Logotipo de Fundo de Investimento Imobiliario FII REC Recebiveis Imobiliarios

RECR11 Fundo de Investimento Imobiliario FII REC Recebiveis Imobiliarios – Cotação Hoje

🏢 FII Papel / CRI

Fundo de Investimento Imobiliario FII REC Recebiveis Imobiliarios

CNPJ: 28152272000126

Preço Atual
R$ 71,50
-0.56%

Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00

Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

RECR11 (Fundo de Investimento Imobiliario FII REC Recebiveis Imobiliarios) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 71,50, registrando variação de -0.56% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.81x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 13.87%.

Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 11/11 (100.0%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 13.87% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
12 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.81x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.81x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -24.4%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 1.89 bilhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 2.96 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Papel / CRI

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2017 (9 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 13.87% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Fundo de Papel/Financeiro (Não possui imóveis físicos diretos)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 165,27
Rendimento Anual (12M) R$ 9,92
Margem de Segurança +56.74%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
📑
CVM Oficial Data-base: 09/2026

Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial

Ver Relatório CVM Completo →
Patrimônio Líquido R$ 2,35 bi
VP por Cota (CVM) R$ 88,94
Total de Cotistas 173.404
Grau de Alavancagem 0,00%

O ativo RECR11 (Fundo de Investimento Imobiliario FII REC Recebiveis Imobiliarios) está sendo negociado hoje a R$ 71,50, acumulando uma variação de -0.56% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 67,46 e a máxima de R$ 84,20. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 13.87% e indicador P/VP de 0.81x.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 71,90
Fec. Ant: R$ 71,90
Variação Dia
Min: R$ 70,85
Max: R$ 72,28
52 Semanas
Mín: R$ 67,46
Máx: R$ 84,20
Volume
41.392
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: RECR11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.81
R$ 88,94
Patrimônio Líquido
R$ 1,90 Bi
Último Rendimento
R$ 0.6182
Pagto: 2026-10-15
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.8933
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 10.7201
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
26,44 Mi
Liquidez Diária
41.392

Sobre a RECR11

Categoria / Segmento
Papel / CRI
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O FII REC RECEBIVEIS IMOBILIARIOS (RECR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BRL TRUST DTVM S.A.
CNPJ
13486793000142
Telefone
(11) 3509-0600
Endereço
Rua Alves Guimarães, 1216, Pinheiros — São Paulo/SP - CEP 05410-002
RENDIMENTO R$ 0,6182
Pagamento: 15/10/2026
RENDIMENTO R$ 0,7373
Pagamento: 15/09/2026
RENDIMENTO R$ 1,0987
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 1,0759
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 1,1180
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 1,0525
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 1,0335
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,7253
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,8276
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,8100
Pagamento: 15/01/2026

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Carteiras de FIIs para novembro 2026

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Em novembro, carteiras de FIIs são ajustadas após a reeleição de Lula e a reação negativa do mercado. BTG Pactual, Santander, XP, Banco do Brasil e Genial revisaram estratégias devido a preocupações fiscais e juros altos. BTG e Santander ampliaram exposição a recebíveis, enquanto XP priorizou ativos defensivos. BB Investimentos fez substituições focando em qualidade de crédito e potencial de valorização. Genial manteve carteiras, destacando oportunidades de valorização apesar dos riscos de juros futuros. Abrir o resumo O impacto das eleições nos FIIs; bancos e casas revisam carteiras para momento de cautela no mercado Foto: Adobe Stock As carteiras recomendadas de fundos imobiliários (FIIs) para novembro chegam em meio à turbulência do mercado financeiro após as eleições presidenciais. Com a pressão sobre os juros e preocupações fiscais, BTG Pactual, Santander, XP, Banco do Brasil e Genial revisaram seus portfólios e estratégias para o mês. PUBLICIDADE A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 25 de outubro, contrariou as expectativas de parte dos investidores e provocou uma forte reação nos mercados. No primeiro pregão após o segundo turno, na segunda-feira (26), o Ibovespa despencou 13,88%, enquanto o dólar disparou 8,21%, para R$ 5,40. O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) também foi atingido, com queda de 2,89% em outubro. A reação refletiu as preocupações com a condução da política fiscal e a trajetória dos juros, fatores que influenciam diretamente a atratividade dos fundos imobiliários diante da renda fixa. Publicidade Leia também Nesse cenário, o BTG Pactual recomenda equilibrar fundos de tijolo, que investem diretamente em imóveis físicos, e fundos de recebíveis de maior qualidade, com prioridade a rendimentos recorrentes e estruturas financeiras saudáveis. Entre os segmentos imobiliários, escritórios bem localizados e galpões logísticos apresentam condições mais favoráveis, enquanto shoppings exigem maior cautela diante do cenário de consumo. Confira abaixo de que forma os bancos e casas de investimento estão lendo o panorama econômico para os FIIs em novembro. Carteira do BTG Pactual reflete cautela com cenário econômico O BTG Pactual (BPAC11) ajustou sua carteira com a exclusão do RBRY11, fundo de recebíveis imobiliários, e a redução da participação no GZIT11, do segmento de shopping centers, de 2,5% para 2%. Em contrapartida, elevou o peso dos fundos de recebíveis KNCR11, de 14% para 15%, e MCCI11, de 8% para 8,5%, além do fundo multiestratégia KNHF11, de 5% para 6%. As mudanças refletem postura mais cautelosa diante das incertezas fiscais e da alta dos juros futuros no Brasil. Publicidade Segundo o banco, a saída do RBRY11 busca reduzir a exposição ao crédito estruturado, enquanto os aumentos nos fundos de recebíveis KNCR11 e MCCI11 mostram prioridade para ativos de menor risco de crédito e maior previsibilidade de renda. Já o reforço no KNHF11 considera sua diversificação entre crédito imobiliário, imóveis físicos e cotas de outros FIIs, além do desconto das cotas. A carteira reúne 15 fundos imobiliários e apresenta rendimento anualizado de dividendos de 11,5%. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso BTCI11 BTG Pactual Recebíveis 6,0% KNCR11 Kinea Recebíveis 15,0% KNIP11 Kinea Recebíveis 14,0% MCCI11 Jive Mauá Recebíveis 8,5% VILG11 Vinci Compass Galpões logísticos 5,5% BRCO11 Bresco Galpões logísticos 2,5% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 13,0% HGLG11 Pátria Galpões logísticos 3,0% BRCR11 BTG Pactual Lajes corporativas 4,5% PVBI11 Pátria Lajes corporativas 5,0% KNHF11 Kinea Multiestratégia 6,0% GZIT11 Gazit Shopping centers 2,0% HSML11 HSI Shopping centers 2,0% VISC11 Vinci Compass Shopping centers 6,0% TRXF11 TRX Híbrido 7,0% Total — — 100% Santander amplia exposição a recebíveis O Santander atualizou seu portfólio com a inclusão do KNUQ11, do segmento de recebíveis imobiliários, com peso de 5%. Para abrir espaço ao novo ativo, o banco reduziu a participação de outros três fundos: Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), também de recebíveis, em 1,5 ponto porcentual, Tellus Properties (TEPP11), de escritórios, de 7% para 5%, e XP Malls (XPML11), de shopping centers, de 9,5% para 8%. Publicidade Segundo o Santander, as mudanças ampliam a exposição ao segmento de recebíveis imobiliários, considerado mais resiliente no cenário atual. A instituição destaca que o KNUQ11 possui carteira majoritariamente atrelada ao CDI, favorecida pelos juros elevados, além de garantias imobiliárias robustas. O banco projeta rendimento anual de dividendos de 13,8% para o novo fundo e mantém visão positiva sobre os três FIIs que tiveram suas participações reduzidas. A carteira reúne 12 fundos, com rendimento médio estimado de 12,5% nos próximos 12 meses. Publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso MCCI11 Mauá Capital Recebíveis imobiliários 11,5% HGCR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 11,5% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 10,0% KNUQ11 Kinea Recebíveis imobiliários 5,0% BTHF11 BTG Pactual Multiestratégia 10,0% KNHF11 Kinea Multiestratégia 10,0% XPML11 XP Asset Shopping centers 8,0% VILG11 Vinci Real Estate Galpões logísticos 9,0% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 7,0% GARE11 Guardian Gestora Híbrido 8,0% TRXF11 TRX Investimentos Híbrido 5,0% TEPP11 Tellus Investimentos Escritórios 5,0% Total — — 100% Leia mais Carteira da XP atinge rendimento anual de 12,6% CONTiNUA APÓS PUBLICIDADE A XP Investimentos atualizou sua carteira recomendada de FIIs com a inclusão do Maxi Renda (MXRF11), do segmento de recebíveis imobiliários, com peso de 4,5%, e o aumento da participação no Mauá Capital Recebíveis (MCCI11), de 9% para 10,25%. Em contrapartida, reduziu os pesos dos fundos de shopping centers HGBS11 e HSML11, dos fundos logísticos LVBI11, de escritórios PVBI11, de recebíveis KNCR11 e do multiestratégia RBRX11. As reduções variaram de 0,5 a 1,5 ponto porcentual. Segundo a XP, as mudanças buscam reduzir a exposição a fundos de imóveis físicos com menor potencial de geração de renda e valorização, além de diminuir a participação em recebíveis considerados bem precificados. A instituição dá prioridade a ativos defensivos, com carteiras de crédito de qualidade e rendimentos mais atrativos. Com isso, os fundos de recebíveis passam a representar 46,25% da carteira, que reúne 16 FIIs e apresenta rendimento anualizado de dividendos de 12,6%. Em outubro, o portfólio recuou 3,2%, ante queda de 2,9% do IFIX. Publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso MCCI11 Jive Mauá Recebíveis imobiliários 10,25% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 10,25% XPCI11 XP Asset Recebíveis imobiliários 8,75% RBRR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 8,00% PCIP11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 4,50% MXRF11 XP Asset Recebíveis imobiliários 4,50% XPLG11 XP Asset Galpões logísticos 9,75% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 4,50% BRCO11 Bresco Galpões logísticos 4,00% LVBI11 VBI / Pátria Galpões logísticos 1,50% PVBI11 VBI Asset Lajes corporativas 3,50% XPML11 XP Asset Shopping centers 10,50% HGBS11 Hedge Investimentos Shopping centers 2,00% HSML11 HSI Gestora Shopping centers 1,00% RBRX11 Pátria Investimentos Multiestratégia 9,00% CPTS11 Capitânia Multiestratégia 8,00% Total — — 100% BB Investimentos retira fundo ligado ao agronegócio O BB Investimentos fez três substituições. A instituição divide suas recomendações em duas estratégias: a carteira Renda, voltada à geração de dividendos recorrentes, com menor volatilidade, e a carteira Ganho de Capital, que busca a valorização das cotas de fundos negociados com desconto, mas sujeitos a maiores oscilações. Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso GARE11 Guardian Gestora Híbrido 6,25% KNHF11 Kinea Multiestratégia 6,25% HGCR11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 6,25% KNCR11 Kinea Recebíveis imobiliários 6,25% KNIP11 Kinea Recebíveis imobiliários 6,25% MXRF11 XP Asset Recebíveis imobiliários 6,25% XPCI11 XP Asset Recebíveis imobiliários 6,25% XPML11 XP Asset Shopping centers 6,25% BTLG11 BTG Pactual Galpões logísticos 6,25% HGLG11 Pátria Investimentos Galpões logísticos 6,25% VILG11 Vinci Real Estate Galpões logísticos 6,25% XPLG11 XP Asset Galpões logísticos 6,25% PCIP11 Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 6,25% RECR11 REC Gestão Recebíveis imobiliários 6,25% CPSH11 Capitânia Shopping centers 6,25% VISC11 Vinci Real Estate Shopping centers 6,25% Total — — 100% Genial segura ativos na carteira de FIIs de novembro A Genial Investimentos manteve sem alterações suas carteiras Renda e Valor para novembro de 2026, preservando os mesmos 18 fundos e pesos de outubro. Publicidade A carteira Renda foca em geração de dividendos recorrentes, com menor volatilidade, concentrando 47,5% dos recursos em fundos de recebíveis imobiliários, como KNSC11, HSAF11 e KNCR11. Já a carteira Valor busca principalmente a valorização das cotas, selecionando fundos negociados com desconto e maior potencial de recuperação, embora estejam mais sujeitos às oscilações do mercado. Nessa estratégia, os fundos multiestratégia representam 35% do portfólio, seguidos pelos de logística (22,5%) e shopping centers (20%). Segundo a Genial, a manutenção das carteiras reflete a avaliação de que as perdas recentes foram provocadas principalmente pela queda no preço das cotas, sem deterioração significativa dos rendimentos. Em outubro, a carteira Renda recuou 2,66%, superando o IFIX, enquanto a Valor perdeu 3,05%. Apesar das desvalorizações, os rendimentos anualizados permanecem em 14% na carteira Renda e 12,7% na Valor. Publicidade A gestora também destaca que os descontos das cotas em relação ao valor patrimonial aumentaram, o que pode representar oportunidades de valorização, embora os juros futuros elevados continuem sendo um risco para os FIIs. Carteira Renda Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso KNSC11 Kinea Recebíveis 10% HSAF11 HSI Recebíveis 10% KNCR11 Kinea Recebíveis 10% PORD11 Polo Capital Recebíveis 10% AFHI11 AF Invest Recebíveis 7,5% MANA11 Manatí Capital Multiestratégia 12,5% SPXS11 SPX Multiestratégia 12,5% RBRX11 Pátria Multiestratégia 7,5% RZAT11 Riza Híbrido 10% HGRE11 Pátria Lajes corporativas 10% Carteira Valor Deslize para ver o conteúdo Fundo Gestora Segmento Peso BTHF11 BTG Pactual Multiestratégia 12,5% ITRI11 Itaú Multiestratégia 12,5% WHGR11 WHG Multiestratégia 10% GGRC11 Zagros Logística 12,5% VILG11 Vinci Logística 10% PMLL11 Pátria Shoppings 10% VISC11 Vinci Shoppings 10% CLIN11 Clave Recebíveis 12,5% HGRE11 Pátria Lajes corporativas 10% Leia mais

Carteira de Fundos Imobiliários
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Carteira de Fundos Imobiliários

Diante desse cenário, o IFIX encerrou outubro em baixa de 2,89%, cotado a 3.646 pontos, o que configura o sexto mês seguido de perdas, algo inédito na série histórica. Vale notar que, ainda no decorrer do mês, o índice atualizou sua máxima histórica e também teve a terceira pior sessão de toda a série. Em outubro, o impasse no Oriente Médio seguiu com novas sanções e novos conflitos na região, levando o brent a atingir sua máxima em cinco meses, reforçando as perspectivas de uma inflação global mais elevada. No entanto, foi a disputa eleitoral no Brasil que deu o tom dos ativos de risco no mês, inclusive acionando o mecanismo de circuit breaker da bolsa no dia 26, que consiste na interrupção da negociação por um determinado tempo com objetivo de reduzir a volatilidade. Nesse conjuntura, seguimos cautelosos e com preferência por ativos mais consolidados neste fim de 2026, mas também enxergamos uma janela de oportunidade interessante . De forma geral, observamos uma resiliência operacional da maioria dos FIIs, seja em função da evolução do nível de ocupação e preços de locação, seja no controle do risco de crédito. Por outro lado, ao projetarmos o P/VP histórico do IFIX e o spread vs. a NTN-B com vencimento de 10 anos, observamos níveis atrativos vs. a média dos últimos 5 anos e semelhança a períodos anteriores a grandes valorizações. Carteira Sugerida Conforme comentamos no Panorama Macro, em outubro, o IFIX seguiu em campo negativo (-2,89%) pelo sexto mês consecutivo, algo inédito na série histórica, e registra uma desvalorização de 3,41% em 2026. Em 12 meses, porém, segue em campo positivo (1,70%). A Carteira Renda se mostrou resiliente mais uma vez, tendo seis dos oitos fundos superando o índice. Porém, não foi suficiente para entregar uma rentabilidade consolidada no mês acima do IFIX: -3,38 vs. -2,89%. Em 2026 e em 12 meses, no entanto, acumula variações de -2,14% e +2,17%, respectivamente, superando o benchmark em ambos os períodos. Já o dividend yield anualizado de outubro foi de 12,76% vs. 12,35% do índice. O grande destaque negativo da Carteira Renda foi o Riza Terrax (RZTR11), que recuou mais de 12% no mês e estendeu as perdas de 2026 para 13,8%. Embora o fundo tenha uma estratégia de arrendamentos de fazendas a taxas pré-fixadas, condição adversa em cenários de abertura de curva de juros, em nossa visão, o movimento de realização pode estar relacionada a outra narrativa: a dificuldade da retomada da posse da Fazenda Bom Jardim, que apresentou inadimplência em junho desse ano, no qual há uma perda de receita de curto prazo, mas uma perspectiva de ganhos adicionais caso haja a venda da fazenda no futuro. O dificultador, porém, é que alguns investidores seguem projetando um tempo bastante dilatado para essa retomada e assim uma venda, pois o arrendatário está em Recuperação Judicial e o caso judicializado. Outros têm questionado, inclusive, a legalidade da estratégia de Sale&Leaseback adotada pelo fundo. Concordamos que o momento é desafiador para o fundo, sobretudo com um El Niño no radar, mas é importante destacar que a fazenda respondia por cerca de 3,5% das receitas do fundo, que o Riza Terrax conta com outras 23 fazendas e que já observamos casos semelhantes de retomada de posse em outros fundos. Outro que merece destaque é o XPML11, que neste mês fez movimentações importantes no portfólio: (i) concluiu a venda do Shopping Cidade Jardim com lucro de aproximadamente R$ 2,07/cota. O ativo fazia parte desde 2018 e era considerado um dos melhores ativos do FII, mas, segundo a gestora, demandava investimentos contínuos que drenavam parte do retorno, ficando menos atrativo que outras opções de mercado. Em contrapartida, (ii) concluiu a compra de 60% do São Bernardo Plaza Shopping (SP), da Allos. A Carteira Ganho, composta majoritariamente por FIIs de tijolo negociados com maior desconto em relação ao valor patrimonial, recuou 4,22% em outubro, 1,33 p.p. abaixo do IFIX. Em 12 meses, acumula variação de -0,42%, enquanto o índice avança 1,70%. Na ponta positiva, HGLG11 e BTLG11, os maiores FIIs logístico da bolsa. No caso do BTLG11, após as últimas emissões, segue qualificando o portfólio com galpões próximos da cidade de São Paulo, onde a vacância é baixa e o preço de locação segue se elevando. Em relação aos fundos de crédito, observamos uma queda nos dividendos conforme as leituras mais fracas de inflação nos últimos meses, o que levou a uma pressão vendedora. Como resultado, os fundos presentes na carteira recuaram: PCIP11 (-4,81%) e RECR11 (-3,70%). Contudo, com portfólios bem diversificados e sem problemas graves de inadimplência, seguimos confiantes em uma retomada dos dividendos nos próximos meses, em linha com leituras mais normalizadas de inflação. Esse contexto dos FIIs de Recebíveis se somou as teses do CPSH11, RZAT11 e PSEC11. O RZAT11 segue com receitas de locação pressionadas em razão das leituras amenas de inflação, enquanto o CPSH11 vem tendo dificuldade de ganhar os olhares dos investidores em detrimento de seus pares embora tenha um guidance de dividendos elevado até o fim de 2027. Já o PSEC11, aprovou junto aos cotistas a integralização ao RBRX11. Conforme vínhamos falando em relatórios anteriores, o PSEC11 buscava um reposicionamento do portfólio por dois motivos: (i) reforçar os resultados recorrentes e elevar os dividendos, movimento se iniciou no 3T26; (ii) aproximar da estratégia do RBRX11, multiestratégia igualmente gerido pela Pátria, abrindo espaço para uma proposta de consolidação. Diante do crescimento da indústria, avaliamos que o aumento da liquidez e robustez via unificação é positiva, especialmente aos investidores do PSEC11, que devem capturar uma assimetria positiva na relação de troca a VP. Comentamos mais no Flash de Mercado publicado no InvesTalk. Para novembro, realizaremos três mudanças com objetivo de adequar a estratégia ao cenário que se desenha neste reta final de 2026. Renda: apesar de seguirmos com perspectiva positiva, optamos pela saída do RZTR11, pois entendemos que o mercado tem reagido mais a nebulosidade da retomada de posse que a tese geral do fundo. Em seu lugar, escolhemos o KNCR11, que apesar de negociar com ágio de 2% sobre o VP, tem estratégia de recebíveis mais qualificados (High Grade) CDI+ e deve seguir sendo beneficiado por um juros ainda elevado no curto prazo. Além disso, a carteira passa a contar com o maior fundo do IFIX em termos de Patrimônio e representatividade, e com volatilidade bem mais controlada. apesar de seguirmos com perspectiva positiva, optamos pela saída do RZTR11, pois entendemos que o mercado tem reagido mais a nebulosidade da retomada de posse que a tese geral do fundo. Em seu lugar, escolhemos o KNCR11, que apesar de negociar com ágio de 2% sobre o VP, tem estratégia de recebíveis mais qualificados (High Grade) CDI+ e deve seguir sendo beneficiado por um juros ainda elevado no curto prazo. Além disso, a carteira passa a contar com o maior fundo do IFIX em termos de Patrimônio e representatividade, e com volatilidade bem mais controlada. Ganho: optamos pela saída do RZAT11 para a entrada do XPLG11, ambos logísticos. O racional é dar mais liquidez e aderência ao IFIX para a carteira e também capturar ganhos, já que o XPLG11 negocia com desconto acima da sua média dos últimos 5 anos. Também substituímos o PSEC11, que pode deixar de ser negociado já neste mês e se integralizar ao RBRX11. Em seu lugar, escolhemos o VISC11, no qual reciclou parte do portfólio, obtendo lucro por cota e perspectiva de redução de alavancagem que, somados, podem proporcionar uma elevação dos dividendos nos próximos meses. O VISC11, inclusive, foi tema do nosso último podcast Conexão FII disponível no Youtube. Ao longo desse ano, também entrevistamos o executivo da plataforma de dados imobiliários da Buildings, além dos gestores do TEPP11, CPSH11, RZAT11, VILG11, HGBS11. Confiram nossa playlist e deixe seu comentário com sugestões para os próximos episódios (clique aqui).

Perguntas Frequentes sobre RECR11

Qual é a cotação de RECR11 hoje na B3?
A cotação de RECR11 hoje está em R$ 71,50. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 70,85 e máxima de R$ 72,28.
Quanto a RECR11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de RECR11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de RECR11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de RECR11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.