CPLE3 Companhia Paranaense de Energia – Cotação Hoje
Companhia Paranaense de Energia
CNPJ: 76483817000120
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 8 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de CPLE3
O ativo CPLE3 (Companhia Paranaense de Energia) está sendo negociado hoje a R$ 15,81, acumulando uma variação de -2.04% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 11,42 e a máxima de R$ 17,13. A companhia está inserida no setor de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 14.98x e P/VP de 0.18x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 6.72%.
Histórico de Cotação: CPLE3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 26.116,86 Mi | R$ 22.651,04 Mi | R$ 21.479,47 Mi | R$ 21.927,72 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 5.661,50 Mi | R$ 4.891,24 Mi | R$ 4.898,04 Mi | R$ 4.999,31 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 5.045,01 Mi | R$ 4.064,25 Mi | R$ 3.694,71 Mi | R$ 2.916,24 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 2.687,94 Mi | R$ 2.799,37 Mi | R$ 2.327,17 Mi | R$ 1.149,32 Mi |
Sobre a CPLE3
A Companhia Paranaense de Energia (Copel), listada na B3 sob o ticker CPLE3, atua de forma integrada em geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, com base histórica no estado do Paraná e participações em ativos em outras regiões. A empresa administra portfólio de usinas, redes de transmissão e distribuição e relacionamento com milhões de unidades consumidoras. Nos últimos anos, a companhia passou por reestruturações societárias e mudança relevante de controle acionário, mantendo exposição a temas regulatórios, hidrológicos e de eficiência operacional. O desempenho financeiro depende de tarifas, preços de energia, perdas, inadimplência e execução de investimentos. Como emissora de mercado, divulga resultados periódicos, fatos relevantes e documentos de governança para acompanhamento de investidores.
Outras Ações do Setor de Energia Elétrica
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Moradores de Apucarana "zeram" estoque de água mineral após temporal
Procura é grande por conta do desabastecimento de água por parte da Sanepar, que atingem 70% da cidade A interrupção no fornecimento de água potável em Apucarana provocou uma corrida às distribuidoras de água mineral nesta quarta-feira (23). A alta procura fez com que a maioria dos estabelecimentos da cidade zerasse os estoques, alguns comércios que ainda dispõem do produto passaram a impor limitação de compra por cliente para evitar o desabastecimento total. - LEIA MAIS: Sem energia no sistema de captação, Sanepar diz não ter previsão para retomada no abastecimento em Apucarana CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline. Em uma das distribuidoras da cidade, uma remessa de 180 galões entregue no dia anterior quase se esgotar em poucas horas, levando os proprietários a fixar um teto de venda de até cinco galões por consumidor. Segundo o comerciante Rovilson Borbolato, 45 anos, os preços foram mantidos, mas a alta demanda tem gerado filas, desentendimentos entre clientes que tentam comprar grandes quantidades e a impossibilidade de atender aos chamados telefônicos. "O pessoal chega a brigar por conta disso, estão todos doidos atrás de água. Tem gente querendo levar 10 galões de uma vez, mas não tem como, se não, os outros ficam sem", relata Falta de energia A falta de água é reflexo da paralisia no sistema de captação da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). A unidade ficou sem energia elétrica após o temporal registrado na noite de segunda-feira (21), que veio acompanhado de rajadas de vento de 125 km/h, e até o momento não há previsão para a normalização dos serviços. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com a Companhia Paranaense de Energia (Copel), a queda de árvores na região da estação causou o rompimento de cabos e a quebra de postes. A concessionária utiliza drones para inspecionar a rede e orientar as equipes de reparo. Como medida emergencial, a Sanepar realiza o atendimento à população por meio de caminhões-pipa e distribuição de copos de água envasada em locais sinalizados pela Defesa Civil. 📲Entre no nosso canal de notícias do WhatsApp do TN Danos CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A crise no abastecimento de água se soma aos estragos provocados pela tempestade na infraestrutura do município, que teve o decreto de situação de emergência oficializado pela Prefeitura de Apucarana. O evento climático afetou diretamente 4,5 mil moradores, provocou a queda de 500 árvores, causou danos em cerca de mil residências e mantém mais de 20 mil imóveis no escuro devido ao apagão elétrico.
Apucarana segue com mais de 20 mil imóveis sem energia; Copel mantém força-tarefa
Apucarana amanheceu nesta quarta-feira (23) com mais de 20 mil imóveis ainda sem energia elétrica, reflexo do forte temporal que atingiu o município na noite de segunda-feira (21). Com ventos que chegaram a 125 km/h, a cidade decretou situação de emergência para desburocratizar o socorro aos moradores, acelerar a compra de insumos e recuperar a infraestrutura local. -LEIA MAIS: Campanha arrecada itens de higiene e limpeza para vítimas das chuvas em Apucarana (PR) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline. De acordo com o boletim divulgado pela Copel nesta manhã, as equipes seguem mobilizadas para restabelecer o serviço em 43 mil unidades consumidoras em todo o Paraná. A Região Norte concentra a maior parte dos desligamentos, com 24,2 mil imóveis afetados, seguida pelos Campos Gerais e Centro-Sul, com 10,7 mil, e o Noroeste, com 4,1 mil. O trabalho de religamento também abrange 3,3 mil unidades na Região Metropolitana de Curitiba, 616 no Oeste, 311 no Sudoeste e 58 no Litoral paranaense. Entre os municípios mais prejudicados, Apucarana lidera o ranking estadual com 20,7 mil interrupções. Na sequência, aparecem Ortigueira, com 2 mil imóveis sem luz, Reserva, com 1,6 mil, além de Tibagi e Ventania, com 1,4 mil cada. A companhia elétrica informou que os serviços continuarão de forma ininterrupta até a normalização do fornecimento para todos os clientes. Danos e mobilização A gravidade da tempestade provocou uma crise que exigiu rápida resposta das autoridades. Com o decreto de emergência, a Prefeitura de Apucarana iniciou a distribuição gratuita de telhas para as famílias que tiveram as coberturas de suas casas arrancadas, ação que gerou filas de moradores em busca de materiais para reparar seus lares de forma urgente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O cenário de destruição também motivou a ida do governador em exercício do Paraná, Darci Piana (PSD), ao município na tarde de terça-feira, com o objetivo de vistoriar os danos urbanos e acompanhar de perto a força-tarefa de atendimento à população. O balanço preliminar da Defesa Civil evidencia o tamanho do impacto, que afetou cerca de 4,5 mil pessoas distribuídas em 20 bairros de Apucarana. A força do vento e a queda de granizo comprometeram quase mil residências e causaram a queda de aproximadamente 500 árvores. Para promover a recuperação gradativa da cidade, equipes de resgate, limpeza e assistência social mantêm um trabalho intensivo e integrado nas áreas mais críticas.
André Rebouças e a pedra sob o cais
Em 2012, os arqueólogos que acompanhavam as obras da zona portuária do Rio encontraram uma pedra. Era a pedra fundamental da Doca Dom Pedro 2º, lavrada em 15 de setembro de 1871 por André Rebouças. Ficou 141 anos enterrada a 60 metros das docas que ela própria fundou. O Brasil precisou cavar para encontrar o que ele havia posto no chão. É uma boa imagem do que este país fez com Rebouças: o nome está em túnel, avenida e no Livro dos Heróis da Pátria; as ideias, usamos todos os dias sem saber que são dele. Colunas Receba no seu email uma seleção de colunas da Folha Carregando... A infraestrutura é a única arte que apaga a assinatura do autor. Ninguém sabe quem traçou a rua onde mora, de onde vem a água da torneira, para onde vai o seu esgoto, quem decidiu que o trem passaria ali, ou de onde vem a energia elétrica que consome. A obra fica; os autores se dissolvem. Esta série de artigos sobre os visionários da infraestrutura existe para nos inspirar à medida que devolvemos as assinaturas às paisagens. O engenheiro André Rebouças, que tem seus diários organizados e editados pela Chão - Museu Afro Brasil Nascido em Cachoeira, na Bahia, em 1838, neto de uma escrava alforriada, formou-se engenheiro militar em 1860 e estudou portos e ferrovias na França e na Inglaterra. Em 1866, aos 28 anos, assumiu a direção das obras da Alfândega e das docas do Rio no lugar de um engenheiro inglês, deu plano a um porto que era um amontoado de trapiches e fundou companhias com capital privado para construir e operar docas: o embrião da concessão, num país que ainda pensava obra pública como favor da Coroa. No Rio de então, o esgoto das casas saía à noite nos ombros dos "tigres": escravos que carregavam barris de dejetos até a praia, e cujos vazamentos lhes listravam a pele. Daí o apelido. A água fazia o caminho inverso, dos chafarizes às casas, na cabeça de outros cativos. Na seca de 1870, integrou com o irmão Antônio a comissão que em 30 dias ampliou a oferta da capital e defendeu a solução definitiva: buscar água a 55 quilômetros, na serra do Tinguá, fora dos limites da cidade. Dali nasceram as adutoras da serra do Tinguá, São Pedro em 1877 e Rio d'Ouro em 1880, embrião do que depois se chamaria Sistema Acari, o primeiro a captar fora da capital. Ele garantiu 80% do abastecimento carioca até os anos 1940 e ainda hoje serve à Baixada e a parte do Rio. Em 1871, com o irmão Antônio, levou ao imperador o projeto da ferrovia entre Curitiba e o litoral paranaense, que a Serra do Mar dizia impossível. Antônio morreu em 1874 sem vê-la pronta. Ela está lá até hoje, desafiando a engenharia que a construiu. Foi também em 1874 que publicou "Garantia de Juros: estudos para sua aplicação às empresas de utilidade pública no Brasil". É meu escrito favorito dele. Todo concessionário do Império pedia juros garantidos pelo Tesouro; Rebouças foi o único a tratar o assunto como ciência. Comparou países, prazos, taxas e rentabilidades, e defendeu que a garantia fosse um piso atrelado ao juro das apólices, cercado de fiscalização e com teto de dividendos, acima do qual o excedente voltaria ao usuário em tarifa menor ou em mais quilômetros de linha: uma banda de retorno ancorada no custo de capital. Traduzido para o vocabulário de hoje: ele discutia custo de capital e remuneração do concessionário um século antes de esses termos existirem no Brasil. Toda vez que um preço-teto de leilão ou a taxa de desconto de um reequilíbrio se ancora no custo de capital, o contrato é herdeiro, provavelmente sem o saber, de uma ideia de 1874. Dois anos depois, inspirado em Yellowstone, propôs os dois primeiros parques nacionais do Brasil, em Sete Quedas (PR) e na Ilha do Bananal (TO), ligados por trem ao turismo que ainda não existia. O do Bananal foi criado em 1959; o de Sete Quedas, em 1961. Sete Quedas afundou em 1982, sob o lago de Itaipu. Nos mesmos anos, com o irmão José, publicou em três volumes um índice das madeiras do Brasil, classificadas pelo peso específico e pelo uso a que cada uma servia: dormente, estaca, viga, casco de navio. Num tempo em que o concreto era raridade, toda estrutura era madeira, e o engenheiro a escolhia por tradição e palpite. O índice deu método a essa escolha. Em 1883, publicou "Agricultura Nacional", em que terra, ferrovia e porto formavam um só projeto. Quase um século depois, Eliezer Batista reencontraria a fórmula, trocando a terra pelo minério: mina, ferrovia e porto como um só sistema. Em 1889, seguiu o imperador ao exílio. Foi correspondente do Times em Lisboa, passou por Luanda, em Angola, refugiou-se em Funchal. Em 1898, seu corpo apareceu ao pé de um penhasco da ilha da Madeira. Sete Quedas está sob a água. A pedra ficou sob o cais. Mas o Rio ainda bebe da serra que ele apontou, e cada contrato que hoje discute taxa de retorno é uma nota de rodapé ao livro de 1874. Rebouças não teve gigantes em cujos ombros subir. Foi ele mesmo o gigante.
Perguntas Frequentes sobre CPLE3
Qual é a cotação de CPLE3 hoje na B3?
Quanto a CPLE3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de CPLE3?
O que significa o P/L e o P/VP de CPLE3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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