MXRF11 Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliario Cotas – Cotação Hoje
Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliario Cotas
CNPJ: 97521225000125
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Edificio Centro Executivo do Paco Imóveis para venda acabados | Avenida Jose Caballero, 283, Sem Complemento, Vila Bastos, Santo André/SP, Brasil, 09040-210 | 259 m² | 0,00% | 0,00% |
| ST Louis - Unidade 23 Imóveis para venda acabados | Rua Franz Schubert, 180, Sem Complemento, Jardim Paulistano, São Paulo/SP, Brasil, 01454-020 | 215 m² | 0,00% | 0,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do MXRF11.
Resumo Fundamentalista de MXRF11
O ativo MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliario Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 9,06, acumulando uma variação de -0.33% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 9,00 e a máxima de R$ 9,99. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 13.19% e indicador P/VP de 0.98x.
Histórico de Cotação: MXRF11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a MXRF11
O FII MAXI RENDA RL (MXRF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Papel / CRI
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Claude lança Opus 5.5 e derruba conta em 31%; veja dicas para economizar tokens
A Anthropic anunciou o Claude Opus 5.5, nova versão do modelo que reduz os preços de tokens de entrada e saída em 20% e corta em 60% o custo de leitura de dados armazenados em cache. Em um exemplo apresentado pela empresa, uma sessão que custava US$ 3,50 no Opus 5 passa a custar US$ 2,40 no Opus 5.5, uma redução de cerca de 31%. Continua após a publicidade O Opus 5.5 já está disponível pela API e no Claude Code. Para assinantes dos planos Pro, Max e Team, a redução de custos aparece na forma de limites de uso maiores. Segundo a Anthropic, o mesmo orçamento pode render cerca de 25% mais uso do modelo. A nova versão também muda a forma como o Claude trabalha. O Opus 5.5 usa o recurso de thinking antes das respostas para analisar a tarefa e chegar ao resultado. A empresa também afirma que o modelo ficou mais eficiente no uso de tokens, o que ajuda a reduzir o custo de tarefas longas. O Canaltech está no WhatsApp! Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia WhatsApp Continua após a publicidade Quanto custa o Claude Opus 5.5? O preço de entrada caiu de US$ 5 para US$ 4 por milhão de tokens, enquanto o custo dos tokens de saída passou de US$ 25 para US$ 20. A maior redução aparece nas leituras de cache, que baixaram de US$ 0,50 para US$ 0,20 por milhão de tokens, uma queda de 60%. A mudança favorece principalmente sessões longas, nas quais o Claude reaproveita grandes volumes de informações armazenadas em cache. Como a leitura desses dados ficou mais barata, tarefas com muito contexto podem ter uma redução significativa no custo, mesmo quando trabalham com milhões de tokens. Já tarefas concentradas na geração de respostas tendem a se beneficiar principalmente da redução de 20% no preço dos tokens de saída. Como economizar tokens no Claude? Além dos preços menores do Opus 5.5, algumas configurações do Claude Code ajudam a controlar o consumo de tokens , como: Escolha o nível de esforço adequado Use cada modelo para uma tarefa Aproveite o cache Faça auditoria dos prompts Acompanhe o uso de tokens Continua após a publicidade Escolha o nível de esforço adequado O nível de esforço determina quanto o modelo deve investir no processo de pensamento, na geração de texto e no uso de ferramentas. Para tarefas simples, níveis menores podem evitar gastos desnecessários. O nível Low pode ser usado em trabalhos mecânicos, como renomear variáveis ou aplicar padrões conhecidos em vários arquivos. O Medium atende tarefas cotidianas com escopo bem definido, enquanto o High faz mais sentido em problemas que exigem uma análise maior do código. Níveis mais altos devem ficar para tarefas complexas, nas quais o modelo precisa analisar várias partes do projeto antes de tomar uma decisão. Continua após a publicidade Use cada modelo para uma tarefa Outra forma de controlar o consumo é escolher o modelo de acordo com a dificuldade do trabalho. O Opus 5.5 pode ficar responsável pelas tarefas principais, como desenvolvimento de funcionalidades, revisão de código e trabalhos que exigem mais raciocínio, enquanto modelos, como Sonnet e Haiku, assumem atividades secundárias. Para pesquisas, leitura de logs e execução de testes, a recomendação é configurar subagentes no Sonnet ou Haiku , deixando a edição principal do código a cargo do Opus 5.5. A divisão reduz a necessidade de usar o modelo mais caro em tarefas que não precisam do mesmo nível de capacidade. Continua após a publicidade Também é indicado manter o Opus 5.5 como modelo principal no dia a dia, mas alternar para o Fable 5.1 caso ele trave duas vezes no mesmo problema usando esforço High. O Fable 5.1 tem custo maior, de US$ 10 por milhão de tokens de entrada e US$ 50 por milhão de tokens de saída, mas pode evitar ciclos repetidos de tentativa e erro em códigos complexos. Aproveite o cache O cache é especialmente importante em sessões longas. No Opus 5.5, a leitura de informações armazenadas custa US$ 0,20 por milhão de tokens, o equivalente a apenas 5% do preço de uma entrada nova. A duração do cache varia conforme a forma de acesso ao modelo: nos planos Pro, Max e Team, ele dura uma hora e na API o período padrão é de cinco minutos. Continua após a publicidade Para aproveitar melhor esse mecanismo, vale evitar mudanças constantes nas definições de ferramentas e no prompt do sistema durante uma tarefa, já que alterações podem invalidar partes do cache. Alterar o nível de esforço no meio da sessão por comando também invalida o cache da conversa, fazendo com que a próxima operação tenha de regravar o contexto. Quando o cache expira ou é invalidado por uma mudança de configuração, a regravação custa entre 1,25 e 2 vezes o preço de um token de entrada comum. Em contextos grandes, uma única regravação pode custar o equivalente a até 25 leituras de cache. No Claude Code , o comando /compact ajuda a reduzir o histórico usado pela conversa e o /clear inicia uma tarefa sem carregar o contexto anterior. O tamanho do arquivo CLAUDE.md também merece atenção. A recomendação é mantê-lo abaixo de 200 linhas para evitar o carregamento de informações desnecessárias a cada requisição. Continua após a publicidade Os servidores MCP que não estão em uso também podem aumentar o volume de dados enviado ao modelo. Desativá-los com o comando /mcp reduz esse carregamento automático. No entanto, conectar ou desconectar servidores MCP durante uma sessão e alternar entre modelos são outras ações que podem reiniciar o cache da conversa. Faça auditoria dos prompts Prompts muito longos ou com instruções repetidas também podem aumentar o consumo. O comando /claude-api prompt-audit identifica problemas que podem fazer o modelo gastar tokens sem melhorar o resultado. Entre os pontos analisados estão instruções contraditórias e regras de verificação que aumentam o número de etapas de uma tarefa. Em testes de migração, a Anthropic registrou redução adicional de até 9% nos custos após a limpeza dos prompts. Continua após a publicidade Acompanhe o uso de tokens O acompanhamento do consumo ajuda a encontrar tarefas que gastam mais do que o esperado. O comando /usage mostra informações sobre o uso da sessão, incluindo o consumo de tokens e a participação do cache. Sessões que fogem muito do padrão podem indicar loops de repetição, uso excessivo de ferramentas ou um nível de esforço maior do que o necessário para aquela tarefa. A análise desses casos ajuda a ajustar as configurações e evitar desperdícios nas próximas execuções.
IFIX encerra pregão em queda de 0,41% e fecha aos 3.746 pontos
▶ Ouvir notícia 1.0x 00:00 --:-- Pronto para ouvir O IFIX, principal índice de fundos imobiliários da bolsa brasileira, encerrou o pregão desta terça-feira (22) com desvalorização de 0,41%. O indicador fechou o dia cotado a 3.746,30 pontos, o que representa uma retração de 15,38 pontos em comparação ao resultado do fechamento anterior, que havia sido de 3.761,68 pontos. Conforme dados acompanhados pelo portal FIIs, o índice iniciou as negociações do dia no mesmo patamar de 3.761,68 pontos. Durante o período, o indicador oscilou entre a máxima de 3.762,35 pontos e a mínima de 3.742,85 pontos, encerrando a sessão ligeiramente acima do seu ponto mais baixo do dia. Desempenho anual e oscilações do mercado Ao analisar o comportamento do índice em um horizonte de 52 semanas, observa-se que o IFIX mantém uma variação entre a máxima de 3.944,38 pontos e a mínima de 3.556,61 pontos. O patamar atingido nesta terça-feira posiciona o indicador 198,08 pontos abaixo da máxima registrada nesse intervalo anual. Destaques de alta e baixa Entre os ativos que compõem o mercado de fundos imobiliários, o BLMG11 (Bluemacaw Logística) registrou o melhor desempenho do dia, com valorização de 8,59%. Com o avanço de R$ 2,75, a cota do fundo encerrou o pregão cotada a R$ 34,04. Na contramão, o MCRE11 (Mauá Capital Real Estate) liderou as perdas, com queda de 2,89%, finalizando o dia a R$ 7,74, após redução de R$ 0,23. O VGIP11 (Valora CRI Índice de Preço) também apresentou recuo, fechando a R$ 73,28, uma baixa de 2,72% ou R$ 2,05 em relação à sessão anterior. Volume de negociações O fundo MXRF11 (Maxi Renda) foi o ativo com maior volume de negócios na sessão, registrando 2,3 milhões de cotas transacionadas e uma variação negativa de 0,22%. O GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) movimentou 1,16 milhão de cotas, com queda de 0,44%, enquanto o CPTS11 (Capitania Securities II) somou 851,93 mil cotas negociadas, recuando 0,4%. O MCRE11, além de registrar a maior queda, contabilizou 703,58 mil cotas negociadas. Por fim, o SNEL11 (Fundo de Investimento Imobiliário Suno Energias Limpas) completou a lista dos mais negociados com um volume de 613,2 mil cotas e baixa de 1,12% no dia. As informações sobre o mercado de capitais podem ser consultadas diretamente no site da B3.
IFIX abre semana com avanço de 0,3%
IFIX abre semana com avanço de 0,3% O IFIX terminou o pregão desta segunda-feira (21) aos 3.761,68 pontos, em alta de 0,3%. O desempenho representou um ganho de 11,41 pontos frente ao fechamento anterior, que havia sido de 3.750,27 pontos. O movimento confirmou uma sessão positiva para o índice de fundos imobiliários. Ao longo do dia, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima intradiária de 3.737,81 pontos e a máxima de 3.761,68 pontos. O encerramento coincidiu exatamente com o pico da sessão, indicando que o fechamento ocorreu na máxima do dia. No recorte de 52 semanas, o IFIX segue dentro da faixa entre 3.556,61 pontos na mínima e 3.944,38 pontos na máxima. Esse intervalo mostra o comportamento do índice no período e serve como referência para a evolução recente do mercado de fundos imobiliários. IFIX fecha na máxima do dia Entre os FIIs com maior giro no pregão, o MXRF11 (Maxi Renda) liderou em volume, com 2,76 milhões de cotas negociadas e variação positiva de 0,11%. Na segunda posição ficou o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária), que somou 1,54 milhão de cotas e registrou avanço de 0,33% no dia. Na sequência, o CPTS11 (Capitania Securities II) movimentou 947,24 mil cotas e terminou com queda de 0,80%. Esses três fundos concentraram parte relevante da liquidez na sessão, compondo a lista dos mais negociados no mercado secundário. Outros destaques em volume incluíram o GARE11 (Guardian Logística), com 887,95 mil cotas e alta de 0,36%, e o KNSC11 (Kinea Securities), que somou 633,21 mil cotas e encerrou estável, com variação de 0,0%. Os dados reforçam a distribuição do fluxo entre segmentos de papel e de tijolo ao longo do dia. IFIX em 52 semanas e giro dos FIIs O comportamento do IFIX dentro do intervalo de 3.556,61 a 3.944,38 pontos nas últimas 52 semanas contextualiza o patamar atual de 3.761,68 pontos. A referência ajuda a dimensionar a distância em relação às extremidades do período, enquanto o fechamento na máxima intradiária de 3.761,68 pontos destaca a força relativa do pregão desta segunda-feira (21). Nos ativos mais negociados, o Maxi Renda se manteve como principal referência de liquidez, com 2,76 milhões de cotas. O Zagros Renda Imobiliária também figurou entre os mais ativos, com 1,54 milhão de cotas, seguido pelo Capitania Securities II, com 947,24 mil cotas. Entre os demais, o Guardian Logística somou 887,95 mil cotas, e o Kinea Securities, 633,21 mil cotas. A combinação de desempenho e volumes negociados compôs o quadro de uma sessão em que o índice de fundos imobiliários avançou 0,3%, acumulando 11,41 pontos a mais do que na sexta-feira, quando havia encerrado em 3.750,27 pontos. Maiores altas do pregão e cotações Pelo lado das altas, o HSLG11 (HSI Logística) teve a maior valorização do dia, com ganho de 5,4%. O fundo terminou cotado a R$ 82,96 ao fim das negociações. Logo atrás apareceu o BLMG11 (Bluemacaw Logística), que avançou 4,88% e fechou o pregão a R$ 32. Entre os mais líquidos, o Maxi Renda encerrou com variação de 0,11%, enquanto o Zagros Renda Imobiliária subiu 0,33%. Já o Capitania Securities II recuou 0,80% no fechamento. No grupo com forte presença no book de ofertas, o Guardian Logística terminou em alta de 0,36%, e o Kinea Securities permaneceu estável, com variação de 0,0%. Com o fechamento na máxima de 3.761,68 pontos e a oscilação entre 3.737,81 e 3.761,68 pontos na sessão, o IFIX consolidou a alta de 0,3% nesta segunda-feira (21), dentro do intervalo de 52 semanas que vai de 3.556,61 a 3.944,38 pontos.
Perguntas Frequentes sobre MXRF11
Qual é a cotação de MXRF11 hoje na B3?
Quanto a MXRF11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de MXRF11?
O que significa o P/L e o P/VP de MXRF11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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