VV

VVEO3 CM Hospitalar SA – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Saúde

CM Hospitalar SA

CNPJ: 12420164000157

Preço Atual
R$ 0,79
-2.47%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 7 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 7/12 (58.3%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 6.07 Bi) maior que Lucro (R$ 0.06 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 3.19% (Abaixo de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 27.75% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +21.25% | CAGR Lucro 5A: -31.59%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 0.14x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Saúde

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1996 (30 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 4.39x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 6.24x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 11.90x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 80% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Abaixo do Preço Teto (Margem de Segurança)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 3,66
DPA Médio (5 anos) R$ 0,22
Margem de Segurança +363.29%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 4,78
LPA R$ 0,18
VPA R$ 5,65
Margem / Potencial +505.06%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo VVEO3 (CM Hospitalar SA) está sendo negociado hoje a R$ 0,79, acumulando uma variação de -2.47% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 0,56 e a máxima de R$ 1,86. A companhia está inserida no setor de Saúde, atuando no segmento de Medicamentos e Outros Produtos. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 4.39x e P/VP de 0.14x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 17.28%.

Abertura
R$ 0,82
Fec. Ant: R$ 0,79
Variação Dia
Min: R$ 0,79
Max: R$ 0,83
52 Semanas
Mín: R$ 0,56
Máx: R$ 1,86
Volume
376.900
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: VVEO3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

4.39
0.14
R$ 0,18
R$ 5,65
11.90
P/Receita (PSR)
0.02
P/FCO
0.95
P/FCL
3.30
EV/Receita Líq.
0.54
EV/FCO
23.51
EV/FCL
81.90
Earning Yield
8.40%
Enterprise Value
R$ 6,33 Bi
R$ 255,03 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
6.24
Dív. Líquida/PL
3.33
Dívida Líquida
R$ 6,07 Bi
Liq. Corrente
1.72
PL/Ativos
0.20
Passivos/Ativos
0.78
Liq. Seca
1.03
Liq. Imediata
0.13

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
5.31%

Indicadores de Rentabilidade

3.12%
6.37%
0.65%
Giro do Ativo
1.30

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
21.25%
CAGR Lucro
-31.59%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 15.31%
Margem EBITDA 8.31%
Margem Operacional 5.31%
Margem Líquida 0.49%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 269,10 Mi
FCL R$ 77,24 Mi
Caixa Total R$ 450,96 Mi
Caixa/Ação R$ 1,40
Receita e Dívida
Receita Total R$ 11,71 Bi
Lucro Bruto R$ 1,79 Bi
EBITDA R$ 972,61 Mi
Dívida Total R$ 4,57 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 2.06%
Lucro (YoY) 103.89%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 11.566,93 Mi R$ 11.583,37 Mi R$ 11.083,83 Mi R$ 8.746,53 Mi
Lucro Bruto R$ 1.669,36 Mi R$ 1.305,95 Mi R$ 1.734,72 Mi R$ 1.396,66 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 531,66 Mi R$ -862,99 Mi R$ 636,45 Mi R$ 513,37 Mi
Lucro Líquido R$ 18,24 Mi R$ -1.415,49 Mi R$ 359,92 Mi R$ 259,73 Mi

Sobre a VVEO3

Setor
Saúde
Indústria / Segmento
Medicamentos e Outros Produtos
Funcionários
500
Market Cap
R$ 255,80 Mi
Descrição do Negócio

Viveo S.A. é uma empresa brasileira atuante no segmento de saúde e bem-estar, especializada em serviços de saúde, diagnóstico e produtos de bem-estar. A companhia opera em segmentos de serviços de saúde, diagnóstico por imagem e comercialização de produtos de bem-estar, atendendo mercados doméstico. Viveo está envolvida em atividades de prestação de serviços de saúde e distribuição de produtos de bem-estar. A companhia é um player importante no segmento de saúde e bem-estar do Brasil, operando com foco em qualidade de seus serviços. Com receita anual superior a R$ 200 milhões, a Viveo é um importante prestador de serviços de saúde do Brasil. A empresa está comprometida com qualidade de seus serviços, inovação em diagnóstico e bem-estar de seus clientes.

DIVIDENDO R$ 0,1365
Pagamento: 19/12/2024
JCP R$ 0,2769
Pagamento: 16/02/2023
JCP R$ 0,2769
Pagamento: 15/02/2023
DIVIDENDO R$ 0,1574
Pagamento: 11/05/2022
JCP R$ 0,2486
Pagamento: 23/02/2022

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Ibovespa cede com nova pesquisa no radar do trade eleitoral; dólar sobe
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Ibovespa cede com nova pesquisa no radar do trade eleitoral; dólar sobe

Painel eletrônico com cotações de ações negociadas na B3, no prédio da bolsa de valores, em São Paulo Levantamento Atlas/Bloomberg mostrar vantagem numérica do presidente Lula sobre senador Flávio Bolsonaro e rendimento dos títulos americanos evidenciarem maior alta desde 2007 O Ibovespa cede nesta quarta-feira (23), com nova pesquisa sobre o cenário eleitoral, alta em maior nível nos rendimentos de títulos públicos americanos e a expectativa sobre encontro entre os presidentes da China e Estados Unidos, que deve ocorrer amanhã. Enquanto o levantamento eleitoral da Atlas/Bloomberg voltou a mostrar vantagem numérica para o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), novos indicadores da economia dos EUA impulsionaram os Treasuries a mais altos níveis em anos. Às 13h33 (de Brasília), o principal indicador do mercado brasileiro de ações tinha queda de 0,23%, aos 186.991 pontos. Na sessão anterior, o Ibovespa inverteu o sinal visto pela manhã e fechou em alta de 0,44%, aos 187.422,92 pontos. Já o dólar opera em alta ante o real, reagindo ao avanço da moeda norte-americana no exterior. No mesmo horário, o dólar à vista subia 1,02%, cotado a R$ 5,1528 na venda, enquanto o índice DXY - que mede a força do dólar ante seis divisas - avançava 0,44%, aos 101,04 pontos. Na sessão de terça-feira (22), a moeda à vista encerrou com baixa de 0,08%, aos R$ 5,1040. A alta da moeda de hoje é sustentada tanto pelo avanço dos rendimentos dos Treasuries e preços mais altos do petróleo, como pelos resultados da pesquisa Atlas/Bloomberg. O levantamento mostrou logo cedo que o presidente Lula voltou a liderar numericamente as intenções de voto contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual cenário de segundo turno da eleição presidencial, embora os candidatos permaneçam em empate técnico. Nas últimas semanas, a percepção de fortalecimento da candidatura de Flávio vinha favorecendo o chamado “trade eleitoral”, que se traduziu no recente avanço do Ibovespa e queda do dólar e das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros). De acordo com Mateus Hammes, head de investimento da Ludo Capital, as pesquisas continuam mostrando um cenário binário com desfecho em aberto e qualquer novo levantamento pode servir como gatilho para volatilidade nos negócios. Hammes pontuou que há um entendimento crescente de que a oposição teria uma política econômica mais alinhada aos interesses de investidores, com defesa de Estado mais enxuto e apoio a reformas estruturais, o que explica movimentos mais positivos no pregão quando a disputa fica mais acirrada e mais negativos quando o incumbente tem desempenho melhor - como visto no pregão desta quarta-feira. Já no exterior, como a maior alta nos rendimentos dos Treasuries com vencimento de 10 e 2 anos atuam como impulso da alta do dólar e influenciam o Ibovespa nesta quarta. Após a S&P Global informar que seu PMI (Índice de Gerentes de Compras) Composto dos EUA subiu para 58,4 neste mês, o nível mais alto desde julho de 2021, a taxa do título de referência de 10 anos saltava 8,7 pontos-base, para 5,054%, o maior nível desde 2007. Já os rendimentos do Treasury de 2 anos, sensíveis às taxas de juros, subiam 8,49 pontos-base, para 4,862%, o nível mais alto desde junho de 2024. Agora, os operadores de juros futuros agora precificando uma probabilidade de 73% de alta dos juros em outubro, ante 53% anteriormente. “Este é um salto significativo e reforça o aumento da taxa de juros e a postura hawkish do Fed", afirmou Adam Button, analista-chefe de câmbio da investingLive. Nessa linha, as ações americanas cediam. O Índice Dow Jones Industrial Average recuava 0,18%, o S&P 500 perdia 0,53%, enquanto o Nasdaq Composite registrava queda de 1,05%. Commodities e ações Nas commodities, fontes disseram à Reuters que a Arábia Saudita retomou as operações de seu oleoduto Leste-Oeste e pode já ter retomado as exportações a partir do porto de Yanbu, no Mar Vermelho. A notícia faz preço no petróleo, tendo em vista que o barril Brent do combustível fóssil sobe mais de 3% nesta tarde, interrompendo a queda de cinco sessões seguidas. Por volta das 13h, a commodity era comercializada por US$ 102,78. Com o avanço do produto, a Petrobras é uma das ações que mais avança no pregão, com alta superior a 2%. Além do petróleo mais caro, a UBS BB reiterou sua recomendação de compra da empresa e elevou o preço-alvo dos papéis. A empresa também anunciou que garantiu o volume de importação de diesel necessário para outubro, de 650 milhões de litros, e não prevê grandes volumes de compras externas para novembro. A Vale, por sua vez, cede 0,88% no pregão, na contramão do fechamento do minério de ferro na China. Em Dalian, o contrato para janeiro mais negociado subiu 0,07%, a 712 iuanes (US$106,18) por tonelada. O Itaú Unibanco, assim como todos os bancos listados, cedia 0,65%. Mais agendas econômicas O mercado também espera pelo encontro entre os chefes de Estado da China e Estados Unidos, em uma visita de três dias. Na visão de Pedro Moreira, sócio do escritório de investimentos One, investidores estão em modo de espera para encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, previsto para quinta-feira. "É o ponto crucial da semana", afirmou, avaliando que o mercado deve ficar "lateralizado" nesta sessão no aguardo do desfecho de tal reunião em Washington. Já em Nova York, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, discursou na Assembleia Geral da ONU, e os mercados estão alertas a notícias de que ele poderá se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na cena nacional, o diretor do BC Nilton David se apresentou no evento J. Safra Investment Conference 2026, em São Paulo. Durante o evento, David afirmou que, em momentos de incerteza como o que a economia vive hoje, a política monetária deve atuar com previsibilidade e adotar movimentos suaves e cautelosos, minimizando solavancos. O diretor destacou que o BC está promovendo um ciclo de "calibração", e não de flexibilização monetária, o que classificou como um "ajuste fino", acrescentando que os juros seguirão em patamar contracionista ao fim desse processo. David palestra após o BC ter defendido na ata de sua última reunião a manutenção de nível restritivo dos juros básicos no país diante da pressão de demanda, ainda que se observe um arrefecimento em dados de atividade econômica, crédito e inflação. *Com informações da Reuters

Este fundo imobiliário está uma 'pechincha' e pode disparar na B3, segundo a XP; veja potencial – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros

Este fundo imobiliário está uma 'pechincha' e pode disparar na B3, segundo a XP; veja potencial – Money Times

Este fundo imobiliário está uma 'pechincha' e pode disparar na B3, segundo a XP; veja potencial (Imagem: jabkitticha/ istockphoto) A XP Investimentos recomendou compra para o fundo imobiliário Patria Log (HGLG11), com preço-alvo de R$ 175,25 para as cotas, o que indica um potencial de valorização (upside) de 19% frente ao valor atual, R$ 147,35. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, os analistas Marx Gonçalves e Eduardo Bacelar, responsáveis pelo documento, apontaram que o FII tem passado por um “processo de qualificação do portfólio” bem-sucedido, impulsionado pela reciclagem de ativos considerados menos estratégicos. A dupla destacou que a carteira do veículo é atualmente composta por 41 imóveis performados, que totalizam 2,28 milhões de metros quadrados (m²) de área bruta locável (ABL) distribuídos em oito estados brasileiros e alugados para 188 locatários. Em termos de exposição geográfica, 56,9% da ABL está concentrada em São Paulo, seguida por Minas Gerais (18,3%), Espírito Santo (6%) e Bahia (5,2%). Na avaliação de Gonçalves e Bacelar, embora o fundo ainda apresente exposição acima da média dos pares a galpões logísticos de perfil mais defasado, essa diferença vem diminuindo ao longo do tempo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo eles, as movimentações realizadas no último ano contribuíram significativamente para o aumento da participação do FII em imóveis modernos e de elevada qualidade construtiva. Como resultado, atualmente 41% da ABL do veículo é classificada como AAA, 37%, como AA, 12% como A, 6% como B, e 3% como C. Já sob a ótica setorial, a XP destacou que a receita do HGLG11 apresenta “boa diversificação”, dividida da seguinte maneira: E-commerce (32%); Logística (15%); Automotivo (11%); Varejo (6%); Saúde (4%); Outros segmentos (31%). A corretora apontou ainda que, entre os principais inquilinos, estão empresas de grande porte e consolidadas em suas áreas de atuação, como Mercado Livre (14% da receita contratada), Shopee (7%), Volkswagen (6%) e Electrolux (3%), o que, segundo a casa, “contribui para mitigar o risco de inadimplência do portfólio”. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em contrapartida, os analistas chamam a atenção para a presença de 12% da ABL do fundo em regiões beneficiadas por incentivos fiscais, como Serra (ES) e Extrema (MG). “Entendemos que esses mercados exigem monitoramento em razão dos potenciais impactos da reforma tributária sobre os benefícios fiscais locais, que podem levar algumas empresas a reavaliar suas operações logísticas nessas localidades à medida que os incentivos sejam extintos”, escreveram. “Ainda assim, o período de transição da reforma permitirá acompanhar a evolução da dinâmica comercial dessas regiões, cujos fundamentos permanecem bastante favoráveis no momento”, acrescentaram. Contratos e potencial de reajuste A XP também apontou, como um dos pilares para a recomendação de compra, a composição contratual do portfólio do fundo, que é majoritariamente típica (69%) – isto é, com reajustes por indexadores (como IPCA ou IGP-M) e multas rescisórias padrão. Além disso, segundo a corretora, 29% da receita imobiliária do FII poderá passar por revisão até o final deste ano, dos quais 17% já estão em aberto. Outros 22% estão previstos para revisão até o final de 2027. “Consideramos esse cenário favorável no atual contexto do mercado logístico, marcado pela elevada demanda por espaços e pela vacância em níveis mínimos, por ampliar o potencial de captura de reajustes reais nos aluguéis”. “Gestão qualificada e valuation convidativo” CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas também apontaram que o HGLG11 conta com “histórico positivo” de alocação de capital, preservado mesmo após a mudança de gestora. O fundo é administrado pela Genial e atualmente gerido pelo Patria Investimentos. Antes, estava nas mãos do Credit Suisse (CSHG). Segundo a dupla, desde o início de suas operações, em 2011, o FII acumula desempenho superior tanto ao IFIX, índice de referência da classe, quanto aos veículos logísticos que compõem o indicador. “Em nossa avaliação, essa performance positiva reflete, sobretudo, o histórico positivo de alocação de capital, preservado mesmo após a mudança de gestora, que contribuiu para que o fundo negociasse, historicamente, com prêmio tanto em relação ao valor patrimonial quanto aos pares de referência”, afirmaram. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Apesar disso, Gonçalves e Bacelar lembraram que o HGLG11 vem negociando a um múltiplo P/VP (preço sobre valor patrimonial) de 0,89 vez, correspondente a um desconto significativamente superior à média histórica. “Suas cotas vêm sendo negociadas a níveis convidativos sob diferentes métricas de avaliação, com desconto de 10,8% em relação ao VP, potencial de valorização de frente ao nosso preço-alvo e valor implícito de R$ 3.440/m², próximo ao custo de reposição dos ativos e inferior aos valores observados em transações comparáveis”, disseram. De acordo com a XP, a precificação pode estar sendo parcialmente influenciada pelo fluxo vendedor (overhang) na bolsa decorrente da aquisição de ativos do VILG11 com pagamento em cotas. Dividendos Com relação a rendimentos, a corretora espera a manutenção do atual patamar de distribuição, de R$ 1,17 por cota, até meados de 2027, na ausência de fatos novos. Aos preços atuais, o valor corresponde a um dividend yield (DY) anualizado de 9,5%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Essa expectativa é sustentada pela reserva acumulada de R$ 0,93 por cota e pelo resultado recorrente potencial de R$ 1,31 por papel, dos quais R$ 0,13 correspondem a contratos atualmente em período de carência ou desconto, além da perspectiva de recomposição do resultado recorrente com a conclusão de algumas obras em andamento. “Nesse cenário, a distribuição estimada representa um DY anualizado de 9,5%, patamar que consideramos competitivo diante do perfil defensivo e do potencial de valorização do fundo.” Pontos de atenção Entre os principais riscos apontados pela XP para a tese de investimentos, estão as oscilações do mercado, a liquidez das cotas, a vacância dos imóveis e uma potencial inadimplência dos locatários. A vacância, por exemplo, pode reduzir a receita de aluguel e elevar despesas como IPTU e condomínio. Já problemas financeiros dos inquilinos podem afetar os pagamentos e, consequentemente, os dividendos distribuídos aos cotistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tubarões saem e varejo entra: sinal de alerta para os FIIs? Lareal revela o que os institucionais estão vendo
Fundos Imobiliários Brasileiros

Tubarões saem e varejo entra: sinal de alerta para os FIIs? Lareal revela o que os institucionais estão vendo

O clima de euforia na bolsa que chegou aos fundos imobiliários no início do ano durou pouco: mau humor do mercado atingiu os FIIs em cheio na segunda metade de 2026. Nos últimos seis meses, o Ifix, índice de referência da classe, caiu cerca de 3%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nesse cenário, agora são os investidores institucionais locais que dão adeus ao mercado imobiliário. Segundo levantamento da Latin America REITs Association (Lareal), associação com foco na institucionalização dos FIIs do Brasil e da América Latina, os tubarões retiraram aproximadamente R$ 388 milhões só nas primeiras duas semanas de setembro. O movimento interrompe uma tendência de aumento da presença desses investidores nos FIIs. A participação é vista de forma positiva, já que colabora para o amadurecimento do mercado brasileiro de fundos imobiliários. Por outro lado, os investidores do varejo ampliaram a presença no setor. Nas últimas duas semanas, eles adicionaram cerca de R$ 308 milhões no mercado de fundos imobiliários. Afinal, a saída dos tubarões é um sinal de que é hora de sair dos FIIs? Potyguara Camargo, presidente da Lareal, diz que não. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE É hora de você sair dos FIIs também? Ao contrário do que parece, a saída atual dos tubarões é positiva para o mercado dos fundos imobiliários. Leia Também O executivo enxerga que o movimento atual é um sinal de saúde do mercado e de valorização das cotas, já que os investidores institucionais não estão vendendo os papéis a qualquer preço. Acontece que, com a valorização dos FIIs, as cotas podem alcançar os preços definidos pelos grandes investidores em ordens de venda registradas no book de ofertas, que funciona como uma espécie de mural da bolsa. Basicamente, é como se o investidor institucional deixasse um aviso: "se a cota desse fundo imobiliário chegar a um determinado valor, eu vendo os papéis para quem estiver disposto a pagar esse preço". CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Neste caso, quando a cotação atinge o patamar pedido, a transação é executada automaticamente. Camargo ressalta ainda que, apesar da queda vista nos últimos meses, o Ifix já voltou a subir. Desde o fim de agosto, o índice acumula alta de 1,71%. "Não é pressão vendedora, é apetite do investidor", disse o executivo em entrevista ao Seu Dinheiro. Vale lembrar que pressão vendedora ocorre quando os cotistas querem vender o ativo a qualquer custo e, por isso, aceitam preços cada vez menores. Como resultado, a debandada joga a cotação para baixo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "O investidor institucional não está pressionando o preço das cotas para baixo, mas sim realizando lucros e acumulando caixa para montar posição num próximo ciclo [de oportunidade de investimento]", afirmou. Camargo também destaca que grande parte do capital institucional local vem dos Fundos de Fundos (FoFs). Esses veículos costumam vender os ativos valorizados, acumulando os lucros no caixa para a próxima rodada de compras estratégicas. Por outro lado, como a liquidez do mercado secundário dos FIIs ainda é menor do que o de ações, os investidores institucionais tendem a concentrar os aportes de maior volume em emissões primárias ou em períodos de forte estresse, quando as cotas apresentam descontos mais elevados. O executivo avalia que esses ciclos de rotação dos grandes gestores e investidores estrangeiros demonstram o amadurecimento e a consolidação dos fundos imobiliários. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "Isso mostra como é uma classe de ativos que está cada vez mais robusta. O mercado está ficando mais eficiente, acompanhando os movimentos dos 'peixes grandes', o que acontece em mercados de sucesso", disse. 'Peixes pequenos' devem seguir os tubarões? A presença dos institucionais é avaliada de forma positiva porque ajuda a reduzir as distorções bruscas na cotação dos fundos imobiliários. Como o mercado de FIIs é ainda muito composto pelos investidores do varejo, as ordens de venda nem sempre são fundamentadas em análises técnicas. "O varejo não atua de maneira organizada. Muitas vezes ele está reagindo a algum impulso que aconteceu há um mês ou comprando sob efeito manada", disse. É o oposto do que ocorre com o segmento de ações, no qual os tubarões são os formadores de preço. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "Quanto maior a presença institucional, mais profundo fica o book de ofertas e mais eficiente é a precificação", afirmou. Mas isso não quer dizer que os 'peixes pequenos' devem seguir os tubarões do mercado de FIIs. Camargo alerta que os investidores do varejo não devem copiar cegamente as movimentações dos institucionais porque as estratégias costumam ser muito diferentes. Enquanto os gestores são pagos para ser oportunísticos, podendo comprar um ativo hoje para vender quatro dias depois, o cotista comum costuma investir em fundos imobiliários para conseguir uma renda mensal recorrente por meio do pagamento dos dividendos. O executivo avalia que, para a pessoa física, a estratégia de reinvestimento dos proventos é, em geral, mais eficiente do que tentar prever os movimentos de curto prazo das gestoras. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ele recomenda ainda que esses cotistas mantenham o foco na qualidade dos ativos da carteira ou busquem o auxílio de profissionais e relatórios de confiança. Ainda assim, a participação dos tubarões é positiva para os cotistas, uma vez que ajuda as gestoras nas tomadas de decisões. Enquanto os FIIs com um grande volume de investidores do varejo costumam sofrer para conseguir o quórum necessário nas assembleias, os ativos com presença institucional tendem a ter esse gargalo operacional resolvido. O gringo voltou para os FIIs Os últimos relatórios da Lareal também reforçam essa perspectiva positiva para o mercado com o retorno de um investidor requisitado: o gringo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo os documentos, o fluxo líquido dos investidores não residentes foi positivo, com entrada de R$ 23,8 milhões na segunda semana deste mês. Já no início de setembro, o montante adicionado foi de R$ 55,6 milhões. Segundo o executivo, o retorno do capital estrangeiro no mercado de FIIs está relacionado ao período de rebalanceamentos periódicos dos índices internacionais, que ocorrem todo trimestre. Vale lembrar que o gringo não chega ao mercado imobiliário brasileiro por compra direta das cotas na B3. A porta de entrada é , principalmente, o Exchange Traded Fund (ETF), fundos que replicam índices do mercado. Camargo ressalta que o aumento do apetite do investidor estrangeiro também sinaliza o amadurecimento e a consolidação dos fundos imobiliários. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Neste caso, para os cotistas comuns, vale a mesma lógica aplicada aos movimentos dos institucionais locais: a volta do capital estrangeiro não deve ser interpretada como um gatilho para comprar ou vender FIIs no curto prazo. Isso porque os grandes fundos internacionais ajustam a posição da carteira de acordo com percentuais de participação dos ativos brasileiros em carteiras globais. Ou seja, as entradas e saídas podem representar decisões de alocações internacionais, e não necessariamente uma mudança na percepção sobre os fundos imobiliários locais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre VVEO3

Qual é a cotação de VVEO3 hoje na B3?
A cotação de VVEO3 hoje está em R$ 0,79. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 0,79 e máxima de R$ 0,83.
Quanto a VVEO3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de VVEO3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de VVEO3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de VVEO3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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