes", afirmou Henry Allen, estrategista macroeconômico do Deutsche Bank. "Ficou claro que os investidores ainda esperavam um período prolongado de preços mais altos do petróleo." "Em conjunto, esses dados [econômicos] fortes e a recuperação do petróleo aumentaram as especulações sobre altas mais rápidas dos juros", disse Allen. Rendimentos mais altos dos títulos significam que o custo de financiamento dos governos está aumentando em um momento no qual eles elevam os gastos de forma agressiva. Na quarta-feira, a OCDE alertou que a disparada dos rendimentos dos títulos representava uma "grande preocupação" para as finanças públicas dos países. "É essa combinação de risco fiscal agravado pela incerteza política", analisou Robertsen. "Agora vocês estão presos neste ciclo de retroalimentação negativa." A disparada dos rendimentos americanos na quarta-feira ocorreu após dados mostrarem que a atividade empresarial nos Estados Unidos acelerou neste mês no ritmo mais intenso em cinco anos. "Houve uma grande mudança", comentou Andrew Pease, chefe de investimentos para a Ásia-Pacífico da Russell Investments. "O Fed começou a apertar a política monetária. Os mercados estão nervosos porque houve grandes mudanças nas expectativas em relação aos fatores que impulsionam a economia americana." C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões Carregando... Operadores de derivativos agora precificam uma probabilidade superior a 70% de que o Fed eleve os juros em sua próxima reunião, em outubro, ante cerca de 50% no início da quarta-feira. "Um choque de oferta acompanhado por uma economia superaquecida — isso é algo com que o banco central teria de lidar, e é sobre isso que o mercado está começando a especular", disse Pease. Richard Yetsenga, economista-chefe e chefe de pesquisa do ANZ, afirmou que os planos dos Estados Unidos de restringir as exportações de diesel também contribuíam para elevar os rendimentos globais. "Os Estados Unidos parecem considerar a possibilidade de tentar reduzir seus próprios custos impondo custos adicionais a outras economias", afirmou Yetsenga. "O Japão continua enfrentando seus próprios desafios devido à percepção do mercado de que o Banco do Japão não tem apertado suficientemente a política monetária nem sinalizado com firmeza suficiente a intenção futura de fazer a inflação voltar à meta." Em nota divulgada na quinta-feira, Mansoor Mohi-uddin, economista-chefe do Bank of Singapore, escreveu que o mercado de títulos foi "atingido por uma série de fatores", entre eles a troca de declarações hostis entre Estados Unidos e Irã na ONU e o alerta do diretor do Fed Michael Barr de que os juros talvez precisem voltar a subir. Mohi-uddin afirmou que os rendimentos dos títulos do Tesouro estavam subindo devido ao forte crescimento impulsionado pela inteligência artificial e aos grandes déficits fiscais dos Estados Unidos, e não às expectativas de inflação.

Perguntas Frequentes sobre TIMS3

Qual é a cotação de TIMS3 hoje na B3?
A cotação de TIMS3 hoje está em R$ 18,95. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 18,64 e máxima de R$ 19,01.
Quanto a TIMS3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de TIMS3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de TIMS3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de TIMS3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.